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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestre João Elias Espíndola</title>
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		<title>Mestre João Elias Espíndola, Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2017 17:56:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna Há mais de 70 anos, o Estado de Pernambuco é pioneiro na confecção de renda renascença, sendo o maior polo produtivo no Brasil, chegando, inclusive, a exportar esse tipo de artesanato.Um dos nomes mais atuantes por trás desse legado é o do Mestre João Elias Espíndola, intitulado Patrimônio Vivo do Estado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43882" aria-labelledby="figcaption_attachment_43882" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lenice Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/joao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-43882 " alt="Lenice Queiroga/Site Vernacular Renascença " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/joao-01-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre João Elias Espíndola vive no município de Poção, considerada a capital da Renascença</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em></p>
<p>Há mais de 70 anos, o Estado de Pernambuco é pioneiro na confecção de renda renascença, sendo o maior polo produtivo no Brasil, chegando, inclusive, a exportar esse tipo de artesanato.Um dos nomes mais atuantes por trás desse legado é o do Mestre João Elias Espíndola, intitulado Patrimônio Vivo do Estado no dia 22 de dezembro de 2017, aos 83 anos. Nascido no dia 4 de março de 1933 no Sítio Candeeiro, no município de Poção, Agreste do Estado, Seu João Elias cresceu naquela que é considerada a Capital da Renascença. A cidade de Poção foi assim nomeada no dia 22 de agosto de 2011, pelo então governador Eduardo Campos, através da lei Nº 14.365 de mesma data. Foi na dita capital que teve início a primeira escola e núcleo produtivo da renda renascença em Pernambuco.</p>
<p>Responsável por uma das rendas renascenças mais autorais e requintadas do Nordeste e do Brasil, Seu João Elias trabalhou durante 60 anos de forma autônoma, projetando o nosso Estado de forma grandiosa no Exterior. Uma de suas clientes comprava a sua renda e o representava em inúmeros eventos no Brasil e nas Feiras Internacionais, sobretudo em Portugal e na Alemanha. Além de ter contribuído durante toda a sua vida para a tradição da renda renascença, ele continua repassando sua herança têxtil para as suas sobrinhas.</p>
<div id="attachment_43884" aria-labelledby="figcaption_attachment_43884" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lenice Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/joao-05.jpg"><img class="size-medium wp-image-43884 " alt="Lenice Queiroga/Site Vernacular Renascença" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/joao-05-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O estilo autoral do Mestre está presente tanto nas rendas atuais como nas de 20 e 30 anos atrás</p></div>
<p>Vale salientar que o ensino e a produção da renda renascença se desenvolveram pela própria iniciativa e necessidade de sobrevivência das famílias de agricultores-rendeiras, tornando-se uma tradição familiar e transformando Poção, Pesqueira e diversas outras cidade e zonas rurais de Pernambuco em produtores deste artesanato. Os pais de Seu João Elias eram agricultores e tiveram 11 filhos. Aos 19 anos, ele aprendeu a técnica de rendar em Poção, com seu primo João Batista, depois de se recuperar de um acidente de caminhão que sofreu em Minas Gerais. Seu estilo autoral está presente tanto nas rendas atuais como nas de vinte e trinta anos atrás.</p>
<div id="attachment_43881" aria-labelledby="figcaption_attachment_43881" class="wp-caption img-width-321 alignright" style="width: 321px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/mestre-joao-elias-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-43881 " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/mestre-joao-elias-2-321x486.jpg" width="321" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Recebendo o título de Patrimônio Vivo no Palácio das Princesas, em dezembro de 2016</p></div>
<p>De acordo com a pesquisadora Lenice Queiroga, a renda produzida por Seu João Elias é a mais preciosa do Agreste Pernambucano, do Brasil e do mundo. &#8220;<em>A partir da linha, agulha e lacê, surgem das mãos do mestre João Elias Espíndola minúsculos pontos que compõem a sua poética-têxtil-vernacular</em>&#8220;, escreveu Lenice, autora do livro <em>Lagarta Richelieu </em>e do site<em> Vernacular Renascença. </em>Ambos os projetos foram aprovados no Funcultura<em> </em>e contém registros do trabalho do Mestre João Elias.</p>
<p>O principal aspecto da poética-têxtil de Seu João Elias é o &#8220;ponto lagarta&#8221;, que se tornou uma espécie de marca registrada de seu trabalho. &#8220;<em>Esse ponto fui eu mesmo que inventei, tipo uma lagartinha, fui fazendo&#8230;aí ficou bonitinho. Todas as peças que eu faço eu gosto de botar uma lagartinha bem feitinha. Muitos eu aprendi pela minha cabeça mesmo, sem ninguém me ensinar, como o pontinho de pipoca bem redondinho, bem feitinho</em>&#8220;, conta o artesão.</p>
<p>Além da importância estética, o trabalho do Mestre é  notável por se tratar de um homem que enfrentou enormes preconceitos na época que começou a rendar. &#8220;<em>Eu mesmo nunca trabalhei escondido pra seu ninguém. É porque um dia eu fui vender um trabalho na rua e uma mulher disse: oxente, um homem em renascença? Eu disse: muito bem, é melhor eu trabalhar do que roubar, né? Adorava rendar&#8230; porque era meu trabalho a agricultura e a renascença. Ave Maria&#8230; é tanto do modelo. Estava na moda&#8230; gola, punho, blusa, camiseta, pano de&#8230; Chama-se jogo de mesa, caminho de mesa, gravata para homem eu já fiz. Porque só achava bonito minha renda, eu ia vender trabalho dos outros, eles não queriam, só queriam se fosse eu que fizesse</em>&#8220;, declarou o mestre rendeiro  no livro <em>Lagarta Richelieu</em>.</p>
<div></div>
<div>
<div id="attachment_43883" aria-labelledby="figcaption_attachment_43883" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Lenice Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/joao-03.jpg"><img class="size-medium wp-image-43883  " alt="Lenice Queiroga/Site Vernacular Renascença" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/01/joao-03-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Ponto lagarta é a marca registrada da renda produzida por Seu João Elias Espíndola</p></div>
<p>Ao longo dos anos, o Mestre João Elias ganhou pouquíssimo dinheiro com seus preciosíssimos figurinos-renda, tendo sempre uma vida bastante humilde financeiramente. Ficou também com sequelas em uma das pernas, por ter se dedicado intensamente à confecção da renda. Daqui por diante, com o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, Seu João Elias tem garantidos o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda de seus pontos e da técnica da renda renascença (que já está com a tradição rompida), facilitando a transmissão de saberes têxteis aos jovens e de projetos e parcerias de sustentabilidade com vários empreendedores do mundo.</p>
</div>
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		<title>Conselho de Preservação elege seis novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 18:56:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) elegeu, na manhã desta quinta-feira (15), os seis mais novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. O CEPPC destacou a valorosa contribuição de todos os 68 candidatos que participaram do concurso à cultura pernambucana e, em votação única, atribuiu o título ao Clube Carnavalesco Mixto Seu Malaquias (agremiação carnavalesca), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43206" aria-labelledby="figcaption_attachment_43206" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/novos-patrimonios-vivos.jpg"><img class="size-medium wp-image-43206" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/novos-patrimonios-vivos-607x327.jpg" width="607" height="327" /></a><p class="wp-caption-text">A titulação dos novos Patrimônios acontecerá até o final do mês de dezembro, no Palácio do Campo das Princesas</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) elegeu, na manhã desta quinta-feira (15), os seis mais novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. O CEPPC destacou a valorosa contribuição de todos os <strong>68 candidatos</strong> que participaram do concurso à cultura pernambucana e, em votação única, atribuiu o título ao <strong>Clube Carnavalesco Mixto Seu Malaquias</strong> (agremiação carnavalesca), a <strong>José Rufino da Costa Neto</strong> (Dedé Monteiro &#8211; poeta popular), ao <strong>Mestre João Elias Espíndola</strong> (rendeiro), à <strong>Sociedade Musical 15 de Novembro</strong> (banda musical), ao cantor e compositor <strong>Claudionor Germano</strong> (frevo) e ao <strong>Mestre José Lopes</strong> (mamulengueiro).</p>
<p style="text-align: justify;">Márcia Souto, presidente do CEPPC e da Fundarpe, ressaltou que mais uma vez &#8220;o Governo de Estado de Pernambuco valoriza e reconhece os mestres da cultura pernambucana&#8221; e que, diante de candidatos tão estimados à nossa cultura, o trabalho dos conselheiros foi árduo. &#8220;Ao longo de quatro sessões, todos os 68 candidatos tiveram a oportunidade de apresentar suas atividades aos conselheiros, que, além de conhecerem pessoalmente os mestres e mestras pernambucanas, puderam compartilhar de seus saberes&#8221;, disse. A presidente destacou também o esforço da Fundarpe/Secult-PE em garantir espaço para os Patrimônios Vivos nas suas ações, bem como difundir, preservar e fazer circular seus conhecimentos. &#8220;O nosso projeto <em>Outras Palavras</em>, que é uma iniciativa que integra ações de cultura, arte e cidadania nas escolas do Estado, sempre conta com a presença de um Patrimônio Vivo. A recepção desses mestres e mestras entre os alunos é extremamente calorosa, fato que nos faz inclui-los cada vez mais nas nossas atividades&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seis novos Patrimônios Vivos são fruto do <strong>11º Concurso de Registro do Patrimônio Vivo</strong>, que elegeu os candidatos de 2015/2016. O Secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, parabenizou o empenho dos conselheiros na escolha dos candidatos e destacou que &#8220;os Patrimônios Vivos representam a mais rica expressão do povo pernambucano&#8221; e que a premiação &#8221;reforça a galeria de mestres e mestras que marcam a nossa identidade cultural com a diversidade, tradição e criatividade artística&#8221;. O gestor estadual também ressaltou que, graças à reformulação da lei atual, &#8220;todo ano serão eleitos seis novos Patrimônios Vivos, o que confirma o êxito dessa ação da política de cultura do Governo do Estado&#8221;. A titulação dos novos Patrimônios Vivos acontecerá até o final de dezembro, numa solenidade no Palácio do Campo das Princesas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BREVE PERFIS  DOS SEIS NOVOS PATRIMÔNIOS VIVOS</strong></p>
<div id="attachment_43219" aria-labelledby="figcaption_attachment_43219" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43219" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Banda-15-de-Novembro_Foto_Costa-Neto_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>BANDA 15 DE NOVEMBRO</strong> Centenária banda militar criada em Gravatá, foi composta paralelamente à história local, marcando presença nos mais diversos eventos sócio-político-culturais da comunidade</p></div>
<div id="attachment_43218" aria-labelledby="figcaption_attachment_43218" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Mestre-Joao-Elias_Divulgacao.jpg"><img class=" wp-image-43218    " alt="Foto: Lenice Queiroga/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Mestre-Joao-Elias_Divulgacao-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>MESTRE JOÃO ESPÍNDOLA</strong> Responsável por rendas renascença preciosas da cidade de Poção, no Agreste de Pernambuco</p></div>
<div id="attachment_43217" aria-labelledby="figcaption_attachment_43217" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43217" alt="Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Dede-Monteiro_Foto-Ricardo-Moura_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>JOSÉ RUFINO DA COSTA NETO (DEDÉ MONTEIRO)</strong> Nascido em Tabira, em 1949, começou a escrever versos aos 15 anos de idade, influenciado pelo pai (que cantava cordéis, enquanto trabalhava na roça), pelos vencedores de folheto de feira e pelo violeiros nordestinos. Atualmente, é professor aposentado e é, conforme diz, motorista de Teté (sua esposa), servente de pedreiro para o poeta Gonga (seu irmão) e serve de ‘macaco’ para seus netos Paulo Henrique e Maria Paula</p></div>
<div id="attachment_43216" aria-labelledby="figcaption_attachment_43216" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43216 " alt="Jaqueline Maia/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Boneco-Seu-Malaquias_Foto_Jaqueline-Maia_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>CLUBE CARNAVALESCO MIXTO SEU MALAQUIAS</strong> Boneco mais sorridente não há. As feições de imensa felicidade se devem ao fundador do Clube Carnavalesco Misto Seu Malaquias, o Maracujá. A agremiação foi criada só para desfilar nas ruas o boneco criado à imagem de um amigo próximo de Maracujá. Hoje, o boneco é o mais antigo da Festa de Momo pernambucana e já soma 76 Carnavais.</p></div>
<div id="attachment_43214" aria-labelledby="figcaption_attachment_43214" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Claudionor-Germano_Foto-Renata-Pires_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43214" alt="Renata Pires/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Claudionor-Germano_Foto-Renata-Pires_SecultPE_Fundarpe-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>CLAUDIONOR GERMANO</strong> Em 68 anos de carreira, gravou 478 músicas em 31 discos, sendo um dos principais intérpretes de frevo do Estado, principalmente de compositores como Nelson Ferreira de Capiba</p></div>
<div id="attachment_43215" aria-labelledby="figcaption_attachment_43215" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Meste-Ze-Lopes_Foto_Eric-Gomes_SecultPE_Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-43215" alt="Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/12/Meste-Ze-Lopes_Foto_Eric-Gomes_SecultPE_Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>ZÉ LOPES</strong> Militante do mamulengo há mais de 40 anos, mestre Zé Lopes fundou, em Glória do Goitá, o Mamulengo Teatro do Riso, com quem realizou várias excursões pelo Brasil e Europa, sendo um dos mamulengueiros mais conhecidos do país</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>HISTÓRICO<br />
</strong>Importante política cultural de salvaguarda, a lei dos Patrimônios Vivos é a primeira lei do tipo no Brasil, tem como objetivo reconhecer, valorizar e apoiar mestres e grupos que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular – formas de expressão, saberes, ofícios e modos de fazer -, em especial, os que sejam capazes de transmitir seus conhecimentos, técnicas e habilidades às novas gerações de alunos e aprendizes, objetivando a proteção e a difusão do patrimônio pernambucano.</p>
<p style="text-align: justify;">Os seis novos Patrimônios Vivos eleitos nesta quinta-feira (15) se somam aos <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/" target="_blank">39  nomes já contemplados em Pernambuco</a></strong>. Sua missão é ainda possibilitar e potencializar o reconhecimento, acesso, difusão e fruição dos diversos bens, memórias, saberes e histórias presentes nas culturas populares. Para tanto, além de receberem bolsas vitalícias, os mestres e grupos contemplados participam de diversos programas de ensino-aprendizagem, como oficinas, palestras, cursos e concursos, com o propósito de transmitirem seus saberes, processos fundamentais para a produção, manutenção e recriação de nossas manifestações culturais.</p>
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