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	<title>Portal Cultura PE &#187; MUREO</title>
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		<title>Fundarpe abre edital para ocupação da Casa da Cultura, Mureo e Espaço Pasárgada</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 11:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para democratizar o acesso aos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco e fomentar a difusão do trabalho artístico realizado no Estado, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) abre nesta sexta (24) um chamamento público para ocupação de três equipamentos públicos, de maneira gratuita e previamente agendada. São eles: a Casa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_123633" aria-labelledby="figcaption_attachment_123633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Casa-Cult-4-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-123633" alt="Casa da Cultura" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Casa-Cult-4-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Casa da Cultura</p></div>
<p>Para democratizar o acesso aos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco e fomentar a difusão do trabalho artístico realizado no Estado, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) abre nesta sexta (24) um chamamento público para ocupação de três equipamentos públicos, de maneira gratuita e previamente agendada. São eles: a Casa da Cultura, o Espaço Pasárgada e o Museu Regional de Olinda (Mureo). O edital de ocupação, com as normas para as propostas e o perfil de cada sala/teatro, e seus anexos podem ser acessados <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/chamamento-publico-0012026-ocupacao-de-espacos-em-equipamentos-publicos/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>O formulário de proposição pode ser acessado <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeSdGN5gvOFn2DHQ90vBvjy0DEvSgV-y5rR-btodRS3DN6zdA/closedform" target="_blank">aqui.</a></strong></p>
<p>Os três equipamentos públicos que receberão as propostas são geridos pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe. Interessados podem oferecer ações até as 23h do dia 24 de maio, quando será encerrado o chamamento público. A inscrição das propostas ocorre via formulário digital, e não por meio da plataforma Mapa Cultural.</p>
<p>“É um chamamento simplificado para ocupação gratuita desses espaços, com projetos de agentes culturais pernambucanos. E é possível contactar as gestoras desses equipamentos e marcar visita técnica para conhecer as áreas disponíveis. Esse edital de chamamento é uma maneira tanto de divulgar o trabalho dos agentes culturais do nosso Estado quanto de apresentar ainda mais o potencial para difusão desses 3 equipamentos públicos. O objetivo é fazer a junção de quem faz cultura com os espaços disponibilizados pelo Governo do Estado”, explica Maria Eduarda Belém, gerente de ações culturais da Superintendência de Equipamentos Culturais da Fundarpe.</p>
<p>Os projetos submetidos passam por avaliação da Superintendência de Equipamentos Culturais da Fundarpe e da administração dos espaços aos quais eles são propostos. O resultado será divulgado aos proponentes com ações aprovadas até 1º de junho. Serão avaliadas apenas as inscrições que cumprirem integralmente as diretrizes estabelecidas no edital. Informações sobre os horários disponíveis para ocupação, a dimensão dos espaços e a presença (ou não) de equipamentos digitais para uso podem ser encontradas no anexo I. Os aprovados deverão preencher, ainda, um termo de ocupação a ser entregue à administração do espaço onde ocorrerá a(s) atividade(s).</p>
<p>O chamamento para ocupação abrange vários tipos de iniciativa: ações de formação, lançamento de obras, feiras criativas, ensaios artísticos (audiovisual, música, dança, artes cênicas), performances, rodadas de negócios voltadas à economia criativa e outras possibilidades. Entre as ações que não serão aceitas, estão eventos de caráter exclusivamente corporativo, promocional ou comercial, como convenções, lançamentos de produtos ou vendas diretas; cerimônias fechadas sem caráter cultural, a exemplo de formaturas, casamentos, aniversários ou confraternizações empresariais; e atividades com caráter tático, simulações de segurança, treinamentos operacionais, exercícios de contenção e afins. É possível solicitar a ocupação simultânea de 2 ou mais espaços para a realização de uma ação.</p>
<p><strong>CASA DA CULTURA</strong> – Localizada na Rua Floriano Peixoto s/n, em uma área histórica do Recife, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga foi aberta em 1855 como uma prisão e refundada em 1976 como centro cultural. É conhecida por seu perfil turístico, mas também recebe iniciativas em seus espaços. São eles:</p>
<p>• Palco Nelson Ferreira, um anfiteatro na área externa com capacidade para 200 pessoas<br />
• Sala J. Soares, no segundo andar da Casa, que comporta de 20 a 30 pessoas<br />
• Teatro Clenio Wanderley, onde cabem 60 pessoas<br />
• Sala 304, com capacidade para 10 pessoas</p>
<p>“Realizar eventos culturais na Casa da Cultura é estratégico por sua localização no centro do Recife, com fácil acesso por corredores de ônibus e metrô. O equipamento oferece infraestrutura, e, por se tratar de um local histórico, as ações também proporcionam uma imersão na memória e na identidade cultural da cidade, pois o público tem a opção de visitar todo o espaço, observar a estética e arquitetura da Casa, conhecer as lojas de artesanato, restaurantes e lanchonetes. Tudo isso torna o espaço um importante ponto de difusão cultural e convivência”, diz Jaqueline Araújo, da administração da Casa da Cultura.</p>
<p><strong>ESPAÇO PASÁRGADA</strong> – Construído em 1825 e tombado em 1983 pelo Governo do Estado por meio da Fundarpe, o prédio onde funciona hoje o Espaço Pasárgada foi a casa em que o poeta Manuel Bandeira (1886-1968) morou durante parte da infância. O Pasárgada foi fundado em 1986 como um espaço de preservação da obra do poeta e de fomento à literatura, configurando-se como um centro de vivência e produção literária. O espaço é situado na Rua da União, 263, no centro do Recife.</p>
<p>Os espaços disponíveis para ocupação cultural são:</p>
<p>• Sala Alumbramento e Capiberibe, em que cabem até 60 pessoas<br />
• Sala Evocação do Recife, que comporta até 50 pessoas e tem ligação com um quintal<br />
• Sala Andorinha, com capacidade de até 60 pessoas</p>
<p>“Temos salas que se adaptam bem a diferentes formatos: é possível realizar atividades formativas, rodas de conversa, exposições, apresentações mais intimistas. E há também o quintal, para ações ao ar livre. O que a gente propõe aqui é muito a ideia de encontro. É um espaço que funciona muito bem pra quem quer fazer algo com uma liberdade boa de formato”, pondera Juliana Albuquerque, da administração do Pasárgada.</p>
<p><strong>MUSEU REGIONAL DE OLINDA (MUREO)</strong> – Solar em estilo colonial construído entre 1745 e 1749, o Museu Regional de Olinda, que já abrigou a residência episcopal, foi inaugurado em 1935 como forma de comemorar os 400 anos da chegada de Duarte Coelho à capitania de Pernambuco. O Mureo propicia aos visitantes uma visão de uma casa pernambucana dos primórdios do século 20. O prédio, localizado na Rua do Amparo, 128, em Olinda, conta com duas áreas que podem ser ocupadas:</p>
<p>• Sala Laura Nigro, com capacidade para 30 pessoas<br />
• Jardim descoberto, também para 30 pessoas</p>
<p>“Ocupar um equipamento público é vantajoso tanto para os agentes culturais, que contam com um espaço gratuito em uma área de boa circulação de pessoas, quanto para o próprio Mureo, porque as ocupações renovam a programação cultural, atraem diferentes perfis de visitantes e promovem maior integração entre patrimônio histórico e arte atual. Dessa forma, o museu preserva sua relevância social, valoriza seu acervo e se consolida como um ambiente ativo de encontro, aprendizado e difusão cultural”, sintetiza Ana Maria Valença, da administração do Mureo.</p>
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		<title>Programação de outubro celebra a pluralidade nos equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-de-outubro-celebra-a-pluralidade-nos-equipamentos-culturais-geridos-pelo-governo-de-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 13:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outubro é um mês de celebrar a pluralidade nos equipamentos culturais de Pernambuco, todos geridos pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Os espaços oferecem uma vasta programação de atividades para todos os públicos, com foco na preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120525" aria-labelledby="figcaption_attachment_120525" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Casa-da-Cultura-Eduardo-Costa-Cunha-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-full wp-image-120525" alt="Casa da Cultura I Foto: Eduardo Costa Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Casa-da-Cultura-Eduardo-Costa-Cunha-Secult-PE-Fundarpe.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Casa da Cultura I Foto: Eduardo Costa Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Outubro é um mês de celebrar a pluralidade nos equipamentos culturais de Pernambuco, todos geridos pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE). Os espaços oferecem uma vasta programação de atividades para todos os públicos, com foco na preservação e difusão das artes, da história e das tradições pernambucanas.</p>
<p dir="ltr">O Museu do Trem leva a exposição itinerante “Pare, Olhe, Escute” ao 3º Festival de Gastronomia de Lagoa do Carro, apresentando a rica história ferroviária de Pernambuco. Já a Casa de Câmara e Cadeia, em Brejo da Madre de Deus, expõe “Isso Foi Um Estrondo?”, uma mostra de arte contemporânea que mistura performances, fotografias e pintura. O Theatro Cinema Guarany, em Triunfo, abre suas portas para visitas guiadas e apresenta uma programação de cinema e teatro, com espetáculos gratuitos.</p>
<div id="attachment_120529" aria-labelledby="figcaption_attachment_120529" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/MEPE-Felipe-Souto-Maior-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-120529" alt="Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) I Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/MEPE-Felipe-Souto-Maior-Secult-PE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) I Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Na capital, a Torre Malakoff oferece a exposição “Terra Mar”, que integra ciência e cultura, além de uma programação especial para o Dia das Crianças e do festival REC&#8217;n'Play. O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) conta com exposições, apresentações, atividades culturais e oferece cursos, palestras e oficinas, além de participar da Feira Contemporânea de Pernambuco – ART-PE, evento importante que reúne artistas e galerias para exibir obras de arte contemporânea.</p>
<div id="attachment_120533" aria-labelledby="figcaption_attachment_120533" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Torre-Malakoff-Morgana-Narjara-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-120533" alt="Torre Malakoff I Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Torre-Malakoff-Morgana-Narjara-Secult-PE-Fundarpe-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Torre Malakoff I Foto: Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Os visitantes também poderão desfrutar de atividades no Espaço Pasárgada, que dedica uma semana especial a Manuel Bandeira, e na Casa da Cultura, que oferece uma série de oficinas e intervenções artísticas, além de um encontro sobre empreendedorismo cultural. O Cinema São Luiz recebe mostras de cinema independentes, com foco em cinema periférico, ativista e também conta com sessão infantil. O Teatro Arraial Ariano Suassuna apresenta uma programação teatral recheada de clássicos e novas produções.</p>
<div id="attachment_120527" aria-labelledby="figcaption_attachment_120527" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Espaço-Pasárgada-Felipe-Souto-Maior-Secult-PE-Fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-120527" alt="Espaço Pasárgada I Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Espaço-Pasárgada-Felipe-Souto-Maior-Secult-PE-Fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço Pasárgada I Foto: Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Já em Olinda, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) e o Museu Regional de Olinda (Mureo) continuam com as visitações dos seus importantes acervos religiosos e históricos.</p>
<p dir="ltr">“A programação pensada é um reflexo do compromisso da Fundarpe e da Secult-PE com a valorização das artes, da memória e da cultura em todas as suas expressões, com atividades que dialogam com todos os públicos, territórios e linguagens. Por isso, convidamos a todos a conferirem a grade e visitarem os nossos equipamentos culturais”, destaca a gerente de Ações Culturais da Fundarpe, Maria Eduarda Belém.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>&gt; Confira a programação completa:</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Museu do Trem</strong></p>
<p dir="ltr">Exposição itinerante “Pare, Olhe, Escute: Os Caminhos do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco” no 3º Festival de Gastronomia – Sabores da Lagoa</p>
<p dir="ltr">&gt; A atividade trata do universo dos bens vinculados ao patrimônio ferroviário em Pernambuco, e busca apresentar um pouco da história do transporte sobre trilhos, das práticas de preservação da memória ferroviária e os exemplos exitosos de preservação dos bens que compõem esse patrimônio no estado.</p>
<p dir="ltr">Quando: 01 a 04 de outubro</p>
<p dir="ltr">Onde: Lagoa do Carro &#8211; PE</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Casa de Câmara e Cadeia</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Exposição “Isso Foi Um Estrondo?” I Etapa I</p>
<p dir="ltr">&gt; A ação é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e reúne performances, pinturas, produção têxtil, fotografias com técnicas seculares e interatividade marcam a pluralidade de produções artísticas e curatoriais emergentes e a consequente reflexão crítica que as acompanha em busca do fortalecimento da linguagem e do fomento da produção artística. O projeto também visa à ampliação do acesso ao espaço cultural.</p>
<p dir="ltr">Quando: 15/08 a 9/11</p>
<p dir="ltr">Onde: Rua Maestro Tomás de A. Maciel, Centro, Brejo da Madre de Deus – PE</p>
<p dir="ltr">Telefone: (81) 3184-3090</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mepe na Feira Contemporânea de Pernambuco – ART-PE</p>
<p dir="ltr">Quando: 8 (convidados), 9 a 11 (13h às 20h) e 12/10 (13h às 18h)</p>
<p dir="ltr">Endereço: Recife Expo Center (Cais Santa Rita, 156 &#8211; São José, Recife &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Acesso mediante<a href="https://www.sympla.com.br/evento/art-pe-feira-de-arte-contemporanea-de-pernambuco-4a-edicao/2982407?referrer=www.artpe.art.br"> ingresso</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Orquestra dos Médicos do Recife apresenta “Medicina Humanizada com Arte – 30 Anos”</p>
<p dir="ltr">Quando: 11/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 17h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">XXIV Expo de Artes do IMIP</p>
<p dir="ltr">Quando: a partir de 17/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Abertura da exposição temporária “ColeTânia”</p>
<p dir="ltr">Quando: a partir de 24/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mês das Crianças I Apresentação especial Violetas da Aurora – O Encontro</p>
<p dir="ltr">Quando: 26/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 15h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Mês das Crianças: Uma tarde no museu com a Grow Happy</p>
<p dir="ltr">Quando: 26/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 14h às 17h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Cerimônia de lançamento dos livros vencedores do IX Prêmio Hermilo Borba filho de Literatura</p>
<p dir="ltr">Quando: 30/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Exposições fixas I “Pernambuco, território e patrimônio de um povo” e &#8220;O Casarão e a Cidade: usos e costumes&#8221;</p>
<p dir="ltr">Horário: Terça a sexta-feira, das 11h às 17h | Sábados e domingos, das 14h às 17h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">++ Cursos, palestras e oficinas disponíveis através do <a href="http://instagram.com/museudoestadope">@museudoestadope</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Avenida Rui Barbosa, 960, Graças – Recife</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (81) 3184-3170</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Torre Malakoff </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Exposição “Terra Mar”</p>
<p dir="ltr">&gt; Mostra coletiva promove a cultura oceânica por meio da integração entre ciência, cultura e ética. Com uma abordagem sensível e educativa, a iniciativa busca ampliar o entendimento sobre o oceano como um sistema vital para a vida na Terra. A exposição convida o público a mergulhar em diferentes ecossistemas, dos manguezais ao oceano profundo, explorando também práticas culturais, saberes ancestrais e o papel da ciência no enfrentamento dos desafios contemporâneos.</p>
<p dir="ltr">Quando: 11/10 a 27/10</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dia das Crianças | Ação com Avoa Bolhas</p>
<p dir="ltr">&gt; Atividade lúdica no pátio da Torre com grande bolhas de sabão e a “Ação 3 em 1”, onde cada criança participante poderá trazer três brinquedos, trocar dois e doar um. As doações serão destinadas ao Natal das crianças da comunidade do Pilar, no Recife Antigo.</p>
<p dir="ltr">Quando: 12/10</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">REC&#8217;n'Play 2025</p>
<p dir="ltr">&gt; Integração da programação da exposição Terra Mar ao festival de inovação, tecnologia e economia criativa.</p>
<p dir="ltr">Quando: 15 a 18/10</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife – Recife</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (81) 3184-3180</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Theatro Cinema Guarany </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Visitas guiadas</p>
<p dir="ltr">Quando: 03/10 a 22/11, sempre às sextas-feiras e sábados</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Cine SESC</p>
<p dir="ltr">Quando: 06, 07, 09 (às 8h30) e 11/10 (14h e 19h30)</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Espetáculos</p>
<p dir="ltr">08/10 – “Histórias Encantadas” , com a Tropa do Balacobaco, às 14h e 19h30</p>
<p dir="ltr">09/10 – “Respeitável Público”, com a Trupe Vivante”, às 19h30</p>
<p dir="ltr">10/10 – “Riso Interior”, com a Cia. Teatro de Retalho, às 19h30</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Praça Carolino Campos, s/nº, Centro, Triunfo – PE</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (87) 3846-2919</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Espaço Pasárgada</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Semana Manuel Bandeira</p>
<p dir="ltr">&gt; A programação especial marca a data de encantamento de um dos principais nomes da literatura brasileira, o poeta pernambucano Manuel Bandeira, no equipamento responsável pela preservação das obras do artista.</p>
<p dir="ltr">Quando: 13 a 17/10</p>
<p dir="ltr">Onde: Rua da União, 263, Boa Vista – Recife</p>
<p dir="ltr">Horário: 9h às 15h</p>
<p dir="ltr">Informações: (81) 3184-3165</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Casa da Cultura</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Oficina “Renda Renascença: a continuidade dos saberes”, com Eliane Cordeiro</p>
<p dir="ltr">Quando: 02, 09, 16 e 23/10, sempre às quintas-feiras</p>
<p dir="ltr">Horário: 13h às 17h</p>
<p dir="ltr">Inscrições pelo link na bio do @culturape</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Oficina de dança para crianças “O Frevo É…”, com Aline Lacerda</p>
<p dir="ltr">Quando: 09/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 9h30 às 11h30</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Dia do Poeta I Intervenção artística “Pandeiro em Poesia”, com Valmir Jordão</p>
<p dir="ltr">Quando: 20/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 15h30</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Semana do Empreendedor I Intervenção artística com formação “Empreendedorismo Cultural”, com a produtora cultural Eliz Galvão</p>
<p dir="ltr">&gt; A atividade propõe abordar temas como autoconhecimento, economia criativa, empreendedorismo cultural, perfis empreendedores, precificação, vendas e negociação, além de apresentar ferramentas práticas para o gerenciamento de carreiras, como formalização, registro de marca, posicionamento no mercado, uso estratégico das redes sociais e construção de pitch.</p>
<p dir="ltr">Quando: 21 e 22/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 13h30 às 17h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Cais da Detenção, s/nº, Santo Antônio – Recife</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (81) 3184-3152</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Cinema São Luiz </strong></p>
<p dir="ltr">Sábado | 04/10</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Cinema e Território (Classificação Livre com debate após a sessão)</p>
<p dir="ltr">&gt; A sessão Cinema e Território convida o público a atravessar memórias, músicas, poemas e gestos que se entrelaçam aos lugares onde nascem.</p>
<p dir="ltr">Horário: 14h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Filmes da sessão</p>
<p dir="ltr">Estórias que se atravessam: o Rio Capibaribe e a comunidade de Santana (29’15’’)</p>
<p dir="ltr">Geração Mangue (20’14’’)</p>
<p dir="ltr">Dial a Poem (26’43’’)</p>
<p dir="ltr">Afluir (16’12’’)</p>
<p dir="ltr">–</p>
<p dir="ltr">Mostra Periférica (Classificação 12 anos com debate após a sessão)</p>
<p dir="ltr">&gt; A Mostra Periférica, que já acontece em Camaragibe-PE, chega à sua 4ª edição e agora ocupa também o Cinema São Luiz com produções de realizadores das periferias. O evento celebra a diversidade de vozes e narrativas que surgem em territórios muitas vezes invisibilizados, destacando o cinema como instrumento de resistência cultural e afirmação de identidade</p>
<p dir="ltr">Horário: 16h30</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Filmes da Mostra Periférica</p>
<p dir="ltr">KM4 Blues (56’04’’)</p>
<p dir="ltr">Seeking Aline (26’50’’)</p>
<p dir="ltr">Histórias do Alto (19’55’’)</p>
<p dir="ltr">A pisada é delas – Mulheres do Coração Nazareno (15’)</p>
<p dir="ltr">Caboc’urbano, fogo no canavial (12’55’’)</p>
<p dir="ltr">–</p>
<p dir="ltr">O Último Azul (Classificação 14 anos, acessibilidade com legendas descritivas, 86’)</p>
<p dir="ltr">&gt; Vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim – uma das maiores premiações do cinema mundial – o longa-metragem narra a história de Tereza, 77 anos, que mora numa cidade industrializada na Amazônia e é convocada oficialmente pelo governo a se mudar para uma colônia habitacional compulsória.</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h30</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)</p>
<p dir="ltr">Domingo | 05/10</p>
<p dir="ltr">Sessão infantil I Bambi, uma Aventura na Floresta (Livre I 85’)</p>
<p dir="ltr">Horário: 11h</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 5 – Meia para Todos</p>
<p dir="ltr">Jeanne Dielman (Classificação 14 anos I 3h21min)</p>
<p dir="ltr">Horário: 14h</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)</p>
<p dir="ltr">Cinema Sem Teto (Classificação Livre com debate após a sessão)</p>
<p dir="ltr">&gt; O Cinema Sem Teto, do MTST, chega ao Cinema São Luiz para mostrar filmes produzidos no contexto da militância, que refletem as lutas por moradia e justiça social. As produções, feitas por ocupantes e parceiros, revelam histórias de resistência e vida em comunidade.</p>
<p dir="ltr">Horário: 18h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Filmes da sessão</p>
<p dir="ltr">Sem Riscos (04’22’’)</p>
<p dir="ltr">Nasce a ocupação 8 de março (03’09’’)</p>
<p dir="ltr">Quarto de Desejo (25’35’’)</p>
<p dir="ltr">Chão de Sonhos (01’35’’)</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Rua da Aurora, 175, Boa Vista – Recife</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (81) 3184-3157</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna  </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Turnê Inquieta – Larissa Lisboa convida: Uana</p>
<p dir="ltr">Quando: 11/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 18h</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)</p>
<p dir="ltr">Classificação – Livre</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Espetáculo “O Jardim das Flores Mortas”</p>
<p dir="ltr">&gt; Ambientada em uma casa antiga, o espetáculo é uma tragédia intimista que narra o reencontro de duas irmãs, Violeta e Magnólia, unidas por um passado de silêncio, culpa e um amor partilhado.</p>
<p dir="ltr">Quando: 14/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia)</p>
<p dir="ltr">Classificação – 14 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Espetáculo “Cantiga à Pedra do Reino” – Teatro é ao Vivo. Vá Ver!</p>
<p dir="ltr">&gt; Integrando a campanha “Teatro é Ao Vivo, Vá Ver!”, promovida pela Associação dos Produtores de Artes Cênicas de Pernambuco – APACEPE, espetáculo Cantiga à Pedra do Reino, idealizado pela multiartista Lucinha Guerra, celebra o legado de Ariano Suassuna através de músicas, cantigas, loas e &#8220;incelenças&#8221; presentes em adaptações teatrais de A Pedra do Reino e A História do Amor de Romeu e Julieta.</p>
<p dir="ltr">Quando: 17 e 18/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h30</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)</p>
<p dir="ltr">Classificação – 12 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Espetáculo “O Peru do Cão Coxo”</p>
<p dir="ltr">&gt; No espetáculo, Ariano Suassuna descortina a preguiça em um picadeiro de intrigas no sertão de Taperoá. Na farsa, o poeta Joaquim Simão e Nevinha, sua esposa, são alvos dos trapaceiros Aderaldo Catacão e Clarabela, sem esquecer ainda a algoz Andreza.</p>
<p dir="ltr">Quando: 24 e 24/10</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada R$ 40,00 (inteira) | R$ 20,00 (meia entrada)</p>
<p dir="ltr">Classificação – 14 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Espetáculo “Tempo de Vagalume”</p>
<p dir="ltr">&gt; A peça é uma experiência teatral e sensível, e retrata a história de um jovem homossexual que cria uma &#8220;armadilha&#8221; para se aproximar da sua criança interior. Entre memórias e movimentos, mutações e discursos dançantes, o brilho dos vagalumes é o que reconecta esse personagem com o passado.</p>
<p dir="ltr">Quando: 31/10 a 15/11</p>
<p dir="ltr">Horário: 19h</p>
<p dir="ltr">Entrada gratuita</p>
<p dir="ltr">Classificação – 14 anos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (81) 3184-3057</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Visitação ao acervo</p>
<p dir="ltr">&gt;  O acervo fixo do Maspe, que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Um dos destaques desse acervo é a coleção de imagens antigas eruditas, policromadas e douradas datadas do século 16.</p>
<p dir="ltr">Quando: terça a sexta-feira, das 10h às 17h | Sábados e domingos, das 14h às 17h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações:  (81) 3184-3154 | (81) 3184-3155</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Museu Regional de Olinda (Mureo)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Visitação ao acervo</p>
<p dir="ltr">&gt; O acervo reúne mobiliários, pinturas, louças, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade.</p>
<p dir="ltr">Quando: terça a sexta-feira, das 9h às 12h30; das 13h30 às 17h | sábado e domingo, das 14h às 17h</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Rua do Amparo, 128, Amparo – Olinda</p>
<p dir="ltr">&gt; Informações: (81) 3184-3159 | 3194-3160</p>
<p>&nbsp;</p>
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			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-de-outubro-celebra-a-pluralidade-nos-equipamentos-culturais-geridos-pelo-governo-de-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
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		<title>Mureo recebe obras inéditas de Humberto Magno em exposição póstuma</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mureo-recebe-obras-ineditas-de-humberto-magno-em-exposicao-postuma/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:43:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Artista-Reincidente Humberto Magno: Vestígios de Estranha Civilização” exibe ao público um conjunto de obras inéditas do artista plástico falecido em 2021. A mostra, que abre nesta quinta-feira, dia 30, às 18h, no Museu Regional de Olinda, apresenta 25 trabalhos realizados em isopor, resultado de pesquisa e técnica a que o artista, mais conhecido por sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115908" aria-labelledby="figcaption_attachment_115908" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Catarina DeeJah/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-29-at-10.24.06.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115908" alt="Foto: Catarina DeeJah/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-29-at-10.24.06-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O artista Humberto Magno</p></div>
<p dir="ltr">“Artista-Reincidente Humberto Magno: Vestígios de Estranha Civilização” exibe ao público um conjunto de obras inéditas do artista plástico falecido em 2021. A mostra, que abre nesta quinta-feira, dia 30, às 18h, no Museu Regional de Olinda, apresenta 25 trabalhos realizados em isopor, resultado de pesquisa e técnica a que o artista, mais conhecido por sua pintura, se dedicou por mais de 30 anos, compondo e pintando isopores coletados nas ruas do Recife.</p>
<p>A exposição póstuma da obra guardada por Humberto Magno é um desvelamento da criação artística dele. Até então, algo de sua criação em isopor fora apresentado apenas em 2015, na mostra “Permanência da Arte”, realizada na casa do artista Luciano Pinheiro, em Olinda. À época, Pinheiro ressaltou que o amigo tinha “mania de se esconder, de não mostrar muito do seu trabalho”, como registrou José Cláudio em texto publicado na Revista Continente.</p>
<p>A produção artística de Humberto Magno não ganhava exposição desde 2019, quando ocupou parte da Arte Plural Galeria, na mostra “Vidas Paralelas, Olhares Dissonantes”, junto com obras de Jairo Arcoverde, sob curadoria de Raul Córdula. De Magno, os visitantes viram pinturas com guache sobre papel que haviam tempo guardadas. “Eu tinha muita vergonha de mostrar as coisas que fazia. Hoje eu relaxo, vejo com interesse”, disse, à época, ao Jornal do Commercio.</p>
<p>A mostra de agora, “Artista-Reincidente Humberto Magno: Vestígios de Estranha Civilização”, acontece dentro do circuito de exposições que comemora os 40 anos do Ateliê Iza do Amparo, que Humberto fundou junto à artista com quem foi casado e teve dois filhos, os também artistas Paulo do Amparo e Catarina DeeJah. O circuito “Da Casa-Ateliê de Artistas-Etcétera ao Agora: Duas Gerações, Quatro Desdobramentos” tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura — Funcultura, do Governo do Estado.</p>
<p>Curadora da exposição, Ana Gabriella Aires fez um trabalho de resgate e pesquisa da obra de Humberto Magno junto a Paulo do Amparo, filho do artista. Ela reflete sobre tempo e matéria na experimentação com isopor: “Tendo iniciado a relação com o isopor no início dos anos 90, o artista investiu na inusitada relação com esse material tão efêmero, sem valor comercial, e que impressiona, mesmo enquanto peça de arte, ter resistido, mesmo que, ironicamente, o isopor seja percebido por sua demora em se decompor na natureza”.</p>
<p>Ana Gabriella escreve, ainda, no texto curatorial, que, sem necessidade de definir se os trabalhos são pinturas expandidas ou esculturas, interessa observar que Humberto Magno “fez de diversas peças descartáveis, possível lixo, interessantes objetos estranhos que carregam vestígios de nossa civilização”. Ela, também, direciona o espectador a notar “vestígios do urbanista, do pintor, do artista que quis guardar consigo um tanto da cidade, da paisagem em ruína”.</p>
<p>Nascido em Garanhuns, além de pintor, Humberto Magno era urbanista. Formou-se em Salvador, onde começou a trabalhar com pintura e produção de murais. Chegou a Olinda juntamente com Iza do Amparo e fundaram juntos, em 1981, na rua do Amparo, a casa-ateliê, em um momento efervescente da cena das artes plásticas pernambucana, especialmente, no Sítio Histórico de Olinda, onde estavam estabelecidos dezenas de ateliês.</p>
<p>Iza do Amparo e Humberto Magno, ao lado de Rodolfo Mesquita, Ismael Caldas, Jairo Arcoverde, Ney Quadros, Roberto Amorim, Anchises Azevedo, Montez Magno, eram participantes de um grupo (não um coletivo) que, nas palavras do curador Raul Córdula, “contestaram o status quo da elite da arte no Recife”, naquele momento.</p>
<div id="attachment_115909" aria-labelledby="figcaption_attachment_115909" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-29-at-10.24.05-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115909" alt="Obra de Humberto Magno" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-29-at-10.24.05-1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de Humberto Magno</p></div>
<div id="attachment_115910" aria-labelledby="figcaption_attachment_115910" class="wp-caption img-width-405 alignnone" style="width: 405px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-29-at-10.24.05.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115910" alt="Obra de Humberto Magno" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/WhatsApp-Image-2025-01-29-at-10.24.05-405x486.jpeg" width="405" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Obra de Humberto Magno</p></div>
<p dir="ltr"><strong>4O ANOS DE UMA CASA-ATELIÊ — </strong>Há mais de 40 anos, Iza do Amparo é matriarca de uma casa-ateliê onde em todo esse tempo seus moradores (se) criaram e (se) criam compartilhando experimentações artísticas. Uma casa também de portas abertas para a rua e lembrada por seus frequentadores como um lugar de acolhimento, fruição artística e referencial na vida cultural do Sítio Histórico de Olinda.</p>
<p dir="ltr">A celebração deste tempo — que, mais do que um bom punhado de anos, significa uma trajetória longeva de criação na convivência com os outros — se dá com o circuito “Da Casa-Ateliê de Artistas-Etcétera ao Agora: Duas Gerações, Quatro Desdobramentos”, que estreou em julho, com a mostra “Artista-Cientista Paulo do Amparo: Das Manufeituras à Zoada do Teu Momento”.</p>
<p dir="ltr">Já em outubro, o circuito deu continuidade com a mostra “Artista-Prática Catarina DeeJah — De Que País Vem Este Carnaval? Se o Oriente Nasce em Meu Quintal”. E agora, após a exibição dos filhos desta casa-ateliê, é a vez de exibir o trabalho de Humberto Magno, artista com quem Iza do Amparo gestou e criou seus filhos e o ateliê — quando juntos chegaram a Olinda, em 1981.</p>
<p dir="ltr">Curadora do projeto, Ana Gabriella Aires enfatiza que este circuito é “uma oportunidade de conhecer ou rever Iza, Humberto, Paulo e Catarina em quatro exposições articuladas pelo que são eles de artistas-etcétera. E o quanto isso que, parece, sempre foram e vão juntos sendo, vai-se transformando pelo que conviveram ou convivem, família que são”.</p>
<p dir="ltr">“Artista-etcétera, conceito emprestado do artista, escritor, curador e crítico Ricardo Basbaum, refere-se à situação do artista que ‘questiona a natureza e a função de seu papel como artista’ e que possui ‘fortes ligações com os circuitos locais em que estão inseridos’.”</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço<br />
</strong>“Artista-Reincidente Humberto Magno: Vestígios de Estranha Civilização”<br />
Abertura: dia 30 de janeiro, das 18h às 21h<br />
Visitação: até 22 de fevereiro — de terça a domingo, das 10h às 16h; com monitoria de quinta a domingo, das 14h às 16h<br />
Museu Regional de Olinda — Rua do Amparo, 128, Sítio Histórico de Olinda</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mureo recebe a exposição “Artista-Prática”, de Catarina DeeJah</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mureo-recebe-a-exposicao-artista-pratica-de-catarina-deejah/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 17:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[catarina deejah]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[Artista plural, conhecida sobretudo pelas suas produções na música, na pintura em tecido e na criação de bandeirolas, Catarina DeeJah exibe um recorte de seu trabalho na exposição “Artista-Prática Catarina DeeJah: De Que País Vem Este Carnaval? Se o Oriente Nasce em Meu Quintal”. Abre nesta sexta-feira, dia 11 de outubro, às 18h, no Museu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/catdejaah.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-113883" alt="Foto: Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/catdejaah-607x360.jpg" width="607" height="360" /></a></p>
<p>Artista plural, conhecida sobretudo pelas suas produções na música, na pintura em tecido e na criação de bandeirolas, Catarina DeeJah exibe um recorte de seu trabalho na exposição “Artista-Prática Catarina DeeJah: De Que País Vem Este Carnaval? Se o Oriente Nasce em Meu Quintal”. Abre nesta sexta-feira, dia 11 de outubro, às 18h, no Museu Regional de Olinda, no Sítio Histórico.</p>
<p>A mostra integra o circuito de exposições que comemora os 40 anos do Ateliê Iza do Amparo, onde, no convívio numa família de artistas, Catarina fez-se também uma. Batizado por “Da Casa-Ateliê de Artistas-Etcétera ao Agora: Duas Gerações, Quatro Desdobramentos”, o circuito tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura — Funcultura, do Governo do Estado.</p>
<p>As bandeirolas que têm espalhado a arte de Catarina DeeJah por lugares diversos são o suporte/a linguagem que a artista escolheu para a mostra. Sendo que, ao invés delas pequenas, como já as conhecemos, as seis obras desta exposição são ‘bandeirolas gigantes’ feitas de tafetá recortado a partir de padronagens de um banco de vetores que a artista acumula há uma década.</p>
<p>Provocativas, divertidas, agregadoras, ao dizerem sacadas da artista — ou paródias, clichês, sabedorias populares etc, as bandeirolas de Catarina DeeJah revelam que a substância para o seu trabalho são, técnica e artisticamente, os materiais e a vida prática de todos os dias: aquilo que está ao alcance — dos olhos, dos ouvidos, das mãos; aquilo que reflete na mente.</p>
<p>Ana Gabriella Aires, curadora da mostra, diz em seu texto que as criações da artista “estão implicadas por um fazer manual e prático associado a imagens e movimentos desde seu cotidiano: a matéria de seu trabalho é justamente esse fino tecido, o dia-a-dia, e suas práticas são apropriações e transformações desse cotidiano, das ruas, do que circula nas ruas, por entre as pessoas”.</p>
<p>Catarina DeeJah iniciou seu trabalho com bandeirolas exatamente de forma manual e prática: “Comecei de forma improvisada, para criar a decoração de um baile no Clube Bela Vista [no Alto Santa Terezinha, Zona Norte do Recife]. Uni uma referência do artesanato tradicional das festas do México com a nossa cultura junina para criar bandeirinhas vazadas com tipografia própria e signos”.</p>
<p>Passou, então, quatro anos reproduzindo-as à mão, cortando com tesoura de unha e estilete, até surgir a parceria com o Coletivo 3D, que possibilitou o corte a laser. O coletivo junto com a Hactus Creative são parceiros desta mostra no suporte técnico — devido ao tamanho das bandeirolas, alguns cortes foram feitos em quatro etapas e levaram cerca de duas horas.</p>
<p>Nelas, estão memórias de Catarina DeeJah — das crianças da casa-ateliê e das redondezas: “Na minha percepção, as cercas e os muros eram quase simbólicos. A gente saía em turma, brincando de se aventurar, para conhecer outros quintais e buscar frutas. Gazeava aula, soltava sementes pelo caminho de uma Olinda que era um grande jardim. Um mosaico de culturas”.</p>
<p>Além dos quintais e das ruas de Olinda — e, portanto, dos Carnavais —, o mar que beira a cidade e os povos que a habitaram e a habitam também são temas na criação da artista.</p>
<p><strong>40 anos de uma casa-ateliê</strong></p>
<p><strong></strong>Há mais de 40 anos, Iza do Amparo é matriarca de uma casa-ateliê onde em todo esse tempo seus moradores (se) criaram e (se) criam compartilhando experimentações artísticas. Uma casa também de portas abertas para a rua e lembrada por seus frequentadores como um lugar de acolhimento, fruição artística e referencial na vida cultural do Sítio Histórico de Olinda.</p>
<p>A celebração deste tempo — que, mais do que um bom punhado de anos, significa uma trajetória longeva de criação na convivência com os outros — se dá com o circuito “Da Casa-Ateliê de Artistas-Etcétera ao Agora: Duas Gerações, Quatro Desdobramentos”, que estreou em julho, com a mostra “Artista-Cientista Paulo do Amparo: Das Manufeituras à Zoada do Teu Momento”.</p>
<p>Depois de Paulo do Amparo, artista-filho de Iza do Amparo, e de sua irmã, Catarina Dee Jah, que expõe agora, virão mais duas exposições: uma da própria Iza do Amparo e outra de Humberto Magno, artista visual falecido em 2021, com quem Iza do Amparo gestou e criou seus filhos e o ateliê — quando juntos chegaram a Olinda, em 1981.</p>
<p>Curadora do projeto, Ana Gabriella Aires enfatiza que este circuito é “uma oportunidade de conhecer ou rever Iza, Humberto, Paulo e Catarina em quatro exposições articuladas pelo que são eles de artistas-etcétera. E o quanto isso que, parece, sempre foram e vão juntos sendo, vai-se transformando pelo que conviveram ou convivem, família que são”.</p>
<p>“Artista-etcétera, conceito emprestado de Ricardo Basbaum, refere-se à situação do artista que ‘questiona a natureza e a função de seu papel como artista’ e que possui ‘fortes ligações com os circuitos locais em que estão inseridos’.”</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
“Artista-Prática Catarina DeeJah — De Que País Vem Este Carnaval? Se o Oriente Nasce em Meu Quintal”<br />
Abertura: dia 11 de outubro, das 18h às 21h<br />
Visitação: até 3 de novembro — de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h; aos sábados e domingos, das 14h às 16h; visitação com monitoria acontece de quinta a domingo, das 14h às 16h<br />
Onde: Museu Regional de Olinda — Rua do Amparo, 128, Sítio Histórico de Olinda</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Card-Expo-Cat.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-113884" alt="Card-Expo-Cat" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Card-Expo-Cat-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
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		<title>Cena Nordeste realiza imersão por equipamentos culturais de Olinda em seu primeiro dia</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 21:49:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em várias esquinas do subir e descer ladeiras do Sítio Histórico de Olinda, os espaços que respiram cultura são muitos. E respirar junto essa cultura foi o mote da ação Imersão em Territórios Culturais, dentro da programação da Etapa Pernambuco do Cena Nordeste.  A iniciativa reuniu o público no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, partindo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Mamuelngo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-113220" alt="Ronny Colors/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Mamuelngo-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Em várias esquinas do subir e descer ladeiras do Sítio Histórico de Olinda, os espaços que respiram cultura são muitos. E respirar junto essa cultura foi o mote da ação Imersão em Territórios Culturais, dentro da programação da Etapa Pernambuco do Cena Nordeste.  A iniciativa reuniu o público no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, partindo pela pelas ruas da Marim dos Caetés, imergindo em sua história e memória.</p>
<p>A primeira parada foi no Museu Regional de Olinda (Mureo), equipamento da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). O espaço cultural, que um dia foi uma casa episcopal, carregando em suas salas pedaços da história da cidade e do país, dos aspectos do cotidiano aos religiosos e políticos. Porcelanas, mobiliários, quadros e documentos dos séculos 17, 18 e 19 foram apresentados, contando um pouquinho do dia a dia da Olinda dos tempos de colônia e império.</p>
<p>Pouco depois, a caravana ouviu o som do frevo e seguiu para a sede do Cariri Olindense, troça centenária que é um dos patrimônios vivos do estado. Por lá, conheceram a história do bloco, fundado em 1921, assim como sua importância para a festa de Momo, a qual abre na madrugada do sábado para o domingo de carnaval. Por lá, também tiveram uma aula de frevo, colocando as sombrinhas na mão e os passos nos pés.</p>
<p>A última parada foi no retorno ao Centro Cultural Eufrásio Barbosa, que abriga o Museu do Mamulengo. A visita guiada passou pelas origens do tradicional brinquedo, seus principais mestres, personagens, histórias e tradições. A Imersão Territórios Culturais continua neste domingo (1º), a partir das 14h30, para mais uma caravana de história e cultura.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Equipamentos culturais da Fundarpe aderem à Semana de Patrimônio</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 16:19:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pluralidade é, sem dúvidas, a palavra-chave da programação de agosto dos equipamentos culturais geridos pela Fundarpe. Torre Malakoff, Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), Casa da Cultura, Espaço Pasárgada, Teatro Arraial Ariano Suassuna, Museu Regional de Olinda (Mureo), Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) e Centro Cultural de Casa de Câmara e Cadeia segue [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111847" aria-labelledby="figcaption_attachment_111847" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/fachadamaspe-607x405.jpg"><img class="size-full wp-image-111847" alt="O Maspe é um dos museus que pensou em uma programação a partir da Semana do Patrimônio" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/fachadamaspe-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O Maspe, em Olinda, é um dos museus que pensou em uma programação a partir da Semana do Patrimônio</p></div>
<p>Pluralidade é, sem dúvidas, a palavra-chave da programação de agosto dos equipamentos culturais geridos pela Fundarpe. Torre Malakoff, Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), Casa da Cultura, Espaço Pasárgada, Teatro Arraial Ariano Suassuna, Museu Regional de Olinda (Mureo), Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) e Centro Cultural de Casa de Câmara e Cadeia segue ao longo de todo o mês com atividades diversas para todos os públicos, que vão desde oficinas a palestras, passando por apresentações, exposições e vivências.</p>
<p>Agosto também marca um momento especial para os equipamentos por ser o mês da Semana Estadual de Patrimônio Cultural de Pernambuco, do dia 12 a 17. Para esta 17º edição, os espaços culturais aderiram novamente ao evento com ações que seguem o tema “Educação, território e participação social: interfaces da preservação do Patrimônio Cultural”.</p>
<p>Para a Gerente de Ações Culturais dos Equipamentos da Fundarpe, Maria Eduarda Belém, este mês é motivo de grandes celebrações. “A variada programação dos equipamentos procurou abarcar o tema da Semana de Patrimônio através de atividades plurais. Vale a pena conferir a programação e participar da Semana e também conferir as ações que vão acontecer ao longo de todo o mês. Sempre procuramos atender a diversidade de público que já frequenta nossos espaços como atrair novos visitantes”, complementa a gerente.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação de agosto dos equipamentos culturais da Fundarpe:</strong></p>
<p><strong>Museu do Estado de Pernambuco (Mepe)</strong></p>
<p>Exposição “1654 &#8211; 370 Anos da Rendição dos Holandeses em Pernambuco: Reflexões Históricas e Contemporâneas&#8221;<br />
06/08 a 08/09<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Lançamento do livro “Duas Cabeças”, de Karina Galindo<br />
31/08, 15h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Programação da 17° Semana Estadual de Patrimônio Cultural de Pernambuco</p>
<p>13/08 a 18/08 &#8211; Exposição Patrimônio Cultural Subaquático Brasileiro: Naufrágios Históricos<br />
13/08 &#8211; Seminário “Objetos Etnográficos, Colecionadores e Museus &#8211; Debate sobre a restituição a repatriação”, 14h às 17h<br />
14/08 &#8211; Palestra “Integração social para preservar o patrimônio cultural”, com Débora Mendes, 10h às 12h<br />
15/08 &#8211; Palestra “Patrimônio Histórico: trajetória das políticas culturais”, com o Prof° Dr. Carlos Alberto Barreto Campelo, 14h às 17h<br />
16/08 &#8211; Palestra “Patrimônio Subaquático Brasileiro: conceito, legislação e desafios para proteção”, com Ricardo Guimarães, 15h<br />
17/08: Palestra “Planejando a carreira de perito na área de Patrimônio Cultural”, com Cristiano Carrilho, 13h às 17h<br />
17/08: Café cultural: empreendedorismo, gastronomia e educação, 13h às 17h</p>
<p><strong>Torre Malakoff</strong></p>
<p>Exposição “A Festa do Fogo”, da fotógrafa Ana Araújo<br />
Até 1°/09, na Sala Alcir Lacerda<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Oficina “Ambientes Sonoros Imersivos”, com Thelmo Cristovam<br />
21/08 a 11/11, segundas, quartas e sextas, das 14h às 18h<br />
Inscrição no perfil do Instagram do projeto</p>
<p>Aula-espetáculo “Mangue em Movimento”, com Fred Zero Quatro e Renato L.<br />
28/08, das 14h às 18h<br />
Entrada gratuita com inscrições através do perfil do Instagram do projeto</p>
<p>Programação da 17° Semana Estadual de Patrimônio Cultural de Pernambuco</p>
<p>10/08 &#8211; Oficina “Bordando a cidade”, com Carolina Glasner e Vitória Couto, 09h às 13h, R$ 140 (inscrições no perfil do projeto)<br />
13/08 &#8211; Oficina “Conhecendo minha comunidade: construindo mapas afetivos para unir histórias”, com estudantes da comunidade do Pilar, 13h às 15h</p>
<p><strong>Teatro Arraial Ariano Suassuna</strong></p>
<p>Aula-espetáculo “Mangue em Movimento”, com Fred Zero Quatro e Renato L.<br />
25/08, 16h<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>Casa da Cultura</strong></p>
<p>Feira Orgânica<br />
Toda sexta-feira, das 9h às 12h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Exposição “Os Vasos e o Oleiro: Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória visual da Arte Popular”, de Júlio César de Araújo<br />
Até 10/08, de segunda a sexta-feira, das 10h às 15h</p>
<p>Programação da 17° Semana Estadual de Patrimônio Cultural de Pernambuco</p>
<p>13/08 &#8211; Vivência demonstrativo com o oleiro Jair Monteiro (Tracunhaém), 10h<br />
14/08 &#8211; Oficina de confecção de esculturas em barro com Mestre Marliete Rodrigues, 10h às 12 e 14h às 16h<br />
15/08 &#8211; Palestra sobre o Patrimônio Histórico carcerário, com Aurélio Britto, 10h30<br />
23/08 &#8211; Roda de histórias “Tecnologia Social da Memória”, das 15h às 17h</p>
<p><strong>Museu Regional de Olinda (Mureo)</strong></p>
<p>Exposição “Artista-Cientista Paulo do Amparo: Das Manufeituras à Zoada do Teu Momento&#8221;<br />
Até 11/08, de quinta a domingo, das 14h às 17h<br />
Entrada gratuita</p>
<p><strong>Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</strong></p>
<p>Exposição “Isso foi um Estrondo?”<br />
Até 30/08, segunda a sexta, das 8h às 17h<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Programação da 17° Semana Estadual de Patrimônio Cultural de Pernambuco</p>
<p>13/08 &#8211; Palestra com o professor de história Renato Paes, 9h<br />
14/08 &#8211; Palestra “Projeto Memória: Brejense, conte a sua história”, com Mestre Josa da Capoeira, 9h e 15h<br />
16/08 &#8211; “Folia do Papangu”, com o Balé Popular Papanguarte, 15h</p>
<p><strong>Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe)</strong></p>
<p>Programação da 17° Semana Estadual de Patrimônio Cultural de Pernambuco</p>
<p>16, 23, 30/08 e 6/09 &#8211; Ação &#8220;Tesouros Sagrados: Desvendando o Acervo do Maspe&#8221; (online, nas redes sociais do Maspe), 19h</p>
<p><strong>Espaço Pasárgada</strong></p>
<p>Festival Palavras Cifradas<br />
28/0, 14h30<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Cerâmicas dos oleiros são tema de exposição fotográfica na Semana Nacional dos Museus</title>
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		<pubDate>Fri, 03 May 2024 14:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109606" aria-labelledby="figcaption_attachment_109606" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/DSC_2497-Aprimorado-NR.jpg"><img class="size-medium wp-image-109606" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/DSC_2497-Aprimorado-NR-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O artista plástico Júlio César de Araújo</p></div>
<p>A exposição fotográfica Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular, reproduz em 50 imagens a beleza plástica e pictórica da cerâmica utilitária produzida pelos oleiros da cidade de Tracunhaém, localizada na região da Zona da Mata Norte de Pernambuco.</p>
<p>As fotografias, feitas pelo jornalista Júlio César de Araújo, estão à mostra no Museu Regional de Olinda (Mureo), de 3 de maio a 2 de junho, integrando a Semana Nacional dos Museus, evento organizado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Em estilo colonial, a casa construída de 1745 e 1749, que hoje funciona como museu, foi a residência episcopal e possui um rico acervo mobiliário, louças e pinturas, dentre outros objetos de arte.</p>
<p>Ao entrar no museu, na Sala Laura Nigro, onde estão expostas as imagens, o público poder ouvir em podcast as entrevistas feitas por Júlio César com os oleiros e perceber cada detalhe de suas obras.</p>
<p>A mostra recebeu o incentivo da Lei Paulo Gustavo (LPG) no edital Ações Criativas do Governo de Pernambuco. Júlio Cesar, que também é o curador da exposição, ressalta a importância do benefício para a realização do projeto: ¨O trabalho dos oleiros tem uma representatividade marcante na vida social do Brasil, sobretudo na historicidade mundial. Aqui em Pernambuco as olarias são verdadeiros santuários dessa arte milenar resistente e significativa para a cultura humana. O apoio da Lei Paulo Gustavo para a sustentabilidade de ações de valoração e valorização das artes é fundamental para todas as classes artísticas&#8221;.</p>
<p>A exposição traz a rusticidade das olarias e dos oleiros em atividade e suas cerâmicas em forma de jarras, quartinhas, panelas e filtros, dentre outras. As fotografias propõem um reencontro afetivo com os objetos de barro, o reconhecimento de seu valor social e econômico e o conhecimento dessa cultura para as novas gerações.</p>
<p>A mostra Os Vasos e o Oleiro reflete a cerâmica utilitária como uma arte muito presente nas práticas das religiões de matrizes africanas e indígenas e sua utilidade doméstica, fundamental na gastronomia tradicional regional, além de muito utilizada na arquitetura em projetos de ambientação. Tracunhaém, a Capital Estadual do Artesanato de Barro, é um dos mais importantes centros de produção de cerâmica, conhecida nacional e internacionalmente pela diversidade estética dos artistas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<strong>Exposição fotográfica: Os Vasos e o Oleiro &#8211; Ceramistas de Tracunhaém &#8211; Memória Visual da Arte Popular</strong><br />
<em>Local: Museu Regional de Olinda (Mureo)</em><br />
<em>Endereço: Rua do Amparo, 128, bairro do Amparo, Olinda (PE)</em><br />
<em>Quando: de 3 de maio a 2 de junho de 2024</em><br />
<em>Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábado e domingo, das 14h às 17h</em><br />
<em>Acesso: gratuito</em><br />
<em>Abertura: 3 de maio, dass 18h às 20h</em><br />
<em>Telefone: (81) 3184-3159</em><br />
<em>Autor da obra e curador: Júlio Cesar de Araujo</em></p>
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		<title>Mulheres gestoras lideram equipamentos culturais de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 17:34:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Camila Estephania, Jan Ribeiro, Michelle de Assunção, Denizá Rodrigues e Fernando Figueirôa Instituído como o Dia Internacional da Mulher pela ONU em 1975, o 8 de março destaca o debate sobre a atuação da mulher na sociedade buscando combater a desigualdade de gênero e promover um mundo mais equilibrado. Porém, para além da movimentação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67584" aria-labelledby="figcaption_attachment_67584" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/gestoras-equipamentos-culturais.jpg"><img class="size-medium wp-image-67584" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/gestoras-equipamentos-culturais-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dez, dos treze equipamentos culturais geridos pelo Governo de Pernambuco, têm mulheres no comando</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram Camila Estephania, Jan Ribeiro, Michelle de Assunção, Denizá Rodrigues e Fernando Figueirôa</strong></p>
<p>Instituído como o Dia Internacional da Mulher pela ONU em 1975, o 8 de março destaca o debate sobre a atuação da mulher na sociedade buscando combater a desigualdade de gênero e promover um mundo mais equilibrado. Porém, para além da movimentação em torno da data, mulheres do mundo todo travam uma batalha diária para ocupar mais espaços e ter a sua experiência e o seu conhecimento reconhecidos dentro e fora de casa.</p>
<p>Com uma rede de equipamentos culturais formada por 13 espaços, dos quais 10 deles são geridos por mulheres, o Governo de Pernambuco, através da Secult-PE/Fundarpe, reafirma a importância da contribuição feminina para a gestão pública. A multidisciplinaridade de saberes proporcionada pela vivência das mulheres acrescenta à sua formação uma bagagem única, que pode trazer diferentes pontos de vista para um equipamento cultural, destacando, inclusive, programações mais democráticas, que buscam destacar artistas homens e mulheres igualmente. Por isso, aproveitamos o mês de março para apresentar e ouvir nossas gestoras sobre a maneira como elas percebem o papel da mulher na gestão cultural.</p>
<div id="attachment_67555" aria-labelledby="figcaption_attachment_67555" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40413687193_a894ecdba7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67555" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40413687193_a894ecdba7_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Amélia Campello é gestora do Museu do Barro de Caruaru</p></div>
<p>“<em>Eu me enxergo realizada por ser mulher, por ser mãe e por ser gestora. Gestora é gerir e quando a gente gere, a gente cuida, cria, e essa é a minha função em Caruaru, à frente do Museu do Barro. Cuidar do acervo, promover exposições, receber bem os turistas, inovando com palestras, eventos. Procuro fazer trabalho em parceria com outras instituições e outras comunidades em Caruaru. Esse trabalho da preservação da memória é um trabalho que me gratifica, como mulher, como pessoa, porque estou mostrando a riqueza cultural do nosso estado, através do artesanato</em>”, diz Amélia Campello, gestora do Museu do Barro.</p>
<div id="attachment_67594" aria-labelledby="figcaption_attachment_67594" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-67594" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Cláudia Wanguestel é gestora do Teatro Arraial Ariano Suassuna</p></div>
<p>“<em>Falar sobre a importância da mulher na gestão cultural é, a princípio, falar de luta. Luta que se estende a outros lugares, segmentos e situações, quando o debate se refere à igualdade e aos direitos femininos. Lutamos por igualdade de oportunidades, queremos apenas o que nos é de direito. Seja na gestão pública, privada, administrativa, cultural, teremos mulheres que trazem seriedade, determinação e sensibilidade para o exercício da profissão. Precisamos sim, é que a cultura não perca sua relevância como ferramenta de identidade e apropriação dos costumes do nosso povo para que homens e mulheres, juntos, construam bases sólidas para um fazer cultural justo e democrático</em>”, enfatizou Ana Cláudia Wanguestel, gestora do Teatro Arraial Suassuna.</p>
<div id="attachment_67561" aria-labelledby="figcaption_attachment_67561" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Mureo.jpg"><img class="size-medium wp-image-67561" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Mureo-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Maria Correa é gestora do Museu Regional de Olinda</p></div>
<p>“<em>O Museu Regional de Olinda é uma casa estilo pernambucano. Eu, como mulher, me sinto assumindo a casa. Eu tomo conta daquele espaço, que tem peças bem antigas, dos séculos  XVII, XVIII, XIX. A gente tem aquele carinho e cuidado que toda mulher tem com a sua casa. O Museu é uma extensão disso, um espaço de cultura que a gente tem que ter muito cuidado, muito carinho. Tenho cuidado para não deixar nada quebrar, destruir, quando acontece alguma coisa procuro restaurar logo</em>”, observa Ana Maria Correa, gestora do Museu Regional de Olinda (Mureo).</p>
<div id="attachment_67558" aria-labelledby="figcaption_attachment_67558" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/celia_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-67558" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/celia_Easy-Resize.com_-607x447.jpg" width="607" height="447" /></a><p class="wp-caption-text">Célia Labanca é gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC)</p></div>
<p>“<em>Acredito que toda gestão pública deveria ser feita por mulheres, por conta da tranquilidade, da inteligência emocional e da parcimônia com a realidade. Acho que isso é fundamental na gestão. Na área de cultura, principalmente, pois temos sensibilidade e agilidade para tratar do espaço público e da obra de arte. A mulher tem uma capacidade muito grande de reivindicar um direito que é do povo em relação ao equipamento. Através dele, a cidadania pode ser expandida pelo Estado</em>”, frisou Célia Labanca, gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC).</p>
<div id="attachment_67559" aria-labelledby="figcaption_attachment_67559" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Conceição.jpg"><img class="size-medium wp-image-67559" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Conceição-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Conceição Santos é gestora da Torre Malakoff</p></div>
<p>“<em>A Torre Malakoff é um desafio. Não foi fácil, no início, com uma equipe formada quase totalmente por homens e apenas 3 ou 4 mulheres. A gente sofreu um pouco de resistência, mas, aos poucos, as pessoas foram se adaptando e entendendo nosso papel. A cultura pode fornecer elementos que levem a população a refletir sobre a importância da mulher na arte. Fizemos varias atividades na Torre Malakoff com produção, exposições, shows, com mulheres sendo as protagonistas. Isso é o que nós acreditamos que os espaços culturais devem ser: de portas abertas. Eles estão aí para a comunidade. Com essas movimentações culturais, queremos mostrar que as mulheres podem tudo</em>”, aponta Conceição Santos, gestora da Torre Malakoff.</p>
<div id="attachment_67565" aria-labelledby="figcaption_attachment_67565" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/esia.png"><img class="size-medium wp-image-67565" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/esia-607x463.png" width="607" height="463" /></a><p class="wp-caption-text">Ésia Guerra é gestora do Cineteatro Guarany</p></div>
<p>“<em>Nesse contexto atual, os desafios são importantes para nós, pois são uma forma de consolidar nossa presença e contribuição, enquanto mulheres, para a sociedade, através de nossas conquistas, criações e inovações. Afinal somos formadoras de opiniões e somos uma grande fábrica de ideias</em>”, fala Ésia Guerra, gestora do Cineteatro Guarany.</p>
<div id="attachment_67556" aria-labelledby="figcaption_attachment_67556" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/32437529397_e47d026756_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67556" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/32437529397_e47d026756_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Juliana Rezende é responsável pela Casa da Cultura Luiz Gonzaga</p></div>
<p>“<em>Com um perfil multitarefa e agregador, que consegue enxergar vários ângulos da gestão de uma forma mais holística, estamos, mesmo com muito ainda a alcançar, ocupando espaços cada vez mais importante em uma área ainda com muita preponderância masculina. Essa diversidade aponta para a diversificação, impactando positivamente na gestão da cultura em todos os âmbitos. Unimos nossos esforços diariamente na gestão e na condução de ações que visam o fortalecimento e a preservação das diversas faces e formas da cultura. Por isso, precisamos ser respeitadas, reconhecidas, colocadas em condição de igualdade e nunca tratadas de forma diferente</em>”, comenta Juliana Rezende, responsável pela Casa da Cultura Luiz Gonzaga.</p>
<div id="attachment_67562" aria-labelledby="figcaption_attachment_67562" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcia-Xamexaes.jpg"><img class="size-medium wp-image-67562" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marcia-Xamexaes-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Chamixaes é gestora da Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem</p></div>
<p>“<em>Para mim, é uma grande satisfação, gerir um espaço de tanta importância, porque, além de preservar a memória ferroviária tão importante para o desenvolvimento econômico e social de Pernambuco, temos a oportunidade de interagir numa área da cidade de grande importância histórica, com comunidades tradicionais para o Estado. Nós conseguimos articular diversas atividades privilegiando esse público feminino. A gente, como mulher tem esse olhar da importância social das mulheres para a construção de uma sociedade mais equilibrada, mais afetiva, mais estável do ponto de vista também da questão emocional, porque a mulher, desde todas as etapas de sua vida, é acostumada a atuar de forma plural. Ela é a mãe, é a pessoa que faz esse amálgama e transforma realmente a sociedade num local de acolhimento</em>”, reflete Márcia Chamixaes, gestora da Estação Capiba/ Museu do Trem.</p>
<div id="attachment_67557" aria-labelledby="figcaption_attachment_67557" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG_20170504_204627_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-67557" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/IMG_20170504_204627_Easy-Resize.com_-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Margot Monteiro é gestora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</p></div>
<p>“<em>O mais importante é o gestor ter o conhecimento, aprofundamento e vivência com a arte. Não acredito que a mulher seja melhor ou pior que os homens, mas acho que existe uma forma de trabalho que deixa as pessoas mais à vontade. O gestor tem que estar à frente dos acontecimentos contemporâneos, pois é uma área que tem mudanças todo momento. A mulher tem facilidade e é mais sensível para acompanhar isso e lidar com problemas administrativos. Tenho uma história de muitos anos nessa parte artística e sempre foi um trabalho em grupo muito positivo, porque as pessoas se sentem bem, se doam muito e trabalham com amor. Acho que as mulheres proporcionam um ambiente mais familiar e isso facilita bastante</em>”, avalia Margot Monteiro, gestora do Museu do Estado de Pernambuco (MEPE).</p>
<div id="attachment_67563" aria-labelledby="figcaption_attachment_67563" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marília.jpg"><img class="size-medium wp-image-67563" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Marília-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">Marília Mendes é gestora do Espaço Pasárgada &#8211; Casa de Manoel Bandeira</p></div>
<p>“<em>Em Pernambuco, observo que as mulheres vêm exercendo um papel expressivo e fundamental na educação, na cultura e na formulação de políticas públicas. A presença das mulheres na gestão cultural tem uma importância crucial não só pela representatividade de gênero. Ela vem para garantir os espaços de expressão da pluralidade cultural, religiosa, social, racial, sexual e afetiva da mulher, numa perspectiva de convivência com as diferenças, que soma e integra o todo. É pelo conhecimento e reconhecimento dessas faces que podemos plantar e no futuro colher frutos de uma cultura mais justa e igualitária</em>”, conclui Marília Mendes, gestora do Espaço Pasárgada/ Casa de Manuel Bandeira.</p>
<p><strong>Assista ao vídeo sobre elas:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EOMEE5Rhvwo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Adelmar Gomes inaugura a exposição &#8220;Passeando pelo Mundo de Dalí&#8221; no Mureo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2018 19:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Adelmar Gomes]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu Regional de Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Passeando pelo Mundo de Dalí]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascido e criado na velha Marins dos Caetés, o artista visual Adelmar Gomes inaugura nesta quinta-feira (17), às 19h, sua primeira exposição individual no Museu Regional de Olinda (Mureo). Inspirada no universo do pintor surrealista Salvador Dalí, a mostra Passeando pelo Mundo de Dalí reúne sete telas feitas com caneta posca e nanquim, e marca a estreia de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido e criado na velha Marins dos Caetés, o artista visual Adelmar Gomes inaugura nesta quinta-feira (17), às 19h, sua primeira exposição individual no<strong> </strong>Museu Regional de Olinda (Mureo). Inspirada no universo do pintor surrealista Salvador Dalí, a mostra <em>Passeando pelo Mundo de Dalí</em> reúne sete telas feitas com caneta posca e nanquim, e marca a estreia de Aldemar no mundo das artes.</p>
<div id="attachment_60616" aria-labelledby="figcaption_attachment_60616" class="wp-caption img-width-337 alignright" style="width: 337px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/aldemar-gomes-exposicao-mureo.jpeg"><img class=" wp-image-60616  " alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/aldemar-gomes-exposicao-mureo-481x486.jpeg" width="337" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição marca a estreia do artista no mundo das artes</p></div>
<p>Com 25 anos, o artista revela que sempre gostou de arte desde pequeno.<em> &#8220;Amava desenhar, mas só a partir dos 18 anos passei a me dedicar com mais afinco à arte. Essa é minha primeira exposição e, até finalizá-la, levei uns seis meses para que ficasse tudo pronto e coeso&#8221;</em>, conta Adelmar. Segundo o artista, a decisão de revisitar o surrealismo se relaciona com sua afinidade pelo trabalho do pintor catalão. <em>&#8220;As obras de Dali sempre exerceram um fascínio em mim. Misturar minha arte com o surrealismo dele é algo que faço com bastante prazer, já que ele é um dos artistas que mais me inspiram&#8221;</em>, diz.</p>
<p>Apesar da ansiedade dos familiares e dos amigos, Adelmar está tranquilo com o seu <em>début</em> artístico e garante que, embora seja um desafio muito grande, <em>&#8220;essa será a primeira de muitas exposições que virão&#8221; </em>em sua carreira como artista visual. <em>Passeando pelo Mundo de Dalí</em> integra a programação da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/equipamentos-culturais-de-pernambuco-participam-da-16a-semana-nacional-de-museus/" target="_blank"><strong>16ª Semana de Museus</strong></a> e fica em cartaz até o dia 17/6, no Mureo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</strong>Exposição Passeando pelo Mundo de Dalí<br />
Abertura: quinta-feira (17), às 19h<br />
Onde: Museu Regional de Olinda &#8211; Mureo (Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE)<br />
Visitação: de 17 de maio a 17 de junho; de terça a sexta-feira, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
Mais informações: (81) 3184.3159 / Agendamentos: <strong><a href="mailto:museuregionaldeolinda@gmail.com" target="_blank">museuregionaldeolinda@gmail.com</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Pernambuco integra-se à programação da 15ª Semana Nacional de Museus</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2017 22:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Museu Regional de Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em celebração ao Dia Internacional de Museus, 18 de maio, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realiza a 15ª Semana Nacional de Museus. O evento, que acontecerá entre os dias 15 e 21 de maio, irá mobilizar as unidades museais de todo Brasil a desenvolver uma programação especial em torno do tema “Museus e histórias [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Em celebração ao Dia Internacional de Museus, 18 de maio, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) realiza a 15ª Semana Nacional de Museus. O evento, que acontecerá entre os dias 15 e 21 de maio, irá mobilizar as unidades museais de todo Brasil a desenvolver uma programação especial em torno do tema “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”.</p>
<p>Em Pernambuco, estão no circuito da 15ª Semana Nacional de Museus alguns dos principais equipamentos do Governo do Estado, gerenciados pela Secult-PE e Fundarpe: o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe), o Museu do Barro de Caruaru (Mubac), o Museu Regional de Olinda (Mureo), o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Estação Central Capiba/Museu do Trem.</p>
<div id="attachment_48868" aria-labelledby="figcaption_attachment_48868" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/17361568_1588021331211484_5449278028013209846_n.jpg"><img class="size-full wp-image-48868 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/05/17361568_1588021331211484_5449278028013209846_n.jpg" width="480" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Nesta 15 ª edição, o evento terá como tema &#8220;Museu e histórias controversas dizer o indizível em museus&#8221;</p></div>
<p>“Neste ano, o evento nos traz a oportunidade de repensarmos a função social dos museus a partir das suas ações, divulgação e da relação com o público. Temos que pensar os museus para além dos acervos, dando conta de um conjunto de informações, produção de conhecimentos e saberes, fundamentais para a salvaguarda e preservação”, destaca a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p>Veja a programação completa dos museus pernambucanos:</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Os visitantes poderão conferir a exposição permanente &#8220;O Casarão e a Cidade, usos de costumes&#8221;, que retrata a história do Palacete do Filho do Barão de Beberibe e os costumes da sociedade pernambucana no século 19.</p>
<p>Além disso, está em cartaz no equipamento cultural a mostra &#8220;355 Anos do Tratado de Paz de Haia&#8221;, que faz um recorte no acervo do período holandês e conta, através de uma linha do tempo, a temporada que os holandeses passaram em Pernambuco e o tratado feito com Portugal, após a expulsão deles do Brasil.</p>
<p>De 16 a 19/5, das 10h às 11h30 e das 14h às 15h30, haverá também uma Oficina de Arte sobre as exposições do MEPE para estudantes e visitantes relacionada com o acervo do MEPE e o tema da 15ª Semana dos Museus, &#8220;Museus e história controversas, dizer o indizível em museus&#8221;.</p>
<p><strong>MUSEU DO TREM</strong><br />
A Estação Central Capiba (Museu do Trem) está na rota da 15ª Semana Nacional de Museus, com a exposição permanente &#8220;Exposição Chegada e Partida &#8211; A Memória do Trem em Pernambuco&#8221;, que reconstrói parte da memória ferroviária de Pernambuco, perpassando pelas inovações tecnológicas e o imaginário em sua relação com o cotidiano das cidades.</p>
<p><strong>MASPE</strong><br />
No Maspe, em Olinda, o público poderá conferir a &#8220;Coleção de Arte Sacra e Arte Popular Religiosa&#8221;, composta por obras do século 17 ao 20, que narram a tradicional e peculiar fé presente na nossa cultura.</p>
<p>Os educadores do equipamento cultural também comandarão, entre os dias 16 e 19/5, a ação educativa “40 anos de Museu: 480 anos de História”. A iniciativa terá como enfoque a trajetória histórica do Maspe ao longo dos seus 40 anos de existência, seguida de atividade dinâmica com bate papo e exibição de um material elaborado pela equipe educativa.</p>
<p>Na quinta-feira (18), haverá duas atividades voltadas ao público infantil: das 14h às 16h, a oficina &#8220;Imaginativo, Colaborativo, ou o quê? &#8220;, comandada pelos artistas plásticos Emerson Pontes e Marcelo Figueiredo, que mostrará o acervo da instituição, a partir de um olhar investigativo, e buscará resolver graficamente ‘o que o olho de cada um vê’; e às 10h, contação de histórias, com as facilitadoras Ignês Araújo, Fátima Pinheiro Carminha Moraes.</p>
<p><strong>MUREO</strong><br />
No Mureo, localizado também em Olinda, os visitantes poderão conferir o todo o acervo do equipamento cultural, que compreende grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade, propiciando ao observador uma visão da casa pernambucana de séculos passados, por meio do mobiliário, prataria, louças, pinturas e demais peças.</p>
<p><strong>MUBAC</strong><br />
Em Caruaru, o Museu do Barro participa da ação com as exposições da Sala Mestre Vitalino, com obras do importante artista do Alto do Moura, o Mestre Vitalino e família; da Sala Ceramistas do Alto do Moura, focada nos artistas do local, referendado como grande escola do barro; da Sala Abelardo Rodrigues, aborda os polos cerâmicos de Pernambuco, incluindo os Patrimônios Vivos do Estado.</p>
<p>O público poderá visitar ainda a mostra &#8220;A Religiosidade em Barro – Novenas&#8221;. A exposição, além de mostrar todos os ritos e devoção dessa tradição, revela, através do acervo do Grupo Flor do Barro, todo o movimento que essa festividade envolve, principalmente ao redor da igreja, que costuma promover uma verdadeira confraternização entre os moradores e devotos.</p>
<p><strong>Semana Nacional de Museus</strong><br />
A ação, que acontece anualmente, é resultado de uma parceria do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)/ Ministério da Cultura (MinC) com os museus e demais instituições culturais. Nessa edição da Semana Nacional de Museus, mais de mil espaços museológicos de todo o país oferecem ao público cerca de três mil atividades especiais, como visitas mediadas, palestras, oficinas e exibição de filmes. Para mais informações, acesse: <a href="http://www.guiadaprogramacao.museus.gov.br/" target="_blank"><strong>www.guiadaprogramacao.museus.gov.br</strong></a>.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><b>ENDEREÇOS</b></span></p>
<p><b>MEPE</b><br />
Endereço: Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Telefone: (81) 3184.3170 | 3184.3178<br />
E-mail: <strong><a href="mailto:museu.mepe@gmail.com" target="_blank">museu.mepe@gmail.com</a></strong></p>
<p><b>MASPE</b><br />
Endereço: Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda-PE<br />
Telefone: 3184.3154 | 3184.3155<br />
E-mail: <strong><a href="mailto:maspe@fundarpe.pe.gov.br" target="_blank">maspe@fundarpe.pe.gov.br</a></strong></p>
<p><b>MUBAC</b><br />
Endereço: Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Telefone: (81) 3727. 7839<br />
E-mail: <strong><a href="mailto:museudobarro@fundarpe.pe.gov.br" target="_blank">museudobarro@fundarpe.pe.gov.br</a></strong></p>
<p><b>MUREO</b><br />
Endereço: Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Telefone: (81) 3184.3159<br />
E-mail: <strong><a href="mailto:museuregionaldeolinda@gmail.com" target="_blank">museuregionaldeolinda@gmail.com</a></strong></p>
<p><b>MUSEU DO TREM</b><br />
Endereço: Rua Floriano Peixoto s/n, São José – Recife<br />
Telefone: (81) 3184.3197<br />
E-mail: <strong><a href="mailto:educativomt@gmail.com" target="_blank">educativomt@gmail.com</a></strong></p>
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