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	<title>Portal Cultura PE &#187; Museu da Abolição</title>
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		<title>Fundarpe promove roda de conversa na Semana Estadual da Capoeira</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2025 16:58:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já é tradição em Pernambuco: a terceira semana de maio tem ginga, armada, meia-lua e o som do berimbau. A cada ano acontece nesta data a Semana Estadual da Capoeira, com ações de debates e de celebração desta tradição secular. Este ano, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, a Fundarpe, comemora a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/capoeira.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118077" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/capoeira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Já é tradição em Pernambuco: a terceira semana de maio tem ginga, armada, meia-lua e o som do berimbau. A cada ano acontece nesta data a Semana Estadual da Capoeira, com ações de debates e de celebração desta tradição secular. Este ano, a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco, a Fundarpe, comemora a capoeira com dois dias de rodas de conversa, nesta sexta (23) e sábado (24), respectivamente no Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda) e no Museu da Abolição (Recife).</p>
<p dir="ltr">Dois dias inteiramente dedicados ao diálogo entre mestres, contramestres, capoeiristas e pesquisadores com a Gerência de Patrimônio Imaterial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe. O objetivo desse grande encontro é trabalhar na debater pautas relacionadas à salvaguarda da capoeira, bem como realizar devolutivas, desenvolver a agenda de ações e fortalecer e divulgar a programação itinerante que os próprios fazedores realizam também nos seus territórios.</p>
<p dir="ltr">A sexta será marcada pela roda de conversa &#8220;Frevo, Capoeira e Passo&#8221;. “Queremos promover o diálogo entre fazedores da Capoeira e o Frevo, por meio do relato da experiência na elaboração do Plano Integrado de Salvaguarda do Frevo. A apresentação do percurso de mobilização social, das estratégias participativas adotadas e das etapas de construção desse plano contribuirá para a formação e articulação dos detentores da Capoeira — mestres, mestras, grupos e coletivos — que estão na construção de seu próprio plano de salvaguarda”, pontua a gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Lana Monteiro.</p>
<p dir="ltr">E no sábado, no Museu da Abolição, a roda de conversa será a partir do tema  &#8220;A Capoeira chama e a gente responde com corpo, canto e memória&#8221;, às 13h00. O objetivo deste segundo dia é realizar devolutivas solicitadas em reuniões públicas; reativação do cronograma de atividades da Comissão Estadual para Salvaguarda da Capoeira (Portaria Conjunta SECULT e Fundarpe nº 002/2022) visando a elaboração do Plano de Salvaguarda da Capoeira no Estado de Pernambuco; e formação da comissão de organização da Semana Estadual da Capoeira – edição de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rennan Peixe inaugura mostra fotográfica &#8220;Sobô Nirê Mafá&#8221;, no Museu da Abolição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/rennan-peixe-inaugura-mostra-fotografica-sobo-nire-mafa-no-museu-da-abolicao/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 17:38:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com inauguração prevista para a próxima sexta-feira (4), a partir das 16h, o artista Rennan Peixe abre a exposição fotográfica &#8220;Sobô Nirê Mafá&#8221;, no Museu da Abolição do Recife. A mostra é o resultado de sua pesquisa premiada pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), por meio do edital Marc Ferrez de Fotografia. &#8220;Essa exposição fotográfica [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/fotos-11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96987" alt="fotos (11)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/fotos-11-607x428.jpg" width="607" height="428" /></a></p>
<p>Com inauguração prevista para a próxima sexta-feira (4), a partir das 16h, o artista Rennan Peixe abre a exposição fotográfica &#8220;Sobô Nirê Mafá&#8221;, no Museu da Abolição do Recife. A mostra é o resultado de sua pesquisa premiada pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), por meio do edital Marc Ferrez de Fotografia.</p>
<p><em>&#8220;Essa exposição fotográfica se concretiza a partir da encruzilhada de experiências de um fotógrafo negro e juremeiro, que compreende a criação de imagens como mecanismo de transformação social e que luta contra visões únicas sobre a cultura e a religiosidade afro-indígena. Assim, &#8216;Sobô Nirê Mafá&#8217; é uma inciativa que tem por título uma saudação ao Rei Malunguinho, uma das principais entidades do culto a Jurema Sagrada no nordeste brasileiro&#8221;</em>, diz Peixe sobre a proposta do trabalho.</p>
<p>As fotografias que compõem a exposição são registros realizados durante os anos 2016, 2017 e 2019 no encontro de juremeiros e juremeiras Kipupa Malunguinho e no ano de 2022 no terreiro Ilê Axé Alaketú Oyá T&#8217;Ogun. A exposição física é uma parceria com o Museu da Abolição do Recife e fica disponível para a visitação durante os meses de novembro e dezembro. No site, o visitante pode ter acesso a mais imagens do projeto: <a href="https://www.rennanpeixe.com.br/exposicao-sobo-nire-mafa/" target="_blank"><strong>www.rennanpeixe.com.br/exposicao-sobo-nire-mafa</strong></a>.</p>
<p><strong>SOBRE O ARTISTA -</strong> Rennan Peixe é artista, fotógrafo e realizador audiovisual negro, com  produções permeiam construções de narrativas visuais que valorizam a cultura negra em diáspora através da imagem. Percebe a imagem como discursos visuais que influencia diretamente na construção do imaginário. Busca, através de suas lentes, contribuir com a luta atirracista.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição fotográfica &#8220;Sobô Nirê Mafá&#8221; &#8211; Rennan Peixe<br />
Visitação a partir de 4 de novembro, no Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena, Recife/PE)<br />
E no site do artista:  <a href="https://www.rennanpeixe.com.br/exposicao-sobo-nire-mafa/" target="_blank"><strong>www.rennanpeixe.com.br/exposicao-sobo-nire-mafa</strong></a></p>
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		<title>Semana do Patrimônio encerra com seminário sobre bens culturais de matriz africana</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2019 13:07:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[A Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana]]></category>
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		<category><![CDATA[Sítio Pai Adão]]></category>

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		<description><![CDATA[Após uma intensa maratona de atividades em 30 cidades pernambucanas, a 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco chega ao fim com a realização de algumas iniciativas, dentre elas o 1º Seminário “A Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana” – que acontece nesta quinta (29) e sexta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_46148" aria-labelledby="figcaption_attachment_46148" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Sítio-de-Pai-Adão_01.jpg"><img class="size-medium wp-image-46148" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Sítio-de-Pai-Adão_01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Seminário será realizado na sede do Sítio Pai Adão, que fica na Estrada Velha de Água Fria, 1644, no bairro de Água Fria</p></div>
<p>Após uma intensa maratona de atividades em 30 cidades pernambucanas, a <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/12a-semana-do-patrimonio-cultural-traz-dialogos-sobre-territorios-educativos-e-culturais/" target="_blank">12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong> chega ao fim com a realização de algumas iniciativas, dentre elas o 1º Seminário “A Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana” – que acontece nesta quinta (29) e sexta-feira (30), das 9h às 18h, no Sítio Pai Adão, no Recife.</p>
<p>O Seminário é aberto ao público e será realizado pelo Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, pela Superintendência do Iphan em Pernambuco, e pelo Terreiro Obá Ogunté/ Sítio de Pai Adão.</p>
<p>Na ocasião, haverá debates, mesas-redondas, palestras, degustação de comida de terreiro e apresentações de cânticos sagrados – numa homenagem a Ifatinukê (Joaquina da Costa), fundadora do Ilê Obá Ogunté, reconhecido como o primeiro terreiro de Xangô do Recife.</p>
<div id="attachment_70901" aria-labelledby="figcaption_attachment_70901" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/gilberto-freyre-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-70901" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/gilberto-freyre-neto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura do de Pernambuco, participa da mesa de abertura, ao lado do Babalorixá Manoel Papai Oguntêfaran, do Sítio de Pai Adão; e de Renata Duarte Borba, superintende do Iphan-PE</p></div>
<p>A mesa de abertura contará com a presença do Babalorixá Manoel Papai Oguntêfaran, do Sítio de Pai Adão; Renata Duarte Borba, superintende do Iphan-PE; e Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Segundo Gilberto Freyre Neto, “a realização deste encontro evidencia temas como o tombamento de terreiros, a musealização e repatriação de bens culturais afro-religiosos, valorizando e reconhecendo a participação dos povos e comunidades de matrizes africanas nas políticas e na gestão do patrimônio cultural no Estado”, destaca o secretário.</p>
<div id="attachment_64920" aria-labelledby="figcaption_attachment_64920" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-acervo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-64920" alt="Elimar Pereira/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/xamba-acervo-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Terreiro Xambá, em 2018, recebeu o titulo de Patrimônio Vivo de Pernambuco, o primeiro entregue a uma casa de candomblé do estado</p></div>
<p>Para Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, é importante destacar o reconhecimento da Casa Xambá como Patrimônio Vivo de Pernambuco, em 2018, e o tombamento estadual, desde 1985, do Sítio de Pai Adão &#8211; tombado nacionalmente pelo Iphan, também em 2018. “Este Seminário marca a importância de debater esses temas e a necessidade de ampliar os procedimentos de gestão desse patrimônio cultural tão importante para o Estado”, ressalta Canuto.</p>
<p>O primeiro dia do Seminário será destinado às falas de representantes do Sítio de Pai Adão, do Terreiro Xambá (Patrimônio Vivo de Pernambuco), do Ilê Obá Aganjú Okoloyá e do Ilê Asé Oyá Idaianã, além da representante da Rede de Mulheres de Terreiro de Pernambuco, que versarão sobre a história de resistência das religiões de matriz africana na cidade e o papel das mulheres nesse processo.</p>
<div id="attachment_66392" aria-labelledby="figcaption_attachment_66392" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/canuto5.jpg"><img class="size-medium wp-image-66392" alt="Costa Neto/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/canuto5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Canuto destaca o reconhecimento da Casa Xambá como Patrimônio Vivo de Pernambuco, em 2018, e o tombamento estadual, desde 1985, do Sítio de Pai Adão (tombado nacionalmente pelo Iphan, também em 2018)</p></div>
<p>O último dia, por sua vez, contemplará palestras e mesas redondas que tratarão da apresentação dos processos de patrimonialização do Sítio de Pai Adão em âmbito estadual e federal. A proposta é traçar a linha da história dos tombamentos de terreiros em âmbito nacional, das novas perspectivas para o reconhecimento de bens culturais de povos e comunidades tradicionais de matriz africana, bem como a repatriação digital do acervo confiscado de terreiros -  pelo Museu da Abolição e o desenvolvimento do Museu Afro-digital.</p>
<p>Semana do Patrimônio &#8211; Idealizada pela Fundarpe em 2008, a partir de encontros para elaboração do Plano Estadual de Cultura, a Semana estabelece diálogos interdisciplinares entre diversas instituições com o objetivo de compreender, difundir, valorizar, reconhecer, preservar e salvaguardar o Patrimônio Cultural dos 185 municípios pernambucanos.</p>
<div id="attachment_64919" aria-labelledby="figcaption_attachment_64919" class="wp-caption img-width-593 aligncenter" style="width: 593px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Pereira/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/pai-ivo.jpg"><img class="size-medium wp-image-64919" alt="Elimar Pereira/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/pai-ivo-593x486.jpg" width="593" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Representante do Terreiro Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Babalorixá Ivo de Xambá também participará do seminário</p></div>
<p>Este ano, a 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco teve como tema “Territórios Educativos e Culturais: diálogos possíveis”, com a proposta de abrir um amplo e qualificado debate sobre as relações entre os territórios educativos e culturais e suas potencialidades para o Patrimônio Cultural.</p>
<p>Em 2018, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco foi contemplada com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, na Categoria II – Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Imaterial. Confira <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/12%C2%AA-Semana-Folder-Geral.pdf" target="_blank">aqui</a></strong> a programação completa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>1º Seminário &#8211; A Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana</em><br />
Quinta (29) e sexta (30) | 9h às 18h<br />
Sítio de Pai Adão (Estrada Velha de Água Fria, 1644 &#8211; Água Fria)<br />
Gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (29)</strong></span><br />
9h | Cânticos Sagrados – Homenagem a Ifatinukê (Joaquina da Costa) – fundadora do primeiro terreiro de Xangô de Recife, no centenário de seu falecimento<br />
Abertura Institucional:<br />
– Babalorixá Manoel Papai Oguntêfaran do Sítio de Pai Adão;<br />
- Renata Duarte Borba &#8211; Superintendência do Iphan-PE;<br />
- Gilberto Freyre Neto &#8211; Secretário de Cultura de Pernambuco.<br />
10h | Mesa redonda: A história de resistência dos terreiros na cidade do Recife<br />
– Babalorixá Manoel Papai (Sítio de Pai Adão)<br />
- Babalorixá Adeildo Paraíso &#8211; Ivo de Xambá (Terreiro Nação Xambá)<br />
Mediação: Marcelo Renan (Historiador da GGPPC-Fundarpe)<br />
12h às 14h | Intervalo para o Almoço<br />
14h | Mesa redonda: O papel das mulheres e a resistência das tradições de matriz africana<br />
– Maria Conceição da Silva (Iyalorixá do Ilê Asé Oyá Idaianã)<br />
- Maria Helena Mendes Sampaio (Iyakekerê do Ilê Obá Aganjú Okoloyá)<br />
Mediação: Vera Baroni (Iyagbassé do Ilê Obá Aganjú Okoloyá, Coordenadora da Rede de Mulheres de Terreiro de Pernambuco)<br />
17h | Apresentações Artísticas<br />
- Espetáculo Nagô Éta Oyá tundê, com Helaynne Sampaio</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (30)</strong></span><br />
9h | Palestra: Histórico do Processo de Patrimonialização de Terreiros pelo Iphan<br />
- Juliana Cunha (Historiadora do Iphan-PE)<br />
10h | Mesa redonda &#8211; Tombamento do Terreiro Obá Ogunté &#8211; Sítio de Pai Adão –<br />
- Raul Lody (Antropólogo)<br />
- Giorge Bessoni (Antropólogo do Iphan/PE)<br />
- Nazaré Reis (Arquiteta e Urbanista da GGPPC/Fundarpe)<br />
- Babalorixá Manoel Papai (Sítio de Pai Adão)<br />
12h às 14h | Intervalo para o Almoço<br />
14h | Palestra: Novas perspectivas para o reconhecimento de bens culturais de povos e comunidades tradicionais de matriz africana<br />
- Karina Lira (Depam/Iphan-DF)<br />
15h | Palestra: Apresentação do Processo de Repatriação Digital do Acervo Confiscado de Terreiros<br />
- Daiane Carvalho (Diretora do Museu da Abolição)<br />
16h | Palestra: Desenvolvimento do Museu Afro-digital<br />
- Charles Martins (Museu Afro-digital)<br />
17h | Apresentações Artísticas<br />
- Maracatu Nação Raízes de Pai Adão</p>
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		<item>
		<title>Museu da Abolição recebe exposição de dez artistas negros</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Oct 2018 15:19:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Priscila Rezende]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Felinto]]></category>
		<category><![CDATA[Rosana Paulino]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; No próximo dia 19 de outubro, o Museu da Abolição recebe a exposição coletiva Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros, que fica em cartaz até 16 de dezembro e reúne a  produção visual de dez artistas negras e negros contemporâneos. Ana Lira (PE), Dalton Paula (GO), Edson Barrus (PE), Izidoro Cavalcanti (PE), José Barbosa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_63859" aria-labelledby="figcaption_attachment_63859" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Corpo-Indivíduo-C_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-63859" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Corpo-Indivíduo-C_Easy-Resize.com_-607x202.jpg" width="607" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Dalton Paula é um dos artistas que participam da exposição com mostras como a série &#8220;Corpo Indivíduo&#8221;.</p></div>
<p>No próximo dia 19 de outubro, o Museu da Abolição recebe a exposição coletiva<strong> Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros</strong>, que fica em cartaz até 16 de dezembro e reúne a  produção visual de dez artistas negras e negros contemporâneos. Ana Lira (PE), Dalton Paula (GO), Edson Barrus (PE), Izidoro Cavalcanti (PE), José Barbosa (PE), Maré de Matos (MG/PE), Moisés Patrício (SP), Priscila Rezende (MG), Renata Felinto (SP/CE), Rosana Paulino (SP) são os nomes que terão trabalhos expostos.</p>
<p>A mostra conta com incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura, e tem curadoria de Joana D´Arc, que levanta importantes questões sobre a cultura africana e a cultura afro-brasileira. Além da exposição, cujo título faz referência a obra do escritor angolano Ondjaki, o projeto também conta com uma oficina/performance, ministrada por Moisés Patrício entre 16 e 19 de outubro, e de um curso realizado por Rosana Paulino, neste sábado (20).</p>
<p>A concepção da exposição surgiu em 2016, quando a professora e pesquisadora Joana D´Arc Souza Lima realizava uma pesquisa sobre arte africana e começou a se confrontar com a ausência do corpo negro nas exposições, nos acervos, nas escolas, nos museus, na academia. E essa ausência apontava para uma presença enorme do epistemicídio das culturas e das histórias dos negros e negras no Brasil, e sobretudo para o preconceito velado que existe em nossa sociedade. Nesse momento ela se aproximou de Rosana Paulino que, além de artista negra, é também pesquisadora e ativista do movimento negro.</p>
<p>“Foi a partir desse estudo e dessa aproximação com a arte negra, e de um diálogo intenso com Rosana, que pensei em trazer para o Recife essa exposição. Escolhi artistas contemporâneos negros e negras, que trabalham em diferentes dimensõe s das questões que subjazem ao tema da cultura africana e da cultura afro-brasileira, passando pela mitologia Uoruba, pelas religiosidades afro-brasileiras, pela crítica social, pela oralidade e ancestralidade, para ocupar esse espaço museológico”, explica Joana, destacando que assim seria possível mostrar os impasses e tensões em relação à ausência de visibilidade que esses sujeitos sofrem.</p>
<div id="attachment_63860" aria-labelledby="figcaption_attachment_63860" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/28-MostraDevires_Agosto.jpg"><img class="size-medium wp-image-63860" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/28-MostraDevires_Agosto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Lira apresentará os trabalhos &#8220;Numbra&#8221; e &#8220;Saia Livre&#8221;.</p></div>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sobre os artistas participantes e os trabalhos expostos: </span></b></p>
<p><b>Rosana Paulino</b> expõe trabalhos que dialogam com sua vasta produção ligada às questões sociais, étnicas e de gênero. A posição da mulher negra na sociedade brasileira e os diversos tipos de violência sofridos por esta população decorrente do racismo e das marcas deixadas pela escravidão são elementos centrais na sua poética. A pesquisadora também <b>ministrará o minicurso, no sábado dia 20, intitulado Arte Afro-brasileira: Novos Lugares, Novas Falas</b> que discutirá a produção artística qualificada como africana e afro-brasileira.</p>
<p><b>Moisés Patrício</b> vai apresentar fotografias da série <i>Aceita?,</i> nas quais tenta quebrar o preconceito existente contra o Candomblé no Brasil. Além disso, o artista comanda uma oficina de quatro dias sobre Processos de criação em rituais de performance negra. Aberta ao público em geral, mas com maior apelo aos artistas, a proposta é circular e criar percursos no entorno do Museu da Abolição e, a partir dessas vivências, conceber performances que tragam elementos da cultura afro-brasileira, em especial do candomblé.</p>
<p>O artista <b>Dalton Paula</b> apresenta duas fotos da série fotográfica Cor da Pele e outra imagem de Corpo Receptivo – todas trazem o corpo negro do artista como protagonista. Ele exibe também o vídeo O batedor de bolsa, performance em que novamente seu corpo negro é ressignificado junto aos outros elementos ali postos (uma bolsa feminina preta, um cassetete policial, uma calça social marrom, uma botina bege e uma venda preta nos olhos).</p>
<p><b>Edson Barrus</b> traz ao Recife a obra Cão Mulato. Trata-se de um lambe-lambe que confronta os discursos puristas, ensinando numa bula como produzir um cão vira-lata geneticamente. O lambe-lambe é parte de um projeto intitulado, Base Central Cão Mulato, desenvolvido pelo artista: o artista toca em questões de um mundo de espaços e indivíduos híbridos. O artista busca meios para dar concretude e visualidade ao que considera a idéia-síntese de Brasil: o Cão Mulato, o cachorro sincrético, o vira-lata tirado do lixo e ungido a raça nacional. “O artista se coloca no papel de um cientista e liquidifica, com mordacidade, ideias de pureza de raça e de evolução genética através do uso da tecnologia. Tomando o cão mulato por símbolo de brasilidade, enxerga o país – assim como o seu próprio trabalho – como um espaço mestiço, transacional e para sempre in progress&#8221;, escreveu Moacir dos Anjos. Ele também apresenta o vídeo Formigas Urbanas, que reflete sobre a presença do corpo híbrido, mestiço e negro de brasileiros em condição informal nos grandes centros urbanos.<b></b></p>
<p>A pernambucana <b>Ana Lira</b>, que há tempos vem desenvolvendo trabalhos de forte cunho político, vai realizar uma proposta de vivência performática objetivando articular uma dinâmica de compartilhamento e escuta sobre invisibilidade como ferramenta de poder. Em que cenários estar nas entrelinhas pode nos ajudar a fortalecer as articulações coletivas? Esse será o questionamento básico da vivência, com duração de 60 minutos. A artista vai propor para nove pessoas presentes, entre o público, dinâmicas de ancestralidade e micro-política, cujos saberes compartilhados circularão entre silêncios. Além disso, vai exibir uma série de carimbos intitulados Saia Livre. Saia Livre é um poema elaborado a partir de uma provocação feita para a edição #11 da revista de teatro Trema cujo tema era Censura. A proposição consistia em debater atos de cerceamento às artes no atual cenário do país.</p>
<p>Já <b>Maré de Matos</b> trará um trabalho igualmente político, porém mais ligado às questões da memória e da ancestralidade. Artista visual e poeta, mineira do Vale do Rio Doce, sua terra foi habitada pelos índios botocudos que resistiram por décadas ao domínio dos colonizadores. A artista articula trabalhos em pintura e costura, interferência em madeira, poesia expandida, arte relacional, intervenções poéticas urbanas, ações e fotografias. No Museu da Abolição a artista prepara uma instalação intitulada Rio Doce. Pretende discutir a maior tragédia ambiental do Brasil, protagonizada pela mineradora Samarco, em 2015, em Minas Gerais. A representação e visualidade de práticas exploratórias históricas que desembocaram no evento ocorrido, possibilita evidenciar o que é naturalizado, mas também a relação extrativista como legado colonial instaurado no seio do estado. “Como mineira, do Vale do Rio Doce, a narrativa evidencia que minha memória é atravessada e por vezes confundida com a prática da exploração”, diz ele.</p>
<p>O pernambucano <b>Izidoro Cavalcante</b> apresentará dois trabalhos inéditos, feitos para a exposição. Sonho Guardado em Branco, um objeto composto por uma cama de campanha, pintada de branco (tinta automotiva) dentro uma camada de algodão  branco que forma uma  matéria convidativa para o gesto de pegar, mas todo o objeto estará encerrado em uma caixa de acrílico. O artista vai realizar uma performance no dia da abertura da exposição. “Vou colocar meu corpo como objeto de resistência dando continuidade Sonho Guardado em Branco (cama), disponibilizarei uma quantia de cem camisas brancas de algodão, todas empilhadas, em cima das outras, dobradas como se vende nas lojas. Usarei meu corpo nu, sentado, e, com rapidez utilizarei da troca da camisa. Uma forma de falar da troca de pele, para ser aceito na sociedade branca”, conta. O registro da performance será exibido durante os dois meses que a exposição estiver aberta ao público.</p>
<p>Já o artista <b>José Barbosa </b>vai expor dois entalhes em madeira, manufatura que remete aos fazeres artísticos da arte africana, e três pinturas que trazem repertórios das temáticas da representação do negro e da negra e das culturas afro-brasileiras presentes no carnaval de Olinda. O artista, radicado na cidade, integrou a Oficina da Ribeira durante os anos 1960 e aprendeu muito jovem a trabalhar com o entalhe da madeira. Os oratórios feitos pelo artista que, ao mesmo tempo, recolocam as questões da arte sacra ou da arte barroca no Brasil, feita pelas mãos dos africanos em situação de trabalho escravo ou de artífices negros brasileiros, no período colonial. Como não eram reconhecidos com artistas, boa parte dessa produção barroca não tem assinatura. José Barbosa mantém diálogo estreito com essa visualidade. Além dos orat&amp; oacute;rios, também foi escolhida uma peça em objeto intitulado por Totem, trabalhado em madeira policromada.</p>
<p><b>Renata Felinto</b> traz a obra Embalando Mateus ao som de um hardcore (2017), num trocadilho com o ditado popular (bastante machista) “quem pariu Mateus que o embale”, na qual ela reflete sobre a maternidade sozinha. A série é composta por vários trabalhos produzidos em linguagens diversas. A essas composições a artista adicionou frases ditas por mulheres que criam seus filhos sozinhas. Esta série visa refletir sobre a maternidade romantizada vendida socialmente, com a potente ajuda das mídias do audiovisual, em contraposição à maternidade real, especialmente a maternidade sozinha real, que se caracteriza pela pouca ou nenhuma presença do genitor que, por motivos de irresponsabilidade, de distância, de ausência, de conivência da sociedade, dentre outros, não se faz presente com o mesmo peso na criação da/s criança/s, seja do ponto de vista da form ação humana, seja do ponto de vista da sobrevivência e suprimento de necessidades materiais básicas.</p>
<p><b>Priscila Rezende</b> virá ao Recife, no Dia da Consciência Negra, dia 20 de novembro, para realizar uma performance nos jardins do Museu. A proposta é que durante esta semana comemorativa uma série de atividades movimente o espaço. Já está programada a participação de jovens poetas da cena pernambucana, que tem se destacado nacionalmente, como Adelaide dos Santos, que faz parte do Recital Boca do Trombone. Outro artista convidado pela curadoria é Ypiranga Filho, apresentando a escultura gigante, em ferro, de Ogum, que compõe uma série de trabalhos do artista sobre os orixás, vai compor a mostra.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
Exposição Os da Minha Rua: Poéticas de R/existência de Artistas afro-brasileiros l<br />
Quando: abre nesta sexta (19), às 19h, e fica em cartaz até 16 de dezembro<br />
Onde: Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena/ Recife)<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Museu da Abolição expõe acervo digital de peças de terreiros pernambucanos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2018 19:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[acervo Afro Pernambucano]]></category>
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<div id="attachment_60565" aria-labelledby="figcaption_attachment_60565" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/tela_museuafrodigital.jpg"><img class="size-large wp-image-60565" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/tela_museuafrodigital-800x450.jpg" width="800" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição conta com a catalogação digital de cerca de 400 peças confiscadas dos terreiros pernambucanos</p></div>
<p>Para aproximar os pernambucanos ainda mais da sua própria história, o Museu da Abolição aproveita a Semana dos Museus para abrir a exposição “Repatriação Digital do Acervo Confiscado nos Terreiros”, que tem apoio do Governo do Estado, através do Funcultura, e ficará em cartaz no espaço até o dia 30 de junho. A mostra traz a catalogação digital de mais de 400 peças pertencentes a terreiros do Estado que foram invadidos na década de 1930. A iniciativa é do projeto Repatriação Digital do acervo Afro Pernambucano, que compõe o Acervo Mário de Andrade, guardado pelo Centro Cultural São Paulo (CSSP) e tem a proposta de resgatar as referências religiosas ancestrais da população negra.</p>
<p>Acusadas de estarem associadas a práticas de curandeirismo, charlatanismo e possessão como doença mental, as religiões de matriz africana foram duramente perseguidas durante o Estado Novo, que implementou ações para reprimir essas expressões e, muitas vezes, seus praticantes. Em Pernambuco, vários terreiros foram atingidos pelas ordens oficiais e tiveram vários de seus objetos retirados de seus locais sagrados, sendo quebrados, amontoados e queimados em praça pública. Apenas uma pequena parte deles foi encaminhada às delegacias e à Secretaria de Segurança Pública. Grande parte desse material remanescente foi cedido à Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, quando o escritor e pesquisador esteve no Recife em 1938.</p>
<div id="attachment_60564" aria-labelledby="figcaption_attachment_60564" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/DSC00418.jpg"><img class="size-large wp-image-60564" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/DSC00418-800x448.jpg" width="800" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">As peças podem ser vistas em 360 graus</p></div>
<p>O conjunto de objetos levados para São Paulo é composto por peças de diversos suportes: cerâmicas, tecido, metal e madeira, ferro e papel. Entre eles estão instrumentos musicais, imagens de santos católicos, resplendores, espadas, abebés, pilões, setas, facões, imagens de santos católicos, bancos de pegí, cifres de madeira e cerâmica, documentos e roupas dos filhos-de-terreiro. Após serem identificados e catalogados por alguns babalorixás entrevistados pela equipe da Missão, os objetos foram enviados para Mário de Andrade, em São Paulo, onde permanece até hoje, sob a tutela do CSSP. Agora, em parceria com o Museu Afrodigital, do Museu da Abolição, o projeto Repatriação Digital encurta a distância entre as peças e seu local de origem.</p>
<p>O trabalho digitalizou os objetos dos terreiros do Recife e os disponibiliza em visão 360 graus. O conjunto de cerca de 400 fotografias, produzidas durante a pesquisa no CCSP, passou a compor do acervo digital do MAB e o inventário do Museu Afrodigital, ficando a disposição do público e de pesquisadores na internet, juntamente com novas fichas catalográficas com descrição de cada uma das peças. “<em>Observando a documentação museológica, identificamos cinco ´seitas´ das quais faziam parte aqueles objetos: Xangô, Xambá, Nagô, Gêge e Mirê. Entre os orixás, aos quais são atribuídos os objetos, ou nos quais têm inscrições, estão: Yemanjá, Xangô, Xangô Bacele, Oxum, Oxum Timi, Oxum Pandá, Oxum Fá Miló, Oxossi, Aloiá, Ogum, Exu, Oxalá, Odê Bombôchê, Odê, Omulu e Oiá</em>”, descreve Charles Martins, antropólogo e coordenador do projeto.</p>
<div id="attachment_60566" aria-labelledby="figcaption_attachment_60566" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/equipe-durante-pesquisa-no-CCSP2.jpg"><img class="size-large wp-image-60566" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/equipe-durante-pesquisa-no-CCSP2-790x600.jpg" width="790" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Equipe durante a pesquisa no Centro Cultural São Paulo</p></div>
<p>Durante a semana dos museus, nos dias 15, 16 e 17, a equipe de produção do projeto fará visitas a alguns dos terreiros descendentes daqueles existentes na década de 1930 (Nação Xambá, Pai Edson e Sitio de Pai Adão) para levar essa documentação digital, possibilitando que eles possam voltar a se apropriar do passado. “<em>É importante que eles possam se reaproximar dos objetos dos seus antepassados. Essas referências são fundamentais para que se possa registrar a história desses terreiros</em>”, pontua a curadora da pesquisa e diretora do Museu da Abolicao, Elisabete Assis.</p>
<p>Segundo Charles Martins, além de permitir ao público pernambucano o acesso ao acervo que se encontra distante, em São Paulo, dá a possibilidade de resgatar memórias sociais em torno das perseguições das expressões religiosas de matriz africana, ocorrida nos anos de 1930 no Recife. “<em>Ao resgatar essa memória, denunciamos a violência do Estado ao povo de terreiro. Esta, talvez, a maior contribuição: possibilitar o conhecimento sobre episódios do passado, que não devem ser esquecidos, para que evitemos que ele se repita no presente e no futuro</em>”, pontua.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Repatriação Digital do Acervo Confiscado nos Terreiros &#8211; Exposição Digital<br />
Quando: de 14 de maio a 30 de junho (segunda a sexta, das 9h às 17/ sábado, das 13h às 17h)<br />
Onde: Museu da Abolição (Rua Benfica, 1150 – Madalena/ Recife)<br />
Disponível em: http://www.museuafrodigital.com.br/repatriacaodigital/<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Museu da Abolição recebe programação especial na semana da Consciência Negra</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2016 18:15:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Fazendo parte das celebrações no Recife entorno do Mês da Consciência Negra, o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, recebe programação especial neste sábado (26), com apresentações culturais e lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’, do escritor Rodrigo Capibe. O evento, que começa às 14h, contará com as apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_42372" aria-labelledby="figcaption_attachment_42372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Xire-O-Canto-dos-Orixas-divulgacao-01.jpg"><img class="size-medium wp-image-42372" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/Xire-O-Canto-dos-Orixas-divulgacao-01-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Xirê: O Canto dos Orixás estará abrindo as apresentações do evento.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Fazendo parte das celebrações no Recife entorno do Mês da Consciência Negra, o Museu da Abolição, no bairro da Madalena, recebe programação especial neste sábado (26), com apresentações culturais e lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’, do escritor Rodrigo Capibe. O evento, que começa às 14h, contará com as apresentações dos grupos Xirê: O Canto dos Orixás, Coco das Estrelas, Coco Chapéu de Palha e Afoxé Oya Tokolê, acompanhado do Balé Nagô.</p>
<p style="text-align: justify;">Formado por estudantes de música da UFPE, o Xirê abre a tarde de festividade demonstrando sua música suave composta por elementos percussivos e instrumentos de corda, a percepção sagrada dedicada aos Orixás. O grupo, que é composto por Edelson Moraes, Esdras Guedes, Gabriela Martinez, Lhaysa Ramos, Luiz Joaquim, Mirty Káthly, Monterrúbio Neto e Tiago Sá, soma os conhecimentos acadêmicos às forças elementares da música de terreiro, em especial o Ilê Obá Aganjú Okoloyá.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, acontece o lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’, com bate papo que contará com a presença de Igor Bandim, crítico literário que assina o posfácio, Rodrigo Capibe, autor da obra, e Leandro César, professor do IFPE. Os três têm passagens pelo curso de Letras da UFPE, estando o autor do posfácio cursando atualmente o doutorado. No romance, o mito urbano do estouro da barragem de Tapacurá, que inunda a cidade, transforma-se em apropriada metáfora do atual momento brasileiro. Boa parte da trama se passa dentro de uma escola, não à toa, chamada Arraial Novo de Canudos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o lançamento, o livro estará disponível a venda no local pelo valor R$ 25, sendo a renda revertida para os custos de edição da obra e da produção da festividade. Confira a programação:</p>
<p><strong>14h</strong> | Xirê: Canto dos Orixás<br />
<strong>15h</strong> | Lançamento do livro ‘Arraial Novo de Canudos’<br />
<strong>16h30</strong> | Coco das Estrelas<br />
<strong>17h30</strong> | Coco Chapéu de Palha<br />
<strong>18h</strong> | Afoxé Oya Tokolê com o Balé Nagô</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Programação da Consciência Negra no Museu da Abolição</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 26 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 14h<br />
<strong>Local: </strong>Museu da Abolição (Rua Benfica, nº 1150, Madalena &#8211; Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
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		<item>
		<title>&#8216;Todo Poder a elas&#8217; ocupa o Museu da Abolição neste domingo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 14:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Abolição]]></category>
		<category><![CDATA[toto poder a elas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para contribuir com processos de empoderamento das mulheres pernambucanas, acontece neste domingo (10), a primeira edição do festival Todo Poder a Elas. Com organização do coletivo Poder Feminino Crew, o evento vai ofertar, no Museu da Abolição (Recife), uma programação cultural e formativa a partir das 9h. &#8220;O foco do festival são as mulheres da periferia. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para contribuir com processos de empoderamento das mulheres pernambucanas, acontece neste domingo (10), a primeira edição do festival <strong>Todo Poder a Elas</strong>. Com organização do coletivo <em>Poder Feminino Crew, </em>o evento vai ofertar, no Museu da Abolição (Recife), uma programação cultural e formativa a partir das 9h.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/todo-poder-a-elas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-37830" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/todo-poder-a-elas-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>&#8220;O foco do festival são as mulheres da periferia. Por falta de conhecimento, a maioria delas acabam reproduzindo machismo, têm seus direitos cerceados, são submissas e sofrem violência doméstica (física e psicológica), além de terem jornada de trabalho dupla, no emprego e em casa&#8221;, aponta a curadoria do evento. Palestras, cine-debate, rodas de diálogos, oficinas e outras atividades (in)formativas sobre direitos estão na programação, que será inteiramente protagonizada por mulheres.</p>
<p>Além disso, o festival também vai encorajar as mulheres a assumirem aspectos de sua identidade, como seu cabelo, sua cor, sua origem. &#8220;A promoção da autoestima será realizada através de palestras e serviços gratuitos de estética (escova, corte, penteados, maquiagem, tranças, penteado afro etc.&#8221;, aponta o coletivo.</p>
<p>Saiba mais sobre o festival <a href="https://www.facebook.com/events/1712807232311038/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Espaço Negro marca os 128 anos de abolição da escravatura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espaco-negro-marca-os-128-anos-de-abolicao-da-escravatura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/espaco-negro-marca-os-128-anos-de-abolicao-da-escravatura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 May 2016 19:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[128 anos de assinatura da Lei Aurea]]></category>
		<category><![CDATA[evento ‘Espaço Negro’]]></category>
		<category><![CDATA[II Encontro Crespas Cacheadas PE]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Abolição]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria No intuito de celebrar os 128 anos de assinatura da Lei Aurea, ocorrida em 13 de maio de 1888, o Museu da Abolição estará promovendo nesta quinta-feira (12), o evento ‘Espaço Negro’. A programação gratuita, que acontece no horário das 10h às 18h, terá debates, mostras artísticas e gastronômicas, apresentações culturais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36191" aria-labelledby="figcaption_attachment_36191" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Museu-da-Abolicao-Reproducao.jpg"><img class="size-medium wp-image-36191" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/05/Museu-da-Abolicao-Reproducao-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Museu da Abolição, no Recife.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Com informações da assessoria </em></p>
<p style="text-align: justify;">No intuito de celebrar os 128 anos de assinatura da Lei Aurea, ocorrida em 13 de maio de 1888, o Museu da Abolição estará promovendo nesta quinta-feira (12), o evento ‘Espaço Negro’. A programação gratuita, que acontece no horário das 10h às 18h, terá debates, mostras artísticas e gastronômicas, apresentações culturais, feiras de produtos étnicos, performances, além de oficina sobre dança urbana e palestra envolvendo o gênero musical hip hop.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o tema “O negro após 128 anos da Abolição da Escravatura”, a programação se inicia às 10h, com a Mostra de Vídeo e Debate, abordando a exclusão do negro na sociedade, através de temas como o racismo e o preconceito. <em>“Nosso objetivo é promover um momento de debate, arte e reflexão sobre a abolição da escravidão, para a sociedade”</em>, ressaltou Juliana Braga, uma das organizadoras do evento.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir das 11h15, começa a Oficina de Danças Urbanas/Breaking, que será ministrada pelo arte educador Levi Costa, do Grupo Step Evolution, além da palestra “Hip Hop: Arte Cidadania e Cultura de Paz”, com os sociólogos Sérgio Melo e Sérgio Ricardo, membros da Associação Metropolitana de Hip e Hop em Pernambuco. Já às 13h15, acontece a palestra “Livro: Nem Mãe Preta, Nem Negra Fulô”, com o escritor e historiador Maciel Carneiro.</p>
<p style="text-align: justify;">O público contará durante todo o dia com a Feira de Produtos Étnicos e Comidas Típicas, e nos intervalos das atividades formativas, que já estão com suas inscrições encerradas, serão realizadas apresentações das performances “Mala da Resistência” e “Corpo&amp;Ritmor”. Também fazem parte das apresentações culturais o Grupo de Capoeira Herança de Angola e o Grupo Percussivo Batá Kossô.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no domingo (15), o grupo Crespas/Cacheadas estará promovendo no Museu da Abolição, o II Encontro Crespas Cacheadas PE. A iniciativa visa passar dicas de beleza e cuidado para mulheres com cabelos crespos, cacheados e transicionados, incentivando o empoderamento, através de oficinas de turbantes, tranças dread, assim como desfiles e feiras de produtos de beleza, acessórios e adereços. A programação do encontro acontece das 9h às 16h, sendo solicitado como entrada a doação de 1 kg de alimento não perecível.</p>
<p><strong></strong><strong>Serviço:</strong><br />
<strong><em>Museu da Abolição &#8211; 128 anos de abolição da escravatura </em></strong><br />
-<strong> Espaço Negro</strong><br />
<strong>Quando:</strong> quinta-feira, 12 de maio<br />
<strong>Horário: </strong>das 10h às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Museu da Abolição (Rua Benfica, nº 1150, Madalena, Recife)<br />
<em>Acesso gratuito</em></p>
<p>- <strong>II Encontro Crespas Cacheadas PE</strong><br />
<strong>Quando:</strong> domingo, 15 de maio<br />
<strong>Horário:</strong> das 9h às 16h<br />
<strong><span style="text-decoration: underline;"> Manhã</span><br />
- Palestra Natural Hair (Preta MC) – “Cuidados com os cabelos crespos/cacheados”<br />
- Palestra Feliz Cabeleireiro – “Mechas e colorações em cabelos crespos/cacheados”<br />
- Desfile infantil<br />
<span style="text-decoration: underline;">Tarde</span><br />
- Palestra Maria Cacheada (Zélia) – “Hidratação, nutrição e reconstrução”<br />
- Oficina de Turbantes (Rayza Oliveira)<br />
- Palestra Cia. da Imagem (Jonatas Leonel) – “Ananese Capilar”<br />
- Oficina de Tranças e Dreads (Dully Braids)<br />
Local:</strong> Museu da Abolição (Rua Benfica, nº 1150, Madalena, Recife)<br />
<em>Ingresso: doação de 1 kg de alimento não perecível </em></p>
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		<title>Museu da Abolição recebe a 4ª Mostra de Culinária de Terreiro de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 21:17:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[4ª Mostra de Culinária de Terreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Aurora 21]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Afro Sítio de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Mês da Consciência Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Abolição]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[tradições do Candomblé]]></category>

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		<description><![CDATA[Sendo uma oportunidade para apreciar pratos originais das tradições do Candomblé, será iniciada a partir desta sexta-feira (28), no Museu da Abolição, a 4ª edição da Mostra da Culinária de Terreiro de Pernambuco. O evento, que é aberto ao público, reunirá até o domingo (30) o total de 13 casas de Candomblé, no intuito de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sendo uma oportunidade para apreciar pratos originais das tradições do Candomblé, será iniciada a partir desta sexta-feira (28), no Museu da Abolição, a 4ª edição da Mostra da Culinária de Terreiro de Pernambuco. O evento, que é aberto ao público, reunirá até o domingo (30) o total de 13 casas de Candomblé, no intuito de também encerrar as comemorações do mês da Consciência Negra promovido pelo museu.</p>
<div id="attachment_17593" aria-labelledby="figcaption_attachment_17593" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/arroz-para-oxala-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-17593" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/arroz-para-oxala-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Arroz para Oxalá será um dos pratos disponíveis ao público durante a realização da mostra.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Entre as opções gastronômicas que o público encontrará durante o evento, estarão pratos como o caruru, o vatapá e o acarajé, feitos de forma ritualística para serem servidos aos orixás. Na noite de abertura, o público também irá conferir a realização de um xiré, ato religioso com cânticos sagrados em línguas africanas.</p>
<p style="text-align: justify;">A organização do evento, que se trata de uma parceria da Aurora 21 e do Centro Cultural Afro Sítio de Pai Adão, estima que aproximadamente seis mil pessoas irão comparecer ao longo dos três dias da programação. A mostra também contará com dois espaços para interação dos visitantes com os terreiros: um para que o público aprenda como fazer a “comida de santo”; e outro para uma conversa com um Babalorixá e uma Iyalorixá sobre a cultura do Candomblé, seja sobre culinária ou não. Os dois espaços funcionarão nos dias 29 e 30 às 18h.</p>
<div id="attachment_17595" aria-labelledby="figcaption_attachment_17595" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Calda-de-Goiabada-para-Oxum-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-17595" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Calda-de-Goiabada-para-Oxum-divulgacao-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A calda de goiaba para Oxum também estará na mostra.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A 4ª Mostra da Culinária de Terreiro de Pernambuco conta com o incentivo do Governo de Pernambuco para a sua realização, através do Funcultura.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<em><strong>4ª Mostra de Culinária de Terreiro de Pernambuco</strong></em><br />
Exposição para o público: de 28 a 30 de novembro – sexta, abertura às 19h, com a realização de um xiré (ato religioso com cânticos sagrados em línguas africanas) e sábado e domingo das 16h às 21h.<br />
No Museu da Abolição, Rua Benfica, 1150 – Madalena, Recife-PE;<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Museu da Abolição inaugura ludoteca no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2014 20:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inauguração]]></category>
		<category><![CDATA[ludoteca]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Abolição]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

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		<description><![CDATA[Para celebrar o Mês da Consciência Negra, o Museu da Abolição (MAB), localizado na Madalena, inaugura neste sábado (22), às 15h, o seu mais novo espaço: a Ludoteca. A abertura contará com uma programação especial, que inclui jogos, oficinas de contação de histórias e de penteados afro, além de apresentações culturais do grupo de Ogans [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o Mês da Consciência Negra, o Museu da Abolição (MAB), localizado na Madalena, inaugura neste sábado (22), às 15h, o seu mais novo espaço: a Ludoteca. A abertura contará com uma programação especial, que inclui jogos, oficinas de contação de histórias e de penteados afro, além de apresentações culturais do grupo de Ogans e bailarinos do balé afro Majê Mole.</p>
<p>Com recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o projeto é pioneiro em museus, aqui no Estado, e funcionará de forma permanente visando otimizar o espaço cultural do museu para oferecer à população um ambiente de práticas lúdicas e educativas, onde serão tratadas várias questões e temáticas ligadas à cultura afro-brasileira.</p>
<div id="attachment_17330" aria-labelledby="figcaption_attachment_17330" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/museuabolicao.jpg"><img class="size-medium wp-image-17330" alt="Equipamento cultural ganha uma Ludoteca (Foto: Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/museuabolicao-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento cultural ganha uma Ludoteca (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>A Ludoteca será um espaço acessível, com acesso gratuito, para atrair e integrar todos os públicos, inclusive as pessoas com deficiência. A ambientação do novo local é assinada pelas arquitetas Kate Saraiva e Graciely Nery que fizeram uma verdadeira reestruturação, no intuito de abrigar objetos, brinquedos e jogos que irão compor o acervo da Ludoteca. “O museu já tinha disponível um espaço físico para tal, porém encontrava-se em desuso. E o projeto visou justamente aproveitar esse espaço de modo que ele esteja permanentemente oferecendo aos visitantes, sobretudo crianças e adolescentes, atividades lúdicas e de lazer a fim de preservar a memória do lugar, aproximando-os da sua história, identidade e manifestações culturais” pontua a turismóloga e produtora, Clarisse Fraga, diretora do Bureau de Cultura, responsável pela produção executiva do projeto.</p>
<p>Outro ponto que ela destaca como positivo na Ludoteca é que o espaço contempla a acessibilidade na adequação do espaço e acesso gratuito, na tentativa de atrair e integrar todos os públicos, inclusive as pessoas com deficiência. Além disso, a originalidade e inovação da Ludoteca refletem-se na própria constituição do espaço, já que será o primeiro existente nos museus do Estado, como também, na dinâmica de funcionamento, já que a mesma se consolidará como um espaço interativo, lúdico, recreativo e educativo onde a criança ou jovem terá a oportunidade de desenvolver a iniciativa e autonomia, enriquecendo as suas interações sociais e exercendo a cidadania.</p>
<p>A primeira etapa do projeto, iniciada em junho passado, foi encerrada com uma pesquisa elaborada por uma equipe de historiadores e antropólogos sobre cultura afro-brasileira com foco em brinquedos e brincadeiras. Depois, foi a vez dos brinquedistas (profissionais da área de recreação e lazer) que entraram em ação para selecionar e criar as brincadeiras baseadas nas pesquisas desenvolvidas pelos historiadores e antropólogos. A partir de agora, um sábado por mês, haverá uma programação especial com temas diversos para movimentar o espaço da Ludoteca. O funcionamento será de terça a sábado com agendamento no horário das 9h às 12h e das 14h às 17h. Informações e agendamentos pelo: (81) 3228.3228.</p>
<p><strong>Sobre o Museu</strong><br />
O Museu da Abolição – Centro de Referência da Cultura Afro-brasileira – é uma instituição pública federal sem fins lucrativos de acesso gratuito que tem como missão prestar serviços à sociedade através do resgate, valorização e reconhecimento do patrimônio material e imaterial dos afrodescendentes, contribuindo para o fortalecimento da cidadania do povo brasileiro. Situado no Sobrado Grande da Madalena, edificação tombada pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN) como Patrimônio Nacional em 28 de novembro de 1966, o Museu da Abolição foi inaugurado em 1983, e depois de ter sido fechado à visitação por duas vezes, reabriu suas portas ao público em 2005 com o objetivo de ser um museu totalmente integrado à sociedade. Hoje, o Museu da Abolição apresenta uma exposição fruto de um trabalho de construção coletiva iniciado em 2005 junto aos segmentos da sociedade que defendem os valores e reconhecimento da cultura afro-brasileira.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Inauguração do novo espaço da Ludoteca no Museu da Abolição<br />
Dia: 22/11/2014<br />
Local: Museu da Abolição &#8211; Rua Benfica, 1150 &#8211; Madalena, Recife &#8211; PE<br />
Horário: 15h</p>
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