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	<title>Portal Cultura PE &#187; Nada consta</title>
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		<title>Durante edição do Outras Palavras, estudantes conversam com o escritor Fred Cajú</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Dec 2017 03:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura, o escritor Fred Cajú, com o livro Nada consta (ainda inédito), conversou na manhã da última sexta-feira (1º) com estudantes da Escola Dom Vital, em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, sobre sua produção literária e paixão pelo que faz. A atividade fez parte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55759" aria-labelledby="figcaption_attachment_55759" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37896010535_825e41a779_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55759 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37896010535_825e41a779_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião, mediada pela jornalista Jan Ribeiro, Fred Cajú conversou com os alunos sobre seu processo criativo e relação com a literatura</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cinco-escritores-pernambucanos-vencem-o-v-premio-pe-de-literatura/" target="_blank">Um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura</a>, o escritor Fred Cajú, com o livro <strong>Nada consta</strong> (ainda inédito), conversou na manhã da última sexta-feira (1º) com estudantes da Escola Dom Vital, em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, sobre sua produção literária e paixão pelo que faz. A atividade fez parte de mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> e teve a participação de dezenas de alunos do 3º ano do Ensino Médio, que puderam tirar suas dúvidas sobre o processo criativo do autor &#8211; que já tem sete livros lançados.</p>
<p>Para a assistente de direção da escola, a professora Lidiane Feitosa, este foi um momento gratificante para o Dom Vital. <em>“Espero que aproveitem porque eu já acompanhei uma edição aqui ao lado, no EREM Padre Machado, e sei que é riquíssimo. Agora é a vez de vocês. A gente abre as nossas portas para o <strong>Outras Palavras</strong> porque a gente acredita que vocês merecem essa oportunidade”,</em> disse ela.</p>
<div id="attachment_55757" aria-labelledby="figcaption_attachment_55757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917821427_f487e37e29_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55757 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917821427_f487e37e29_k-607x347.jpg" width="607" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras contou com a participação de dezenas de alunos do 3º ano do Ensino Médio, que puderam tirar suas dúvidas sobre o processo criativo do autor</p></div>
<p><em>“Escolhemos vocês alunos do terceiro ano porque vocês estão passando por novos desafios, e esperamos que o projeto volte ano que vem para a nossa casa, com as novas turmas”</em>, disse ela, para depois receber um kit do projeto voltado para a biblioteca da instituição, com livros de escritores premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura e publicações com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Antonieta Trindade, gestora do projeto e vice-presidente da Fundarpe, ressaltou o número mais importante que o<strong> Outras Palavras</strong> já atingiu: quase dez mil estudantes em todo o estado de Pernambuco. <em>“Nosso desafio é garantir que, num momento como esse que vivemos no país, com tanto ataque à escola pública, termos um projeto avançado de vida. A gente busca fazer com que a escola não seja um ambiente que ensine a obedecer, e sim que seja um local onde possamos exercitar nossa criatividade, ampliar a visão de mundo e formar opinião sobre os fatos”,</em> destacou Antonieta, para em seguida se colocar a disposição para volta ao Dom Vital no ano que vem.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38782092941_2e581ed05b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55762 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38782092941_2e581ed05b_k-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a></p>
<p>Mediado pela jornalista e fotógrafa Jan Ribeiro, a conversa com o jovem escritor pernambucano tocou em pontos chaves da carreira artística de Fred Caju, como inspirações, movimento cartonero e como é sua relação com a literatura. Considerado um dos nomes mais importantes da nova geração de poetas em Pernambuco, Fred Cajú criou seu nome artístico a partir de um anagrama com as duas primeiras letras de cada nome do autor (Edinaldo Francisco do Carmo Júnior). Recifense, nasceu em 1988 e hoje mora em Paulista, na Região Metropolitana.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55758 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a></p>
<p>Historiador por formação, é editor do selo Castanha Mecânica, que trabalha com produção artesanal de livros. Seus poemas também estão disponíveis na internet, como na sua conta no <a href="https://www.instagram.com/Caju.Fred/" target="_blank">Instagram</a> e no site <a href="https://www.brasildefato.com.br" target="_blank">Brasil de Fato</a>. <em>“Eu tenho um olhar meio torto das coisas. Por exemplo, uma vez eu estava numa apresentação e tinha na minha frente um datashow daqueles mais modernos que você possa imaginar, mas eu estava obcecado em ficar olhando o papelzinho dobrado que fazia apoio para ele. Eu estou saturado de temas que não comportam a minha realidade, que me esmagam, isso é o que me motiva a escrever”,</em> revelo ele que já participou do pasárgada.doc, série de minidocumentários sobre autores pernambucanos produzida pela Coordenadoria de Literatura da Secretaria de Cultura do estado.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nCrTGDGTbaY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma das perguntas que Jan Ribeiro fez ao Fred foi como é que funciona a lógica do autor na construção das capas dos seus livros. <em>“Por exemplo, esse aqui, chamado <strong>Estilhaço</strong>, é feito com casca de ovo. Que mensagem você quis passar e como chegou a esse processo final?”</em>, indagou a jornalista. “<em><strong>Estilhaço</strong> está o tempo inteiro dizendo que vai dar besteira, que as coisas acabam, terminam. ‘Administre isso, você não pode evitar o fim das coisas’. E teve um momento que eu pensei: ‘Já que é um livro que fala de términos, vou pegar casca de ovo, que é um material orgânico’. Ou seja, esse livro pode apodrecer, e isso tem completa relação com o conteúdo”,</em> explicou Fred Cajú.</p>
<div id="attachment_55760" aria-labelledby="figcaption_attachment_55760" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065240794_79d9fd644a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55760 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065240794_79d9fd644a_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes puderam tirar suas dúvidas sobre como é ser escritor frente a frente com Fred Cajú</p></div>
<p>A estudante Samia Stephany quer fazer Letras e quis saber do autor como ele sobrevive com a literatura, e como surgiu a ideia de fazer livros com materiais diferenciados. <em>“Eu vivo da literatura sim, mas não dos meus livros. Eu estava num encontro dia desses e um pessoal falou da dificuldade de sobrevivência nesse meio. Eu disse que eles estavam confundindo as coisas. O exemplar não deve ser visto como a conta final. Quando a gente fala de literatura, há outras demandas, como recitais, apresentações, debates e palestras. Se eu fosse viver só do texto, eu não sobreviveria, e ai a gente precisa se impor”.</em></p>
<div id="attachment_55761" aria-labelledby="figcaption_attachment_55761" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065250134_c36a85fffa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55761 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065250134_c36a85fffa_k-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Historiador por formação, Fred Cajú é editor do selo Castanha Mecânica, que trabalha com produção artesanal de livros.</p></div>
<p><em>“Sobre a questão dos materiais, tudo começou quando eu tive a ideia de fazer um livro com filtro de café. Eu gostava da ideia do cheiro, da textura. Mas eu sei de fato qual é a verdadeira sacada de ir por esse caminho. É na verdade uma saturação de mercado. Se eu colocar esse livro num formato tradicional numa estante, ele vai ser só mais um na estante. Minha ideia é pirar no sentido de pensar nas possibilidades que um livro pode ser apresentado”,</em> respondeu Fred.</p>
<div id="attachment_55756" aria-labelledby="figcaption_attachment_55756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917515527_74a100d672_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55756 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917515527_74a100d672_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras ainda teve forró pé de serra do grupo Forrozão Bate Sala e Alex para animar a garotada</p></div>
<p>Ao fim da conversa, os estudantes puderam conhecer o trabalho independente do grupo Forrozão Bate Sela e Alex, que atua há dez anos em Pernambuco disseminando o autêntico forró pé de serra. &#8220;<em>É um trabalho difícil, mas recompensador, porque levamos a nossa cultura do noss estado pelo Nordeste afora&#8221;,</em> disse o vocalista Biskuí, para em seguida puxar músicas do Rei do Baião, como<strong> Hora do Adeus</strong>, e de seu pupilo Dominguinhos, como <strong>Eu Só Quero Um Xodó</strong>.</p>
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