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	<title>Portal Cultura PE &#187; nova temporada</title>
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		<title>Jardim Elétrico Podcast lança sua quarta temporada nas plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2022 16:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recuros da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o podcast Jardim Elétrico Podcast lança sua quarta temporada nas plataformas digitais (Spotify, YouTube, Google Podcast, Deezer). Os 12 novos episódios, que serão disponibilizados até o final de junho no canal do YouTube com vídeos das gravações e também em áudio no Spotify, tratam sobre os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe style="border-radius: 12px;" src="https://open.spotify.com/embed/show/4Lx0LhD1p4l6loUsl7l80k?utm_source=generator" height="232" width="100%" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Contemplado pelos recuros da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o podcast Jardim Elétrico Podcast lança sua quarta temporada nas plataformas digitais (<strong><a href="https://open.spotify.com/show/4Lx0LhD1p4l6loUsl7l80k?si=e520dab897064b07" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://open.spotify.com/show/4Lx0LhD1p4l6loUsl7l80k?si%3De520dab897064b07&amp;source=gmail&amp;ust=1652889642937000&amp;usg=AOvVaw2fUP2rHLV3DTAXA6NornIf">Spotify</a></strong>, <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UC4g3Kv20xSTc8_FFlPFv-hA" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UC4g3Kv20xSTc8_FFlPFv-hA&amp;source=gmail&amp;ust=1652889642937000&amp;usg=AOvVaw1wuRfB7DKn8IWSG8cnGpFs">YouTube</a></strong>, <strong><a href="https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8yMDE5NGY0MC9wb2RjYXN0L3Jzcw" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://podcasts.google.com/feed/aHR0cHM6Ly9hbmNob3IuZm0vcy8yMDE5NGY0MC9wb2RjYXN0L3Jzcw&amp;source=gmail&amp;ust=1652889642937000&amp;usg=AOvVaw1h7aCKficriZw4Gm7cVtQO">Google Podcast</a></strong>, <strong><a href="https://www.deezer.com/search/Jardim%20El%C3%A9trico%20Podcast" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.deezer.com/search/Jardim%2520El%25C3%25A9trico%2520Podcast&amp;source=gmail&amp;ust=1652889642937000&amp;usg=AOvVaw2chC_37hMKHahh5j9lsIa5">Deezer</a></strong>). Os 12 novos episódios, que serão disponibilizados até o final de junho no canal do YouTube com vídeos das gravações e também em áudio no Spotify, tratam sobre os bastidores do teatro pernambucano.</p>
<p>Idealizado por Maria Pepe, atriz, profissional do audiovisual e graduada em Letras pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o Jardim Eletrico é um espaço digital de resistência, reflexões, trocas e diálogos entre essa classe artística órfã do palco. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, Aurora Instrumental volta a ocupar o Teatro Arraial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-aurora-instrumental-volta-a-ocupar-o-teatro-arraial/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 19:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Circuito Aurora Instrumental volta ao palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, para uma nova temporada de concertos presenciais. Consolidado como um espaço de expressão da diversidade, tradição e renovação da música instrumental pernambucana, o festival retorna com uma edição de espetáculos inéditos para o público: o Aurora Convida. Grupos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75239" aria-labelledby="figcaption_attachment_75239" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49511661816_28ccc9ae4c_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-75239" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/49511661816_28ccc9ae4c_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Idealizador e curador do circuito, Gilú Amaral encerra a temporada do Aurora Instrumental no dia 11 de dezembro (sábado), com a participação de Rimas.INC e Deco N</p></div>
<p>O Circuito Aurora Instrumental volta ao palco do Teatro Arraial Ariano Suassuna, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, para uma nova temporada de concertos presenciais. Consolidado como um espaço de expressão da diversidade, tradição e renovação da música instrumental pernambucana, o festival retorna com uma edição de espetáculos inéditos para o público: o Aurora Convida. Grupos e artistas se apresentarão com instrumentistas convidados, encontros que possibilitarão criar novas sonoridades, dinâmicas e desafios, agregando diferentes linguagens.</p>
<p>O evento, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, vai promover oito concertos entre os dias 19 de novembro de 11 de dezembro, com programação às sextas-feiras e sábados, sempre a partir das 19h30. <em>“O Aurora permanece com a proposta de valorizar os artistas de vanguarda da música instrumental assim como os jovens talentos de alta qualidade técnica, e que estão ativos em seus respectivos processos criativos”</em>, explica o produtor executivo do Aurora Instrumental, Félix Aureliano, que ao lado de Gilú Amaral também é responsável pela idealização e curadoria do circuito.</p>
<p>O Henrique Albino Quarteto abre a temporada de shows no dia 19. Liderado pelo talentoso compositor e multi-instrumentista Henrique Albino, o grupo vai tocar composições do disco recém-lançado “Música Tronxa”, trabalho que traz um novo conceito para analisar as músicas que unem a intuição e a matemática para gerar novas sensações e estéticas. É esperado do quarteto um show sofisticado de música instrumental, que terá como convidado o guitarrista e violonista Breno Lira. Professor do Conservatório Pernambucano de Música e do Centro de Educação Musical de Olinda, Breno é integrante da Orquestra do Maestro Duda, Treminhão e do Ave Sangria, e mestre em Música/Performance em Jazz pela Universidade de Aveiro (Portugal).</p>
<p>Há um bom tempo na estrada, a Joinha’s Band vai mostrar seu repertório autoral, que mistura punk, hardcore, groove e free jazz. O trio de músicos excelentes, conhecido na cena instrumental underground de Recife, vai tocar ao lado do trompetista Márcio Oliveira, que apresenta no instrumento uma linguagem expressiva, regional e inovadora, e já lançou um disco solo e acompanhou artistas como Otto, Di Melo e Maestro Forró. Amigos e parceiros, eles vão mostrar uma interação sinérgica e intensa no palco do Aurora.</p>
<p>Para quem sente saudades da música da Saracotia não pode perder a apresentação do grupo no Aurora. “Conhecida por ser uma banda de identidade própria, embora tenha influências do choro, forró e do jazz, Saracotia promete um show carregado de memórias afetivas e também com muita energia e uma sonoridade diferente, já que terá como convidado o incrível Cláudio Rabeca. Eles nunca tocaram juntos. Cláudio é um músico experiente, ele explora toda versatilidade da rabeca brasileira e mostra que pode tocar qualquer coisa com o instrumento”, explica o diretor artístico do Aurora, Gilú Amaral.</p>
<p>Laís de Assis, que vem desenvolvendo uma linguagem singular e vibrante em relação a viola de dez cordas brasileira, apresentará ao público do Aurora um passeio sonoro pelo seu repertório autoral e por releituras das obras de grandes compositoras e compositores nordestinos. A artista terá como convidado especial o trombonista Nilsinho Amarante, referência nacional na linguagem do trombone para a música popular brasileira, com destaque para o frevo pernambucano.</p>
<p>Já a Mabombe promete um show dançante e cheio de groove para esta edição do Aurora Convida. O grupo, que já está há 12 anos na estrada e dois discos gravados, tem como característica a experimentação sonora livre. A Mabombe vai dividir o palco com o multi-instrumentista Júnior do Jarro &#8211; pela primeira vez &#8211; abrindo ainda mais as possiblidades sonoras para o concerto.</p>
<p><strong>Experimental -</strong> O Aurora também abraça a música instrumental do interior do estado. De Garanhuns, o circuito trouxe o percussionista Nino Alves. Inventivo, intuitivo e criador de instrumentos musicais, Nino apresentará temas do seu show &#8220;ExperimentaSons&#8221; e também composições do repertório do seu convidado, o saxofonista, arranjador e compositor Parrô Melo, que é fundador da Orquestra Bomba do Hemetério. Muitas expectativas em torno desse show que vai unir a criatividade percussiva de Nino com a experiência musical de Parrô.</p>
<p>Uma das apostas dos curadores é a Makamo Quinteto, formada por musicistas, compositoras, alunas e professoras do Conservatório Pernambucano de Música. O grupo lançou um EP neste ano e vai mostrar um repertório autoral, que passeia pelo frevo, forró, baião, choro, maracatu e ciranda, incluindo arranjos inéditos de novas composições. O grupo vai tocar com a percussionista Aishá Lourenço, veterana e dona de uma vivência musical amplificada, que agregará elementos eletro percussivos ao show. Será um encontro inédito, que deve elevar a potência sonora da Makamo.</p>
<p><strong>Encerramento -</strong> O concerto derradeiro desta temporada do Aurora será apresentado por Gilú Amaral e Rimas.INC (Clécio Rimas). Pode-se sintetizar a parceria entre o percussionista e o DJ e produtor como a música tecnológica e orgânica em perfeita harmonia, que mescla os instrumentos percussivos com as batidas eletrônicas da MPC – duas vertentes que estão em alta no mundo todo. A dupla vai mostrar um show essencialmente dançante, mas também experimental, misturando essas duas vertentes que serão reforçadas pelo convidado DeCo N., artista sonoro e compositor de música eletrônica. DeCo N é professor do curso de Tecnologia em Produção Fonográfica de Música Eletrônica da Universidade Anhembi Morumbi.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Aurora Convida<br />
Quando: às sextas-feiras e sábados, de 19 de novembro a 11 de dezembro de 2021, às 19h30<br />
Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, nº 457, Boa Vista, Recife – PE)<br />
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).<br />
Vendas: Bilheteria do Teatro Arraial (abre 1 hora antes do show) e no Sympla: <a href="https://www.sympla.com.br/aurorainstrumental" target="_blank"><strong>www.sympla.com.br/aurorainstrumental</strong></a></p>
<p><strong>**PROGRAMAÇÃO AURORA CONVIDA**</strong><br />
19/11 &#8211; Henrique Albino Quarteto convida Breno Lira<br />
20/11 &#8211; Joinha’s Band convida Márcio Oliveira<br />
26/11 &#8211; Makamo Quinteto convida Aishá Lourenço<br />
27/11 &#8211; Saracotia convida Cláudio Rabeca<br />
3/12 &#8211; Mabombe convida Júnior do Jarro<br />
4/12 &#8211; Laís de Assis convida Nilsinho Amarante<br />
10/12 &#8211; Nino Alves convida Parrô Melo<br />
11/12 &#8211; Gilú Amaral feat Rimas.INC convida Deco N</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Retomada&#8221; estreia no Teatro Arraial Ariano Suassuna</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espetaculo-retomada-estreia-no-teatro-arraial-ariano-suassuna/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Apr 2017 16:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna será palco neste fim de semana da mais nova temporada do espetáculo de dança Retomada. A montagem, do Grupo Totem, estreia nesta sexta-feira (28) e fica em cartaz até o dia 27/5 (sábado), sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e 10 (meia-entrada). Fruto da pesquisa Rito Ancestral Corpo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45871" aria-labelledby="figcaption_attachment_45871" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Guto-Retomada_Trema-fernando-figueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-45871  " alt="Fernando Figuerôa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Guto-Retomada_Trema-fernando-figueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Retomada&#8221; enaltece a energia feminina, a fertilidade da terra, da força desta natureza vital, de acolhimento e regeneração</p></div>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna será palco neste fim de semana da mais nova temporada do espetáculo de dança <em>R</em><em>etomada</em>. A montagem, do Grupo Totem, estreia nesta sexta-feira (28) e fica em cartaz até o dia 27/5 (sábado), sempre às 20h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e 10 (meia-entrada).</p>
<p>Fruto da pesquisa <em>Rito Ancestral Corpo Contemporâneo</em> vivenciada pela companhia em 2015/2016, com o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo a Cultura (Funcultura), o espetáculo se debruça sobre os rituais do Povo Pankararu, Xukuru e Kapinawá, partilhando de seus ritos, saberes e visão de mundo.</p>
<p>Reconhecendo a afirmação da identidade indígena e manutenção de suas culturas, a perseverança na luta pela terra originária e pela garantia das terras retomadas, bem como identificando a inter-relação existente entre o mundo material e o espiritual e a comunicação desse com seus &#8220;encantados&#8221;, <em>Retomada</em> volta às raízes do teatro, que se conecta com o ritual. &#8220;Além das visitas aos povos indígenas pernambucanos, o grupo realizou estudos de performance e antropologia, a partir de autores como Richard Schechner e Cassiano Sydow Quilici, com laboratórios rituais que exploraram pinturas corporais, conexão espiritual, relaxamento, respiração, experimentos sensoriais, corporais e sonoros, através dos elementos da natureza e desdobramentos destes a partir de bebidas sagradas&#8221;, conta a diretora de palco, Tatiana Pedrosa.</p>
<p>De acordo com ela, o trabalho gerado a partir da pesquisa não representa ou reproduz rituais vividos nas aldeias, mas &#8220;capta a força, a energia metafísica que emana desses rituais e penetra os corpos contemporâneos&#8221;. &#8220;O contato com os povos revelou vozes ancestrais que ecoam fortemente no presente, alimentando o espírito aguerrido na luta constante pela terra sagrada, o sentimento de pertencimento e o direito ao bem comum, transformando-se no mote desse trabalho, que é também uma ode à mãe geradora e mantenedora de tudo. Através do teatro performático característico de sua poética, o Totem corporifica a sacralidade das terras indígenas e manifesta sua identificação com o sentimento de resistência&#8221;, diz Pedrosa.</p>
<p>Em cena se encontram seis mulheres (Gabi Cabral, Gabriela Holanda, Inaê Veríssimo, Juliana Nardin, Lau Veríssimo e Taína Veríssimo), <em>performers</em> que enaltecem a energia feminina, a fertilidade da terra, da força desta natureza vital, de acolhimento e regeneração. Pelos seus corpos ressoam vozes de outros tempos, reminiscências da dor e da persistência em defender o bem viver com a natureza.</p>
<p>A montagem remete às retomadas das terras sagradas indígenas, mas também à valorização da referência ancestral, à sabedoria anterior que nos constitui e de seu vínculo entre os planos espirituais e físicos. Sua performance multimídia se faz a partir de uma relação simbiótica entre o físico, o sonoro, o espaço circundante e a metafísica, a fim de criar uma atmosfera ritual, e, através dos corpos expandidos de suas <em>atrizes-performers</em> tomadas por suas personas, simbolizam ao mesmo tempo o corpo contemporâneo e a alma coletiva dos povos, que séculos de colonização não conseguiu anular.</p>
<p>O trabalho conta com trilha sonora original executada ao vivo, movida por Fred Nascimento na percussão, Cauê Nascimento na Guitarra e Gustavo Vilar no pífano e nos maracás, numa sonoridade que funde elementos da musicalidade indígena com as possibilidades contemporâneas. O grupo teve ainda a referência da cantora Meredith Monk, artista que dialoga entre esses dois mundos, para as composições vocais das performers, orientadas pelo também performer e músico Conrado Falbo na preparação de corpo e voz realizada durante a pesquisa que desembocou no processo de criação do espetáculo. A iluminação e a projeção possuem ainda papel essencial na atmosfera criada, capaz de envolver e o público no ritual que constitui o espetáculo, convocando-o à energia do coletivo.</p>
<p><strong>Fim da temporada</strong><br />
Neste domingo (30), o Grupo Teatral Risadinha encerra a temporada da peça <em>A Fuzarca</em>, no Teatro Arraial, a partir das 16h. O espetáculo, que é uma folia cômica e poética, conta a história de três mendigos – palhaços que vivem de pedir esmolas, atividade essa que já não lhes dá condições de sobrevivência. Porém, tudo muda quando um dia o mendigo (palhaço-chefe) resolve formar uma trupe circense e encenar um espetáculo de circo. Assim, está armada a fuzarca que convida a plateia a uma divertida e poética reflexão sobre os moradores de rua. Com músicas ao vivo, o espetáculo leva aos palcos a arte do palhaço, artista que encanta o público de todas as idades. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e 10 (meia-entrada).</p>
<p><strong>Convocatória de ocupação</strong><br />
O projeto “Convocatória de Ocupação de Pautas de Equipamento Cultural para Espetáculos de Circo, Dança e Teatro”, desenvolvido pelo Teatro Arraial Ariano Suassuna, tem feito a diferença para a difusão das produções pernambucanas. Com duas edições anuais, a iniciativa acontece desde 2012 e prevê a concessão de um incentivo financeiro, com base no quantitativo de público obtido através do somatório das sessões.</p>
<p>A partir do cumprimento das temporadas, o projeto, além de atingir os objetivos de difusão das produções do Estado e de formação de plateias, permite o acesso democrático e transparente para sua ocupação. Nesta primeira edição de 2017, foram disponibilizados seis tipos de pauta, incluindo-se duas longas temporadas, uma de Teatro Adulto e uma de Dança, com 10 apresentações cada, o que permite às produções um maior número de apresentações e ao público mais oportunidades de prestigiar os espetáculos.</p>
<p>Segundo a gestora do Teatro Arraial, Ana Cláudia Wanguestel, &#8220;a convocatória já se tornou uma ferramenta importantíssima na difusão da produção cênica do Estado e é um mecanismo que preza cada vez mais pela transparência em seu processo suas seletivo&#8221;.</p>
<p><strong>Grade</strong><br />
Confira a programação completa dos espetáculos selecionados:</p>
<div id="attachment_45870" aria-labelledby="figcaption_attachment_45870" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/A-Fuzarca-Uma-Brincadeira-de-Rua.jpg"><img class="size-medium wp-image-45870" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/A-Fuzarca-Uma-Brincadeira-de-Rua-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>A Fuzarca &#8211; Uma Brincadeira de Rua</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 19/3 a 30/4<br />
<strong>Sinopse:</strong> Um abrigo e três mendigos. O que manda e os que obedecem. Povo e poder, um farsesco retrato da sociedade contemporânea numa história sobre poder e liberdade. Esse espetáculo conta a historia de Gegê e Pixuruca, dois mendigos que vivem sobre o comando de outro mendigo. Pimenta, aquele que manda, faz os seus subalternos acreditarem que é impossível viver sem o comando de um patrão. Mas um dia dois cantadores de rua aparecem na praça em que eles vivem e tudo pode mudar. Um espetáculo sobre a descoberta da liberdade através das brincadeiras do povo. É nesse contexto que o Grupo Teatral Risadinha comemora os seus 24 anos de muito trabalho, voltando ao seu espaço que tanto fez uso, a rua.</p>
<div id="attachment_45871" aria-labelledby="figcaption_attachment_45871" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Guto-Retomada_Trema-fernando-figueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-45871" alt="Fernando Figueroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Guto-Retomada_Trema-fernando-figueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Retomada</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 28/4 a 27/5<br />
<strong>Sinopse:</strong> A performance “Retomada” nos fala das vozes que fortemente persistem ecoando sobre a terra arrasada. Nela o Totem corporifica a sacralidade das terras indígenas, sentida no ato ritual e na reverência de espírito aguerrido que tem seu povo pela sua terra. O espaço sagrado pelo qual se luta, é o mote desse trabalho, uma ode à mãe geradora e mantenedora de tudo. A cena ritual criado pelo grupo, não representa ou reproduz rituais vividos nas aldeias, através do teatro performático característico de sua poética, o Totem manifesta sua identificação com o sentimento de resistência. Sendo este um ato ritual único, onde os corpos entoam a força coletiva e invocam as vozes silenciadas nas páginas do tempo.</p>
<div id="attachment_45872" aria-labelledby="figcaption_attachment_45872" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Ramos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/doralice-andré-ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45872" alt="André Ramos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/doralice-andré-ramos-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>DORalice</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 7/5 a 11/6<br />
<strong>Sinopse:</strong> Brincadeira de casinha e comidinha com Cidinha, a boneca preferida de Alice. A menina também brinca com um amiguinho de pique esconde, pega-pega, amarelinha. Alice e as histórias do Pai e os cuidados da Mainha. Tudo é brincadeira na vida da menina, até que um dia uma mão malvada invade a casinha de Cidinha e tudo muda na vida de Alice. O espetáculo não usa palavras para contar esta história&#8230;</p>
<div id="attachment_45873" aria-labelledby="figcaption_attachment_45873" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/em-nome-do-pai-.jpg"><img class="size-medium wp-image-45873" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/em-nome-do-pai--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Em nome do Pai</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 2/6 a 17/6<br />
<strong>Sinopse:</strong> “Em nome do Pai” reacende o debate sobre a valorização do texto, resgatando a importância do literário no teatro. No palco, pai e filho se enfrentam num embate psíquico desgastado pelo conhecimento vulgarizado de que as relações afetivas se estabelecem, logo após a morte do principal elo entre os dois: a mulher – esposa e mãe. Os sentimentos de amor, raiva, solidariedade e repulsa estão misturados sob a dor dessa perda avassaladora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo <em>Retomada</em> (Grupo Totem)<br />
Quando: de 28/4 a 27/5, às sextas-feiras e aos sábados, às 20h<br />
Quanto: R$ 20 (inteira) e 10 (meia-entrada)<br />
Local: Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Classificação indicativa: livre</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Severinos, Virgulinos e Vitalinos&#8221; e &#8220;A Fuzarca&#8221; abrem temporada do Teatro Arraial</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Mar 2017 21:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[convocatória]]></category>
		<category><![CDATA[nova temporada]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Arraial Ariano Suassuna]]></category>

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		<description><![CDATA[O Teatro Arraial Ariano Suassuna inicia, nesta sexta-feira (17), a nova temporada de 2017, com dois espetáculos: Severinos, Virgulinos e Vitalinos e A Fuzarca.  O primeiro é um musical, montado pela Dispersos Cia. de Teatro, que traz em seu enredo a saga de dois filhos de artistas. Um é filho de palhaço e outro é filho de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_45869" aria-labelledby="figcaption_attachment_45869" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Severinos-Virgulinos-Vitalinos-Fernanda-Acioly.jpg"><img class="size-medium wp-image-45869" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Severinos-Virgulinos-Vitalinos-Fernanda-Acioly-607x434.jpg" width="607" height="434" /></a><p class="wp-caption-text">Severinos, Virgulinos e Vitalinos será encenado nesta sexta-feira (17), às 20h</p></div>
<p>O Teatro Arraial Ariano Suassuna inicia, nesta sexta-feira (17), a nova temporada de 2017, com dois espetáculos: <em>Severinos, Virgulinos e Vitalinos</em> e <em>A Fuzarca</em>.  O primeiro é um musical, montado pela <strong>Dispersos Cia. de Teatro</strong>, que traz em seu enredo a saga de dois filhos de artistas. Um é filho de palhaço e outro é filho de uma atriz mambembe. Os dois partem para os confins do sertão na busca dos seus pais e acabam deparando-se com a morte (Severina), a violência (Virgulino) e por fim o sonho (Vitalino) tecido diante da loucura e da desrazão de dois artistas forjados na prima arte.</p>
<p>Com texto inédito e direção geral assinados por Samuel Santos, e direção musical de Leila Chaves e Victor Chitunda, o espetáculo reúne circo, teatro e música no mesmo picadeiro. &#8220;Simbolicamente, a montagem aborda a realidade do homem e sua arte nos caminhos e nas veredas do tempo e da vida&#8221;, conta Lívia Lins, atriz e diretora da Dispersos Cia. de Teatro. Segundo ela, após uma longa pesquisa em direção à novas linguagens, <em>Severinos, Virgulinos e Vitalinos</em> &#8220;representa a imersão do grupo no universo circense e suas formas de representação popular&#8221;. Sobre sua participação na convocatória de ocupação de pautas do Teatro Arraial, a artista destacou que &#8220;ficou bastante honrada em participar da seleção&#8221; e ressaltou que &#8220;o edital permite que os grupos pernambucanos levem ao público o que sabem fazer de melhor: teatro&#8221;.</p>
<p>Além dela, o musical conta em seu elenco com a participação e Madson de Paula (Cordel do Amor sem Fim), Victor Chitunda (Vento Forte Para Água e Sabão; Abraço), Leila Chaves (Abraço), Danielle Sena (Abraço) e Tiago Nunes (A Terra dos Meninos Pelados) executando a trilha sonora ao vivo.</p>
<p>Esse é o segundo espetáculo da Dispersos com dramaturgia inédita e repertório autoral. O grupo busca estimular a produção de novos textos e soluções musicais para o teatro. O primeiro foi <em><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/pernambucanas-dirigem-musical-com-cancoes-de-milton-nascimento-e-liz-valente/" target="_blank"><strong>Abraço &#8211; Nunca estaremos sós</strong></a></em>, com direção de Duda Martins e Lívia Lins, que foi indicado a seis Prêmios APACEPE de Teatro e Dança, incluindo melhor trilha sonora. No Teatro Arraial, <em>Severinos, Virgulinos e Vitalinos</em> fica em cartaz até o dia 22/4, nas sextas-feiras e nos sábados, às 20h.</p>
<div id="attachment_45870" aria-labelledby="figcaption_attachment_45870" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/A-Fuzarca-Uma-Brincadeira-de-Rua.jpg"><img class="size-medium wp-image-45870" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/A-Fuzarca-Uma-Brincadeira-de-Rua-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Fuzarca &#8211; Uma Brincadeira de Rua entra em cartaz no domingo (19), às 16h</p></div>
<p>Já no domingo (19), às 16h, o equipamento cultural abre espaço para a montagem <em>A Fuzarca &#8211; Uma Brincadeira de Rua</em>. O espetáculo é uma folia cômica e poética que conta a história de três mendigos – palhaços que vivem de pedir esmolas, atividade essa que já não lhes dá condições de sobrevivência. Porém, tudo muda quando um dia o mendigo – palhaço – chefe resolve formar uma trupe circense e encenar um espetáculo de circo. Assim está armada a fuzarca, que convida a plateia a uma divertida e poética reflexão sobre os moradores de rua.</p>
<p>Numa mescla de circo e teatro, a encenação propõe um espetáculo onde o grande foco é o ator-palhaço. Repleto de <em>gags</em> e brincadeiras de palhaços tradicionais a montagem usa poesia e comicidade para refletir sobre as condições de vida dos moradores de rua. Com música executada ao vivo, com violão, bateria e instrumentos de brinquedo a sonoridade é um elemento que conduz o espetáculo.</p>
<p>&#8220;O público nesse experimento compõe a cena não apenas como plateia, mas como parte do jogo cênico. A dramaturgia é construída a partir de um processo colaborativo, a fuzarca leva aos palcos poesia e comicidade através desse grande poeta cômico que é o palhaço. Os figurinos foram pensados dentro do perfil de cada ator-palhaço, tendo como fonte de pesquisa os palhaços de circos tradicionais do Brasil. A iluminação é apenas um complemento da cena sem descaracterizar o ambiente circense. O plano de maquiagem segue a concepção de cada ator-palhaço priorizando a sutileza e o uso de cores bases (vermelho, branco e preto)&#8221;, conta o ator Geraldo Cosmo, um dos integrantes da montagem que está circulando por várias cidades pernambucanas desde 2013. O espetáculo segue em cartaz até o dia 30/4, sempre aos domingos, às 16h.</p>
<p><strong>Convocatória de ocupação</strong><br />
O projeto “Convocatória de Ocupação de Pautas de Equipamento Cultural para Espetáculos de Circo, Dança e Teatro”, desenvolvido pelo Teatro Arraial Ariano Suassuna, tem feito a diferença para a difusão das produções pernambucanas. Com duas edições anuais, a iniciativa acontece desde 2012 e prevê a concessão de um incentivo financeiro, com base no quantitativo de público obtido através do somatório das sessões.</p>
<p>A partir do cumprimento das temporadas, o projeto, além de atingir os objetivos de difusão das produções do Estado e de formação de plateias, permite o acesso democrático e transparente para sua ocupação. Nesta primeira edição de 2017, foram disponibilizados seis tipos de pauta, incluindo-se duas longas temporadas, uma de Teatro Adulto e uma de Dança, com 10 apresentações cada, o que permite às produções um maior número de apresentações e ao público mais oportunidades de prestigiar os espetáculos.</p>
<p>Segundo a gestora do Teatro Arraial, Ana Cláudia Wanguestel, &#8220;a convocatória já se tornou uma ferramenta importantíssima na difusão da produção cênica do Estado e é um mecanismo que preza cada vez mais pela transparência em seu processo suas seletivo&#8221;.</p>
<p><strong>Grade</strong><br />
Confira a programação completa dos espetáculos selecionados:</p>
<div id="attachment_45869" aria-labelledby="figcaption_attachment_45869" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernanda Acioly/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Severinos-Virgulinos-Vitalinos-Fernanda-Acioly.jpg"><img class="size-medium wp-image-45869" alt="Fernanda Acioly/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Severinos-Virgulinos-Vitalinos-Fernanda-Acioly-607x434.jpg" width="607" height="434" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Severinos, Virgulinos e Vitalinos</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 17/3 a 22/4<br />
<strong>Sinopse:</strong> “São dois na estrada, na caminhada, um é o circo, o outro é o rito”. `Severinos, Virgulinos e Vitalinos` conta a saga de dois filhos de artistas. Um é filho de palhaço e o outro de uma atriz mambembe que fugiram com o Circo e a Carroça da Divina Inspiração. Os dois partem para os confins do sertão na busca dos seus pais e acabam deparando-se com a morte (Severina), a violência (Virgulino) e com o sonho (Vitalino). O texto traça simbolicamente a realidade do homem e sua arte nos caminhos e veredas do tempo e da vida. No espetáculo, circo, teatro e música se apresentam juntos no picadeiro.</p>
<div id="attachment_45870" aria-labelledby="figcaption_attachment_45870" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/A-Fuzarca-Uma-Brincadeira-de-Rua.jpg"><img class="size-medium wp-image-45870" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/A-Fuzarca-Uma-Brincadeira-de-Rua-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>A Fuzarca &#8211; Uma Brincadeira de Rua</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 19/3 a 30/4<br />
<strong>Sinopse:</strong> Um abrigo e três mendigos. O que manda e os que obedecem. Povo e poder, um farsesco retrato da sociedade contemporânea numa história sobre poder e liberdade. Esse espetáculo conta a historia de Gegê e Pixuruca, dois mendigos que vivem sobre o comando de outro mendigo. Pimenta, aquele que manda, faz os seus subalternos acreditarem que é impossível viver sem o comando de um patrão. Mas um dia dois cantadores de rua aparecem na praça em que eles vivem e tudo pode mudar. Um espetáculo sobre a descoberta da liberdade através das brincadeiras do povo. É nesse contexto que o Grupo Teatral Risadinha comemora os seus 24 anos de muito trabalho, voltando ao seu espaço que tanto fez uso, a rua.</p>
<div id="attachment_45871" aria-labelledby="figcaption_attachment_45871" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Guto-Retomada_Trema-fernando-figueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-45871" alt="Fernando Figueroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/Guto-Retomada_Trema-fernando-figueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Retomada</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 28/4 a 27/5<br />
<strong>Sinopse:</strong> A performance “Retomada” nos fala das vozes que fortemente persistem ecoando sobre a terra arrasada. Nela o Totem corporifica a sacralidade das terras indígenas, sentida no ato ritual e na reverência de espírito aguerrido que tem seu povo pela sua terra. O espaço sagrado pelo qual se luta, é o mote desse trabalho, uma ode à mãe geradora e mantenedora de tudo. A cena ritual criado pelo grupo, não representa ou reproduz rituais vividos nas aldeias, através do teatro performático característico de sua poética, o Totem manifesta sua identificação com o sentimento de resistência. Sendo este um ato ritual único, onde os corpos entoam a força coletiva e invocam as vozes silenciadas nas páginas do tempo.</p>
<div id="attachment_45872" aria-labelledby="figcaption_attachment_45872" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">André Ramos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/doralice-andré-ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-45872" alt="André Ramos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/doralice-andré-ramos-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>DORalice</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 7/5 a 11/6<br />
<strong>Sinopse:</strong> Brincadeira de casinha e comidinha com Cidinha, a boneca preferida de Alice. A menina também brinca com um amiguinho de pique esconde, pega-pega, amarelinha. Alice e as histórias do Pai e os cuidados da Mainha. Tudo é brincadeira na vida da menina, até que um dia uma mão malvada invade a casinha de Cidinha e tudo muda na vida de Alice. O espetáculo não usa palavras para contar esta história&#8230;</p>
<div id="attachment_45873" aria-labelledby="figcaption_attachment_45873" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/em-nome-do-pai-.jpg"><img class="size-medium wp-image-45873" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/03/em-nome-do-pai--607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Em nome do Pai</strong></p></div>
<p><strong>Período:</strong> de 2/6 a 17/6<br />
<strong>Sinopse:</strong> “Em nome do Pai” reacende o debate sobre a valorização do texto, resgatando a importância do literário no teatro. No palco, pai e filho se enfrentam num embate psíquico desgastado pelo conhecimento vulgarizado de que as relações afetivas se estabelecem, logo após a morte do principal elo entre os dois: a mulher – esposa e mãe. Os sentimentos de amor, raiva, solidariedade e repulsa estão misturados sob a dor dessa perda avassaladora.</p>
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		<title>Espetáculo infantil “Luiz e Eu? Ô, viagem danada de boa!” entra em cartaz no Arraial</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 14:28:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O espetáculo Luiz e Eu? Ô, viagem danada de boa!, da Cia. Maravilhas, inicia nova temporada, neste domingo (10), às 16h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Sob a direção de Luiz Manuel, a montagem conta a história de uma amizade que tem como pano de fundo a vida e a obra de Luiz Gonzaga. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37823" aria-labelledby="figcaption_attachment_37823" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Maciel/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Luiz-e-Eu-FotoRicardoMaciel.22.jpg"><img class="size-medium wp-image-37823" alt="Ricardo Maciel/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Luiz-e-Eu-FotoRicardoMaciel.22-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As atrizes Márcia Cruz e Adélia Oliveira protagonizam a peça</p></div>
<p>O espetáculo <em>Luiz e Eu? Ô, viagem danada de boa!</em>, da Cia. Maravilhas, inicia nova temporada, neste domingo (10), às 16h, no Teatro Arraial Ariano Suassuna. Sob a direção de Luiz Manuel, a montagem conta a história de uma amizade que tem como pano de fundo a vida e a obra de Luiz Gonzaga. O nascimento de duas crianças é o mote para uma grande viagem. De um lado, nasce uma menina, banhada de poesia que segue viagem a procura de um lugar onde possa dar voz a seu coração. Por outro lado, nasce um menino que, no meio de uma grande festa, some. Onde foi parar essa criança? Uma estrela será a guia destas duas histórias.</p>
<p>Enquanto a lua gira, as atrizes Márcia Cruz e Adélia Oliveira, irão procurar essas crianças, de mãos dadas com o público. O espetáculo é uma grande vivência poética onde todos são convidados a dar as mãos e mergulhar fundo numa viagem que costura tempo, poesia, amizade e memórias. “Deste caldeirão brota um espetáculo de dramaturgia coletiva e pessoal, beirando o confessional em alguns momentos, onde o que mais importa é estar no presente. É contar a história enquanto atua nela e sobre ela, vivendo uma aventura que precisa ser desvendada a cada momento, perguntando: o que é que tem haver, Luiz e Eu?”, explica Luiz Manuel. A produção fica em cartaz até 31 de julho, sempre aos domingos, às 16h. Confira um <em>teaser</em> da montagem:</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fluizeeuoviagemdanadadeboa%2Fvideos%2F290257411324101%2F&amp;show_text=0&amp;width=560" height="315" width="560" allowfullscreen="true" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Espetáculo infantil <em>Luiz e eu? &#8211; Ô, viagem danada de boa!</em><br />
Onde: Teatro Arraial Ariano Suassuna (R. da Aurora, 457 – Boa Vista, Recife – PE) &#8211; See more at:<br />
Quando: 10, 17, 24 e 31/7, às 16h<br />
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)</p>
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