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	<title>Portal Cultura PE &#187; O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas</title>
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		<title>Trupe recifense mergulha em pesquisa sobre a obra de Marco Camarotti</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 14:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_47437" aria-labelledby="figcaption_attachment_47437" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33856156786_ef9cb1a680_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-47437" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33856156786_ef9cb1a680_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Oficinas fazem parte do projeto Pesquisa Cultural Aqui e Acolá no Rastro do Teatro Folclórico de Pernambuco</p></div>
<p>Desde sua gênese, em 2007, a Trupe Ensaia Aqui e Acolá vem investigando a obra do ator, encenador e doutor em teatro Marco Camarotti (<em>in memoriam</em>). Após uma série de trabalhos de pesquisa e de apresentarem os espetáculos <strong>Rififi no Picadeiro</strong> (2007) e<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/nacaocultural/performances-cenicas-se-despediram-do-fig-em-grande-estilo/" target="_blank"> <strong>O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas</strong> (2010), </a>inspirados em livros do autor pernambucano, a trupe se debruça agora em estudar o livro <em>Resistência e Voz: teatro do povo do Nordeste</em> (2001), com foco no teatro folclórico. A proposta é construir, através de oficinas que se ajustem a este olhar, uma montagem que feche uma trilogia inspirada nas obras de Camarotti.</p>
<p>A iniciativa faz parte do projeto <strong>Pesquisa Cultural Aqui e Acolá no Rastro do Teatro Folclórico de Pernambuco</strong>, que conta com incentivo do Governo do Estado, por meio do Funcultura. O principal objetivo é mergulhar na ancestralidade ritual das manifestações folclóricas nordestinas, através da realização de três oficinas de capacitação. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/oficina-de-cavalo-marim-recebe-inscricoes-no-recife/" target="_blank">A primeira, realizada em outubro passado pelo professor Fábio Soares, foi sobre Cavalo Marinho</a>. A segunda, intitulada O Ator Ritual, aconteceu na primeira semana de abril e foi ministrada por Ceronha Pontas. Já a Oficina de Mamulengo, ministrada por Marcondes Lima, acontecerá na segunda quinzena deste mês.</p>
<div id="attachment_47438" aria-labelledby="figcaption_attachment_47438" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33767872681_c268c273ee_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-47438" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33767872681_c268c273ee_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Com base na obra de Camarotti, a Trupe Ensaia Aqui e Acolá produziu e montou dois espetáculos teatrais, o &#8216;Rififi no Picadeiro&#8217; (2007) e &#8216;O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas&#8217; (2010)</p></div>
<p>Segundo Andrea Rosa, uma das integrantes da trupe e organizadora do projeto, o coletivo é formado por ex-alunos de Marco Camarotti que compartilhavam o desejo de pesquisar a obra do seu antigo mestre. “<em>Tínhamos uma relação extraclasse. Maria Clara Camarotti, filha dele, por exemplo, estudava na minha turma e escreveu o texto do nosso primeiro espetáculo da trupe, <strong>o Rififi no Picadeiro</strong> (2007), inspirado no livro A linguagem no teatro infantil (1984). A partir desta pesquisa surgiu O amor de <strong>Clotilde por um certo Leandro Dantas</strong> (2010), baseado na obra <strong>O palco no picadeiro: na trilha do circo teatro</strong> (2004)”.</em></p>
<p>Marco Camarotti defende em seus escritos uma série de reflexões de grande importância para o entendimento do fazer teatral. Dentre a sua produção teórica, pode-se destacar a defesa ao teatro para infância e juventude, ao circo-teatro e ao teatro folclórico, considerados, segundo ele, marginalizados pela sociedade por não serem objeto de estudos mais extensos e aprofundados por parte dos pesquisadores e profissionais das artes cênicas.</p>
<div id="attachment_47434" aria-labelledby="figcaption_attachment_47434" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33767877211_1a3425b4f4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-47434" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33767877211_1a3425b4f4_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Trupe Aqui Acolá é formada por ex-alunos do ator, encenador e doutor em teatro Marco Camarotti (in memoriam)</p></div>
<p>Para a trupe, faltava ainda construir uma montagem que dialogasse com a terceira obra de Camarotti, o livro <strong>Resistência e Voz: teatro do povo do Nordeste</strong> (2001), composto pela segunda parte da tese de doutorado do autor. Neste livro, Camarotti pontua a distinção, defendida por Roger D. Abrahams, entre o teatro folclórico, o popular e o sofisticado, bem como investiga as origens, as características e o sentido contemporâneo de quatro formas de teatro folclórico que ainda hoje são representadas no Nordeste brasileiro: o Bumba-meu-boi, a Chegança, o Pastoril e o Mamulengo.  <em>“A nossa atual pesquisa tem foco no teatro folclórico. Por isso que tivemos a oficinas de Cavalo Marinho, teremos a de Mamulengo e agora passamos pela Ator Ritual. Porque nesta obra o Marco Camarotti toca muito nessa questão do folclore brasileiro”,</em> revela Andrea Rosa.</p>
<p>Sobre a Oficina de Mamulengo, que será realizada na segunda quinzena deste mês, a atriz conta que as inscrições ainda não estão abertas, mas que os interessados podem acompanhar a página no Facebook da trupe e ficar por dentro das datas e horários. <em>“Para participar, basta enviar uma carta de intenção para o e-mail trupeensaiaaquiacola@gmail.com e a gente faz a seleção. Temos o entendimento de que é muito importante poder dividir, trazer outras pessoas que não são pesquisadores da trupe pras aulas”,</em> conta, revelando haver uma média de 25 alunos por oficina.</p>
<div id="attachment_47435" aria-labelledby="figcaption_attachment_47435" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33856148956_9a8e8d3c39_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-47435" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33856148956_9a8e8d3c39_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A oficina passou também por um estudo teórico amparado pelas obras de Camarotti, de Artaud e no conceito de corpos sem órgãos&#8221;, explica a professora Cerona Pontas, que ministrou a oficina O Ator em Ritual</p></div>
<p>De acordo com a professora Ceronha Pontas, a oficina O Ator em Ritual, passou por um trabalho de preparação e treinamento do ator em relação ao que é um ritual. <em>“Paralelo às oficinas, está acontecendo dentro da trupe a montagem do espetáculo Machuca, que é uma peça que passa pelo universo do ritual. Tem algumas cenas que são propositalmente construídas no modo ritualístico, contemplando esse modelo de teatro, e a gente aplicou na oficina muito do nosso treinamento em ensaio, partilhando com os participantes inclusive cenas construídas nos nossos experimentos. A oficina passou também por um estudo teórico amparado pelas obras de Camarotti, de Artaud e no conceito de corpos sem órgãos. Além disso, estudamos outros autores, como o Daniel Lins e o Teixeira Coelho, entre outros que foram citados por Camarotti e que nos amparam do ponto de vista teórico”.</em></p>
<p>O ator Daniel Alcântara, integrante da trupe, participou das duas últimas oficinas. <em>“A gente pensa, por exemplo, que Cavalo Marinho está apenas relacionado à dança, mas há nessa manifestação muita relação também com os processos de rituais. Neste sentido, a oficina O Ator em Ritual foi muito interessante e ainda mais profunda, porque a gente não entende muito o que de fato é um ritual. A pesquisa de Camarotti caminha nessa ideia de dividir o que é teatro e o que é ritual, e a oficina nos fez entender que elementos do ritual o teatro bebe. É um processo de descoberta, tudo o que estamos passando. Seja no cavalo marinho ou numa oficina de ritual, isso mostra que a gente ainda tem olhos muito fechados pra manifestações que estão nas nossas raízes. É uma maneira, talvez, da gente se reconectar com nossa ancestralidade e pra um trabalho de ator isso tudo só fortalece nosso vínculo”,</em> opina.</p>
<div id="attachment_47436" aria-labelledby="figcaption_attachment_47436" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33856154596_05c81c083a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-47436" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/33856154596_05c81c083a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Para o coletivo, Marco Camarotti defendeu em seus escritos uma série de reflexões de grande importância para o entendimento do fazer teatral</p></div>
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