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	<title>Portal Cultura PE &#187; O obscuro fichário dos artistas</title>
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		<title>HQ editada pela Cepe é uma das vencedoras do Prêmio Grampo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 16:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. O obscuro fichário dos artistas mundanos &#8211; roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira &#8211; ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73594" aria-labelledby="figcaption_attachment_73594" class="wp-caption img-width-378 alignright" style="width: 378px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Capa-Obscuro-fichario.jpg"><img class="size-medium wp-image-73594 " alt="Cepe Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Capa-Obscuro-fichario-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é a primeira do gênero HQ editada pela Cepe</p></div>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/valorizacao-dos-quadrinhos-no-lancamento-do-selo-cepe-hq/" target="_blank"><strong><em>O obscuro fichário dos artistas mundanos</em></strong></a> &#8211; roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira &#8211; ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário.</p>
<p>Lançada em 2019, a obra inaugurou o selo Cepe HQ e fez da editora pública a primeira pernambucana especializada em quadrinhos. <em>“Estamos radiantes com a notícia. É incrível ficar entre os dez melhores quadrinhos, estrangeiros e nacionais, lançados no Brasil ano passado. Acho que o prêmio é o reconhecimento a um trabalho feito com muito cuidado, muito amor. Um trabalho motivado especialmente pela paixão aos personagens, nossos resistentes artistas, e pelo desejo de contar um pouquinho da história de luta dos artistas deste país”</em>, declara Clarice, que já pensa em editar outros trabalhos com a mesma linguagem. <em>“Esse foi meu primeiro trabalho. Espero fazer muitos outros”</em>.</p>
<p>O editor da Cepe, Diogo Guedes, enxerga com alegria o reconhecimento e a circulação de um dos primeiros trabalhos do selo Cepe HQ no mercado editorial. <em>“O obscuro fichário dos artistas mundanos é uma obra forte porque sabe extrair do passado, dos documentos que demonstram a perseguição a artistas e estrangeiros na ditadura de Vargas, as resistências e aprendizados necessários para o presente”</em>, opina Diogo.</p>
<p>O jornalista e crítico de quadrinhos Paulo Floro, editor do site<em> O grito!</em>, que participou da votação do prêmio, acha que o reconhecimento corrobora o bom momento que vive o quadrinho atual em Pernambuco. <em>“Fazer parte das dez melhores obras lançadas no ano passado, em um período de um mercado editorial com tantos lançamentos, é um feito e tanto”, constata Paulo, acrescentando a característica inovadora da obra como relevante na inclusão do prêmio. “É um livro inovador dentro da linguagem das histórias em quadrinho ao trazer uma abordagem experimental para o meio ao mesmo tempo em que traz novos olhares para a história do Brasil”</em>, completa o crítico.</p>
<p><strong>A OBRA</strong><br />
A publicação é inspirada no projeto de pesquisa O obscuro fichário dos artistas mundanos, realizado entre os anos de 2014 e 2017. Os resultados do projeto de pesquisa, que inspirou a obra, estão no endereço eletrônico <a href="http://obscurofichario.com.br/" target="_blank"><strong>obscurofichario.com.br</strong></a>. São indícios da vida de mulheres e homens, brasileiros e estrangeiros, protagonistas de uma movimentação ocorrida no campo da arte e do entretenimento da cidade do Recife, entre as décadas de 1930 e 1950, que lançam luz sobre uma potente história cultural e política do estado e do país. Um mundo habitado por bailarinas acrobatas e sapateadores excêntricos, cantores de rádio e cossacos russos, pugilistas e ilusionistas, artistas teatrais e enciclopédicos.</p>
<p>Para a polícia de Vargas todos que estivessem de alguma forma ligados à cena do entretenimento eram considerados artistas e, portanto, fichados com prontuário na Delegacia de Ordem Política e Social. Nesse rolo entravam prostitutas, pugilistas e até espaços suspeitos, por serem lugares onde havia muita rotatividade a exemplo de hotéis, pensões, teatros, cabarés, agremiações carnavalescas, vigiados pela polícia. O livro custa R$ 35 e está à venda na loja virtual da Cepe: <a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>.</p>
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