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	<title>Portal Cultura PE &#187; orquestra nordestina</title>
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		<title>Orquestra Nordestina leva a cultura e a música pernambucana para escolas da Alemanha</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 14:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Durante todo o último mês de setembro, um projeto incentivado pelo Funcultura rodou várias regiões da Alemanha para apresentar elementos da cultura nordestina. O For All: Itinerância Internacional da Música Nordestina, idealizado pela produtora e professora Milca de Paula, levou para a Europa a Orquestra Nordestina, que tem como base o mosaico [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65488" aria-labelledby="figcaption_attachment_65488" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/maxresdefault1.jpg"><img class="size-medium wp-image-65488 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/maxresdefault1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Idealizado pela produtora e professora Milca de Paula, o projeto levou para a Europa a Orquestra Nordestina, que tem como base o mosaico musical de Pernambuco através de ritmos como o xaxado, coco, maracatu, caboclinhos, baião, frevo, ciranda e xote</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Durante todo o último mês de setembro, um projeto incentivado pelo Funcultura rodou várias regiões da Alemanha para apresentar elementos da cultura nordestina. O <strong>For All: Itinerância Internacional da Música Nordestina</strong>, idealizado pela produtora e professora Milca de Paula, levou para a Europa a<strong> <a href="https://www.facebook.com/Orquestra-Nordestina-130684257269888/" target="_blank">Orquestra Nordestina</a></strong>, que tem como base o mosaico musical de Pernambuco através de ritmos como o xaxado, coco, maracatu, caboclinhos, baião, frevo, ciranda e xote. Ao todo, foram 32 apresentações realizadas, em festivais, escolas, abrigos para refugiados, praças e ruas.</p>
<p>O objeto era realizar uma itinerância internacional da música nordestina, com  repertório autoral e cultural apresentando os vários ritmos tradicionais citados anteriormente.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YQUiyeYkLTY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/pernambucana-sera-premiada-pela-sociedade-mundial-de-educacao-musical/" target="_blank">Segundo Milca de Paula, o convite pra fazer essa turnê na Alemanha surgiu a partir de um desdobramento do Congresso da Sociedade Mundial de Educação Musical (ISME).</a></strong> Em 2016 a professora foi convidada para apresentar uma tese de mestrado, intitulada <strong>A política e a gestão do ensino da música na escola pública em Pernambuco: Uma análise na construção de um sujeito estético, </strong>que chegou a receber uma premiação durante o congresso internacional. O estudo dialogava diretamente com outro produto, o livro <strong>Orquestra Nordestina – Uma abordagem histórica e sonora dos instrumentos e ritmos da região</strong> (lançado em 2015 e também incentivado pelo Funcultura).</p>
<p><em>“Quando participei da ISME 2016, conheci vários profissionais da área da educação, como o Andreas Pascher e a Gudrun Henninger, que dois meses após o congresso fizeram o convite para que apresentássemos a ideia do livro em algumas escolas da Alemanha. Eram, a princípio, 12 apresentações, em escolas e abrigos. O Funcultura exigia ao menos seis, mas no final fizemos 32 porque uma escola foi entrando em contato com a outra. Ao chegarmos lá, a agenda estava bem maior, com a inclusão de dois festivais que nos convidaram cinco meses antes de viajarmos”,</em> explica Milca de Paula.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/rRE5MDB2Mbk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Além disso, o projeto contemplou ainda concertos beneficentes em igrejas para apoiar a ONG LEVANTE &#8211; que funciona no Brasil ajudando crianças em situação de vulnerabilidade social.<em> “Também antes da viagem realizamos uma apresentação na APEC (Associação Pernambucana de cegos), dentro da lei da acessibilidade, e foi um momento muito especial pra gente”,</em> lembra a professora.</p>
<p>Na Alemanha, a Milca faria questão de convidar o público,<em> “com muito jeito, para conhecer e aprender um passo de forró, a ciranda. Os alemães são bem sérios, e fiquei até preocupada como seria aceitação, mas foi uma surpresa maravilhosa. A maioria preferia que se falasse em português, e traduzissem para o alemão. Até o folder a gente pensou nisso. Perguntei antes de produzi-los se eles queriam na língua deles ou em inglês. E eles pediram que fosse feito na sua língua-mãe”.</em> Durante as apresentações, os tradutores foram o Andreas Pascher e a Gudrun Henninger, e quando foi necessária, a tradução inglês/português foi feita pela Loíde Domingues.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/t7NpDE3F9YU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Em relação à montagem da equipe, Milca de Paula conta que esperou o projeto ser aprovado para começar a costura. A banda é formada por alunos e professores de música vinculados a instituições de ensino musical como Conservatório Pernambucano de Música, Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Criatividade Musical do Recife e o Centro de Educação Musical de Olinda.</p>
<p><em>“Eu já tinha meu time de músicos, envolvidos principalmente com a UFPE. Mas quando o projeto foi aprovado, algumas pessoas estavam com problemas pessoais, e eu tive que chamar outros integrantes. Pedi indicações ao Centro de Educação Musical de Olinda (CEMO), mas tive cuidado de levar gente que estivesse estudando música para mostrar nosso trabalho e ter uma experiência cultural”,</em> pontua a produtora.</p>
<div id="attachment_65486" aria-labelledby="figcaption_attachment_65486" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/37879447_1019238371584768_4100615473190666240_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-65486 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/37879447_1019238371584768_4100615473190666240_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Orquestra Nordestina é formada por alunos e professores de música vinculados a instituições de ensino musical como Conservatório Pernambucano de Música, Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Criatividade Musical do Recife e o Centro de Educação Musical de Olinda</p></div>
<p style="text-align: left;">Os músicos selecionados foram: Kelsen Gomes (teclado/piano); Amanda Cabral da Cunha (violino/voz); Gilson Livramento dos Santos (sax); Newton Messias (violão); Henrique (contrabaixo e sanfona); Wendel Bento (flauta transversal); Marcos Acyoli (pífano e sax); Samuel Bento (bateria e percussão); e Marcos Júnior (técnico de som).</p>
<p>Já a equipe principal do projeto foi composta por Milca de Paula (coordenação geral/compositora/vocalista); Sandra Maria da Silva (assessoria de elaboração de projeto); José Adriano Apolinário e Adriano Marcena (diretores artísticos); Nehemias Fernandes  (produtor musical); Alberto Amaral (assessor de imprensa) e Julia Azevedo (figurinista).</p>
<div id="attachment_65487" aria-labelledby="figcaption_attachment_65487" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/42352651_2256601511243714_2288464656706043904_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-65487 " alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/42352651_2256601511243714_2288464656706043904_n-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Nordestina em frente ao palácio de Maurício de Nassau, em Dilenburg</p></div>
<p style="text-align: left;">Milca revela que já há convites para levar a Orquestra Nordestina para o Canadá e Austrália. <em>“Mas se tem um projeto que eu queria participar era o <strong>Outras Palavras</strong>, da Secult-PE e Fundarpe. Sou professora e a escola é um espaço que eu tenho que estar para fomentar a nossa música e nossa cultura. Quando algo assim vai para o ambiente escolar, ela ganha força porque vai se perpetuar. É lá que os jovens vão entender o que é Luiz Gonzaga, o que faz um frevo ser o que é”.</em></p>
<p>A produtora ressalta que desde que o livro Orquestra Nordestina foi publicado, sua vida mudou. “<em>Como venho de origem humilde, hoje realmente é outra história de vida, e que estou vivendo graças às políticas públicas do estado. Sei que existem coisas a melhorar, mas essa foi a minha experiência com o incentivo do Governo do Estado, e sou muito grata”.</em></p>
<p><strong>Algumas apresentações realizadas durante o For All: Itinerância Internacional da Música Nordestina</strong></p>
<p><strong>FESTIVAIS:</strong><br />
7 de setembro: “Lichtpunktfestival” em Duisburg/Rheinhausen<br />
8 de setembro: (festival na Rua) -  Strassenfest em Hochfeld/Duisburg</p>
<p><strong>ABRIGOS DE REFUGIADOS:</strong><br />
14 de setembro: Concerto em Eibelshausen<br />
15 de setembro: Concerto em  Erdbach<br />
16 de setembro: Concerto em  Bochum-Langendreer<br />
22 de setembro: Concerto à noite  em Haiger<br />
23 de setembro: Concerto em Solingen-Aufderhöhe</p>
<p><strong>CONCERTO E AULA NAS ESCOLAS</strong><br />
11 de setembro: Sekundarschule Rheinhausen (Duisburg)<br />
12 de setembro: Grundschule Simmersbach<br />
13 de setembro: Johannes-Gutenberg-Schule Ehringshausen<br />
14 de setembro: August-Hermann-Franke-Schule Gießen<br />
20 de setembro: Lindenhofschule Halver<br />
20 de setembro: Schloß-Gymnasium Benrath – Düsseldorf<br />
21 de setembro: Wuppertal-Vohwinkel<br />
25 de setembro: Humboldt-Gymnasium Solingen</p>
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		<title>Pernambucana será premiada pela Sociedade Mundial de Educação Musical</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2016 20:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pernambucana vai representar o Brasil durante o Congresso da Sociedade Mundial de Educação Musical, a ISME 2016, que acontece de 24 a 29 de julho. Milca de Paula, professora e produtora cultural, vai até a Escócia, onde será realizado o evento, para apresentar um artigo científico de sua autoria sobre a análise do ensino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/12004966_172850099719970_93330715793431513_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-38077 aligncenter" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/12004966_172850099719970_93330715793431513_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Uma pernambucana vai representar o Brasil durante o <a href="https://www.isme.org/" target="_blank"><strong>Congresso da Sociedade Mundial de Educação Musical</strong>, <strong>a ISME 2016</strong></a>, que acontece de 24 a 29 de julho. Milca de Paula, professora e produtora cultural, vai até a Escócia, onde será realizado o evento, para apresentar um artigo científico de sua autoria sobre a análise do ensino da música nas escolas públicas de Pernambuco. O artigo, que apresenta sua dissertação de mestrado, teve como inspiração um livro lançado por ela em 2015, com incentivo do Funcultura, intitulado <strong>Orquestra Nordestina – Uma abordagem histórica e sonora dos instrumentos e ritmos da região</strong>. Além da apresentação do artigo, a professora será a única brasileira a receber o Prêmio ISME 2016, entregue aos projetos na área da educação musical de grande relevância para a comunidade acadêmica.</p>
<p>Milca de Paula, que sempre foi de escola pública, começou a estudar música aos nove anos,uma relação que mudaria para sempre a sua vida.  <em>“Eu sou de uma época que a gente tinha ensino da música nas escolas e isso era muito saudável, funcionou bastante comigo. Até que isso foi retirado da grade curricular com a chegada da ditadura militar. Só depois de 32 anos, <strong><a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11769.htm" target="_blank">veio a Lei Federal 11.769/2008</a></strong>, sancionada pelo presidente Lula, que determina a obrigatoriedade do ensino da música na grande curricular das escolas”</em>, explica ela.</p>
<p>Depois de terminar o Ensino Médio, ela deu início à sua saga de unir a música à educação. Formou-se em Música e Pedagogia e fez uma especialização em ensino musical para crianças. <em>“Daí eu pensei: por que não pegar todas essas minhas apostilas, áudios, textos, todo esse material que coletei ao longo da vida, e juntar tudo num material didático? Foi assim que surgiu a ideia de criar o livro Orquestra Nordestina, que lancei em novembro do ano passado e que produzi com incentivo do Funcultura com o objetivo de que ele servisse de material didático para o cumprimento da Lei Federal 11.769/2008”</em>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/12553035_539397952902148_5858418232570059008_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-38078 aligncenter" alt="milca de paula" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/12553035_539397952902148_5858418232570059008_n-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com o livro em mãos, Milca se associou à Associação Brasileira do Ensino Musical (ABEM), Associação de Pesquisa em Música no Brasil (AMPOL) e na Sociedade Internacional de Educação Musical (ISME). Tudo isso coincidiu com a conclusão do mestrado na área da educação musical que ela também havia iniciado. <em>“Perguntei ao meu orientador se eu poderia pesquisar sobre a importância do ensino da música nas escolas. É a partir desse mergulho que inicialmente surge o artigo que será defendido no ISME 2016, cujo título real é ‘<a href="http://www.sbece.com.br/resources/anais/3/1427299762_ARQUIVO_ArtigoaceitoparaenviarCANOAS.pdf" target="_blank"><strong>A política e a gestão d0 ensino da música na escola pública em Pernambuco: Uma análise na construção de um sujeito estético</strong></a>’”</em>, revela.</p>
<p>A pesquisa de campo que Milca de Paula teve que realizar como objeto de estudo do mestrado foi na Escola Estadual Dom Vieira, em Nazaré de Mata. <em>“Naquele ambiente não tinha projeto com música, e eu tive que ir lá durante um tempo para fazer com que a Lei Federal 11.769/2008 valesse pelo menos ali. Comecei a perceber que em Nazaré da Mata tem um histórico de grupos e fanfarras estudantis, e que há cinco anos a banda da escola havia sido desativada”</em>. Foi quando ela teve a ideia de levar até a Zona da Mata de Pernambuco uma experiência bem sucedida de uma banda de escola em funcionamento do Recife, a Banda Marcial Escola Rotary, do Alto do Pascoal, comandada pelo Mestre Zé Renato.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Vv6MIi7Qx_U" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Toda essa experiência foi levada para a tese de mestrado, que foi submetida no final do ano passado para avaliação da ISME. A surpresa da pernambucana é que a Sociedade não só aceitou o seu trabalho como irá premiá-lo durante o congresso na Escócia. <em>“Quando eu soube do prêmio, fiz questão de entregar uma cópia do convite ao meu orientador de mestrado, aos meus professores e à equipe do Funcultura como forma de agradecimento. Foram apenas oito pessoas selecionadas do mundo inteiro, que contam relatos de experiências e vivências com a educação musical. E do Brasil, só eu fui selecionada”</em>, contou emocionada.</p>
<p>Milca ainda não sabe o dia da entrega da premiação, mas na quarta (27), às 16h, fará uma apresentação do seu artigo durante o evento. <em>“Acredito que o meu projeto foi selecionado porque eu coloco o ensino da música como um agente na formação ética e estética do indivíduo. A música desenvolve raciocínio lógico que vai repercutir em outras matérias, independente se o aluno que ou não ser um profissional da música”</em>, comemora.</p>
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