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	<title>Portal Cultura PE &#187; Parque Euclides Dourado</title>
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		<title>Cultura popular com muito groove, punk e rap encerra o Polo Lo-Fi no 31º FIG.</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 08:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No último domingo (30), a noite de encerramento do Polo Lo-Fi no 31º FIG mostrou que o Manguebeat continua vivo através de várias gerações de artistas pernambucanos. O público pulou e dançou ao som de muito punk, hip hop e rap com fortes referências de maracatu, ciranda, frevo e coco dos grupos Janete Saiu para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">No último domingo (30), a noite de encerramento do Polo Lo-Fi no 31º FIG mostrou que o Manguebeat continua vivo através de várias gerações de artistas pernambucanos. O público pulou e dançou ao som de muito punk, hip hop e rap com fortes referências de maracatu, ciranda, frevo e coco dos grupos Janete Saiu para Beber, Banda Viruz e Maracatu pro Mundo.</p>
<p>Direto do Cabo de Santo Agostinho, os meninos da Janete Saiu para Beber abriu a noite do palco esquentando o clima com um punk rock cuja percussão contou com alfaia, tambor, pandeiro e ganzá, traduzindo a cultura popular para a linguagem do hardcore. O repertório de músicas autorais contou com o reforço de outros artistas independentes como rapper o  CaosMaria e a dupla Sete Palha. Na ocasião, o vocalista César Braga elogiou a participação do Polo Lo-Fi no FIG. “A gente queria dizer que esse palco é muito importante, porque abre oportunidade para muita gente nova, obrigado por isso”, agradeceu.</p>
<p>Logo em seguida, a Banda Viruz contaminou todo mundo com o groove do seu hip hop, que conta com batidas de coco e maracatu. Em 2023, o grupo comemora 30 anos de carreira trazendo versos sobre compromisso social e valorização da cultura popular nordestina. O conjunto também parabenizou a programação do festival por conta dos três polos dedicados à música underground, fomentando a cadeia de música independente.</p>
<p>Para fechar o palco, a banda garanhuense Maracatu pro Mundo trouxe sons diversos associado à levada do maracatu. As alfaias marcaram forte presença em todo o repertório, que foi desde composições autorais de rap e ciranda até releituras de sucessos nacionais, como o funk “Cavalo de Tróia”, de MC Kevin, e o rock de “Zóio de Lula”, de Charlie Brown Jr. A reverência ao Manguebeat foi evidenciada com covers de “Rios, Pontes e Overdrives” e “Maracatu Atômico”, gravadas por Chico Science e Nação Zumbi, sendo essa última de autoria de Jorge Mautner.</p>
<p dir="ltr">Promovido pelo Governo de Pernambuco, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com investimento de R$ 11,6 milhões, o FIG 2023 reforçou a valorização do artista pernambucano, que compõe os 20 polos do festival, que prossegue até o próximo dia 31. São 398 atrações culturais. Desse total, 89,70% (357) selecionados pela convocatória são pernambucanos; e 10,30% (41) são de outros estados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FIG 2022: Palco Pop e Forró encerram suas atividades com registros de grandes shows</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Aug 2022 02:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95764" aria-labelledby="figcaption_attachment_95764" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-95764" alt="Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Localizado no Parque Euclides Dourado, o Palco Pop/Forró é um dos polos culturais por onde mais circulam pessoas no FIG</p></div>
<p>Marcado por grandes shows e uma homenagem ao agitador cultural e fundador do Boi da Macuca, o Palco Pop/Forró (Viva Zé da Macuca) consolida-se como grande atrativo do 30º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), recebendo cantores e bandas já reconhecidos em todo país, e projetando artistas para o cenário nacional. Em seu encerramento, nesse sábado (30), subiram ao Palco Pop, Fada Carabina, Juliano Holanda, Banda Eddie, Flaira Ferro; já no Palco Forró, o público acompanhou as apresentações da Banda Musas, Zé do Peba, Maciel Melo e Benil.</p>
<p>A banda garanhuense, Fada Carabina se apresentou pela primeira vez no FIG, e abriu a programação do palco com músicas autorais e muito rock. O público lotou o espaço para prestigiar os artistas da terra, que fizeram um show muito animado. “Acompanhei o desenvolvimento deles, é uma banda que traz muita cultura e onde eles estão, nós estamos lá vibrando, cantando e feliz pela visibilidade que uma banda autoral de Garanhuns está tendo”, contou Lucas Henrique, que não perdeu um momento do show.</p>
<p>Em seguida, Juliano Holanda subiu ao palco apresentando o show “Por Onde as Casas Andam em Silêncio”, álbum lançado em 2021 em todas as plataformas de streaming. Juliano, que tem parceria com diversos artistas de Pernambuco e de todo o Brasil, também trouxe canções que nunca foram lançadas em um show autoral.</p>
<p>O terceiro momento da noite ficou por conta da Banda Eddie, que carrega 33 anos de história e traz na sua identidade a música com o gingado olindense. A banda apresentou músicas conhecidas da carreira, como “Quando a Maré Encher”, “Veraneio”, “Desequilíbrio”, entre outras. Fechando a noite no Palco Pop, Flaira Ferro apresentou o show “Virada na Jiraya”, em uma performance com muita originalidade que envolve dança, figurino e atuação. O público presente vibrou a cada música.</p>
<p>Logo depois, o Palco Pop se transformou em Palco Forró e iniciou a programação do último dia do polo no FIG, com a Banda Musas, composta pela dupla de Cachoeirinha, Rakline Queiroz e Vanessa Lira. Em seguida subiu ao palco o sanfoneiro Zé do Peba, que fez um show em comemoração aos 55 anos de carreira no forró. O sanfoneiro é um dos principais representantes do forró autoral na região de Arcoverde e não deixou ninguém parado durante a apresentação.</p>
<p>No terceiro momento da noite, subiu ao palco o cantor e compositor pernambucano, Maciel Melo, que tem aproximadamente 33 anos de carreira no forró e era uma das atrações mais esperadas do polo. Finalizando a noite de encerramento, a apresentação ficou por conta do cantor e compositor caruaruense Benil, que desde 1998 entrou no mundo da música e integrou o forró na sua vida em 2003. Com muitos anos de carreira, Benil fez um show cheio de alegria e energia para todo o público presente na maior, melhor e mais intensa edição do FIG.</p>
<p>Veja as fotos:</p>
<div id="attachment_95769" aria-labelledby="figcaption_attachment_95769" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-95769" alt="Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-6-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Flaira</p></div>
<div id="attachment_95768" aria-labelledby="figcaption_attachment_95768" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-95768" alt="Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Juliano Holanda</p></div>
<div id="attachment_95767" aria-labelledby="figcaption_attachment_95767" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-95767" alt="Tarsio Alves/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/palco-pop-forro-foto-tarsio-alves-secult-pe-fundarpe-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie</p></div>
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		<title>Jornada de MC’s retorna ao FIG neste final de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 20:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos dias 29 e 30 de julho, o Palco Som da Rural, no Parque Euclides Dourado recebe a Jornada de MC’s. As atividades se iniciaram às 9h deste sábado (29), e a abertura contou com uma roda de diálogos &#8220;Hip Hop é a Pauta&#8221;. Em sua 30ª edição, o Festival de Inverno de Garanhuns consolida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95700" aria-labelledby="figcaption_attachment_95700" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/batalha-de-mcs-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-95700" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/batalha-de-mcs-3-607x393.jpeg" width="607" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">O DJ Big comanda a Jornada dos MC&#8217;s</p></div>
<p>Nos dias 29 e 30 de julho, o Palco Som da Rural, no Parque Euclides Dourado recebe a Jornada de MC’s. As atividades se iniciaram às 9h deste sábado (29), e a abertura contou com uma roda de diálogos &#8220;Hip Hop é a Pauta&#8221;. Em sua 30ª edição, o Festival de Inverno de Garanhuns consolida sua programação com diversidade e celebra a voz da periferia. A Batalha de MC &#8216;s iniciou suas atividades em 2005, no Pátio de São Pedro, com objetivo de levar a comunidades cultura e inclusão social, por meio do Hip Hop. &#8220;Essa retomada cultural chama a responsabilidade política, congregando a força do Hip Hop, depois de dois anos de muito perda, temos que ocupar esse espaço e mostrar que a cultura da periferia mantém-se viva&#8221;, declara DJ Big.</p>
<p>A programação contará com as Batalhas de Mc&#8217;s e as competições de danças de rua em exibições de break, estilo versos estilo, popping e open estyle, divida em duas fazes, e no final do evento os vencedores serão conhecidos do grande publico, os jurados das batalha serão: Alfa, Clau de Luna, Luan, Hiamme e Take-One. Já os apresentadores Bione, Negrita, Hullipop e Okado do Canal vão conduzir os visitante ao mergulho na cultura hip hop.</p>
<p>Os show ficaram por conta de Pregadores do Rep, grupo que esse ano celebra seus 20 anos de carreira, sobem ao palco também, Nanny Nagô, Grito da Favela, Acria, Gel Prancha, Davzord, Copo Roxo, Agô e Acria. Os Djs Big, Charles Mello e Dj Fino, conduzem as pickup com diversos estilos do Hip Hop. Durante os dois dias os artistas do grafite realizaram performances visuais e intervenções no parque. Ademais a cultura popular será celebrada com a presença de Orquestra Expresso, Maestro Forro e Bonecos Gigantes.</p>
<p>&#8220;Nos últimos anos, a participação do Movimento Hip Hop no festival, buscou valorizar jovens talentos espalhados pelo estado. Tal iniciativa oportuniza espaço digno para que a produção musical e poética da periferia fosse valorizada, impulsionando o movimento e o trabalho de jovens MC´s que esperam no FIG um lugar privilegiado para se expressarem&#8221;, festeja o produtor da jornada DJ Big.</p>
<p>Serviço<br />
Jornada de MC’s – FIG 30 anos<br />
Data: 29 e 30 de julho de 2022<br />
A partir das 9h<br />
Parque Euclides Dourado – Palco Som da Rural &#8211; Garanhuns</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>29 de Julho</strong></span><br />
9h: Roda de Diálogo &#8220;Hip Hop é a pauta&#8221;<br />
10h20: Maestro Forro e bonecos gigantes<br />
11h: Orquestra Maestro Maia<br />
11h40: Dj Charles<br />
12h10: Orquestra Expresso<br />
12h50: Show Pregadores do Rep<br />
13h20: Batalha de DJs<br />
14h: Apresentação das Oficinas<br />
14h40: 1ª fase Open Style<br />
15h30: Batalha de MC&#8217;s<br />
17h30: Batalha de Break (Dj Phino)<br />
18h10: Show de Davzord<br />
18h30: Show de Nanny Nagô</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>30 de Julho</strong></span><br />
9h: 2ª parte da roda de diálogos &#8220;Hip hop é a pauta&#8221;<br />
10h20: Cypher Break<br />
11h: Show de Gel da Prancha<br />
11h30: Show de Mc Acuda e Copo Roxo<br />
12h: Microfone aberto &#8211; Poesia e Dj<br />
13h: 2ª fase do Break<br />
14h10: Batalha de Popping<br />
15h: Show de Grito da Favela<br />
15h30: Show de Speed Souza<br />
16h: 2ª fase Open Style<br />
16h40: Show de Agô<br />
17h10: Show de Acria<br />
17:40: Batalha de Beatbox<br />
18h30: Final das Batalhas com Dj Big</p>
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		<title>Programação de gastronomia do FIG apresenta sabores e patrimônios do estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-de-gastronomia-do-fig-apresenta-sabores-e-patrimonios-do-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 14:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[27º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cláudia Frazão]]></category>
		<category><![CDATA[assessoria de Gastronomia da Secretaria de Cultura de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha Patrimonial – Territórios]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Já tomou jatobá?]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Euclides Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Praça Souto Filho]]></category>
		<category><![CDATA[RG Terroir Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Ampliar o olhar do senso comum em relação à gastronomia pernambucana enquanto patrimônio cultural. Esta é a proposta da programação gastronômica do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, que este ano apresenta três atividades que buscam criar essa conexão entre o público. Dentre as ações previstas durante o FIG &#8211; que acontecerão na Praça Souto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50819" aria-labelledby="figcaption_attachment_50819" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/7581867550_28d393d01d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50819" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/7581867550_28d393d01d_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Parque Euclides Dourado recebe uma das ações da programação de gastronomia do FIG 2017: O Painel de alimentos típicos e culinária de regiões pernambucanas, de Leonardo Barbosa</p></div>
<p>Ampliar o olhar do senso comum em relação à gastronomia pernambucana enquanto patrimônio cultural. Esta é a proposta da programação gastronômica do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, que este ano apresenta três atividades que buscam criar essa conexão entre o público. Dentre as ações previstas durante o FIG &#8211; que acontecerão na Praça Souto Filho, Parque Euclides Dourado e Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns &#8211; haverá palestras, degustações e debates sobre a cadeia produtiva e seus atuais desafios.</p>
<p>De acordo com a assessora de Gastronomia da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Ana Cláudia Frazão, todas as ações (tanto a da Secult-PE como as das propostas da convocatória) convergem neste sentido de voltar o olhar para a gastronomia enquanto cultura e patrimônio. “<em>Este ano teremos duas propostas da convocatória e uma iniciativa promovida Secretaria de Cultura do estado. E neste sentido a nossa diversidade é o que vai ser destacado, fugindo do olhar mercadológico e pensando a gastronomia a partir do território e de características peculiares como o solo, cadeia produtiva e insumos, entre outros”.</em></p>
<div id="attachment_50815" aria-labelledby="figcaption_attachment_50815" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/10399128_588491104639379_2098813726677492259_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-50815" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/10399128_588491104639379_2098813726677492259_n-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Questões como a certificação dos queijos produzidos em Pernambuco estarão na pauta da palestra Cozinha Patrimonial – Territórios, promovida pela Secretaria de Cultura do estado</p></div>
<p>Um destas propostas é o <strong>RG Terroir Pernambuco</strong> (Painel de alimentos típicos e a culinária das determinadas regiões do estado de Pernambuco), do realizador Leonardo Barbosa, marcado para ocorrer no Parque Euclides Dourado, de 21 a 29 de julho, das 15 às 17h. De acordo com Leonardo, a expressão ‘RG terroir’ é um termo francês que engloba uma região específica e leva em consideração o clima, o solo e as condições naturais, de forma a propiciar a produção de alguns produtos. <em>“Este projeto dá um recorte de algumas regiões e produtos do estado, e vamos criar um painel que será apresentado através de degustações, palestras e debates. A ideia é valorizar e fortalecer os produtores e produtos locais”,</em> revela.</p>
<p>Outra atividade prevista é análise sensorial <strong>Já tomou jatobá?</strong>, de Danielle Jansen , que vai promover uma degustação e palestras sobre a produção da bebida feita com esta matéria-prima. A atividade será realizada de 22 a 24 de julho, das 16h às 18h, na Praça Souto Filho.</p>
<div id="attachment_50818" aria-labelledby="figcaption_attachment_50818" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/alfenim.jpg"><img class="size-medium wp-image-50818" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/alfenim-607x318.jpg" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das atividades que vão acontecer após a palestra &#8216;Cozinha Patrimonial – Territórios&#8217; será a degustação de alguns patrimônios, como o alfenim de Agrestina, município que hoje detém a maior produção estadual deste produto</p></div>
<p>Segundo Ana Cláudia Frazão, a palestra <strong>Cozinha Patrimonial – Territórios</strong>, promovida pela Secretaria de Cultura do estado, trata exatamente sobre o conceito de gastronomia patrimonial em Pernambuco. “<em>Nós vamos trazer um arrolamento baseado na bacia leiteira do estado, e tratar de discussões próprias da região, como, por exemplo, a questão da certificação dos nossos queijos. Teremos também a degustação de alguns patrimônios, como o alfenim de Agrestina, município que hoje detém a maior produção estadual deste produto, feito de forma totalmente artesanal”.</em> O encontro está marcado para acontecer no dia 22 de julho, a partir das 14h, no Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns, e é aberto ao público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE GASTRONOMIA DURANTE O 27º FIG:</strong></span></p>
<p><strong>Já tomou jatobá?</strong><br />
Danielle Jansen<br />
Análise sensorial da bebida tônica e não alcoólica<br />
De 22 a 24/07 | 16h às 18h | Praça Souto Filho</p>
<p>RG Terroir Pernambuco<br />
Leonardo Barbosa<br />
Painel de alimentos típicos e culinária de regiões pernambucanas<br />
Dias 21, 22, 23, 27, 28 e 29/07 | 15h às 18h | Parque Euclides Dourado</p>
<p><strong>Palestra ‘Cozinha Patrimonial – Territórios’ + Ação ‘Degustando a Cultura Local’</strong><br />
Benoit Paquereau, Raul Lody, Josenildo Santos, com a participação de Beth da Mata<br />
Diálogos sobre a geografia de território gastronômico, com ênfase nos produtos originários do Agreste Meridional. Após a conversa, degustação de receitas com café, queijo, doces e outros.<br />
Dia 22/07 | 14h às 16h30 | Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns</p>
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		<title>Armazém da Arte e Negócios já atrai grande público ao Parque Euclides Dourado</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2016 15:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Roberto Moraes Filho Agregando diversas opções de produções artesanais, o Armazém da Arte e Negócios já está aberto à visitação do público do FIG 2016. Em parceria com o SEBRAE, o polo para o artesanato durante o festival está instalado no Parque Euclides Dourado. Associações e artesãos independentes exibem e comercializam até o sábado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-38315" alt="Foto: Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;">Por: Roberto Moraes Filho</p>
<p style="text-align: justify;">Agregando diversas opções de produções artesanais, o Armazém da Arte e Negócios já está aberto à visitação do público do FIG 2016. Em parceria com o SEBRAE, o polo para o artesanato durante o festival está instalado no Parque Euclides Dourado. Associações e artesãos independentes exibem e comercializam até o sábado (30), uma variedade de acessórios confeccionados em couro, artefatos para decorações de ambientes e adereços pessoais.</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8221;<em>São 75 estandes, reunindo diversas tipologias de artesanato de Pernambuco, disponíveis tanto para a aquisição a preços populares, como para a apreciação de quem se encontra de passagem pelo estado e quer levar uma lembrança especial de Pernambuco”</em>, informou Breno Nascimento, assessor de Artesanato da Secult-PE.</p>
<div id="attachment_38317" aria-labelledby="figcaption_attachment_38317" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Mestre-Bila-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-38317" alt="Foto: Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Mestre-Bila-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Bila, um dos integrantes da Associação dos Mamulengueiros de Glória do Goitá</p></div>
<p>Para a criançada, um dos estandes mais chamativos é o da Associação dos Mamulengueiros de Glória do Goitá. <em>&#8220;Estamos comercializando fantoches, fibras, chibanas e outras opções de brinquedos populares, com preços que variam de R$ 20 a R$ 40. Nossas produções também caracterizam fortemente a arte da cidade, conhecida em pernambuco como o berço do mamulengo&#8221;</em>, explicou o mestre Bila, artesão desde os 9 anos de idade.</p>
<p>Com dicas para presentear, como lembrancinhas em feltro, quadros em patchwork embutido e relógios personalizados, o estande &#8216;Suzi Artes&#8217; contempla produções com preços entre R$ 5 a R$ 300. <em>&#8220;Luminárias decorativas e réplicas de quadros do artista plástico Romero Brito, são alguns dos itens bastante procurados por aqui&#8221;</em>, comemora a artesã garanhuense Suzana Maria, que há 30 anos possui a atividade como principal fonte de renda.</p>
<div id="attachment_38316" aria-labelledby="figcaption_attachment_38316" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Suzi-Artes-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-38316" alt="Foto: Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Suzi-Artes-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Suzana Maria, artesã da cidade de Garanhuns</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para quem tem interesse em adquirir itens confeccionados por comunidades indígenas, o estante Aldeia Fulni-ô, da cidade de Águas Belas, traz variedades como brincos, colares, cocares e artigos para crianças, como os brinquedos populares rói-rói e Mané Gostoso. <em>&#8220;As confecções são de moradores da aldeia e ressaltam aspectos da nossa tradição cultural&#8221;</em>, destacaDario Fulni-ô.</p>
<div id="attachment_38318" aria-labelledby="figcaption_attachment_38318" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Aldeia-Fulnio-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-38318" alt="Foto: Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Aldeia-Fulnio-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estande da Aldeia Fulni-ô, de Águas Belas.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Artesãos como bonequeiro Mestre José Vitalino, o escultor Mestre Luiz Benício e o instrumentista Cristiano Ferraz do Nascimento, são outros nomes que demonstram no espaço a riqueza de suas artes. As tradições das tapeçarias confeccionadas pela Mestra Marina, a renda renascença da Mestra Dona Odete e as artes sacras em madeira dos Santeiros de Ibimirim e as xilogravuras produzidas pela Associação dos Artesãos de Bezerros, também são destaques no pavilhão</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Corredor-do-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-38319" alt="Foto: Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Corredor-do-Armazem-do-Artesanato-FIG-2016-Lais-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quatro macrorregiões de Pernambuco estão representadas, com a participação de de sete coletivos, 13 artesãos individuais selecionados por uma Convocatória específica para ocupação do espaço.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Pavilhão do Artesanato no 26º Festival de Inverno de Garanhuns</strong></em><br />
<strong>Período:</strong> de 22 a 30 de julho | Das 11h às 22h<br />
<strong>Local:</strong> Parque Euclides Dourado</p>
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		<title>Espaço do Artesanato promove cultura, renda e sustentabilidade no FIG 2015</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 18:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço do Artesanato do FIG 2015, no Parque Euclides Dourado, tem como principal objetivo reunir artesãos de diversas técnicas e de várias regiões de Pernambuco, em um só espaço, para comercializarem seus produtos. Nele, o público pode conhecer e adquirir peças da nossa arte popular. O espaço fomenta o intercâmbio de experiências, de opiniões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço do Artesanato do FIG 2015, no Parque Euclides Dourado, tem como principal objetivo reunir artesãos de diversas técnicas e de várias regiões de Pernambuco, em um só espaço, para comercializarem seus produtos. Nele, o público pode conhecer e adquirir peças da nossa arte popular. O espaço fomenta o intercâmbio de experiências, de opiniões e ideias sobre políticas públicas para o artesanato, além de promover a sustentabilidade.</p>
<div id="attachment_27769" aria-labelledby="figcaption_attachment_27769" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19857183241_15739c7836_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27769" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19857183241_15739c7836_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço conta com produtos de artesãos de todos os cantos do estado</p></div>
<p><em>“Isso aqui é uma janela de grande dimensão que abre possibilidades infinitas. A gente não quer guardar nossas técnicas só pra gente, quer compartilhar com mais e mais artesãos. Nosso trabalho com quenga de coco é também promoção da sustentabilidade. Estima-se que 70% do lixo do litoral brasileiro são formados por cocos. Nossa arte mostra que isso não é lixo. É fonte de renda e cultura”</em>, explica Viviane Locatelli, artesã de Porto de Galinhas.</p>
<p>O Espaço do Artesanato traz como novidade a presença de dois mestres da escultura em madeira: mestre Nido, da Mata Sul, que pela primeira vez vem ao Festival de Inverno de Garanhuns, e mestre Luiz Benicio, do Vale do Catimbau, Buíque.</p>
<div id="attachment_27803" aria-labelledby="figcaption_attachment_27803" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19896886225_bf047953e1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27803" alt="Normando Siqueira/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19896886225_bf047953e1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tradicional polo de comercialização do artesanato pernambucano durante o FIG</p></div>
<p><em>“Esse espaço representa uma grande oportunidade de negócios porque expomos nosso trabalho praticamente para o mundo todo. E nos enriquecemos com a troca de informações, um artesão vê o que o outro cria e faz intercâmbio de conhecimentos”</em>, diz o mestre Luiz Benicio.</p>
<p>Breno Nascimento, assessor de artesanato da Secretaria de Cultura de Pernambuco, comenta a importância do polo: <em>“É uma ação multicultural porque temos instrumentos musicais que atraem músicos para, por exemplo, comprar uma rabeca. Daí já improvisam um show com outros artistas que estão vendo ou comprando instrumentos de percussão. O Mamulengo, que foi reconhecido como Patrimônio Imaterial Brasileiro, atrai brincantes que chegam aqui e fazem apresentações espontâneas. É bom para os artesãos, que tem mais consumidores; bom para outros artistas que dão mais visibilidade a sua arte; e bom para o público que tem em um só espaço várias expressões da nossa cultura. E como vem pessoas de quase todo o Brasil e até do exterior, o Espaço Do Artesanato é um caminho do artesão para o mundo.”</em></p>
<p><em>“Desde o primeiro FIG que mostro minha arte aqui. Foi importante pra ampliar meu trabalho e fortalecer nossa associação de mamulengueiros. Já vendo pra gente de São Paulo e tenho encomendas até pra os Estados Unidos. O FIG faz o artesão se encontrar com um mundo de pessoas”</em>, José Edivan, o Bila, mestre mamulengueiro de Glória do Goitá, Pernambuco.</p>
<p>A diversidade é a marca do Espaço do Artesanato. Tem mamulengo, peças em couro e madeira, esculturas em miniaturas e até instrumentos musicais.</p>
<p><em>“Dou suporte aos músicos, que encontram instrumentos da nossa cultura que não são vendidos em loja. Os artistas chegam aqui, grupos de cavalo marinho, rabequeiros e tantos outros, e também tocam, aqui sempre tem show”</em>, diz Abílio Sobral, artesão de instrumentos musicais, do Recife.</p>
<p><strong>Armazém do SEBRAE</strong></p>
<p>Milhares de pessoas que visitam o Parque Euclides Dourado durante o FIG, também podem encontrar expressões da cultura popular no Armazém SEBRAE de Artesanato. São 27 estandes com maior presença de expositores do Agreste Meridional. Para muitos artesãos e artesãs o Armazém virou ponto tradicional durante o Festival de Inverno.</p>
<p><em>“Há sete participo do Armazém SEBRAE. E foi tudo de bom pra mim e pra minha arte, com vendas, palestras e cursos. Acredito que é bom pra todo mundo que tá aqui, artesão e público</em>”, comemora Adriana Veiga, artesã de Garanhuns.</p>
<p><em>“Esse lugar traz a diversidade da cultura de Garanhuns e das cidades circunvizinhas. Pra minha família é muito bom, a gente vê e pode comprar muita coisa bonita e mostrar nossa cultura para os filhos&#8221;</em>, comenta a visitante Eliane Moraes, de Garanhuns.</p>
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		<title>Parque Euclides Dourado funcionando a todo vapor neste sábado</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2015 08:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos os espaços culturais de um dos polos mais visitados do Festival de Inverno, o Parque Euclides Dourado, estarão com atividades neste sábado (18). O parque, verdadeiro patrimônio de Garanhuns, agrega nesta edição o tradicional Pavilhão do Artesanato, o Espaço da Dança e do Teatro para a Infância, além dos palcos Pop e Forró. No [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27538" aria-labelledby="figcaption_attachment_27538" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eric Gomes/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Pavilhao-do-Artesanato-Foto-de-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-27538" alt="Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Pavilhao-do-Artesanato-Foto-de-Eric-Gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pavilhão do Artesanato estará disponível ao público do parque a partir deste sábado (18).</p></div>
<p style="text-align: justify;">Todos os espaços culturais de um dos polos mais visitados do Festival de Inverno, o Parque Euclides Dourado, estarão com atividades neste sábado (18). O parque, verdadeiro patrimônio de Garanhuns, agrega nesta edição o tradicional Pavilhão do Artesanato, o Espaço da Dança e do Teatro para a Infância, além dos palcos Pop e Forró.</p>
<p style="text-align: justify;">No Pavilhão do Artesanato, que abre ao público a partir das 18h, será possível apreciar e adquirir a preços populares, produtos de valorosos artesãos pernambucanos, peças que vão desde tapeçarias e luminárias, até acessórios confeccionados em couro. As produções reunidas são de autoria tanto de artesãos independentes, como de cooperativas ou associações participantes. O pavilhão estará disponível no horário das 14h às 22h, até o dia 25 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">O Espaço da Dança e do Teatro para Infância também abre hoje, às 16h, com o espetáculo de teatro infantil &#8220;Haru, A Primavera do Aprendiz&#8221;.  A partir das 18h, começa uma noite bem especial no palco Pop, dedicada ao rock pernambucano. Passam por lá a banda Martzabel, o cantor Graxa, a The Baggios e um verdadeiro símbolo nossa música alternativa, a banda Ave Sangria.</p>
<p>A festa no Parque seguirá até 3h embalada pelo Palco Forró, que recebe hoje a banda Quero Xote e os forrozeiros Edmilson do Pífano e Savinho do Acordeon.</p>
<p><strong style="text-align: justify;">Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/programacao-fig-2015/" target="_blank">AQUI </a>a programação completa. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pontos de Cultura com diversas atividades no FIG 2015</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pontos-de-cultura-com-diversas-atividades-no-fig-2015/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2015 13:07:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na 25ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, treze pontos de cultura atuantes em Pernambuco vão realizar oficinas e apresentações culturais. As atividades, que irão acontecer no Casarão dos Pontos de Cultura e no Parque Euclides Dourado, fazem parte das ações do Programa Cultura Viva, desenvolvido no estado pela Secult-PE e Fundarpe. Entre as novidades [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Na 25ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, treze pontos de cultura atuantes em Pernambuco vão realizar oficinas e apresentações culturais. As atividades, que irão acontecer no Casarão dos Pontos de Cultura e no Parque Euclides Dourado, fazem parte das ações do Programa Cultura Viva, desenvolvido no estado pela Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as novidades deste ano, no período de 20 a 24 de julho estarão em cartaz as exposições <em>‘Carnaval em Foco: Imaginário Coletivo’</em>, promovida pelo Ponto de Cultura Oscip Diálogos, e <em>‘Mestres da Memória’</em>, do Ponto de Cultura Tecer. Além de oficinas dos editais abertos da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural – SCDC/MinC, e debate sobre a Lei Cultura Viva, que contará com a participação de Alexandre Santini,diretor da SCDC; e representantes da regional do Ministério da Cultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rafael Buda, coordenador do Programa Cultura Viva, o Casarão dos Pontos de Cultura no FIG acontece em um momento simbólico para os fazedores de cultura do Estado. <em>“Acredito que estamos vivendo um momento importante para a cultura de Pernambuco, tanto pela aprovação da Lei Cultura Viva e sua instrução normativa, quanto por celebrar o seu quinto ano de ações do Casarão durante o 25º Festival de Inverno de Garanhuns”</em>, explicou Buda. “<em>A Coordenação do Cultura Viva vem otimizando seu atendimento e monitoramento aos Pontos de Cultura e em breve teremos um representante no novo Conselho Estadual de Políticas Culturais, possibilitando uma maior formulação nas políticas públicas do estado”</em>, adiantou.</p>
<div id="attachment_27205" aria-labelledby="figcaption_attachment_27205" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Exposicao-Carnaval-em-Foco-Imaginario-Coletivo-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27205" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Exposicao-Carnaval-em-Foco-Imaginario-Coletivo-divulgacao-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das fotografias que compõem a exposição &#8216;Carnaval em Foco &#8211; Imaginário Coletivo&#8217;.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na mostra ‘Carnaval em Foco: Imaginário Coletivo’, o público irá conferir 34 fotografias em tamanhos ampliados, de autoria dos fotógrafos Ademar Filho, Jam Ribeiro, Leo Lima, Luís Fabiano, Passarinho (homenageado da exposição), Stephanny Cardoso e Vinícius Rodrigues, integrantes da Oscip Diálogos. <em>“A exposição vai demonstrar o imaginário do carnaval de Olinda, através de personagens marcantes como o homem aranha e tantas outras fantasias e cenas, capitadas nas andanças dos fotógrafos. As imagens passeiam livremente pelas décadas de 60, 80 e 90, até o ano de 2005”</em>, comentou Edilton Euclides de Lima, representante do Ponto de Cultura Oscip Diálogos.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro destaque da programação será a apresentação do grupo Mestres do Coco, composto pelos mestres Ricco Toadas, Jujuba e Zezinho. Segundo Marcos Moraes, produtor do Ponto de Cultura Farol da Vila e responsável pelo grupo, o repertório se trata de uma vasta pesquisa sobre o ritmo, que vem sendo realizada no Estado. <em>“A atividade surgiu com a conquista do Prêmio Nacional de Expressões Culturais, nas edições de 2010 e 2012, possibilitando que o grupo pudesse explorar várias características de cada região e etnia, a partir de sua formação no Cabo de Santo Agostinho”</em>, disse Marcos Moraes.</p>
<div id="attachment_27207" aria-labelledby="figcaption_attachment_27207" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Mestres-do-Coco-pernambucano-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-27207" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Mestres-do-Coco-pernambucano-divulgacao-607x340.jpg" width="607" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Mestres do Coco</p></div>
<p style="text-align: justify;">De acordo com dados do Programa Cultura Viva, em Pernambuco são 154 Pontos de Cultura distribuídos entre as 12 regiões de desenvolvimento do Estado, sendo estes, 118 conveniados à Fundarpe e 36 conveniados ao Ministério da Cultura.</p>
<p><strong>Confira a programação: </strong></p>
<p><strong>- Exposições: </strong><br />
De 20 a 24 de julho &#8211; das 13h às 17h<br />
1. Mestres da Memória &#8211; Ponto de Cultura Tecer<br />
2. Carnaval em Foco: Imaginário Coletivo &#8211; Ponto de Cultura OSCIP Diálogos</p>
<p><strong>- Apresentações artísticas:</strong><br />
De 21 a 24 de julho &#8211; das 17h30 às 19h<br />
21/7 &#8211; Cantoria de Viola e Repente &#8211; Ponto de Cultura Qualificação e Desenvolvimento na Cultura<br />
22/7 &#8211; Mestres do Coco de Pernambuco &#8211; Ponto de Cultura Farol da Vila<br />
23/7 &#8211; Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno &#8211; Ponto de Cultura Engenho dos Maracatus<br />
24/7 &#8211; Boi Tira Teima &#8211; Ponto de Cultura Tira Teima</p>
<p><strong>- Oficinas:</strong><br />
De 20 a 24 de Julho &#8211; das 13h às 17h<br />
1. Fotojornalismo e produção de conteúdo &#8211; Ponto de Cultura Tacaratu Filhos da Terra<br />
2. Boi: resgante e construção do brinquedo da cultura popular trazido da mãe africa &#8211; Ponto de Cultura Organizando Meninos e Meninas no Ritmo do Boi<br />
3. Bacamarte: história e manifestação &#8211; Ponto de Cultura Bacamarte: Tiro da Paz<br />
4. Eco Cidadãos: plantando sustentabilidade &#8211; Ponto de Cultura Mudando a Vida com Arte<br />
5. Percussão &#8211; Ponto de Cultura Herança e Resgate<br />
6. Cinema de Animação (Ponto de Cultura Cinema de Animação &#8211; Projeto Incentivado pelo Funcultura)</p>
<p><strong>- Oficinas de Editais MinC e Roda de Diálogo:</strong><br />
De 22 a 23 de Julho &#8211; das 10h às 12h<br />
22/7 - Edital Mídia Livre, Edital Cultura em Rede e Salic Web<br />
23/7 - Roda de Diálogo sobre a Lei Cultura Viva</p>
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		<title>A força do reggae e a sua tribo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 17:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[24º FIG]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno de Garanhuns 2014]]></category>
		<category><![CDATA[fig 2014]]></category>
		<category><![CDATA[Palco Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Euclides Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Tribo de Jah]]></category>

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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;Quem quer Tribo de Jah?&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no Palco Pop, dizendo: &#8220;EEEEEU!!!&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11131" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>&#8220;<em>Quem quer Tribo de Jah?</em>&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-pop/" target="_blank"><strong>Palco Pop</strong></a>, dizendo: &#8220;<em>EEEEEU!!!</em>&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida por ouvir as &#8220;pedras&#8221; do ritmo jamaicano que ultrapassou os limites da América Central, encontrando seu pouso mais fértil no Maranhão, transformando-a na &#8220;Jamaica Brasileira&#8221;.</p>
<p>Uma garoa persistente caía sob a cidade, mas não foi o suficiente para dispersar o público devoto de Jah. Mais do que fãs, o reggae tem adeptos fieis. E a Tribo de Jah é uma das maiores representantes do gênero. Afinal, são 28 anos de estrada e 15 discos lançados. Uma fatia generosa da história do reggae e da sua consolidação no Maranhão e no Brasil cabe à Tribo de Jah. Em sua terceira passagem pelo Festival de Inverno de Garanhuns, a banda mostrou grande afinidade com o público.&#8221;<em>É sempre surpreendente tocar aqui em Garanhuns. Tem muita gente daqui que curte o reggae. E Pernambuco, como um todo, se tornou uma escala muito importante pra banda. É um estado do qual absorvemos muita coisa desse caldeirão cultural e nossa experiência aqui sempre foi muito intensa. Já fizemos shows memoráveis em lugares como Ouricuri, Araripina, com a mesma importância de shows que já fizemos no Canadá, México, Estados Unidos, Japão</em>&#8220;, declarou Fauzi, vocalista da Tribo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11134" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O show fez um passeio por toda a carreira da banda e comprovou, de forma ainda mais explícita, a receptividade do público. A reação imediata da plateia ao primeiro acorde de cada música, se convertia, logo em seguida, num coro que acompanhava tudo, cantando visceralmente, junto com a Tribo. Não faltaram sucessos como &#8220;Garota dreadlock&#8221;, &#8220;Não basta ser rasta&#8221;, &#8220;Satisfaz minha alma&#8221;, &#8220;Magia natural&#8221; e, óbvio, &#8220;Babilônia em chamas&#8221;. Além dessas, uma versão de &#8220;Guts&#8221;, do The Gladiators, e canções do novo álbum da banda, intitulado &#8220;Pedra de salão&#8221;.</p>
<p>Esse repertório da banda foi responsável pela instigação e entrega da plateia. Junio Rocha, 25 anos, veio do município de Altinho, com os amigos, para ver o show da Tribo de Jah. Chegou justamente nesta quinta (24). Ele gritava, na frente do palco, como tantos outros, querendo ganhar um dos CDs que Fauzi arremessava à plateia durante o show. &#8220;<em>Eu sempre acompanhei a banda, desde muito tempo, mas essa é a 1ª vez que estou vendo eles ao vivo! São os dinossauros do reggae, tem muita história e todo o mérito pra estar onde estão</em>&#8220;, disse Junio que, minutos depois, conseguiu seu CD.</p>
<p>Ao ver o show da Tribo de Jah, uma pergunta vem em mente: a que se deve tamanha popularidade do reggae? Em conversa após o show, Fauzi respondeu que &#8220;<em>o reggae, uma música que nasceu num país de 3º mundo, no gueto, traz ao mundo um conteúdo libertário. É uma música que tem uma identidade forte, que reside não só no ritmo, mas também no seu discurso. Uma música dinâmica, que se estabelece como uma crônica do dia a dia e que se presta a tratar tanto de temas sociais, quanto espirituais. É uma música que foge do trivial e isso encontra uma identificação com grande parte das pessoas</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_29954" aria-labelledby="figcaption_attachment_29954" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29954" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tribo de Jah</p></div>
<p>Ao final do show, a Tribo quase não conseguiu ir embora. Após tocar a aclamada &#8220;Reggae na estrada&#8217;, já anunciando que iriam encerrar a apresentação e partir para a próxima parada, o público retomou o coro gigantesco, com gritos de &#8220;<em>mais um!</em>&#8220;. E, como não poderia deixar de ser, um desfecho arrasador com &#8220;Guerra&#8221;, versão em português de &#8220;War&#8221;, de Bob Marley. E foi assim: pé na estrada para continuar a difundir o reggae pelo país. Os gritos do público ainda ecoaram por muitos minutos.</p>
<p>Sim, o reggae é forte!</p>
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		<title>Todas as línguas do mundo em sotaque cubano</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 08:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “Brancos, negros, vermelhos, somos todas as raças”. A música da cubana Yusa aponta para várias etnias, num sentimento de comunhão com toda a humanidade. Em seu show, nesta quinta (25/7), no Palco Pop (Parque Euclides Dourado), foi possível perceber a sinergia entre ela e o público. Isso porque, apesar de ser [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_12712" aria-labelledby="figcaption_attachment_12712" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Yusa-Renata-Pires.jpg"><img class="size-medium wp-image-12712" alt="Renata Pires/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/Yusa-Renata-Pires-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A música de Yusa ultrapassa fronteiras</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>“Brancos, negros, vermelhos, somos todas as raças”. A música da cubana Yusa aponta para várias etnias, num sentimento de comunhão com toda a humanidade. Em seu show, nesta quinta (25/7), no Palco Pop (Parque Euclides Dourado), foi possível perceber a sinergia entre ela e o público. Isso porque, apesar de ser cantada em espanhol, sua música fala para todas as línguas. Ao lado do contrabaixista argentino Quique Ferrari, eles apresentaram o espetáculo Yusa JazzYa!, um encontro de almas afinadas com um som universal.</p>
<p>Yusa bebe de fontes diversas. É possível perceber traços de Cuba – como o cha cha cha, a rumba e a salsa – aliados a elementos do jazz, funk, R&amp;B, o rap e o soul. Essas conexões na sua música se dão de forma natural, dada a diversidade cultural do seu país de origem, algo que ela considera similar ao que acontece em Pernambuco. “A música cubana é feita de misturas. E isso é parecido com o que acontece aqui, quando você vê essa associação entre a raiz e o que é moderno”, disse. Entre as canções do show, Yusa prestou uma homenagem ao compositor cubano Cezar Portillo, falecido recentemente, cantando “Dime se eres tu”.</p>
<p>Sua energia impressionante ao se comunicar com o público e ao tocar diversos instrumentos ao longo do show – ela passou por violão, guitarra, baixo, teclado e cajón – consegue preencher o palco de forma espantosa. Evocando orixás, ela exalava latinidade e ecos da sua herança negra. Uma experiência envolta por muito suingue e os improvisos típicos do jazz. Yusa e Quique dialogam o tempo inteiro através dos seus instrumentos e entre olhares e sorrisos que demonstram uma profunda afinidade sensorial.</p>
<p><em>Por la ventana abierta por la música de Yusa, se puede mirar las calles de Cuba en todo el mundo</em>.</p>
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