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	<title>Portal Cultura PE &#187; paula lira</title>
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		<title>Torre Malakoff recebe mesa-redonda sobre desdobramentos do Manguebeat</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2016 14:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade às atividades da 8ª edição do Festival Internacional de Graffiti – Recifusion, a Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pela Secult-PE/Fundarpe, sedia nesta sexta-feira (18), a partir das 16h, a mesa-redonda Rua, Lama e Tinta: desdobramentos do Movimento Manguebeat. Com as presenças dos artistas H.D Mabuse, Silvio Ribeiro (Omega) e Paula Lira, e mediação da historiadora [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34758" aria-labelledby="figcaption_attachment_34758" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/mesa-redonda-recifusion.jpg"><img class="size-medium wp-image-34758" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/mesa-redonda-recifusion-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">H.D Mabuse, Paula Lira e Silvio Ribeiro (Omega) vão compor a mesa-redonda</p></div>
<p>Dando continuidade às atividades da 8ª edição do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-em-homenagem-ao-manguebeat-entra-em-cartaz-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong>Festival Internacional de Graffiti – Recifusion</strong></a>, a Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pela Secult-PE/Fundarpe, sedia nesta sexta-feira (18), a partir das 16h, a mesa-redonda <em>Rua, Lama e Tinta: desdobramentos do Movimento Manguebeat</em>. Com as presenças dos artistas H.D Mabuse, Silvio Ribeiro (Omega) e Paula Lira, e mediação da historiadora Rebecca França, o evento visa estimular reflexões a respeito do<em> Manguebeat</em>, sua origem, sua relação com o <em>hip hop</em>, hibridismo cultural, diversão e &#8220;brodagem&#8221; que há entre seus seguidores.</p>
<p>“O <em>Manguebeat</em> influenciou diretamente a cena do<em> hip hop</em> pernambucano, e a busca por elementos de nossas raízes agrega nossa identidade urbana. O graffiti é um agente multiplicador desses elementos, e, nessa mesa redonda, pretendemos trocar uma ideia com o público e os artistas convidados sobre as experiências, as estéticas e as características vindas das margens do mangue”, disse Johny Cavalcanti, idealizador e organizador do Recifusion. Tanto o acesso à mesa-redonda quanto à exposição <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-em-homenagem-ao-manguebeat-entra-em-cartaz-na-torre-malakoff/" target="_blank"><strong><em>Do Caos à Lata</em></strong></a>, que segue em cartaz na Torre Malakoff até o dia 27/3, é gratuito.</p>
<p><strong>Integrantes da mesa</strong></p>
<p><strong>H.D. Mabuse </strong><br />
Desde 1990 trabalha em projetos numa bordagem sobre comportamentos emergentes e remix de linguagens em design, artes visuais e música. H.D Mabuse é consultor em design do Instituto de Inovação em Tecnologias da Informação e Comunicação­ C.E.S.A.R, onde desenvolve serviços e produtos com foco nas pessoas. Conhecido como o &#8220;cérebro eletrônico do Manguebeat.&#8221; Foi um dos fundadores do Re:combo, onde atuou de 2001 até 2008, período no qual teve projetos com o coletivo selecionados para exposições no Instituto Cultural Itaú, MAMAM, Walker Art Center e Centro Cultural Banco do Brasil. É membro do coletivo Autom.ato, onde desenvolve pesquisas na interação artista-­público mediado por novas tecnologias.</p>
<p><strong>Paula Lira</strong><br />
Nasceu e cresceu no Recife. Com o coração na transformação da sua cidade em Manguetown, a artista, antropóloga e psicologa alimentou essa efervescência produzindo a primeira pesquisa de mestrado sobre o Manguebeat. Unindo imagens artísticas à presença consciente, Paula Lira contribuiu nas últimas duas décadas para que centenas de pessoas encontrassem seu potencial de criação. Autora do livro &#8220;A grande serpente&#8221; nos conta, com belas imagens e texto leve, os caminhos e histórias de criação do movimento Manguebeat.</p>
<p><strong>Sílvio Ribeiro</strong><br />
Graffiteiro pernambucano, conhecido como Omega, é também arte-educador formado em Licenciatura Artes Plásticas pela UFPE. Idealizou e executou no SESC de Casa Amarela o projeto<em> Expresso Rua</em>. Omega vem construindo uma trajetória de participação em ações artísticas como: 4º e 5º Salão Universitário de Arte Contemporânea ­(UNICO), exposição Territórios Reflexivos do Cangaço, Mês da Desobediência Negra, participação no Pimp My Carroça e edições anteriores do Recifusion. Desde então, vem estudando variadas técnicas, poéticas e conceitos presentes no universo artístico, principalmente com referência nas Expressões de Rua, Arte mural e manifestações da Cultura Popular, a exemplo do Mangueat. É um dos fundadores do Coletivo Bagaço, que tem como base a expressão, cultura e resistência popular.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Mesa-redonda <em>Rua, Lama e Tinta: os desdobramentos do movimento Manguebeat</em>.<br />
Quando: 18/3 (sexta-feira), às 16h<br />
Onde: No anfiteatro da Torre Malakoff­ (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife – Recife/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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