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	<title>Portal Cultura PE &#187; professores</title>
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		<title>Alunos e professores de escolas públicas do interior do Estado participam de curso de fotografia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 22:12:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O colorido da região do Vale do Vale do Siriji, tão evidente no azul do céu, na vibração do pôr do sol, nas frutas dos projetos irrigados, é um dos atrativos para os amantes da fotografia, que têm a região como um dos principais-cartões postais da natureza no interior de Pernambuco. Todo esse cenário faz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86347" aria-labelledby="figcaption_attachment_86347" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Foto-Divulgacao-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-86347" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Foto-Divulgacao-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Iniciativa tem como proposta capacitar a comunidade escolar sobre o uso do celular como instrumento de registro, preservação, memória e salvaguarda dos bens patrimoniais e culturais de cidades pernambucanas do interior</p></div>
<p>O colorido da região do Vale do Vale do Siriji, tão evidente no azul do céu, na vibração do pôr do sol, nas frutas dos projetos irrigados, é um dos atrativos para os amantes da fotografia, que têm a região como um dos principais-cartões postais da natureza no interior de Pernambuco. Todo esse cenário faz parte do projeto fotográfico &#8220;Vale do Siriji e seus remanescentes Engenhos de Açúcar&#8221;, que está sendo realizado em cidades da Mata Norte e do Agreste Setentrional pernambucano, de forma presencial, respeitando todos os protocolos sanitários contra a covid-19. A inciativa conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A ação acontece com o objetivo de capacitar alunos e professores de escolas públicas para o registro, preservação, memória e salvaguarda dos bens patrimoniais dos municípios construídos no em torno do Rio Siriji, utilizando-se das tecnologias das próprias câmeras de aparelho celular. Com nascente localizada em Jussaral, na Fazenda Condado, no município de São Vicente Férrer, o Vale do Siriji, conta com uma extensão de 74 km, que corta os municípios de Vicência, Aliança, e deságua no rio Capibaribe-Mirim, que fica próximo aos Engenhos Bonito e Santa Rita, na cidade de Condado. Ao longo do percurso, o rio também recebe águas de outros afluentes, localizados em outros municípios da região, como Bom Jardim, Buenos Aires e Timbaúba.</p>
<p>Durante o século XIX e XX, o rio foi responsável pelo escoamento da produção açucareira e cafeeira, entre os municípios da região. Apesar de sua importância para economia e desenvolvimento local da época, o rio encontra-se em um grave problema ambiental, com descarte irregular de lixos, esgotos e mortandade de peixes e toda a vegetação que compõem sua paisagem, além de ter a correnteza interrompida, em alguns trechos. A falta de uma política pública entre poder público, sociedade e entidades ambientais, de forma mais enérgica, pode levar a extinção, do pouco que resta do rio.</p>
<p><em>“O projeto, que conta com fundamentos teóricos e práticos da fotografia, busca ser um espaço para fomentar o debate social, cultural e ambiental, por meio da diversidade de olhares, além de estimular novos talentos”</em>, explica o historiador, mestre em Educação pela Universidade de Pernambuco (UPE) e coordenador do projeto, Uenes Gomes.</p>
<p>Como resultado, além do curso, haverá a publicação de um catálogo e montagem de uma exposição pública com os retratos feitos pelos professores e estudantes. Alguns dos trabalhos serão expostos na página do projeto no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/engenhosdosiriji/" target="_blank"><strong>@engenhosdosiriji</strong></a>. São parceiros do curso a Biblioteca Pública Municipal Doutor Aluízio Inojosa, localizada em São Vicente, e o Museu Comunitário Poço Comprido, localizado na Zona Rural de Vicência, locais onde estão sendo realizadas as formações teóricas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
O quê: Projeto fotográfico &#8220;Vale do Siriji e seus remanescentes Engenhos de Açúcar&#8221; capacita alunos e professores de escolas públicas do interior de Pernambuco<br />
Onde: Biblioteca Pública Municipal Doutor Aluízio Inojosa, localizada em São Vicente, e o Museu Comunitário Poço Comprido, localizado na Zona Rural de Vicência.</p>
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		<title>Cultura.PE Indica: professores de literatura da UFPE elegem livros para quarentena</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-pe-indica-professores-de-literatura-da-ufpe-elegem-livros-para-quarentena/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2020 16:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Nunca se falou tanto em arte, cultura e educação, como nestes últimos dias de quarentena. A explosão de lives com shows diários, aulas à distância, download gratuito de e-books e lançamentos de filmes, séries e discos em plataformas on demand (Netflix, Amazon, Spotify, Deezer, etc.) indica que, para além da mera distração, o conhecimento, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76715" aria-labelledby="figcaption_attachment_76715" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Arte/Adeildo Leite</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/série-cultura-pe-capa-home-o-que-anda-lendo-arte-adeildo-leite.jpeg"><img class="size-medium wp-image-76715" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/série-cultura-pe-capa-home-o-que-anda-lendo-arte-adeildo-leite-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na estreia da série <strong>Cultura.PE Indica</strong>, os professores de literatura da UFPE foram convidados para mostrar o que andam lendo neste período da quarentena</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Nunca se falou tanto em arte, cultura e educação, como nestes últimos dias de quarentena. A explosão de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/quarta-edicao-do-palco-em-casa-homenageia-moraes-moreira/" target="_blank"><strong><em>lives</em> com shows diários</strong></a>, <a href="http://www.educacao.pe.gov.br/portal/?pag=1&amp;cat=37&amp;art=5590" target="_blank"><strong>aulas à distância</strong></a>, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cepe-editora-libera-novos-e-books-para-download-gratuito/" target="_blank"><strong><em>download</em> gratuito de <em>e-books</em></strong></a> e lançamentos de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/cinema-de-qualidade-que-faz-pensar-e-tambem-relaxar-na-sala-de-casa/" target="_blank"><strong>filmes</strong></a>, séries e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/funcultura-da-musica-incentivou-nos-ultimos-anos-mais-de-40-discos-de-artistas-pernambucanos/" target="_blank"><strong>discos</strong></a> em <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/alexandre-revoredo-lanca-novo-disco-nas-plataformas-digitais/" target="_blank"><strong>plataformas <em>on demand</em></strong></a> (<em>Netflix</em>, <em>Amazon</em>, <em>Spotify</em>, <em>Deezer</em>, etc.) indica que, para além da mera distração, o conhecimento, a informação e, consequentemente, a fruição estética dessas obras são as melhores ferramentas para combater a ignorância e manter-se mentalmente sadio neste momento de isolamento social.</p>
<p>Pensando nisso, o <strong>Portal Cultura.PE</strong> arregimentou um time de professores e jornalistas que vão mostrar ao longo dos próximos dias, em três blocos, o que andam lendo<strong> (livros)</strong>, ouvindo<strong> (discos/coletâneas musicais)</strong> e <strong>vendo</strong> (filmes/séries) nesse período de quarentena. Trata-se da série <strong>Cultura.PE Indica</strong>, um projeto colaborativo que tem como intuito dar visibilidade a obras e artistas das mais diversas esferas culturais e linguagens artísticas.</p>
<p>Para a estreia da série, convidamos os professores de literatura do <strong>Grupo de Pesquisa D.E.R.I.V.A.</strong> (Derivações e Representações Interartísticas de Vozes do Atlântico), vinculado ao Departamento de Letras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para que eles, numa espécie de curadoria coletiva, indicassem obras para ocupar o nosso (inevitável) tempo livre e, mais do que isso, apontassem novos caminhos de leitura para enriquecer o nosso repertório. Da poesia de Celina de Holanda (PE) aos contos de Ondjaki (Angola), os livros apresentam uma multiplicidade de olhares e gêneros literários. Confira:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-professor-fabio-livro-viagens-gerais-autoria-celina-de-holanda-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-76716 aligncenter" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-professor-fabio-livro-viagens-gerais-autoria-celina-de-holanda-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;A descoberta da poesia de Celina de Holanda para mim foi um achado. Para quem gosta de poesia de qualidade rara, conjugando densidade e brevidade, poesia concentrada e certeira, que fala ao coração e à cabeça. O sentimento, as imagens da terra e a meditação existencial encontram nesse olhar, atento ao mundo e à vida interior, um espaço de grande surpresa e prazer, numa bela e cuidada edição da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), como esta de <strong><a href="http://editora.cepe.com.br/livro/viagens-gerais" target="_blank">Viagens Gerais</a></strong>&#8220;</em>, professor <strong><a href="http://lattes.cnpq.br/0140051673649772" target="_blank">Fábio Andrade</a> </strong>(UFPE).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-profesor-Tiago-Hermano-Breunig-livro-A-súbita-insistência-das-coisas-autoria-julya-vasconcelos-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-76720 aligncenter" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-profesor-Tiago-Hermano-Breunig-livro-A-súbita-insistência-das-coisas-autoria-julya-vasconcelos-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Apropriado para estes dias de confinamento no interior e na intimidade de nossas casas e de nossos corpos, o livro de estreia da poeta recifense Julya Vasconcelos, <a href="http://editoraurutau.com.br/titulo/a-subita-insistencia-das-coisas" target="_blank"><strong>A súbita insistência das coisas</strong></a>, trata da elaboração calculada de uma subjetividade que parece se fundir com as coisas, concretas e abstratas, que persistem insistentemente ao tempo e a constituem. Seus fragmentos revelam a falsa fragilidade de uma mulher que observa o mundo ruir, sem explicação, e permanece ereta, enrijecida na busca de uma linguagem para o que não tem, como a viga que fecha o livro&#8221;</em>, professor <a href="http://lattes.cnpq.br/4555361609634168" target="_blank"><strong>Tiago Hermano Breunig</strong></a> (UFPE).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-da-professora-raira-mais-livro-os-da-minha-rua-autoria-ondjaki-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-76721 aligncenter" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-da-professora-raira-mais-livro-os-da-minha-rua-autoria-ondjaki-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;O livro de contos <a href="http://www.linguageral.com.br/livro/os-da-minha-rua/" target="_blank"><strong>Os da minha rua</strong></a>, do angolano Ondjaki, resgata o olhar infantil para cenas e fatos do cotidiano. Por meio de uma voz narrativa que costura os textos, o autor apresenta um discurso que flerta com a linguagem da poesia, em um texto cheio de sutilezas e imagens que escapam do automatismo dos dias. Quanto a nós, leitores, recebemos a possibilidade de resgate (e escape?) às nossas próprias histórias e memórias da infância potencializadas pela literatura&#8221;</em>, professora <a href="http://lattes.cnpq.br/1209538703147242" target="_blank"><strong>Raíra Maia</strong></a> (UFPE).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-professor-paulo-braz-livro-a-última-tentação-autoria-Nikos-Kazantzákis-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-76718 aligncenter" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-professor-paulo-braz-livro-a-última-tentação-autoria-Nikos-Kazantzákis-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;A dica da vez é em dose dupla: um livro e um filme. Ou melhor, um livro que virou filme. <a href="https://www.grualivros.com.br/catalogo/literatura-estrangeira/ultima-tantacao" target="_blank"><strong>A última tentação</strong></a> (no original, Ο τελευταίος πειρασμός) é aquele clássico do romancista grego Nikos Kazantzákis que reconta a vida de Jesus Cristo segundo uma ótica, por assim dizer, nada convencional. Narrada com um feroz humanismo, que valeu a excomunhão do escritor e a catalogação do livro no Index Librorum Prohibitorum (aquela listinha do Vaticano dos livros proibidos pela Igreja), a conhecida história de Jesus ganha renovado brilho e beleza, sobretudo para aqueles que sabem que o espírito religioso pode (e deve) ser também cheio de fúria e dúvida e paixão. Ah! a dica do filme: <a href="https://filmow.com/a-ultima-tentacao-de-cristo-t4320/" target="_blank"><strong>A última tentação de Cristo</strong></a> (The last temptation of Christ), adaptação do diretor norte-americano Martin Scorcese&#8221;</em>, professor <a href="http://lattes.cnpq.br/4715239872385127" target="_blank"><strong>Paulo Braz</strong></a> (UFPE).</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-professor-felipe-aguiar-livro-mulheres-que-correm-com-o-lobos-autoria-clarissa-pinkola-estés-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-76719 aligncenter" alt="Arte/Adeildo Leite" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/indicação-do-professor-felipe-aguiar-livro-mulheres-que-correm-com-o-lobos-autoria-clarissa-pinkola-estés-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;<a href="https://www.martinsfontespaulista.com.br/mulheres-que-correm-com-os-lobos-587518.aspx/p" target="_blank"><strong>Mulheres que correm com os lobos</strong></a>, de Clarissa Pincola Estés, é um livro que fala da natureza humana partindo da perspectiva da natureza feminina. Como a história moderna marca séculos de opressão ao feminino, a leitura vale como reconexão com a natureza selvagem suprimida. Em tempos de reclusão, a obra conduz o leitor a uma interiorização necessária e ao conhecimento mais profundo de si mesmo&#8221;</em>, professor <a href="http://lattes.cnpq.br/9786126365281031" target="_blank"><strong>Felipe Aguiar</strong></a> (UFPE/UniSãoMiguel/FOCCA).</p>
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		<title>DVD e material sobre o filme &#8220;Doméstica&#8221; é distribuído para educadores</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2015 17:40:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O realizador audiovisual Gabriel Mascaro e a produtora Rachel Ellis, da Desvia Produções, disponibilizam DVD do filme &#8220;Doméstica&#8221; (Documentário, 76&#8242;, 2012) e material de apoio para educadores.  A publicação foi produzida para estimular debates e discussões entre jovens e adolescentes sobre questões trabalhistas, direitos, afeto e poder, temas que surgem ao longo do filme dirigido por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/material_pedagogico_DOMESTICA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25108" alt="material_pedagogico_DOMESTICA" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/material_pedagogico_DOMESTICA-607x470.jpg" width="607" height="470" /></a></p>
<p>O realizador audiovisual Gabriel Mascaro e a produtora Rachel Ellis, da <strong><a href="http://pt.desvia.com.br/" target="_blank">Desvia Produções</a></strong>, disponibilizam DVD do filme &#8220;Doméstica&#8221; (Documentário, 76&#8242;, 2012) e material de apoio para educadores.  A publicação foi produzida para estimular debates e discussões entre jovens e adolescentes sobre questões trabalhistas, direitos, afeto e poder, temas que surgem ao longo do filme dirigido por Mascaro com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. O material que acompanha o DVD do filme é fruto de um processo coletivo que envolveu professores do ensino médio da rede pública do Recife. Os textos foram produzidos por Marco Antonio Gonçalvez, Marta Rodriguez Machado e Márcia Lima, Victor Guimarães e Fabio Andrade.</p>
<p>Para receber o DVD e o material gratuitamente, os educadores devem preencher ficha com dados pessoais disponível <strong><a href="https://docs.google.com/forms/d/1Rp21rOMJ7H9bsnKwmQUM7vK_Mxl5X-1S1AkF99zg1Ng/viewform?c=0&amp;w=1" target="_blank">AQUI</a></strong>. As publicações serão distribuídas até a primeira quinzena de junho. &#8220;Esperamos que a distribuição e uso deste material possa contribuir para o adensamento crítico de educandos, a formação continuada de educadores e o fortalecimento de uma mudança cultural mais profunda quanto às relações de trabalho nos lares brasileiros&#8221;, explica o texto de apresentação do material destinado a educadores. A publicação é uma das estratégias alternativas de distribuição dos filmes produzidos pela Desvia, que também tem construído parcerias com cineclubes para a difusão audiovisual.</p>
<p>No documentário, &#8220;sete adolescentes assumem a missão de registrar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e se transforma num potente ensaio sobre afeto e trabalho.&#8221;<br />
Acesse mais informações sobre o filme no site <strong><a href="http://pt.desvia.com.br/Domestica" target="_blank">http://pt.desvia.com.br/Domestica</a></strong></p>
<p><strong>Saiba mais sobre a Desvia</strong><br />
O artista e diretor audiovisual Gabriel Mascaro vive e trabalha no Recife. Em seus trabalhos, pesquisa a negociação do poder em suas mais diversas manifestações. Entre o cinema e as artes visuais, Mascaro já apresentou trabalhos no 31ª Bienal de São Paulo, no Guggenheiem, o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, MOMA Documentary Fortnight &#8211; Nova York, AB4 Bienal de Atenas, 32º Panorama da Arte Brasileira – MAM SP, Videobrasil, e esteve em importantes festivais de cinema como Locarno, San Sebastian, IDFA, BFI Londres, IFFR &#8211; Roterdã, CPH:DOX, Oberhausen, Clermont Ferrand, BAFICI, Miami e Indielisboa, e teve destaque nas revistas Screen International (UK), Sight&amp;Sounds (UK), IndieWire (USA), Variety (EUA) e Cahiers du Cinema (FRA). Mascaro esteve no Programa de Residência Artística Videobrasil /Videoformes &#8211; Clermont Ferrand (FRA) e foi premiado com mais uma residência no Wexner Center for Arts &#8211; Ohio (EUA).</p>
<p>Rachel Ellis é natural da Inglaterra e Mestre em Ciências Sociais &amp; Planejamento pela London School of Economics. Mudou-se para o Brasil em 2004 para dirigir uma ONG com sede no Recife que atuava na região Norte e Nordeste do Brasil. Com uma grande interesse em trabalhar com ferramentas visuais para discutir ideias em torno da transformação social e dos direitos humanos ela fundou, em 2006, o projeto de fotografia participativa FotoLibras que tem como objetivo promover a visibilidade da comunidade e cultura surda. Em 2009, Rachel desempenhou a função de produtora de finalização e distribuição do longa-metragem &#8220;Um Lugar ao Sol&#8221; (2009), gerenciando um fundo americano captado do Cinereach para executar ações alternativas de distribuição para estimular debate em torno do filme. Sua paixão pelo cinema e a ampla experiência com gerenciamento de projetos facilitou a sua transição para produção audiovisual e em 2010, ela fundou com Gabriel Mascaro a Desvia, onde atua como produtora e educadora. Rachel produziu o longa documentário &#8220;Doméstica&#8221; (2012), o curta &#8220;A Onda Traz, O Vento Leva&#8221; (2012) e os longas de ficção, &#8220;Ventos de Agosto&#8221; (2014) e &#8220;Valeu Boi! (2015), todos dirigidos por Gabriel Mascaro. Rachel também é co-fundadora da ONG Gema, que desenvolve projetos que utilizam as artes visuais para promover a transformação social.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Informações: <a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fdomesticaofilme&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNH_Xi10KRvpu40-yTUTOW7evC2Q0w">www.facebook.com/domesticaofilme</a></strong> e <strong><a href="http://www.google.com/url?q=http%3A%2F%2Fpt.desvia.com.br%2FDomestica&amp;sa=D&amp;sntz=1&amp;usg=AFQjCNGgrJd89UUolsUPBObxFFtWAdNOmQ">http://pt.desvia.com.br/Domestica</a></strong><br />
<strong>Contato: </strong> (81) 3222.7053| <strong><a href="mailto:films@desvia.com.br">films@desvia.com.br</a></strong></p>
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