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	<title>Portal Cultura PE &#187; rede pública</title>
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		<title>Museu do Cangaço oferece imersão cultural a estudantes de Serra Talhada</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 21:51:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O município de Serra Talhada, terra natal do cangaceiro Lampião, vai ser palco das histórias do Cangaço, por meio do “Raízes da História”, no Museu do Cangaço, a partir da próxima segunda-feira (14/2). O projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é direcionado aos professores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/IMG_8657.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90985" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/IMG_8657-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O município de Serra Talhada, terra natal do cangaceiro Lampião, vai ser palco das histórias do Cangaço, por meio do “Raízes da História”, no Museu do Cangaço, a partir da próxima segunda-feira (14/2). O projeto, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, é direcionado aos professores e adolescentes das escolas públicas de Serra Talhada, que além de entrarem em contato com a história do seu povo, vão poder conhecer os lugares por onde Lampião e o seu bando passaram e deixaram marcas.</p>
<p>De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria, o projeto visa levar a comunidade escolar a conhecer os bens culturais de Serra Talhada, demonstrando a importância da história do sertão pernambucano. <em>“Todo o percurso será feito com o acompanhamento de condutores turísticos que detêm amplo conhecimento dos fatos”</em>.</p>
<p>Na cidade, a visita começa na Praça Agamenon Magalhães, que deu origem ao município e que ainda mantém os casarios construídos nos séculos XVIII e XIX. Depois, o grupo segue para a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída pelas pessoas escravizadas no século XVII, e a Casa da Cultura de Serra, onde os jovens terão contato com o acervo cultural da localidade.</p>
<p>As escolas visitarão também o Museu do Cangaço, o maior do gênero do Brasil, que funciona na antiga estação ferroviária e que tem relíquias do personagem sertanejo Lampião como: utensílios domésticos, armas usadas, fotografias, livros, filmes; e documentários sobre os cangaceiros, volantes (como eram chamadas as polícias que perseguiam Lampião) e outros personagens que fizeram parte forte da história do cangaço. Os visitantes serão recebidos por monitores que contarão a vida de Lampião e ainda vão acompanhar uma palestra do pesquisador e escritor do cangaço, Anildomá Willans de Souza, que é especialista no assunto e tem quatro livros publicados sobre o tema.</p>
<p>O grupo vai apreciar também a apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, dança criada pelos cangaceiros. “O Xaxado é uma dança que foi criada por Lampião e seus cangaceiros. Outra faceta pouco divulgada da vida dele é que ele era poeta e, nos versos, retratava o dia a dia do cangaço, as suas angústias, o que ele sentia falta enquanto cangaceiro e as durezas desta vida”, revela Karl Marx, coordenador técnico do evento. Para ele, Lampião deu uma grande contribuição para a cultura do sertão.</p>
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		<title>Alunos e professores de escolas públicas do interior do Estado participam de curso de fotografia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 22:12:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O colorido da região do Vale do Vale do Siriji, tão evidente no azul do céu, na vibração do pôr do sol, nas frutas dos projetos irrigados, é um dos atrativos para os amantes da fotografia, que têm a região como um dos principais-cartões postais da natureza no interior de Pernambuco. Todo esse cenário faz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86347" aria-labelledby="figcaption_attachment_86347" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Foto-Divulgacao-6.jpeg"><img class="size-medium wp-image-86347" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Foto-Divulgacao-6-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Iniciativa tem como proposta capacitar a comunidade escolar sobre o uso do celular como instrumento de registro, preservação, memória e salvaguarda dos bens patrimoniais e culturais de cidades pernambucanas do interior</p></div>
<p>O colorido da região do Vale do Vale do Siriji, tão evidente no azul do céu, na vibração do pôr do sol, nas frutas dos projetos irrigados, é um dos atrativos para os amantes da fotografia, que têm a região como um dos principais-cartões postais da natureza no interior de Pernambuco. Todo esse cenário faz parte do projeto fotográfico &#8220;Vale do Siriji e seus remanescentes Engenhos de Açúcar&#8221;, que está sendo realizado em cidades da Mata Norte e do Agreste Setentrional pernambucano, de forma presencial, respeitando todos os protocolos sanitários contra a covid-19. A inciativa conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A ação acontece com o objetivo de capacitar alunos e professores de escolas públicas para o registro, preservação, memória e salvaguarda dos bens patrimoniais dos municípios construídos no em torno do Rio Siriji, utilizando-se das tecnologias das próprias câmeras de aparelho celular. Com nascente localizada em Jussaral, na Fazenda Condado, no município de São Vicente Férrer, o Vale do Siriji, conta com uma extensão de 74 km, que corta os municípios de Vicência, Aliança, e deságua no rio Capibaribe-Mirim, que fica próximo aos Engenhos Bonito e Santa Rita, na cidade de Condado. Ao longo do percurso, o rio também recebe águas de outros afluentes, localizados em outros municípios da região, como Bom Jardim, Buenos Aires e Timbaúba.</p>
<p>Durante o século XIX e XX, o rio foi responsável pelo escoamento da produção açucareira e cafeeira, entre os municípios da região. Apesar de sua importância para economia e desenvolvimento local da época, o rio encontra-se em um grave problema ambiental, com descarte irregular de lixos, esgotos e mortandade de peixes e toda a vegetação que compõem sua paisagem, além de ter a correnteza interrompida, em alguns trechos. A falta de uma política pública entre poder público, sociedade e entidades ambientais, de forma mais enérgica, pode levar a extinção, do pouco que resta do rio.</p>
<p><em>“O projeto, que conta com fundamentos teóricos e práticos da fotografia, busca ser um espaço para fomentar o debate social, cultural e ambiental, por meio da diversidade de olhares, além de estimular novos talentos”</em>, explica o historiador, mestre em Educação pela Universidade de Pernambuco (UPE) e coordenador do projeto, Uenes Gomes.</p>
<p>Como resultado, além do curso, haverá a publicação de um catálogo e montagem de uma exposição pública com os retratos feitos pelos professores e estudantes. Alguns dos trabalhos serão expostos na página do projeto no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/engenhosdosiriji/" target="_blank"><strong>@engenhosdosiriji</strong></a>. São parceiros do curso a Biblioteca Pública Municipal Doutor Aluízio Inojosa, localizada em São Vicente, e o Museu Comunitário Poço Comprido, localizado na Zona Rural de Vicência, locais onde estão sendo realizadas as formações teóricas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
O quê: Projeto fotográfico &#8220;Vale do Siriji e seus remanescentes Engenhos de Açúcar&#8221; capacita alunos e professores de escolas públicas do interior de Pernambuco<br />
Onde: Biblioteca Pública Municipal Doutor Aluízio Inojosa, localizada em São Vicente, e o Museu Comunitário Poço Comprido, localizado na Zona Rural de Vicência.</p>
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		<title>Frei Caneca FM lança Concurso Teca Carlos de Rádio</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 18:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em homenagem à ex-coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE/Fundarpe, Teca Carlos, falecida em agosto do ano passado, a Secretaria de Educação do Recife, através do projeto Rádio Escola, e a Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura Cidade do Recife, por meio da Frei Caneca FM, lançaram nesta última terça-feira (4), o Concurso Teca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem à ex-coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE/Fundarpe, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/biblioteca-da-fundarpe-sera-batizada-com-o-nome-de-teca-carlos/" target="_blank"><strong>Teca Carlos</strong></a>, falecida em agosto do ano passado, a Secretaria de Educação do Recife, através do projeto Rádio Escola, e a Secretaria de Cultura e a Fundação de Cultura Cidade do Recife, por meio da Frei Caneca FM, lançaram nesta última terça-feira (4), o <strong>Concurso Teca Carlos de Rádio</strong>, que tem por objetivo estimular os jovens da rede municipal de ensino a produzirem programas radiofônicos. A solenidade aconteceu no Centro de Educação, Tecnologia e Cidadania (CETEC), na Soledade, com a participação de Brenda Carlos, professora e filha de Teca Carlos, de Francisco Luiz dos Santos, diretor executivo de Tecnologia na Educação do Recife, e de Camerino Neto, gerente da Frei Caneca FM.</p>
<div id="attachment_69106" aria-labelledby="figcaption_attachment_69106" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/frei-caneca-concurso-teca-carlos-de-radio.jpeg"><img class="size-medium wp-image-69106" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/frei-caneca-concurso-teca-carlos-de-radio-607x437.jpeg" width="607" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos da rede municipal de ensino do Recife serão os responsáveis pela produção do conteúdo</p></div>
<p>O concurso tem por objetivo selecionar interprogramas com duração de 1 a 5 minutos de duração, produzidos pelos estudantes do Ensino Fundamental da rede pública, que abordem temas como Literatura, Música, Geografia, História, Ecologia, Saúde, Meio Ambiente, Matemática, Filosofia, Ciências, Introdução às Artes, entre outras áreas do saber. A ação foi uma forma encontrada pelo Recife para homenagear Teresinha de Jesus Carlos de Araújo, professora universitária, defensora incansável das artes, coordenadora de Cultura Popular da Secretaria Estadual de Cultura, que enquanto viva contribuiu ativamente para a estruturação da Frei Caneca FM.</p>
<p>Para a filha de Teca, Brenda Carlos, a realização do concurso coloca-se como uma ação fundamental para o momento histórico da educação e da comunicação pública. &#8220;<em>Acho que é uma coisa fundamental, entender que a escola vai além dessa estruturação de sala de aula e do papel que o professor tem de apoiar e ampliar as possibilidades que os alunos vão ter. Projetos como este, de alguma forma, tiram um pouco da estrutura do ensino formal&#8221;</em>, comentou. Brenda também falou um pouco sobre a homenagem que o concurso presta à sua mãe:<em> &#8220;É um momento muito especial. Mainha fez parte de todo um histórico com relação à cultura popular e a uma série de pautas relacionadas com cidadania. É uma satisfação muito grande ver esse reconhecimento do trabalho dela. E de como isso vai reverberando&#8221;</em>.</p>
<p>Para Francisco Luiz dos Santos, Diretor Executivo de Tecnologia na Educação do Recife, a inserção dos projetos de rádio no Ensino Fundamental possibilita outro tipo de abordagem no processo de aprendizado. <em>“É muito importante a gente reviver o trabalho de Teca Carlos. Essa aproximação de educação com o rádio traz um horizonte de aperfeiçoamento do trabalho e aprendizagem mais aprofundada com as crianças que a gente não teria em outra oportunidade. Muito difícil ter essa oportunidade só na sala de aula”</em>, disse.</p>
<p>Os projetos selecionados serão regravados com apoio e acompanhamento do projeto Rádio Escola e veiculados na programação da Frei Caneca FM, além de disponibilizados no site projeto da Secretaria de Educação. Todos aqueles que se inscreverem no Concurso, independente do resultado, terão direito a participar de uma aula-espetáculo sobre o uso dos programas de edição Audacity e Format Factory para o aprimoramento das edições e produções radiofônicas.</p>
<p>Os interessados podem conferir o regulamento do Concurso Teca Carlos de Rádio nos sites <a href="http://www.radioescolarecife.educ.rec.br/" target="_blank"><strong>www.radioescolarecife.educ.rec.br</strong></a> e <a href="http://www.freicanecafm.org/" target="_blank"><strong>www.freicanecafm.org</strong></a>. As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de julho.</p>
<div id="attachment_69107" aria-labelledby="figcaption_attachment_69107" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cecilia de Sá Pereira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/TecaCarlos.jpg"><img class="size-medium wp-image-69107" alt="Cecilia de Sá Pereira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/06/TecaCarlos-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Teca Carlos</p></div>
<p><strong>Sobre <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/biblioteca-da-fundarpe-sera-batizada-com-o-nome-de-teca-carlos/" target="_blank">Teca Carlos</a></strong><br />
Teresinha de Jesus Carlos de Araújo, (Teca Carlos) nasceu no Recife, em 22/09/1952. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e em Letras pela Universidade Católica de Pernambuco. Optou pela área de Letras e seguiu a carreira ensinando na Unicap durante mais de 20 anos. Teca Carlos sempre foi muito respeitada pelos seus pares e companheiros(as) de lutas políticas.</p>
<p>Como professora universitária, contribuiu com a defesa de uma educação de qualidade. Defensora incansável da cultura, em especial a popular, Teca foi partícipe na formulação de muitos avanços institucionais em vários cantos do estado. Foi gestora na Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria de Cultura de Pernambuco, atuando junto ao Funcultura; na articulação entre diversos setores e linguagens artísticas com o poder público; coordenando ações voltadas à valorização da cultura popular e contribuindo com a formulação do Sistema Municipal de Cultura em Olinda e na construção do Plano Estadual de Cultura.</p>
<p>Também integrou o Conselho de Cultura do Recife, através do qual fez parte do Grupo de Trabalho da Frei Caneca FM, contribuindo na elaboração das diretrizes elaboradas pela sociedade civil para as áreas de gestão, programação e financiamento da rádio, reunidas no documento conhecido como &#8220;Propostas da Sociedade Civil para a Frei Caneca FM&#8221;. Participou do processo de elaboração dos primeiros editais da emissora pública do Recife, deixando a sua contribuição e ensinamentos acerca da valorização da cultura, da educação e dos processos democráticos, na comunicação pública da cidade.</p>
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		<title>&#8220;PARATODOS&#8221; chega aos cinemas e às escolas públicas de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 19:03:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme PARATODOS acompanha o cotidiano de quatro equipes de atletas paralímpicos brasileiros nos duros treinamentos e principais competições, registrando com sensibilidade o dia a dia desses grupos na luta por vitórias, recordes e medalhas. Esses atletas levantam e emocionam plateias mundo afora, mas principalmente despertam para um tema urgente: a necessidade de ampliar o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_36815" aria-labelledby="figcaption_attachment_36815" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gareth Copley/Getty Images</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/filme-paratodos-cinema-sao-luiz.jpg"><img class="size-medium wp-image-36815" alt="Gareth Copley/Getty Images" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/filme-paratodos-cinema-sao-luiz-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a><p class="wp-caption-text">Alan Fonteles, campeão em Londres 2012, é um dos destaques de &#8220;PARATODOS&#8221;</p></div>
<p>O filme <em>PARATODOS</em> acompanha o cotidiano de quatro equipes de atletas paralímpicos brasileiros nos duros treinamentos e principais competições, registrando com sensibilidade o dia a dia desses grupos na luta por vitórias, recordes e medalhas. Esses atletas levantam e emocionam plateias mundo afora, mas principalmente despertam para um tema urgente: a necessidade de ampliar o diálogo sobre inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência na sociedade brasileira.</p>
<p>Dirigido por Marcelo Mesquita e roteirizado por Peppe Siffredi, da Sala 12 Filmes, o filme será lançado no início de junho, simultaneamente em circuito comercial nos cinemas e em sessões especiais para as comunidades escolares. Em Pernambuco, conta com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura, Fundarpe, Secretaria Estadual de Educação e Secretaria de Educação do Recife. Será realizada uma sessão especial acessível, no Cinema São Luís, no Recife, dia 6 de junho (segunda-feira), às 14h, só para estudantes e convidados.</p>
<p>Da Rede Estadual, estarão presentes 400 estudantes de quatro escolas: Escola de Referência em Ensino Médio Ginásio Pernambucano (Aurora), Escola de Referência em Ensino Médio Sizenando Silveira, Escola de Referência em Ensino Médio Porto Digital, e Escola Técnica Estadual Prof. Agamenon Magalhães (Etepam).</p>
<p>Da Rede Municipal estarão presentes 450 convidados dentre estudantes, professores, gestores das escolas, E.M. Pedro Augusto, E.M. João Alfredo, E.M. Antônio Heráclio,E.M. Olindina Monteiro,E.M. Paulo Vi,E.M. Jonatas Braga,E.M. Nadir Colaço,E.M. Aderbal Galvão,E.M. Nilo Pereira, E.M. São Cristovão,E.M. Gilberto Freyre,E.M. Arq Alexandre Muniz,E.M. Arraial Novo,E.M. Divino Espírito Santo,E.M. Iputinga,E.M. João XXIII,E.M. Dom Bosco,E.M. Hugo Gerdau,E.M. De Tejipió,E.M. Cícero Franklin,E.M. Karla Patrícia,E.M. Oswaldo Lima Filho,E.M. Vila Sésamo e da Efaer além decerca de 20 atletas paralímpicos.</p>
<p>O diretor Marcelo Mesquita conta que cansou de fazer cinema para pouca gente e então criou esse projeto de levar o cinema para as escolas, e as escolas para o cinema.“Nós abraçamos o projeto com muito carinho, pois está no direcionamento de nossa política pública, hoje um diálogo cada vez mais próximo e próspero da cultura com a educação”, avalia a vice-presidente da Fundarpe Antonieta Trindade. Em sua opinião, a ideia do circuito nas escolas também é tornar o filme acessível a todos, e ampliar a visibilidade dos atletas paralímpicos. O esporte, seja ele de alto rendimento ou lazer, permite uma abordagem mais ampla, que vai desde mobilidade urbana até acesso à educação e cultura no Brasil.</p>
<p>O filme garante acessibilidade por meio da tradução em libras, legenda e audiodescrição. Para tanto, serão disponibilizados ao público 25 aparelhos para este fim. Após a exibição, será realizado um debate com a presença do diretor do filme Marcelo Mesquita, dos atletas paralímpicos, dentre eles, Luiz Silva (paratleta de natação), e da comunidade escolar.</p>
<p>Ao assistir pela primeira vez a uma Paralimpíada, Londres 2012, o diretor Marcelo Mesquita, fanático por esportes, “tomou um susto” ao ver Alan Fonteles, 21 anos, brasileiro do Pará, vencer o maior atleta paralímpico da história, Oscar Pistorius. Após o feito, vieram os questionamentos: Quem é ele? Como ele corre sem as duas pernas? Como ele pode ser tão rápido? Como tem tanta gente neste estádio se as Olimpíadas já acabaram? Como um brasileiro venceu o maior de todos? O Brasil é uma potência paralímpica, como assim? E a principal questão: “Como eu não sei responder a nenhuma destas questões?”.</p>
<p>Com esta motivação surgia <em>PARATODOS</em>, um filme que parte do esporte para abordar questões humanas. Nos treinos, em competições, sob pressão, nas derrotas, nas vitórias, revela-se a verdadeira personalidade e os conflitos dos indivíduos retratados, e eles são comuns a todos. O filme foge do lugar comum da superação da deficiência para abordar problemáticas como <em>egotrips</em>, autoestima, esperança, <em>bullying</em>, perfeccionismo, companheirismo. É um filme de esporte em que nem todos vencem; um filme sobre pessoas com deficiência que possui tensão, humor, emoção; um filme sobre um Brasil que dá certo, que vence, que dá espetáculo.</p>
<p>Busca-se também através deste documentário, que antecede a primeira Paralímpiada a ser realizada na América do Sul, trazer o debate sobre a inclusão à tona, colaborando na luta por um país mais acessível, justo e inclusivo.</p>
<p><strong>Distribuição do filme em escolas públicas</strong><br />
O projeto de distribuição diferenciado do <em>PARATODOS</em> em escolas públicas foi desenvolvido pela <a href="http://sala12.com/" target="_blank"><strong>Sala 12 Filmes</strong></a>, em parceria com a Taturana Mobilização Social, e patrocinado pela Caixa Cultural. Tem como objetivo fortalecer o diálogo sobre educação inclusiva e acessibilidade integrando a rede pública de ensino a um circuito cultural mais amplo, por meio do cinema.</p>
<p>O filme é acompanhando de um material complementar produzido em parceria com as organizações da sociedade civil: Ação Educativa, APAE-SP, Coletivxs, Fórum Permanente de Educação Inclusiva, Instituto Mara Gabrilli, Instituto Rodrigo Mendes, Mais Diferenças, que poderá ser acessado online pelo site do projeto.</p>
<p>Docentes e outros atores das redes públicas de ensino são convidados para serem protagonistas nesse lançamento conjunto, e podem inspirar muitas conversas e diálogos.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Exibição do filme<em> PARATODOS</em><br />
Quando: 6/6 (segunda-feira), às 14h<br />
Onde: Cinema São Luiz (Loja 02 &#8211; R. da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Acesso gratuito para convidados e alunos da rede pública</p>
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