<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; rua do amparo</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/rua-do-amparo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 May 2026 17:48:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2015 19:57:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[artista plástica]]></category>
		<category><![CDATA[bruno souza]]></category>
		<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Lugar na Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[rua do amparo]]></category>
		<category><![CDATA[teresa costa rêgo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=22043</guid>
		<description><![CDATA[Bruno Souza Amante confessa da folia e das procissões olindenses, a artista plástica Tereza Costa Rêgo, de 86 anos, é um ícone vivo da pintura pernambucana. Seus quadros, cheios de referências da cultura popular, já foram expostos/aclamados em diversas cidades do Brasil e do mundo, como São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa, Paris e Cuba, e revelam um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22070" aria-labelledby="figcaption_attachment_22070" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6881.jpg"><img class="size-medium wp-image-22070" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6881-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tereza na sacada de sua casa, em Olinda</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Amante confessa da folia e das procissões olindenses, a artista plástica Tereza Costa Rêgo, de 86 anos, é um ícone vivo da pintura pernambucana. Seus quadros, cheios de referências da cultura popular, já foram expostos/aclamados em diversas cidades do Brasil e do mundo, como São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa, Paris e Cuba, e revelam um valioso patrimônio do nosso povo. Recifense de origem, a pintora ainda criança encontrou, nas telas e nos pincéis, uma maneira de expressar seus sentimentos.</p>
<p>Aos 15 anos, ingressou na Escola de Belas Artes e, lá, seu ofício começou a ganhar contornos mais espessos, tendo faturado três prêmios do Museu do Estado e outro da Sociedade de Arte Moderna. Em 1962, realizou a primeira grande exposição, na Editora Nacional. Neste mesmo ano, Tereza conheceu o grande amor de sua vida: Diógenes Arruda. Dirigente do Partido Comunista, Arruda teve que fugir com a artista para São Paulo, onde, por motivos políticos, viveram na clandestinidade até 1969, quando ele foi preso. Costa Rêgo aproveitou o tempo fora do Recife para se dedicar à arte e aos estudos, e se formou em história na Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Em 1972, seu companheiro foi libertado, e os dois seguiram juntos para o exílio no Chile, mas, a derrubada de Salvador Allende e a ditadura militar de Pinochet, forçaram a uma nova fuga, desta vez para a França. Afastada das filhas, fruto de um casamento de 14 anos, e dos irmãos, a artista abandonou um pouco a própria vida para ser a mulher do líder comunista. Porém, não deixou de pintar em momento algum e, inclusive, expôs seus quadros em Paris, assinando com o nome de Joanna.</p>
<p>De volta a sua pátria, e, após a perda de Diógenes, que não resistiu à chegada ao Brasil e morreu de ataque cardíaco, Tereza fixou residência em Olinda, no ano de 1979. Desde então, mora e pinta na mesma casa, que, como define, é uma espécie de toca-ateliê, localizado na Rua do Amparo.</p>
<p>&#8220;Desde que voltei do exílio, em 79, o Brasil, para mim, é Olinda. E Olinda, para mim, é a Rua do Amparo, que é de onde vejo, da janela da minha casa, as procissões, na Semana Santa, e o meu namorado, o Homem da Meia-Noite, no Carnaval. Como adoro pintar temas carnavalescos e religiosos, é daqui que extraio a matéria-prima dos meus quadros&#8221;, revela Teresa à série <strong>Meu Lugar na Cidade</strong>, do <strong>Portal Cultura.PE</strong>, que, em comemoração aos aniversários de Olinda e Recife, tem destacado a relação de afeto que os artistas mantêm com os espaços das duas cidades.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank"><strong>Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes”</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

