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	<title>Portal Cultura PE &#187; São José do Egito</title>
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		<title>Mulheres de Repente lançam oficina de glosa na Festa de Louro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:48:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107462" aria-labelledby="figcaption_attachment_107462" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107462" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres de Repente durante evento em Brasília, em 2023: poesia matuta das artistas já visitou diversos Estados brasileiros</p></div>
<p>Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o mundo o incrível talento da poesias em glosa.<br />
Junto com a multiartista Luna Vitrolira, poetisa que faz a mediação das apresentações, as Mulheres de Repente lançam em São José do Egito (PE) a primeira etapa do projeto Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita, que tem o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dentro da programação da Festa de Louro 2024. A produtora executiva Taciana Enes completa o time de supermulheres na poesia.<br />
Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita é composto de oficinas e apresentações gratuitas (culminância) e visita as cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano.<br />
Para a primeira etapa, no município de São José do Egito (PE), as oficinas gratuitas têm duração de três dias, sendo realizadas pela manhã e à tarde, desta terça-feira (3) até sexta-feira (5), das 8h às 12h. São abordados: a origem da glosa e da mesa de glosas e oralidade e identidade pajeúnica; produção literária de mulheres no improviso e na declamação e performance; métrica, rima e oração e estratégias e técnicas de criação do improviso. As aulas são ministradas no Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá (Rua Governador Walfredo Siqueira, Centro, São José do Egito).<br />
Também é criada a <em>Cartilha da Glosa</em>, nos formatos impresso e e-book, sendo a culminância do projeto a realização da Mesa de Glosas, na sexta-feira (5), a partir das 15h, com disponibilidade de intérprete de libras junto ao grupo para fomentar a acessibilidade e inclusão.<br />
As inscrições para a etapa de São José do Egito podem ser feitas por meio do <a title="Oficina de Glosas - Nuances da Oralidade e da Escrita" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKHjUx7RXXoJT8CuNYBDxcnKEHkcqpNB-xeeu9mvwrpfOJUA/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a>. Serão selecionadas 15 alunas.<br />
“A formação de mulheres na glosa representa um forte e estratégico movimento como uma forma de fortalecer o cenário da poesia de repente feita por mulheres fomentando a cultura do improviso da poesia popular”, destacam as organizadoras.<br />
“Nesta oficina as poetas glosadoras da nova geração, junto com a coordenadora de Mesa de Glosas, Luna Vitrolira, pesquisadora da modalidade e mestra em teoria da literatura, estão juntas incentivando o surgimento de novas vozes femininas no improviso, que darão continuidade a essa tradição”, destaca Taciana Enes, produtora executiva.</p>
<p><strong>A GLOSA -</strong> Dentre as centenas de atividades oficiais e paralelas da Festa de Louro, tradicional evento no calendário das artes em Pernambuco, a Mesa de Glosas é uma das mais prestigiadas. A modalidade de poesia de improviso, criada no Pajeú pernambucano, apresenta esquema rígido de funcionamento a partir de métrica em que os poemas são improvisados em décimas com motes elaborados pelo mediador da mesa e revelados apenas na hora da glosa para as poetas.<br />
“Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”, explica Luna Vitrolira.<br />
Para a Festa de Louro 2024 as poetisas pretendem abordar temáticas relacionadas à contemporaneidade, como educação e igualdade, sem abrir mão de assuntos mais poéticos que exaltem a resistência e importância da arte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mote dado por Dayane Rocha: <em>As Mulheres de Repente têm a força do Sertão</em> (glosa: Erivoneide Amaral):</strong></span></p>
<p><em>Nasceu pra Mesa de Glosa</em><br />
<em>A primeira poetisa</em><br />
<em>Elenilda, que é precisa</em><br />
<em>Foi nossa primeira rosa.</em></p>
<p><em>Tem Dayane corajosa</em><br />
<em>Francisca que é explosão</em><br />
<em>Milene é só emoção.</em></p>
<p><em>Thaynnara completa a gente</em><br />
<em>As Mulheres de Repente</em><br />
<em>Têm a força do Sertão.</em></p>
<p><strong>UM 2023 ARRETADO -</strong> As artistas iniciam 2024 ainda em êxtase pelo sucesso do grupo em 2023, com direito a apresentações em São Paulo, na Festa Literária de Paraty (RJ), apresentações em eventos federais em Brasília (DF) e matérias na mídia importantes, com destaque para uma reportagem gravada pela TV Cultura para o programa <em>Metrópolis</em>.<br />
O grupo possui uma série de conteúdos disponível no Instagram <a title="mulheres_de_repente" href="https://www.instagram.com/mulheres_de_repente/" target="_blank">@mulheres_de_repente</a> e um pouco do resumo dos projetos nos últimos anos está disponível nos links <a title="Flup 22 - Mesa de Glosas do Sertão do Pajeú" href="https://www.youtube.com/watch?v=uhJEABdpdNg" target="_blank">Mesa de Glosa na Flup 2022</a> e <a title="Reportagem Mulheres de Repente - Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV CULTURA" href="https://www.youtube.com/watch?v=Si4vTb4TXB8" target="_blank">Mulheres de Repente: Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV Cultura</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107463" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Cabras de Lampião circulam com o projeto &#8220;Na Feira Livre tem Dança e Poesia&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2023 18:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao longo dos meses de maio e junho, as cidades pernambucanas de Itacuruba (16/5), Belém do São Francisco (16/5), São José do Egito (17/5), Sertânia (17/5), Calumbi (18/5), Afogados da Ingazeira (20/5), Pedra (1º de junho) e Buíque (2/6) vão receber a circulação do projeto Na Feira Livre tem Dança e Poesia. Comandada pela Fundação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/cabras-de-lampiao-foto-divulgacao.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101030" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/cabras-de-lampiao-foto-divulgacao-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Ao longo dos meses de maio e junho, as cidades pernambucanas de Itacuruba (16/5), Belém do São Francisco (16/5), São José do Egito (17/5), Sertânia (17/5), Calumbi (18/5), Afogados da Ingazeira (20/5), Pedra (1º de junho) e Buíque (2/6) vão receber a circulação do projeto <em>Na Feira Livre tem Dança e Poesia</em>.</p>
<p>Comandada pela Fundação Cultural Cabras de Lampião (Serra Talhada/PE), a iniciativa conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, e visa apresentar ao público que frequenta as feiras livres dos municípios vários aspectos da história do cangaço através da música, da poesia e da dança.</p>
<p>As apresentações serão mediadas pelo Grupo de Xaxado Cabras de Lampião. A circulação prevê ainda um aulão/oficina de Xaxado para grupos de danças e teatro, professores de artes, estudantes e professores, que será ministrada por Cleonice Maria (mestra do Xaxado). Saiba mais sobre o projeto no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/xaxado.cabrasdelampiao" target="_blank"><strong>@xaxado.cabrasdelampiao</strong></a>.</p>
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		<title>Festa de Louro do Pajeú toma conta de São José do Egito neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jan 2020 15:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de São José do Egito, localizada no Sertão do Pajeú, se enche de música e poesia neste fim de semana para celebrar os 105 anos de Lourival Batista (o Louro do Pajeú), os 100 anos de Rogaciano Leite e os 90 anos de Manoel Filó, esses dois últimos são os homenageados da edição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39088" aria-labelledby="figcaption_attachment_39088" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secul-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28629106375_b23d86b0f6_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39088" alt="Rodrigo Ramos/Secul-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28629106375_b23d86b0f6_o-607x353.jpg" width="607" height="353" /></a><p class="wp-caption-text">Bia Marinho, natural de São José do Egito, será uma das atrações da festa, que atrai uma multidão de turistas à região do Sertão do Pajeú</p></div>
<p>A cidade de São José do Egito, localizada no Sertão do Pajeú, se enche de música e poesia neste fim de semana para celebrar os 105 anos de Lourival Batista (o Louro do Pajeú), os 100 anos de Rogaciano Leite e os 90 anos de Manoel Filó, esses dois últimos são os homenageados da edição de 2020 da &#8220;Festa de Louro do Pajeú&#8221;, festival que acontece e movimenta a região desde 2012.</p>
<p>Na programação, que vai até a próxima segunda-feira (6), Dia de Reis, estão recitais, shows, missas, filmes, debates, oficinas e várias atividades voltadas para o público infantil. Para ficar por dentro de tudo que vai rolar, confira a programação completa abaixo e acompanhe a cobertura em <a href="https://www.instagram.com/festadelouro/" target="_blank"><strong>@festadelouro</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação da Festa de Louro do Pajeú 2020</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (3)</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bodega Job Patriota</span><br />
15h &#8211; Intervenção visual com Raoni Assis e convidados<br />
Espaço João Macambira (Centro de Cultura)<br />
16h &#8211; Recepção &#8211; Recital com Antônio Marinho<br />
17h &#8211; Mesa de Glosa (Homenagem ao centenário de Mário Gomes)<br />
Poetas: Zezé Neto, Francisca Araújo, João Luiz, Genildo Santana e Maciel Correia<br />
Coordenação: Jorge Filó</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Rua Domingos Siqueira</span><br />
19h &#8211; Performance Barro Humano (Solo de dança contemporânea)<br />
Marcos Mercury</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Cine Louro (Homenagem a Conceição Camarotti)</span><br />
19h &#8211; Severinas &#8211; Direção: Eduardo Monteiro<br />
- Leonardo Bastião, o poeta analfabeto &#8211; Direção: Jefferson Sousa<br />
- Rio Feiticeiro &#8211; Direção: Alexandre Alencar</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bodega Job Patriota</span><br />
21h &#8211; Recital em ação de graças, com Fernando Leite, Mizita Passos e Simone Passos e lançamento do livro Memórias Poéticas, de Fernando Leite.<br />
21h30 &#8211; Recital Família Filó<br />
22h30- Vozes e Versos<br />
23h30 &#8211; Fim de Feira</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado (4)</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Espaço João Macambira (Centro de Cultura)</span><br />
14h &#8211; Mesa Debate Manoel Filó<br />
Maurício Menezes, Jeneci Vasconcelos, Ésio Rafael, Ricardo Moura e Arthur Moura. Mediação: Jorge Filó<br />
15h30 &#8211; Mesa Debate Rogaciano Leite<br />
Marcos Nunes e Cícero Nogueira &#8211; Mediação: Lindoaldo Campos</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bodega Job Patriota</span><br />
17h &#8211; Lançamentos:<br />
- Na Sombra de Augusto dos Anjos e CD A voz de uma sombra (Gilmar Leite)<br />
- O Obscuro dos Artistas Mundanos de Clarice Hoffmann, Abel Alencar , Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira.<br />
Livro Raiz, de Manoel Cavalcante<br />
- Recital Contos e Lendas do Bukina Faso, África do Oeste, com François Moise Bamba<br />
Tradução em Cena de Lara Tamiana<br />
- Recital com Henrique Brandão<br />
- Condor</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Palco Zá Marinho</span><br />
19h - Beto Hortis com participação de Treminhão<br />
- Bia Marinho<br />
- Soninha Sinibú canta Mercedes Sosa<br />
- Ave Sangria</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo (5)</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Espaço João Macambira (Centro de Cultura)</span><br />
14h &#8211; Mesa Debate Cinema e Poesia<br />
Tauana Uchôa, Carol Correia, Alexandre Alencar e Eduardo Monteiro<br />
Mediação: Alexandre Figueirôa</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Rua Domingos Siqueira</span><br />
16h &#8211; Teatro de Rua &#8211; Coletivo Caverna<br />
Espetáculo Pajeú das Flores &#8211; Direção: Cláudio Lira e o Grupo</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bodega Job Patriota</span><br />
17h &#8211; Lançamentos:<br />
- Livro Repense de Antônio José de Lima<br />
- Livro Na Rima da Menina de Graziela Barduco<br />
- Livro Poemas Recifenses de Valmir Jordão<br />
Revistas em Quadrinhos PLAF &#8211; 3ed. &#8211; Organização: O Grito!<br />
Recital Sendo Maria Também Que Destino me Convém! &#8211; em homenagem a Clenice Valadares com Bell Puã, Bia Menezes, Uma Martins e Nelson Maca<br />
- Forró Rimado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Palco Zá Marinho</span><br />
19h &#8211; Maviael Melo<br />
- Tonfil, Almério e Juliano Holanda<br />
- Josildo Sá<br />
- Em Canto e Poesia</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira (6)</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Bodega Job Patriota</span><br />
11h &#8211; Infantil Cabeção Pelo Mundo, com Maria Eugênia Tita<br />
12h &#8211; Almoço Poético com Baião de Dois<br />
- Instrumental Parceria com Greg Marinho, Miguel Marinho, Lucas Crastro, Guilherme Eira, Felipe Weinberg e Ednardo Dali<br />
- Cantoria com Geraldo Amâncio e Valdir Teles E Fabiane Ribeiro e André Santos<br />
- Lançamentos:<br />
- Cordel de Pai pra Filhos a Arte Sempre há de Germinar, de Esperantivo, Jeft Amorim e Jennifer Amorim<br />
- Cordel O Viajante… de Andrade Lima<br />
- Cordel Carnaval no Reino Animal, de Esperantivo e Maria Farias<br />
- Cordel &#8211; Mulheres Guerreiras, de Maria Farias<br />
- Livro Fazendo Arte, de Gislândio Araújo<br />
- Livro Outros Mares, de Mariana Teles<br />
- Recital com Domênico Perazzo, Lima Junior e Mariana Teles (Homenagem a Tuparetama e Valdir Teles)<br />
- Recital com Poetas de Ingazeira (Homenagem a Ingazeira, A Cantilena e Pe. Luisinho)<br />
- Reinivaldo Pinheiro<br />
- Val Patriota<br />
- As Severinas<br />
- Cláudio Rabeca</p>
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		<title>Projeto vai mapear produção poética feminina do Pajeú dos últimos 100 anos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2019 15:04:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Valorizar, divulgar e garantir a visibilidade da produção poética de mulheres que participaram da formação cultural da região do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, é o que move o projeto As Poetas do Pajeú. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, foi idealizada pela poeta e artista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68837" aria-labelledby="figcaption_attachment_68837" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-38-of-82.jpg"><img class="size-medium wp-image-68837 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-38-of-82-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">projeto surgiu ao notar a ausência significativa das mulheres do Pajeú nas antologias literárias, evidenciando as implicações históricas, sociais, políticas e culturais que ocultaram o registro de suas obras e presenças na historiografia literária pernambucana</p></div>
<p style="text-align: left;">Valorizar, divulgar e garantir a visibilidade da produção poética de mulheres que participaram da formação cultural da região do Pajeú, no Sertão de Pernambuco, é o que move o projeto <strong>As Poetas do Pajeú</strong>. A iniciativa, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através do Funcultura, foi idealizada pela poeta e artista visual Mariana de Matos e pretende destacar a produção dos últimos 100 anos das poetas que contribuíram para a manutenção da literatura local e catalogá-las em um acervo virtual que ficará disponibilizado gratuitamente.</p>
<p style="text-align: left;">Segundo Mariana, o projeto surgiu ao notar a ausência significativa das mulheres do Pajeú nas antologias literárias, evidenciando as implicações históricas, sociais, políticas e culturais que ocultaram o registro de suas obras e presenças na historiografia literária pernambucana e, consequentemente, brasileira. “Para construirmos possibilidades mais democráticas, torna-se impreterível que as vozes não hegemônicas sejam escutadas, que haja mais espaço e legitimidade para o fazer artístico das mulheres”, defende.</p>
<div id="attachment_68838" aria-labelledby="figcaption_attachment_68838" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-48-of-82.jpg"><img class="size-medium wp-image-68838 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/FOTO-48-of-82-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto vai percorrer os 17 municípios que integram a região do Pajeú</p></div>
<p>O projeto vai percorrer os 17 municípios que integram a região do Pajeú (Quixaba, Iguaracy, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, Brejinho, São José do Egito, Carnaíba, Solidão, Calumbi, Tabira , Itapetim, Tuparetama, Flores, Triunfo , Serra Talhada, Igazeira e Afogados da Igazeira) em busca de diferentes perfis de poetas. São elas: as que já são conhecidas e publicadas; as que ainda são inéditas; de distintas gerações; poetas cantadoras de repente, emboladoras e cantoras de coco, como forma de respeitar a diversidade de formas de conhecimento e saber artístico, e entender que a experiência poética pajeuzeira apenas constata os atravessamentos das várias linguagens artísticas e a diversidade; Poetas vivas ou em memória que, não só nasceram no local, mas que também tiveram sua produção relacionada às vivências do Pajeú, colaboraram para a tradição literária local e que são reconhecidas por outras poetas e pelo público como pertencentes ao panorama literário desse território.</p>
<p><strong>Apoio Popular</strong><br />
O mapeamento das poetas do Pajeú está sendo realizado com pesquisa de campo, e terá algumas ações locais. E a colaboração da população para resgatar a história é essencial na reconstrução desse cenário. Por isso, está sendo disponibilizando alguns canais de comunicação para as pessoas que são ou dispunham de informações de mulheres poetas descritas nos perfis acima possam entrar em contato com a equipe do projeto. O primeiro canal é o e-mail <strong>aspoetasdopajeu@gmail.com</strong>, que deve ser enviado contendo nome, idade, cidade, contatos e pequena descrição de suas produções poéticas. E o segundo canal são as redes sociais no Instagram e no Facebook.</p>
<p>Uma vez mapeadas, as poetas catalogadas estarão em uma plataforma virtual de acesso gratuito. Através dessa área, o público poderá conhecer as produções poéticas de mulheres que contribuíram para a formação do Pajeú, além de desenvolver novas pesquisas acerca das produções individuais das poetas, promover reflexões sobre a condição e contexto de vida dessas mulheres e desenvolver novos conteúdo didáticos para o ambiente educacional, entre outros desdobramentos possíveis.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span>:<br />
Coleta de material até  05 de Junho de 2019 do projeto As Poetas do Pajeú<br />
Cidades envolvidas: Sertão do Pajeú (São José do Egito, Itapetim, Tuparetama, Brejinho, Tabira, Santa Terezinha, Carnaíba,, Ingazeira, Iguaracy, Solidão, Afogados da Ingazeira, Quixaba, Flores, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde, Calumbi, Serra Talhada)<br />
Mais informações: (87) 99651.7752 | aspoetasdopajeu@gmail.com</p>
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		<title>Espetáculo &#8220;Sebastiana e Severina&#8221; circula pelo interior de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 21:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de passar pela Paraíba e por Portugal, além de receber, em 2016, nove prêmios no 22° Janeiro de Grandes Espetáculos, a montagem “Sebastiana e Severina” iniciou circulação pelo interior de Pernambuco em agosto e passa agora pelas cidades de Sao José do Egito (6), Caruaru (7) e Bezerros (8). Contemplada pelo Funcultura 2017, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65972" aria-labelledby="figcaption_attachment_65972" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Marcial</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Sabastiana-2_Foto-de-Ricardo-Marciel.jpg"><img class="size-medium wp-image-65972" alt="Ricardo Marcial" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Sabastiana-2_Foto-de-Ricardo-Marciel-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Peça é dirigida por Cláudio Lira e fala sobre o interior.</p></div>
<p>Depois de passar pela Paraíba e por Portugal, além de receber, em 2016, nove prêmios no 22° Janeiro de Grandes Espetáculos, a montagem “Sebastiana e Severina” iniciou circulação pelo interior de Pernambuco em agosto e passa agora pelas cidades de Sao José do Egito (6), Caruaru (7) e Bezerros (8). Contemplada pelo Funcultura 2017, a peça é uma adaptação do livro homônimo do pernambucano André Neves, um dos mais renomados ilustradores de literatura infantil e juvenil da atualidade.</p>
<p>No início da temporada de circulação, o espetáculo passou por Tracunhaém, Limoeiro, Lagoa do Carro, Passira, Triunfo, Sertânia e Arcoverde. No dia 6, Sebastiana e Severina integra a programaçao do Festival do Louro, onde o coletivo também apresenta o espetáculo Pajeú das Flores. “Essa história de Sebastiana e Severina fala sobre o povo do interior e vamos conseguir levar ela até lá. É uma viagem de volta. O espetáculo começou na capital, no Recife, e vai voltando agora para o sertão”, conta o diretor Cláudio Lira, natural de São José do Egito. As apresentações serão gratuitas e contam com tradução em libras.</p>
<p>Indicada para todas as idades, a peça tem música ao vivo e relata a história de duas rendeiras de Umbuzeiro (PB), que mesmo sem o frescor da juventude ainda sonham em encontrar um príncipe encantado. Com a chegada do forasteiro Chico à cidade, Sebastiana e Severina cantam, produzem a renda mais bonita, recorrem até ao feitiço do amor e acabam, através dele, descobrindo o valor da amizade. Com toda a poesia que cabe às rimas e prosas da gente do interior, e assim como no livro – carregado do repente, cordéis e loas contados e cantados pela tradição popular nordestina -, o espetáculo convida o público a conhecer e se encantar com os festejos ao padroeiro da cidade de Umbuzeiro.</p>
<p>Com direção de arte de Marcondes Lima, cenário e figurino são ricos em detalhes para manifestar ainda mais esse imaginário popular. O elenco formado por Célia Regina, Zuleika Ferreira, Luiz Manuel e Davison Wescley conta essa história através de um processo narrativo que se transforma ao longo da peça: os artistas ora interpretam as personagens e ora voltam a si, como também narram e manipulam bonecos.</p>
<p><b>SERVIÇO</b></p>
<p><b><i>Sao José do Egito</i></b><br />
Festa de Louro<br />
06 de janeiro, às 11h<br />
Rua Domingos Siqueira<br />
(Praça Carolino Campos)</p>
<p><b><i>Caruaru</i></b><br />
7 de janeiro, às 18h<br />
Teatro de Mamulengos Mamusebá<br />
(Antiga estaçao de trem, no pátio de eventos)</p>
<p><b><i>Bezerros</i></b><br />
08 de janeiro, às 16h<br />
Praça da Bandeira (Centro)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Festa de Louro celebra a cultura popular do Pajeú até o próximo domingo (6)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festa-de-louro-celebra-a-cultura-popular-do-pajeu-ate-o-proximo-domingo-6/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2019 14:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Festa do Louro]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[São José do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[Começa nesta quinta-feira (3), em São José do Egito, a Festa de Louro do Pajeú – que este ano celebra os 104 anos de nascimento do mestre. A programação segue até o próximo domingo (6) e também comemora os 60 Anos de Isabel Marinho e 90 Anos de Job Patriota. Dezenas de atrações, entre filmes, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18306" aria-labelledby="figcaption_attachment_18306" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Em-Canto-e-Poesia-FPNC-Sertao-do-Moxoto-20131.jpg"><img class="size-medium wp-image-18306" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Em-Canto-e-Poesia-FPNC-Sertao-do-Moxoto-20131-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo Em Canto e Poesia, que resgata a cantoria popular nordestina, é uma das atrações da Festa do Louro</p></div>
<p>Começa nesta quinta-feira (3), em São José do Egito, a Festa de Louro do Pajeú – que este ano celebra os 104 anos de nascimento do mestre. A programação segue até o próximo domingo (6) e também comemora os 60 Anos de Isabel Marinho e 90 Anos de Job Patriota. Dezenas de atrações, entre filmes, cantorias de viola, shows e declamações de poesia integram o evento, que conta com apoio do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>Dentre os destaques desta quinta (3) está a Missa do Cantador no Beco de Zé Rocha, às 19h, com os cantadores Adelmo Aguiar e Gilberto Alves. Às 20h30, na Bodega Job Patriota (Rua Domingos Siqueira), tem o Cinelouro, com Poetas Analfabetos do Sertão do Pajeú de Pernambuco (Jeferson Souza), Vozes de Livramento (José Alberto Júnior), Tem Criança no Repente (Eduardo Crispim) e Poeta Urbano (Antônio Carrilho).</p>
<div id="attachment_6321" aria-labelledby="figcaption_attachment_6321" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Otávio de Souza</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/luna-vitrolira.jpg"><img class="size-medium wp-image-6321" alt="Otávio de Souza" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/luna-vitrolira-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A poetiza Luna Vitrolira é também uma das atrações confirmadas</p></div>
<p>Ainda nesta quinta (3), às 22h, está programado o Recital com Nõe de Job e Graça Nascimento, além das atrações Violetas da Aurora em conversa, poesia e cantiga; Tonino Arcoverde e Publius, com o Cantorias do Interior para o Mar.</p>
<p>Na sexta-feira (4), no Espaço Sebrae, haverá uma oficina gratuita de mamulengo às 9h. Já às 14h, os interessados podem participar da Mesa Conversa Meu livro, com Ícaro Tenório, lançando o livro Pós Ficcional. Em seguida, Luna Vitrolira, lança o livro Aquenda – o amor às vezes é isso,</p>
<div id="attachment_62485" aria-labelledby="figcaption_attachment_62485" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mariana Pinheiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/tonfil-foto-por-Mariana-Pinheiro-1-1-1-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62485" alt="Mariana Pinheiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/tonfil-foto-por-Mariana-Pinheiro-1-1-1-1_Easy-Resize.com_-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Tonfil irá cantar músicas do seu primeiro disco, além de interpretar canções de outros autores pernambucanos.</p></div>
<p>No Palco Zá Marinho, 20h, Bia Marinho e Tonfil (homenagem a Zá Marinho), Pariceiros (Wilson Freire e Sofia Freire – participação de Antônio Carlos Nóbrega), Flaira Ferro e As Severinas.</p>
<p>Fechando a programação, no domingo (6), o Espaço Sebrae, às 10h, recebe o Infantil Cordel Animado, com Mariane Bígio e Milla Bígio. Na Bodega Job Patriota, às 11h, será apresentado o espetáculo Sebastiana e Severina, com direção de Cláudio Lira e tradução em libras. Tem ainda Mesa de Glosa com Franci Araújo (Iguaracy), Elenilda Amaral (Afogados da Ingazeira), Dudu Moraes (Tabira), Gislândio Araújo (Brejinho) e Zezé Neto (São José do Egito).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação da Festa de Louro 2019:</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (3)</strong></span><br />
Espaço SEBRAE/João Macambira (Praça Seresteiro João Pequeno)<br />
9h &#8211; Oficina de mamulengo – módulo 1 (com José Júlio – Mestre Jurubeba) Inscrições: (81) 99163-7578 – Máximo: 20 vagas</p>
<p>Beco de Zé Rocha<br />
19h &#8211; Missa do Cantador (com os cantadores Adelmo Aguiar e Gilberto Alves)</p>
<p>Bodega Job Patriota (Rua Domingos Siqueira)<br />
20h30 &#8211; CINELOURO<br />
– Poetas Analfabetos do Sertão do Pajeú de Pernambuco (Jeferson Souza)<br />
– Vozes de Livramento (José Alberto Júnior)<br />
-Tem Criança no Repente (Eduardo Crispim)<br />
– Poeta Urbano (Antônio Carrilho)</p>
<p>22h &#8211; Recital com Nõe de Job e Graça Nascimento<br />
23h &#8211; Violetas da Aurora em conversa, poesia e cantiga (Fabiana<br />
Pirro, Ana Nogueira, Mayra Waquim e Sílvia Góes)<br />
0h &#8211; Tonino Arcoverde e Publius em Cantorias do Interior para o Mar</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (4)</strong></span><br />
Espaço SEBRAE/João Macambira<br />
9h &#8211; Oficina de mamulengo – módulo 2 (com José Júlio – Mestre Jurubeba)</p>
<p>14h &#8211; Mesa Conversa – Meu livro. Meu fazer poético.<br />
Ícaro Tenório, lançando o livro Pós Ficcional, Luna Vitrolira, lançando o livro Aquenda – o amor às vezes é isso e Fernanda Limão, lançando o livro Olhos de nuvem.</p>
<p>15h30 &#8211; Mesa Conversa – Eu e a Poesia<br />
Antônio Carlos Nóbrega e Samaroni Lima</p>
<p>Bodega Job Patriota<br />
17h &#8211; Performance drag com Allanna the Queen<br />
Lançamentos<br />
1 – Antologia Trans – 30 poetas trans, travestis e não-binários (Invisíveis produções – Org. Coletivo Transformação)<br />
2 – Efêmero, de Lucas Rafael<br />
3 – Eu, meus eus e o sertão, de Wellington Rocha<br />
-Recital com Valmir Jordão (homenagem a Erickson Luna)<br />
-Alexandre Revoredo</p>
<p>Palco Zá Marinho<br />
20h &#8211; Bia Marinho e Tonfil (homenagem a Zá Marinho)<br />
- Pariceiros (Wilson Freire e Sofia Freire – participação de Antônio Carlos Nóbrega)<br />
- Flaira Ferro<br />
- As Severinas (participação de Agda)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado (5)</strong></span><br />
Feira Livre de São José do Egito<br />
9h &#8211; Mamulengo Jurubeba</p>
<p>Espaço SEBRAE/João Macambira<br />
14h &#8211; Mesa – Educação livre e libertadora. Poesia ensina<br />
Gilmar Leite, lançando o livro e tese de doutorado (UFRN) O Sertão educa, Aparecida Izídio, Mestra em letras pela UPE e Jáder Vângelis, poeta e professor da cadeira de poesia popular de São José do Egito.<br />
15h30 &#8211; Mesa – Job Patriota<br />
Maciel Correia, Antônio José de Lima, Zelito Nunes, Graça Nascimento e Nõe de Job.</p>
<p>Bodega Job Patriota 17h<br />
17h &#8211; Lançamentos<br />
1- Poeta Albino, de Albino Pereira<br />
2- Inspiração, de Lenelson Piancó<br />
3 &#8211; Minha Herança de Matuto, de Leonardo Bastião<br />
- Recital com Lenelson Piancó e Izabela Moraes (homenagem a Zé Adalberto e a Itapetim) e Cordeleza</p>
<p>Palco Zá Marinho<br />
20h &#8211; Alysson Islan<br />
-Val Patriota (seresta dedicada a Maura Marinho)<br />
-Encantaria<br />
-Em Canto e Poesia</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo (6)</strong></span><br />
Espaço SEBRAE/João Macambira<br />
10h &#8211; Infantil Cordel Animado (Mariane Bígio e Milla Bígio)</p>
<p>Bodega Job Patriota<br />
11h &#8211; Sebastiana e Severina (Coletivo Caverna) Direção: Cláudio Lira. Espetáculo infanto-juvenil com tradução em libras.<br />
12h &#8211; Baião de dois<br />
-Instrumental Parceria (Greg Marinho, Ednardo Dali e Miguel Marinho)<br />
– Cantoria<br />
Adelmo Aguiar e Diomedes Mariano<br />
Rogério Meneses e Raimundo Caetano.<br />
-Mesa de Glosa<br />
Francisca Araújo (Iguaracy), Elenilda Amaral (Afogados da Ingazeira), Dudu Moraes (Tabira), Gislândio Araújo (Brejinho) e Zezé Neto (São José do Egito)<br />
-Lançamentos<br />
1- Educação TEC – Reflexões Transdisciplinares, Alex Martins da Silva<br />
2- Chapezinho Vermelho Retalhado, Roberta Cândido Mousinho<br />
3- Germinar: de pai para filhos, Esperantivo<br />
4- Galopando amor, fé e cultura, Maria Farias e Adilson Costa<br />
5 – Violência nunca mais, Isabelly Moreira<br />
6 – Tinto, João Inneco<br />
- Recital com Auzêh Freitas<br />
- Recital com Mariane Alves e Elis Almeida (homenagem a Triunfo)<br />
- Pé-de-serra Talhada<br />
- César Amaral</p>
<p>Barlanche O Artesão (Rua Domingos Siqueira)<br />
22h &#8211; Ednardo Dali<br />
-O Véi Tibôa (Coletivo Marginal)<br />
- O PIPOCO<br />
- Antonio Marinho</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A poesia de Tonfil toma conta do Ouvindo e Fazendo Música</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-poesia-de-tonfil-toma-conta-do-ouvindo-e-fazendo-musica/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Aug 2018 20:18:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Louro do Pajeú]]></category>
		<category><![CDATA[São José do Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Tonfil]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Vivendo entre Recife e Olinda há doze anos, o músico e artista plástico Tonfil tem oferecido doses homeopáticas do Sertão do Pajeú no cenário artístico do litoral pernambucano. Natural de São José do Egito e neto do mítico Louro do Pajeú, considerado um dos mestres do improviso rimado na poesia popular sertaneja, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62485" aria-labelledby="figcaption_attachment_62485" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Mariana Pinheiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/tonfil-foto-por-Mariana-Pinheiro-1-1-1-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-medium wp-image-62485" alt="Mariana Pinheiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/tonfil-foto-por-Mariana-Pinheiro-1-1-1-1_Easy-Resize.com_-607x389.jpg" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Tonfil irá cantar músicas do seu primeiro disco, além de interpretar canções de outros autores pernambucanos.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Vivendo entre Recife e Olinda há doze anos, o músico e artista plástico Tonfil tem oferecido doses homeopáticas do Sertão do Pajeú no cenário artístico do litoral pernambucano. Natural de São José do Egito e neto do mítico Louro do Pajeú, considerado um dos mestres do improviso rimado na poesia popular sertaneja, o cantor traz não só na composição, mas também na oralidade, a poesia intrínseca de quem cresceu na região, se apropriando e transformando até mesmo a mais urbana das canções.</p>
<p>Atualmente, o artista equilibra as referências na preparação do seu segundo álbum, que terá direção musical de Juliano Holanda, com quem já trabalhou no projeto “Reverbo”, que reúne nomes da nova geração do cancioneiro pernambucano.  O novo disco homônimo promete estreitar ainda mais o caminho entre a caatinga e o mar, trazendo Tonfil, desta vez, como intérprete de diversos compositores. O trabalho sucede a estreia com “Acontecer”, lançado em 2015, que marcou sua parceria com Vinícius Sarmento e Greg Marinho.</p>
<p>Apesar de ter sido lançado com uma tiragem reduzida, o primeiro trabalho passa a ser mais conhecido do público agora, quando Tonfil leva parte do repertório para apresentações como a deste sábado (17), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), dentro da programação do projeto Ouvindo e Fazendo Música.  Na ocasião, será acompanhado pelo percussionista Felipe Weimberg e do violonista Ednardo Dali, além de contar com a participação do ex-Mestre Ambrósio, Sérgio Cassiano.</p>
<p>No repertório da tarde, ainda estão previstas músicas como “Vem a noite”, de Juliano Holanda, “Sibita Baleada”, de Anaíra Mahim, e “Outra Oração”, de Isabela Moraes, que adiantam o tom do seu próximo disco. Os ingressos custarão R$ 6 (inteira) E R$ 3 (meia).</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">ENTREVISTA COM TONFIL</span></b></p>
<p><b>O que te motivou a sair de São José do Egito e vir para cá?</b></p>
<p>A vontade de embasar melhor os estudos. Mas, no íntimo o que motivou mesmo foi a vontade de estar em Recife e Olinda, cidades mágicas e atraentes pra mim. Apesar de não ter sido fácil me adaptar a realidade de estudante na Capital, nas realidades boêmias e criativas eu me adaptava muito bem.</p>
<p><b>Como parte de uma família de cantadores, a música veio primeiro que as artes plásticas? Acredita que essas duas linguagens se complementam no seu trabalho? Se sim, de que forma? </b></p>
<p>Sim. Essa linguagem realmente é mais comum na minha casa até hoje. A música e a poesia sempre nos envolveram desde antes do berço, já as artes visuais e plásticas não. Pouquíssimas pessoas na minha família desenham, no entanto, sempre foram admiradores do belo, impressionados com o horrível, e captadores da graça das coisas. Meu pai brinca com palavras constantemente, meu avô era trocadilhista, minha mãe com muitos textos com imagens fortes, sequencias figurativas que nos faziam pintar pensando. Então, claro que se complementam. Sempre digo que cantar é esculpir com a voz e desenhar é cantar com a imagem.</p>
<p><b>São José do Egito e o Sertão do Pajeú são conhecidos por terem uma poética bem particular. De que forma isso se evidencia na sua música? </b></p>
<p>Apesar de São José ser conhecido como Berço Imortal da Poesia Popular, baseada em tradições parnasianas de formatos e ritmos de poemas, hoje a produção poética é bem mais livre. Mas a declamação em algumas das minhas apresentações é uma das evidências.</p>
<p><b>Costuma explorar a obra de compositores de lá?</b></p>
<p>Sim. Muito. São José tem compositores maravilhosos, como Bia Marinho, Anaíra Mahin, Lamartine Passos, Greg e Antônio Marinho e poetas que têm muitas vezes seus poemas musicados, como Rogaciano Leite, poeta indescritível que incluo no hall do meu repertório.</p>
<p><b>A mudança para a Região Metropolitana tem influenciado na sua produção? </b></p>
<p>Na verdade, o litoral me fazia compor quando eu vinha pra casa dos meus tios que moravam aqui, quando eu era uma criança no sertão. Com uns dez ou onze anos, gostava muito da praia, do candomblé, então, compunha umas canções meio Clara Nunes e tal (risos). Recentemente, eu tenho me proposto mais a ser intérprete do que compositor. Estou nessa fase. Gosto das músicas de alguns amigos compositores e prefiro canta-las. Mas componho sim. Tem uma canção chamada “Vida em Marte, Severina!”, com arranjo de Miguel Marinho, que tem uma pegada bem Recife, coco-mangue, e a coloco em algumas apresentações.</p>
<p><b>O que podemos esperar estética e poeticamente desse novo disco?</b></p>
<p>Ele ainda está bem embrionário, mas já esboça alguma personalidade pra mim. Sinto que ele vem com uma mistura das minhas apreciações. Acho que esse trabalho está vindo com um lado meio orgânico e alvissareiro, mas com uma pitadinha visceral.<b></b></p>
<p><b>Será autoral, há parcerias e participações planejadas? Já saberia dizer alguma data e título previstos para o lançamento?</b></p>
<p>Será autoral sim. Músicas de compositores que admiro muito e que saio minerando pra o meu repertório de apresentação. A direção musical é de um amigo querido, Juliano Holanda, do qual canto uma das canções do disco. Não sei se terá alguma canção minha , pois, como disse, estou numa fase de interpretar. Haverá participações, mas ainda não há previsão de lançamento. O título será “Tonfil”.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
<i>Tonfil no Ouvindo e Fazendo Música</i><br />
Quando: Neste sábado, às 17h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960)<br />
Ingressos: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia).</p>
<p><b> </b></p>
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		<title>São José do Egito celebra os 101 anos de Louro do Pajeú</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2016 14:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sertão do Pajeú &#8211; terra de Lourival Batista, um dos maiores repentistas e poetas pernambucanos &#8211; está em festa! Desde o último domingo (3/1), a cidade de São José do Egito está tomada por uma série de atividades culturais para marcar na região os 101 anos do nosso Louro do Pajeú, falecido em 1992. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sertão do Pajeú &#8211; terra de Lourival Batista, um dos maiores repentistas e poetas pernambucanos &#8211; está em festa! Desde o último domingo (3/1), a cidade de São José do Egito está tomada por uma série de atividades culturais para marcar na região os 101 anos do nosso <i>Louro do Pajeú</i>, falecido em 1992.</p>
<div id="attachment_32831" aria-labelledby="figcaption_attachment_32831" class="wp-caption img-width-344 alignright" style="width: 344px"><p class="wp-image-credit alignleft">arte/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/louro-pajeu.jpg"><img class="size-medium wp-image-32831" alt="arte/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/01/louro-pajeu-344x486.jpg" width="344" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tradicional festejo celebra também neste ano os 60 anos do poeta Zeto do Pajeú</p></div>
<p>Apresentações musicais, exposições, mesa de glosas, recitais poéticos, exibição de filmes, lançamento de livros e cordéis são algumas das atrações gratuitas que seguirão até a próxima quarta-feira (6/1) animando a cidade.</p>
<p>Realizado pelo Instituto Lourival Batista, também conhecido por Casa do Repente, os festejos deste ano também são realizados em memória do poeta Zeto, falecido em 2002 e que completaria 60 anos em 2016. O evento conta com a produção da Página 21 e patrocínio do Governo de Pernambuco, através da Empetur, Fundarpe, Secretarias de Turismo e de Cultura do Estado.</p>
<p><b>Confira a programação completa:</b></p>
<p><b>101 ANOS DE LOURO<br />
</b>60 anos de Zeto</p>
<p>PROGRAMAÇÃO – 2016</p>
<p><b>Domingo, 3/1</p>
<p></b><i>Igreja da Matriz de São José – 19h</p>
<p></i>- Missa do Cantador com o poeta Pe. Luisinho<br />
<em id="__mceDel">Cantadores: Valdir Teles e Diomedes Mariano</em></p>
<p><i>Instituto Lourival Batista – 21h</i></p>
<p>- Exposição permanente: Lourival Batista &#8211; 100 Anos de Poesia<br />
- Exposição fotográfica: Pores de sol de São José do Egito e outros olhares na terra da poesia &#8211; &#8220;A Parte que Iluminou&#8221; de Josimar de Josimar Matos</p>
<p>Exibição de filmes<br />
- Não tem só mandacaru de Tauana Uchoa<br />
- Bom dia, poeta! de Alexandre Alencar</p>
<p><b>Segunda-feira, 4/1</b></p>
<p><i>Bodega de Job Patriota 15h30</i></p>
<p>- Recital: Lucas Rafael e Marcos Passos<br />
- Lançamento de livro Cosmigalha de Tonfil<br />
- Recital da Roedeira: Izabela Ferreira, Thyelle Dias, Sara Cristovão, Dekiane Ribeiro, Mariana Veras e Dayane Lopes<br />
- Silvia Patriota (Lançamento do CD O Canto do Uirapurú)<br />
- Kely Rosa<br />
- Mambembe</p>
<p><i>Palco Zá Marinho – 20h</i></p>
<p>- Cantoria: Rogério Menezes e Raimundo Caetano<br />
- Recital: Chico Pedrosa<br />
- Tonfil e Romane Déconfin (França)<br />
- Pernambuco Quartet (Antonio Marinho, Breno Lira, César Michiles, Lucas dos Prazeres)<br />
- Bia Marinho<br />
- Flávio Leandro (Abertura: Delmiro Barros)</p>
<p><b>Terça-feira, 5/1</b></p>
<p><i>Espaço João Macambira &#8211; 10h</i></p>
<p>- Espetáculo infantil: O Touro Azul e as Canções com Rildo de Deus e Anaíra Mahin</p>
<p>Espaço João Macambira – 15h</p>
<p>- Mesa de debate<br />
Tema: Zeto<br />
Com Ésio Rafael, Nõe de Jó, Luis Homero, Antônio José de Lima e Paulo Carvalho &#8211; Acolhida: Antonio Marinho</p>
<p>Bodega de Job Patriota &#8211; 17h</p>
<p>- Recital: Bráulio Tavares e Ícaro Tenório<br />
- Lançamento de livro e recital Adeus, de Miró, com intervenção visual de Raoni Assis<br />
- Mestre Anderson e seu Terno de Maracatu<br />
- Vozes e Versos</p>
<p><i>Palco Zá Marinho – 20h</i></p>
<p>- Lucas dos Prazeres<br />
- As Severinas (Lançamento do CD Tribos)<br />
- Val Patriota (participação de Lostiba)<br />
- Em Canto e Poesia<br />
- Geraldo Azevedo</p>
<p><b>Quarta-feira, 6/1</b></p>
<p><i>Bodega de Job Patriota – 12h</i></p>
<p>- Confraternização com Baião de Dois<br />
- Leitura declamada do cordel 100 anos de Louro do Pajeú, por Arlindo Lopes<br />
- Lançamento de livro “ O rei me disse fica, eu disse não” – 100 repentes de Lourival Batista, de Marcos Nunes da Costa, Maria Helena Marinho e Raimundo Patriota<br />
- Recital: Paulo Passos e Alan Miraestes<br />
- Lançamento do box de cordéis das cumade Anaíra Mahin e Lu Rabelo<br />
- Lançamento do livro Nietzsche e Rosset – Alegria, impulso e criação e da coleção Filsofia em Cordel de Lindoaldo Campos<br />
- Recital: Graça Nascimento<br />
- Mesa de Glosa: Caio Menezes, Elenilda Amaral, Dudu Moraes, Dayane Rocha. Coordenação: Jorge Filó<br />
- Cantoria: Valdir Teles e Diomedes Mariano<br />
- Cantoria: Raimundo Caetano e Rogério Menezes<br />
- Lucas de Oliveira interpreta Elomar<br />
- Trio Retalhos em Cordas<br />
- Henrique Brandão<br />
- Irah Caldeira<br />
- Rogério Rangel</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Oficina de vídeo envolve crianças do Sertão pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 19:38:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça!”. Ao se ouvir/ler a frase clássica do cineasta Glauber Rocha, você já parou pra pensar numa criança com câmera em punho, ou dirigindo um filme? Talvez não. Mas, num universo quase que exclusivamente de “gente grande”, os pequenos pensantes também tem vez. Foi o que vislumbrou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17386549161_f7d9fecc4f_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29194" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17386549161_f7d9fecc4f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça!</em>”. Ao se ouvir/ler a frase clássica do cineasta Glauber Rocha, você já parou pra pensar numa criança com câmera em punho, ou dirigindo um filme? Talvez não. Mas, num universo quase que exclusivamente de “gente grande”, os pequenos pensantes também tem vez. Foi o que vislumbrou a documentarista Maria Eduarda Andrade, que não ficou somente na ideia! Com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, ela percorreu as cidades de Araripina, Belém do São Francisco, Sertânia e São José do Egito com um propósito: transformar crianças desse municípios em realizadores de audiovisual. Sob o tema “O que você quer ser quando crescer?”, ela levou oficinas de vídeo aos quatro municípios e iniciou os meninos e meninas no universo da criação na Sétima Arte.</p>
<p>Durante quatro semanas, Maria Eduarda e sua equipe rodaram mais de 2 mil quilômetros entre estradas esburacadas, que os levaram a lugares remotos, longínquos, incrustados no Sertão pernambucano. Tinham na bagagem o desejo de fazer um novo mundo se descortinar para aquelas crianças. Voltaram cheios de histórias pra contar. “<em>Eu sou fascinada pela infância em si!</em>”, conta Maria Eduarda, que morou, durante oito anos, em Londres e Nova York, onde realizou oficinas de vídeo com crianças. “<em>A infância explica muito do adulto que a gente é. E acho que a gente olha pouco pra infância, e, em geral ,quando olha, a gente não faz com a seriedade que o tema merece, não respeitamos a inteligência e autonomia das crianças. Então, eu quis fazer algo que tivesse essas coisas, o respeito pela inteligência das crianças, o confiar na autonomia delas, saber que elas seriam capazes de desenvolver uma história, elaborar um roteiro e fazer um filme em cinco dia</em>s”, explica Maria Eduarda sobre o que a motivou a empreender este projeto.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17384690942_4430faf164_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29195" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17384690942_4430faf164_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>E como chegar até elas? Durante a pré-produção das oficinas, Maria Eduarda contatou as secretarias de Educação dos municípios, assim como as dirigentes das unidades escolares, para explicar do que se tratava o projeto e para colaborar na seleção das crianças, com faixa etária de 6 a 11 anos. “<em>A gente basicamente pediu a elas (escolas) que selecionassem mais ou menos o mesmo numero de meninas e meninos, pra ter igualdade de gênero. E que elas ficassem de olho em crianças que ‘gostassem de contar histórias’</em>”, conta. Ao chegar nas cidades, ela encontrou meninos e meninas excitadíssimas e curiosas com a novidade que estavam trazendo para o lugar. Muitas delas nunca tinham tido a oportunidade de ir ao cinema, que dirá ser ator, diretor ou roteirista de um filme?</p>
<p>Durante a oficina, as crianças aprenderam conceitos básicos da narrativa em vídeo, além de eles próprios criarem, coletivamente, as histórias a serem contadas, os personagens, cenários e figurinos. “<em>Foram semanas de trabalho muito intenso, mas a verdade é que nosso maior desafio é criar um ambiente de segurança emocional, onde a criança é livre pra criar e se expressar. E é muito mágico quando isso acontece</em>”. Cada uma delas recebia uma função no grupo. O pequeno Anchieta Júnior, de 10 anos, de São José do Egito, assumiu a câmera e áudio do filme <em>O Mundo Mágico de Valentina</em>, de autoria dos alunos. Apesar de externar o desejo de se tornar veterinário, Anchieta demonstrou muito talento e desenvoltura na função. “<em>Eu achei bem legal participar. No começo foi difícil, a gente ainda não sabia direito das coisas. Depois foi ficando mais fácil e a gente filmou tudinho, comigo na câmera. Achei bem interessante</em>”, conta ele, que, logo em breve, terá sua história contada em um documentário produzido por Maria Eduarda.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17386697545_af2b036bdf_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-29196" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17386697545_af2b036bdf_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Toda orgulhosa, Maria de Lourdes de Souza Almeida, a Dêra, mãe de Anchieta, acompanhou o envolvimento do filho nesse momento e deu total apoio. “<em>Eu achei muito importante pra ele! Por ele ser tão novinho, ele ficava muito empolgado com tudo o que fazia. Júnior é muito interessado nas coisas e, por isso, ela (Maria Eduarda) o incentivou ainda mais. Tudo era novidade, pra ele e pra gente</em>”, disse. E a novidade foi bem assimilada pelas crianças, que botaram sua criatividade pra fora. Bem o disse Elaine Batista, diretora da Escola Municipal Baraúnas, também em São José do Egito, que recebeu também alunos de duas escolas convidadas para participar das oficinas, Escola Helena Maria de Figueira Brito e Escola São Sebastião. “<em>Essa oficina foi algo que nos surpreendeu muito e torcemos para que a equipe volte pra cá! Eu gosto muito de desafios e essa oficina foi um desafio importante pra nós que moramos aqui na Zona Rural, com crianças tão pacatas, no seu cantinho. De repente, elas têm uma oportunidade dessa, de colocar suas ideias e sensibilidade pra fora. Todos gostaram muito e pensamos até na possibilidade de incluir cinema e teatro no currículo escolar, assim como dar continuidade ao que eles desenvolveram aqui. Mesmo sem os equipamentos que eles possuem, mas com celulares dá pra gente fazer algo. Temos muitas ideias em mente para desenvolver com os nossos alunos</em>”, conta Elaine, ansiosa pelo retorno de Maria Eduarda e equipe à escola.</p>
<p>Com a tal câmera na mão e mil e uma ideias na cabeça, surgiram histórias de um circo imaginário, do mundo encantado de Valentina, histórias de terror, que contaram com uma produção de maquiagem, que rendeu em meninos e meninas fantasiados de caveirinhas horripilantes, causando furor e expectativas nas mães mais receosas. Tudo virou festa e filme!</p>
<p><strong>Criar, fazer e se ver na tela grande</strong></p>
<p>Tudo virou filme e ganhou a tela grande de um verdadeiro cinema. Era 11 de abril de 2015 quando, na quadra da Escola Baraúnas, alunos, seus familiares e os funcionários da unidade de ensino aguardavam, ansiosos, por um momento único em suas vidas. Naquela noite, em um telão montado no loca, seria exibido o filme <em>O Mundo Mágico de Valentina</em>, um curta-metragem criado e filmado pelos alunos das escolas participantes da oficina de vídeo, ministrada por Maria Eduarda Andrade. Muita gente marcou presença no local, para conferir o talento das crianças.</p>
<div id="attachment_29197" aria-labelledby="figcaption_attachment_29197" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17199150670_0501afc1a3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29197" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/17199150670_0501afc1a3_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Crianças assistem ao filme que produziram durante a oficina</p></div>
<p>O pequeno Anchieta Jr., responsável pela câmera que registrou todas as tomadas do filme, contou como foi a sensação de ver seu olhar estampado numa tela de cinema. “<em>Eu tive orgulho de mim, de expor as coisas que eu vi ali</em>”, contou. Dona Dêra, mãe do menino, levou os familiares pra assistirem ao filme e “lambeu a cria”, “<em>Ele se saiu muito bem! Ele e toda a equipe, principalmente por serem ainda muito novinhos. Como aqui não temos cinema, não temos o hábito de ir ao cinema, e aí tudo me parecia muito bonito. Eu mesmo nunca tinha ido ao cinema, e, pra mim, aquilo era um cinema perfeito. Foi a primeira vez e foi lindo!</em>”, exalta.</p>
<p>Elaine Batista, diretora da escola, se surpreendeu com a adesão da comunidade. “<em>Eu até pedi que a exibição fosse de tarde, pois a escola fica num local de difícil acesso. Mas Duda insistiu e, então, resolvemos que seria à noite. E foi incrível, tinha muita gente, eu não imaginava que viesse tanta gente. Pessoas de outras localidades, de outras escolas. Foi algo, realmente, contagiante</em>”, lembra.</p>
<p>Aplausos, sorrisos e choro aos montes na exibição do filme. E, para toda a equipe, um sentimento de dever cumprido se revela. Para Maria Eduarda, “<em>Foi muito maravilhoso ter podido proporcionar um momento como esse para aquelas pessoas. Mexeu demais comigo. Quando propus o projeto pro Funcultura, achava que estávamos propondo algo bacana, mas não imaginava que o impacto no nosso público alvo fosse ser tão tocante</em>”, comenta Maria Eduarda.</p>
<p>E, assim como na história de Valentina, contada por Anchieta e seus amigos, em filme, o próprio garoto relembra, em sua fala, o desfecho dessa curta, mas tão intensa aventura de mergulhar no mundo do cinema: “<em>E todo mundo ficou feliz!</em>”</p>
<p><strong>Confira o filme <em>O Mundo Mágico de Valentina</em>, produzido na oficina de vídeo em São José do Egito</strong><br />
<strong>Para conferir outros vídeos da oficina, acesse <a href="https://www.youtube.com/channel/UCDNc6I6SS6iphgj6ZE_cHqw/feed" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cg3b_UnzLIc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Secult e Fundarpe realizam ciclo de oficinas do Edital Funcultura Independente 2014/2015</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 13:53:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), inicia na próxima segunda-feira (09/03) o ciclo de capacitação do Edital Funcultura Independente 2014/2015. As oficinas serão realizadas em todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado. Ao todo, serão 29 capacitações para orientar artistas, produtores, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_interior.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22298" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_interior-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), inicia na próxima segunda-feira (09/03) o ciclo de capacitação do Edital Funcultura Independente 2014/2015. As oficinas serão realizadas em todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado. Ao todo, serão 29 capacitações para orientar artistas, produtores, pesquisadores e educadores que desejam elaborar projetos para a seleção pública. Confira a <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/PROGRAMACAO-FUNCULTURA-INDEPENDENTE-2014_20151.doc">PROGRAMACAO</a></strong> das oficinas, que serão realizadas na Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão, incluindo comunidades indígenas e quilombolas. As oficinas são gratuitas e não necessitam de inscrição prévia.</p>
<p style="text-align: justify;">No interior do Estado, as capacitações serão realizadas nas seguintes cidades: São Bento do Una, Pesqueira, São José do Egito, Lagoa do Carro, Ribeirão, São José da Coroa Grande, Trindade, Araripina, Petrolina, Serra Talhada, Salgueiro, Floresta. Ainda haverá oficina em Salgueiro, na comunidade quilombola de Conceição das Crioulas, destinada aos moradores do local, ao Povo Indígena Truká e ao Quilombo de Orocó. As cidades de Oricuri e Itambé também recebem oficinas destinadas às comunidades ciganas e rurais.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_Funcultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22299" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficinas_Funcultura-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">No Recife, serão 13 oficinas dedicadas especificamente às linguagens artísticas e áreas culturais: Dança, Artesanato, Cultura Popular, Patrimônio, Teatro, Literatura, Música, Fotografia, Gastronomia, Ópera, Design e Moda, Circo, Artes Visuais e Artes Integradas. As capacitações serão realizadas no Espaço Pasárgada (Rua da União, 263, Boa Vista).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INCENTIVO</strong> &#8211; O edital Funcultura Independente 2014/2015, irá disponibilizar incentivo total de R$ 22 milhões para projetos culturais de artistas e produtores de todo o estado. As inscrições de projetos poderão ser feitas de 19 de fevereiro a 23 de março de 2015. <strong>Acesse o edital <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/tipo/funcultura/" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<strong>Ciclo de Capacitação do edital Funcultura Independente 2014/2015</strong><br />
<strong> Acesso gratuito </strong>– Não é necessária inscrição prévia.<br />
<strong>Confira a programação com datas, horários e locais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/PROGRAMACAO_OFICINAS_FUNCULTURA-INDEPENDENTE_-2014_2015.doc" target="_blank">AQUI</a></strong><br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3184-3113/3184-3114/3184-3115 | formacaodfo@gmail.com</p>
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