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	<title>Portal Cultura PE &#187; Sidney Rocha</title>
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		<title>Sidney Rocha recebe o título de Doutor Honoris Causa da UFPE</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2022 21:42:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O escritor, editor e educador Sidney Rocha vai receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A cerimônia será nesta sexta-feira (28), às 15h, no Auditório Reitor João Alfredo, localizado na Reitoria da UFPE. A honraria é destinada a pessoas que tenham contribuído para o progresso da Universidade, da região [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71005" aria-labelledby="figcaption_attachment_71005" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-71005" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Sidney Rocha é um dos autores mais respeitados da cena literária pernambucana</p></div>
<p>O escritor, editor e educador Sidney Rocha vai receber o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A cerimônia será nesta sexta-feira (28), às 15h, no Auditório Reitor João Alfredo, localizado na Reitoria da UFPE.</p>
<p>A honraria é destinada a pessoas que tenham contribuído para o progresso da Universidade, da região ou do país, ou pela sua atuação em favor das ciências, das letras, das artes ou da cultura. A concessão foi aprovada por unanimidade pelo Conselho Universitário (Consuni) em junho. A proposta de concessão foi apresentada pelo reitor Alfredo Gomes.</p>
<p>O homenageado nasceu em 1965 na cidade de Juazeiro do Norte, no Estado do Ceará e iniciou sua trajetória como escritor ainda muito jovem, aos 11 anos, enveredando pela literatura popular, com forte influência da cultura oral. Em 1983, Sidney Rocha passou a residir no Recife para cursar Psicologia, quando também passou a atuar ativamente junto à política estudantil. Neste período, alguns de seus textos passaram a ser encenados para o teatro, especialmente no teatro de rua. Em 1994, Sidney Rocha recebeu o Prêmio Osman Lins de Literatura, uma das principais láureas da literatura de Pernambuco, com seu romance “Sofia, uma ventania para dentro”, publicado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe).</p>
<p>A partir disso, outras obras vieram: os livros de contos “Matriuska”, “Guerra de Ninguém” e “O destino das metáforas” – este último recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura, em 2011 – e também novos romances: “Fernanflor”, “A estética da indiferença” e “Flashes”, que compõem a recém-finalizada e publicada trilogia “Cromane”. Em 2010, foi escolhido o autor homenageado da Feira do Livro de Pernambuco.</p>
<p>No ano seguinte, foi o autor homenageado da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Neste mesmo período integrou, como parte do júri, diversos concursos literários: Prêmio Pernambuco de Literatura, Prêmio Sesc Nacional, Prêmio Jabuti de Literatura, da Câmara Brasileira do Livro, Portugal Telecom, Prêmio Oceanos de Literatura e Prêmio Cepe de Literatura. Atualmente, preside o Conselho Editorial da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Sidney Rocha também tem se dedicado, nos últimos anos, ao fomento da leitura e da escrita nas escolas públicas, por meio de cursos e oficinas. Com isso, ele transcende a sua função de escritor e produtor, e passa a formar artesãos da arte e da cultura das letras.</p>
<p>Vale destacar, ainda, seu trabalho como editor, tendo participado da coordenação de cerca de 300 livros publicados nas diversas áreas: Educação, Antropologia, Psicologia, Sociologia, Economia, Arte, Política etc. Neste mesmo campo, atuou como editor-geral da Coleção Educadores, projeto resultado de parceria do MEC, FNDE e Unesco. Os principais pensadores da área da educação e das humanidades foram editados nessa coleção de 62 volumes, cuja distribuição foi realizada junto às escolas, bibliotecas e universidades públicas, a fim de servir à formação docente. Outro aspecto importante da trajetória de Sidney Rocha é a tradução de suas obras para outros idiomas. Há escritos traduzidos para o inglês, espanhol e alemão.</p>
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		<title>Circuito Cultural da Cepe debate a criação literária e a poética de João Cabral de Melo Neto</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2020 22:48:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escritor Sidney Rocha é um dos destaques da programação do evento literário nesta quinta-feira (12) Uma imersão literária é o que promete o Circuito Cultural Digital de Pernambuco em sua programação desta quinta-feira (12). Reunindo nomes como os dos escritores Verônica Stigger, Sidney Rocha, Antonio Carlos Secchin e Inez Cabral, o evento abre espaço [...]]]></description>
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<dl id="attachment_71005">
<dt><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></dt>
<dd>O escritor Sidney Rocha é um dos destaques da programação do evento literário nesta quinta-feira (12)</dd>
</dl>
</div>
<p>Uma imersão literária é o que promete o Circuito Cultural Digital de Pernambuco em sua programação desta quinta-feira (12). Reunindo nomes como os dos escritores Verônica Stigger, Sidney Rocha, Antonio Carlos Secchin e Inez Cabral, o evento abre espaço para discutir processos de criação literária, experimentalismos na linguagem e o legado poético deixado por João Cabral de Melo Neto, o grande homenageado do Circuito. No mesmo dia, a Cepe Editora apresenta em análises três títulos de seu catálogo: &#8220;Recife &#8211; Fotografias: 1986-2018&#8243;, livro finalista do Prêmio Jabuti 2020, de autoria de Fred Jordão; &#8220;Três homens chamados João&#8221;, de Anna Maria César; e &#8220;Viver de ver o verde mar&#8221;, biografia de Geneton Moraes Neto escrita pelos jornalistas Ana Farache e Paulo Cunha.</p>
<p>Finalista do Prêmio Jabuti 2020 com o livro de contos &#8220;Sombrio Ermo e Turvo&#8221; (Editora Todavia, 2019), a escritora gaúcha Veronica Stigger é nome que desponta na literatura contemporânea. Com seu primeiro romance, &#8220;Opisanie swiata&#8221; (Cosac Naify, 2013), venceu os prêmios Machado de Assis, da Fundação Biblioteca Nacional (2013), o São Paulo de Literatura na categoria autor estreante (2014), o Açorianos de Literatura para Narrativas Longas (2014), arrebatando ainda o terceiro lugar do Prêmio Jabuti 2014. Em 2017, o livro &#8220;Sul&#8221; (Editora 34, 2016), que explora diversos gêneros (conto, poema narrativo e peça teatral), foi o grande vencedor do Jabuti na categoria Contos e Crônicas. Dona de uma escrita ficcional direta e experimental que transfigura a realidade, ela é invariavelmente apontada por críticos literários como uma das melhores escritoras brasileiras.</p>
<p>De São Paulo, Veronica Stigger conversa com o também premiado escritor Sidney Rocha, cearense radicado há mais de 30 anos em Pernambuco. O bate-papo Produção Literária e Escrita Criativa será às 11h, com mediação da professora de Literatura Brasileira Manuela Travasso. Vencedor do Prêmio Osman Lins (1985) com o romance &#8220;Sofia, uma ventania para dentro&#8221; (livro de estreia) e do Prêmio Jabuti 2012 com o livro de contos &#8220;O destino das metáforas&#8221;, Sidney Rocha foi agraciado, em julho passado, com o Prêmio Literário Guerra Junqueiro, concedido pelo Freixo Festival Internacional de Literatura (Portugal), pelo conjunto de sua obra. Foi o único brasileiro entre os seis autores lusófonos homenageados. Acaba de lançar pela Iluminuras Flashes, título que ao lado de &#8220;Fenaflor&#8221; (2015) e &#8220;A estética da indiferença &#8220;(2018), integra a trilogia Cromane.</p>
<p>Há quase dez anos, Sidney Rocha vem se dedicando à militância cultural em defesa da leitura através de seus cursos de oficina literária, realizados por todo Brasil, sobretudo em escolas públicas. <em>&#8220;É imprescindível estimular a leitura que permita uma autonomia intelectual para se pensar o mundo. Muitas vezes as pessoas conhecem livros, mas não sabem exatamente o que estão lendo. Se não tivermos bons leitores, jamais conseguiremos bons escritores&#8221;</em>, avalia.</p>
<p>Outro destaque da programação desta quinta-feira será a <em>live</em> &#8221;João Cabral: as edições e o centenário&#8221;, às 17h, com imortal da Academia Brasileira de Letras, crítico literário, ensaísta e poeta carioca Antonio Carlos Secchin e a escritora Inez Cabral, filha de João Cabral de Melo Neto. Considerado pelo próprio João Cabral o maior especialista de sua obra, Secchin lançou pela Cepe Editora, em agosto passado, edição ampliada e revisada do livro João Cabral de ponta a ponta, reunindo textos produzidos pelo poeta ao longo de quatro décadas, trazendo ainda material inédito.</p>
<div>
<dl id="attachment_76165">
<dt><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/mini-Gabi-da-pele-preta-e-rodrigo-pinheiro-6.jpg"><img alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/mini-Gabi-da-pele-preta-e-rodrigo-pinheiro-6-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></dt>
<dd>A cantora Gabi da Pele Preta comandará o Sarau Calçada Poesia, ao lado do músico Alexandre Revoredo</dd>
</dl>
</div>
<p><strong>Sarau -</strong> Fechando a programação, às 20h, a cantora Gabi da Pele Preta participa ao lado do escritor e músico Alexandre Revoredo do sarau cultural Calçada Poesia. <em>&#8220;O sarau comemora o meu trânsito afetivo-poético-musical entre o Agreste pernambucano &#8211; meu território mais íntimo &#8211; e o Brasil&#8221;</em>, assegura a artista que é natural de Caruaru. Na proposta apresentada no circuito, Gabi declama e canta obras de Daniela Galdino, Fernanda Limão, Isadora Melo, Joana Terra, Ezter Liu, Caio Menezes, Pedro Bomba, César Monteiro, Isabela Moraes, Marco Polo, Juliano Holanda, Luiza Pessoa, Juliana Bicalho Mendes, Álefe Passarinho, João Euzé e de Alendre Revoredo, criadores com vínculos (pessoais e afetivos) com o Agreste do Estado.</p>
<p>O Circuito Cultural Digital de Pernambuco é uma iniciativa da Companhia Editora de Pernambuco com curadoria da Fundação Gilberto Freyre. Todo a programação é gratuita e pode ser acompanhada pelo portal <strong><a href="http://www.circuitoculturalpernambuco.com.br/programacao/" target="_blank">www.circuitoculturalpernabuco.com.br</a></strong>.</p>
<p>Veja abaixo a programação da quinta-feira (12):</p>
<p><strong>8h30 -</strong> Ler, muito prazer!<br />
Exibição de vídeos de experiências de leitura de crianças na primeira e segunda infância.</p>
<p><strong>9h -</strong> Senta, que lá vem história!<br />
Contação da história do livro O pedido de Clarice (Cepe), de Tadeu Pereira, com Érica Montenegro.</p>
<p><strong>10h -</strong> Oficina Infantil Teatro para crianças<br />
Com Dani Travassos.</p>
<p><strong>11h -</strong> Bate-papo: Produção literária e escrita criativa<br />
Participação dos escritores Sidney Rocha e Veronica Stigger com mediação da professora Manuela Travasso.</p>
<p><strong>12h -</strong> Prazer de Ler!<br />
Exibição de vídeos de experiências de leitura de jovens e adultos.</p>
<p><strong>13h -</strong> Circuito em conexão com a União Brasileira de Escritores.</p>
<p><strong>14h -</strong> Por dentro do livro<br />
Processo de criação do livro Viver de ver o verde mar (Cepe), de Ana Farache e Paulo Cunha. Participação de Paulo Cunha e apresentação de Lula Portela.</p>
<p><strong>15h -</strong> Bate-papo: Fotografia e cotidiano<br />
Participação de Fred Jordão, autor do livro &#8220;Recife Fotografias: 1986-2018&#8243; (Cepe). Conversa entre o autor e o professor João Guilherme Peixoto.</p>
<p><strong>16h -</strong> Apresentação infantil: Malassombros, contos do além Sertão. Com o Coletivo Teatro de Retalhos.</p>
<p><strong>17h -</strong> Live &#8220;João Cabral: as edições e o centenário&#8221;<br />
Participação dos escritores Antonio Carlos Secchin e Inez Cabral, filha de João Cabral de Melo Neto. Apresentação do crítico literário Peron Rios.</p>
<p><strong>18h -</strong> Cineminha<br />
Quando a chuva vem, de Jefferson Batista</p>
<p><strong>19h -</strong> Lançamento literário<br />
Três homens chamados João (Cepe), de Anna Maria César. Conversa entre a autora e o jornalista Vandeck Santiago.</p>
<p><strong>20h -</strong> Sarau Cultural: Calçada poesia<br />
Com Gabi da Pele Preta e Alexandre Revoredo.</p>
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		<title>Sidney Rocha assume presidência do Conselho Editorial da Cepe</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 15:34:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O escritor e editor Sidney Rocha é o novo presidente do Conselho Editorial da Companhia Editora de Pernambuco &#8211; colegiado responsável pela seleção das obras que serão lançadas pela Cepe. Além de Sidney Rocha, o Conselho passa a contar com duas novas integrantes, a escritora e pesquisadora Maria Alice Amorim e Brenda Carlos de Andrade, professora de Letras da Universidade Federal (UFPE).</p>
<div id="attachment_75499" aria-labelledby="figcaption_attachment_75499" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Seult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/sidney-rocha-foto-Fer-Verícimo-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-75499" alt=" Fer Verícimo/Seult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/sidney-rocha-foto-Fer-Verícimo-secult-pe-fundarpe-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">O autor é vencedor dos prêmios Osman Lins (1985) e Jabuti (2012)</p></div>
<p>Cearense radicado em Pernambuco, 54 anos, vencedor dos prêmios Osman Lins (1985) e Jabuti (2012), Sidney Rocha acredita que o convite, mais que um estímulo ou desafio, é recebido como responsabilidade diante de um cenário nacional marcado por ataques à cultura e censura a livros.<em> &#8220;A literatura sempre será parte dessa resistência neste terrível contexto. E quando falo em literatura, falo das literaturas. Do que se convencionou conceitualizar e do que não. A História, a Sociologia, a Antropologia, as ciências humanas, no geral, são também parte dessas literaturas. Em um país onde em todos os lugares da Mancha se perseguem autores e autoras, vivos ou mortos, é preciso estabelecer essa fronteira. As editoras são parte dessa resistência. E a Cepe, que tem uma missão ligada à democratização do conhecimento e da informação, tem feito isso plenamente&#8221;</em>, destaca.</p>
<p>Incentivar a pluralidade e a diversidade do pensamento, estimulando o debate cultural não apenas em seu recorte local, mas fundamentalmente dentro de uma perspectiva nacional, é o direcionamento defendido por Sidney Rocha. <em>&#8220;A Cepe se tornou uma das maiores editoras do país. Ela abriga selos, coleções, revistas, jornais importantes no Brasil. Vamos propor mais, no sentido de ampliar os grandes debates no Brasil e no mundo. O que está em risco hoje no mundo? As liberdades individuais, a perda de direitos coletivos. Penso que uma editora, pública ou privada, pode contribuir muito para esse debate e luta, entregando ao leitor pontos de apoio e de reflexão, contra este mundo cinzento do autoritarismo&#8221;</em>, sinaliza.</p>
<p>Além de Sidney Rocha, Maria Alice Amorim, Brenda Carlos de Andrade, integram o Conselho Editorial da Cepe o jornalista Marcelo Pereira e Luiz Arraes, médico, escritor e superintendente de Produção Editorial da empresa.</p>
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		<title>Espaço Pasárgada abriga lançamento da segunda edição da Revista Hexágono</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 12:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Idealizada pelo escritor Sidney Rocha – também responsável pela edição – e com coordenação de produção do produtor Alexandre Melo, a Revista Hexágono busca sua justificação nesse universo onde a obra de alguns de nossos autores termina sendo um pouco severina, como anunciou João Cabral, um dos autores da primeira edição. Para não ver morrerem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Idealizada pelo escritor Sidney Rocha – também responsável pela edição – e com coordenação de produção do produtor Alexandre Melo, a Revista Hexágono busca sua justificação nesse universo onde a obra de alguns de nossos autores termina sendo um pouco severina, como anunciou João Cabral, um dos autores da primeira edição. Para não ver morrerem as obras, num mundo onde se anuncia a morte de tudo, do romance, da poesia, do teatro, da literatura, enfim, e por conta da já mil vezes replicada “falta de crítica literária”, a Hexágono busca plantar novas discussões, trazendo elementos de sua obra por estudiosos e críticos com textos inéditos e exclusivos, e que têm um olhar mais arejado e atualizado sobre cada autor e autora, trazendo pontos de vista mais recentes sobre como anda a recepção deles no país e fora dele.</p>
<p>Para a primeira edição, lançada em 2018, foram eleitas as obras de Ariano Suassuna, Cesar Leal, Hermilo Borba Filho, João Cabral de Melo Neto, Luís Jardim e Osman Lins, trazendo elementos de suas obras por estudiosos e críticos com textos inéditos e exclusivo.</p>
<p>Já para segunda edição de Hexágono, cujo lançamento está marcado para a próxima segunda-feira (20), no Espaço Pasárgada, Sidney Rocha optou por uma valorização radical de um gênero. Não um determinado gênero literário, mas o feminino, que é, aliás, por excelência, literário. Ao longo dos séculos, Pernambuco vem revelando algumas das mais talentosas autoras do país, mas que quase sempre ficam à sombra ou em plano secundário, se considerarmos o domínio quase absoluto dos homens nas antologias, nas revistas, nos livros, e até nos eventos de literatura. Assim, optou-se por seis Hexágonos dedicadas a seis autoras de diversas gerações, atravessando parte do século XIX e todo o século XX.</p>
<div id="attachment_74518" aria-labelledby="figcaption_attachment_74518" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/revista-hexagono-2-edicao.jpg"><img class="size-medium wp-image-74518" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/revista-hexagono-2-edicao-600x486.jpg" width="600" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Em sua segunda edição, a Revista Hexágono valoriza em suas páginas o talento e a bravura das escritoras pernambucanas</p></div>
<p>Sendo assim, nessa segunda edição, a revista apresenta um quadro um tanto quanto panorâmico que vai da primeira mulher a ser eleita para a Academia Pernambucana de Letras – Edwiges de Sá Pereira – a uma das suas figuras de maior destaque até a década de 1990, que foi Maria do Carmo Barreto Campello de Mello. De Francisca Izidora Gonçalves da Rocha, cujo centenário de morte completou-se em 2018, mas está completamente esquecida em Pernambuco, até Celina de Holanda cujo centenário de nascimento quase passou em brancas nuvens. Há ainda um nome ímpar não somente das letras, mas das artes e do jornalismo de Pernambuco, Ladjane Bandeira. Por fim, mas não porque menos importante, Clarice Lispector, a mais internacional das autoras pernambucanas. Sim, Pernambuco reivindica desde há muito a pernambucanidade de Clarice, pois viveu seus mais intensos e inspiradores anos no Recife, a judia ucraniana, a mais universal das autoras brasileiras.</p>
<p>O encontro de lançamento da segunda remessa de seis volumes da Hexágono inclui a disponibilização das publicações em meio digital e dá início à distribuição física das revistas nas escolas e bibliotecas públicas do Estado. A revista tem edição do premiado escritor Sidney Rocha e coordenação de produção de Alexandre Melo e é um projeto que tomou vida graças ao incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da Revista Hexágono &#8211; 2ª edição<br />
Quando: 20 de janeiro (segunda-feira), às 19h<br />
Onde: Espaço Pasárgada (R. da União, 263 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<title>Cinema São Luiz lotado para saudar a edição de abertura do Outras Palavras</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2019 20:22:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DJ Big]]></category>
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		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi dado o pontapé inicial, nesta sexta-feira (23), para o Outras Palavras, um dos mais importantes projetos de Educação e Cultura do Governo do Estado. A edição 2019 começou com um evento no Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, com convidados que resumem bem alguns valores da iniciativa: pensamento crítico, estímulo à leitura, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71119" aria-labelledby="figcaption_attachment_71119" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-31.jpg"><img class="size-medium wp-image-71119" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-31-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Plateia do Cinema São Luiz ficou lotada para o lançamento do Outras Palavras</p></div>
<p>Foi dado o pontapé inicial, nesta sexta-feira (23), para o Outras Palavras, um dos mais importantes projetos de Educação e Cultura do Governo do Estado. A edição 2019 começou com um evento no Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, com convidados que resumem bem alguns valores da iniciativa: pensamento crítico, estímulo à leitura, respeito à diversidade cultural, educação através da cultura. No palco, uma roda de conversa com o escritor Sidney Rocha, ganhador do Prêmio Jabuti, conduziu os estudantes à reflexão, enquanto a aula espetáculo do DJ Big trouxe o exemplo transformador da cultura e a batalha de MCs mostrou que a poesia pode existir em muitos formatos. Seis escolas estavam representadas por alunos e professores em uma plateia que deixou claro que a literatura pode e deve estar no cotidiano das pessoas.</p>
<div id="attachment_71121" aria-labelledby="figcaption_attachment_71121" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-12.jpg"><img class="size-medium wp-image-71121" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-12-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Canuto e Gilberto Freyre Neto falaram aos estudantes</p></div>
<p>“Vocês são os grandes exemplos da atual política voltada para a educação. E vocês são o nosso futuro. É importante que essa edição de retorno do Outras Palavras seja um momento crítico, tanto pela conversa com o premiado Sidney Rocha, como com o DJ Big, que tem um papel muito forte na periferia”, avaliou o secretário de Cultura do Estado, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, complementou. “É uma alegria muito grande saber que temos uma juventude empolgada com a cultura pernambucana. O Outras Palavras tem esse papel fundamental, que é o de levar literatura e cultura pernambucana aos espaços escolares, mas também aguçar o senso crítico”, declarou Canuto.</p>
<p>O Outras Palavras é executado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com pasta de Educação, e integra cultura, educação e cidadania. É voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino. Durante os quatro anos de realização, já atingiu 615 escolas do Estado, beneficiou 18.456 estudantes e distribuiu 6.514 livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p>Mantendo a literatura como centro das ações, o projeto tem o objetivo integrar várias linguagens artísticas e proporcionar acesso à cultura aos jovens que estudam nas escolas da rede pública estadual de ensino. Entre 2015 a 2018, dezenas de artistas e escritores foram até as escolas para dialogar com os alunos e aproximá-los das manifestações artísticas de Pernambuco.</p>
<p>O balanço das ações, divulgado no final do ano passado, mostra que foram realizadas mais de cem atividades, incluindo oficinas, espetáculos de teatro, ópera, visitas guiadas a exposições, ações em parceria com o Programa Mãe Coruja, exibição de filmes e participações em eventos, literários.</p>
<div id="attachment_71122" aria-labelledby="figcaption_attachment_71122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-23.jpg"><img class="size-medium wp-image-71122" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-23-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Sidney Rocha participou de uma roda de conversa e leu um poema de teor político para os jovens</p></div>
<p>“Parte da produção e atuação cultural tem ficado invisível porque não temos mais essa visão da periferia. Pedem que tenhamos foco e incluem linguagem militar na educação, mas não estamos criando atiradores. É preciso entender que há jovens passando invisíveis”, afirmou Sidney Rocha.</p>
<div id="attachment_71123" aria-labelledby="figcaption_attachment_71123" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-24.jpg"><img class="size-medium wp-image-71123" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-24-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big destacou o poder transformador da arte em sua aula espetáculo</p></div>
<p>O DJ Big destacou as ideias ligadas à cultura hip hop. “Talvez esta seja a única linguagem politizada das periferias. Nas batalhas, por exemplo, aprendemos muito sobre respeito. Essa deveria ser uma palavra que para permear a vida de todo mundo, na escola, em casa, no trabalho. Teríamos uma sociedade talvez sem violência. Somos violentos com pais, mães, tios, em casa. A violência pode parecer pequena mas começa em casa quando a gente perde respeito com nossos pais”, disse o DJ, para a plateia lotada de adolescentes.</p>
<div id="attachment_71124" aria-labelledby="figcaption_attachment_71124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-32.jpg"><img class="size-medium wp-image-71124" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Outras-Palavras-32-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">A batalha de MCs levantou a plateia e mostrou o poder da rima</p></div>
<p>Big também traçou paralelo entre embolada e rima. “A embolada era forte, muito forte em nosso estado, mas hoje é menos vista nas ruas. Agora, o poeta urbano, o MC, faz rima no ônibus, no metrô, e está aí mostrando o trabalho e o pensamento”, destacou.</p>
<p><b>AGENDA DE ATIVIDADES</b></p>
<p>27/8 – AMARAJI – EREM Antônio Alves de Araújo<br />
29/8 – RECIFE – EREM Nóbrega<br />
11/9 – IGARASSU – IFPE<br />
17/9 – JOÃO ALFREDO – Escola Municipal Governador Miguel Arraes de Alencar<br />
25/9 – BARREIROS – EREM Central</p>
<p><b>DADOS DO OUTRAS PALAVRAS 2015-2018</b></p>
<p>Escolas/Instituições alcançadas: 615<br />
Número de estudantes alcançados: 18.516<br />
Livros distribuídos nas escolas públicas de Pernambuco: 6.514</p>
<p><em id="__mceDel"><b>Detalhamento das ações</b></em></p>
<p><em id="__mceDel"> Edições Outras Palavras: 101<br />
Edições Outras Palavrinhas: 5<br />
Oficinas: 5<br />
Espetáculos de Teatro: 7<br />
Ópera: 1<br />
Visitas Guiadas a exposições: 6<br />
Ações em Parceria com o Programa Mãe Coruja: 9<br />
Exibição de Filmes: 5<br />
Participações em eventos e festivais literários: 10</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Projeto Outras Palavras retoma suas atividades com edição especial no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-outras-palavras-retoma-suas-atividades-nesta-sexta-feira-23-com-edicao-especial-no-cinema-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 18:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[andréa mota]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Big]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Tarciana Portella]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos mais importantes projetos de educação e cultura do Governo do Estado, o projeto Outras Palavras retoma suas atividades nesta sexta-feira (23). A iniciativa, que vai até dezembro, é executada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com pasta de Educação, e integra cultura, educação e cidadania. Voltado para estudantes da rede pública [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71004" aria-labelledby="figcaption_attachment_71004" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Som-na-Rual_Foto-Rodrigo-Ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-71004" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Som-na-Rual_Foto-Rodrigo-Ramos-607x360.jpg" width="607" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Atividade do Outras Palavras com o Som na Rural</p></div>
<p>Um dos mais importantes projetos de educação e cultura do Governo do Estado, o projeto Outras Palavras retoma suas atividades nesta sexta-feira (23). A iniciativa, que vai até dezembro, é executada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com pasta de Educação, e integra cultura, educação e cidadania. Voltado para estudantes da rede pública estadual de ensino, durante os quatro anos de realização, o programa já atingiu 615 escolas do Estado, beneficiou 18.456 estudantes e distribuiu 6.514 livros nas bibliotecas por onde passou. O evento de abertura da nova temporada será no Cinema São Luiz, a partir das 9h, e contará com roda de conversa com o escritor Sidney Rocha, ganhador do Prêmio Jabuti, aula espetáculo com o DJ Big (Ponto de Cultura Eco da Periferia/Grupo Pé no Chão) e batalha de MCs.</p>
<p>Mantendo a literatura como centro das ações, o projeto tem o objetivo integrar várias linguagens artísticas e proporcionar acesso à cultura aos jovens que estudam nas escolas da rede pública estadual de ensino. Entre 2015 a 2018, dezenas de artistas e escritores foram até as escolas para dialogar com os alunos e aproximá-los das manifestações artísticas de Pernambuco.</p>
<p>O secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, avalia que este é um dos programas mais relevantes, voltado aos jovens estudantes da rede pública. <i>“Não é segredo que arte e cultura andam lado a lado com a cidadania. Então, faz todo o sentido que elas estejam juntas nesse projeto que, até o final do ano, circulará por várias escolas e regiões do Estado”</i>, disse.</p>
<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, concorda. <i>“Enquanto gestores, é muito gratificante colaborar para que os jovens estejam em contato com a cultura de uma maneira tão enriquecedora como a que o Outras Palavras proporciona. Esse contato direto com os artistas alarga as experiências escolares e expande os horizontes dos alunos”</i>, afirma.</p>
<div id="attachment_71005" aria-labelledby="figcaption_attachment_71005" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-71005" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/Sidney-Rocha_Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Sidney Rocha já é veterano do projeto e fará a abertura da edição 2019</p></div>
<p><i>“O Outras Palavras talvez seja o mais importante projeto para a literatura no Estado. Claro, há os prêmios, há outras ações, mas, do ponto de vista da relação direta com o leitor, ou com o leitor em formação, o estudante, o ambiente da escola e a comunidade, este projeto é de fato o projeto de maior e melhor alcance para a literatura em Pernambuco”</i>, avalia Sidney Rocha, que é parceiro antigo do projeto.</p>
<p><i>“Para mim, especialmente, que tenho relação direta com estudantes (a partir do curso de leitura e escrita criativas que ministro), o Outras Palavras é uma forma de legitimar o que digo: lugar de escritor é na escola. Sobretudo, na escola pública, da qual sou filho direto. Nesse projeto, tenho a chance de retornar para a escola, o estudante, a comunidade, o que a literatura me deu nessas décadas. Não se trata de uma ação literária, mas uma ação cidadã”</i>, conta o escritor.</p>
<p>O DJ Big, coordenador de eventos do Compaz Eduardo Campos e também produtor e instrutor no Pé no Chão (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades educativas, culturais e artísticas com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social), vai abordar os conceitos de paz e respeito em suas participações no projeto. Ele diz que a identificação com o Outras Palavras foi imediata. <i>“É uma iniciativa que eu já namorava há algum tempo. É minha cara essa troca com a juventude, considerando minha bagagem com o Pé no Chão. Dividir conhecimento trabalhando com a </i><i>ferramenta do hip hop, que eu venho descobrindo que realmente salva e transforma, porque é a linguagem da juventude”</i>, disse o DJ.</p>
<div id="attachment_71013" aria-labelledby="figcaption_attachment_71013" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-71013" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/08/DJ-Big_Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Big comandará aula espetáculo com batalha de MCs</p></div>
<p>Para BIG, construir espaços de diálogo dentro das escolas é fundamental para a formação dos estudantes. <i>“O Outras Palavras vem provocar, mostrar, refletir com essa gurizada que está aí. Muitas vezes, me coloco no lugar desses jovens e imagino o impacto para eles, no dia a dia padrão da escola, aparecer uma oportunidade assim para trocar e refletir sobre determinado tema. O tempo passa, mas isso ficará na memória deles com certeza”</i>, acredita.</p>
<p>Tarciana Portella, gerente de Formação e Projetos Especiais da Secult-PE, explica que o Outras Palavras sempre vai além do objetivo central de divulgar a literatura<i>. “O projeto traz para esses jovens das escolas publicas o contato com as manifestações diversas da nossa cultura, de Patrimônios Vivos a Pontos de Cultura, e de grupos que trabalham com as expressões do patrimônio cultural imaterial de Pernambuco”</i>, detalha.</p>
<p>Segundo ela, em 2019, além de divulgar mais intensamente o Prêmio de Literatura Hermilo Borba Filho, houve esforço para aumentar a quantidade de escritores envolvidos. <i>“Neste novo ciclo, estamos ampliando o leque de escritores convidados. São escritores pernambucanos ou que moram em Pernambuco, com premiações locais, nacionais ou internacionais e ainda aqueles que, apesar de premiações ou não, são reconhecidos como pessoas que tenham histórico e contribuição na área da literatura”</i>, conta Portella.</p>
<p>O balanço das ações, divulgado no final do ano passado, mostra que foram realizados mais de cem atividades, incluindo oficinas, espetáculos de teatro, ópera, visitas guiadas a exposições, ações em parceria com o Programa Mãe Coruja, exibição de filmes e participações em eventos, literários.<i> “O Outras Palavras é um projeto já consolidado no ambiente escolar, sempre deixando estudantes e educadores felizes com a sua chegada. Os nossos artistas também se revigoram no contato com esse público. É um dos mais sérios e efetivos projetos de cultura e educação que conheço. Para a edição 2019, o que queremos é honrar a continuidade de um modelo já testado e aprovado, contribuindo com sua consolidação e evolução”</i>, afirma Andréa Mota, coordenadora do projeto.</p>
<p><strong>AGENDA DE ATIVIDADES</strong><br />
27/8 – AMARAJI – EREM Antônio Alves de Araújo<br />
29/8 – RECIFE – EREM Nóbrega<br />
11/9 – IGARASSU – IFPE<br />
17/9 – JOÃO ALFREDO – Escola Municipal Governador Miguel Arraes de Alencar<br />
25/9 – BARREIROS – EREM Central</p>
<p><em id="__mceDel"><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b></em><br />
<em id="__mceDel">Edição de abertura do projeto Outras Palavras, com participação de Sidney Rocha e DJ Big<br />
Quando: 23 de agosto (sexta-feira), às 9h<br />
Onde: Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife &#8211; PE)<br />
Aberto ao público</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sidney Rocha lança drama contemporâneo no Teatro de Santa Isabel</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-lanca-drama-contemporaneo-no-teatro-de-santa-isabel/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 20:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Estética da Indiferença]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanflor]]></category>
		<category><![CDATA[germano haiut]]></category>
		<category><![CDATA[gerônimo]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminuras]]></category>
		<category><![CDATA[literatura pernambucana]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O processo de criação do livro “A Estética da Indiferença” (Iluminuras), do escritor pernambucano Sidney Rocha, começou há cerca de seis anos, mas o material nunca foi tão atual quanto em 2018. O lançamento nesta quinta-feira (20), às 20h, no Teatro de Santa Isabel vem para evidenciar as semelhanças entre a fictícia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65462" aria-labelledby="figcaption_attachment_65462" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verissímo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/35826606670_e927d61846_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65462" alt="Fer Verissímo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/35826606670_e927d61846_k-607x426.jpg" width="607" height="426" /></a><p class="wp-caption-text">Novo livro de Sidney Rocha dá continuidade à trilogia &#8220;Geronimo&#8221;, inciada pelo livro &#8220;Fernanflor&#8221; (2015).</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>O processo de criação do livro “A Estética da Indiferença” (Iluminuras), do escritor pernambucano Sidney Rocha, começou há cerca de seis anos, mas o material nunca foi tão atual quanto em 2018. O lançamento nesta quinta-feira (20), às 20h, no Teatro de Santa Isabel vem para evidenciar as semelhanças entre a fictícia cidade de Cromane, onde se passa a história, e os centros urbanos contemporâneos, onde maiorias temem tudo aquilo que é diferente. Soluções para temas que ganharam destaque durante os debates eleitorais deste ano encontram tristes consequências nas páginas de “A Estética da Indiferença”, que ainda contará com uma leitura do ator recifense Germano Haiut na ocasião do lançamento.</p>
<p>“<em>Eu diria que é um drama urgente do contemporâneo</em>”, avaliou o autor que, com a publicação, dá continuidade a trilogia “Geronimo”, iniciada com o romance “Fernanflor”, em 2015. O novo trabalho conta a história de Hana e Michi, um casal que busca a felicidade ao se mudar para o condomínio de luxo Amaravati, onde todos são felizes, dentro da cidade de Cromane, que tem o dinheiro como tema central. O cenário, por si só, levanta questões como o conceito vigente de felicidade focado em aspectos como o conforto e a segurança em detrimento da busca por empatia e identidade, por exemplo.</p>
<p>“<em>É tudo sobre o inesgotável desejo de humilhar o outro para manter as aparências. Certa noite, eles vão ao teatro e, nesse dia, eles realmente teriam que dizer umas verdades um para o outro para tentar compensar o incompensável, porque em Cromane não é permitido confissões, não é permitido humanidade. É uma cidade protegida das violências, onde, portanto, os diferentes não têm nem acesso, eles são apagados</em>”, explica Sidney, sobre a linha tênue entre vivos e mortos. Quão vivos estamos se não podemos ir além da nossa versão pasteurizada imposta pela sociedade? A pergunta fica implícita.</p>
<div id="attachment_65463" aria-labelledby="figcaption_attachment_65463" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/36868634135_21ab4bc851_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65463" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/36868634135_21ab4bc851_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O autor recorre ao drama como linguagem para proporcionar mais ironia e sarcasmo à narrativa.</p></div>
<p><strong>HOMENAGEM AO TEATRO</strong></p>
<p>O teatro, por sua vez, vai além do ambiente de discussão do casal e influencia também no estilo do texto, que se caracteriza como um drama. Essa linguagem foi escolhida pelo autor como um recurso para enfatizar com ironia e sarcasmo a encenação que pauta as relações de Cromane. “<em>Tem isso das máscaras que a gente está usando o tempo todo, mesmo quando estamos nus. Esse livro é ao mesmo tempo um drama, uma farsa e uma comédia. Depende por onde você olha</em>”, observa Sidney, que também busca homenagear o teatro com o livro, por isso, o lançamento também contará com a leitura do ator Germano Haiut no palco do Teatro de Santa Isabel, com entrada gratuita.</p>
<p>“<em>Não nos conhecíamos pessoalmente, mas propus isso ao Germano e ele adorou, foi muito generoso. Chamei ele até por uma relação física com o personagem. O Michi parece que foi desenhado para o Germano, pela técnica dele de atuar, pois ele tem algo de selvagem e é muito visceral, muito carnal. A leitura acaba sendo um presente que a gente está dando para a comunidade teatro e para a cidade, porque queremos mesmo é nos agarrar uns aos outros nesse momento</em>”, comenta o escritor que resume o lançamento do livro como um momento para reunir forças e confraternizar.</p>
<p>Com esse mesmo espírito agregador, o autor montou uma rende de leitura recentemente em que muitos já compraram o livro antecipadamente até para presentear amigos e doar para instituições como escolas, bibliotecas e lares comunitários. Sidney destaca a Oftalmolaser, a Up Negócios e o Curso de Química Vieira Filho entre as empresas que mais financiaram essas ações. Além disso, o lançamento também conta com apoios da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, que cedeu o Teatro de Santa Isabel. “<em>Sabemos que a hora de fazer algo é a hora de fazer algo, não dá para ficar esperando o momento ideal. A ação de quem vive de cultura é imponderável</em>”, conclui Sidney, que busca provocar reflexões e contribuir com a superação de tempos difíceis.</p>
<p><b>SERVIÇO:</b><br />
Lançamento do livro “A Estética da Indiferença”, de Sidney Rocha, com leitura dramatizada de Germano Hauit<br />
Quando: Nesta quinta-feira (20), às 20h<br />
Onde: Teatro de Santa Isabel (Praça da República)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">*Na ocasião, o livro será vendido por R$ 31. A obra também pode ser comprada pelo mesmo preço promocional <strong><a href="http://iluminuraslivros.wixsite.com/hotsite?fbclid=IwAR2z2MApkAoTlcpiQUTYj0XLcp0PSZlLdWn3CNhaxc460QOzh6SEprR5raY">neste link. </a></strong>Nas livrarias, a publicação custará R$ 62. </span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sidney Rocha retorna à escola para conversar sobre literatura com estudantes</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-retorna-a-escola-no-recife-para-conversar-sobre-literatura-com-estudantes/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2018 12:24:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EREM Padre Nércio Rodrigues]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Quinteto Violado]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=64613</guid>
		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Um reencontro afetuoso aconteceu nesta quarta-feira (21) entre os estudantes da EREM Padre Nércio Rodrigues, no bairro da Linha do Tiro (Recife), e o premiado escritor Sidney Rocha – que participou de uma edição do Outras Palavras na mesma escola em abril deste ano. Na ocasião, os alunos e alunas do 1º [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64639" aria-labelledby="figcaption_attachment_64639" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121478648_bc80a6ae6d_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64639 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121478648_bc80a6ae6d_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante sua fala, Sidney Rocha presenteou uma aluna com um de seus livros, o Sofia. &#8220;Depois que terminar a leitura, passe para outra pessoa para que ela também possa lê-lo&#8221;, sugeriu o escritor em seguida</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Um reencontro afetuoso aconteceu nesta quarta-feira (21) entre os estudantes da EREM Padre Nércio Rodrigues, no bairro da Linha do Tiro (Recife), e o premiado escritor Sidney Rocha – <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/mestre-galo-preto-e-o-escritor-sidney-rocha-levam-outras-palavras-a-escola-no-recife/" target="_blank">que participou de uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> na mesma escola em abril deste ano</a>. Na ocasião, os alunos e alunas do 1º ano do Ensino Médio que não participaram do primeiro encontro puderam se juntar aos demais e conversar com o autor sobre a importância da leitura, da educação pública e do potencial que a literatura pode oferecer enquanto ferramenta de transformação social.</p>
<p>Desta vez, esta edição foi dividida em dois ambientes da escola. Primeiro os estudantes assistiram numa sala ao documentário <strong>Julia – Uma operária de luta</strong>, documentário-drama roteirizado por Guido Bianchi, atual gestor do <strong>Outras Palavras</strong>, que conta a história da primeira vereadora do Recife e uma das fundadoras do Sindicato dos Tecelões.</p>
<div id="attachment_64641" aria-labelledby="figcaption_attachment_64641" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121488608_57ddc9e1b6_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64641 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121488608_57ddc9e1b6_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foi exibido para os estudantes o documentário Julia – Uma operária de luta (2017), que conta a história a primeira vereadora do Recife e uma das fundadoras do Sindicato dos Tecelões</p></div>
<p>Antes de exibir o filme, Guido explicou aos jovens sobre o porquê da escolha deste gênero para falar sobre a vida de Julia Santiago, considerada uma guerreira para o movimento feminista e operário de Pernambuco. <em>“Ele documenta o que foi encontrado sobre essa personalidade, mas dramatizamos algumas cenas pela falta de referências em imagens e retratos. Foi tudo reconstruído através da oralidade, dos depoimentos que conseguimos”.</em></p>
<div id="attachment_64642" aria-labelledby="figcaption_attachment_64642" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121489018_e524e5167e_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64642 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121489018_e524e5167e_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Ele documenta o que foi encontrado sobre essa personalidade, mas dramatizamos algumas cenas pela falta de referências em imagens e retratos&#8221;, explicou Guido Bianchi, roteirista do filme e gestor do Outras Palavras</p></div>
<p>Em seguida, todo mundo se deslocou até o pátio da escola, onde foi realizada a conversa com Sidney Rocha e a apresentação do outro grupo convidado, o Quinteto Violado. Mas uma surpresa estava reservada para a abertura, com a performance de um grupo de estudantes, com teatro, música e poesia, para celebrar a Semana da Consciência Negra. Dez jovens mostraram sua intimidade com a arte e fizeram uma leitura dramatizada de três poemas que dialogam diretamente com a causa: <strong>Navio Negreiro</strong>, de Castro Alves; <strong>Cálice</strong>, de Chico Buarque; e <strong>Me gritaram negra</strong>, de Victória Santa Cruz.</p>
<div id="attachment_64638" aria-labelledby="figcaption_attachment_64638" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/31053683397_ecf7a61b82_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64638 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/31053683397_ecf7a61b82_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alunas fizeram uma leitura dramatizada do poema &#8216;Me gritaram negra&#8217;, de Victória Santa Cruz, entre outros</p></div>
<p>Sidney é um incentivador da literatura, principalmente dentro das escolas e para jovens. É admirável sua paciência e entusiasmo em atender às dúvidas da garotada, e também perceber como ele se alimenta do retorno positivo diante do seu ofício, o de escritor. Um dos projetos que desenvolve (em paralelo às milhares de atividades que escolheu exercer) é a Oficina de Escrita Criativa, a qual já passou por várias instituições de ensino, a exemplo da EREM Beberibe – uma das que recebeu uma edição este ano. Com esta iniciativa, é também um ativista político, e faz da arte sua principal arma para enfrentar preconceitos e elevar a autoestima das pessoas.</p>
<div id="attachment_64644" aria-labelledby="figcaption_attachment_64644" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45080947145_6d29da5267_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64644 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45080947145_6d29da5267_h-607x349.jpg" width="607" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Perfomance dos estudantes foi pensada para celebrar o Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 de novembro</p></div>
<p><em>“Quando eu estava ali assistindo à apresentação dos alunos e alunas, tirei uma foto e enviei para uma colega minha lá do Ceará. E junto à foto eu mandei a seguinte mensagem: ‘estou em casa’. Porque verdadeiramente me sinto em casa quando estou numa escola pública conversando com estudantes. É isso que me anima”,</em> reforçou o autor de livros como <strong>O destino das metáforas</strong> (com o qual ganhou, em 2012, o Prêmio Jabuti), <strong>Sofia</strong>, <strong>Guerra de ninguém</strong> e <strong>Matriuska</strong>, entre outras obras.</p>
<p><em>“Para começar nossa conversa eu peço primeiramente que todos nós demos as mãos. Para que façamos o exercício de, em 2019, não soltar a mão de ninguém. Que superemos o radicalismo político e religioso e estejamos mais unidos para reconstruir esse país”,</em> conclamou Sidney.</p>
<div id="attachment_64640" aria-labelledby="figcaption_attachment_64640" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121479098_ec88e9eaf7_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64640 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/32121479098_ec88e9eaf7_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Para começar nossa conversa eu peço primeiramente que todos nós demos as mãos. Para que façamos o exercício de, em 2019, não soltar a mão de ninguém&#8221;, pediu Sidney Rocha</p></div>
<p>Ao falar da sua emoção em ver os estudantes trazerem à tona a reflexão sobre o Dia da Consciência Negra, Sidney ressaltou que sem a participação dos negros não haveria literatura brasileira, <em>“porque não teríamos Machado de Assis, Cruz de Souza e Lima Barreto, que, neste último caso, passou de um patamar e entrou na vida das pessoas”,</em> disse, para em seguida presentar uma aluna com o livro <strong>Sofia</strong>, e pedir que, depois que terminasse a leitura, o repassasse para que outra pessoa também pudesse lê-lo.</p>
<p>É comum durante o <strong>Outras Palavras</strong> várias dúvidas se repetirem, como quais são as inspirações, dificuldades, o processo criativo, as motivações, e os primeiros passos que Sidney Rocha teve como escritor. Pode parecer cansativo pra quem não está envolvido com a proposta, mas o fato é que muitos destes alunos nunca estiveram tão perto de um autor vivo. E podiam ali fazer quaisquer perguntas, as que quisessem, tendo suas respostas de volta com toda a empolgação de Sidney Rocha. A consequência dessa atitude provavelmente vai repercutir positivamente no futuro desses jovens cidadãos.</p>
<div id="attachment_64643" aria-labelledby="figcaption_attachment_64643" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45080940625_21658b9274_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64643 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45080940625_21658b9274_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Numa das perguntas, uma aluna quis saber se Sidney acredita que políticas públicas mais presentes dentro da escola podem estimular os jovens a lerem mais</p></div>
<p>Neste sentido, uma aluna quis saber se ele acredita que políticas públicas mais presentes dentro da escola podem estimular os jovens a lerem mais.<em> “Claro que sim. O que a gente tem visto na atualidade é que a literatura oferece menos atrativos do que outras linguagens como a música, o cinema e o teatro. Claro que ler dá trabalho. As pessoas têm que entender isso. E porque nós estamos ligamos a uma visão de literatura dispersa. O programa <strong>Outras Palavras</strong>, por exemplo, desmascara essa ideia elitista de que escrever é para poucos”.</em></p>
<p><em>“Qualquer um de nós escreve sua própria narrativa. Não é a forma que define o que se escreve, mas a necessidade em si. Quando temos isso não há padrão, senão fica tudo muito chato. Se não acreditarmos que cada um tem sua própria forma de dizer as coisas, vai ficar muito repetitivo. É encontrar sua própria voz, e é isso que eu tenho tentado estimular por ai afora”,</em> completou Sidney.</p>
<div id="attachment_64647" aria-labelledby="figcaption_attachment_64647" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45992530951_72a61287d8_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64647 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45992530951_72a61287d8_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outras dúvidas como inspirações, dificuldades, o processo criativo, as motivações, e os primeiros passos que Sidney Rocha teve como escritor também foram tiradas pelos jovens</p></div>
<p>Outro jovem quis saber se Sidney acredita que, através da sua escrita, mudou a percepção de mundo de alguém. <em>“Peço, neste caso, que a aluna Anne Cunha, que está aqui, responda sua pergunta”</em>, disse em seguida, convidando a jovem à frente dos colegas. Anne é aluna do 2º ano da Escola Padre Nércio e participou do curso de escrita criativa ministrado por Sidney na EREM Beberibe este ano.</p>
<p><em>“Fazer esse curso ampliou meus horizontes porque Sidney nunca nos julgou pelos erros gramaticais, e olhe que eram muitos. Ele incentivava nosso processo criativo e individual, e pedia que a gente dissesse tudo que quisesse, até os xingamentos, se fosse preciso. O que quero dizer é que ele estimulava que nós disséssemos o que achávamos que havia de ser dito. Isso mudou minha forma de enxergar e perceber os livros”,</em> revelou a aluna, que deseja cursar Medicina, mas independente disso já tem seu encontro marcado com a literatura.</p>
<div id="attachment_64646" aria-labelledby="figcaption_attachment_64646" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45268173654_fe7afb7979_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64646 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45268173654_fe7afb7979_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Outro convidado desta edição do Outras Palavras naLinha do Tiro foi o grupo Quinteto Violado, que fez um pocket show com músicas de Luiz Gonzaga e Dominguinhos</p></div>
<p>Sidney Rocha também recitou a letra da música <strong>Palavra Acesa</strong>, do Quinteto Violado, que fez um pocket show com músicas de Luiz Gonzaga e Dominguinhos. Os versos da canção seguem abaixo:</p>
<p><em>“Se o que nos consome fosse apenas fome / Cantaria o pão / Como o que sugere a fome / Para quem come / Como o que sugere a fala / Para quem cala / Como que sugere a tinta / Para quem pinta / Como que sugere a cama / Para quem ama / Palavra quando acesa / Não queima em vão / Deixa uma beleza posta em seu carvão / E se não lhe atinge como uma espada / Peço não me condene oh minha amada / Pois as palavras foram pra ti amada / Pra ti amada / Oh! pra ti amada / Palavra quando acesa / Não queima em vão / Deixa uma beleza posta em seu carvão / E se não lhe atinge como uma espada / Peço não me condene oh minha amada / Pois as palavras foram pra ti amada / Pra ti amada / Oh, pra ti amada / Pra ti amada”</em></p>
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		<title>Mestre Galo Preto e o escritor Sidney Rocha levam &#8216;Outras Palavras&#8217; à escola no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-galo-preto-e-o-escritor-sidney-rocha-levam-outras-palavras-a-escola-no-recife/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 19:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O premiado escritor Sidney Rocha e o Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto, foram os convidados de mais uma edição do projeto Outras Palavras, realizada na última terça-feira (3), na EREM Padre Nércio Rodrigues, no bairro da Linha do Tiro (Recife). De um lado, olhos brilhavam de curiosidade; do outro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="right"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40333935655_a2c116a2c9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59249" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40333935655_a2c116a2c9_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><b>Por Marcus Iglesias</b></p>
<p>O premiado escritor Sidney Rocha e o Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto, foram os convidados de mais uma edição do projeto Outras Palavras, realizada na última terça-feira (3), na EREM Padre Nércio Rodrigues, no bairro da Linha do Tiro (Recife).</p>
<p>De um lado, olhos brilhavam de curiosidade; do outro, emocionados com o entendimento de que a revolução do ambiente escolar pode se dar por meio da arte e da cultura. O diretor da centro educacional, Pedro Henrique de Melo, aproveitou para convidar outras escolas da redondeza, como a EREM Beberibe e a EREM Pedro Celso, para também participaren da iniciativa promovida pela Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>Segundo Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, o projeto já esteve em quase 500 escolas do estado de Pernambuco. <i>“O que a gente quer e repete insistentemente é integrar a cultura e a educação. Oferecer a vocês o que há de melhor na cultura pernambucana”,</i> reforçou Antonieta.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41231482321_b3749d351d_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59255 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41231482321_b3749d351d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Há bastante tempo na lida literária, Sidney Rocha já publicou romances e livros de contos como &#8220;O destino das metáforas&#8221;, com o qual ganhou, em 2012, o Prêmio Jabuti. Mas Sidney não estava ali naquela escola para falar sobre sua obra ou seus feitos, mas para elevar também a autoestima dos estudantes.</p>
<p><i>“Eu me sinto muito em casa conversando aqui porque assim como vocês eu fui estudante de escola pública. E onde eu estudava existiam duas portas importantes. A primeira era a da biblioteca, porque conheci obras de outros autores, transcendi para o sentimento de coletivo. Já a segunda porta era a da cantina, porque na minha época, no Ceará, isso era o que garantia o aluno ir às aulas. A gente não tinha comida em casa, era um período mais complicado”,</i> disse ele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516347964_0e3246d4c1_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59251" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516347964_0e3246d4c1_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>O autor de obras como Sofia, Guerra de ninguém e Matriuska, entre outras, explicou que quando fala da escola pública quer falar do estudante que faz parte dela. <i>“Muitas vezes as pessoas acham que este tipo de aluno é um patinho feio. Mas o que eu tenho percebido nos últimos anos, quando a gente avalia a educação do nosso país, é que a escola pública fez e faz a diferença. Nos últimos doze anos, foram vocês e esse ambiente que impulsionaram as transformações recentes que o Brasil viveu”,</i> enalteceu.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516497584_6e59357bf9_k-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59252" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516497584_6e59357bf9_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Uma das escolas que participaram do Outras Palavras na Linha do Tiro, a EREM Beberibe, recebeu há alguns meses o Curso de Escrita e Leitura Criativa, ministrado por Sidney Rocha. <i>“Naquela escola eu percebi que os estudantes dela leram mais do que a média do Brasil, porque haviam lido autores como Franz Kafka, William Shakespeare, Thomas Mann e Dostoiévski, nomes que muitas pessoas do nosso país jamais terão acesso. Dou este exemplo para dizer que nós da escola pública temos que parar de nos colocarmos como os patinhos feios da educação brasileira”,</i> pontuou o escritor.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41187144142_1299269035_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59253" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41187144142_1299269035_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>A aluna Anne Cunha, do 2º ano da Escola Padre Nércio, participou deste curso ministrado por Sidney, e sua fala foi interessante porque seu desejo é cursar Medicina um dia, mas ao mesmo tempo adora escrever. <i>“Como Sidney disse na apresentação, a literatura não é algo restrito a quem trabalha com Letras, língua portuguesa, mas sim aberto a todos que queiram se expressar. A gente pode falar sobre tudo, e um dia quero escrever um livro didático sobre medicina cirurgiã, que é a profissão que quero pra mim”, </i>revelou Anne.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40334569875_a68a848672_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59250" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40334569875_a68a848672_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Fechando a programação, o Mestre Galo Preto iniciou sua fala explicando como surgiu o coco de roda em Pernambuco, trazido pelos escravos vindos da África para a senzala brasileira. <i>“A música antes era só sapateado com o pé, e com o passar do tempo vieram as palmas, porque o som era feito com o próprio corpo. Com a liberdade, começaram a criar os instrumentos, como o ganzá e a zabumba. O coco verdadeiro é acompanhado desses dois últimos mais o pandeiro”,</i> explicou Mestre Galo Preto, puxando em seguida sua canção Bate Pandeiro e chamando os jovens a dançarem com ele no meio do auditório, abrindo uma grande roda.</p>
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		<title>Sidney Rocha conversa com estudantes da rede pública sobre a importância da leitura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sidney-rocha-conversa-com-estudantes-da-rede-publica-sobre-a-importancia-da-leitura/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 01:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Mesmo no final do ano letivo, a Escola de Referência em Ensino Médio Senador Aderbal Jurema, em Jaboatão dos Guararapes, arrumou um tempinho entre uma prova e outra para receber o Outras Palavras, que finaliza o ano de 2017 alcançando a marca de 400 escolas e mais de nove mil estudantes impactados pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56289" aria-labelledby="figcaption_attachment_56289" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38151082725_9d901c2a8a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56289 " alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38151082725_9d901c2a8a_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Escritor escolheu alguns livros da biblioteca da própria escola para discutir literatura com os alunos</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Mesmo no final do ano letivo, a Escola de Referência em Ensino Médio Senador Aderbal Jurema, em Jaboatão dos Guararapes, arrumou um tempinho entre uma prova e outra para receber o <b>Outras Palavras</b>, que finaliza o ano de 2017 alcançando a marca de 400 escolas e mais de nove mil estudantes impactados pelo projeto. Nesta edição, realizada na última quarta-feira (13), os alunos da escola e de outras instituições convidadas da região tiveram a oportunidade de conversar de perto com dois importantes artistas pernambucanos, o premiado escritor Sidney Rocha e a cirandeira Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Como costuma dizer Antonieta Trindade, gestora do <b>Outras Palavras</b> e vice-presidente da Fundarpe, a iniciativa tem a marca da resistência. <i>“Principalmente diante dos tempos atuais, nos quais há uma ofensiva enorme para mudar tudo que foi construído na educação pública. Trazemos aqui pra vocês um escritor como Sidney Rocha, que é autor de obras premiadas, como a que recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura, e Lia de Itamaracá, um Patrimônio Vivo da cultura pernambucana. A ideia é que seja um expediente de aula diferente, que a gente possa, como o próprio projeto diz, ouvir outras palavras”,</i> ressaltou a gestora.</p>
<p>Natural da escola pública e de Juazeiro, Sidney Rocha começou sua fala contando que ele e os seus amigos da escola se sentiam melhor lá do que na própria casa por duas razões muito simples.<i> “Havia duas portas muito importantes, uma que era a do refeitório e a outra a da biblioteca. Eu tive uma merendeira incrível, chamada Marlene, que era tão importante quanto qualquer professora, porque nos ensinou a respeitar a fila, a vez do outro”,</i> refletiu o escritor.</p>
<div id="attachment_56291" aria-labelledby="figcaption_attachment_56291" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320683204_6944d7b3de_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56291" alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320683204_6944d7b3de_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Assim como em todas as outras edições, o Outras Palavras deixou na biblioteca da escola e para os estudantes kits com livros dos últimos vencedores no Prêmio Pernambuco de Literatura</p></div>
<p><i>“Mas era a partir da biblioteca que o mundo se transformava. E eu tive a alegria de conhecer e entrar na de vocês e trouxe aqui alguns exemplares que encontrei lá dentro pra que a gente possa conversar a respeito e mostrar que aqui vocês têm vários tesouros. Não quero falar hoje de mim e das minhas obras, mas de como estamos nos relacionando com a literatura. Eu contei 142 passos daqui deste auditório até a biblioteca de vocês, é essa a distância que os separa do conhecimento”, </i>instigou, direcionado aos alunos, levantando com as mãos livros como <b>Brasil Nunca Mais</b>, de Paulo Evaristo Arms, e de outros autores como Ariano Suassuna, Fernando Pessoa, Raimundo Carrero e Leon Tolstoi.</p>
<div id="attachment_56293" aria-labelledby="figcaption_attachment_56293" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Iglesias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-14-at-22.58.09.jpeg"><img class="size-medium wp-image-56293 " alt="Marcus Iglesias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/WhatsApp-Image-2017-12-14-at-22.58.09-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Alguns dos exemplares disponíveis na biblioteca da escola em Jaboatão dos Guararapes</p></div>
<p>O estudante Ronaldo Lucas, da Escola Frei Romão Pereira, foi um dos que fez perguntas ao escritor. Disse que ouve de todo mundo que ele deve ler bastante e mais um pouco. <i>“Mas eu me pergunto: com tanto conteúdo audiovisual sendo produzido, será que não seria natural que a literatura perdesse um pouco espaço pra essa produção?”, </i>questionou o aluno.</p>
<p><i>“Para que vocês possam compreender a questão da escrita, é necessário entender antes a da leitura. O grande problema do Brasil não está na literatura nem nenhuma manifestação cultural. A grande questão é a falta de leitura. Não há como formar escritores se as pessoas não lerem, assim como não há como formar bons políticos, professores, advogados e por ai em diante. E a literatura está em tudo. Se você por ler as legendas do filme <b>Senhor dos Anéis</b>, por exemplo, que tem mais de duas horas de duração, seria o equivalente a ler um livro de 600 páginas”,</i> disse Sidney Rocha.</p>
<div id="attachment_56288" aria-labelledby="figcaption_attachment_56288" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171468597_0d47a83307_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56288 " alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171468597_0d47a83307_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Eu contei 142 passos daqui deste auditório até a biblioteca de vocês, é essa a distância que os separa do conhecimento”, disse Sidney Rocha, instigando os alunos</p></div>
<p>Quem também fez uma perguntas ao escritor foi o professor Geraldo Souza, que reforçou haver na EREM Senador Aderbal Lucena <i>“uma das melhores bibliotecas aqui do bairro, com mais de quatro mil exemplares”.</i> Em seguida, comentou que no livro <b>Matiuska</b>, lançado em 2009, há um conto chamado Barbie, que trata da questão da violência<i>. “Nesse conto você fala de uma garota que sofre um assédio dentro do próprio seio do lar. Eu gostaria de saber do senhor se a gente perdeu, como ser humano, a sensibilidade de se comover com essas coisas ruins&#8221;, </i>perguntou o professor.</p>
<p>O autor respondeu lendo um trecho do conto, que diz: “zulmira sabia que era uma boneca porque o pai com os olhos de lobo sempre dizia Zuzinha, você é minha bonequinha. e porque, longe dos outros olhares que não entendem nada de brincar, ele brincava com ela, geralmente quando caía a escuridão e o vento deixava de visitar o lugar onde ele guardava zulmira, zuzinha, para o dia seguinte. boneca como zulmira não fala, Faz pssiuu, boneca!, pior isso, de lá pra cá, ela não sabia mais a hora de sorrir ou chorar, principalmente quando ele lhe punha em posição de boneca que cai. zulmira era daquele modelo que ardia em febre às vezes e, se sangrava um pouco, acreditava ser assim mesmo isso, pruma boneca de dez anos. foi só depois que a boneca notou o seu corpinho de rã, oferecendo outras formas, e se esticando por não se conter em si mesmo, elástico feito de carne que compõe o plástico da carne das bonecas como zulmira. foi o tempo em que não acreditou mais em histórias de lobos, porque agora a floresta cercou a bonequinha, os milhões de rostos de susies ainda nas embalagens, a tevê a chamá-la de criança, logo a palavra que lhe dá mais medo, medo e terror&#8230; e quando se referem à boneca zulmira como um pinóquio sem as mentiras, então? então já tinha o corpo de sapa quando descobriu não haver loja nenhuma no mundo que vendesse bonecas com aquele nome de zulmira-zuzinha, e ela estranhou também o dia em que a dor rompeu o casulo, para brincarem de médico de verdade com ela. (&#8230;)”.</p>
<p style="text-align: left;"><i>“Esse conto fala da violência e de alguma forma da naturalização desse fenômeno. O que acontece é que quando nós falamos em números, a gente fala como se não fosse conosco. 86% da violência contra mulheres e crianças acontece dentro de casa. 76% das mortes das mulheres acontecem dentro de casa e são altos violentos cometidos pelos seus companheiros”,</i> pontuou Sidney Rocha.</p>
<div id="attachment_56304" aria-labelledby="figcaption_attachment_56304" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171467157_d6a449d4c7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56304" alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/24171467157_d6a449d4c7_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Alunos e professores conversaram com Sidney Rocha, que respondeu a todas as perguntas</p></div>
<p><i>“Parece que nós não estamos mais nos tocando do que está acontecendo, porque não estamos nos colocando mais no lugar do próximo. Estamos perdendo essa capacidade. Parece que o outro é uma espécie de imagem que não nos tocam mais. As pessoas conseguem assistir na televisão aos programas policiais enquanto almoçavam, e elas não sentem nada. Isso é um absurdo. Contudo, à noite, na novela, o casal se digladia um com o outro e as pessoas choram. O que é que estamos promovendo? A gente não está nos tocando no grau que deveria quando ofendemos o próximo”,</i> opinou o autor.</p>
<p>Como sugestão de mudança, Sidney Rocha acredita que simplesmente as pessoas precisam dialogar mais. <i>“Uma vez me perguntaram qual era o meu grande projeto intelectual. Eu respondi que era conhecer meu vizinho, o padeiro do meu bairro, o porteiro do meu prédio, porque o que está acontecendo nesse modelo totalitário que a gente começa a viver é que as pessoas querem que nós desconfiemos uns dos outros. Nós estamos vivendo dentro do <b>Admirável Mundo Novo</b>, onde todo mundo é vilão, onde todo mundo se vigia e se persegue. Por isso precisamos conversar, não de modo radical, mas trazendo a humanidade como princípio, meio e fim”.</i></p>
<div id="attachment_56290" aria-labelledby="figcaption_attachment_56290" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320681314_6b7b5ecd68_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56290 " alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38320681314_6b7b5ecd68_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Na sua apresentação, Lia de Itamaracá cantou clássicos da ciranda pernambucana como &#8216;Essa Ciranda é Minha&#8217;, &#8216;Mamãe Oxum&#8217;, &#8216;Ciranda de Lia&#8217; e &#8216;Quem me deu foi Lia&#8217;</p></div>
<p>O auditório lotado também aguardava com ansiedade a apresentação de Lia de Itamaracá, mestra cirandeira de 73 anos e uma das realezas da cultura popular pernambucana. “<i>Na minha casa ninguém canta e ninguém dança, só eu nasci com esse dom. Em 77 eu gravei um LP, Eu sou Lia, a Rainha de Itamaracá e da Ciranda. Depois, de 2000 pra cá, gravei dois discos (<b>Eu Sou Lia</b> e <b>Ciranda de Ritmos</b>)”,</i> contou aos estudantes.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RlPjeRx3_GU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><i>“Uma coisa que me orgulha é que eu trabalhei durante muito tempo numa escola pública como merendeira. Eram mais de 270 crianças pra cuidar, numa instituição que ficava em Jaguaribe, e eu era responsável por tudo, do preparo da comida até a limpeza. O carinho dos meninos era tanto que eles fizeram uma homenagem pra mim com uma música minha. Toda vez que era a hora de comer, eles cantavam ‘essa merenda quem me deu foi Lia, que mora na Ilha de Itamaracá’. Bonito, né?”,</i> relembrou emocionada a cirandeira.</p>
<div id="attachment_56292" aria-labelledby="figcaption_attachment_56292" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Patrícia Ferreira/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39036361941_53775b6ded_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-56292" alt="Patrícia Ferreira/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/39036361941_53775b6ded_k-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Como de praxe, Lia de Itamaracá colocou todo mundo pra dançar sua ciranda</p></div>
<p>Perguntada sobre como foi receber o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, Lia abriu o sorriso de sempre, mas sem perder a sagacidade daqueles que fazem a cultura popular se manter viva com muito suor e luta. “<i>O título caiu na horinha certinha, só que eu me pergunto: Tombaram Lia, mas e a ciranda? Cadê o povo, que não se arreta com isso? Vamos se arretar, gente, pra podermos conseguir levar cada vez mais nossa música para os outros lugares do mundo”,</i> pediu a mestra, incentivando que a Ciranda seja reconhecida como Patrimônio Imaterial, para em seguida puxar várias de suas canções, como <b>Essa Ciranda é Minha</b>, <b>Mamãe Oxum</b>, <b>Ciranda de Lia</b> e <b>Quem me deu foi Lia</b>.</p>
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