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	<title>Portal Cultura PE &#187; Teca Carlos</title>
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		<title>Biblioteca da Fundarpe será batizada com o nome de Teca Carlos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 19:21:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A biblioteca da Fundarpe, localizada no segundo andar de sua sede, passará a se chamar Teca Carlos, em homenagem à professora universitária e ex-coordenadora de Cultura Popular da instituição, falecida no último mês de agosto. O anúncio e a entrega da placa serão feitos nesta quinta-feira (27), às 14h, numa cerimônia com a presença de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A biblioteca da Fundarpe, localizada no segundo andar de sua sede, passará a se chamar <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/conselhodepoliticacultural/cultura-em-luto-teca-carlos-presente/" target="_blank"><strong>Teca Carlos</strong></a>, em homenagem à professora universitária e ex-coordenadora de Cultura Popular da instituição, falecida no último mês de agosto.</p>
<p>O anúncio e a entrega da placa serão feitos nesta quinta-feira (27), às 14h, numa cerimônia com a presença de funcionários da Fundarpe e da Secretaria de Cultura, da secretária estadual Antonieta Trindade e a presidente da Fundarpe, Márcia Souto.</p>
<p>Defensora incansável da cultura, em especial a popular, Teca foi partícipe na formulação de muitos avanços institucionais em vários cantos do Estado. Foi gestora na Fundarpe e Secult, atuando junto ao Funcultura; na articulação entre diversos setores e linguagens artísticas com o poder público; coordenando ações voltadas à valorização da cultura popular e contribuindo com a formação do Sistema Municipal de Cultura em Olinda e na construção do Plano Estadual de Cultura.</p>
<p><em>&#8220;Deixar essa marca, como o nome de Teca na biblioteca da Fundarpe, é uma forma de mostrar nosso reconhecimento e agradecimento à sua contribuição durante todos os anos em que esteve nessa missão. Fará com que tanto o público interno quando o externo da instituição saibam de sua dedicação para com a construção de uma política de cultura como agente transformador de nossa sociedade&#8221;</em>, coloca Márcia Souto.</p>
<p><strong>Acervo -</strong> Fundada desde o primeiro ano de funcionamento da Fundarpe, em 1974, a Biblioteca Teca Carlos conta, em seu acervo, com mais de 2 mil publicações relacionadas à área de preservação do patrimônio histórico e cultural de Pernambuco. Dentre os livros, que estão disponíveis para consulta do público interno e externo, encontram-se obras de arquitetura, turismo, religião, teatro, cinema, literatura pernambucana e diversos títulos sobre a história do Estado. Além disso, há uma coleção de 32 mil fotos dos monumentos do Recife e uma série de plantas arquitetônicas dos bens tombados pela Fundarpe.</p>
<p>A Biblioteca Teca Carlos funciona diariamente, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. O telefone do espaço é <strong>(81) 3184-3063</strong>.</p>
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		<title>Toda a cultura popular de Pernambuco se encontra no FIG 2016</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2016 21:48:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[26º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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		<category><![CDATA[samba de coco das irmãs lopes]]></category>
		<category><![CDATA[Teca Carlos]]></category>

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		<description><![CDATA[Reisados, cavalos marinhos, blocos líricos, maracatus, cirandas, quadrilhas, afoxés, grupos de samba de coco, caboclinhos, pífanos e bois, entre outras brincadeiras. O Palco de Cultura Popular do 26º Festival de Inverno de Garanhuns traz ,mais uma vez, uma representação significativa das diversas expressões culturais de Pernambuco. Mais de 100 atrações de diversos municípios do estado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_38085" aria-labelledby="figcaption_attachment_38085" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jaqueline Maia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/reisado-tres-reis.jpg"><img class="size-medium wp-image-38085" alt="Jaqueline Maia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/reisado-tres-reis-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Reisado Três Reis do Oriente, de Garanhuns, integra a programação</p></div>
<p>Reisados, cavalos marinhos, blocos líricos, maracatus, cirandas, quadrilhas, afoxés, grupos de samba de coco, caboclinhos, pífanos e bois, entre outras brincadeiras. O Palco de Cultura Popular do 26º Festival de Inverno de Garanhuns traz ,mais uma vez, uma representação significativa das diversas expressões culturais de Pernambuco. Mais de 100 atrações de diversos municípios do estado vão animar os oito dias de programação deste polo, localizado no centro da cidade.</p>
<p>Segundo Teca Carlos, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE, a montagem da programação foi feita com o objetivo de revelar toda as faces das nossas tradições. <em>“A prioridade foi levar ao Palco a diversidade das manifestações culturais do estado. Recebemos um total de 230 propostas, que chegaram até a Fundarpe, via convocatória do festival, e a montagem obedeceu rigidamente os critérios de pontuação, conciliando com a variedade dos grupos culturais proponentes”</em>, explica.</p>
<div id="attachment_21583" aria-labelledby="figcaption_attachment_21583" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Eduardo Queiroga</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/boi-faceiro_.jpg"><img class="size-medium wp-image-21583" alt="Eduardo Queiroga" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/boi-faceiro_-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Boi Faceiro é uma das atrações confirmadas</p></div>
<p>Uma das atrações marcadas já para este domingo (24) é o Samba de Coco Irmãs Lopes, natural de Arcoverde, que ganhou recentemente o Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia. De acordo com Amanda Lopes, uma das integrantes do grupo, elas vão apresentar durante o FIG o show ‘Anda a Roda’, inspirado no primeiro disco do grupo lançado em 2014. <em>“No repertório teremos músicas históricas da família e novas canções também. É uma apresentação que a gente engloba várias gerações do coco, a partir da Mestra Severina. Além da musicalidade, tem todo um show cênico, performático”</em>, revela.</p>
<div id="attachment_38067" aria-labelledby="figcaption_attachment_38067" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Coco-Irmas-Lopes-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-38067" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Coco-Irmas-Lopes-divulgacao-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Samba de Coco das Irmãs Lopes, que se apresenta no domingo (24) no FIG, foi um dos vencedores do Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia</p></div>
<p>Para Lourenço da Silva, responsável pelo Maracatu Estrela de Ouro de Aliança, Patrimônio Vivo de Pernambuco que se apresentará no dia 26 de julho, o Palco de Cultura Popular do FIG é um dos momentos mais importantes para os grupos pernambucanos. <em>“Este local, que já é uma tradição do Festival, é uma vitrine que nos dá a oportunidade de mostrar ao público a nossa história. Por isso vamos levar o maracatu com tudo que temos direito, com figurino, estandarte e toda a empolgação com a qual sempre saímos durante o Carnaval”</em>, comemora.</p>
<div id="attachment_38065" aria-labelledby="figcaption_attachment_38065" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/14817338769_c7a6e694df_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-38065 " title="Maracatu Estrela de Ouro de Aliança" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/14817338769_c7a6e694df_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança é uma das atrações do Palco de Cultura Popular do FIG 2016</p></div>
<p>Fechando o Palco de Cultura Popular no sábado (30), O Homem da Meia Noite, que também é um Patrimônios Vivo, promete realizar uma grande despedida com um percurso pelas ruas do centro de Garanhuns. O cortejo está marcado para sairá às 19h. <em>“O Homem vai partir da Igreja de Santo Antônio e desfilar até o polo, onde será recepcionado por sua orquestra de frevo”</em>, comenta Heitor Delgado, um dos responsáveis pelo Clube Carnavalesco.</p>
<div id="attachment_38064" aria-labelledby="figcaption_attachment_38064" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/14738938732_2b9d2959f2_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-38064" alt="Marcelo Soares/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/14738938732_2b9d2959f2_o-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Homem da Meia Noite, Patrimônio Vivo de Pernambuco, promete realizar uma grande despedida do festival com um percurso pelas ruas do centro de Garanhuns</p></div>
<p>Sobre a importância do polo para a cultura popular do estado, Heitor é enfático. <em>“Esse é o verdadeiro palco do festival, porque os blocos, as tradições da nossa cultura, os Patrimônios Vivos, de fato se apresentam ali. É um espaço que não pode deixar de existir, porque se um dia acontecer, o FIG vai perder a graça</em>”, opina.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de Cultura Popular do FIG:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 23/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Casamento da Noiva Solteira<br />
10h30 &#8211; Grupo Forrogaço<br />
11h – Dança Popular Xaxado<br />
11h30 – Banda de Pífano Caetés<br />
12h – Reisado Garanhuns Cultural<br />
12h30 – Reisado Três Reis do Oriente<br />
13h – Afoxé Elegbará<br />
14h – Samba de Coco Santa Luzia<br />
15h – Cavalo Marinho Estrela Brilhante<br />
16h – Coco de Praia<br />
17h – Tribo Indígena Tapirapé<br />
18h – Encontro de Gerações | Santino Cirandeiro e Anderson Silva<br />
19h – Banda Musical Curica (Patrimônio Vivo)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo, 24/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Quadrilha Arraiá da Tradição<br />
10h30 &#8211; Entrelaçando Fios nas Danças Multiculturais<br />
11h – Voz Violão e Dança Coreográfica<br />
11h30 – Roda de Sanfona<br />
12h – Roda de Sanfona<br />
12h30 – Roda de Sanfona<br />
13h – Roda de Sanfona<br />
14h – Bloco Boneca Janaína da Alegria<br />
15h – Escola de Samba Rebeldes do Samba<br />
16h – Negratitude (Quilombo Estivas)<br />
17h – Maracatu de Baque Solto Leãozinho de Aliança<br />
18h – Maracatu de Baque Solto Pavão Dourado de Tracunhaém<br />
19h – Samba de Coco das Irmãs Lopes</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira, 25/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Quadrilha Junina EREM Regina Pacis<br />
10h30 &#8211; Musical Rei do Baião<br />
11h – Reisado Mestre João Tibúrcio<br />
11h30 – Reisado Santíssimo Redentor<br />
12h30 – Cavalo Marinho APAE Garanhuns<br />
13h – Quadrilha Junina Fogareu Boavistana<br />
14h – Maracatu Nação Encanto do Dendê<br />
15h – Bloco Calu Mulher<br />
16h – Jaraguá Mulungu Terno de Pífano<br />
17h &#8211; Grêmio Cultural Esportivo Escola de Samba Imperiais do Ritmo<br />
18h – Bloco Carnavalesco Misto Eu Quero Mais<br />
19h – As Netas de Selma do Coco</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Terça-feira, 26/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Quadrilha Junina Flor de Mandacaru<br />
10h30 &#8211; Junina Brincante Popular Danças Regionais<br />
11h – Grupo de Dança: Hoje foi Ontem<br />
11h30 – Dança Popular Vozes da África<br />
12h – Quadrilhão SESC<br />
12h30 – Reisado Unidos com Alegria<br />
13h – Reisado Raio de Sol<br />
14h – Coco Mestre Juarez (Quilombo Timbó)<br />
15h – Maracatu de Baque Solto Cambinda de Nazaré da Mata<br />
16h – Seresteiros de Salgadinho<br />
17h &#8211; Boi Pintado do Mestre Grimário<br />
18h – Mestre Jujuba do Coco<br />
19h – Maracatu Estrela de Ouro de Aliança (Patrimônio Vivo)</p>
<p><strong>Palco Mamulengo e Pontos de Cultura</strong><br />
Local: Parque Euclides Dourado<br />
15h – Animatrilha Fantoche<br />
16h &#8211; Mamulengo Jurubeba<br />
17h &#8211; Mamulengo Teatro Riso<br />
18h &#8211; Mamulengo Nova Geração</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira, 27/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Quadrilha Matuta Alto Popular<br />
10h30 &#8211; Banda de Forró Pé de Serra Papacaceira<br />
11h – Grupo de Dança: Dança Cultural Pernambucana<br />
11h30 – Reisado de Maniçoba<br />
12h – Bloco e Orquestra do Boneco Doido<br />
13h – Samba de Coco Trupé de Arcoverde<br />
14h – Clube Carnavalesco Mixto Elefante de Olinda<br />
15h – Celebrando o Cavalo Marinho da Paraíba<br />
16h – G.R.C.A. Gigante do Samba<br />
17h &#8211; Grupo Cultural Fetxha<br />
18h – Mestre Galo Preto (Patrimônio Vivo)<br />
19h – Maracatu Rural Leão das Cordilheiras de Lagoa de Itaenga</p>
<p><strong>Palco Mamulengo e Pontos de Cultura</strong><br />
Local: Parque Euclides Dourado<br />
15h &#8211; Mamulengo do Mestre Índio<br />
16h &#8211; Mamulengo Mulato – Reizado de Fuzaca<br />
17h &#8211; Mamulengo Tomé<br />
18h &#8211; Yaathê Thudia &#8211; Ponto de Cultura Fulni-ô</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira, 28/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Quadrilha Buscapé<br />
10h30 &#8211; Quadrilha Augusta Cordeiro de Melo<br />
11h – O Meu Sertão – Danças<br />
12h – Banda MPB &#8211; Grupo IV<br />
13h – Grupo Cultural Valente do Xaxado<br />
14h – Grupo Recreativo Boi Pavão<br />
15h – Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu (Patrimônio Vivo)<br />
16h – Afoxé Babá Orixalá Fun Fun<br />
17h – Ylê de Egbá Show<br />
18h – Coco Castelo Branco (Quilombo Castainho)<br />
19h – Maracambuco</p>
<p><strong>Palco Mamulengo e Pontos de Cultura</strong><br />
Local: Parque Euclides Dourado<br />
15h &#8211; Teatro História do Mamulengo<br />
16h &#8211; Mamulengo Arte da Alegria<br />
17h &#8211; Mamulengo Riso do Povo<br />
18h &#8211; Vai de Retro! &#8211; Teatro de Bonecos &#8211; Ponto de Cultura Bonecos de Pernambuco</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira, 29/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Roda de Sanfona<br />
13h – Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda<br />
14h – Clube Carnavalesco Misto Bola de Ouro<br />
14h30 – Grupo Afro Estrela<br />
15h – Maracatu Leão Formoso<br />
16h – Nação de Maracatu Encanto do Pina<br />
17h &#8211; Zequinha dos 8 Baixos<br />
18h – Maracatu Nação Cambinda Estrela<br />
19h – Caboclinho 7 Flexas (Patrimônio Vivo)</p>
<p><strong>Palco Mamulengo e Pontos de Cultura</strong><br />
16h – Ponto de Cultura também é moda: Mostra dos resultados das oficinas<br />
17h30 &#8211; Orun Santana: Processo Meia Noite – Ponto de Cultura Daruê Malungo<br />
18h &#8211; Cortejo de uma Nação &#8211; Ponto de Cultura Aurora Cultural</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado, 30/7</strong></span></p>
<p><strong>Palco de Cultura Popular</strong><br />
10h – Quadrilha Teatralizada Dona Dita<br />
10h30 &#8211; Danças latinas e regionais<br />
11h – Uma Trajetória pelas Danças Populares<br />
11h30 – Banda de Metais Flor de Mandacaru<br />
12h – Cavalo Marinho do Alegre<br />
13h – Maracatu Carnavalesco Almirante do Forte<br />
14h – Cavalo Marinho Boi Brasileiro<br />
15h &#8211; Maracatu Nação Elefante<br />
16h – A Cocada<br />
17h – Boi Faceiro<br />
18h – Afoxé Ara Omim<br />
19h – Homem da Meia Noite (Patrimônio Vivo)</p>
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		<title>Cinema brasileiro nas escolas em discussão no FestCine</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-brasileiro-nas-escolas-em-discussao-no-festcine/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cinema-brasileiro-nas-escolas-em-discussao-no-festcine/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 15:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[16º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Fresquet]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[Cynthia Falcão]]></category>
		<category><![CDATA[Faculdade Joaquim Nabuco]]></category>
		<category><![CDATA[festcine]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 13.006/2014]]></category>
		<category><![CDATA[Milene Gusmão]]></category>
		<category><![CDATA[Teca Carlos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta (4), mais uma importante etapa do 16º do FestCine envolveu o público que participa do festival: o seminário “Cinema e Educação: Uma reflexão sobre a aplicação da Lei 13.006/2014” reuniu professores, gestores públicos, realizadores, estudiosos e interessados em debater o dispositivo legal que pretende ampliar o acesso às produções cinematográficas brasileiras, a partir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta (4), mais uma importante etapa do <strong>16º do FestCine</strong> envolveu o público que participa do festival: o seminário “Cinema e Educação: Uma reflexão sobre a aplicação da Lei 13.006/2014” reuniu professores, gestores públicos, realizadores, estudiosos e interessados em debater o dispositivo legal que pretende ampliar o acesso às produções cinematográficas brasileiras, a partir das salas de aula. Ao longo de todo o dia, os presentes acompanharam uma série de mesas e debates, no auditório da Faculdade Joaquim Nabuco.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1951.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18036" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_1951-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem abriu as atividades, durante a manhã, foi a coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE/Fundarpe, Teca Carlos, com o tema “Lei nº 13.006/2014, andamento e aplicabilidade”. O dispositivo somou-se à Lei de Diretrizes e Bases (9.396/1996), a partir de uma proposta do senador Cristovam Buarque. É lá, no Art. 26º, que foi acrescido o § 8º, que estabelece uma cota de 2 horas de exibição de filme nacionais em salas de aula de todo o país, como componente curricular, integrado à proposta pedagógica das escolas. A proposta é potencializar a difusão das produções brasileiras – ainda pouco conhecidas do público em geral –, e estimular nas crianças e jovens o envolvimento &#8211; e consequente desenvolvimento – com as atividades cinematográficas em toda a sua amplitude.</p>
<p>Em sua fala, Teca destacou que essa lei é uma antiga luta daqueles que militam na área do audiovisual. Uma batalha que vem sendo travada há mais de 20 anos, com o envolvimento de diversos atores do setor. Mas ela chamou a atenção de que as conquistas são lentas, graduais e que é preciso tempo – aliado à coragem e determinação – para encontrar caminhos de fazer com que a lei não seja uma conquista apenas no papel. “<em>O ser humano tem uma arrogância existencial de achar que todas as revoluções devem acontecer enquanto ele estiver vivo. Mas o que acontece é que estamos construindo coisas para o futuro, para as gerações que virão. Essa é a nossa luta. A nossa militância</em>”, lembrou.</p>
<p>Outra questão pontuada por Teca acabou sendo o mote da atividade que veio a seguir. Na mesa “Como introduzir o cinema nacional nas escolas, tornando essa obrigatoriedade interessante para os alunos”, com Adriana Fresquet e Milene Gusmão, e mediação de Cynthia Falcão. “<em>A questão não é a aprovação da lei, e sim como executá-la</em>”. A afirmação de Teca reflete bem a preocupação das debatedoras que vieram a seguir. O debate girou em torno, a partir de então, da aplicabilidade da lei, da garantia de condições para a sua execução. Adriana Fresquet citou três pontos básicos com relação a isso: Conteúdo (seleção dos filmes, critérios); formação de professores; e acessibilidade (plataformas, banda larga de qualidade para todos).</p>
<p>“<em>É preciso que haja um trabalho colaborativo no sentido de lutarmos pela regulamentação e operacionalização dessa lei</em>”, pontuou Adriana. Segundo ela, existem muitos obstáculos ainda na questão estrutural para a exibição desses filmes. A digitalização do cinema brasileiro avança numa medida que o Brasil ainda não alcança, apresentando um déficit nas plataformas de exibição. “<em>De que adianta uma escola lá no interior do país querer cumprir essa lei, se ela não possui uma banda larga que suporte a exibição dessas produções, se não há plataforma adequada?</em>”, questionou.</p>
<p>“<em>Tudo que é obrigatório gera resistência!</em>”, disse Milene Gusmão ao referir-se a outro ponto, que é o envolvimento de alunos e professores nessa nova dinâmica gerada pelo que determina a lei. Primeiro, quebrar a resistência dos alunos com relação a esse universo cinematográfico “novo” – bem diferente do trator midiático que envolve os blockbusters. A cineasta Kátia Mesel, presente no seminário, ao citar uma experiência de disponibilização de parte da sua obra para unidades de ensino municipal, em atividades ligadas ao Campus Party, entrou na discussão. “<em>Quando a criança se interessa por aquilo que está vendo, quando sabemos estimulá-la, ela reage de forma positiva</em>”, acrescentou. Segundo, chegou-se à conclusão de que é preciso que professores, durante o seu período de formação acadêmica, também recebam formação na área de cinema, visto que não é suficiente – assim como não é proposta da lei – apenas exibir filmes, mas tomá-los como objeto de discussão e reflexão em sala de aula. E é preciso que o professor seja um facilitador nesse processo. Adriana Fresquet mostrou um pouco da experiência exitosa do Cinead, programa de extensão e pesquisa, que desenvolve ações conjuntas com a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, e foi responsável pela criação de sete escolas de educação básica e média na área de cinema.</p>
<p>Com relação aos critérios de escolha dos filmes a serem exibidos em sala de aula, uma diversidade de opiniões surgiu durante a atividade. “<em>Existem filmes que dialogam com determinado tipo de público, com determinada região, que dialogam com realidades e repertórios de vida bem específicos. Outros, não</em>”, pontuou Milene Gusmão. “A questão da seleção dos filmes é essencial. Se o filme não for bem escolhido, pode causar certa ojeriza e até mesmo afastar o aluno”, acrescentou o realizador Antônio Carrilho, que também estava presente.</p>
<p>Em meio aos muitos pontos de vistas, meandros e nuances que o assunto despertou entre debatedoras e público, viu-se que, mesmo com a existência da lei, ainda são necessários dispositivos que a regulamentem, para garantir que sua execução, levando o cinema nacional aos mais diversos públicos, principalmente àquele que pouco acesso tem a esse bem cultural: crianças e jovens. A lei existe. Agora, o próximo passo é debater e lutar para mais avanços, como a sua regulamentação. O primeiro passo já foi dado.</p>
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		<title>Rodas de diálogo divulgam Sistema Nacional de Cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 15:04:06 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta terça-feira (16/4), dia em que se inicia o Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão do Moxotó, quatro cidades começam a receber as rodas de diálogo sobre o Sistema Nacional de Cultura (SNC). As conversas são promovidas pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) para divulgar as regras e as legislações relacionadas ao SNC.</p>
<p>O SNC foi criado pelo Governo Federal em 2003 e vem se consolidando como um modelo de cogestão que estimula as políticas públicas culturais implantadas pela federação, por estados e por municípios. A principal intenção do sistema é descentralizar, incentivar e organizar o desenvolvimento cultural no País, para que todos os projetos tenham continuidade, mesmo com a alternância de governos.</p>
<p>Começando pela cidade de Manari (16/4), os facilitadores Teca Carlos (Secult-PE) e Nilton Valença (MinC) pretendem reunir gestores públicos e o movimento cultural para prestar todos os esclarecimentos necessários e incentivar a adesão das cidades ao sistema. Atualmente, 51 municípios pernambucanos aderiram ao SNC, número que pode ser incrementado com a divulgação dos benefícios do sistema. O primeiro encontro acontece na Câmara de Vereadores de Manari, das 14 às 16h. As cidades de Betânia, Sertânia e Arcoverde também farão parte das rodas de diálogo.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
Rodas de diálogo sobre o Sistema Nacional de Cultura no FPNC Moxotó</strong></p>
<p><strong>Terça, 16/4</strong><br />
Horário: 14h às 16h<br />
Local: Câmara de Vereadores de Manari – <strong>Manari</strong></p>
<p><strong>Quarta, 17/4</strong><br />
Horário: 18h às 20h<br />
Local: Auditório do Hotel-clube do Campo Oásis do Sertão – <strong>Betânia</strong></p>
<p><strong>Data: 18/4</strong><br />
Horário: 18h às 20h<br />
Local: Antiga Estação – <strong>Sertânia</strong></p>
<p><strong>Data: 19/4</strong><br />
Horário: 19h às 21h<br />
Local: Sesc Arcoverde – <strong>Arcoverde</strong></p>
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