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	<title>Portal Cultura PE &#187; terreiro</title>
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		<title>Terreiradas de Cavalo Marinho marcam ciclo natalino</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 19:05:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107036" aria-labelledby="figcaption_attachment_107036" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107036" alt="Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco na Casa da Rabeca</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco acontecem em Aliança e Condado, na Zona da Mata Norte, municípios que reúnem a maior parte dos grupos tradicionais, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. O evento tem apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Além das terreiradas na Mata Norte, acontece na Região Metropolitana do Recife, também com o apoio da Fundarpe, o 28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco 2023, na Casa da Rabeca, em Olinda, espaço mantido pela família de Mestre Salustiano (Patrimônio Vivo de Pernambuco, in memoriam), que reúne grupos de cavalo marinho para celebrar o Natal no dia 25 de dezembro.</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de Cavalo Marinho, que durante toda a noite, realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia. Cada terreirada tem um grupo convidado, que faz a abertura do evento, além do anfitrião do terreio, que se apresenta e celebra com os convidados por toda a noite.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação:</span></strong></p>
<p><strong>Dia 16 &#8211; Chã de Camará (Aliança)</strong></p>
<p>20h &#8211; Boi Matuto de Olinda<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho de Mestre Batista</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Boi Pintado – Chã do Esconso (Aliança)</strong></p>
<p>20h – Boi Tira-Teima de Glória do Goita, do mestre Zé de Bibi (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
21h – Cavalo Marinho Boi Pintado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda<br />
21h – Cavalo Marinho Estrela Brilhante</p>
<p><strong>Dia 25 &#8211; Casa da Rabeca (Olinda)</strong></p>
<p>28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco</p>
<p><strong>Dia 31 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi Brasileiro<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/EVOZAf4vucY?si=A4APPECDQw3e5eDU" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Série de vídeos no YouTube mostra preparo de comidas de terreiro</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2022 21:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comidas de terreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc em Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[preparação]]></category>
		<category><![CDATA[terreiro]]></category>
		<category><![CDATA[terreiro Ilè Asé Iyá Mi Kunlé Akoloiyá]]></category>

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		<description><![CDATA[O terreiro Ilè Asé Iyá Mi Kunlé Akoloiyá, sediado em Nossa Senhora do Ó (Paulista/PE), lançou uma série de vídeos em seu canal no Youtube para mostrar o preparo de comidas votivas aos orixás Exu, Xangô, Iansã/Oyá e Oxum, bem como seus significados para as religiões de matriz africana. A ideia do projeto, segundo o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/dg2PJHCgb_E" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O terreiro Ilè Asé Iyá Mi Kunlé Akoloiyá, sediado em Nossa Senhora do Ó (Paulista/PE), lançou uma série de vídeos em seu canal no Youtube para mostrar o preparo de comidas votivas aos orixás Exu, Xangô, Iansã/Oyá e Oxum, bem como seus significados para as religiões de matriz africana.</p>
<p>A ideia do projeto, segundo o babalorixá Valdir Belo da Silva, é demonstrar como no candomblé <em>&#8220;a culinária afro-brasileira nos reconecta a nossa ancestralidade e legado mítico, somos o alimento, o alimento é energia e com ele falamos com nossos orixás&#8221;</em>. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Terreiro de candomblé Obá Ogunté &#8211; Sítio Pai Adão passa por obras de melhorias e restauro</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 23:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
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		<description><![CDATA[Religiosidade, cultura e tradição marcam a trajetória do terreiro de candomblé Obá Ogunté-Sítio Pai Adão, localizado em Recife (PE). Trata-se do terreiro mais antigo em atividade no estado, inaugurado em 1875. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, investiu em torno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79984" aria-labelledby="figcaption_attachment_79984" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/sitio-pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-79984" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/sitio-pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Situado no bairro de Água Fria, o Obá Ogunté-Sítio Pai Adão ajudou a configurar a paisagem urbana da periferia da zona norte recifense</p></div>
<p>Religiosidade, cultura e tradição marcam a trajetória do terreiro de candomblé <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/gestores-e-povos-de-terreiro-debatem-sobre-os-patrimonios-culturais-de-matriz-africana/" target="_blank"><strong>Obá Ogunté-Sítio Pai Adão</strong></a>, localizado em Recife (PE). Trata-se do terreiro mais antigo em atividade no estado, inaugurado em 1875. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, investiu em torno de R$ 150 mil em melhorias nas edificações que compõem o templo.</p>
<p>As obras capitaneadas pela superintendência do Iphan em Pernambuco se encerraram no último mês de outubro. O escopo das intervenções contemplou revisão e restauração da cobertura, reestruturação elétrica, inserção de cerca na parte posterior do terreno, entre outros serviços. Tombado pelo Instituto em 2018, o bem cultural foi inscrito em dois Livros do Tombo: o Histórico e o Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.</p>
<p>Uma das etapas mais aguardadas dos trabalhos foi a instalação do gradil de proteção na árvore conhecida como Iroko. Esta planta da família das gameleiras é considerada sagrada pelos devotos: representa o orixá Iroko, associado ao tempo e à ancestralidade. A parte oca do tronco abrigou objetos sagrados escondidos para escapar das perseguições empreendidas por autoridades policiais contra religiões de matriz africana nas décadas de 1930 e 1940. Atualmente, restam algumas partes do tronco, conservadas como parte relevante da memória e da espiritualidade do bem cultural.</p>
<p>Situado no bairro de Água Fria, o Obá Ogunté-Sítio Pai Adão ajudou a configurar a paisagem urbana da periferia da zona norte recifense. Consiste num terreiro de tradição Nagô/Yorubá, fundado em 1875 pela nigeriana Ifatinuké. No Brasil, ela adotou o nome Inês Joaquina da Costa e tornou-se conhecida como Tia Inês.</p>
<p>O terreiro é consagrada à orixá Iemanjá, também chamada de Obá na tradição Nagô. Com o falecimento de Ifatinuké, Felipe Sabino da Costa assumiu o sacerdócio da casa na função de babalorixá. Após uma viagem para a Nigéria, consolidou ainda mais a tradição Nagô no candomblé pernambucano.</p>
<p>Felipe tornou-se célebre como Pai Adão e cimentou tradições que se difundiram pelo território do estado. O legado do Ilê Obá Ogunté consiste, principalmente, na manutenção da tradição ritualística Yorubá/Nagô. Nesse sentido, destaca-se o uso da língua nativa, falada nos rituais e repassada entre gerações de devotos.</p>
<p>O terreno abarca um edifício principal, casas de alguns dos membros do Ilê e uma capela dedicada a Santa Inês, que atualmente funciona como um pequeno museu com objetos sagrados do candomblé e imagens sacras católicas. Na parte de trás, segue um caminho de terra ladeado à direita e à esquerda por residências de outros membros dessa comunidade de matriz africana, em sua maioria descendentes de Pai Adão. Ao final do terreno, há uma grande área aberta onde se encontra o centenário Iroko.</p>
<div id="attachment_79983" aria-labelledby="figcaption_attachment_79983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79983" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Manoel Papai comanda atualmente o templo religioso</p></div>
<p>Atualmente a casa é comandada pelo babalorixá Manoel Papai, descendente de Pai Adão. O Ilê Obá Ogunté abriga grupos de Afoxé e <strong><a href="https://app.workr.com.br/LinkOpen.aspx?mid=db374260-c1cb-4558-b735-47f3e487db0b&amp;lid=NlKaWGzCqjYzsf5NA8X1Nw==" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Maracatu Nação</a></strong>, bem imaterial registrado pelo Iphan como Patrimônio Cultural. O terreiro não apenas representa uma das comunidades de matriz africana mais tradicionais do nordeste do país, como também se consolidou como referência cultural para a identidade afro-pernambucana e afro-brasileira.</p>
<p>Até o momento, o Iphan reconhece <strong><a href="https://app.workr.com.br/LinkOpen.aspx?mid=db374260-c1cb-4558-b735-47f3e487db0b&amp;lid=Y0hNgWKFYZMNbFwXo++IqQ==" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">26 bens relacionados aos povos e comunidades tradicionais de matriz africana</a></strong>. Destes, 12 foram tombados como Patrimônio Cultural Material e 14 foram registrados como Patrimônio Cultural Imaterial.</p>
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