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	<title>Portal Cultura PE &#187; Tiago Delácio</title>
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		<title>Curta-metragem retrata trajetória do brincante Martelo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 21:33:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Está disponível no YouTube o curta-metragem &#8220;Martelo&#8221;. Dirigido por Tiago Delácio, o filme foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Perambuco e retrata trajetória de Martelo, um dos brincantes mais antigos do Cavalo Marinho do Estado, que mora na cidade de Condado (Zona da Mata). Aperte o play e confira.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="600" height="400" src="https://www.youtube.com/embed/Mr4qTw18Y70" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Está disponível no YouTube o curta-metragem &#8220;Martelo&#8221;. Dirigido por Tiago Delácio, o filme foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Perambuco e retrata trajetória de Martelo, um dos brincantes mais antigos do Cavalo Marinho do Estado, que mora na cidade de Condado (Zona da Mata). Aperte o<em> play</em> e confira.</p>
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		<title>Crítica: Eu o declaro meu inimigo, de Marcos Buccini e Tiago Delácio</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2018 14:04:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música Eu o declaro meu inimigo – faixa do álbum O fim que nunca acaba, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65612" aria-labelledby="figcaption_attachment_65612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724.jpg"><img class="size-medium wp-image-65612" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/724-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Música da banda Devotos venceu na categoria videoclipe da Mostra Competitiva Geral</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<p>A supremacia da técnica sobre a linguagem. Ou seria a inteligência da linguagem para se aproveitar da técnica? Difícil concentrar num conceito fechado para falar do que resultou a beleza visual (e sonora) vista no videoclipe da música <i>Eu o declaro meu inimigo</i> – faixa do álbum <i>O fim que nunca acaba, </i>lançado neste 2018 pela banda punk rock hardcore do Alto José do Pinho (Recife), o Devotos.</p>
<p>A partir do efeito da rotoscopia – sobre o qual o animador trabalha tendo como ponto de partida imagens <i>live-action</i> (com pessoas reais gravadas em ambientes reais) -, o videoclipe é resultado de uma labuta coletiva.</p>
<p>Capitaneado por Marcos Buccini, e sob co-direção de Tiago Delácio, o projeto que deu origem ao videoclipe campeão da Mostra Competitiva Geral do 20º Festcine foi produzido pelo ‘Ponto de Cultura Cinema de Animação’. A obra arregimentou nada menos que 127 parceiros que se debruçaram, cada um, sobre seis frames do filme, ou seja, cerca de apenas 0,5 segundo do que é visto no total de imagens que cobrem o pouco mais de um minuto da duração da música.</p>
<p>O grupo reúne tanto veteranos da animação de todo o Brasil (César Coelho, Aída Queiroz, Fábio Yamaji, Cata Preta) como também artistas plásticos (João Lin, Lourival Cuquinha, Galo de Souza), passando por designers, artistas gráficos, ilustradores e até o filhote de Cannibal (voz e baixo do Devotos), de apenas 5 anos de idade</p>
<p>O resultado é um caleidoscópio de estilos que se fundem em cores e propostas das mais diversas. Impossível, em sua velocidade, de relacionar a cria com qualquer um de seus 127 pais. É um excelente exemplo de projeto em que o coletivo tem mais força do que o indivíduo. Aqui, o indivíduo se apaga. Não tem sentido se não integrado no todo.</p>
<p>Por esse aspecto, parece não haver melhor representação visual daquilo que vemos no experimento ordenado por Buccini e Delácio para dar conta da nervosa sonora que é expurgada pelo Devotos na música escolhida.</p>
<p>O curioso é que, aparentemente, nem é preciso uma imagem bruta muito sofisticada para chegarmos a tal atração visual, como a conferida no produto finalizado em que se tornou este videoclipe.</p>
<p>O próprio <i>Eu o declaro meu inimigo </i>registra, de maneira tradicional, apenas uma performance de Cannibal com Cello Brown (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra) tocando no estúdio da casa deste último; e, ainda, com algumas poucas imagens do trio caminhando pelo icônico Alto José do Pinho.</p>
<p>O luxo do videoclipe está acima disso. Vem do bom devaneio visual de 127 cabeças criativas, da precisão de Bruno Cabús na edição e da sacada coletiva de Buccini e Delácio.</p>
<p>No mais, o que temos é punk rock hardcore animado.</p>
<p><strong>Assista:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oD8jhCTHHl4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Cinema para ver, fazer e pensar</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 13:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A programação do 16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no Cinema São Luiz. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_17948" aria-labelledby="figcaption_attachment_17948" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053.jpg"><img class="size-medium wp-image-17948" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5053-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficinas integram a 16ª edição da mostra cinematográfica FestCine</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A programação do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/16o-festcine-e-vitrine-para-a-novissima-producao-audiovisual-pernambucana-2/" target="_blank"><strong>16º FestCine – Festival de Curtas de Pernambuco</strong> </a>vai muito além das mostras competitivas que acontecem, diariamente, no <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/cinema-sao-luiz/" target="_blank">Cinema São Luiz</a></strong>. A realização de oficinas tem envolvido um público que não quer apenas ser espectador, mas também quer fazer e discutir cinema. Até esta sexta (5), três turmas estão aprendendo um pouco do cinema por outro viés. Sã as oficinas “Documentando”, com Marlom Meirelles; “Crítica Cinematográfica”, com André Dib; e “Cinema de Animação”, com Tiago Delácio e Paulo Monteiro. Numa parceria com a Faculdade Joaquim Nabuco, as aulas estão sendo realizadas no campus da instituição de ensino, no centro do Recife.</p>
<p>A oficina ministrada pelo ponto de cultura Cinema de Animação, de Gravatá, tocado pelo cineasta Lula Gonzaga – um dos homenageados do 16º FestCine – tem sido o pontapé inicial para aqueles que se encantam com o universo da animação e pretendem investir numa carreira na área. Tiago Delácio e Paulo Monteiro são os responsáveis por ministrar a oficina durante o FestCine. A partir de um método criado por Lula, há mais de 30 anos, que converge para formas mais simples e artesanais de animação, eles imbuem os alunos de retratarem, em suas criações, sua realidade, seus signos identitários mais próximos. “<em>A nossa ideia é trabalhar com traços da xilogravura e temas regionais. Fazer com que qualquer jovem, em qualquer lugar onde estiver, possa fazer uma animação. Procuramos ter esse papel de formação com esses jovens, que podem utilizar isso como uma oficina de formação cidadã ou se profissionalizar, buscar novas técnicas, e quem sabe, alçar voos mais altos. Eu e Paulo fomos formados nessa oficina, com Lula</em>”, explica Tiago.</p>
<p>Logo ali, no mesmo 2º andar da Faculdade Joaquim Nabuco, mais outra oficina em andamento: o realizador Marlom Meirelles ministra “Documentando”, que envolve os alunos no processo de criação de um documentário. Ele tem levado a iniciativa para vários municípios, conjuntamente com as ações da Coordenadoria de Audiovisual da Secul-PE. Nas aulas, Marlom introduz os alunos em questões técnicas e estruturais de um documentário, desde a criação de roteiro, até mesmo “por a mão na massa” e realizar um documentário, até sua finalização. Uma das tocantes criações da oficina é o documentário <em>Quadrado</em>, fruto de uma das oficinas, realizada durante o 7º Festival de Cinema de Triunfo, este ano, e que foi exibida no encerramento do festival.</p>
<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/103179802" height="281" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/103179802">DOCUMENTANDO &#8211; Curta-metragem &#8220;Quadrado&#8221;</a> from <a href="http://vimeo.com/eixoaudiovisual">Eixo Audiovisual</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<div id="attachment_17949" aria-labelledby="figcaption_attachment_17949" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055.jpg"><img class="size-medium wp-image-17949" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/IMG_5055-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O jornalista André Dib comanda a oficina de Crítica Cinematográfica</p></div>
<p>O cinema para ser visto, para ser criado&#8230; para ser discutido, analisado, debatido. Enxergar além do que apenas está projetado na tela, diante dos nossos olhos. Observar e mergulhar nas nuances de uma produção com olhos argutos, captando entrelinhas. A oficina de “Crítica Cinematográfica”, ministrada pelo jornalista André Dib, veio despertar nos alunos a sensibilidade de esmiuçar um filme em seus mais variados meandros. Desde aspectos técnicos (como enquadramento, planos, distância focal, montagem, fotografia, roteiro, etc) até o lado mais subjetivo são colocados em xeque. Em sala de aula, Dib levanta discussões, mostra exemplos e exibe filmes, procurando estimular e ampliar o olhar particular de cada um dos alunos. “<em>Quando você estimula a discussão sobre o que está sendo exibido, ali também está nascendo cinema. Não só na cabeça de quem faz, de quem produz, mas também na discussão e reflexão&#8230; é ali que fecha o ciclo, nesse exercício de pensar o cinema. É isso o que mantém esses filmes vivos, o que dá o sentido de toda essa produção existir</em>”. Confira algumas das críticas escritas pelos alunos no blog <a href="http://oficinadecritica.com/" target="_blank"><strong>Oficina de Crítica Cinematográfica</strong></a>.</p>
<p>As oficinas têm gerado um interesse de pessoas com os mais variados perfis. Nas turmas, é possível encontrar profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, jornalismo, fotografia. Everton Maciel, 29, é professor de História, natural de Buíque. Ele veio ao Recife especialmente para acompanhar a programação do FestCine. Ele já passou por oficinas como Documentando, Crítica de Cinema, Iniciação à Filmagem, Preparação de Atores, Fotografia. Desta vez, ele participa das aulas de Cinema de Animação. <em>“Desde 2008, despertou em mim essa vontade de interagir com o cinema, que é algo que me fascina. Por isso, estou aproveitando a oportunidade de conhecer mais e agregar valor. Já participei de um curta, como ator, e agora estou no primeiro corte de um curta-metragem em que, junto com alguns amigos, roteirizei, estou dirigindo e produzindo. É importante estar sempre se atualizando nessa área, pois o cinema é uma linguagem universal e cada vez mais vem acessando novas tecnologias e uma produção cada vez mais moderna e sofisticada. E, atualmente, com as mostras de cinema que se espalham pelo estado, o Sertão tem conseguido entrar e ter mais espaço nesse circuito do cinema pernambucano&#8230; e eu quero poder participar disso</em>”, conta.</p>
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		<title>16º FestCine abre inscrições para oficinas gratuitas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/16o-festcine-abre-inscricoes-para-oficinas-gratuitas/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 15:21:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A partir desta quinta (13), a Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Secult-PE/Fundarpe) e a Prefeitura do Recife abrem inscrições para três oficinas gratuitas na área de audiovisual, que integram as atividades do 16ºFestCine &#8211; Festival de Curtas de Pernambuco. Os interessados têm até o próximo dia 20 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_16875" aria-labelledby="figcaption_attachment_16875" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/marlom-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-16875" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/marlom-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O realizador Marlom Meirelles ministrará a oficina &#8220;Documentando&#8221;</p></div>
<p>A partir desta quinta (13), a Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Secult-PE/Fundarpe) e a Prefeitura do Recife abrem inscrições para três oficinas gratuitas na área de audiovisual, que integram as atividades do <strong>16ºFestCine &#8211; Festival de Curtas de Pernambuco</strong>. Os interessados têm até o próximo dia 20 de novembro para se inscrever. Serão ministradas as oficinas “Documentando”, com Marlom Meirelles; “Cinema de Animação”, com Tiago Delácio, Jonatas Campos e Paulo Monteiro; e “Crítica Cinematográfica”, com André Dib. Outra oficina também será ministrada, a de &#8220;Cineclubismo”. No entanto, ela será voltada exclusivamente para os internos da Funase-Case Jaboatão.</p>
<p>Para quem quiser participar, basta enviar para o email <strong>cinemafundarpe@gmail.com</strong> os seguintes itens:</p>
<p>- Carta de intenção (porque quer fazer a oficina?)<br />
- Currículo resumido (máximo de 2 páginas)<br />
- Dados Cadastrais (nome completo, endereço, fone, e-mail, RG)</p>
<p>Os nomes dos selecionados para as oficinas serão divulgados no dia <strong>23 de novembro </strong>(oficina &#8220;Documentando&#8221;) e <strong>25 de novembro</strong> (oficinas &#8220;Cinema de Animação&#8221; e &#8220;Crítica Cinematográfica&#8221;).</p>
<p>Confira mais detalhes sobre as oficinas:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DOCUMENTANDO</strong></span><br />
<strong>Ministrante:</strong> Marlom Meirelles – Diretor da Eixo Audiovisual, é realizador, fotógrafo e professor em projetos de iniciação em cinema.<br />
<strong>Objetivo:</strong> A oficina mostra que é possível transformar ideias em obras audiovisuais sem a utilização de equipamentos profissionais, desmistificando o processo de realização. Permite que os alunos possam produzir com recursos próprios após o término das aulas, capacitando-os para a realização em formatos alternativos. Há uma abordagem sobre a democratização dos meios de produção, com ênfase nas novas mídias de filmagem.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Livre, a partir dos 15 anos. Os participantes não precisam possuir conhecimentos prévios no audiovisual.<br />
<strong>Número de Alunos:</strong> 25<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 20h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 24 a 28 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 9h às 12h<br />
<strong>Local:</strong> Escola Santa Rosa &#8211; Ouro Preto (Olinda/PE)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CINEMA DE ANIMAÇÃO</strong></span><br />
<strong>Ministrantes:</strong> Tiago Delácio &#8211; Jornalista, cineasta e produtor cultural com especialização em roteiro e documentário na Escuela Internacional de Cine y TV, de Santo Antonio de los Baños, Havana (Cuba), desenvolve seu trabalho no Ponto de Cultura Cinema de Animação, para a realização de oficinas de desenho animado, produção de videoclipes pernambucanos / Jonatas Campos &#8211; desenhista, animador e cartunista. Formado no Ponto de Cultura Cinema de Animação, foi responsável por dezenas de filmes entre eles “Igarassu”, “Mapinguari” e “Lia de Itamaracá” / Paulo Monteiro &#8211; Editor, músico e agente cultural. Formado também no Ponto de Cultura Cinema de Animação, há quatro anos realiza edição e montagem dos filmes em desenho animado produzido pelo Ponto.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Realizar oficinas de cinema de animação popular, ou seja, as etapas da produção, roteiro, desenhos, animações, traço e arte final, digitalização, edição, exibição e discussão. Tudo isso compõe a simples receita metodológica do nosso Ponto: participação popular de todos envolvidos em todas as fases de execução, num movimento de imersão no audiovisual.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> jovens e adultos de 12 a 28 anos<br />
<strong>Número de alunos:</strong> 15<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 15h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 1 a 5 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 17h<br />
<strong>Local:</strong> Faculdade Joaquim Nabuco – Av. Guararapes, 233, Centro- Recife/PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA</strong></span><br />
<strong>Ministrante:</strong> André Dib – André Dib é pesquisador, crítico de cinema e jornalista formado pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua experiência inclui a cobertura de festivais brasileiros e estrangeiros. Tem textos publicados em diversos jornais, revistas e sites da internet. Realiza curadorias para mostras e consultorias para festivais de cinema, além de oficinas de iniciação em crítica de cinema. Membro da diretoria da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine) e do Congresso Brasileiro de Cinema (CBC). Seu trabalho está reunido em <a href="www.revistacinerama.com" target="_blank">www.revistacinerama.com</a>.<br />
<strong>Objetivo:</strong> Introdução ao pensamento crítico e às possibilidades de olhar, refletir e imaginar o cinema. Em encontros teóricos e práticos, a oficina pretende proporcionar o desenvolvimento do espírito crítico e da capacidade de se relacionar com os filmes. Para tanto, a partir de exibições de obras e leitura de textos, serão realizados exercícios escritos e orais onde os alunos poderão utilizar técnicas e instrumentos apresentados em sala de aula.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Serão selecionadas 9 (nove) pessoas acima de 18 anos de idade.<br />
<strong>Número de alunos:</strong> 9<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 16 h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 1 a 5 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> 14 às 18h<br />
<strong>Local:</strong> Faculdade Joaquim Nabuco – Av. Guararapes, 233, Centro- Recife/PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CINECLUBISMO</strong></span><br />
<strong>Ministrantes:</strong> Mauro Lira e Shirley Hunther – Assessores da Coordenadoria do Audiovisual da Secult-PE/Fundarpe.<br />
<strong>Objetivo:</strong> A oficina visa incentiva a pratica do cineclubismo dentro de uma unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) em Jaboatão dos Guararapes.<br />
<strong>Público-alvo:</strong> Adolescentes, na faixa etária dos 12 aos 18 anos de idade incompletos e, excepcionalmente, dos 18 aos 21 anos de idade, envolvidos e/ou autores de ato infracional.<br />
<strong>Número de Alunos:</strong> 25<br />
<strong>Carga Horária:</strong> 20h/aula<br />
<strong>Período:</strong> 18 a 20 de novembro<br />
<strong>Horário:</strong> 09h às 12h<br />
<strong>Local:</strong> Centro de Atendimento Socioeducativo (Case) de Jaboatão dos Guararapes</p>
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