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	<title>Portal Cultura PE &#187; V Prêmio Pernambuco de Literatura</title>
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		<title>O doce desafio de levar Outras Palavras, cultura e arte, ao ambiente escolar</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 14:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Pra quem gosta de falar sobre cultura e arte, por mais tímida que essa pessoa seja (como é o meu caso), parece até simples a missão de mediar um debate entre estudantes de uma escola pública de Garanhuns, e dois artistas que têm uma forte conexão com a Terra da Garoa pernambucana: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61430" aria-labelledby="figcaption_attachment_61430" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722504642_f225493b5f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61430" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722504642_f225493b5f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vencedor no V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos &#8216;Nem tudo cabe na paisagem&#8217;, o escritor Amâncio Siqueira foi um dos convidados dessa edição</p></div>
<p align="right"><b>Por Marcus Iglesias</b></p>
<p>Pra quem gosta de falar sobre cultura e arte, por mais tímida que essa pessoa seja (como é o meu caso), parece até simples a missão de mediar um debate entre estudantes de uma escola pública de Garanhuns, e dois artistas que têm uma forte conexão com a Terra da Garoa pernambucana: A cantora Kiara Ribeiro, que segue em divulgação do seu CD <b>Disco Velho</b>; e um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de contos <b>Nem tudo cabe na paisagem,</b> o escritor Amâncio Siqueira – que apesar de ter nascido em Afogados da Ingazeira, mora na cidade do nosso maior Festival de Inverno (FIG) e a tem como um dos seus lares.</p>
<p>Mas quando você se vê diante dos olhos curiosos – e também tímidos – daquela garotada, uma doce responsabilidade cai sobre o colo de quem está ali na frente, como um aviso que serve pra lembrar que com educação não se brinca – por mais divertida que a proposta seja.</p>
<p>Cerca de cinquenta alunas e alunos da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Elvira Viana participaram desse debate, mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong>, neste caso realizada na última terça-feira (12) em Garanhuns, véspera de Santo Antônio, o padroeiro da cidade. O projeto da Secult-PE e Fundarpe já percorreu mais de 500 escolas, levando escritores e escritoras, mestres e mestras da cultura popular, e dezenas de artistas que fazem parte da atual cena cultural pernambucana. Sem falar na revolução social que isso representa, é uma iniciativa que forma público, que o informa, e que faz circular a atual produção artística do estado pelas escolas.</p>
<div id="attachment_61426" aria-labelledby="figcaption_attachment_61426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708904_ae47f1ccb5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61426" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708904_ae47f1ccb5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Vou começar aqui a conversa com os artistas, mas eu preciso que vocês entrem no papo também e se libertem da timidez pra fazer suas perguntas, até porque preciso da ajuda de todo mundo pra fazer minha matéria sobre esse encontro”, brinquei na ocasião</p></div>
<p>Como jornalista que acompanha o Outras Palavras, já escrevi dezenas de matérias sobre o assunto, mas nunca estive no papel de mediador do debate. Antes apenas observava o cenário para depois narrar por escrito a história que vi. Ali, na mediação, no entanto, tive uma perspectiva bem diferente e deixo aqui o reconhecimento a quem cumpre esse papel. É desafiador sentir a curiosidade de um público jovem e criar meios para que eles interajam com a ação – que só fará real sentido com esta dinâmica. <i>“Vou começar aqui a conversa com os artistas, mas eu preciso que vocês entrem no papo também e se libertem da timidez pra fazer suas perguntas, até porque preciso da ajuda de todo mundo pra fazer minha matéria sobre esse encontro”,</i> brinquei, tentando quebrar o gelo. Acho que consegui.</p>
<p>A diretora da Gerência Regional de Educação, Adelma Elias, fez uma fala legal neste sentido, do papel da educação e da proposta de aula que estava ali sendo apresentada. <i>“O que a gente vai vivenciar aqui hoje é fruto de uma articulação entre duas secretarias do estado, a de Cultura e a de Educação. Precisamos refletir que a educação é uma tarefa que precisa ser feita com várias mãos. A escola tem esse papel formalmente, mas ela não é possível sem parcerias como essa, que partem pelo viés das artes. Outras Palavras, seja na literatura ou na música, mas que elas venham para dentro do ambiente escolar”.</i></p>
<div id="attachment_61428" aria-labelledby="figcaption_attachment_61428" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054711154_91901bf635_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61428" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054711154_91901bf635_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Precisamos refletir que a educação é uma tarefa que precisa ser feita com várias mãos. A escola tem esse papel formalmente, mas ela não é possível sem parcerias como essa, que partem pelo viés das artes&#8221;, refletiu a diretora Adelma Elias</p></div>
<p>Quando fomos, eu e o Amâncio, convidados a compor a mesa, eu já sabia que teria ali uma conversa muito gostosa sobre literatura. Li <b>Nem tudo cabe na paisagem</b> e fiquei bastante encantado com aqueles contos e aquelas palavras construídas pelo autor. Alguns em especial, como <b>Bastardo</b> (que narra a vingança de um índio que teve seu pai assassinado por um homem branco) e <b>Atirei no que vi, acertei no que não vi</b> (mais tarde confessado pelo próprio autor, sob os olhares de sua mãe que assistia emocionada a participação do filho, como uma espécie de confissão que desejaria ter feito ao pai, falecido em 2014). Além disso, por coincidência, descobri nas pesquisas que fiz que nascemos eu e ele no mesmo dia, 13 de janeiro. Eu estava à vontade, mas queria levar mesmo essa sensação era para o público de jovens.</p>
<p>Amâncio também queria isso. Era sua primeira vez no Outras Palavras (assim como a minha primeira como mediador), e com seu tom professoral e didático falou de como foi simples o surgimento da paixão pela literatura na sua vida. Espontaneamente, ele diria. <i>“Eu gostava muito de ler gibis e tive dentro de casa uma mãe que me estimulava bastante a ler livros, sempre tinha uma sugestão de algo pra mim. E lembro que tinha um amigo que era assinante da Revista Superinteressante. Na época, eu não tinha nenhum projeto literário, mas já gostava de pesquisar sobre as coisas que eu gostava. A palavra sempre foi fascinante pra mim”.</i></p>
<div id="attachment_61427" aria-labelledby="figcaption_attachment_61427" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054709194_4c786737a8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61427" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054709194_4c786737a8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes e autor puderam conversar sobre vários assuntos, como o mercado editorial brasileiro, o processo criativo de uma escritor e os projetos futuros de Amâncio</p></div>
<p><b>Nem tudo cabe na paisagem</b> é o segundo livro lançado por Amâncio (que estreou na literatura com o romance <b>Quebra-Cabeça</b> &#8211; 2015), e que foi lançado graças ao V Prêmio Pernambuco de Literatura. Sobre ele, Amâncio reforçou que <i>“esse Prêmio é importante por várias razões. Uma delas é porque ele passa pela avaliação de duas comissões, primeiro por região e depois dentro das categorias. Há também o pagamento de um valor em dinheiro, o que ajuda o escritor a se sentir profissional. E há uma organização que não é comum dentro do mercado editorial brasileiro, com o envolvimento de várias outras pessoas que fortalecem o trabalho final”.</i></p>
<p><i>“O título do livro, por exemplo, surgiu a partir de uma ideia do meu colega Carlos Caldas, que percebeu que há nos contos, com muita força, a presença de paisagens. Cada viagem, na verdade, traz uma revelação pros personagens em questão”,</i> detalhou o autor para os estudantes. Num dos contos que citei, o <b>Atirei no que vi, acertei no que não vi</b>, há um trecho que diz: <i>“Tem um livro de Saramago que ele começa dizendo que a única coisa que não tem fim é a paisagem. Quem viaja sabe que é verdade. A viagem acaba, a vida acaba, e a paisagem ali, desafiando.”.</i><i> </i></p>
<div id="attachment_61429" aria-labelledby="figcaption_attachment_61429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722502682_eab27cc1e6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61429" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42722502682_eab27cc1e6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;Nem tudo cabe na paisagem&#8217; é o segundo livro lançado por Amâncio (que estrou na literatura com o romance Quebra-Cabeça &#8211; 2015)</p></div>
<p>Nesse ponto da conversa, o papo entre ele e os estudantes já havia se estendido sobre vários assuntos, como o mercado editorial brasileiro, o seu processo criativo e projetos futuros. Mas questionado por um aluno sobre que conselho ele poderia dar a alguém daquele auditório que tivesse um sonho com a arte, Amâncio respondeu com firmeza: <i>“O conselho é que a vida é curta e os sonhos não acontecem sozinhos. Não vai descer um anjo dos céus pra realizá-los. O ser humano ele é feito de vontade, de desejo, de projetos, então toda vez que você realiza um, aquele deixa de ter aquela importância e você projeta um novo. Eu busco agora conquistar algum prêmio nacional, quero ser o melhor dos melhores. Não me contento em ser considerado um bom escritor. Quero ser o melhor que puder”</i>, explicou.</p>
<div id="attachment_61425" aria-labelledby="figcaption_attachment_61425" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708174_ec94de52a8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61425" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054708174_ec94de52a8_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><br />“A inexistência é a regra básica do universo. Eu inexisti durante 15 bilhões de anos, existirei por no máximo cem e inexistirei por mais muito tempo. Então não percam tempo e corram atrás do que vocês gostam de fazer&#8221;, sugeriu o escritor</p></div>
<p><i>“A inexistência é a regra básica do universo. Eu inexisti durante 15 bilhões de anos, existirei por no máximo cem e inexistirei por mais muito tempo. Então não percam tempo e corram atrás do que vocês gostam de fazer. Escrever é como respirar. Eu posso prender a respiração durante algum tempo, mas terei que voltar a fazê-lo para me sentir vivo. A escrita é uma necessidade, e se eu não exercitasse isso eu não me sentiria um ser humano completo”,</i> refletiu na sequência.</p>
<p>Em seguida foi a vez da cantoria Kiara Ribeiro conversar com os adolescentes, recebida com muitos aplausos. Talvez Kiara não lembrasse – e eu nem comentei – mas cheguei a entrevistá-la algumas vezes durante o Festival de Inverno de Garanhuns, então de certa forma também já me sentia à vontade com a artista. <i>“Eu acho que esse encontro vai frutificar e vai eternizar, e é isso que importa. Passar e fazer valer. Estar aqui hoje é mais do que uma realização profissional, é pessoal mesmo”,</i> disse ela.</p>
<div id="attachment_61424" aria-labelledby="figcaption_attachment_61424" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054706404_2d3c4530a6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61424" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/42054706404_2d3c4530a6_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Desde criança eu vislumbrei o palco como um espaço de realização plena e transformação. Eu não sabia se eu queria dançar, cantar, o que eu queria era o palco. Queria ser artista&#8221;, disse Kiara Ribeiro</p></div>
<p><i>“Desde criança eu vislumbrei o palco como um espaço de realização plena e transformação. Eu não sabia se eu queria dançar, cantar, o que eu queria era o palco. Queria ser artista. Mas também estudei, tenho formação acadêmica, e deixo esse conselho a vocês. Que independente do que você deseje, o estudo é sua maior segurança e o maior investimento que você pode fazer”,</i> aconselhou a cantora, que atualmente tem divulgado o seu novo trabalho autoral chamado <b>Disco Velho</b>, uma homenagem ao samba brasileiro.</p>
<p><i>“Há sete anos eu coloquei o samba dentro do meu repertório por intuição. Eu nunca tinha cantado esse gênero. E aconteceu que o samba engoliu o show de uma maneira que se tornou uma constante. Ali é minha casa e onde me realizo. E não achem que o samba só existe no Rio de Janeiro. Ele tem forte força lá, mas o samba é de raiz negra, e existe em vários estados, como aqui em Pernambuco. Mas sem dúvidas minha maior referência é a cantora Clara Nunes.”</i></p>
<div id="attachment_61423" aria-labelledby="figcaption_attachment_61423" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903052887_ef4b678684_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61423" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903052887_ef4b678684_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foram também várias perguntas direcionadas a Kiara, sobre como é estar em turnê, o apoio dos fãs e parcerias que deseja fazer na vida artística</p></div>
<p>Na hora que Kiara falou isso, alguma estudante perguntou em voz alta pra si mesma <i>“Quem é Clara Nunes?”.</i> Ao ouvir a pergunta, um professor provocou a cantora a explicar ao público quem é a tão famosa cantora – aparentemente não tão famosa nas novas gerações. Mas ao cantar a música <b>Iansã,</b> houve uma identificação por parte de boa parte daqueles jovens, como se a música estivesse numa espécie de memória celular. “<i>Ah, então quer dizer que essa música é de Clara Nunes? Que legal”</i>, conversou consigo a mesma estudante, com aquele olhar de quem percebeu alguma coisa no ar.</p>
<div id="attachment_61422" aria-labelledby="figcaption_attachment_61422" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903048997_930a39964c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61422" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/06/27903048997_930a39964c_k-607x434.jpg" width="607" height="434" /></a><p class="wp-caption-text">Kiara se surpreendeu quando uma das alunas pediu para cantar com microfone uma música de Dominguinhos ao seu lado</p></div>
<p>Foram também várias perguntas direcionadas a Kiara, sobre como é estar em turnê, o apoio dos fãs e parcerias que deseja fazer na vida artística (“<i>Cantar com Roberta Sá, sem dúvidas, seria um grande sonho”, </i>disse ela na ocasião). Para finalizar sua apresentação, a cantora fez uma homenagem ao seu grande incentivador musical, o mestre Dominguinhos, e pediu a ajuda do público pra fechar com chave de ouro. <i>“Vamos todo mundo ficar de pé e cantar comigo?”,</i> convocou a cantora, para depois se surpreender quando uma das alunas, corajosa e determinada, pediu para cantar com microfone ao lado dela<i>. “Eu só quero um amor, que acabe o meu sofrer, um xodó pra mim, do meu jeito assim, que alegre o meu viver” </i>foi um refrão que ecoou naquele auditório, com vários sorrisos nos rostos, e provou que quando a arte se aproxima da educação, coisas incríveis podem acontecer. Eu, pessoalmente, só tenho a agradecer pelo convite e pela experiência de ter mediado um encontro tão sincero e bonito.</p>
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		<title>Ezter Liu lança ‘Das Tripas Coração’ em Carpina, sua terra-natal</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2018 14:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por Marcus Iglesias Natural de Carpina, a escritora Ezter Liu, grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro Das tripas coração, prepara um lançamento da sua obra premiada na sua terra-natal. O encontro está marcado para o próximo sábado (26), às 19h, na Oficina O Laqueador, localizada na antiga Casa de Seu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59589" aria-labelledby="figcaption_attachment_59589" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ezter-liu_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59589" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ezter-liu_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ezter recentemente lançou seu livro em Petrolina, durante duas edições do Outras Palavras que fizeram parte da programação do Clisertão 2018</p></div>
<p style="text-align: right;"> <em><strong>Por Marcus Iglesias</strong></em></p>
<p>Natural de Carpina, a escritora Ezter Liu, grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro <strong>Das tripas coração</strong>,<strong> <a href="https://www.facebook.com/events/213806752568217/permalink/214392342509658/" target="_blank">prepara um lançamento da sua obra premiada na sua terra-natal</a></strong>. O encontro está marcado para o próximo sábado (26), às 19h, na Oficina O Laqueador, localizada na antiga Casa de Seu Salgado, no centro da cidade, e com entrada é gratuita. Na ocasião, o público vai poder conferir alguns pockets shows e conhecer também o trabalho de outros autores e artistas.</p>
<p><em>“Será um evento livre leve e solto, com apresentações de Joana Terra e da incrível Banda Tertúlia, formada por Philippe Wollney, Valfrido Santiago, Sam Silva e Lucas Torres. Contaremos ainda com a banquinhas do Coletivo Ispia, e da Porta Aberta editora. Nosso anfitrião, Anax Salgado fará uma exposição de suas peças da oficina “O laqueador”, e a querida Geisiara Lima também vai expor suas ilustrações”,</em> explica a autora, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/emocao-toma-conta-do-outras-palavras-com-a-escritora-ezter-liu/" target="_blank">que recentemente lançou seu livro em Petrolina, durante duas edições do Outras Palavras</a></strong> que fizeram parte da programação do Clisertão 2018.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uIdfn08EnQs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para Ezter Liu, ganhar o prêmio principal do V Pernambuco de Literatura, promovido pela Secretaria de Cultura do estado e pela Fundarpe, foi algo inesperado, mas que a deixou muito honrada. <em>“Eu digo sempre que esse livro iria existir de todo jeito, mas foi incrível ter sido através desta premiação porque ele acabou ganhando uma notoriedade bem legal, e ajudou a de fato o livro tá trilhar um caminho bonito”.</em> Durante o lançamento, <strong>Das tripas coração</strong> estará á venda por apenas R$ 20.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>Lançamento em Carpina do livro &#8216;Das tripas coração&#8217;</em><br />
Sábado (26) | 19h<br />
Oficina O Laqueador (Av. Padre Rocha, 86. Centro, Carpina-PE)<br />
Gratuito</p>
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		<item>
		<title>Entrevista com Ezter Liu, vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/entrevista-com-ezter-liu-vencedora-do-v-premio-pernambuco-de-literatura/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2018 14:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada, durante a programação do Clisertão, em Petrolina, a grande vencedora do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura, a escritora Ezter Liu, participou de duas edições do Outras Palavras – projeto da Secult-PE e Fundarpe voltado para a difusão da cultura e da arte dentro do ambiente escolar. Durante sua participação, conversou com estudantes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58319" aria-labelledby="figcaption_attachment_58319" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/ezter.jpg"><img class="size-medium wp-image-58319" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/ezter-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ezter Liu venceu o V Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro &#8216;Das Tripas Coração&#8217;</p></div>
<p>Na semana passada, durante a programação do Clisertão, em Petrolina, a grande vencedora do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura, a escritora Ezter Liu, participou de duas edições do<strong> Outras Palavras</strong> – projeto da Secult-PE e Fundarpe voltado para a difusão da cultura e da arte dentro do ambiente escolar. Durante sua participação, conversou com estudantes de duas escolas da rede pública sobre sua mais recente obra, o premiado livro <strong>Das tripas coração</strong>, além de conhecer de perto outros escritores e escritoras premiados, como Eric Nepomuceno, Raimundo Carrero e Socorro Lacerda, entre outros.</p>
<p>O <strong>Cultura.PE</strong> fez uma breve entrevista com a autora sobre esta experiência, na qual Ezter Liu fala sobre a repercussão do Prêmio Pernambuco de Literatura, sua participação no Clisertão, sua opinião sobre o Outras Palavras e os próximos projetos literários que tem em mente. Confira:</p>
<p><strong>Como você avalia a repercussão de ter recebido o grande prêmio do Pernambuco de Literatura? Que portas essa premiação abriu?</strong><br />
Ganhar o prêmio principal do V Pernambuco de Literatura me deixou muito feliz. Eu digo sempre que esse livro iria existir de todo jeito, mas foi incrível ter sido através desta premiação porque ele acabou ganhando uma notoriedade bem legal, e ajudou a de fato o livro tá trilhar um caminho bonito.</p>
<p><strong>Como foi para você participar de uma edição do Clisertão?</strong><br />
Achei o Clisertão a coisa mais linda do mundo. Ter estado lá, vivenciado foi uma experiência inesquecível. Pude estar próxima de escritoras e escritores premiados no Brasil e no mundo. A programação linda, a receptividade das pessoas, a celebração da literatura. É isso que deve ser feito: uma festa.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uIdfn08EnQs" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Qual a avaliação que você faz do projeto Outras Palavras?</strong><br />
Esse projeto desempenha um papel muito importante da difusão do fazer literário no nosso estado. Proporcionar esse encontro entre escritores e alunos das escolas públicas é proporcionar uma festa, pra quem vai e pra quem recebe. Eu me senti abraçada nas escolas que a gente visitou em Petrolina. Foi um carinho imenso que recebi, e uma troca intensa. Poder conversar com os alunos, perceber suas impressões, sentir esse feedback deles em relação aos meus contos, e foi muito bonito. É uma celebração da literatura e é assim que as coisas tem que ser colocadas dentro da escola. É um projeto lindo, que precisa existir e contemplar outros escritores, e que está ai para transformar e fazer nascer e crescer o gosto pela literatura nessa galera, nessa idade. É ai que tudo começa, é na escola que a palavra deve ser celebrada.</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/do-sertao-a-rmr-outras-palavras-levara-cultura-e-arte-a-diversas-escolas-publicas/" target="_blank">Confira aqui a agenda do Outras Palavras para o mês de maio.</a></strong></p>
<div id="attachment_60540" aria-labelledby="figcaption_attachment_60540" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60540 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Proporcionar esse encontro entre escritores e alunos das escolas públicas é proporcionar uma festa, pra quem vai e pra quem recebe&#8221;, opina Ezter Liu sobre o Outras Palavras</p></div>
<p><strong>Já tem outros projetos literários em mente?</strong><br />
Eu sempre tenho outros projetos literários (risos). O difícil é saber se eles vão vingar. Mas estou querendo lançar ainda este ano o segundo livro da Trilogia da Indolência, pela editora independente Porta Aberta. Vamos ver se vai rolar.</p>
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		<title>V Prêmio Pernambuco de Literatura tem inscrições prorrogadas</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2016 19:09:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inscrições prorrogadas]]></category>
		<category><![CDATA[V Prêmio Pernambuco de Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado pelo Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura, Fundarpe, em parceria com a Cepe Editora, o V Prêmio Pernambuco de Literatura está nos últimos dias para inscrição de trabalhos. Pernambucanos natos ou que comprovem residência no estado poderão inscrever uma obra até o dia  15 de fevereiro de 2017, exclusivamente por meio eletrônico, [...]]]></description>
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<p>Lançado pelo Governo de Pernambuco por meio da Secretaria de Cultura, Fundarpe, em parceria com a Cepe Editora, o V Prêmio Pernambuco de Literatura está nos últimos dias para inscrição de trabalhos. Pernambucanos natos ou que comprovem residência no estado poderão inscrever uma obra até o dia  15 de fevereiro de 2017, exclusivamente por meio eletrônico, através do e-mail: <strong>premiopernambuco@gmail.com</strong>.</p>
<p>Serão selecionados e premiados livros inéditos, nos gêneros conto, poema ou romance, escritos em língua portuguesa, de escritores e escritoras residentes nas quatro macrorregiões do Estado, a saber: Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão. Por inédito, o edital considera o original não publicado em formato de livro (físico ou digital) até a divulgação do resultado e entrega dos prêmios aos vencedores. É permitido que parte do conteúdo da obra inscrita tenha sido publicado em blogs, sites, redes sociais e afins.</p>
<p>O objetivo do Prêmio Pernambuco de Literatura é fomentar a produção literária em todas as macrorregiões de Pernambuco por meio de uma política editorial que visa democratizar o acesso ao livro e à leitura, e apresentar-se como uma estratégia de promover a distribuição e circulação da literatura contemporânea pernambucana, aliando-se a outras atividades de fruição e formação de público leitor desenvolvidas pelo sistema Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>“Ano passado, com as inscrições online, já tivemos um número recorde de obras concorrendo. Este ano, a expectativa é de aumentar ainda mais a participação dos escritores e escritoras, porque o período do fim de ano é sempre conturbado”, avalia o coordenador de literatura da Secult, Wellington de Melo.</p>
<p>O Prêmio Pernambuco de Literatura faz parte de um conjunto de ações estruturantes da política de cultura do estado. Em setembro deste ano, a Secult e Fundarpe já haviam anunciado os vencedores da quarta edição do prêmio, garantindo sua permanência como um dos pilares se sustentação de um plano maior para o setor do livro e leitura, que está em construção. “A anualização do Prêmio Pernambuco é muito importante, pois cria uma agenda para os autores, que acabam se disciplinando em sua tarefa de criação e preparando-se para o edital”, pontua o secretário Marcelino Granja.</p>
<p>A presidente da Fundarpe Márcia Souto destaca que o prêmio fortalece o segmento, e ainda alimenta outras iniciativas de fomento, como o projeto Outras Palavras. Idealizado pela gestão estadual de cultura, o projeto já distribuiu mais de 2 mil exemplares dos livros vencedores do Prêmio para escolas públicas de Pernambuco. “É um política efetiva de fomento à criação e se consolida como um dos prêmios importantes do país para revelar novos nomes da literatura”, destaca Márcia.</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/5o-premio-pernambuco-de-literatura/">CONFIRA AQUI O EDITAL E SEUS ANEXOS</a></strong></p>
<p><strong> PREMIAÇÃO</strong> – Após avaliação por comissão julgadora, que julgará a partir dos critérios “Originalidade/Singularidade”, “Qualidade técnica” e “Domínio da linguagem”, serão entregues até cinco prêmios, no valor de R$ 5 mil reais brutos, para cada um dos vencedores de cada macrorregião. Além de um prêmio especial de R$ 15 mil brutos para a melhor obra, entre as cinco finalistas, o chamado Grande Prêmio. Todos os livros vencedores também são editados e publicados pela Cepe Editora, com tiragem de 1 mil exemplares. A previsão é que a divulgação do resultado aconteça na segunda quinzena de agosto de 2017.</p>
<p><strong> MARCA</strong> –  Motivada pela noção de pertencimento a Pernambuco e buscando traduzir simbolicamente a riqueza cultural do estado, a nova marca do Prêmio Pernambuco de Literatura faz referência a um dos ícones mais fortes da nossa identidade cultural: o leão do norte. Desenvolvida pelo designer e artista visual Adeildo Leite, a marca é ainda uma homenagem ao artesão Nuca, falecido em fevereiro de 2014, admirado em todo o mundo pela beleza de suas criações originais, em especial, os “leões de Nuca”. O mestre tracunhaense recebeu em 2005 o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A marca será replicada nas futuras edições do Prêmio e vai inspirar ainda o desenvolvimento de troféus e certificados aos vencedores.</p>
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