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	<title>Portal Cultura PE &#187; vencedor</title>
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		<title>Silviano Santiago vence o Prêmio Camões 2022</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 18:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Silviano-Santiago-13.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96993" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/Silviano-Santiago-13-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O ensaísta, contista e crítico literário mineiro Silviano Santiago, 86 anos, acaba de ganhar a 34º edição do Prêmio Camões, considerado o prêmio mais prestigiado da literatura portuguesa, que contempla o autor com valor em dinheiro de 100 mil euros pelo conjunto de sua obra. O escritor, que possui mais de 30 livros publicados, é colaborador assíduo do jornal literário Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). Pelo Selo Suplemento Pernambuco, da Cepe, Silviano já publicou três títulos: &#8220;Genealogia da ferocidade&#8221; (2017), &#8220;Uma literatura nos trópicos&#8221; (2019) e &#8220;Fisiologia da composição: Gênese da obra literária e criação em Graciliano Ramos e Machado de Assis&#8221; (2020). Recentemente, em comemoração aos 80 anos de Caetano Veloso, foi lançado o e-book gratuito Caetano enquanto superastro, mesmo título do ensaio que integra a coletânea Uma Literatura nos trópicos. Seu último título, Menino sem passado: 1936-1948 (2021), saiu pela Companhia das Letras.</p>
<p>Silviano Santiago recebeu a notícia com satisfação por sua dedicação à literatura, porém com ressalvas ao momento difícil pelo qual passamos. <em>“Apesar de o Brasil estar atravessando um período triste da nossa história, não deixa de ser uma satisfação, do ponto de vista individual, receber essa notícia como um clarão que dá sentido a uma vida dedicada à literatura. É forte, muito forte a emoção que sinto por ser reconhecido através de um prêmio com a grandeza do Camões pelas várias atividades a que me entreguei na dedicação, no exercício e no amor à literatura. A sala de aula, as páginas de jornal ou revista e os livros eram todos, são todos a melhor maneira que encontrei para dialogar com o tempo presente sobre os percalços de vidas que sobressaem no redemoinho infernal do cotidiano. Literatura é vida para mim”</em>, declara o grande escritor.</p>
<p>Com essa premiação, Silviano se torna o mais premiado autor de língua portuguesa. O mineiro natural de Formiga, no interior de Minas Gerais, já conta na bagagem com os prêmios Machado de Assis, Oceanos, Casa de Las Américas, além de diversos Jabutis.<em> &#8220;É uma alegria para uma editora pública ter em seu catálogo alguns dos títulos mais importantes do Prêmio Camões 2022, o maior de língua portuguesa. Silviano Santiago é tanto um dos grandes ficcionistas contemporâneos do Brasil quanto um dos nossos ensaístas mais originais”</em>, declara o coordenador do Selo Pernambuco, Schneider Carpeggiani, que adianta novo projeto com o escritor mineiro. <em>“Estamos preparando um projeto inédito ainda para este ano, em que Silviano se debruça sobre Machado de Assis e Marcel Proust, pelos 100 anos da morte do escritor francês&#8221;</em>, revela Schneider.</p>
<p>Criada por Portugal e Brasil em 1989, a premiação realiza revezamento anual para a nacionalidade dos vencedores, entre brasileiros, portugueses e autores africanos de países de língua portuguesa. Ano passado, a premiação foi para a moçambicana Paulina Chiziane. O último brasileiro a vencer o Camões foi Chico Buarque, em 2019.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Nascido em 1936, Silviano Santiago é doutor em letras pela Sorbonne e já foi professor de conceituadas universidades norte-americanas e europeias. No Brasil, lecionou na PUC-RJ, e atualmente é professor da Universidade Federal Fluminense (UFF). Eleito membro da Academia Mineira de Letras em 2021, Silviano chegou a ser favorito para ocupar o lugar de Lygia Fagundes Telles na cadeira 16 da Academia Brasileira de Letras, mas retirou a candidatura por se sentir “desestimulado e triste”, como declarou em junho deste ano.</p>
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		<title>HQ editada pela Cepe é uma das vencedoras do Prêmio Grampo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 16:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. O obscuro fichário dos artistas mundanos &#8211; roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira &#8211; ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73594" aria-labelledby="figcaption_attachment_73594" class="wp-caption img-width-378 alignright" style="width: 378px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Capa-Obscuro-fichario.jpg"><img class="size-medium wp-image-73594 " alt="Cepe Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/Capa-Obscuro-fichario-378x486.jpg" width="378" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é a primeira do gênero HQ editada pela Cepe</p></div>
<p>A Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) emplaca uma HQ em prêmio especializado no segmento. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/valorizacao-dos-quadrinhos-no-lancamento-do-selo-cepe-hq/" target="_blank"><strong><em>O obscuro fichário dos artistas mundanos</em></strong></a> &#8211; roteirizado por Clarice Hoffmann e Abel Alencar e ilustrado pelos artistas Maurício Castro, Paulo do Amparo, Greg e Clara Moreira &#8211; ficou na lista dos dez melhores quadrinhos, segundo o Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário.</p>
<p>Lançada em 2019, a obra inaugurou o selo Cepe HQ e fez da editora pública a primeira pernambucana especializada em quadrinhos. <em>“Estamos radiantes com a notícia. É incrível ficar entre os dez melhores quadrinhos, estrangeiros e nacionais, lançados no Brasil ano passado. Acho que o prêmio é o reconhecimento a um trabalho feito com muito cuidado, muito amor. Um trabalho motivado especialmente pela paixão aos personagens, nossos resistentes artistas, e pelo desejo de contar um pouquinho da história de luta dos artistas deste país”</em>, declara Clarice, que já pensa em editar outros trabalhos com a mesma linguagem. <em>“Esse foi meu primeiro trabalho. Espero fazer muitos outros”</em>.</p>
<p>O editor da Cepe, Diogo Guedes, enxerga com alegria o reconhecimento e a circulação de um dos primeiros trabalhos do selo Cepe HQ no mercado editorial. <em>“O obscuro fichário dos artistas mundanos é uma obra forte porque sabe extrair do passado, dos documentos que demonstram a perseguição a artistas e estrangeiros na ditadura de Vargas, as resistências e aprendizados necessários para o presente”</em>, opina Diogo.</p>
<p>O jornalista e crítico de quadrinhos Paulo Floro, editor do site<em> O grito!</em>, que participou da votação do prêmio, acha que o reconhecimento corrobora o bom momento que vive o quadrinho atual em Pernambuco. <em>“Fazer parte das dez melhores obras lançadas no ano passado, em um período de um mercado editorial com tantos lançamentos, é um feito e tanto”, constata Paulo, acrescentando a característica inovadora da obra como relevante na inclusão do prêmio. “É um livro inovador dentro da linguagem das histórias em quadrinho ao trazer uma abordagem experimental para o meio ao mesmo tempo em que traz novos olhares para a história do Brasil”</em>, completa o crítico.</p>
<p><strong>A OBRA</strong><br />
A publicação é inspirada no projeto de pesquisa O obscuro fichário dos artistas mundanos, realizado entre os anos de 2014 e 2017. Os resultados do projeto de pesquisa, que inspirou a obra, estão no endereço eletrônico <a href="http://obscurofichario.com.br/" target="_blank"><strong>obscurofichario.com.br</strong></a>. São indícios da vida de mulheres e homens, brasileiros e estrangeiros, protagonistas de uma movimentação ocorrida no campo da arte e do entretenimento da cidade do Recife, entre as décadas de 1930 e 1950, que lançam luz sobre uma potente história cultural e política do estado e do país. Um mundo habitado por bailarinas acrobatas e sapateadores excêntricos, cantores de rádio e cossacos russos, pugilistas e ilusionistas, artistas teatrais e enciclopédicos.</p>
<p>Para a polícia de Vargas todos que estivessem de alguma forma ligados à cena do entretenimento eram considerados artistas e, portanto, fichados com prontuário na Delegacia de Ordem Política e Social. Nesse rolo entravam prostitutas, pugilistas e até espaços suspeitos, por serem lugares onde havia muita rotatividade a exemplo de hotéis, pensões, teatros, cabarés, agremiações carnavalescas, vigiados pela polícia. O livro custa R$ 35 e está à venda na loja virtual da Cepe: <a href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>www.cepe.com.br/lojacepe</strong></a>.</p>
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		<title>Cais do Sertão conquista primeiro prêmio internacional de arquitetura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cais-do-sertao-conquista-primeiro-premio-internacional-de-arquitetura/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 16:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Obra do Ano 2019]]></category>
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		<description><![CDATA[O Museu Cais do Sertão, administrado pela Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco, foi o grande vencedor do Prêmio Obra do Ano 2019, organizado pelo site ArchDaily. A premiação é concedida anualmente a melhor construção arquitetônica dos países de língua portuguesa. Conheça todos os vencedores aqui. O Cais superou outros catorze concorrentes para sagrar-se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68325" aria-labelledby="figcaption_attachment_68325" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Nelson Kon/ArchDaily</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/Foto-Nelson-Kon-ArchDaily.jpg"><img class="size-medium wp-image-68325" alt="Nelson Kon/ArchDaily" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/Foto-Nelson-Kon-ArchDaily-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O equipamento, localizado às margens do Capibaribe, foi o primeiro colocado na premiação</p></div>
<p>O Museu Cais do Sertão, administrado pela Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco, foi o grande vencedor do Prêmio Obra do Ano 2019, organizado pelo site ArchDaily. A premiação é concedida anualmente a melhor construção arquitetônica dos países de língua portuguesa. Conheça todos os vencedores <a href="https://www.archdaily.com.br/br/915739/conheca-os-vencedores-do-premio-obra-do-ano-2019-archdaily-brasil" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>O Cais superou outros catorze concorrentes para sagrar-se o ganhador. Na disputa, estavam nove edificações brasileiras e seis portuguesas. Ao todo, mais de 10 mil votos foram coletados durante duas semanas de indicações. Entre os nomeados estavam presentes projetos culturais, comerciais, educacionais, praças, residências de alto padrão e remodelações. Assinada pelo escritório Brasil Arquitetura, a obra do Cais do Sertão ficou logo à frente de duas edificações paulistas, o Sesc 24 de Maio (segundo colocado) e a Casa João de Barro (terceiro colocado), localizados respectivamente nas cidades de São Paulo e Itatiba.</p>
<p>Esta é a segunda vez que o Museu recebe um título. Em dezembro de 2018, o espaço foi o vencedor do Prêmio Nacional do Turismo, do Ministério do Turismo, na categoria &#8220;Valorização do Patrimônio&#8221;.</p>
<p>Localizado no bairro do Recife, região central da capital pernambucana, o Cais do Sertão completou cinco anos de inauguração no último dia 3 de abril. A construção do equipamento é formada por concreto armado e protendido, no módulo I, e por mais de dois mil cobogós no módulo II. O espaço exalta as tradições do Estado com atividades lúdicas e culturais em sua programação e conserva uma exposição permanente em homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga, além de auditório e salas expositivas.</p>
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