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	<title>Portal Cultura PE &#187; vídeos</title>
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		<title>“Tempo Bruto” resgata memória visual da cena artística pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Apr 2025 12:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O artista visual Fernando Peres nunca largou as câmeras. Desde a infância, incentivado pelo pai fotógrafo, Peres aprendeu a olhar o mundo através das lentes, primeiro com fotos, depois com vídeo. Agora, décadas depois, centenas de fitas gravadas entre o fim dos anos 1990 e o início dos anos 2000 ganham nova vida graças ao projeto “Tempo Bruto”, que será lançado oficialmente neste sábado, dia 12 de abril, a partir das 19h, na Galeria Maumau, no bairro do Espinheiro, Recife. A entrada é gratuita.</p>
<p>O projeto, contemplado pelo Edital de Ações Criativas para o Audiovisual – Memória, Preservação e Digitalização de Obras (Lei Paulo Gustavo), do Governo do Estado de Pernambuco, foi idealizado e tem coordenação geral de Irma Brown.</p>
<p>Mais de 350 fitas magnéticas (VHS, Super-VHS, Hi-8 e Mini-DV) foram digitalizadas em um minucioso processo técnico conduzido pelo restaurador audiovisual Tuka Maia (Deivison Antônio dos Santos). O resultado é um acervo audiovisual composto por imagens que documentam eventos culturais emblemáticos, performances artísticas, festas, espaços culturais e personagens que marcaram uma geração.</p>
<p>“Eu sempre tive muito contato com câmera desde criança, meu pai é fotógrafo até hoje. Mas crucial mesmo foi na época do grupo Molusco Lama e da produtora Telefone Colorido, no final dos anos 1990. Aí eu passei a meio que filmar tudo, como eu tenho também o hábito de fotografar muita coisa diferente e tal, dentro de alguns assuntos que se repetem, né? Salto alto, um inseto, uma farra, uma exposição, os assuntos meio que se repetem”, conta o artista que já fez inúmeras exposições coletivas e individuais em várias cidades do País.</p>
<p>Chegava a filmar por horas seguidas. “Mas foi aí que eu tive, tipo, também uma estafa de filmar, um abuso. Parei completamente em 2010. E aí, estou voltando com esse trabalho, que está sendo muito bom de fazer”.</p>
<p>O artista explica que a descoberta do conteúdo das fitas surpreendeu até ele próprio. “Não me lembrava de muita coisa que encontrei nessas gravações. Isso tudo é muito bom, porque são imagens de muitas épocas diferentes, pessoas presentes hoje e pessoas que já se foram, até crianças naquela época que hoje têm seus 40 anos. Está sendo um resgate muito interessante”.</p>
<p>A importância histórica desse acervo vai além do registro pessoal. Para Irma Brown, idealizadora e coordenadora do projeto, trata-se de um legado coletivo: “Fernando era como um cronista visual da cidade, antes das redes sociais. Ele já fazia algo parecido com o que hoje associamos a criadores de conteúdo, mas com um olhar artístico e autoral muito forte. São registros espontâneos, quase fotografias em movimento, que revelam a alma de uma época que poderia ter sido esquecida”, diz Irma que também é artista e que fundou, com Fernando, a Menor Casa de Olinda e a Galeria Maumau.</p>
<p>O acervo inclui eventos importantes da cena cultural independente pernambucana, como SPA das Artes, Festival de Inverno de Garanhuns, exposições no MAC de Olinda e no Museu Murillo La Greca, além de performances em espaços como a Menor Casa de Olinda e o Ateliê Submarino. Fernando também registrou bastidores e shows de bandas e artistas como Textículos de Mary, Backing Ballcats Barbis Vocal&#8217;s, Mundo Livre S.A., Cordel do Fogo Encantado e Jards Macalé. Também não faltam registros da boemia, dos bares e de figuras da noite do Recife e Olinda. Outro destaque vai para as gravações dos programas e comerciais da TV da época.</p>
<p>Para Irma, além do aspecto artístico, há um componente afetivo e histórico fundamental: “Resgatar esse material é preservar parte da memória da cidade, de seus artistas, seus espaços e suas transformações. O acervo mostra também a força dessa cena cultural antes da era digital, numa época em que quase ninguém estava preocupado em documentar sistematicamente”.</p>
<p>Além da exposição com as projeções audiovisuais e obras de Fernando Peres, o evento de sábado contará com gastronomia e bebidas especiais: delícias da Dhuzati, cervejas artesanais da Turvalina e caipirinhas preparadas por Mauricio Castro e equipe. A exposição também poderá ser conferida ao longo do mês de abril com agendamento pelo instagram da Galeria Maumau.</p>
<p>Serviço:</p>
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		<title>Financiados pela LAB-PE, vídeos retratam trajetórias de mulheres da cultura popular pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 14:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelas mãos de Cida Lopes, que moldam o madeira para transformá-la em mamulengos e alegria; pelos versos de Dona Cila do Coco, que colocam todo mundo para dançar; ou pela sabedoria ancestral de Mãe Dora, que há anos e anos ajuda mulheres a parir. A cultura popular de Pernambuco existe e resiste graças ao fazer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86946" aria-labelledby="figcaption_attachment_86946" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-86946" alt="Jan Ribeiro Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/Mãe-Beth-de-Oxum-FOTO-JAN-RIBEIRO-SECULT-PE-FUNDARPE-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, é uma das personagens retratadas pelos vídeos</p></div>
<p>Pelas mãos de Cida Lopes, que moldam o madeira para transformá-la em mamulengos e alegria; pelos versos de Dona Cila do Coco, que colocam todo mundo para dançar; ou pela sabedoria ancestral de Mãe Dora, que há anos e anos ajuda mulheres a parir. A cultura popular de Pernambuco existe e resiste graças ao fazer de muitas mestras, em seus diversos campos de atuação.Neste Dia Internacional da Mulher, relembramos a força de mais de 20 grandes representantes da cultura popular retratadas ano passado em filmes financiadas pela Lei Aldir Blanc de Pernambuco, no edital Registro Audiovisual da LAB &#8211; Salvaguarda dos Mestres da Cultura Popular.</p>
<p>Para Teresa Amaral, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE, incentivar cada vez mais o protagonismo feminino através das políticas públicas é de extrema importância. “Nesse dia, lembramos das histórias e lutas das mulheres e celebramos suas conquistas à frente de expressões da cultura popular e tradicional, ressaltando o nosso papel de preservar, valorizar e reconhecer as suas práticas artísticas e de transmissão de saberes e fazeres&#8221;, pontua.</p>
<p>Todos os filmes estão disponíveis gratuitamente no YouTube. Confira a lista abaixo:</p>
<p>- Severina Baracho, disponível <a href="https://drive.google.com/file/d/1qBDRCyJX8w_UW2PGefgM5u49piKIWULO/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Aurinha do Coco, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=EUC7rFmwQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Cida Lopes, disponível <a href="https://youtu.be/sd-kI7RJ6J8" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mestra Luzinete, disponível <a href="https://vimeo.com/569659021" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mestra Di, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=UOf1moAjr2Q" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Célia, disponível <a href="https://youtu.be/yxPdvRMr3ko" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Lia Menezes, disponível <a href="https://fb.watch/6WO-y9ojeK/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Cila do Coco, disponível <strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1sKtv8GxtOXqFeRMD9Njzu_uwLJNYbsxW/view?usp=sharing" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>- Mestra Juditaenga, disponível <a href="https://vimeo.com/556004955" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dulce Baracho, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a9G9bjtkswc" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mãe Elda, disponível <a href="https://youtu.be/glucZrYCnSw" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Parteira Mãe Dôra, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wSn8ZRIWNoA&amp;t=17s" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Severina Lopes, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7YprSBlFbg" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Jane Ferreira, disponível <a href="https://youtu.be/AbtNH981iWg" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mãe Beth de Oxum, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=JOJ9jArw_Ds&quot;" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mestra Cristina, disponível <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Fv7XiP6EmkM" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p>- Dulce Baracho, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=a9G9bjtkswc" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Mãe Elda, disponível <a href="https://youtu.be/glucZrYCnSw" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Severina Lopes, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7YprSBlFbgk" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Cila, disponível <a href="https://youtu.be/K8c6fy621oc" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Célia, disponível <a href="https://youtu.be/yxPdvRMr3ko" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>- Dona Glorinha do Coco, disponível <a href="https://www.youtube.com/watch?v=NjjuAC8i1XI" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Canal da Aurora 21 ensina receitas de culinária de terreiro</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2021 21:46:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O canal da Aurora 21 Projeto e Produção Cultural no YouTube está com uma série de vídeos com receitas de culinária de terreiro. Batizado de &#8220;Aprendendo com quem sabe &#8211; Culinária de Terreiro&#8221;, o projeto conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e reúne o modo de preparo de 12 pratos que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLK9UJxRzEMJLaPhg0qy3l3SHlc2AuAs4k" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O canal da Aurora 21 Projeto e Produção Cultural no YouTube está com uma série de vídeos com receitas de culinária de terreiro. Batizado de &#8220;Aprendendo com quem sabe &#8211; Culinária de Terreiro&#8221;, o projeto conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e reúne o modo de preparo de 12 pratos que são ofertados aos orixás. Quem comanda a apresentação dos vídeos é Babalorixá Brivaldo de Xangô, líder religioso do Terreiro Ilê Axé Ogodô. Aperte o <em>play</em> e confira.</p>
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		<title>Canal &#8220;Na Ponta do PÉ&#8221; exibe série sobre dança produzida na pandemia em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 15:18:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na Ponta do PÉ, projeto de conteúdo sobre a dança de Pernambuco, no ar desde 2012, produziu série de entrevistas para mostrar o cenário da “Dança pernambucana na pandemia”. Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto traz nove vídeos, já disponíveis no canal do Youtube (youtube.com/napontadope), além de nove reportagens especiais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PLnLh3RctBlyWgBQEvxv5sWdA_zm_Jnh-G" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><i>Na Ponta do PÉ</i>, projeto de conteúdo sobre a dança de Pernambuco, no ar desde 2012, produziu série de entrevistas para mostrar o cenário da “Dança pernambucana na pandemia”. Viabilizado com recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o projeto traz nove vídeos, já disponíveis no canal do Youtube (<strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCpY4HkUyWjL4mMFO4VUYMCA" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UCpY4HkUyWjL4mMFO4VUYMCA&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFQ049ngj0R2yKYCHaF1puO7b0kow">youtube.com/napontadope</a></strong>), além de nove reportagens especiais com conteúdo extra em texto, publicadas site <strong><a href="https://www.napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.napontadope.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNHJ2sgRUY2aHzWXr6C0Nh0xMy6hkg">napontadope.com</a></strong>.</p>
<p>Contando com a participação de 11 artistas de dança, entre bailarinos, coreógrafos e professores de dança, a ideia é mostrar como esses profissionais vêm tentando driblar a pandemia para a dança continuar se movendo. Nos relatos, os primeiros impactos no mercado da dança quando se iniciou a quarentena mais rígida (março de 2020), a adaptação repentina do ensino do modelo físico para o online e as perdas que esses artistas sentiram com as restrições e falta de apresentações no palco presencial.</p>
<div id="attachment_84112" aria-labelledby="figcaption_attachment_84112" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Romão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/MaíraPassos_IdealizadoradoProjeto_FOTO_PauloRomão-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-84112" alt="Paulo Romão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/MaíraPassos_IdealizadoradoProjeto_FOTO_PauloRomão-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A bailarina Maíra Passos comanda a série que é exibida no YouTube</p></div>
<p>Apesar dos desafios, ao longo da série, <i>Na Ponta do PÉ</i> mostrou também como esses artistas de dança se reinventaram na crise, criando videodanças (a maioria, pela primeira vez), fazendo apresentações ao vivo, através de lives e videochamadas, e outras ações presenciais, seguindo os protocolos sanitários. “Ou seja, a ideia da série foi compartilhar ideias de alguns desses artistas de dança para inspirar outros profissionais da área e também mostrar para a plateia que há muita dança sendo exibida virtualmente”, conta a jornalista e bailarina Maíra Passos, idealizadora do <i>Na Ponta do PÉ</i>.</p>
<p><b>TEMAS DOS EPISÓDIOS -</b> Nos assuntos abordados nos episódios da série: conversas sobre como os passistas de frevo caíram no passo num ano histórico sem carnaval; sobrevivência do maracatu e outras danças populares na pandemia; como praticar dança de salão sem poder dançar juntos; produção de videodanças na pandemia; sem conexão com a dança na periferia, pela falta de acesso à internet; danças urbanas e cultura hip hop na pandemia; produção de espetáculos presenciais para exibições virtuais; e adaptação do ensino da dança com aulas online e presenciais, com restrições.</p>
<p><b>ACESSIBILIDADE - </b>Todas as publicações feitas no site <strong><a href="http://napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://napontadope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFNkd1PoWzCwcXl4DbP7-HFXqf-sg">napontadope.com</a></strong> contam com tradução para Libras, através de avatar animado em 3D, através do botão da plataforma VLibras incorporada à página. Já nos vídeos publicações no canal do Youtube, há também legendas.</p>
<p><b>SOBRE NA PONTA DO PÉ –</b> <i>Na Ponta do PÉ: pra ver a dança de PE</i>. Com o PÉ em maiúsculo, referenciando nossa pernambucanidade, surgiu o <strong><a href="http://napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://napontadope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFNkd1PoWzCwcXl4DbP7-HFXqf-sg">napontadope.com</a></strong>, projeto de conteúdo sobre a dança pernambucana.  Idealizado pela jornalista e bailarina Maíra Passos, o projeto de jornalismo cultural nasceu com a ideia de ajudar na divulgação do cenário da dança Pernambucana, em seus diversos estilos.</p>
<p>É pioneiro no estado como veículo de comunicação online especializado em informar sobre o universo da dança, estando no ar ininterruptamente, desde 2012, já somando mais de 700 publicações no seu site, além de conteúdo extra compartilhado nas suas redes sociais. Hoje, são mais de 27 mil pessoas que acompanham a dança de Pernambuco, através do Instagram, Facebook, TikTok e Youtube do Na Ponta do PÉ. Contato para parcerias e sugestões de pauta: <strong><a href="mailto:redacao@napontadope.com" target="_blank">redacao@napontadope.com</a></strong>.</p>
<p><b>SÉRIE “DANÇA PERNAMBUCANA NA PANDEMIA”</b><b></b><br />
<b>EPISÓDIOS – </b>Playlist com todos os vídeos no Youtube: <strong><a href="https://bityli.com/dP4oF" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://bityli.com/dP4oF&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNGI8Kb3z5toAiRyo0Wu0KYVSxTieg">bityli.com/dP4oF</a></strong><b></b><br />
<b>SÉRIE NO SITE:</b><strong> <a href="https://www.napontadope.com/tag/danca-na-pandemia/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.napontadope.com/tag/danca-na-pandemia/&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNFBNEOG5NuNwMv1F7MNbz8-9Nr1zA">www.napontadope.com/<wbr />tag/danca-na-pandemia</a></strong><br />
<b>SITE:</b> <strong><a href="http://www.napontadope.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.napontadope.com&amp;source=gmail&amp;ust=1619791947904000&amp;usg=AFQjCNHv0nxRiBD4X3Zy3D53hqxTKv3AgA">www.napontadope.com</a></strong></p>
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		<title>Comunicado &#8211; Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC/PE)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 18:38:40 +0000</pubDate>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=79634</guid>
		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; CEPPC/PE, com relação às audiências públicas para apresentações dos(as) candidatos(as) habilitados(as) ao XV CONCURSO PÚBLICO DO REGISTRO DO PATRIMÔNIO VIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO RPV- PE &#124; EDIÇÃO 2020, conforme previsto no Edital do referido Concurso, vem comunicar aos candidatos inscritos que: 1. Considerando a situação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; CEPPC/PE, com relação às audiências públicas para apresentações dos(as) candidatos(as) habilitados(as) ao <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/xv-concurso-do-registro-do-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>XV CONCURSO PÚBLICO DO REGISTRO DO PATRIMÔNIO VIVO DO ESTADO DE PERNAMBUCO RPV- PE | EDIÇÃO 2020</strong></a>, conforme previsto no Edital do referido Concurso, vem comunicar aos candidatos inscritos que:</p>
<p>1. Considerando a situação de pandemia de Covid-19 de abrangência nacional e mundial, que é de conhecimento de toda sociedade, as audiências públicas para apresentações dos(as) candidatos(as) habilitados(as) não serão presenciais e, sim, por meio de vídeos que serão encaminhados ao CEPPC/PE, através do e-mail: <strong>conselhodepreservacao@gmail.com</strong>;</p>
<p>2. Os vídeos mencionados no item anterior serão de responsabilidade, quanto a sua confecção e envio, de cada candidato(a) deverão ser enviados no prazo de<strong> 4 a 23 de novembro de 2020</strong>;</p>
<p>3. Não há exigências quanto ao processo de elaboração dos vídeos devendo ser utilizado qualquer meio e técnica disponível para os(as) candidatos(as), inclusive podendo ser elaborado através de aparelho de telefone celular;</p>
<p>4. O vídeo terá no máximo 10 minutos de duração, sendo que, caso a gravação ultrapasse esse tempo, o CEPPC/PE só irá assisti-lo por 10 minutos para que todos tenham condições iguais;</p>
<p>5. Assim como a participação nas audiências públicas presenciais não é obrigatória, também a elaboração e envio do vídeo para o CEPPC/PE não será obrigatório. O(a) candidato(a) que não enviá-lo não será prejudicado(a) para efeito de julgamento;</p>
<p>6. As datas do calendário previamente publicadas junto ao edital estão mantidas. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Novo-Calendário-XV-Concurso-do-Registro-do-Patrimônio-Vivo-de-Pernambuco-Edição-2020-atualizado-05-novembro-2020.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o cronograma;</p>
<p>7. Caso haja necessidade de alteração, haverá comunicação prévia a todos interessados.</p>
<p style="text-align: right;">Recife, 3 de novembro de 2020.<br />
<strong>Gilberto de Mello Freyre Neto</strong><br />
Presidente do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural &#8211; CEPPC/PE</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Orientações para elaboração do vídeo</strong></span></p>
<p>Neste ano, em função da pandemia decorrente do Coronavírus (Covid-19), respeitando as medidas de distanciamento social e enfrentamento à pandemia, o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) optou por não realizar as audiências presenciais para a defesa das candidaturas, levando em conta o risco à saúde das candidatas e candidatos. Conforme edital esta etapa é opcional, portanto não obrigatória ao concurso, contudo, trata-se de importante momento por onde o Conselho de Preservação pode se aproximar e conhecer melhor as candidatas e candidatos, sejam as pessoas físicas, grupos e comunidades concorrentes.</p>
<p>Neste sentido, possibilitamos aos concorrentes no XV Concurso do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco o envio de vídeo, com duração máxima de 10 minutos, conforme acontece nas audiências presenciais do Concurso nos anos anteriores.</p>
<p>Abaixo seguem orientações sobre os vídeos:</p>
<p>- O vídeo deve ter no máximo 10 min de duração;</p>
<p>- Deve ser gravado com o celular na horizontal;</p>
<p>- As pessoas filmadas devem ficar próximo ao aparelho de gravação em lugar iluminado e silencioso para melhor captação de imagem e som;</p>
<p>- Os vídeos podem ser gravados pelo celular, câmeras fotográficas ou câmeras profissionais (é importante que a candidata ou candidato realize teste do vídeo em outro aparelho celular ou computador antes do envio ao CEPPC);</p>
<p>- Se possível, peça para que outras pessoas ajudem na gravação e no envio do vídeo, para superar qualquer dificuldade técnica que tenham com esse tipo de registro tecnológico;</p>
<p>- O vídeo poderá ser enviado para o e-mail do Conselho de Preservação através do e-mail (<strong>conselhodepreservacao@gmail.com</strong>) podendo ser enviado através do Google Drive ou enviados através da plataforma We Transfer (serviço de transferência de arquivos gratuito) que também deve ser endereçado ao e-mail do CEPPC: <strong>conselhodepreservacao@gmail.com</strong>;</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O que deve conter no vídeo:</strong></span></p>
<p>- Informações sobre quem é a candidata ou candidato concorrente ao Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (pessoa física ou grupo);</p>
<p>- Informe seu nome e o nome como é conhecida e conhecido (nome artístico), sua localidade, idade, nº de inscrição e demais informações que julgar relevante;</p>
<p>- Justificar os motivos pelos quais a candidata ou candidato deve ser reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco;</p>
<p>- Explicar de que formas o trabalho da candidata ou candidato contribui para a preservação das tradições culturais que está ligada(o) e como faz o repasse dos saberes à aprendizes e às novas gerações;</p>
<p>- Explicar como a titulação do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco poderá contribuir melhorar e ampliar as ações ligadas à transmissão dos saberes e a manutenção de suas práticas culturais;</p>
<p>- No título do e-mail, deverá constar o nome “Vídeo de Candidatura para o RPV2020”. Ainda, o arquivo deverá ser nomeado com o nome da pessoa e seu número de inscrição ou da instituição para melhor identificação do material recebido;</p>
<p>- Essas recomendações servem para que o CEPPC possa organizar o recebimento do material enviado pelas candidatas e candidatos, portanto não terá caráter de exclusão ou eliminação caso não sigam nossas orientações.</p>
<p><strong>Link Tutorial para enviar vídeos pelo G-Mail (Google Drive):</strong><br />
<a href="https://support.google.com/mail/answer/2487407?co=GENIE.Platform%3DDesktop&amp;hl=pt-BR" target="_blank"><strong>support.google.com/mail/answer/2487407?co=GENIE.Platform%3DDesktop&amp;hl=pt-BR</strong></a></p>
<p><strong>Link Tutorial para enviar vídeos pelo We Tranfer:</strong><br />
<a href="http://ibbs.com.br/tutorial-wetransfer.pdf" target="_blank"><strong>ibbs.com.br/tutorial-wetransfer.pdf</strong></a></p>
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		<title>Ramsés Marçal abre exposição na Galeria Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2018 21:41:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
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		<description><![CDATA[Após a morte de seu pai em 2015, o pernambucano Ramsés Marçal iniciou um longo processo de investigação sobre a dor e a solidão provocadas pela perda. O resultado desse estudo interno é a exposição “ContraPeso”, que tem abertura neste sábado (2), a partir das 17h, na Galeria Amparo 60. Até o dia 23 de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61080" aria-labelledby="figcaption_attachment_61080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00235-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-61080" alt="Chico Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00235-1_Easy-Resize.com_-800x600.jpg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição é composta por por fotografias, desenhos, esculturas, música e vídeos.</p></div>
<p>Após a morte de seu pai em 2015, o pernambucano Ramsés Marçal iniciou um longo processo de investigação sobre a dor e a solidão provocadas pela perda. O resultado desse estudo interno é a exposição “ContraPeso”, que tem abertura neste sábado (2), a partir das 17h, na Galeria Amparo 60. Até o dia 23 de junho, o espaço será ocupado por fotografias, desenhos, esculturas, música e vídeos que retratam o vazio e o sofrimento vividos pelo artista plástico durante o luto.</p>
<p>Ex-aluno da Florence Academy, na Itália, e da Faculdade de Belas Artes de São Paulo, Ramsés viveu durante 15 anos na capital paulista. O retorno para Pernambuco acentuou os sentimentos provocados pela perda e inspirou a nova mostra. “<em>Em 2017, morando um tempo no sertão de Pernambuco, na cidade de Floresta, onde desenvolvia um trabalho, comecei a formatar ‘ContraPeso’, em meio a solidão e a embriaguez de um ambiente árido e hostil; foi quando me aprofundei nas leituras e entrelinhas sobre a vida e a dor. &#8216;ContraPeso&#8217; começou então a se concretizar e a dialogar com as divergências entre Schopenhauer e Nietzsche acerca da dor e do niilismo</em>”, explica ele, que atua entre artes plásticas e design.</p>
<div id="attachment_61081" aria-labelledby="figcaption_attachment_61081" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00390-final-jmedia-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-61081" alt="Chico Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00390-final-jmedia-1_Easy-Resize.com_-800x545.jpg" width="800" height="545" /></a><p class="wp-caption-text">As obras trazem referências da filosofia alemã para uma simbologia mais tropical.</p></div>
<p>Os fragmentos de inspiração nos pensadores europeus encontrou, na análise do cineasta Hilton Lacerda, autor dos textos de apresentação, uma simbologia mais tropical. “<em>Ramsés trouxe a filosofia alemã para decifrar seu ContraPeso. E tivemos poucas e boas conversas, e achei mais interessante manter-me embriagado que direcionado. Mas estava tudo ali. E me dei conta que faltava uma incômoda melancolia tropical. E foi aí que rapidamente os sururus de Graciliano Ramos saltaram da lama no entorno das palafitas; assim como João Cabral e sua educação. E choveu montes de possibilidades. E haja janelas e portas e vielas</em>”, observa.</p>
<p>Neste cenário, são compostas algumas das obras da exposição. Ao todo são sete fotos grandes p&amp;b em papel algodão, dois desenhos, uma escultura e quatro vídeos. Uma das obras mais emblemáticas da Exposição, a escultura ContraPeso, foi feita com suporte de madeira freijó, cabos de pesca misturados com couro na cor café, coração de couro e tecidos na cor café, costurados com linhas pretas de espessuras variadas.</p>
<p>Além dos textos de Hilton, a exposição também contou com incentivo da DJ Lalak, vídeos de Marcelo Lacerda, fotografias de Chico Barros e trilha sonora de Bernardo Vieira. A mostra também inicia o projeto Veraneio, cujo foco são exibições de artistas que não façam parte do seu casting.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Exposição “ContraPeso”, de Ramsés Marçal<br />
Quando: abertura em 2 de junho, a partir das 17h. Visitação até o dia 23 de junho.<br />
Onde: Galeria Amparo 60 (Rua Artur Muniz, 82. Primeiro andar, salas 13/14)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Projeto lança vídeos, fotografias e áudios do quilombo indígena Tiririca dos Crioulos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-lanca-videos-fotografias-e-audios-de-bens-culturais-do-quilombo-indigena-tiririca-dos-crioulos/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 20:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[quilombo]]></category>
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		<description><![CDATA[O projeto &#8220;Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo-indígena&#8221; lança os seus primeiros resultados em áudio, vídeo e fotografias nesta quinta-feira (18/06), durante o &#8220;Seminário Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial&#8221;, realizado no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26379" aria-labelledby="figcaption_attachment_26379" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg"><img class="size-full wp-image-26379 " alt="Cícera Francisca / Direitos Reservados" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg" width="472" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Casal de preto-velho do Centro Espírita Preto-Velho Canzuá do Velho Xangô, um dos museus da comunidade. Crédito da foto: Cícera Francisca / Direitos Reservados</p></div>
<p>O projeto <strong><a href="http://facebook.com/doburacoaomundo" target="_blank">&#8220;Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo-indígena&#8221;</a></strong> lança os seus primeiros resultados em áudio, vídeo e fotografias nesta quinta-feira (18/06), durante o <a href="https://www.facebook.com/events/675873969206230/" target="_blank"><strong>&#8220;Seminário Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial&#8221;</strong></a>, realizado no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto de formação cultural é realizado junto à comunidade Tiririca dos Crioulos, considerada um &#8220;quilombo indígena&#8221; e localizada na zona rural de Carnaubeira da Penha, no Sertão pernambucan. A iniciativa é coordenada pelos professores Larissa Isidoro e Nivaldo Léo Neto, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. <strong><em>Assista ao vídeo teaser <a href="https://vimeo.com/doburacoaomundo/teaserlancamentoobrasufpe" target="_blank">AQUI</a>.</em></strong></p>
<p>Entre as obras que serão apresentadas na exposição, estão uma coletânea de áudios que envolvem os benditos e linhas de toré e gira da comunidade, que está sendo chamada &#8220;Documento Sonoro&#8221;, já que se trata de um registro do patrimônio cultural de Tiririca dos Crioulos. Durante o evento, também haverá uma mostra fotográfica e a exibição de vídeos, frutos de oficinas de formação em audiovisual. As obras foram criadas com a participação dos tiririqueiros, membros da comunidade. A partir das 9h, os participantes podem conferir a mostra fotográfica e escutar algumas faixas de áudio. Às 17h30, serão exibidos os vídeos produzidos, seguida de roda de diálogo com os integrantes do projeto que irão compartilhar experiências. A exposição é realizada em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE-UFPE).</p>
<p>O projeto pretende futuramente realizar outras mostras itinerantes em outros espaços, com a previsão de lançamento de livro didático, blog e mais vídeos. O conteúdo produzido durante o projeto está sendo disponibilizado no site <strong><a href="http://www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos" target="_blank">www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos</a></strong>, com o objetivo de ser um acervo dos bens culturais da comunidade.</p>
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