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	<title>Portal Cultura PE &#187; Ana Cláudia Frazão</title>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, o registro Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 14:30:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no Estado com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito estadual.</p>
<p>Com a deliberação do CEPPC-PE, após a assinatura oficial do decreto pela governadora Raquel Lyra e sua publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o bem cultural é inscrito no Livro de Registro dos Saberes do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.<br />
O Bolo de Noiva Pernambucano, parte obrigatória nos rituais de casamentos e em diversos outros eventos sociais, ostenta uma receita de origem inglesa brilhantemente adaptada pelas mãos pernambucanas. A iguaria se diferencia dos bolos de casamento dos outros Estados pelos ingredientes e sabores característicos.</p>
<p>Amplamente difundido, encontrado em todas as microrregiões, o Bolo de Noiva está presente no cotidiano do povo pernambucano sendo comercializado em vários formatos e tamanhos. Sua produção e consumo fazem parte da nossa cultura culinária atingindo todas as classes sociais tornando-se símbolo da gastronomia pernambucana e um importante instrumento de geração de renda — movimentando o mercado gastronômico, gerando empregos, convertendo-se em pilar econômico para inúmeras famílias que há gerações perpetuam essa tradição —, além de promover a socialização da cultura local.</p>
<p>Segundo Cris Barros, chef, pesquisadora e professora de gastronomia da Faculdade Senac, que também foi uma colaboradora da pesquisa do bem que culminou com o registro, “reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no País valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no Estado e que repassam seus conhecimentos às novas geraçõe perpetuando a preservação dos saberes tradicionais”.</p>
<p><strong>PROCESSO -</strong> A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) submeteu, em 1º de julho de 2021, o requerimento de registro do Bolo de Noiva Pernambucano como Patrimônio Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, em conjunto com a Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem, cujo processo contou com anuência de boleiros e boleiras pernambucanos.</p>
<p>A partir de então foi sugerida a alteração da nomenclatura do processo de registro (e consequentemente do bem a ser registrado) de Bolo de Noiva de Pernambuco para Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco, já que o reconhecimento é do conjunto de saberes associados a sua produção e não apenas o produto em si.</p>
<p>Após acatamento da Secult-PE pelo registro do bem no Livro de Registro dos Saberes, conforme o inciso III, do Art. 4º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, como consta no art. 7º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, coube à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro. A partir daí é encaminhado ao CEPPC para deliberação final da decisão culminando, ou não, no registro do bem nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.</p>
<p>Ao longo o processo a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe contou com a colaboração e parceria de instituições e de detentores e detentoras que enriqueceram tanto a pesquisa bibliográfica e o mapeamento da comunidade detentora do bem, como o documento do parecer técnico conclusivo do Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco.</p>
<p>Em 10 de maio de 2022 a Secult-PE e a Fundarpe realizaram no YouTube a live Bolo de Noiva, Patrimônio Gastronômico de Pernambuco com o objetivo de divulgar e fortalecer a articulação entre boleiras e boleiros, as instituições e a sociedade civil. Participaram do debate a chef, pesquisadora e professora do Senac Cris Barros; Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe; e a gastróloga, professora, pesquisadora e então assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão. Na ocasião foi discutida a importância do registro e do reconhecimento de um patrimônio alimentar como o Bolo de Noiva pernambucano.</p>
<p>Durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em agosto de 2022, ocorreu a Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da Contribuição do Patrimônio Alimentar para o Desenvolvimento Local: Turismo, Empreendedorismo e Preservação com o objetivo de divulgar as iguarias reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de registro.</p>
<p>Promovido pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Uninassau e a Faculdade Senac, um dos encontros contou com a presença da professora Cris Barros por meio de uma aula-demonstração em que se discutiu acerca da história do bolo, da parte prática de como se dá seu preparo, quais são os ingredientes, entre outras demonstrações.</p>
<p>Marcelo Renan e Ana Frazão também reforçaram para o público presente a importância da salvaguarda de bens alimentares focando no Bolo de Noiva pernambucano como uma grande referência identitária que vai desde o ambiente da cozinha à comensalidade nas mais diversas celebrações.</p>
<p>Entre março e abril de 2023 técnicas da Fundarpe realizaram entrevistas com Cássia Pereira, Eliane Asfora e Cris Barros, boleiras da Região Metropolitana do Recife (RMR), que afirmam trabalhar com a receita dita tradicional do bolo. Além disso, a Fundarpe contribuiu com debates realizados na Faculdade Senac sobre o processo de registo e os aspectos socioculturais ligados ao bolo.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA -</strong> Após a votação do CEPPC-PE a favor do registro, e da publicação da resolução informando da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir daí se dará o início da elaboração do plano de salvaguarda com a participação da comunidade.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem a &#8220;Jornada do Patrimônio Alimentar&#8221; no Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 16:46:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A rica e diversa gastronomia pernambucana contará com uma ação especial dentro da programação da 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Trata-se do debate &#8220;Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da contribuição do patrimônio alimentar para o desenvolvimento local: turismo, empreendedorismo e preservação&#8221;, que acontecerá nos dias 22, 23 e 24/8 (segunda, terça e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96132" aria-labelledby="figcaption_attachment_96132" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antônio Melcop/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/alfenim-foto-antonio-melcop-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-96132" alt="Antônio Melcop/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/alfenim-foto-antonio-melcop-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A receita do Alfenim será um dos destaques da programação do evento</p></div>
<p>A rica e diversa gastronomia pernambucana contará com uma ação especial dentro da programação da 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Trata-se do debate &#8220;Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da contribuição do patrimônio alimentar para o desenvolvimento local: turismo, empreendedorismo e preservação&#8221;, que acontecerá nos dias 22, 23 e 24/8 (segunda, terça e quarta-feira), das 17h às 21h, na Uninassau e na Faculdade Senac.</p>
<p>Com inscrições gratuitas, por meio do e-mail: <strong>patrimonioimaterial@gmail.com</strong>, o evento tem como objetivo divulgar as iguarias que já são reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de reconhecimento patrimonial, quais sejam: Bolo de Noiva, Caldeirada de Itapissuma, Fritada de Aratu de Igarassu, Alfenim de Agrestina, Bolo de Rolo e Manta da Carne de Bode de Petrolina.</p>
<p><em>&#8220;Convidamos gestores municipais de cultura, de turismo e sustentabilidade, além de mestres e mestras da gastronomia pernambucana para acompanhar o cozimento desses pratos. O público vai conhecer melhor a história por trás dessas receitas, os segredos, o surgimento, as particularidades do preparo, além de se deleitar com apresentações ao vivo que vão culminar com degustações de cada apresentação&#8221;</em>, diz Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>Entre os convidados, estão: Cris Barros (Bolo de Noiva), Cléo Ferraz (Bolo de Rolo), Mestre Cazuza (Alfenim), Mestra Patrícia (Fritada de Aratu), Cândido Araújo (Manta de Bode) e Mestra Jacira (Caldeirada). Veja a programação abaixo:</p>
<p>- 22/8 (segunda-feira), das 17h às 21h, Laboratório de Demonstração Gastronômica da Uninassau (Rua Fernando Lopes, 778, Graças &#8211; Recife/PE): <strong>Bolo de Noiva e Caldeirada de Itapissuma</strong>;</p>
<p>- 23/8 (terça-feira), das 17h às 21h, Laboratório de Demonstração Gastronômica da Uninassau (Rua Fernando Lopes, 778, Graças &#8211; Recife/PE): <strong>Fritada de Aratu de Igarassu e Alfenim de Agrestina</strong>;</p>
<p>- 24/8 (quarta-feira), das 17h às 21h, Laboratório de Demonstração da Faculdade Senac (R. do Pombal, 57 &#8211; Santo Amaro, Recife/PE): <strong>Bolo de Rolo e Manta da Carne de Bode de Petrolina</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ana-claudia-frazao-foto-mari-frazao.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96137" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ana-claudia-frazao-foto-mari-frazao-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p><strong>SALVAGUARDA -</strong> Para Ana Claudia Frazão (foto acima), esses encontros, como o da Jornada do Patrimônio Alimentar, <em>&#8220;servem para difundir nossa rica gastronomia e culinária de raiz do Estado, com a perspectiva de garantir que nossos patrimônios alimentares estejam protegidos através da construção e execução das políticas públicas culturais&#8221;</em>. Nas apresentações, o público poderá observar <em>&#8220;as particularidades dos modos de fazer e ingredientes que compõem as ricas histórias que atravessam a linha do tempo desses receituários e preparações&#8221;</em>, diz ela.</p>
<p>Em relação ao desenvolvimento local, a assessora de Gastronomia da Secult-PE destaca que o reconhecimento desses patrimônios alimentares<em> &#8221;valorizam a cultura de cada lugar de sua origem, fortalecem as cadeias produtivas e garantem a preservação desse receituário e a promoção do turismo gastronômico&#8221;</em>.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> A 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe. Programado para acontecer entre os dias 15 e 30 de agosto de 2022, o evento conta com a participação de 31 municípios pernambucanos e mais de 209 atividades, que envolvem ações educativas, cursos, exposições, lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de diálogo, seminários e visitas guiadas. Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1eI7-Pgrf8ZLQ0RW7JmPQLQzV0s_TtXXp/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira a programação completa.</p>
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		<title>Live discute a titulação do bolo de noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 06 May 2022 18:25:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93490" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-05-at-10.51.46-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nesta terça-feira (10), o programa Cultura em Rede, realizado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), traz uma conversa sobre o bolo de noiva, iguaria pernambucana que está em processo para se tornar Patrimônio Imaterial de Pernambuco. A live vai ao ar às 19h, no canal que a Secult mantém no YouTube, com retransmissão no Facebook. Participam do bate-papo a chef, pesquisadora e professora do Senac, Cris Barros, e Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. Media o debate a gastróloga, professora, pesquisadora e assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão.</p>
<p>Por mais incrível que a pernambucana e o pernambucano possam achar, o bolo de noiva quase não ultrapassou os limites do estado. Só é encontrado aqui, mas há alguns raros casamentos em João Pessoa, capital da Paraíba, que traz a receita para o centro da festa, como é aqui em Pernambuco, onde o bolo de noiva é uma das “atrações” mais aguardadas nas festas de casamento.</p>
<p>Mas, e qual a importância de transformar o bolo de noiva em Patrimônio Imaterial do estado? “O reconhecimento de um patrimônio alimentar é a base da proteção e salvaguarda de diferentes saberes e dos elementos materiais associados à produção alimentar, assim como dos meios naturais de onde se extraem as matérias-primas; dos biomas que dão características ao sabores e dos meios socioculturais dos seus detentores. Esse ‘assentamento’ reforça e promove a cultura e os modos de viver de diferentes públicos que, historicamente, atuam em defesa desses saberes”, explica Ana Cláudia Frazão, que é autora da série de livros “Comedoria Popular”.</p>
<p><em>&#8220;Reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no país, valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no estado e repassam seus conhecimentos às novas gerações, perpetuando assim a preservação dos saberes tradicionais&#8221;</em>, defende Cris, que tem artigos sobre o tema e fez uma tese de mestrado com o título “A Educação Cultural A partir do Bolo de Noiva Pernambucano”.</p>
<p>Segundo Marcelo Renan, a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial recebeu depoimentos em áudio e vídeo de boleiras e boleiros de todo o estado e reuniu documentos que serão analisados pelo novo Secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto, para, daí, ser confirmada a abertura do processo de registro do Bolo de Noiva como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco.<em> “Após a abertura oficial do processo será iniciada a pesquisa para o mapeamento da comunidade produtora desse bem e a articulação no sentido de discutir os meios de salvaguarda dessas tradições a partir da política estadual de registro do Patrimônio Cultural Imaterial”</em>, explica Renan.</p>
<p>O Cultura em Rede é um programa cultural semanal, que vai ao ar todas as terças, às 19h, sempre trazendo assuntos culturais para o centro do debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Bolo de noiva, patrimônio gastronômico de Pernambuco”, com Cris Barros, Marcelo Renan e Ana Cláudia Frazão (mediação)<br />
Quando: 10 de maio de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>www.facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>FIG 2019 leva programação de gastronomia para a Comunidade Quilombola de Castainho</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 23:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A programação de gastronomia do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) deste ano terá um recorte social, com a inclusão do Quilombo Castainho como ponto de realização de atividades a partir da sexta-feira (19). A comunidade tradicional localizada na zona rural da cidade receberá vivências gastronômicas, mesas temáticas, oficinas e lançamento de livro. As ações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69974" aria-labelledby="figcaption_attachment_69974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/gastromia-quilombola.jpg"><img class="size-medium wp-image-69974" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/gastromia-quilombola-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Várias oficinas e vivências gastronômicas serão oferecidas na Comunidade Quilombola de Castainho</p></div>
<p>A programação de gastronomia do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) deste ano terá um recorte social, com a inclusão do Quilombo Castainho como ponto de realização de atividades a partir da sexta-feira (19). A comunidade tradicional localizada na zona rural da cidade receberá vivências gastronômicas, mesas temáticas, oficinas e lançamento de livro. As ações também acontecem no Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, com rodas de conversas e apresentações de chefs de cozinha. O tema deste ano é Sustentabilidade.</p>
<p><em>“Havia uma demanda da comunidade para ações formativas em gastronomia. Em parceria com o IPA (Instituto de Pesquisas Agropecuárias), implementamos uma horta em Castainho e essa horta irá alimentar as ações do polo de Garanhuns. Foi importante porque Castainho já tem, historicamente, uma relação com o FIG por causa de outras ações”</em>, contou Ana Claudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>No Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, onde está montado o polo de gastronomia na área urbana, a agenda começa no sábado (20) com o tema Sabedoria e Ancestralidade, das 15h às 18h. No dia seguinte, domingo (21), haverá o lançamento do livro &#8220;Vida quer Viver&#8221;, seguido de bate papo com a autora Sônia Hirsch, das 18h às 19h30. Outros temas tratados na programação são as PANCS (plantas alimentícias não convencionais) e PIAL (Plantas incríveis, alimento livre), além de soluções sustentáveis para merenda escolar, hospitalidade e restauração.</p>
<div id="attachment_69975" aria-labelledby="figcaption_attachment_69975" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/polo-gastronomico-fig.jpg"><img class="size-medium wp-image-69975" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/polo-gastronomico-fig-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns sedia o polo gastronômico do FIG</p></div>
<p>No dia 26 (sexta-feira), a chef Carmem Virgínia, do restaurante Altar &#8211; Cozinha Ancestral, apresenta criações inspiradas no homenageado do FIG, Jackson do Pandeiro. A partir das 14h, ela comanda uma aula-show com três pratos criados a partir das canções dele. <em>“Criei uma sobremesa batizada de Chiclete com Banana, que será um dos carros-chefes da degustação. Assim como Jackson, vou unir nossas raízes ao que tem de mais sofisticado na gastronomia nordestina, num menu que contemplará o sertão e o mar”</em>, adianta Carmem.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Gastronomia no FIG<br />
Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns: Rua Dantas Barreto, 44, bairro de São José (algumas atividades acontecem no Quilombo Castainhos, zona rural de Garanhuns)</p>
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		<title>Gestoras das linguagens destacam conquistas femininas nos segmentos culturais</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 15:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Bruno Souza e Marcus Iglesias Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha #MulheresdaCultura. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67765" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank">Bruno Souza</a> e Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de quatro semanas, depoimentos de mulheres de diversos segmentos/instâncias que evidenciem o protagonismo e a contribuição feminina na cultura.</p>
<p>Para isso, foram ouvidas <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/mulheres-da-cultura-refletem-sobre-o-dia-8-de-marco/" target="_blank"><strong>dez representantes da sociedade civil que integram os três conselhos estaduais criados pela Secretaria de Cultura e Fundarpe</strong></a> (Política Cultural, Preservação do Patrimônio Cultural e Consultivo do Audiovisual); <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/mulheres-gestoras-lideram-equipamentos-culturais-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>dez gestoras da rede de equipamentos culturais gerenciados pelo Estado</strong></a>; e, para encerrar a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>, vamos contar com a participação de nove assessoras e coordenadoras de linguagens da Secult-PE/Fundape para falarem da sua experiência à frente da formulação e implementação de políticas públicas para o segmento cultural no Estado. Confira os depoimentos:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67766 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;É inegável o protagonismo da mulher na formação de uma sociedade mais justa, sensível e humanizada. Está na natureza do ser feminino, e ainda que essa transformação seja tímida, a mulher já ocupa seu espaço de fala e visibilidade. No âmbito da cultura e construção das políticas culturais, o caminho não é diferente, experiências bem sucedidas estão por toda parte. Projetos bem sucedidos, através do Funcultura, são cada vez mais capitaneados por fazedoras de cultura, produtoras que abrilhantam o papel da mulher nesse universo. Recentemente a primeira candidatura à Patrimônio Vivo da Gastronomia é mulher, uma guerreira, D. Menininha do Alfenim de Agrestina. Um belo exemplo é o projeto &#8220;XepaCult&#8221;, que nos presenteia com um virtuoso mapeamento de mulheres mestras cozinheiras, oriundas de comunidades quilombolas e indígenas. A Assessoria de Gastronomia tem primado pela colocação da mulher no âmbito da cultura, através da gastronomia, uma das nossas ações estruturantes é o “Panela de Barro, Cultura no Prato”, que destaca o papel das loiceiras na produção de panelas e outros artefatos de cozinha, dando luz a esse ofício através da figura feminina e seus afetos&#8221;</em>, <strong>Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67767 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Estou na gestão pública da cultura há dez anos, e é notória a evolução e as conquistas da mulher nessa área ao longo desse tempo, seja no âmbito da discussão, como na efetiva participação nas ações da Secretaria e Fundarpe. Essa evolução está presente nas cotas para diretoras e roteiristas mulheres no Edital do Funcultura do Audiovisual, está nas ações formativas com o enfoque na mulher, na paridade na composição das comissões. Ainda há muito o que se conquistar, temos um grande desafio que é a implementação das ações afirmativas para o Edital do Funcultura da Música, mas é muito gratificante fazer parte e contribuir com esse momento de construção e mudança&#8221;</em>, <strong>Andreza Portella, coordenadora de Música da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67768 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;A cultura é um espaço privilegiado da vivência humana. Nossos modos de expressar, de viver, de sentir, de criar e de reinventar compõem a cultura e, neste sentido, os debates sobre gênero são fundamentais. Pernambuco tem buscado, ao longo dos anos, desenvolver políticas públicas objetivando a igualdade de gênero. No campo do patrimônio imaterial, área que atuo há 15 anos, vejo que há avanços nos debates e na participação das mulheres, tanto dentro das manifestações culturais quanto na gestão pública, ainda que haja um longo caminho a se percorrer na efetiva participação das mulheres, pois é fundamental destacar que não é só tratar da presença da mulher (quantitativamente), mas a qualidade desta presença (qualitativamente). Assim, entre avanços e desafios, entre lutas e resistências acredito que o poder do diálogo e de ações efetivas contribui significativamente para o empoderamento feminino na cultura e na sociedade&#8221;</em>, <strong>Jacira Franca, coordenadora de Patrimônio Imaterial da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67769 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Em todos os campos profissionais, sociais e afetivos, ainda há invisibilidades, espaços sufocantes, desvios, buracos e escuridões em relação à participação da mulher na sociedade. Mas se nos deixarmos escutar, fluir e crescer o feminino que há em nós, ressaltará a vida, a força e as infinitas possibilidades poéticas concretas (ou não) de reexistir em qualquer lugar. Acho muito importante, enquanto mulher, estar à frente da Assessoria de Dança da Secult-PE, um espaço para construção de avanços políticos, e por isso de muita importância. Usar do que o hábito da nossa luta diária nos fez adquirir: ver de fato o outro; valorizar na sua totalidade; trazer para perto na sua inteireza, e avançar&#8221;</em>, <strong>Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67770 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Eu sou escritora, cordelista, contadora de histórias, artista e estou coordenadora de literatura. Então, para mim, é uma dupla responsabilidade, pois, como mulher, eu sei das desigualdades e de todo o árduo percusso que a gente enfrenta para nos equiparar aos homens, aos escritores, aos artistas. A literatura ainda é um meio muito masculino. A gente sabe que existe ainda uma lacuna muito grande nos festivais, nos editais e nas premiações literárias. Então, é muito importante pautarmos a questão do gênero quando pensamos na formulação e implementação das políticas públicas, porque a política pública existe justamente para igualar todas essas oportunidades e o acesso das mulheres e dos homens aos editais, aos prêmios, às oficinas e a todos os mecanismos de fomento. É de suma importância que a gente ocupe espaços como esse, que é um espaço de decisão que nos permite pensar e modificar a realidade ao nosso redor&#8221;</em>, <strong>Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67772 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;A oportunidade de trabalhar com a Preservação do Patrimônio Cultural deu o rumo da minha carreira profissional, para a qual me aperfeiçoei, tendo sido admitida pela Fundarpe no início das suas atividades, em 1974. Dessa forma, me incluo na geração de funcionários que iniciou, na competência do Estado, a missão da preservação da sua memória cultural, antes exercida apenas em nível federal. A lei de tombamento em Pernambuco apenas foi disciplinada em 1979, e regulamentada em 1980. Na Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural, junto aos colegas de mesma função e exercendo cargos de gerência e coordenação, estive envolvida em atividades de inventários, diagnósticos, fiscalizações, projetos de restauração e planos de preservação, que também me permitiram conhecer o rico legado histórico e cultural que possuímos. Considero que minha trajetória na participação da política da cultura pernambucana foi auxiliada por uma habilidade de relacionamento desenvolvida, uma constante persistência, e certo grau de resiliência, capacidade de superação de adversidades, que são características atribuídas à natureza feminina&#8221;</em>, <strong>Neide Fernandes de Sousa, gestora de Patrimônio Histórico da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67773 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Acredito que estamos vivendo um momento muito interessante em relação à participação das mulheres em todos os ambientes da cultura. Venho presenciando ao longo desses últimos quatro anos, por exemplo, na minha participação como parecerista dos produtos de TV do Funcultura Audiovisual e também como membro da Comissão Deliberativa do Funcultura, a ampliação do número de mulheres atuando como diretoras, roteiristas, produtoras. E isso é uma grande conquista, um excelente retorno desta nova política cultural. Penso cada vez mais num mundo feminino, criativo e tolerante. Como a cultura é dinâmica nós, mulheres com nossas múltiplas funções, estamos conseguindo, de forma bastante positiva, dar conta do recado&#8221;</em>, <strong>Renata Echeverria Martins, assessora do Núcleo de Comunicação e Memória da Fundarpe.</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67775 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Trabalho na área cultural há mais de 40 anos sem nunca pensar em mudar de atividade. Entrei na Fundarpe em 1976, quando ela ainda estava recém-criada e com muitos projetos em andamento. As inúmeras manifestações culturais do estado foram depois de um tempo sendo abraçadas pela Fundação, e hoje isso aparenta ser seu objetivo maior. Apaixonei-me pelo que faço e nunca senti qualquer discriminação pelo fato de ser mulher. No meio que trabalho, prevalece o respeito, a igualdade de direitos e a vontade de multiplicar-se para que todos desfrutem do nosso bem maior: a cultura do Estado de Pernambuco&#8221;</em>,<strong> Rosa Bomfim, chefe da Unidade de Preservação da Fundarpe</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67792" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Com uma história de muitos anos na área cultural, considero que a experiência e atuação das mulheres têm sido cada vez mais reconhecidas no processo de elaboração, implementação e fortalecimento de políticas culturais democráticas, transparentes e participativas. É gratificante estar na gestão pública, ter vivenciado fases de aprendizados, emoções, instigações, transformações, e ser corresponsável por decisões relevantes que garantiram o desenvolvimento da política cultural de Pernambuco. Avançamos sim, mas temos caminhos a percorrer, ideias e projetos para compartilhar, espaços por conquistar&#8221;</em>, <strong>Teresa Amaral, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE</strong>.</p>
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		<title>Programação de gastronomia do FIG apresenta sabores e patrimônios do estado</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jul 2017 14:35:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[27º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_50819" aria-labelledby="figcaption_attachment_50819" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/7581867550_28d393d01d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-50819" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/7581867550_28d393d01d_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Parque Euclides Dourado recebe uma das ações da programação de gastronomia do FIG 2017: O Painel de alimentos típicos e culinária de regiões pernambucanas, de Leonardo Barbosa</p></div>
<p>Ampliar o olhar do senso comum em relação à gastronomia pernambucana enquanto patrimônio cultural. Esta é a proposta da programação gastronômica do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, que este ano apresenta três atividades que buscam criar essa conexão entre o público. Dentre as ações previstas durante o FIG &#8211; que acontecerão na Praça Souto Filho, Parque Euclides Dourado e Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns &#8211; haverá palestras, degustações e debates sobre a cadeia produtiva e seus atuais desafios.</p>
<p>De acordo com a assessora de Gastronomia da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Ana Cláudia Frazão, todas as ações (tanto a da Secult-PE como as das propostas da convocatória) convergem neste sentido de voltar o olhar para a gastronomia enquanto cultura e patrimônio. “<em>Este ano teremos duas propostas da convocatória e uma iniciativa promovida Secretaria de Cultura do estado. E neste sentido a nossa diversidade é o que vai ser destacado, fugindo do olhar mercadológico e pensando a gastronomia a partir do território e de características peculiares como o solo, cadeia produtiva e insumos, entre outros”.</em></p>
<div id="attachment_50815" aria-labelledby="figcaption_attachment_50815" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/10399128_588491104639379_2098813726677492259_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-50815" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/10399128_588491104639379_2098813726677492259_n-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Questões como a certificação dos queijos produzidos em Pernambuco estarão na pauta da palestra Cozinha Patrimonial – Territórios, promovida pela Secretaria de Cultura do estado</p></div>
<p>Um destas propostas é o <strong>RG Terroir Pernambuco</strong> (Painel de alimentos típicos e a culinária das determinadas regiões do estado de Pernambuco), do realizador Leonardo Barbosa, marcado para ocorrer no Parque Euclides Dourado, de 21 a 29 de julho, das 15 às 17h. De acordo com Leonardo, a expressão ‘RG terroir’ é um termo francês que engloba uma região específica e leva em consideração o clima, o solo e as condições naturais, de forma a propiciar a produção de alguns produtos. <em>“Este projeto dá um recorte de algumas regiões e produtos do estado, e vamos criar um painel que será apresentado através de degustações, palestras e debates. A ideia é valorizar e fortalecer os produtores e produtos locais”,</em> revela.</p>
<p>Outra atividade prevista é análise sensorial <strong>Já tomou jatobá?</strong>, de Danielle Jansen , que vai promover uma degustação e palestras sobre a produção da bebida feita com esta matéria-prima. A atividade será realizada de 22 a 24 de julho, das 16h às 18h, na Praça Souto Filho.</p>
<div id="attachment_50818" aria-labelledby="figcaption_attachment_50818" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/alfenim.jpg"><img class="size-medium wp-image-50818" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/alfenim-607x318.jpg" width="607" height="318" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das atividades que vão acontecer após a palestra &#8216;Cozinha Patrimonial – Territórios&#8217; será a degustação de alguns patrimônios, como o alfenim de Agrestina, município que hoje detém a maior produção estadual deste produto</p></div>
<p>Segundo Ana Cláudia Frazão, a palestra <strong>Cozinha Patrimonial – Territórios</strong>, promovida pela Secretaria de Cultura do estado, trata exatamente sobre o conceito de gastronomia patrimonial em Pernambuco. “<em>Nós vamos trazer um arrolamento baseado na bacia leiteira do estado, e tratar de discussões próprias da região, como, por exemplo, a questão da certificação dos nossos queijos. Teremos também a degustação de alguns patrimônios, como o alfenim de Agrestina, município que hoje detém a maior produção estadual deste produto, feito de forma totalmente artesanal”.</em> O encontro está marcado para acontecer no dia 22 de julho, a partir das 14h, no Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns, e é aberto ao público.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DE GASTRONOMIA DURANTE O 27º FIG:</strong></span></p>
<p><strong>Já tomou jatobá?</strong><br />
Danielle Jansen<br />
Análise sensorial da bebida tônica e não alcoólica<br />
De 22 a 24/07 | 16h às 18h | Praça Souto Filho</p>
<p>RG Terroir Pernambuco<br />
Leonardo Barbosa<br />
Painel de alimentos típicos e culinária de regiões pernambucanas<br />
Dias 21, 22, 23, 27, 28 e 29/07 | 15h às 18h | Parque Euclides Dourado</p>
<p><strong>Palestra ‘Cozinha Patrimonial – Territórios’ + Ação ‘Degustando a Cultura Local’</strong><br />
Benoit Paquereau, Raul Lody, Josenildo Santos, com a participação de Beth da Mata<br />
Diálogos sobre a geografia de território gastronômico, com ênfase nos produtos originários do Agreste Meridional. Após a conversa, degustação de receitas com café, queijo, doces e outros.<br />
Dia 22/07 | 14h às 16h30 | Instituto Histórico e Geográfico de Garanhuns</p>
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