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	<title>Portal Cultura PE &#187; arte popular</title>
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		<title>Atelier Itinerante Severino Borges aporta na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Oct 2024 16:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113718" aria-labelledby="figcaption_attachment_113718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Severino-Borges.jpg"><img class="size-medium wp-image-113718" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/10/Severino-Borges-607x317.jpg" width="607" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Xilogravura em Movimento com Severino Borges</p></div>
<p>O artista Severino Borges, sobrinho do renomado mestre J. Borges, Patrimônio Vivo de Pernambuco, está promovendo a série de oficinas de xilogravura para o público em geral interessado em aprender essa arte, intitulada Xilogravura em Movimento. As atividades acontecem na Casa da Cultura Luiz Gonzaga, no bairro de Santo Antônio, no Recife, nesta sexta-feira (4) e nos dias 8 de novembro e 6 de dezembro, das 14h às 17h.</p>
<p>O principal objetivo do projeto é difundir a xilogravura e a cultura nordestina, além de despertar o interesse da atual geração, tão ligada à tecnologia, por essa arte tão encantadora. A ação é voltada para todos os públicos, principalmente para aquele que se interessa por artes e técnicas manuais e pela cultura brasileira, especialmente a nordestina.</p>
<p>O encanto desse bate-papo e da oficina está no fato de cada participante, ao longo do projeto, ser capaz de produzir sua própria matriz de xilogravura e, com um pouco mais de dedicação e interesse, especializar-se por meio da prática.</p>
<p>As atividade preveem elaboração do desenho no papel, apresentação dos materiais (facas, goivas, formões e goijivios), entalho da madeira, preparação para impressão e cópia no papel.</p>
<p>As inscrições são realizadas no site <a title="ATELIER ITINERANTE PROJETO XILOGRAVURA EM MOVIMENTO" href="https://www.sympla.com.br/evento/atelier-itinerante-projeto-xilogravura-em-movimento/2647553?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAab2SMfz9Te_b-TsawUQoZjHgSc1ruUjik75lnknapUffbb3zAgwqqt9CrE_aem_gh7KtqdCdZNgXHq32fKrkg&amp;referrer=l.instagram.com" target="_blank">Sympla</a>. Maiores informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (81) 98101-6787 (Severino Borges), pelo telefone (81) 3184-3152 (Casa da Cultura) e pelo Instagram <a title="@xilogravuraseverinoborges" href="https://www.instagram.com/xilogravuraseverinoborges/" target="_blank">@xilogravuraseverinoborges</a> e <a title="atelierseverinoborges" href="https://www.instagram.com/atelierseverinoborges/" target="_blank">@atelierseverinoborges</a>.</p>
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		<title>Acervo do Museu de Arte Popular do Recife é reapresentado após trabalho de preservação</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A apresentação final do projeto cultural de higienização mecânica e acondicionamento de 500 obras de arte do acervo do Museu de Arte Popular do Recife, acontence nesta terça-feira (12), às 19h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas – Departamento de Antropologia e Museologia da (Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto teve como objetivo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A apresentação final do projeto cultural de higienização mecânica e acondicionamento de 500 obras de arte do acervo do Museu de Arte Popular do Recife, acontence nesta terça-feira (12), às 19h, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas – Departamento de Antropologia e Museologia da (Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto teve como objetivo a conservação preventiva e a conferência da documentação museológica de seu acervo a fim de promover a preservação da memória e disseminar a arte, sua estilística e a cultura popular nordestina.<br />
Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado, o projeto tem idealização do produtor cultural e jornalista Ewerson Luiz e coordenação do professor doutor em museologia e patrimônio Bruno Araújo. A execução do trabalho durou um ano e contou com uma equipe técnica especializada, formada por museólogos e técnicos em restauração e bens móveis.<br />
O acervo que recebeu o tratamento é composto por esculturas em barro e madeira, em predominância, e algumas peças em tecido representando no cenário museológico uma instituição com um acervo não residual, mas representativo autoral e geograficamente da Região Nordeste.<br />
O Museu de Arte Popular do Recife foi criado em junho de 1986, por ocasião do Decreto Municipal nº 13.652, desmembrado da então Galeria Metropolitana do Recife (atual Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães &#8211; Mamam). Seu acervo começou a ser constituído a partir de 1979, com a aquisição de obras de arte da Galeria Nega Fulô, da pesquisadora Sílvia Coimbra, sendo ampliado, em 1983, com um conjunto de obras do Mestre Vitalino por doação do Bandepe Clube.<br />
O Museu de Arte Popular do Recife está localizado no bairro de São José, no encontro da Rua Felipe Camarão com o Pátio de São Pedro e ocupa as casas de número 45 e 49.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Coordenação: Bruno Araújo<br />
Supervisão: Deborah Evelyn<br />
Técnico em restauração e bens móveis: Jonathan Gama<br />
Apoio técnico: Marcilio Lisboa<br />
Produção geral: Ewerson Luiz</p>
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		<title>Assista ao vídeo sobre o Museu do Barro de Caruaru</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2015 19:29:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A TV Cultura PE apresenta o quarto vídeo da série sobre os museus de Pernambuco. Nesta edição, apresentamos o Museu do Barro de Caruaru (MUBAC). Os vídeos foram produzidos especialmente para celebrar a Semana Nacional dos Museus 2015. Acesse a programação preparada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe AQUI . Visite os museus [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A TV Cultura PE apresenta o quarto vídeo da série sobre os museus de Pernambuco. Nesta edição, apresentamos o Museu do Barro de Caruaru (MUBAC). Os vídeos foram produzidos especialmente para celebrar a Semana Nacional dos Museus 2015. Acesse a programação preparada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/museus-geridos-pela-fundarpe-participam-da-13a-semana-nacional-dos-museus/" target="_blank">AQUI </a></strong>. Visite os museus e publique suas fotos com as hashtags ‪#‎EuNoMuseu‬ ‪#‎MuseusPE‬ .</p>
<p>O Museu do Barro está localizado no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga / Praça Cel. José de Vasconcelos,em Caruaru, no agreste pernambucano. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos, com obras de Mestre Vitalino, Zé Caboclo, Ernestina, Zé Rodrigues, Manuel Eudócio, Ana das Carrancas, Zezinho de Tracunhaém, Nuca. Saiba mais sobre o Museu do Barro <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-barro-de-caruaru-mubac/" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
<strong>Horários de visitação:</strong> terça a sábado (das 8h às 17h); domingos (das 9h às 13h)<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia)<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3727. 7839</p>
<p><strong>Assista também aos vídeos:<br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/conheca-o-museu-regional-de-olinda-mureo/" target="_blank"> Museu Regional de Olinda</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/conheca-o-museu-de-arte-sacra-de-pernambuco-maspe/" target="_blank">Museu de Arte Sacra de Pernambuco</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/conheca-o-museu-de-arte-contemporanea-de-pernambuco/" target="_blank">Museu de Arte Contemporânea de Olinda</a></strong></p>
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		<title>Vídeo Território das Mãos &#8211; Maria Amélia</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 14:33:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo com depoimentos da artista popular Maria Amélia, que tem o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, e do seu filho Ricardo. O vídeo foi produzido pelo projeto Território das Mãos,  que teve concepção e coordenação geral de Lúcia Padilha Cardoso e contou com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. Acesse o canal do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assista ao vídeo com depoimentos da artista popular Maria Amélia, que tem o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, e do seu filho Ricardo. O vídeo foi produzido pelo projeto <strong><a href="https://territoriodasmaos.wordpress.com/" target="_blank">Território das Mãos</a></strong>,  que teve concepção e coordenação geral de<strong> </strong>Lúcia Padilha Cardoso e contou com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. Acesse o canal do projeto no <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCw3L8WPtR6tVPy3NHiy2Ceg" target="_blank">YouTube</a></strong>.</p>
<p><em><strong>Saiba mais sobre o artesanato de Tracunhaém:</strong></em><br />
Em Tracunhaém, além da tradição de antigos mestres da escultura em barro, a imensa quantidade de artistas e a diversidade de temas transformam a cidade em um dos maiores polos de arte popular do Estado. Lá é possível encontrar artistas que receberam o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco” como Maria Amélia e Mestre Zezinho. Muitas famílias dão continuidade aos trabalhos dos mestres antepassados, como Luiz Gonzaga, filho de Severina Batista, e Tamanquinho, genro de Antônia Leão. Outros artistas se destacam com suas obras de temas diferenciados, como Betinho, Joaquim e Noêmia.</p>
<p><em id="__mceDel"> <strong>Fonte: <a href="https://territoriodasmaos.wordpress.com/about/" target="_blank">Território das Mãos</a></strong></em></p>
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		<title>Julião mantém tradição das máscaras em Olinda</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Feb 2015 17:01:46 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/juliao-das-mascaras-1024x768.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21187" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/juliao-das-mascaras-1024x768-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O nome dele é João Dias Vilela Filho, mas pode chamar de Julião das Máscaras ou João de Julião, que ele atende. O nome Julião é do avô, de quem herdou o ofício de criar máscaras para os foliões. No bairro Guadalupe, em Olinda, Julião continua a tradição que começou aprender aos 12 anos com o pai. “Eu não lembro do meu avô, eu era muito pequeno. Eu aprendi com meu pai. Eu levava muito cascudo, muito &#8216;carão&#8217; do meu pai para aprender, mas eu agradeço por ter aprendido uma arte. As pessoas dizem que eu faço melhor que ele, mas eu digo que não, eu sou filho do mestre.” A tradição iniciada com seu avô continua sendo transmitida de pai para o filho. Atualmente, com 54 anos, João de Julião já conta com a ajuda dos filhos Joana Vitória, de 10 anos, e Mateus Filho, de 17 anos.</p>
<p>Quando criança, o artista popular morou nas comunidades de Sapucaia e Ilha do Maruim, antes de chegar ao Guadalupe, e relembra do pai como exemplo de trabalhador e brincante. “Meu pai era um guerreiro, ele vendia cachorro quente, consertava móveis, além de fazer as máscaras. Ele foi pastora de pastoril, ele era muito divertido, fazia passo, se vestia de mulher”, relembra com orgulho e emenda “a mesma coisa sou eu. Eu trabalho na Prefeitura, aparece um trabalho para consertar uma encanação, eu vou e faço, aparece trabalho para envernizar uma cadeira, eu corro atrás do meu objetivo”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao-1024x683-1024x683.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21184" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao-1024x683-1024x683-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Há dois meses, Julião está com um ponto alugado, já que a casa da sua família onde morava e comercializava as peças foi vendida. Para não perder a clientela, alugou um local ao lado da antiga casa, na avenida Joaquim Nabuco. Lá, o movimento é intenso. Tanto de vizinhos como gente que vem de longe para comprar suas máscaras. Enquanto a reportagem do Cultura PE estava lá, o artista e bonequeiro Fernando Augusto, conhecido por ter feito muitas decorações do Carnaval de Olinda, estava comprando duas cabeças de boi. Julião diz “todo ano ele compra máscaras, já deve ter mais de 200 peças minhas, ele faz coleção”. Em outro momento, chega um folião querendo encomendar uma máscara da presidenta Dilma. Mas Julião não aceita a proposta, porque não tem tempo hábil para a criação. Na verdade, as peças do artista popular são mais voltadas para figuras mais lúdicas, principalmente de animais. Ele conta que recebeu uma encomenda de uma cabeça de bode e prontamente atendeu o pedido.</p>
<p>A máscara mais famosa da família Julião é a de Urso, mas a variedade de modelos é grande. Ele faz três tipos de cabeça de Urso, um deles é igual a que o pai fazia. A pedido de um casal, ele criou uma Ursa com laço na cabeça. Ainda tem abutre, elefante, rato, galo, boi, onça, linguarudo, palhaço. Além dos modelos para se fantasiar, tem também opções para a decoração de paredes, como os caboclos de lança e Homem da Meia-Noite, procurados por arquitetos e proprietários de hotéis, bares e restaurantes. As máscaras e “cabeções”, como Julião chama, são confeccionadas com papel <em>marché</em> e goma de araruta, pintadas com tinta óleo. As peças custam de R$ 15 a R$ 70, a depender do modelo e tamanho. O “Bazar Artístico Julião das Máscaras” funciona durante todo o Carnaval para atender aos foliões que procuram se fantasiar de última hora.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao2-1024x683.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21185" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao2-1024x683-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Julião tem convicção da importância do seu trabalho para o clima carnavalesco. “O objetivo do Carnaval é a pessoa se esconder atrás da máscara. Tem gente que é tímido, mas com a máscara a pessoa pode se soltar. Tem gente que engana até a mulher como um amigo meu que ia brincar com a máscara e dizia a mulher que tava trabalhando. No outro dia ele chega em casa suado, dizendo que deu um duro danado, mas na verdade tá de ressaca”, conta com entusiasmo.</p>
<p>Para aumentar a renda, o artesão também vende outros artigos para o Carnaval como tiaras, feitas por sua filha, máscaras industrializadas de super-heróis, roupas de <em>pierrot</em>, pistolas d´água, confete. Apesar disso, Julião gosta de defender a tradição das máscaras artesanais. &#8220;É um prazer fazer as máscaras e ver o olindense feliz. Carnaval sem máscaras e sem bonecos, não é Carnaval. O brilho do Carnaval são as máscaras e os bonecos. Eu sempre falo da diferença do industrial e do artesanal. Teve colega meu que me disse: porque tu não faz máscara de fibras? Eu digo que a maioria dos meus fregueses são filhos da cultura, ele não quer algo industrial, gosta de máscara feita a mão, não quer máscara de fibra que é feita na máquina e sai mil iguais&#8221;, explica.</p>
<p>Julião é um defensor das brincadeiras nas ruas no sítio histórico de Olinda. “O Carnaval é uma festa sadia, você pode brincar, pode se vestir do que for. Em Olinda, a gente não gasta dinheiro, não paga camarote. Temos que dar valor ao nosso Carnaval&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Bazar Artístico Julião das Máscaras &#8211; Avenida Joaquim Nabuco, Guadalupe, Olinda.<br />
Contatos: 81 3439-5439  8636-2268</p>
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