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	<title>Portal Cultura PE &#187; barro</title>
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		<title>Exposição “Bois de Vitalino” encerra ciclo com solenidade de entrega de esculturas em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Sep 2025 21:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120128" aria-labelledby="figcaption_attachment_120128" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA0135.jpg"><img class="size-medium wp-image-120128" alt="Solenidade de entrega dos bois da exposição &quot;Bois de Vitalino&quot;. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250906-WA0135-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Solenidade de entrega dos bois da exposição &#8220;Bois de Vitalino&#8221;. Imagem: Simon Filmes (Secult-PE/Fundarpe).</p></div>
<p>Na tarde deste sábado (6), a Estação Ferroviária de Caruaru recebeu a solenidade de entrega das esculturas que integraram a exposição “Bois de Vitalino”, realizada com incentivo do Funcultura. O projeto homenageou o legado do Mestre Vitalino por meio de dez esculturas inspiradas em seu famoso boi, confeccionadas pelo neto do artista, Emanuel Vitalino, e customizadas por dez artistas visuais do Agreste.</p>
<p>Como contrapartida sociocultural, as obras foram doadas a instituições culturais do estado. Quatro esculturas foram oficialmente entregues: duas à Fundarpe, uma ao Museu do Barro — equipamento gerido pela Fundação — e uma à Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>Cada uma das peças ganhou vida com a assinatura de um artista, que elaborou um conceito próprio para sua intervenção, transformando os bois em obras singulares que dialogam com identidade, memória e contemporaneidade.</p>
<p>Em Caruaru, cidade que respira o barro em seu artesanato e é referência nacional nesse fazer, a entrega das esculturas reforçou a ligação entre tradição e inovação. O barro, elemento que deu forma à arte de Mestre Vitalino e molda o imaginário popular da região, se reafirma como símbolo de resistência e criatividade.</p>
<p>O idealizador do projeto, Evandro Lunardo, destacou a importância do incentivo público para a realização da mostra:</p>
<p>&#8220;Foi o Funcultura que tornou possível esse projeto. Conseguimos reunir artistas do Agreste, valorizar nossa identidade e, ao mesmo tempo, prestar uma homenagem ao Mestre Vitalino, que é um ícone da cultura popular do Brasil. Essa entrega tem um simbolismo enorme: não é só arte, é memória e continuidade”, afirmou.</p>
<p>A Secretária Executiva de Cultura, Yasmim Neves, reforçou a relevância da presença do Governo do Estado em ações como esta, destacando tanto a preservação do patrimônio cultural quanto a importância de acompanhar de perto os resultados das políticas públicas:</p>
<p>“A gestão precisa estar presente, fisicamente, nesses momentos. O Funcultura tem esse papel essencial de fomentar a cultura em todas as suas formas, e estar aqui em Caruaru, junto dos artistas e da comunidade, é reafirmar nosso compromisso com a cultura pernambucana”, pontuou.</p>
<p>A solenidade marcou o encerramento de um ciclo iniciado ainda em maio, quando a exposição foi oficialmente aberta, mas também reforçou a continuidade do legado vitaliniano e o fortalecimento da cena artística do Agreste.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.<!--/data/user/0/com.samsung.android.app.notes/files/clipdata/clipdata_bodytext_250907_014843_106.sdocx--></p>
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		<title>País das Conexões Visuais oferece oficina voltada para o artesanato em barro neste domingo (1º)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 19:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens: Silla Cadengue Texto: Isabella Ferreira O País das Conexões Visuais deste domingo (1º), último dia do Festival Pernambuco Meu País, realizou uma vivência para as famílias a partir da arte em barro. Participante da Fenearte 2024, a ceramista Micaella Alcântara enfatiza a similaridade entre as conexões familiares e o trabalho com o barro: cada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113055" aria-labelledby="figcaption_attachment_113055" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/País-das-conexões-Visuais-01-09.jpg"><img class="size-medium wp-image-113055" alt="Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque -Imagem: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/País-das-conexões-Visuais-01-09-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque -Imagem: Silla Cadengue</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Silla Cadengue<br />
Texto: Isabella Ferreira<br />
O País das Conexões Visuais deste domingo (1º), último dia do Festival Pernambuco Meu País, realizou uma vivência para as famílias a partir da arte em barro. Participante da Fenearte 2024, a ceramista Micaella Alcântara enfatiza a similaridade entre as conexões familiares e o trabalho com o barro: cada momento é importante para a peça final, principalmente aqueles que reforçam os laços.</p>
<p dir="ltr">Com esse objetivo em mente, a oficina, que leva o nome do seu projeto, “Os 4 Elementos”, teve como propósito fortalecer os laços familiares entre pais e filhos presentes na Praça Major França. Totalmente gratuita, a oficina proporcionou aulas sobre como criar uma máscara de barro, promovendo um momento de proximidade voltado para o estreitamento dos laços familiares.</p>
<div id="attachment_113061" aria-labelledby="figcaption_attachment_113061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Ceramista-Micaella-Alcântara-na-oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-Silla-Cadengue.jpg"><img class="size-medium wp-image-113061" alt="Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagem: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Ceramista-Micaella-Alcântara-na-oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-Silla-Cadengue-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ceramista Micaella Alcântara na oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagem: Silla Cadengue</p></div>
<p dir="ltr">“Esse momento foi pensado e planejado para eles. O momento de pegar na argila, de vivenciar experiências com as crianças e os pais, mexendo no barro e se expressando”, afirmou Micaella, facilitadora da oficina e criadora do projeto “Os 4 Elementos”.</p>
<div id="attachment_113059" aria-labelledby="figcaption_attachment_113059" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-em-Buíque-Imagem-Silla-Cadengue.jpg"><img class="size-medium wp-image-113059" alt="Oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagem: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/oficina-Os-4-Elementos-no-Festival-Pernambuco-Meu-País-em-Buíque-Imagem-Silla-Cadengue-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina Os 4 Elementos, no Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagem: Silla Cadengue</p></div>
<p dir="ltr">Dividida em dois momentos, o primeiro às 9h30 e o segundo às 11h, as oficinas se juntaram à performance, também intitulada com o nome do projeto, realizada pela ceramista na noite de sábado (31), no mesmo palco em que ocorreu o Workshop.</p>
<p dir="ltr">A performance trouxe elementos utilizados na construção da arte com o barro e buscou demonstrar o mesmo objetivo da oficina na manhã deste domingo: a união de cada elemento é extremamente importante para a peça final, seja no barro ou nas construções e manutenções das relações sociais.</p>
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		<title>Munguzá Sonoro divulga programação completa</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 18:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O festival de música Munguzá Sonoro acaba de divulgar a programação de sua 12ª edição. O evento acontece neste sábado (18), a partir das 17h, na Via Verde Iaiá Medeiros Gastão, no município de Triunfo, no Pajeú pernambucano, com apresentações musicais de bandas que compõem a cena musical do Sertão do Estado, reunindo entusiastas e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106437" aria-labelledby="figcaption_attachment_106437" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/COCO-DE-RODA-TRADIÇÃO-QUILOMBOLA.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106437" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/COCO-DE-RODA-TRADIÇÃO-QUILOMBOLA-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Coco de Roda Tradição Quilombola de Águas Claras</p></div>
<p>O festival de música Munguzá Sonoro acaba de divulgar a programação de sua 12ª edição. O evento acontece neste sábado (18), a partir das 17h, na Via Verde Iaiá Medeiros Gastão, no município de Triunfo, no Pajeú pernambucano, com apresentações musicais de bandas que compõem a cena musical do Sertão do Estado, reunindo entusiastas e artistas da região para celebrar suas produções. É realizado pela Fundação Cultural Ambrosino Martins e conta com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura). O acesso é gratuito.<br />
O Munguzá Sonoro apresenta oito atrações ao todo, quatro delas selecionadas por meio de edital: Coco Negras e Negros do Leitão, Jay Ferrí e Banda, Othierri, Zé do Brejo, Coco de Roda Tradição Quilombola de Águas Claras, Barro, Ivison Trio e DJ Txalira. O objetivo é difundir a nova música popular brasileira estimulando a afirmação das musicalidades e identidades culturais locais e incentivando a cadeia produtiva musical no Sertão do Pajeú em Pernambuco.<br />
Os artistas selecionados são das regiões de desenvolvimento denominadas Sertões do Estado de Pernambuco, com produção de músicas de conteúdo autoral e original cuja temática não está associada a nenhum tipo de discriminação e sem incitação a nenhum tipo de violência. Duas atrações convidadas da cidade de Triunfo completam a programação musical.<br />
O Mugunzá Sonoro começou como uma mostra de música que fazia parte da programação do Festival Careta AMP. Com o passar do tempo ganhou visibilidade e se transformou em um festival independente. É o mais antigo festival ininterrupto do gênero em atividade do interior de Pernambuco. Seu nome foi inspirado no mungunzá salgado, comida típica da região feita em caldeirões contendo feijão, milho, diversas carnes e temperos. O Munguzá Sonoro mistura toda essa diversidade cultural em um verdadeiro caldeirão musical concedendo voz e espaço de atuação à cena musical do Sertão do Pajeú.<br />
Importante festival do interior pernambucano, o Munguzá Sonoro ajuda a suprir a demanda de circulação de projetos autorais, valorizando a cultura popular sem negligenciar as novas tendências musicais e promovendo o intercâmbio entre coletivos, produtores e bandas. Ainda enriquece o calendário de programações da região onde os festivais de música são escassos. O evento afirma a vocação do município de Triunfo na diversidade cultural bem como das cidades circunvizinhas. Preocupa-se em ocupar os espaços públicos proporcionando cultura e lazer ao público da cidade e região.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Contatos:</strong></span></p>
<p><strong>E-mail:</strong> munguzasonoro@gmail.com<br />
<strong>Redes sociais:</strong> @munguzasonoro<br />
<strong>Site:</strong> www.munguzasonoro.com.br<br />
<strong>YouTube:</strong> www.youtube.com/munguzasonoro</p>
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		<title>Casa AMP Criativa recebe Barro e Guilherme Assis para uma conversa sobre música</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 14:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106021" aria-labelledby="figcaption_attachment_106021" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hannah Carvalho/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Barro-e-Guilherme-Assis_Hannah-Carvalho_Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-106021" alt="Hannah Carvalho/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/10/Barro-e-Guilherme-Assis_Hannah-Carvalho_Divulgação-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Os músicos Barro e Guilherme Assis</p></div>
<p>Nesta sexta-feira (27), a <a href="https://www.instagram.com/oficial_amp" target="_blank"><strong>Casa AMP Criativa</strong></a> recebe o projeto Bate papo com os Músicos com as presenças do cantor, compositor e produtor musical <a href="https://www.instagram.com/barro/" target="_blank"><strong>Barro</strong></a> e do também músico e produtor musical <a href="https://www.instagram.com/guilhermesassis/" target="_blank"><strong>Guilherme Assis</strong></a>. A iniciativa é aberta ao público e conta com apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Na abertura da casa e no intervalo, haverá apresentação do <a href="https://www.instagram.com/fabiomuzambo" target="_blank"><strong>DJ Muzambo</strong></a>.</p>
<p>O projeto consiste em um bate papo sobre composição, arranjos e como os músicos tocam suas carreiras no dia a dia, além de uma apresentação musical de Barro ao final do bate papo. Na ocasião, o músico e Guilherme Assis vão abrir um pouco do processo criativo, apresentar as batidas, os synths e os sons ao público, num show em um formato mais reduzido e aconchegante.</p>
<p>Barro e Guilherme Assis são sócios do Selo ZELO, que vem realizando trabalhos importantes com diversos artistas pelo Brasil e que recentemente esteve ao lado da artista baiana de Rachel Reis, indicado ao Grammy Latino com o álbum “Meu Esquema”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Bate papo com os Músicos: Barro e Guilherme Assis<br />
DJ Muzambo na abertura da casa e no intervalo<br />
Sexta-feira (28), a partir das 18h<br />
CASA AMP CRIATIVA (Rua do Prícipe, 225 – Boa vista, Recife)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, cidade de Tracunhaém conclui oficina de novos oleiros</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Nov 2020 16:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tracunhaém, localizada na Mata Norte de Pernambuco, é conhecida como a cidade do artesanato em barro na região, passando de geração em geração a transmissão do saber na confecção de alguidares, pratos, potes e panelas até chegar no trabalho contemporâneo, imagens sacras e peças decorativas. Dentro dessa perspectiva, o município concluiu, neste sábado (21), a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_80071" aria-labelledby="figcaption_attachment_80071" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Gilson Xavier/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Registro-Projeto-Formação-Novos-Oleiros-8.jpg"><img class="size-medium wp-image-80071" alt="Gilson Xavier/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/Registro-Projeto-Formação-Novos-Oleiros-8-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa visa renovar a tradição da confecção de peças de barro na cidade</p></div>
<p>Tracunhaém, localizada na Mata Norte de Pernambuco, é conhecida como a cidade do artesanato em barro na região, passando de geração em geração a transmissão do saber na confecção de alguidares, pratos, potes e panelas até chegar no trabalho contemporâneo, imagens sacras e peças decorativas. Dentro dessa perspectiva, o município concluiu, neste sábado (21), a oficina de transformação do barro e formação de novos oleiros que, com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>, possibilitou a formação de diversos jovens e adultos interessados na arte do barro.</p>
<p>Coordenada pelo produtor cultural Gilson Xavier Silva, aconteceu no Ateliê do Mestre Zuza Batista, durante 12 sábados entre os meses de setembro e novembro, obedecendo às normas sanitárias: uso de máscaras, distanciamento e álcool em gel. <em>&#8220;Aproveitando o espaço do ateliê para aprendizagem com a preocupação em criar mecanismos que venham a incentivar aos alunos a querer aprender, fazer, manusear o barro e criar suas próprias peças utilitárias, religiosos e decorativos, o curso visou formar pessoas interessadas nas técnicas de transformação do barro para a qualificação de novos oleiros no município de Tracunhaém e na confecção de peças utilitárias e decorativas. A oficina teve caráter técnico e de demonstração, ministrada pelo pelo Mestre Artesão: José Edvaldo Batista (Mestre Zuza), pelo Oleiro Valdick Graciano de Lima (artesão), pela professora Iranilda Maria Ribeiro (coordenadora pedagógica) e Ronaldo José dos Santos (Assistente), ambos tracunhaenses&#8221;</em>, conta o idealizador da iniciativa.</p>
<p>A finalização do projeto, além da certificação dos participantes, contou com exposição de peças produzidas pelos alunos no Centro de Comercialização e Produção Artesanal de Tracunhaém (Colégio de Artes). <em>&#8220;Atualmente em Tracunhaém, há poucos profissionais em atividade, muitos já falecidos e a transmissão dos saberes é de fundamental importância para a manutenção da cultura característica da cidade&#8221;</em>, diz Gilson Xavier sobre a importância do projeto.</p>
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		<title>“Panela de Barro, Cultura no Prato” chega ao Museu do Trem nesta terça-feira (3/12)</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Dec 2019 15:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artesanato e a gastronomia ocuparão o mesmo espaço entre 3 e 6 de dezembro, no Museu do Trem, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. Nesse período, a exposição “Panela de Barro, Cultura no Prato” vai apresentar centenas de peças produzidas por mestras loiceiras pernambucanas, todas postas à venda com preços entre R$ 5 e R$ [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73587" aria-labelledby="figcaption_attachment_73587" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux / Seculte PE – Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/49159031153_c9ee4fb651_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-73587" alt="PH Reinaux / Seculte PE – Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/49159031153_c9ee4fb651_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Todas as peças expostas estão à venda, com preços que variam entre R$ 5 e R$ 200.</p></div>
<p>O artesanato e a gastronomia ocuparão o mesmo espaço entre 3 e 6 de dezembro, no Museu do Trem, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. Nesse período, a exposição “Panela de Barro, Cultura no Prato” vai apresentar centenas de peças produzidas por mestras loiceiras pernambucanas, todas postas à venda com preços entre R$ 5 e R$ 250. Dona Deta, a mais antiga loiceira de Caruaru, participa da mostra. Além disso, mestras cozinheiras quilombolas vão preparar pratos nos utensílios produzidos pelas artesãs, com degustação na abertura da mostra, nesta terça-feira, às 9h. A entrada é gratuita.</p>
<p>A vivência gastronômica marcada para a abertura da exposição terá o tema “Sabores do Quilombo”. Será conduzida pelas mestras cozinheiras Elaine Lima e Cícera Maria, que apresentarão ao público receitas que tradicionais do Quilombo Barro Branco, localizado no município de Belo Jardim, no Agreste pernambucano. No mesmo dia, haverá vivência com argila, com o tema “O Barro Modelando Vidas”. Conduzem a atividade as mestras loiceiras Cida Lima, Neguinha, Joselina, Luíza dos Tatus e Adelma Silma. As artesãs de Belo Jardim e Salgueiro (Sertão). A programação de abertura acaba com a roda de conversa “Fogões de Barro”, com a mestra Adelma Silva.</p>
<p>Esta é a segunda edição do “Panela de Barro, Cultura no Prato”. A primeira exposição ocorreu no Festival de Inverno de Graanhuns, no ano passado. Na ocasião, foi possível realizar o mapeamento das loiceiras, artesãs que produzem panelas e artefatos de cozinha com barro. “Essa intervenção trabalha o cntato de duas linguagens: artesanato, com quem produz as peças, e gastronomia, com quem produz os sabores”, afirmou Ana Claudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE e organiza a exposição ao lado de Breno Nascimento, assessor de Artesanato. Flávia Lira, do Departamento de Design da UFPE, participa da curadoria das peças. “A exposição ajuda a expressar o conhecimento que é produzido e transmitido através do barro”, afirma Breno.</p>
<p>As peças estarão à venda desde o primeiro dia, com valores para todos os bolsos. Desde pequenas panelas que mais parecem brinquedos, por R$ 5, até fornos de barro por R$ 200. Quem adquirir uma das peças só poderá retirar o objeto após o encerramento da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
“Panela de Barro, Cultura no Prato”<br />
Estação Central Capiba – Museu do Trem<br />
Endereço: Rua Floriano Peixoto s/n, São José – Recife<br />
Visitação: Terça a sexta-feira, das 9h às 17h | Sábado, das 10h às 17h | Domingo, das 10h às 14h (fechamento dos portões meia-hora antes do encerramento)<br />
Telefone: (81) 3184.3197 // 3184-3198<br />
Entrada Gratuita</p>
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		<title>Cena da música independente tem encontro de peso no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FIG 2017]]></category>
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		<description><![CDATA[ Por Marcus Iglesias A primeira noite do Palco Pop do FIG 2017, nesta terça (25), levou uma multidão para conferir de perto alguns dos mais importantes nomes da atual cena musical independente. Além da Banda Gold Hits, que abriu a programação, as atrações Barro, Zé da Flauta e Curumim puderam apresentar no palco do festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51573" aria-labelledby="figcaption_attachment_51573" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35784807100_738a182fb9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51573" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35784807100_738a182fb9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Curumin aproveitou o show no FIG 2017 para apresentar seu novo disco &#8216;Boca&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;"> Por Marcus Iglesias</p>
<p style="text-align: left;">A primeira noite do Palco Pop do FIG 2017, nesta terça (25), levou uma multidão para conferir de perto alguns dos mais importantes nomes da atual cena musical independente. Além da Banda Gold Hits, que abriu a programação, as atrações Barro, Zé da Flauta e Curumim puderam apresentar no palco do festival seus mais recentes trabalhos, além de contar com o calor humano da plateia, que não fez feio e participou ativamente dos shows.</p>
<div id="attachment_51575" aria-labelledby="figcaption_attachment_51575" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043508771_c8ba4c4897_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51575" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043508771_c8ba4c4897_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vários fãs cantaram junto a Barro as músicas do disco &#8216;Miocárdio&#8217;, lançado em 2016</p></div>
<p style="text-align: left;">Barro, pela primeira vez no Agreste e no Festival de Inverno de Garanhuns, se surpreendeu com a reação do público quando subiu ao palco. Com Arranjos que flertam com o pop sessentista e com a música eletrônica, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=iWphC6I3KxU" target="_blank"><strong><i>Miocárdio</i></strong></a> (2016, Independente) se tornou rapidamente um fenômeno na música pernambucana. ”<em>Foi bem surpreendente ver as pessoas cantando e vibrando. Deu pra dar uma esquentada boa com o calor humano. Foi bem emocionante pra mim, vou guardar essa sensação pra sempre”, comenta Barro, que tocou durante o show as nove músicas do seu disco. “Conseguir fazer parte do FIG é uma realização de um sonho. Toquei aqui nele há 14 anos, também no Palco Pop. O FIG tem uma magia, uma energia muito especial”. </em></p>
<div id="attachment_51574" aria-labelledby="figcaption_attachment_51574" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043389851_6f90ec90eb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51574" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043389851_6f90ec90eb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zé da Flauta apresentou o projeto Psicoativo pela primeira nos palcos do FIG</p></div>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=67d8-EltEU8" target="_blank"><strong>Psicoativo</strong></a> é o primeiro álbum solo da carreira do músico, produtor e compositor pernambucano José Vasconcelos de Oliveira, o Zé da Flauta. Produzido desde 2013, gravado em 2015 e lançado em 2016, o álbum alinha nove temas terminados com o sufixo <em>mente</em>. “<em>Uma delas é Nanáturalmente, que eu fiz para homenagear o meu amigo Naná Vasconcelos, que participou das gravações da música – inclusive foi a última que ele participou. O <strong>Psicoativo</strong> é uma homenagem que eu faço às mentes criativas. Toda criação, queira ou não queira, fumando ou não fumando, ela é psicoativa, porque a arte é a mistura da inspiração, uma atitude altamente psíquica, com a transpiração, que é a força, a atividade”,</em> explica Zé da Flauta, que quase todo ano está pelo FIG tocando ou produzindo alguém, mas pela primeira vez apresentou seu trabalho solo.</p>
<div id="attachment_51572" aria-labelledby="figcaption_attachment_51572" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35370754483_b3b702baa5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51572" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35370754483_b3b702baa5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Baterista e cantor, Curumin coloca seu instrumento no protagonismo da apresentação</p></div>
<p>Curumin foi a grande atração da noite, quando o Palco Pop ficou apertado para receber o lançamento do seu quarto disco, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pmlpNBcObU8" target="_blank"><strong>Boca</strong> </a>(2017), no qual ele investe fortemente na sonoridade eletrônica e no caos do baixo e bateria. Mas para delírio dos fãs que ainda não decoraram as letras das novas músicas, canções de outros discos, como o <strong>Achados e perdidos</strong> (2005),<strong> Japan pop show</strong> (2008) e <strong>Arrocha</strong> (2012) não ficaram de fora da apresentação.</p>
<div id="attachment_51577" aria-labelledby="figcaption_attachment_51577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36008660522_d7025825fa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51577" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36008660522_d7025825fa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou o Palpo Pop do FIG 2017 nesta terça (25)</p></div>
<p>O mapa de palco de Curumin, por si só, já surpreende o expectador. Baterista e cantor, ele coloca seu instrumento no protagonismo da apresentação – em contrapartida ao não destaque usualmente dado aos bateristas. Durante todo o show, a plateia se mostrou afinada com o artista, cantando em alto e bom som as canções do novo disco e clássicos como <strong>Vem Menina</strong>, <strong>Compacto</strong>, <strong>Caixa Preta</strong> e <strong>Vestido de Prata</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Assista ao vídeo sobre o Museu do Barro de Caruaru</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2015 19:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A TV Cultura PE apresenta o quarto vídeo da série sobre os museus de Pernambuco. Nesta edição, apresentamos o Museu do Barro de Caruaru (MUBAC). Os vídeos foram produzidos especialmente para celebrar a Semana Nacional dos Museus 2015. Acesse a programação preparada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe AQUI . Visite os museus [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A TV Cultura PE apresenta o quarto vídeo da série sobre os museus de Pernambuco. Nesta edição, apresentamos o Museu do Barro de Caruaru (MUBAC). Os vídeos foram produzidos especialmente para celebrar a Semana Nacional dos Museus 2015. Acesse a programação preparada pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/museus-geridos-pela-fundarpe-participam-da-13a-semana-nacional-dos-museus/" target="_blank">AQUI </a></strong>. Visite os museus e publique suas fotos com as hashtags ‪#‎EuNoMuseu‬ ‪#‎MuseusPE‬ .</p>
<p>O Museu do Barro está localizado no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga / Praça Cel. José de Vasconcelos,em Caruaru, no agreste pernambucano. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos, com obras de Mestre Vitalino, Zé Caboclo, Ernestina, Zé Rodrigues, Manuel Eudócio, Ana das Carrancas, Zezinho de Tracunhaém, Nuca. Saiba mais sobre o Museu do Barro <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-do-barro-de-caruaru-mubac/" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<p><strong>Endereço:</strong> Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
<strong>Horários de visitação:</strong> terça a sábado (das 8h às 17h); domingos (das 9h às 13h)<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia)<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 3727. 7839</p>
<p><strong>Assista também aos vídeos:<br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/conheca-o-museu-regional-de-olinda-mureo/" target="_blank"> Museu Regional de Olinda</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/conheca-o-museu-de-arte-sacra-de-pernambuco-maspe/" target="_blank">Museu de Arte Sacra de Pernambuco</a></strong><br />
<strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/conheca-o-museu-de-arte-contemporanea-de-pernambuco/" target="_blank">Museu de Arte Contemporânea de Olinda</a></strong></p>
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		<title>Das mãos no barro ao som de Mestre Nado</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 14:42:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24116" aria-labelledby="figcaption_attachment_24116" class="wp-caption img-width-320 alignleft" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411.jpg"><img class="size-medium wp-image-24116 " title="Mestre Nado" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/DSC02411-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Nado cria instrumentos a partir da cerâmica</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Ele mistura a terra, a água, o fogo ao sopro de inspiração que Deus lhe deu. Dessa alquimia se traduz o som criado por <strong>Mestre Nado</strong>. Homem de múltiplos talentos – ceramista, poeta e músico – o olindense é um habilidoso artista que tem na argila sua matéria-prima. Dela, cria instrumentos e dá vida à música. Música que se materializa em <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>, nome do disco que lança, nesta quarta (29), às 16h30, no Museu do Homem do Nordeste (Casa Forte), no Recife. O CD tem incentivo do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/funcultura/" target="_blank"><strong>Funcultura</strong></a>, e traz seis faixas, frutos da vivência de Nado com o manuseio desses elementos que se transformam em arte.</p>
<p>Aos 69 anos, Mestre Nado (cujo nome de batismo é Aguinaldo da Silva) começou produzindo quartinhas de barro, mas, despretensiosamente, viu que daquelas produções era possível chegar a um outro resultado: a ocarina. O instrumento de sopro tornou-se sua principal marca, o que lhe tornou conhecido no universo da cultura popular e da música. &#8220;<em>Fui trabalhar com Francisco Brennand, com Thiago Amorim, mas ainda não tinha a minha marca. Até que lembrei das bolinhas ocas de barro que eu já fazia quando pequeno. Fui fazendo os furos, coloquei o &#8216;dó-ré-mi&#8217;, e fui, com o tempo, aperfeiçoando a prática. Ainda continuo me aperfeiçoando até hoje</em>&#8220;, conta. Já chegou a ter criações suas utilizadas nas bandas de artistas como Milton Nascimento, Ney Matogroso, Antonio Nóbrega, Lula Queiroga e Alceu Valença. Mas outros instrumentos vieram. Os de sopro e de percussão: moringas, flautas “Nado”, maracas, raco-raco e o bum d’água.</p>
<p>Ele já perdeu as contas de quantos instrumentos já fez. &#8220;<em>Só de encomenda, para a França, foram umas 1.200 ocarinas, de uma vez só. O resto, não consigo contabilizar, não. Sai muita coisa!</em>&#8220;. O resultado dessas criações fez de Mestre Nado uma referência na arte do instrumentos de cerâmica, ofício que repassou para os filhos Sara, Micael e Júnior. É esta arte que está presente no CD <em>Mestre Nado e o Som do Barro</em>. &#8220;<em>Eu digo que isso é uma pequena grande conquista. Veja como não é bonito você ouvir todos aqueles instrumentos que você criou, com as suas músicas, suas letras, tudo junto, no disco</em>&#8220;. Na apresentação desta tarde, a família completa fará o barro ressoar. Serão distribuídas, gratuitamente, 200 cópias do disco ao público, que poderá conhecer um pouco dos instrumentos criados pelo Mestre.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Lançamento do CD </em>Mestre Nado e o Som do Barro<br />
Quarta (29), à 16h30<br />
Museu do Homem do Nordeste | Av. 17 de Agosto, 2187, Casa Forte, Recife/PE</p>
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		<item>
		<title>Vídeo Território das Mãos &#8211; Maria Amélia</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/territorio-das-maos-maria-amelia/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2015 14:33:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[tracunhaém]]></category>
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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo com depoimentos da artista popular Maria Amélia, que tem o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, e do seu filho Ricardo. O vídeo foi produzido pelo projeto Território das Mãos,  que teve concepção e coordenação geral de Lúcia Padilha Cardoso e contou com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. Acesse o canal do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Assista ao vídeo com depoimentos da artista popular Maria Amélia, que tem o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco”, e do seu filho Ricardo. O vídeo foi produzido pelo projeto <strong><a href="https://territoriodasmaos.wordpress.com/" target="_blank">Território das Mãos</a></strong>,  que teve concepção e coordenação geral de<strong> </strong>Lúcia Padilha Cardoso e contou com incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. Acesse o canal do projeto no <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCw3L8WPtR6tVPy3NHiy2Ceg" target="_blank">YouTube</a></strong>.</p>
<p><em><strong>Saiba mais sobre o artesanato de Tracunhaém:</strong></em><br />
Em Tracunhaém, além da tradição de antigos mestres da escultura em barro, a imensa quantidade de artistas e a diversidade de temas transformam a cidade em um dos maiores polos de arte popular do Estado. Lá é possível encontrar artistas que receberam o título de “Patrimônio Vivo de Pernambuco” como Maria Amélia e Mestre Zezinho. Muitas famílias dão continuidade aos trabalhos dos mestres antepassados, como Luiz Gonzaga, filho de Severina Batista, e Tamanquinho, genro de Antônia Leão. Outros artistas se destacam com suas obras de temas diferenciados, como Betinho, Joaquim e Noêmia.</p>
<p><em id="__mceDel"> <strong>Fonte: <a href="https://territoriodasmaos.wordpress.com/about/" target="_blank">Território das Mãos</a></strong></em></p>
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