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	<title>Portal Cultura PE &#187; Chico César</title>
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		<title>Brasilidade em destaque na segunda noite do Pernambuco Meu País em Gravatá</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 07:50:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111228" aria-labelledby="figcaption_attachment_111228" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Silla Cadengue</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/vanessadamata-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111228" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/vanessadamata-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vanessa da Mata</p></div>
<p>Texto: Valentine Herold</p>
<p>Uma noite que ficará para sempre guardada na memória de quem esteve no Pernambuco Meu País neste sábado (27), em Gravatá. O palco que leva o nome do festival recebeu apresentações icônicas de grandes artistas da MPB. Revoredo, Cascabulho, Chico César e Vanessa da Mata entregaram shows impecáveis e interligados por uma característica comum a todos: a celebração de outros artistas brasileiros com reverências em versões únicas do cancioneiro nacional. Uma sintonia inesperada, mas repleta de simbolismo e emoção.</p>
<p>Quem abriu a noite foi o cantor e compositor Alexandre Revoredo. Natural de Garanhuns, o artista tem conquistado um público cada vez mais fiel. Grupos de Arcoverde, Caruaru e Recife marcaram presença e não passaram despercebidos por Revoredo, que fez questão de saudar e agradecer. Além de seu repertório autoral, com canções como Acetona, Sou e Arrumação, ele entoou músicas conhecidas do grande público. Sonífera Ilha, dos Titãs; Abri a Porta e Tenho Sede, ambas de Dominguinhos e Gilberto Gil, ganharam versões que encantaram o público por sua originalidade.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/revoredo-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111229" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/revoredo-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/cascabulho2-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111230" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/cascabulho2-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em seguida quem realizou sua estreia no Pernambuco Meu País foi o grupo pernambucano Cascabulho. Celebrando 30 anos de estrada, a banda fez um show quente e ancestral. Nascido na cena do Manguebeat, Cascabulho mostrou ao vivo que vem atravessando essas três décadas se mantendo conectado com o público e entregando hits de outrora mesclados com músicas recentes. Várias faixas do álbum Fogo na Pele, lançado em 2021, integraram o repertório, sendo acompanhadas por clássicos da música nordestina, como Pedras que Cantam (Fagner), Estação da Luz (Alceu Valença) e Frevo Mulher (Zé Ramalho), só para citar algumas.</p>
<p>Sobre o festival, Magrão, o vocalista, ressaltou a pluralidade da programação e a valorização da cultura popular em toda a grade. “Espero que essa raiz plantada dê muitos frutos”, ressaltou. Acunha, como costuma dizer entre as músicas, que a brincadeira só estava começando e na sequência quem tomou conta do jogo foi Chico César.</p>
<p>O paraibano deixou Gravatá em estado de poesia. Não houve quem não cantasse em coro Mama África, A Primeira Vista, Deus me Proteja, Vestido de Amor, e tantas outras canções lindas compostas por Chico César. Um dos maiores letristas da música brasileira interagiu com o público em diversos momentos, sempre ressaltando sua alegria de estar em Pernambuco e reverenciando sua banda. Músicas de outros artistas ganharam nova roupagem sob a guitarra e voz de Chico. Árvore (Edson Gomes), Sobradinho (Sá e Guarabyra), Admirável Gado Novo (Zé Ramalho) e um mash-up de Proibida Pra Mim com Lenha (Zeca Baleiro) encantaram a todos.</p>
<p>Encantamento também foi quando o artista chamou ao palco Vanessa da Mata. Juntos, cantaram A Prosa Impúrpura do Caicó e A Força Que Nunca Seca, caneta da dupla gravada por Maria Bethânia. E finalizando esse show memóravel, Chico César se uniu aos músicos que, de mãos dadas, entoaram com o público do Pernambuco Meu País a ciranda Mamãe Oxum.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/chicocesar-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111231" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/chicocesar-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quando Vanessa da Mata retornou ao palco a energia a sintonia entre artistas e plateia, que já estava alta, aumentou. Com sua presença, seu carisma e sua voz únicos, ela mesclou canções próprias já bem conhecidas e amadas pelo grande público a homenagens de outros compositores brasileiros. Foi assim que Não me Deixe Só e Segue o Som antecederam Saia do Meu Caminho (Belchior) e Céu Azul (Charlie Brown Jr.).</p>
<p>Emocionada, cantou ainda Guilherme Arantes; saudou Dona Ivone Lara com uma performance contagiante de Sonho Meu; Gal Costa, Luiz Gonzaga, Odair José. Um repertório inteligente que, em sua diversidade, reforçou a força da brasilidade. Clássicos autorais como Ainda bem, Boa Sorte e Amado &#8211; este último protagonizado junto ao intérprete de Libras em uma improvisação muito aplaudida &#8211; também fizeram parte desse show icônico.</p>
<p>O agradecimento da artista ao final da apresentação resume em muitos níveis a noite de sábado deste terceiro fim de semana de festival: “muito obrigada por essa loucura maravilhosa!”</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/pemeupais1-1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-111232" alt="Foto: Silla Cadengue" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/07/pemeupais1-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>Mestre da percussão, Escurinho faz apresentação inédita em Olinda</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 19:18:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pernambucano Escurinho, radicado na Paraíba desde 1970 e parceiro musical de Chico César, apresenta pela primeira vez no seu estado-natal o repertório do Ciranda de Maluco Vol.1, quarto disco da carreira-solo do percussionista. O show está marcado para esta sexta-feira (11) e será realizado no Xinxim da Baiana, em Olinda, a partir das 23h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52298" aria-labelledby="figcaption_attachment_52298" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Escurinho_Divulgação-Crédito_RafaelPassos-24.jpg"><img class="size-medium wp-image-52298 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Escurinho_Divulgação-Crédito_RafaelPassos-24-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Escurinho já conta com quatro discos autorais lançados e uma carreira com mais de 30 anos de história</p></div>
<p>O pernambucano Escurinho, radicado na Paraíba desde 1970 e parceiro musical de Chico César, apresenta pela primeira vez no seu estado-natal o repertório do <strong>Ciranda de Maluco Vol.1</strong>, quarto disco da carreira-solo do percussionista. O show está marcado para esta sexta-feira (11) e será realizado no Xinxim da Baiana, em Olinda, a partir das 23h, com direito a discotecagem da DJ Catarina Dee Jah. Os ingressos custam R$ 10 (antecipado) e R$ 15 (no local).</p>
<p><em>“Essa é a primeira vez que apresento o <strong>Ciranda de Maluco Vol.1</strong> em Pernambuco. Ele começou a partir de um projeto que eu tinha de realizar shows na rua, e na ocasião eu convidava os artistas pra brincar no palco comigo. Era um processo aberto fortemente para o improviso, com muita instigação. Nessa onda, surgiram muitas canções, que são exatamente as que compõem o disco”,</em> explica Escurinho, que disse já ter novas músicas para os próximos volumes do projeto.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FqWnCvdyzFE?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Acompanhado de uma banda formada por dois metais, guitarra e baixo, o show terá ainda as participações dos músicos pernambucanos Juvenil Silva e Manuca Bandini. Durante a apresentação, Escurinho revela com propriedade de mestre a longa pesquisa que fez na área da cultura popular e das expressões nordestinas. O músico já conta com quatro discos autorais lançados e uma carreira com mais de 30 anos de história.</p>
<p>Ele esteve recentemente em Pernambuco ao lado de Chico César para apresentar o show da turnê Estado de Poesia, durante a realização do 27º Festival de Inverno de Garanhuns. “<em>Eu já fiz três FIGs, mas eu não ia já fazia uns seis anos. Foi maravilhoso estar no palco com o Chico César, é sempre uma delícia viver aquele festival. E mais uma vez, como ele sempre faz, eu pude dar uma canja no palco Mestre Dominguinhos. Estamos agora nos preparando para viajar pra Equador no dia 20 de agosto para participar do festival ‘Soy Loco por Ti, America’&#8221;,</em> detalhou.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gjvuXWAbdWU?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Lançado em 2013, <strong>Ciranda de Maluco Vol.1</strong> foi viabilizado com leis de incentivos da capital paraibana e estadual. O disco conta com 14 faixas, quase todas assinadas por Escurinho. Quatro são parcerias com Alex Madureira (Acabou-se o Mundo), com Aderaldo Luciano (É Bonito se Olhar), com Tony Leon (Dona Preta). Outra, Budismo Moderno, tem a assinatura de um dos poetas brasileiros de maior originalidade, o paraibano Augusto dos Anjos.</p>
<p>Para este trabalho, Escurinho montou uma banda formada por Chiquinho Mino (voz, percussão, chimbal, alfaia), Zé Guilherme (caixa), Marcos Villar (guitarra, vocal), Fabiano Soares (baixo, vocal), Jairo Gomes (sample e synth), mais alguns músicos convidados, quase todos da Paraíba. O álbum foi gravado no estúdio Peixe Boi, em João Pessoa. A produção é de Escurinho e Jairo Gomes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Escurinho e a Ciranda de Maluco, com discotecagem de Catarina Dee Jah</em><br />
Sexta (11) | 23h<br />
Xinxim da Baiana &#8211; Olinda<br />
R$ 10 (antecipado) | R$ 15 (no local)</p>
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		<title>40 mil pessoas cantaram os sucessos de Chico César</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 20:28:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Camila Estephania Quarenta mil pessoas cantaram em coro uníssono as músicas de Chico César, que encerrou o polo Mestre Dominguinhos nesta quinta-feira (27), com um show pulsante. O paraibano levou a turnê do disco &#8220;Estado de Poesia&#8221; para a oitava noite do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, promovendo um dia plural de ritmos. Ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51774" aria-labelledby="figcaption_attachment_51774" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36086302341_fc6e21cd7f_o.jpg"><img class="size-large wp-image-51774" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36086302341_fc6e21cd7f_o-774x600.jpg" width="774" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">Músico paraibano apresentou o show do disco &#8220;Estado de Poesia&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Camila Estephania</strong></p>
<p>Quarenta mil pessoas cantaram em coro uníssono as músicas de Chico César, que encerrou o polo Mestre Dominguinhos nesta quinta-feira (27), com um show pulsante. O paraibano levou a turnê do disco &#8220;Estado de Poesia&#8221; para a oitava noite do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, promovendo um dia plural de ritmos. Ao abrir a apresentação com &#8220;Caninana&#8221; e &#8220;Guru&#8221;, ambas do seu álbum mais recente, o compositor foi surpreendido pela plateia que repetia as letras do novo repertório. Apesar de ter participado de edições mais próximas do FIG, em projetos como a Orquestra Santa Massa, há 21 anos o paraibano não trazia o seu próprio show para o Festival.</p>
<p><em>&#8220;É muito diferente você vir com seu show autoral e mostrar o que você está fazendo de fato. Há poucos festivais que investem em coisas que não são exatamente o que a mídia, a partir do sudeste, indica e o resto segue, o FIG não é assim. Ele olha para o que está acontecendo e para quem já fez coisas interessantes, é um diálogo. Um artista poderia chegar e colocar coisas novas e o público reagir negativamente, mas não foi assim, pelo contrário, foi uma relação muito carinhosa e isso nos encorajou. A gente gosta de tocar as coisas antigas, mas também as novas, e fico feliz com a força da internet, porque mesmo que as músicas não toquem no rádio, as pessoas aprenderam</em> cantá-las&#8221;<em></em>, elogiou ele o público que se resistiu a chuva em plena quinta-feira.</p>
<div id="attachment_51776" aria-labelledby="figcaption_attachment_51776" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35387102724_23bf51efe2_o.jpg"><img class="size-full wp-image-51776" alt="Fer Verícimo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35387102724_23bf51efe2_o.jpg" width="800" height="527" /></a><p class="wp-caption-text">Público da oitava noite do 27º FIG</p></div>
<p>Do disco novo ainda vieram outros títulos, como &#8220;A Palavra Mágica&#8221;, &#8220;Atravessa-me&#8221; e &#8220;Negão&#8221;, essa última abriu o debate para desmascarar o racismo disfarçado que ainda há no Brasil juntamente com a já clássica &#8220;Respeitem meus cabelos, brancos&#8221;. O show enérgico que explora diferentes texturas sonoras, indo das guitarras à percussão africana, desacelerou quando o cantor entoou sucessos como &#8220;Pensar em você&#8221; e &#8220;À primeira vista&#8221;, porém, o show se manteve quente pela participação ainda mais intensa da plateia que também cantava as canções em voz alta. A saideira com &#8220;Mama África&#8221; foi intercalada com a música &#8220;Brilho de Beleza&#8221;, contando com a participação do percussionista pernambucano Lucas dos Prazeres e reafirmando a força do negro frente às adversidades sociais, que provocou empatia entre o público que repetia o discurso libertador.</p>
<p><em>&#8220;Lucas é um irmão, quando o conheci ele era muito novo, alguém me disse que era o novo Naná (Vasconcelos), porque ele tem os ritmos nordestinos na veia e é muito importante o surgimento de novos artistas porque também causa uma inquietação e impede que os que chegaram antes se acomodem&#8221;</em>, disse Chico, sobre a importância de abrir espaço para novos músicos. Outra atração paraibana que se apresentou na noite e chegou disposta a agradar pessoas de todos os gostos, foi a cantora Lucy Alves, cujas raízes ligadas ao forró foram incrementada por uma proposta mais pop.</p>
<div id="attachment_51777" aria-labelledby="figcaption_attachment_51777" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36180455666_5a542d1869_o.jpg"><img class="size-full wp-image-51777" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36180455666_5a542d1869_o.jpg" width="800" height="501" /></a><p class="wp-caption-text">Lucy Alves levou repertório com sucessos de diversos estilos</p></div>
<p>A artista impressionou logo na abertura iniciada com um batidão que surpreendentemente se transformou em um  forró-rock de &#8220;Balão Dourado&#8221;, abrindo a sequência de releituras de forrós explosivos, como &#8220;Festa do Interior&#8221;. O show ainda atravessou o pé-de-serra de Luiz Gonzaga, com  músicas como &#8220;Paraíba&#8221; e &#8220;Sala de Reboco&#8221;,  o coco de Jackson do Pandeiro, com &#8220;Sebastiana&#8221;, o reggae de Bob Marley, com &#8220;Is this love&#8221;, a lambada do grupo Kaoma, com &#8220;Chorando se foi&#8221;, e também os forrós mais estilizados de Eliana, com &#8220;Amor ou Paixão&#8221; , e da banda Magníficos, com &#8220;Verdadeiro Amor&#8221;. A apresentação destacou não só a versatilidade da banda, que manteve o público aceso, como a da própria cantora, que tocou sanfona, violino e até guitarra baiana, durante o show.</p>
<p><em>&#8220;Amei fazer novela e, até mesmo no palco, eu me sinto outra artista. Eu acho que o artista é livre pra se reinventar, o meu show é tão elétrico, mas tem sempre uma sanfona ali, o meu sotaque, a minha roupagem&#8221;</em>, observou ela, sobre a mudança estética recente. A dose de regionalismo tradicional da noite no palco Mestre Dominguinhos ficou por conta do projeto &#8220;Setenta com Sete&#8221;, em que os sanfoneiros Waldonys, Chambinho, Meninão, Adelson Viana, Agostinho do Acordeon, Mahatma e Terezinha do Acordeon prestaram uma homenagem aos 70 anos da canção &#8220;Asa Branca. <em>&#8220;Esse show foi pra homenagear Luiz Gonzaga na terra do seu filho postiço, como ele chamava o Dominguinhos, ao lado de amigos, eu saio daqui deslumbrado, de alma lavada&#8221;</em>, disse o cearense Waldonys, sobre a apresentação que provocou comoção entre o público garanhuense. A noite foi aberta pela artista da terra Mourinha do Forró, que foi responsável por esquentar a plateia para os arrasta-pés do palco.</p>
<div id="attachment_51778" aria-labelledby="figcaption_attachment_51778" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36086315701_f74254bbbf_o.jpg"><img class="size-full wp-image-51778" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36086315701_f74254bbbf_o.jpg" width="800" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Sete sanfoneiros do Brasil homenagearam os 70 anos da &#8220;Asa Branca&#8221;</p></div>
<p>Confira a programação do palco Mestre Dominguinhos para esta sexta-feira, que destacará o samba:</p>
<p><strong>20h &#8211; Kiara Ribeiro</strong><br />
<strong> 21h &#8211; Grupo Terra</strong><br />
<strong> 22h &#8211; Gerlane Lops</strong><br />
<strong> 23h &#8211; Mariene de Castro</strong><br />
<strong> 00h30 &#8211; Mart&#8217;nália</strong></p>
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		<title>Chico César lança seu primeiro livro infantil em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/chico-cesar-lanca-seu-primeiro-livro-infantil-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2016 13:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[*Com informações da Assessoria  Nesta quarta-feira (21), Olinda recebe o músico, poeta e escritor Chico César, que volta a Pernambuco para lançar seu novo livro, O agente laranja e a maçã do amor, editado em abril deste ano e voltado para o público de 6 a 12 anos de idade. O evento acontecerá às 10h no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18195" aria-labelledby="figcaption_attachment_18195" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/destaquesite.png"><img class="size-medium wp-image-18195" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/destaquesite-607x296.png" width="607" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Chico César lança primeiro livro infantil em Olinda</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>*Com informações da Assessoria </em></p>
<p>Nesta quarta-feira (21), Olinda recebe o músico, poeta e escritor Chico César, que volta a Pernambuco para lançar seu novo livro, <strong>O agente laranja e a maçã do amor,</strong> editado em abril deste ano e voltado para o público de 6 a 12 anos de idade. O evento acontecerá às 10h no auditório Nelson Correia, que fica na sede da Secretaria de Educação, Esportes e Juventude do município, na Rua 15 de Novembro, no bairro do Varadouro, Olinda, e terá a presença dos estudantes das escolas municipais.</p>
<p style="text-align: left;">Chico César firmou parceria com a Prefeitura de Olinda, por intermédio da Secretaria de Educação, Esportes e Juventude e traz 250 exemplares que serão doados às escolas municipais para atividades em sala de aula. “Essa parceria vem para enriquecer o aprendizado dos nossos estudantes que terão a oportunidade de conhecer mais uma obra de um dos nossos autores brasileiros. No município, nós desenvolvemos várias iniciativas relacionadas à leitura, a exemplo do CLEMO (Concurso de Leitura das Escolas Municipais de Olinda), então essa experiência só vem para somar nesse processo de estímulo à leitura e aumentar o prazer de ler dos nossos estudantes”, diz a diretora de Ensino da Secretaria de Educação, Esportes e Juventude de Olinda, Edileuza Gomes.</p>
<p>É o terceiro livro da carreira do artista, uma edição da editora Escrituras com 48 páginas e ilustrações de Fernanda Lerner. Pertence à série Autores Improváveis, marcando a estreia de Chico César como autor de livro infantil com impressão de 3 mil exemplares. Foi lançado em São Paulo, na Livraria da Vila e em João Pessoa, na Livraria Nobel. Atualmente, com cerca de 1600 exemplares vendidos, conta a história de um fiscal de frutas que vai a uma feira popular durante a Festa das Neves, na Paraíba, e lá encontra uma maçã do amor diferente que lhe proporcionará surpresas. O escritor e pesquisador de literatura fantástica Bráulio Tavares descreve, no prefácio, que <em>O agente laranja e a maça do amor</em> “é o mundo dos adultos visto por olhos de criança”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Cartaz-chico-cesar.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-40359" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/Cartaz-chico-cesar-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a></p>
<p>Na ocasião, haverá uma palestra com diálogos sobre o livro e assuntos relacionados e uma intervenção poético musical com o autor e músico seguida de uma seção de autógrafos. Chico César conta um pouco da sua primeira experiência em escrever para crianças. “Ao receber a proposta de Raimundo Gadelha, editor da Escrituras, para escrever um livro destinado ao público infanto-juvenil eu fiquei bastante surpreso. E a princípio relutei em aceitar o desafio. Mas quando ele falou que a coleção se chamaria &#8220;Autores Improváveis&#8221; a ideia se tornou mais aceitável. Pois nem me considero um escritor mesmo, sou um compositor que escreve canções e também escrevo algumas coisas que não cabem no formato canção. Sou, portanto, um &#8220;autor improvável&#8221; e mais ainda um improvável autor de histórias para crianças. Então vi que ali me cabia, que ali eu me encaixava” diz ele.</p>
<p><strong>CHICO CÉSAR</strong> &#8211; Francisco César Gonçalves nasceu em 26 de janeiro de 1964, no município de Catolé do Rocha, interior da Paraíba, aos dezesseis anos Chico César foi para a capital João Pessoa, onde se formou em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba, ao mesmo tempo em que participava do grupo Jaguaribe Carne, que fazia poesia de vanguarda. Pouco depois, aos 21 anos, mudou-se para São Paulo. Trabalhando como jornalista e revisor de textos, aperfeiçoou-se em violão, multiplicou suas composições e começou a formar o seu público. Sua carreira artística tem repercussão internacional. A maioria de suas canções são poesias de alto poder de encanto linguístico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Canavial encerra jornada neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2014 15:37:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após passar pelas cidades de Limoeiro, Nazaré da Mata, Olinda e Vicência, o Festival Canavial chega à sua última etapa, aportando no município de Buenos Aires, nesta sexta (12) e sábado (13). A programação deste fim de semana reúne nomes da cultura popular e da música, com shows e apresentações que acontecem em frente à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Após passar pelas cidades de Limoeiro, Nazaré da Mata, Olinda e Vicência, o <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/" target="_blank"><strong>Festival Canavial</strong> </a>chega à sua última etapa, aportando no município de Buenos Aires, nesta sexta (12) e sábado (13). A programação deste fim de semana reúne nomes da cultura popular e da música, com shows e apresentações que acontecem em frente à sede do Maracatu Estrela Dourada. O encerramento do festival ficará a cargo do músico e cantor paraibano Chico César, que se apresenta no sábado, às 23h30.</p>
<div id="attachment_18195" aria-labelledby="figcaption_attachment_18195" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/destaquesite.png"><img class="size-medium wp-image-18195" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/destaquesite-607x296.png" width="607" height="296" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor Chico César encerra o Festival Canavial, neste sábado (13)</p></div>
<p>A programação da sexta começa às 21h, com as boas vindas do Maracatu Estrela Dourada, anfitrião da festa. Na sequência, o goianense Ítalo Pay e sua Zabumba Mundi atacam de referências das mais diversas, tendo como espinha dorsal a musicalidade do xaxadó, xote e o samba de forró. Ainda se apresentam o Caboclinho Tupi Guarani de Buenos Aires e, encerrando esta primeira noite o grupo Quinteto Violado, que preparam um show homenageando a diversidade e as características rurais do nosso estado. A base do show traz, além de ritmos populares da região da Zona da Mata, parte do repertório dedicado a Luiz Gonzaga.</p>
<p>Na sexta, último dia do festival, a programação começa às 20h30, com o Índio Brasileiro de Buenos Aires. Logo após, o Maracatu Estrela de Ouro de Aliança. O ator Jackson Antunes vem na sequência, mostrando o seu lado musical, seguido do Caboclinho Tapuia Canindé de Goiana e, por fim, da principal atração da noite, Chico César, que encerra a programação. O paraibano fará um passeio por sua trajetória artística, entoando clássicos do seu repertório, como Sucessos como “Mama África”, “À Primeira Vista”, “Onde estará o meu amor” e “Pedra de Responsa”.</p>
<p><strong>Movimento</strong><br />
O Movimento Canavial surgiu em 2006 com a proposta de integrar a Zona da Mata Norte através de vários projetos culturais. De Goiana a Nazaré da Mata são vários Produtores Culturais, Associações, Pontos de Cultura, empresas, Artistas, Mestres, rádios comunitárias, antigos Engenhos e grupos Culturais engajados e que mudaram a realidade da região. O Festival Canavial e o Pontão de Cultura Canavial são a expressão maior dessa grande rede cultural do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Confira a programação:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 12/12</strong><br />
<em>Em frente à sede do Maracatu Estrela Dourada</em><br />
21h | Maracatu Estrela Dourada de Buenos Aires<br />
21h30 | Ítalo Pay e a Zabumba Mundi<br />
22h30 | CaboclinhoTupi Guarani de Buenos Aires<br />
23h | Quinteto Violado</p>
<p><strong>Sábado, 13/12</strong><br />
<em>Em frente à sede do Maracatu Estrela Dourada</em><br />
20h30 | Índio Brasileiro de Buenos Aires<br />
21h | Maracatu Estrela de Ouro de Aliança<br />
21h30 | Jackson Antunes<br />
22h30 | Caboclinho Tapuia Canindé de Goiana<br />
23h30 | Chico César</p>
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		<title>Festival Canavial celebra a música rural e a consciência negra</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2014 18:41:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A diversidade da nossa cultura popular nordestina e brasileira tem destino certo nas próximas semanas: a Zona da Mata Norte de Pernambuco. É a 8ª edição do Festival Canavial, que, este ano, celebra a música rural e a consciência negra com uma infinidade de atrações e atividades na região. Serão shows, oficinas, mostra de cinema, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A diversidade da nossa cultura popular nordestina e brasileira tem destino certo nas próximas semanas: a Zona da Mata Norte de Pernambuco. É a <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/" target="_blank"><strong>8ª edição do Festival Canavial</strong></a>, que, este ano, celebra a música rural e a consciência negra com uma infinidade de atrações e atividades na região. Serão shows, oficinas, mostra de cinema, festival de gastronomia e seminários. A jornada começa nesta sexta (14), em Limoeiro e Nazaré da Mata, e seguirá até o dia 13 de dezembro, passando por outras três cidades: Buenos Aires, Vicência e Olinda, que, apesar de estar na Região Metropolitana de Pernambuco, também se integra ao festival, devido à sua importância no mapa cultural do estado. O Festival Canavial, que, nesta edição, homenageia o cineasta Lula Gonzaga e o poeta e jornalista TT Catalão, tem patrocínio da Petrobras e Ministério da Cultura.</p>
<div id="attachment_16978" aria-labelledby="figcaption_attachment_16978" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/4522918745_7a8c16067c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-16978" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/4522918745_7a8c16067c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Neste fim de semana, Elba Ramalho paritcipa do Festival Canavial, com shows em Limoeiro e Nazaré da Mata</p></div>
<p>Entre os destaques da programação musical, estão Quinteto Violado, Nádia Maia, Xangai, Leci Brandão, Chico César, Jackson Antunes e Elba Ramalho. Hoje e amanhã (16), o Pátio da Feira, em Limoeiro, e a Praça da Catedral, em Nazaré da Mata, recebem diversas atrações. A partir das 21h, passam pelos polos nomes como Elba Ramalho, Xangai, Coco Raízes de Arcoverde e Quinteto Violado, que se apresentam nas duas cidades, em dias alternados. O Quinteto prepara um show especial com repertório homenageando a música rural. Os Patrimônios Vivos de Pernambuco <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/orquestra-capa-bode/" target="_blank"><strong>Orquestra Capa Bode</strong></a> e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/banda-revoltosa/" target="_blank"><strong>Banda Revoltosa</strong></a> também marcam presença. Já no domingo (16), Nazaré da Mata irá reverenciar o Encontro de Maracatus, que acontece das 16h às 21h, com a participação de 15 agremiações, no Parque dos Lanceiros. Já em Limoeiro, acontece o 5º Encontro de Bois de Caboclinhos, reunindo 11 folguedos, no Clube Colombo.</p>
<p>Além da programação musical, o Festival Canavial promove seminários, como o Seminário de Cultura Rural, que acontece, nesta sexta (14), em Nazaré da Mata, com participações de Pedro Vasconcelos, Diretor do Ministério da Cultura, e do historiador e professor da UFPE, Severino Vicente. Além disso, o Festival de Gastronomia, que será realizado em Vicência, que irá reunir cursos, palestras, concursos e exibição de longas relacionados a gastronomia.</p>
<p>A próxima parada do Festival Canavial são as cidades de Olinda e Vicência, a partir do dia 20/11 (quinta-feira).<br />
Confira as programações nas cidades de <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/nazare-da-mata/" target="_blank"><strong>NAZARÉ DA MATA</strong></a> e <a href="http://festivalcanavial.com.br/2014/programacao/limoeiro/" target="_blank"><strong>LIMOEIRO</strong></a>.</p>
<p><strong>Movimento</strong><br />
O Movimento Canavial surgiu em 2006 com a proposta de integrar a Zona da Mata Norte através de vários projetos culturais. De Goiana a Nazaré da Mata são vários Produtores Culturais, Associações, Pontos de Cultura, empresas, Artistas, Mestres, rádios comunitárias, antigos Engenhos e grupos Culturais engajados e que mudaram a realidade da região. O Festival Canavial e o Pontão de Cultura Canavial são a expressão maior dessa grande rede cultural do Estado de Pernambuco.</p>
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		<title>Samba e MPB deram o tom na noite de quinta</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jul 2012 15:07:22 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5913" aria-labelledby="figcaption_attachment_5913" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654773432_fdb2a58637_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5913" alt="Pela primeira vez em Triunfo, Chico César tocou seus principais sucessos (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654773432_fdb2a58637_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pela primeira vez em Triunfo, Chico César tocou seus principais sucessos (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por André Dib</p>
<p>Geraldo Maia, Grupo Terra e Chico César fizeram da noite de quinta (27/7), em Triunfo, uma celebração da música brasileira, com foco na cultura nordestina. Muita gente que veio curtir o Palco Nação Cultural aplaudiu e dançou quando Chico surgiu no microfone, de figurino colorido e óculos escuros, entoando “Beradero”, emocionante declamação que foi emendada com “Mama África”. As duas músicas remontam ao início de sua carreira, assim como à sua origem geográfica - a cidade paraibana de Catolé do Rocha e, radicalizando, o continente africano.</p>
<p>No palco, Chico César reinou entre ritmos híbridos, com base no reggae e fortes elementos do forró, tocado com sanfona e triângulo, que sem causar espanto se combinam com o frevo, o rap e a música caipira, em versão para “Oratório”, de Milton Nascimento. Até Raul Seixas fez uma “passagem” relâmpago, em resposta ao velho e recorrente pedido de “Toca Raul”. Um pouco chateado com a brincadeira, Chico disse: “Viajei mais de seis horas para estar aqui e apresentar o meu trabalho. Toco Raul muito bem, mas somente releituras e versões pessoais”. Após os aplausos, cantou um trecho de “Trem das sete”.</p>
<div id="attachment_5915" aria-labelledby="figcaption_attachment_5915" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654712648_4448529871_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5915" alt="Em ponto alto do show, Geraldo Maia convidou Josildo Sá para dueto (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7654712648_4448529871_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em ponto alto do show, Geraldo Maia convidou Josildo Sá para dueto (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Abrindo a programação, Geraldo Maia fez um show marcado por arte e técnica, em que as dimensões vocal e cênica de sua performance foram tão importantes quanto a de sua banda, formada por dois violonistas (Vinicius Sarmento e Rodrigo Samico) e dois percussionistas (Amendoim e Nego Grilo). Após interpretar uma série de sambas, maracatus e outros ritmos pernambucanos, Maia convidou Josildo Sá para cantar o forró “Cantiga do sapo”, grande sucesso de Jackson do Pandeiro.</p>
<p>Segunda atracão da noite, o Grupo Terra radicalizou no samba e no pagode. O grupo é do Recife, mas seu estilo é tradicionalmente carioca: vestidos de branco, seis músicos cantam e revezam percussão e cordas.</p>
<p><strong>Confira a programação de hoje para o Palco Nação Cultural:</strong></p>
<p>22h – Maestro Ademir Araújo e Orquestra Rockfônica<br />
23h – Tulipa Ruiz<br />
0h – Lenine</p>
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		<title>Sotaque regional em segunda noite de shows do FPNC Sertão do Pajeú</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2012 16:07:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Chico César]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Pajeú 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Maia]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Terra]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (26/7), o palco da 54ª Festa dos Estudantes de Triunfo é da MPB com sotaque regional. Às 22h, Geraldo Maia apresenta seu trabalho, definido pelo próprio como “maracatu zen, fado eletrônico, samba trip hop, coco de rabeca , samba, baião, bendito e canções atemporais”, formado por composições próprias, de autores recifenses e de temas do cancioneiro nacional. Às 23h, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6006" aria-labelledby="figcaption_attachment_6006" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Chico-cesar-créditos-Washington-Possato2-1024x685.jpg"><img class="size-medium wp-image-6006" alt="O compositor paraibano Chico César é a atração desta quinta no Palco Nação Cultural (Foto: Washington Possato / Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Chico-cesar-créditos-Washington-Possato2-1024x685-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">O compositor paraibano Chico César é a atração desta quinta no Palco Nação Cultural (Foto: Washington Possato / Divulgação)</p></div>
<div>
<p>Nesta quinta-feira (26/7), o palco da 54ª Festa dos Estudantes de Triunfo é da MPB com sotaque regional. Às 22h, Geraldo Maia apresenta seu trabalho, definido pelo próprio como “maracatu zen, fado eletrônico, samba <em>trip hop, </em>coco de rabeca , samba, baião, bendito e canções atemporais”, formado por composições próprias, de autores recifenses e de temas do cancioneiro nacional. Às 23h, o Grupo Terra traz o samba de raiz e figurino branco para o Pajeú.</p>
<p>Chico César faz o show de encerramento, em apresentação baseada no repertorio de seu primeiro álbum ao vivo, “Aos vivos”, regravado recentemente em São Paulo, em show disponível em DVD, intitulado “Aos vivos agora” (Biscoito Fino).</p>
<p>Entre as cancões, há sucessos como “Mama África” e “Dúvida Cruel”, em parceria com Itamar Assumpção. Chico diz que revisita o álbum de 17 anos respeitando o espírito de liberdade que há nele.</p>
<p>“É mais isso do que o compromisso de tentar fazer igualzinho ao disco”. Completam o repertório músicas que originalmente não estão no disco, como “Utopia”, “Invocação”, “Dor elegante” (de Itamar e Paulo Leminski), “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento/Caetano Veloso) e Ilê Ayê (Paulinho Camafeu).</p>
</div>
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