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	<title>Portal Cultura PE &#187; Dia Internacional da Dança</title>
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		<title>“Bailarinas em Suspeição” lança videodança e artigo sobre dançarinas invisibilizadas em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:56:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123617" alt="Foto: Morgana Narjara" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/04/Crédito-das-fotos-de-Morgana-Narjara-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="justify">
<p>A história de mulheres que dançaram, trabalharam e resistiram nos cassinos pernambucanos entre as décadas de 1930 e 1950 ganha nova visibilidade com o lançamento do projeto &#8220;Bailarinas em Suspeição: Mulher, Dança e Trabalho nos Cassinos Pernambucanos (1930–1950)&#8221;. Idealizado pela artista da dança, pesquisadora e videomaker Marcela Rabelo, o projeto será lançado na quarta-feira, 29 de abril, Dia Internacional da Dança, data simbólica que reforça o diálogo da iniciativa com a valorização da arte do corpo e de suas histórias.</p>
<p align="justify">
<p>A estreia reúne duas frentes principais: a publicação de um artigo científico e o lançamento de uma videodança no canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição, fruto do processo de criação e investigação em dança a partir da pesquisa. Também contempla o projeto a criação de um blog/site que funcionará como um pequeno acervo digital aberto, reunindo o artigo, a videodança e conteúdos reunidos na pesquisa e materiais históricos.</p>
<p align="justify">
<p>A iniciativa, desenvolvida entre setembro de 2025 e abril de 2026, propõe revisitar um período em que os cassinos eram importantes centros de produção artística no Recife e em Pernambuco, ao mesmo tempo em que lança um olhar crítico sobre as condições de trabalho e as narrativas construídas em torno das mulheres que atuavam como bailarinas nesses espaços.</p>
<p align="justify">
<p>Resultado de um extenso levantamento documental, o projeto parte da análise de jornais, revistas e, especialmente, de fichas e prontuários do antigo DOPS, acessados a partir do projeto &#8220;Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos&#8221;, de 2016, da pesquisadora e jornalista Clarice Hoffmann, que integra a equipe ao lado da professora e antropóloga Selma Albernaz.</p>
<p align="justify">
<p>Ao todo, cerca de 90 mulheres, entre brasileiras e estrangeiras, foram mapeadas, revelando trajetórias atravessadas por vigilância, estigmas e também por intensa produção artística em dança.</p>
<p align="justify">
<p>“Quando tive acesso a esses documentos, me chamou atenção não só a quantidade de mulheres identificadas como bailarinas, pernambucanas, brasileiras de outros estados e estrangeiras, mas principalmente a forma como eram descritas. Fichas do prontuário e matérias de jornais que designavam a profissão bailarina, caminhavam juntos com discursos marcados por julgamento, objetificação e desvalorização. Isso gerou em mim uma identificação imediata e uma pergunta que move toda a pesquisa: o que realmente mudou na forma como a mulher artista da dança é vista, dos anos 1930 até hoje?”, enfatiza a artista da dança Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p>Ao investigar essas histórias, o projeto evidencia como o olhar de suspeição sobre essas mulheres era construído a partir de critérios recorrentes, como nacionalidade, tipos de dança praticados, estado civil, raça e circulação entre diferentes cidades e países.</p>
<p align="justify">
<p>Nos documentos e matérias da época, surgem classificações como bailarina clássica, de salão, vedete, fantasista, sambista, rumbeira, sapateadora, acrobata ou girls (integrante de coros). Categorias que, muitas vezes, vinham acompanhadas de discursos moralizantes e de uma vigilância que ultrapassava os palcos. As trajetórias mapeadas revelam um cenário complexo e cheio de contradições.</p>
<p align="justify">
<p>A maioria das bailarinas fichadas eram pernambucanas e de outros estados brasileiros. Mesmo percebendo uma maior glamourização em torno das bailarinas estrangeiras nas notícias e propagandas dos cassinos, o estigma moralizante recaía sobre todas elas. No caso de Maria José Rodrigues, bailarina pernambucana que atuava no Cassino Império, um detalhe chama atenção: no momento de seu fichamento no DOPS/PE, uma ficha do Departamento de Saúde Pública. Esse tipo de documento, associado a práticas de controle sanitário direcionadas a mulheres em situação de prostituição, historicamente submetidas a processos de estigmatização, evidencia como sua atuação artística era atravessada por dispositivos de vigilância que extrapolavam o campo da dança. Já Lilia Naldi, nome artístico de Maria de Lourdes de Sousa Pinheiro, transitava entre a dança clássica e as chamadas danças típicas brasileiras, com vínculos institucionais importantes, mas ainda assim foi monitorada, mostrando que nem o reconhecimento artístico a afastava da suspeição. Outras histórias chegam de forma fragmentada, como a de Dolores, que se apresentava ao lado do parceiro cubano Salvador Cárdenas, formando uma dupla que circulava por teatros e cassinos com repertórios que incluíam frevo e rumba.</p>
<p align="justify">
<p>A pesquisa também revela situações em que o próprio corpo em cena era motivo de vigilância. Marga Hernandez, por exemplo, dançava em dupla com Cecy, ou seja, duas mulheres em parceria artística em número de dança a dois, o que, em um contexto conservador, provocava estranhamento. Casos como o de Maria Lino, ligada ao maxixe, dança historicamente associada à sensualidade, mostram como determinadas expressões corporais eram usadas para reforçar julgamentos morais. Enquanto isso, Carmen Brown, artista negra de origem norueguesa, com atuação em danças afro-brasileiras e presença no cinema, era ao mesmo tempo celebrada e atravessada por discursos exotizantes, chegando a ser registrada oficialmente como branca, o que revela distorções profundas nos arquivos. Há ainda trajetórias marcadas por deslocamentos e narrativas dramáticas, como a de Alda Bogoslowa, artista russa que se apresentava como bailarina clássica e acumulava histórias de viagens, relações e episódios pessoais explorados publicamente. Ou como Geraldine Pike, acrobata estadunidense conhecida como “mulher sem ossos”, cuja vida privada também era monitorada, evidenciando como a vigilância se estendia para além da cena.</p>
<p align="justify">
<p>Mais do que exceções, essas histórias apontam para um padrão, que são mulheres artistas constantemente observadas, classificadas e julgadas, em um contexto em que suas trajetórias profissionais eram atravessadas por mecanismos de controle social. Mais do que reconstruir o passado, o projeto propõe um diálogo direto com o presente. As questões levantadas pela pesquisa, sobre trabalho, corpo, moralidade e representação, continuam atravessando a experiência de mulheres na dança hoje.</p>
<p align="justify">
<p>“Ao longo da pesquisa, reconheci nessas histórias experiências que ainda fazem parte da trajetória de muitas artistas da dança na atualidade, inclusive a minha e a de colegas de cena. Esses corpos seguem sendo atravessados por julgamentos, mas também seguem criando, resistindo e reinventando formas de existir”, complementa Marcela Rabelo.</p>
<p align="justify">
<p><strong>VIDEODANÇA</strong> &#8211; Essa reflexão também se desdobra na criação de videodança por Marcela Rabelo, obra inspirada nos registros históricos que busca tensionar, no corpo contemporâneo, as camadas de glamour, precarização e estigmatização associadas à figura da bailarina ao longo do tempo.</p>
<p align="justify">
<p>No processo de criação, além de participar como bailarina, Marcela convida mais três artistas da dança pernambucanas que dialogam com as técnicas de dança apresentadas nos documentos e arquivos históricos das bailarinas abarcadas na pesquisa: Amanda Andrade, Júlia França e Giselly Andrade.</p>
<p align="justify">
<p>A produção da videodança, em processo de construção, que estreia no dia 29/04 no canal do Youtube do projeto, dialoga diretamente com o artigo científico, estabelecendo uma ponte entre linguagem acadêmica e criação artística.</p>
<p align="justify">
<p>Em um movimento que conecta arte, pesquisa e memória, o projeto reafirma a importância de reconhecer o papel das mulheres na construção da cultura e de questionar as narrativas que, ainda hoje, atravessam seus corpos e suas trajetórias.</p>
<p align="justify">
<p>Realizado com incentivo do edital de fomento à cultura PNAB 2024 do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, e do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE), o projeto reforça a importância do investimento público em iniciativas que articulam pesquisa, criação artística e preservação da memória cultural.</p>
<p align="justify">
<p><strong>INFORMAÇÕES</strong><br />
Instagram: @bailarinasemsuspeicao<br />
Canal do Youtube do projeto: @bailarinasemsuspeição<br />
Blog/site: https://bailarinasemsuspeicao.blogspot.com/</p>
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		<title>Com oficina, aulas e espetáculos, Paço do Frevo comemora Dia Internacional da Dança</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 17:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_100862" aria-labelledby="figcaption_attachment_100862" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Kio Lima/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/CorpaFuturista-foto-Kio-Lima.jpg"><img class="size-medium wp-image-100862" alt="Kio Lima/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/04/CorpaFuturista-foto-Kio-Lima-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">CorpaFuturista será uma das atividades oferecidas pelo Paço do Frevo</p></div>
<p>Sábado (29) é dia de celebrar a arte da dança e partilhar a expressão do corpo em movimento através do Frevo. No Paço do Frevo, o Dia Internacional da Dança &#8211; instituído pela Unesco em 1982 &#8211; terá oficina com o Mestre Fernando Zacarias, porta-estandarte do Galo da Madrugada há mais de quatro década, e também apresentação de dois duetos, intitulados “O que tu ganha quando perde?” (PE), de Pinho Fidélis e Matheus Lumiere, e “CorpaFuturista: a cena brincada no Nordeste Futurista” (PB), de Karla Olip e Lua Camboatá. Além disso, haverá aulas curtas de dança em diversos horários para quem quer aprender os passos básicos do Frevo, com o professor Henrique Braz.</p>
<p>A oficina com Zacarias faz parte do Desvendando Mestres e Mestras, um dos projetos de formação da Escola Paço do Frevo. Com a proposta de aproximar as pessoas dos saberes e modos de fazer e pensar o Frevo de mestres e mestras da cultura popular, acontecerá das 10h à 14h. Na ocasião, Mestre Zacarias vai compartilhar seus saberes e processos criativos na missão que mantém de ser o primeiro e, até então, único a carregar o símbolo imponente do maior bloco de Carnaval do mundo, sempre com figurino impecável: roupa, sapato, meião e peruca inspirados em Luís XV, rei da França no século 18.</p>
<p>Ele também irá falar da sua trajetória e de memórias afetivas, além de propor ensinamentos práticos a partir da sua experiência como porta-estandarte. As inscrições gratuitas devem ser feitas neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMonYlX78TiXSm4m5Y_3hk1MiDt8m3F6uQsqVbs1cZslbvlQ/viewform" target="_blank"><strong>link</strong></a>.</p>
<p>Também no sábado (29), através do projeto Panorama Dança, o Paço do Frevo promove, às 16h, a apresentação da coreografia “O que tu ganha quando perde?”, que os dançarinos e passistas Pinho Fidélis e Matheus Lumiere construíram como fruto do ano de trabalho na Escola Municipal de Frevo do Recife em 2022. Através da pedagogia da dança, que defende a liberdade e autonomia dos corpos, o curto espetáculo, com três minutos de duração, tem como objetivo provocar e fazer o público refletir e descortinar os olhos de quem limita, reduz e invisibiliza pessoas com deficiência, desafiando o corpo dos passistas que buscam ultrapassar limites impostos à primeira vista.</p>
<p>Na sequência, será a vez do duo “CorpaFuturista: a cena brincada no Nordeste Futurista”, das brincantes paraibanas Karla Olip e Lua Camboatá, uma construção feita na artesania de universos simbólicos tradicionais, urbanos e tecnológicos. Assim como são as brincadeiras populares, a cena dessa performance, com duração de 45 minutos, é feita por jogos de composição e improvisação que têm o brincar como uma experiência de laboratório de movimento, musicalidade, composição e ancestralidade. O acesso para as duas coreografias é mediante ingresso do museu, que custa R$ 10 inteira e R$ 5 meia.</p>
<p>Ainda no sábado (29), o projeto do Paço Vivências em Dança oferecerá minioficinas de Frevo com o professor Henrique Braz para quem quer experimentar uma introdução ao Frevo, com passos básicos. Haverá aulas em quatro horários: 15h, 15h40, 16h20 e 17h. O acesso também é mediante ingresso do museu.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Dia Internacional da Dança<br />
29 de abril de 2023 (sábado)</p>
<p><strong>Desvendando Mestres e Mestras, com Mestre Zacarias</strong><br />
Das 10h às 14h<br />
Acesso gratuito mediante inscrição prévia neste <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdMonYlX78TiXSm4m5Y_3hk1MiDt8m3F6uQsqVbs1cZslbvlQ/viewform" target="_blank"><strong>link</strong></a></p>
<p><strong>Panorama Dança</strong><br />
Às 16h<br />
“O que tu ganha quando perde?” (PE) e “CorpaFuturista: a cena brincada no Nordeste Futurista” (PB)<br />
Acesso mediante ingresso do museu: R$ 10 inteira | R$ 5 meia</p>
<p><strong>Vivências em Dança</strong><br />
Com Henrique Braz<br />
Às 15h, 15h40, 16h20 e 17h<br />
Acesso mediante ingresso do museu: R$ 10 inteira | R$ 5 meia</p>
<p>Paço do Frevo &#8211; Praça do Arsenal da Marinha, s/n, Bairro do Recife, Recife<br />
Horários: Terça a sexta, 10h às 17h | Sábado e domingo, 11h às 18h<br />
Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia) &#8211; entrada gratuita às terças-feiras<br />
*Confira <a href="https://pacodofrevo.org.br/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a política de gratuidade do museu</p>
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		<title>Dia Internacional da Dança é comemorado com evento on-line da Secult-PE nesta quinta (29)</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 07:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dia Internacional da Dança será comemorado nesta quinta (29) com um vento on-line no YouTube da Secult-PE. A programação traz apresentações artísticas pré-gravas e exibidas em primeira mão nas transmissões, exibição de gravações enviadas por pessoas envolvidas com a dança em Pernambuco e rodas de conversa sobre o tema. O dia termina com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79508" aria-labelledby="figcaption_attachment_79508" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/arreia_divulgação2.jpg"><img class="size-medium wp-image-79508" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/arreia_divulgação2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Arreia&#8221;, gravado em casa, vai encerrar o evento.</p></div>
<p>O Dia Internacional da Dança será comemorado nesta quinta (29) com um vento on-line no <a href="https://www.youtube.com/channel/UCT5PSuU04OEECWc7vwcbnCA" target="_blank">YouTube da Secult-PE</a>. A programação traz apresentações artísticas pré-gravas e exibidas em primeira mão nas transmissões, exibição de gravações enviadas por pessoas envolvidas com a dança em Pernambuco e rodas de conversa sobre o tema. O dia termina com a Mostra Brasileira de Dança e apresentação da peça coreográfica Arreia, de Íris e Iara Campos. O acesso é livre e gratuito a partir das 15h.</p>
<p>A abertura vai contar com a participação do secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, Maria Paula Costa Rêgo, que é assessora de Dança da Secult-PE, Alan Leite, diretor da Cia Aje de Dança, e Sérgio Galdino, assessor de Dança da Prefeitura do Recife.</p>
<p>A primeira atração do evento vai ao ar às 15h30. “TRAÇOS, Nossa Dança!”, acontecerá em quatro atos, sempre entre uma ação e outra, trazendo o conjunto editado de vídeos enviados anteriormente por pessoas que ocupam o território da dança pernambucana. As demais exibições estão marcadas para 17h, 18h e 19h20.</p>
<p>Antes disso, entre 16h e 17h, a mesa “Reverberações de uma formação técnica em dança” vai reunir Zé Manoel Sobrinho, presidente da Fundação da Cidade do Recife, Ana Vitória Freire, coreógrafa, Nanny Alves, pedagoga e bailarina, e Matias Santiago, bailarino e coreógrafo. A mediação fica por conta de Maria Paula Costa Rêgo.</p>
<p>Entre 17h30 e 18h, acontece a mesa “Lançamento da Plataforma de Dança Mercadança”, trazendo a discussão “Pontes entre Pernambuco e América Latina”. Enriquecem a conversa Iris Macêdo, gestora cultural e diretora do Fervo Projetos Culturais, e Flávia Pinheiro, que é coreógrafa, performer e pesquisadora.</p>
<p>O encerramento com a Mostra Brasileira de Dança e apresentação de ”Arreia” mostra uma produção que considerou corpo e dramaturgia do caboclinho como mote da criação, tendo como recorte o Caboclinho 7 Flexas do Recife, agremiação que as artistas integram há 16 anos. O espetáculo gravado em casa tem como objetivo falar sobre a ancestralidade indígena presente no caboclinho e na linhagem familiar das dançarinas e de Paulinho 7 Flexas, diretor da criação e Mestre do Caboclinho 7 Flexas do Recife, que é um dos Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. “Arreia é sobre esse fio que liga a história dos povos originários, suas lutas, resistência, festejos, espiritualidade e como essa dramaturgia mítica está presente no Caboclinho”, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/iara-e-iris-campos-apresentam-o-espetaculo-arreia-no-canal-do-sesc-pernambuco-no-youtube/" target="_blank">contam as bailarinas</a>.</p>
<p>“Para além do ato de comemoração do Dia Internacional da Dança, este é um ato de resistência. Sabemos todos da situação difícil que estamos passando, mas é um momento em que não podemos parar. Estaremos juntos nos blocos TRAÇOS, teremos as mesas sobre assuntos muito importantes para a dança na atual conjuntura e fomos presenteados pela Mostra Brasileira de Dança com Arreia, espetáculo realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, encerrando o evento”, avaliou Maria Paula Costa Rego.</p>
<p><b>Serviço</b><br />
Dia Internacional da Dança<br />
Transmissão ao vivo no YouTube.com/SecultPE<br />
29 de abril, quinta-feira, a partir das 15h<br />
Acesso livre e gratuito</p>
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		<title>Para marcar o Dia Internacional da Dança, Elis Costa lança a performance &#8220;Plantando o Voo&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 13:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vazio dos palcos, o silêncio e a necessária ausência de público em tempos de morte-vida orquestrados por um desgoverno, quando o isolamento social ainda é a principal arma da população em combate à COVID-19, são realidades que têm movido o setor cultural na criação de alternativas de sobrevivência para fazer-se viva a conexão entre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_84010" aria-labelledby="figcaption_attachment_84010" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alexandre Salomão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Crédito-do-fotógrafo-Alexandre-Salomão2.jpg"><img class="size-medium wp-image-84010" alt="Alexandre Salomão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/Crédito-do-fotógrafo-Alexandre-Salomão2-607x326.jpg" width="607" height="326" /></a><p class="wp-caption-text">Após a exibição da performance, Elis Costa vai comandar um bate-papo no Zoom sobre o processo de criação do trabalho</p></div>
<p>O vazio dos palcos, o silêncio e a necessária ausência de público em tempos de morte-vida orquestrados por um desgoverno, quando o isolamento social ainda é a principal arma da população em combate à COVID-19, são realidades que têm movido o setor cultural na criação de alternativas de sobrevivência para fazer-se viva a conexão entre obra artística e plateia, agora virtual. É a partir do pisar em campos desabitados, sentindo-se entre profundas lacunas e ainda sem direção, que o corpo é tomado por uma ânsia enorme de transformação. Imersa nessas sensações singulares e também coletivas impostas pela pandemia, Elis Costa, artista da Dança, do Teatro e do Audiovisual com 28 anos de trajetória nas artes, também pesquisadora dos Direitos Humanos, iniciou um estudo em formato de performance sobre a capacidade humana de transfigurar, transcender e cocriar novas possibilidades de mundos.</p>
<p>O desdobramento dessa inquietação interna da artista resultou na videodança “Plantando o Voo”, que tem idealização, direção, dança e produção da própria Elis Costa, e os saberes de Liana Gesteira, Alexandre Salomão, Yanna Luz, Flepa, Thiago Liberdade, Zé Diniz, Ailce Moreira e Jairzinho. A videodança será lançada no Dia Internacional da Dança, próximo 29 de abril (quinta-feira), às 19h, no canal do Youtube da artista (o link será disponibilizado na bio do Instagram @eliscosta). Logo após a exibição, às 19h30, haverá uma live pelo Zoom com a equipe de criação, com ingressos gratuitos pelo Sympla, para troca de experiências com o público sobre os processos que permearam o desenvolvimento da obra. O projeto tem incentivo da Lei Aldir Blanc através do edital de criação, fruição e difusão da LAB PE.</p>
<p>Elis Costa foi desenhando a dramaturgia dos movimentos do corpo que antecedem o voo a partir da sua participação na performance de longa duração chamada “COVID-A: um segundo de dança por cada vida interrompida”, a qual reuniu 30 artistas de cinco estados brasileiros nos primeiros meses da pandemia, em agosto de 2020, com transmissão via streaming. Nessa ação coletiva idealizada por Valéria Vicente, a artista desenvolveu e apresentou o experimento inédito “Estudando o voo”, atravessada por todos os sentimentos que eclodiram ao longo do isolamento social.</p>
<p>Aprofundando essa pesquisa iniciada no ano passado e investigando outras metodologias de composição, Elis Costa reuniu uma equipe de profissionais da Dança e do Cinema para desenvolver uma performance pensada exclusivamente para a tela, onde todos os elementos do audiovisual se movem junto com a artista, seja o enquadramento, a iluminação, a fotografia, o desenho sonoro, a profundidade de campo, a câmera, a edição, o figurino, a montagem, tudo está em contínuo movimento. A videodança “Plantando o Voo” marca uma significativa transformação na trajetória artística de Elis, sendo o seu primeiro trabalho criativo autoral. Como a própria artista descreve, a obra nasce de uma proposta historiográfica de si em tempos de catástrofe e de reinvenção da esperança afetiva e corporificada. De forma simultânea e internalizada nos moveres, quatro posturas, ou quatro forças, permeiam a videodança: sentir a queda, mover o que impede de arremeter, construir ou reconhecer habilidades para sustentar-se e permanecer em deslocamento.</p>
<p><i>“Havia uma ideia de elaboração do luto, que é humano e necessário para a continuidade da vida. Para mim era muito forte a coisa do voo, as emoções, as metáforas que nós como humanos atribuímos ao ato de voar, como uma realização do supostamente impossível. Quando falo em realização penso na capacidade de continuar viva, de não morrer vítima desse genocídio. Penso nas florestas, nas águas, nos territórios. A partir do meu olhar para tudo isso que estamos vivendo, eu comecei a investigar os meus movimentos, a mergulhar para dentro de mim mesma. Eu sabia que precisava sentir o processo, tirar da minha frente aquilo que me impedia de realizar. Foi aí que cheguei em quatro posturas que me capturavam naquele momento: sentir a queda, mover o que impede de arremeter, construir ou reconhecer habilidades para sustentar-se, e finalmente, permanecer em deslocamento. Então eu entendo o voo como a capacidade da gente de transcender, de transformar. Porque tudo o que voa passa por várias fases anteriores; mesmo que já nasça com asas tem um processo a ser feito. E quando eu falo de voo, eu não relaciono a nenhuma espécie animal, é uma mistura de humano com esse fenômeno todo, com esse poder de transmutação. Para mim o voo é um delírio, um mergulho nessa imaginação como um caminho, uma ponte de criação de mundos e de outras possibilidades”, <b>explica a artista Elis Costa</b></i>.</p>
<p>A artista complementa que a videodança “Plantando o Voo” terá outros desdobramentos – uma parte deles já poderá ser assistida, em exibição única, também no dia 29 de abril (quinta-feira), durante a live do Zoom, às 19h30, com ingressos gratuitos distribuídos pelo Sympla.</p>
<p><b>Sobre Elis Costa</b> – É artista da Dança, do Teatro, do Audiovisual, historiadora, pesquisadora, arte-educadora e produtora cultural. Licenciada em História (UPE) e em Artes Cênicas (UFPE), especialista em Dança pela Faculdade Angel Vianna e mestra em Direitos Humanos (UFPE). Como intérprete-criadora viveu grande parte de sua carreira dentro de companhias de dança da cidade do Recife, tendo participado de vários espetáculos, coreografias, performances, filmes, intervenções, vídeos, audiodanças e videodanças. Dançou e ministrou oficinas e cursos por Pernambuco e demais estados do território nacional, além de países como Portugal, Chile, Paraguai, Uruguai e Argentina. Desde 2012 integra a equipe do coletivo Acervo RecorDança, onde atua como pesquisadora, desenvolvendo projetos de salvaguarda da memória da dança no estado, como exposições, ações pedagógicas e educativas, publicações, documentários, grupos de estudos e podcasts. Desenvolveu o projeto “O mais que humano em nós”, nascido e executado em tempo de isolamento social pelas mídias sociais, onde transversaliza temas da dança e dos direitos humanos em uma série de lives com convidades. É produtora cultural e como tal tem atuado em instituições, mostras, festivais, projetos e eventos. Com 28 anos de percurso nas artes, somente em 2020 inicia a um trabalho criativo autoral, durante a pandemia do COVID-19 no Brasil.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span></b><br />
<b>Lançamento da videodança “Plantando o Voo” da artista Elis Costa</b><br />
Data: 29 de abril (quinta-feira), Dia Internacional da Dança<br />
Horário: 19h<br />
Exibição via plataforma digital: <strong><a href="https://www.youtube.com/channel/UCNzVpspgracY_HRE6bFItJg" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UCNzVpspgracY_HRE6bFItJg&amp;source=gmail&amp;ust=1619529205407000&amp;usg=AFQjCNFgzmhy75kHD5YkAx98ScpQCp9VxQ">www.youtube.<wbr />com/channel/UCNzVpspgracY_<wbr />HRE6bFItJg</a></strong> (o link será disponibilizado na bio do Instagram @eliscosta)<br />
Acesso: gratuito<br />
Duração: 7 minutos<br />
Classificação indicativa: livre</p>
<p><b>Conversa com a equipe de criação da videodança “Plantando o Voo” + exibição única de parte de seus desdobramentos</b><br />
Data: 29 de abril (quinta-feira), Dia Internacional da Dança<br />
Horário: 19h30<br />
Exibição via plataforma digital: Zoom<br />
Acesso: ingressos gratuitos pelo Sympla (link para ingresso na bio do Instagram @eliscosta)<br />
Duração: 1 hora<br />
Classificação indicativa: livre<br />
*Transmissão com acessibilidade em libras*</p>
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		<item>
		<title>Divulgados os nomes dos selecionados para a master class com o bailarino francês James Carlès</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2019 12:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bailarino]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Dança]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Francês do Brasil/Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife]]></category>
		<category><![CDATA[James Carlès]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria de Cultura e Fundarpe divulgam nesta quinta-feira (25) a lista dos 26 inscritos que vão participar da master class com o bailarino francês James Carlès na próxima terça-feira (30), no Museu de Artes Afro-Brasileira (Muafro), no Recife Antigo, das 10h às 13h. A ação gratuita faz parte de uma parceria entre o Governo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68309" aria-labelledby="figcaption_attachment_68309" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6489.jpg"><img class="size-medium wp-image-68309 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6489-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Até o momento, o repertório da sua companhia, a da Cie James Carlès Danse &amp; Co, é vasto e conta com mais de 50 espetáculos de sua criação ou feitos por outros autores</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura e Fundarpe divulgam nesta quinta-feira (25) a lista dos 26 inscritos que vão participar da master class com o bailarino francês James Carlès na próxima terça-feira (30), no Museu de Artes Afro-Brasileira (Muafro), no Recife Antigo, das 10h às 13h. <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/governo-de-pernambuco-promove-uma-serie-de-acoes-para-celebrar-o-dia-internacional-da-danca/" target="_blank">A ação gratuita faz parte de uma parceria entre o Governo de Pernambuco e o Instituto Francês do Brasil/Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife para celebrar o Dia Internacional da Dança,</a></strong> celebrado no dia 29 de abril.</p>
<p>A programação promovida pelo Governo de Pernambuco conta com outras atividades, como a do próximo final de semana, no sábado (27) e domingo (28), das 11h às 13h, na Estação Central Capiba – Museu do Trem, com as performances “Estamos em obras”, de Clarisse Faye e Adelmo do Vale; e uma &#8220;Trilogia Coreográfica&#8217;, em que três coreógrafos pernambucanos criam pequenas peças para que o bailarino Sérgio Galdino as interprete. A entrada é gratuita. Na segunda-feira (30), James Carlès apresentará o espetáculo solo “Psaumes#2 Happi, La Tristesse du Roi”, no Teatro Rio Mar, às 19h30. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia).</p>
<div id="attachment_68308" aria-labelledby="figcaption_attachment_68308" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6183.jpg"><img class="size-medium wp-image-68308 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6183-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde 1992, James Carlès atua com uma abordagem analítica que busca conciliar as danças, ritmos e filosofias da África e da diáspora com técnicas e pensamento ocidentais</p></div>
<p style="text-align: left;">Coreógrafo, pesquisador e conferencista, James Carlès estudou inicialmente a dança e música da África e da Diáspora, e depois se formou com grandes nomes da dança moderna em Nova York e em Londres. Desde 1992, deu início a uma abordagem analítica que busca conciliar as danças, ritmos e filosofias da África e da diáspora com técnicas e pensamento ocidentais.</p>
<p>Até o momento, o repertório da sua companhia é vasto, com mais de 50 espetáculos de sua criação ou feitos por outros autores. Ele também é um solista reconhecido, tendo interpretado criações de grandes artistas, como Carolyn Carlson, Robyn Orlin e Rui Horta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>Master class: RESET, com James Carlès (França)</em><br />
30 de abril | 10h às 13h<br />
MUAFRO – Museu de Artes Afro-Brasileira (Rua Matriz e Barros, 328, Bairro do Recife)<br />
Mais informações: (81) 3097.5268 | info@fervoprojetos.com</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a lista dos selecionados em ordem alfabética:</strong></span><br />
1.    Adelmo do Vale<br />
2.    Adones Vasconcelos<br />
3.    Aline Lemos<br />
4.    Aline Lopes<br />
5.    Breno Vieira<br />
6.    Dandara Marques<br />
7.    Duda Freyre<br />
8.    Edvaldo Santos<br />
9.    Gabriela Carvalho<br />
10.    Gabrielle Conde<br />
11.    Giselly Nunes de Andrade<br />
12.    Jair Simão<br />
13.    José W. Junior<br />
14.    Kailah Rebeca<br />
15.    Lua Costa<br />
16.    Luana Andrade<br />
17.    Lucas Melo<br />
18.    Marcela Rabelo<br />
19.    Maya Ferreira<br />
20.    Nayara Temporal<br />
21.    Paulo Queiroz<br />
22.    Rebeca Gondim<br />
23.    Renata Botelho<br />
24.    Rogério Ramos<br />
25.    Wallison Albuquerque<br />
26.    Yuri Silva</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Governo de Pernambuco promove uma série de ações para celebrar o Dia Internacional da Dança</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/governo-de-pernambuco-promove-uma-serie-de-acoes-para-celebrar-o-dia-internacional-da-danca/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 19:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[James Carlès]]></category>
		<category><![CDATA[museu do trem]]></category>
		<category><![CDATA[secretaria de cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Celebrado em todo o mundo no dia 29 de abril, em Pernambuco o Dia Internacional da Dança terá uma programação especial promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, numa parceria com o Instituto Francês do Brasil/Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife. Ao todo, três atividades distintas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68064" aria-labelledby="figcaption_attachment_68064" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6360.jpg"><img class="size-medium wp-image-68064 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6360-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Coreógrafo, pesquisador e conferencista, James Carlès estudou inicialmente a dança e música da África e da Diáspora, e depois se formou com grandes nomes da dança moderna em Nova York e em Londres</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Celebrado em todo o mundo no dia 29 de abril, em Pernambuco o Dia Internacional da Dança terá uma programação especial promovida pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, numa parceria com o Instituto Francês do Brasil/Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife. Ao todo, três atividades distintas ocupam a programação, que já começam no próximo final de semana, sábado (27) e domingo (28), das 11h às 13h, na Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem, com a performance “Estamos em obras”, de Clarisse Faye e Adelmo do Vale; e uma Trilogia Coreográfica, em que três coreógrafos pernambucanos criam pequenas peças para que o bailarino Sérgio Galdino as interprete. As outras ações são a realização do espetáculo “Psaumes#2 Happi, La Tristesse du Roi”, do bailarino James Carlès (FR), na segunda-feira (29), no Teatro Rio Mar, às 19h30; <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/governo-de-pernambuco-promove-master-class-com-o-dancarino-frances-james-carles/" target="_blank">e uma master class gratuita com Cárles</a></strong>, na terça-feira (30), no Museu de Artes Afro-Brasileira (Muafro), das 10h às 13h.</p>
<p>Essa programação integra o início da cooperação da atual gestão da Secult-PE/Fundarpe com parceiros e instituições internacionais.<em> “A ideia é que possamos cada vez mais firmar parcerias como essa do Instituto Francês do Brasil / Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife, num formato de troca de saberes e de conexão com fazedores de cultura de outros países”</em>, ressalta o secretário estadual de Cultura, Gilberto Freyre Neto.</p>
<div id="attachment_68256" aria-labelledby="figcaption_attachment_68256" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/47679255721_5fd1040560_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-68256 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/47679255721_5fd1040560_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">No sábado (27) e domingo (28), das 11h às 13h, a Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem recebe duas performances: “Estamos em obras”, de Clarisse Faye e Adelmo do Vale; e a “Trilogia Coreográfica”, com Sérgio Galdino</p></div>
<p>De acordo com Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe,<em> “outro destaque desta iniciativa é porque ela vai interagir diretamente com um dos nossos equipamentos culturais, a Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem, levando novos públicos aos nossos espaços culturais e conectando-os com a produção cultural local e internacional”</em>, explica.</p>
<p>No sábado (27) e domingo (28), das 11h às 13h, o Coletivo Pomba Gira 24 e o bailarino Sérgio Galdino estarão na Estação Central Capiba &#8211; Museu do Trem para realizar, respectivamente, ensaios e processos de criação abertos à observação do público.<em> “A apresentação é um processo de criação em aberto para que o público possa visitar a obra coreográfica em construção. A ideia é que as pessoas possam observar a performance o tempo que quiser e depois conversar com os artistas sobre o que se estava sendo visto”</em>, revela Maria Paula Costa Rêgo, coordenadora de Dança da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<div id="attachment_68263" aria-labelledby="figcaption_attachment_68263" class="wp-caption img-width-498 aligncenter" style="width: 498px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/IMG_20180615_152406337.jpg"><img class="size-medium wp-image-68263 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/IMG_20180615_152406337-498x486.jpg" width="498" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Na performance &#8220;Trilogia Coreográfica&#8221;, três coreógrafos pernambucanos criam pequenas peças para que o bailarino Sérgio Galdino as interprete</p></div>
<p>Já o espetáculo solo “Psaumes#2 Happi, La Tristesse du Roi”, da Cie James Carlès Danse &amp; Co, tem na sua ficha técnica, além do James Carlès como bailarino, nomes importantes da dança internacional, como Heddy Maalem (coreografia) e Rachel Garcia (figurino e cenografia). James Carlès estará pela primeira vez no Brasil com passagem pelas cidades de Brasília, Salvador e Recife. Na capital federal, se apresenta no Movimento Internacional de Dança (MID) e, em Salvador, no Festival Vivadança – ambos apoiados pelo Instituto Francês do Brasil.</p>
<p>No Recife, além do Governo de Pernambuco e do Instituto Francês do Brasil/Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife, a peça conta com o apoio do Instituto Francês do Brasil, Apacepe, Shopping RioMar, Teatro RioMar, Muafro e Rede Globo Nordeste, com produção da Fervo Projetos Culturais. A apresentação será na segunda-feira (29), às 19h30, no Teatro Rio Mar. Os ingressos custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada).</p>
<div id="attachment_68262" aria-labelledby="figcaption_attachment_68262" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_9254.jpg"><img class="size-medium wp-image-68262 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_9254-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Até o momento, o repertório de James Carlès é vasto, com mais de 50 espetáculos de sua criação ou feitos por outros autores.</p></div>
<p>Encerrando a programação, James Carlès vai ministrar a master class &#8220;Reset&#8221;, na terça-feira (30), das 10h às 13h, no Museu de Artes Afro-Brasileira (Muafro). O resultado dos 25 selecionados será divulgado na próxima quinta-feira (25) no Portal Cultura.PE (<strong><a href="www.cultura.pe.gov.br" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br</a></strong>).</p>
<p><strong>James Carlès -</strong> Coreógrafo, pesquisador e conferencista, estudou inicialmente a dança e música da África e da Diáspora, e depois se formou com grandes nomes da dança moderna em Nova York e em Londres. Desde 1992, deu início a uma abordagem analítica que busca conciliar as danças, ritmos e filosofias da África e da diáspora com técnicas e pensamento ocidentais.</p>
<div id="attachment_68261" aria-labelledby="figcaption_attachment_68261" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Emmanuel Tussore/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6223-foto-Emmanuel-TussoreEmmanuel-Tussore.jpg"><img class="size-medium wp-image-68261 " alt="Emmanuel Tussore/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/04/MG_6223-foto-Emmanuel-TussoreEmmanuel-Tussore-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além do solo &#8220;Happi, La Tristesse du Roi&#8221;, Carlès interpretou outras criações de grandes artistas, como Carolyn Carlson, Robyn Orlin e Rui Hort</p></div>
<p>Até o momento, o repertório da sua companhia é vasto, com mais de 50 espetáculos de sua criação ou feitos por outros autores. Ele também é um solista reconhecido, tendo interpretado criações de grandes artistas, como Carolyn Carlson, Robyn Orlin e Rui Horta.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span> </strong><br />
<em>Programação gratuita do Dia Internacional da Dança, promovida pelo Governo de Pernambuco e Instituto Francês do Brasil / Consulado Geral da França para o Nordeste no Recife<br />
</em></p>
<p><em>Processo aberto de criação coreográfica:</em><br />
• “Estamos em Obras”, de Clarisse Faye e Adelmo do Vale<br />
• “Trilogia Coreográfica”, com Sérgio Galdino<br />
27 e 28 de abril | 11h às 13h<br />
Estação Central Capiba / Museu do Trem (Rua Floriano Peixoto, s/n, São José, Recife)<br />
Classificação: Livre</p>
<p><em>“Psaumes#2 Happi, La Tristesse du Roi”, com James Carlès (FR)</em><br />
29 de abril | 19h30<br />
Classificação Indicativa: 14<br />
R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)</p>
<p><em>Master class “Reset”, com James Carlès (FR)</em><br />
30 de abril | 10h às 13h<br />
Museu de Artes Afro-Brasileira – Muafro (Rua Mariz e Barros, s/n, Bairro do Recife)<br />
Público alvo: artistas da dança em geral</p>
]]></content:encoded>
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