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	<title>Portal Cultura PE &#187; download</title>
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		<title>“Gonguê: o ferro que canta” é disponibilizado gratuitamente na web</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2022 17:58:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lançado recentemente, o livro “Gonguê: o ferro que canta” está disponível gratuitamente para download no site da Titivillus Editora: www.titivilluseditora.com.br/product-page/gongu%C3%AA-o-ferro-que-canta. De autoria Bebela Costa e Tainá Bulhões, o livro foi produzido com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e traz histórias sobre o instrumento musical gonguê, um milenar sino de ferro sem badalo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/livro-congue.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93607" alt="livro-congue" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/05/livro-congue-349x486.jpg" width="349" height="486" /></a></p>
<p>Lançado recentemente, o livro “Gonguê: o ferro que canta” está disponível gratuitamente para download no site da Titivillus Editora: <a href="https://www.titivilluseditora.com.br/product-page/gongu%C3%AA-o-ferro-que-canta" target="_blank"><strong>www.titivilluseditora.com.br/product-page/gongu%C3%AA-o-ferro-que-canta</strong></a>.</p>
<p>De autoria Bebela Costa e Tainá Bulhões, o livro foi produzido com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco e traz histórias sobre o instrumento musical gonguê, um milenar sino de ferro sem badalo, que está presente em diferentes culturas espalhadas por todo mundo. Porém, é sobre suas raízes no continente africano que a pesquisa se debruça. Esse recorte foi selecionado devido ponto de partida que motivou a pesquisa: o Maracatu de Baque Virado, manifestação pernambucana originada nas religiões de matriz africana.</p>
<p>“Gonguê o ferro que canta” inicia com dois contos sobre o Ogum, orixá guerreiro e senhor do ferro, seguidos do levantamento sobre os múltiplos usos do instrumento em sete países africanos, Guiné, Nigéria, Camarões, Gana, Togo, Congo e Zimbabwe.</p>
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		<title>Caroline Arcoverde disponibiliza e-book &#8220;Monstro de Estimação&#8221; para download</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2021 21:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A escritora Caroline Arcoverde lançou nesta semana seu mais novo livro infantil &#8220;Monstro de Estimação&#8221;. Com ilustrações de Hevilla de França, a obra está disponível para download gratuito no site www.livromonstrodeestimacao.com, onde é possível também conferir um vídeo com audiobook. A publicação conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. PUBLICAÇÃO - Livro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/3is6YQDJw_s" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A escritora Caroline Arcoverde lançou nesta semana seu mais novo livro infantil &#8220;Monstro de Estimação&#8221;. Com ilustrações de Hevilla de França, a obra está disponível para download gratuito no site <a href="https://www.livromonstrodeestimacao.com/" target="_blank"><strong>www.livromonstrodeestimacao.com</strong></a>, onde é possível também conferir um vídeo com audiobook. A publicação conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p><strong>PUBLICAÇÃO -</strong> Livro voltado para o publico infantil, &#8220;Monstro de Estimação&#8221; conta a história de Luna, uma menina inteligente e corajosa que tenta descobrir como lidar com um novo &#8220;amigo&#8221;, um monstrinho de estimação.</p>
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		<title>No Mês do Livro, Cepe disponibiliza 10 e-books gratuitos para download</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/no-mes-do-livro-cepe-disponibiliza-10-e-books-gratuitos-para-download/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 19:16:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cepe Editora (@cepeeditora) Para celebrar o Mês do Livro, até o dia 30 de abril, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) oferece o download gratuito de dez e-books, repetindo o sucesso de 2020. Esta é a terceira ação da empresa, desde o início da pandemia, no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CNa2Fx2rQTC/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CNa2Fx2rQTC/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p>Para celebrar o Mês do Livro, até o dia 30 de abril, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) oferece o download gratuito de dez e-books, repetindo o sucesso de 2020. Esta é a terceira ação da empresa, desde o início da pandemia, no sentido de democratizar o acesso à leitura e incentivar as pessoas a ficarem em casa, promovendo a hashtag #JuntosNaLeitura. Duas datas marcam a ação: Dia Mundial do Livro (23) e Dia Nacional do Livro Infantil (18). Para baixar os títulos basta acessar as principais plataformas digitais (Amazon, Apple, Kobo, Livraria Cultura e Google Play Books).</p>
<p>Nesta campanha, as obras liberadas trazem diversidade de gênero, livros esgotados em sua versão impressa, muito procurados pelos leitores, e autores consagrados como Cida Pedrosa (Prêmio Jabuti 2020) e Silviano Santiago. Os títulos são: &#8220;Três homens chamados João &#8211; Uma tragédia em 1930&#8243; (Ana Maria César), &#8220;O Brasil de Gilberto Freyre&#8221; (Mário Helio), &#8220;A emparedada da Rua Nova&#8221; (Carneiro Vilela), &#8220;Jogo de cena&#8221; (Andrea Nunes), &#8220;Gris&#8221; (Cida Pedrosa), &#8220;Memórias do Araguaia&#8221; (Dagoberto Alves Costa), &#8220;Uma literatura nos trópicos&#8221; (Silviano Santiago), &#8220;Genealogia da Ferocidade&#8221; (Silviano Santiago), &#8220;O breve fulgor do tempo&#8221; (José Rodrigues de Paiva) e &#8220;Viagem ao Brasil – 1644-1654&#8243; (Peter Hansen Hajstrup).</p>
<p>Além dessa ação, em compras a partir de R$ 80,00, feitas na loja on-line, o consumidor ganhará o exemplar do título O que eu disse e o que me disseram: A improvável vida de Geraldo Freire. Em março do ano passado, a Cepe disponibilizou 14 e-books para download gratuito. Em abril de 2020, mais dez e-books foram liberados.</p>
<p>&#8220;Com essa iniciativa, a Cepe reforça seu compromisso com a democratização do acesso ao livro. O Brasil vive hoje uma realidade cruel marcada por ataques do Governo Federal às políticas públicas de cultura, educação e fomento à leitura. É preciso que a sociedade atenda ao chamado em defesa do livro; que refute o pensamento de que livro é coisa de elite e de que pobre não lê para justificar a tributação sobre os livros&#8221;, destacou o presidente Ricardo Leitão.</p>
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		<title>Livro sobre Sítio Roberto Burle Marx é disponibilizado gratuitamente na internet</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-sobre-sitio-roberto-burle-marx-e-disponibilizado-gratuitamente-na-internet/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 20:26:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Localizado em Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), o Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx (SRBM) – onde o paisagista morou entre 1973 e 1994 – é um espaço singular. Unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o monumento dispõe de um acervo botânico com mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_83383" aria-labelledby="figcaption_attachment_83383" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Oscar Liberal/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/sitio-burle-marx-foto-oscar-liberal.jpg"><img class="size-medium wp-image-83383" alt="Oscar Liberal/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/sitio-burle-marx-foto-oscar-liberal-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Além dos jardins projetados pelo paisagista, o local reúne várias obras de arte</p></div>
<p>Localizado em Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ), o Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx (SRBM) – onde o paisagista morou entre 1973 e 1994 – é um espaço singular. Unidade especial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o monumento dispõe de um acervo botânico com mais de 3.500 espécies, além de diversas obras de arte de Burle Marx e outros artistas. Pinturas, gravuras, cerâmicas, tapeçarias, murais, painéis de azulejos e mobiliário compõem a coleção.</p>
<p>Esse espaço exuberante está sintetizado no livro Sítio Roberto Burle Marx, que além de vasto material fotográfico inclui artigos de especialistas em arquitetura, paisagismo e artes visuais. A obra foi lançada nesta quinta-feira, 08 de abril. Os textos analisam aspectos da biografia de Burle Marx, bem como de sua produção como artista e paisagista. Além disso, a história do processo de tombamento do Sítio é recontada na publicação. Também ganham destaque apresentações dos jardins, viveiros e do conjunto edificado, como a casa de Burle Marx.</p>
<p>Com imagens de todos os ambientes, o livro possibilita ao leitor percorrer cada cômodo e conferir a ampla diversidade do acervo da instituição, que inclui arte cusquenha, pré-colombiana, sacra e popular brasileira. Uma cronologia dos principais projetos paisagísticos de autoria de Burle Marx completa a publicação, que realça a grandeza do patrimônio preservado pelo Sítio e a sua importância como lugar de memória: repositório ímpar das múltiplas dimensões da vida e obra do paisagista. Todo o conteúdo se distribui ao longo de 309 páginas ricamente ilustradas.</p>
<p>A produção da obra integra o amplo projeto de requalificação do SRBM, executado pelo Intermuseus em parceria com o Iphan e com apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da Lei de Incentivo à Cultura. O livro já foi distribuído gratuitamente a bibliotecas, museus e universidades, e encontra-se disponível em versão impressa e digital, que pode ser <a href="http://linktr.ee/livro.sitio.burle.marx" target="_blank"><strong>baixada de forma gratuita</strong></a>. Para saber como adquirir a obra impressa, basta enviar um e-mail a visitas.srbm@iphan.gov.br.</p>
<p>Unidade Especial do Iphan, o SRBM foi doado pelo próprio paisagista ao Instituto em 1985. Tombado como Patrimônio Cultural nas esferas municipal, estadual e federal, o Sítio é um forte candidato ao título de Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). A reunião para definir a chancela seria em 2020, mas foi adiada para 2021 devido à pandemia de Covid-19.</p>
<p>A 44ª reunião do Comitê do Patrimônio Mundial será realizada on-line, de 16 a 31 de julho deste ano. O dossiê de candidatura do SRBM foi desenvolvido pelo Iphan. O documento defende o valor universal excepcional do imóvel como laboratório botânico e paisagístico.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Livro Sítio Roberto Burle Marx<br />
309 páginas, il. capa dura<br />
Organização: Claudia Maria P. Storino e Vera Beatriz Siqueira<br />
Textos: Andrey Rosenthal Schlee, Claudia Maria P. Storino, José Tabacow, Vera Beatriz Siqueira e Yanara Costa Haas<br />
Projeto gráfico: Dupla Design<br />
Coordenação editorial: Expomus<br />
Edição: Intermuseus e Sítio Roberto Burle Marx/Iphan<br />
Informações sobre o livro impresso: visitas.srbm@iphan.gov.br<br />
E-book para download gratuito: <a href="http://linktr.ee/livro.sitio.burle.marx" target="_blank"><strong>linktr.ee/livro.sitio.burle.marx</strong></a></p>
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		<title>Game &#8220;Guardiões da Justiça 1.0&#8243; busca explorar o patrimônio histórico e cultural pernambucano</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2021 17:25:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Memorial da Justiça de Pernambuco/TJPE]]></category>
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		<description><![CDATA[Vem aí &#8220;Guardiões da Justiça 1.0,&#8221; jogo digital para dispositivos móveis, com versão trilíngue (Português, Inglês e Libras), destinado a crianças entre os 4 e 8 anos de idade, como também a pessoas de todas as idades com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), transtornos de aprendizagem e/ou deficiência intelectual. Na narrativa, os participantes exploram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-BNT4F6hlb0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Vem aí &#8220;Guardiões da Justiça 1.0,&#8221; jogo digital para dispositivos móveis, com versão trilíngue (Português, Inglês e Libras), destinado a crianças entre os 4 e 8 anos de idade, como também a pessoas de todas as idades com o Transtorno do Espectro Autista (TEA), transtornos de aprendizagem e/ou deficiência intelectual.</p>
<p>Na narrativa, os participantes exploram a estação do Brum, antiga estação ferroviária do Recife, integrante do patrimônio cultural ferroviário brasileiro, onde funciona desde 1999 o museu do Memorial da Justiça de Pernambuco. No museu virtual, os jogadores são Guardiões da Justiça, e encontram personagens que apresentarão os temas do cangaço, da escravidão, da capoeira e do frevo. Neste ambiente, os jogadores serão estimulados a praticar ações de cidadania e de educação patrimonial e a pensar sobre a importância da preservação do patrimônio. A iniciativa conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Pessoas com deficiência visual ou auditiva também terão acesso ao jogo por meio da inserção de recursos de acessibilidade comunicacional, como audiodescrição, Libras e legendas para surdos e ensurdecidos.</p>
<div id="attachment_81704" aria-labelledby="figcaption_attachment_81704" class="wp-caption img-width-591 alignnone" style="width: 591px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/GDJ_Peças-Divulgação-1.png"><img class="size-medium wp-image-81704" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/GDJ_Peças-Divulgação-1-591x486.png" width="591" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Os conteúdos selecionados para o jogo já estão presentes na exposição de longa duração do Memorial da Justiça, que trata sobre patrimônio</p></div>
<p><strong>A ideia da criação do game -</strong> Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar e realizado pela Tangram Cultural e Memorial da Justiça de Pernambuco/TJPE em um processo cíclico de etapas de produção, design, testagens, revisões e traduções &#8211; o game surgiu a partir de uma necessidade da equipe do Memorial da Justiça de Pernambuco de ter uma ferramenta que pudesse ajudar na mediação do museu com as crianças com deficiência, um público que só frequenta o Memorial eventualmente, quanto levado pelas escolas. <em>“Acreditamos que as barreiras existentes nos museus contribuam para esse afastamento das pessoas com deficiência. Assim, o jogo pode se tornar um grande produto para fazer essa aproximação acontecer, e de forma lúdica, garantindo os direitos constitucionais de acessibilidade universal”</em>, explica Mônica de Pádua, gerente do Memorial da Justiça.</p>
<p>Vale ressaltar que esse afastamento não é sentido apenas pelo Memorial da Justiça. No Brasil e mundo afora, em museus grandes e pequenos, tem se formado um movimento em busca de melhorias tanto no acesso físico dos prédios, quanto na comunicação com todos os públicos, garantindo assim os direitos de acessibilidade universal.</p>
<p>Construído com o objetivo de demonstrar a importância da preservação dos bens culturais, o jogo estimula os jogadores a, a partir da compreensão sobre a construção do processo histórico da realidade em que vivem, se aprimorar como cidadãos conscientes de seu eu no tempo e espaço, aptos à transformação social.</p>
<p><em>“Jogando Guardiões da Justiça, crianças e adolescentes terão oportunidade de se envolver e se sentirem protagonistas de um enredo sobre as riquezas históricas pelas quais estão rodeadas, percebendo-se como herdeiras de um legado de grande valor patrimonial”</em>, diz Germana Pereira, sócia diretora da Tangram Cultural, empresa voltada para o mercado de cultura, artes e entretenimento, realizadora do jogo.</p>
<p>Os conteúdos selecionados para o jogo já estão presentes na exposição de longa duração do Memorial da Justiça, que trata sobre patrimônio. Para começar, o primeiro contato do jogador será com o prédio da antiga estação ferroviária, que abriga o museu do Memorial da Justiça de Pernambuco. Nessa fase, o usuário poderá conhecer o edifício e praticar ações voltadas à educação patrimonial. Em seguida, ele será introduzido nas outras temáticas, como a capoeira, o frevo, a escravidão e o cangaço.</p>
<p>A participação do Memorial da Justiça no projeto é um diferencial que agrega valor à produção. Como explica Mônica Pádua, gestora do Memorial, “A instituição colocou à disposição os serviços da coordenadoria educativa do museu para desenvolver atividades pedagógicas, em conjunto com as equipes de profissionais contratados, participando de todas as fases de criação do jogo, desde a concepção até a etapa de testes”.</p>
<p><em>“A equipe do Memorial da Justiça, junto à Tangram Cultural, vem se dedicando a projetos inclusivos já há alguns anos. Nesse tempo, vem percebendo que o público de pessoas com deficiência, especialmente as crianças, não tem o hábito de frequentar os museus. Para estimular essa visitação, oferecendo a elas um instrumento de mediação pensado para essa faixa etária, foi idealizado o projeto Guardiões da Justiça 1.0. Ele partiu do princípio de que crianças, com deficiência ou não, pudessem ter acesso ao jogo e brincarem juntas, compartilhando conteúdos relacionados ao patrimônio, bem como à história social e da Justiça pernambucana. O game será uma ferramenta importante de fruição das pessoas com deficiência e suas famílias durante a visita ao Memorial da Justiça”</em>, explica Mônica de Pádua, gerente do Memorial da Justiça de Pernambuco.</p>
<p>Outro aspecto relevante e agregador deste projeto é o apoio da ABA Global Education, através da disponibilização de sua infraestrutura tecnológica &#8211; entre elas o estúdio de mídias digitais -, além das equipes acadêmica e de inovação. “A parceria com a ABA tem sido fundamental para o sucesso do jogo, dada a experiência e competência dos profissionais da Instituição”, comenta Germana Pereira, produtora d’Os Guardiões da Justiça.</p>
<p>Esse tipo de apoio faz parte do INOVEDU, iniciativa da ABA que busca fomentar e incentivar projetos inovadores para a Educação. <em>&#8220;Acreditamos no poder transformador da tecnologia para a educação e por isso, estamos contribuindo com a nossa equipe e infraestrutura no apoio ao desenvolvimento do game&#8221;</em>, explica Eduardo Carvalho, Diretor da ABA Global Education.</p>
<p>Por ser disponibilizado gratuitamente por meio de dispositivos móveis e ter amplos recursos de acessibilidade e linguagem, tutorial pedagógico e divulgação via mala direta para as secretarias de educação municipais e estaduais de todo o Brasil, esperam-se milhares de acessos ao game, que deve ser disponibilizado em lojas virtuais, como Google Play e AppStore.</p>
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		<title>Livro para colorir evidencia elementos do São João de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2020 19:03:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O produtor cultural Evandro Lunardo e o artista visual Bako Machado uniram-se e lançaram nesta semana o e-book São João Cultural de Pernambuco. A publicação para colorir foi idealizada para valorizar as nossas tradições, especialmente no período das festas juninas, e reúne ilustrações elaboradas para crianças de todas as idades, que pode ser impresso para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77288" aria-labelledby="figcaption_attachment_77288" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/livro-sao-joao-cultural-de-pernambuco.jpg"><img class=" wp-image-77288  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/livro-sao-joao-cultural-de-pernambuco-346x486.jpg" width="242" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">A obra traz desenhos para colorir de mestres da música pernambucana e de elementos marcantes do São João</p></div>
<p>O produtor cultural Evandro Lunardo e o artista visual Bako Machado uniram-se e lançaram nesta semana o e-book <em><a href="https://onedrive.live.com/?authkey=%21AqB340aynMa2Klo&amp;cid=B887D68B347941B0&amp;id=B887D68B347941B0%211587&amp;parId=B887D68B347941B0%21146&amp;o=OneUp" target="_blank"><strong>São João Cultural de Pernambuco</strong></a></em>. A publicação para colorir foi idealizada para valorizar as nossas tradições, especialmente no período das festas juninas, e reúne ilustrações elaboradas para crianças de todas as idades, que pode ser impresso para fins recreativos e para servir como suporte em ações de arte-educação.</p>
<p>A iniciativa foi desenvolvida em meio à pandemia do novo coronavírus. A motivação para a realização foi impulsionada pela necessidade de contribuir com uma atividade de fruição artística-cultural no cenário das consequências impostas pela pandemia, nas quais vivenciamos o necessário distanciamento social que impede os festejos juninos nas ruas.</p>
<p><em>&#8220;O público infantil foi pensado para que possa usufruir de uma opção de lazer além dos suportes tecnológicos, e para que possa desenvolver percepções acerca do vasto patrimônio cultural imaterial pernambucano relacionado à festa de São João. Desta forma, fomentamos um diálogo pertinente à salvaguarda da cultura de Pernambuco entre as novas gerações&#8221;</em>, explica o idealizador, Evandro Lunardo, no prefácio do livro.</p>
<p>O e-book está disponível para download gratuito <a href="https://onedrive.live.com/?authkey=%21AqB340aynMa2Klo&amp;cid=B887D68B347941B0&amp;id=B887D68B347941B0%211587&amp;parId=B887D68B347941B0%21146&amp;o=OneUp" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e apresenta 13 páginas de ilustrações. Ainda há descrições com informações das figuras representadas, em índice da obra. São João Cultural de Pernambuco para colorir chega para saudar as festas juninas de 2020 e para encher de cores a imaginação de cada criança.</p>
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		<title>Cepe Editora libera novos e-books para download gratuito</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cepe-editora-libera-novos-e-books-para-download-gratuito/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 15:52:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Dez e-books de autores publicados pela Cepe Editora serão liberados para download gratuito a partir desta segunda-feira (13). A lista ficará aberta até 15 de maio e substitui os 14 livros eletrônicos que tiveram leitura franqueada ao público no período de 23 de março a 10 de abril. Os dez títulos estarão disponíveis nas plataformas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76645" aria-labelledby="figcaption_attachment_76645" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/ebooks-post-.png"><img class=" wp-image-76645  " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/04/ebooks-post--486x486.png" width="340" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Os livros ficarão disponíveis até o dia 15 de maio</p></div>
<p>Dez e-books de autores publicados pela Cepe Editora serão liberados para download gratuito a partir desta segunda-feira (13). A lista ficará aberta até 15 de maio e substitui os<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cepe-disponibiliza-gratuitamente-14-e-books/" target="_blank"><strong> 14 livros eletrônicos</strong></a> que tiveram leitura franqueada ao público no período de 23 de março a 10 de abril. Os dez títulos estarão disponíveis nas plataformas da Amazon, Apple, Kobo, Livraria Cultura e Google Play Books.</p>
<p>Uma das publicações é o livro de poesias <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cida-pedrosa-lanca-seu-novo-livro-gris-no-recife/" target="_blank"><em>Gris</em></a></strong>, da poeta e escritora <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cida-pedrosa-comemora-o-titulo-de-cidada-recifense/" target="_blank"><strong>Cida Pedrosa</strong></a>, lançado em outubro de 2018. <em>&#8220;Gris (cinza em inglês) tem tudo a ver com esse momento que estamos vivendo, 90% das poesias falam sobre a solidão na cidade&#8221;</em>, afirma Cida Pedrosa. O poema Empatia, inspirado num bem-te-vi, é um deles, destaca. <em>&#8220;O bem-te-vi que canta/ na minúscula janela do banheiro/ sabe que eu/ sentada neste espaço 1&#215;2/ tenho uma ausência de ninho/ tão grande quanto a dele&#8221;</em>, declama a poeta ao telefone.</p>
<p>Cida Pedrosa é uma das escritoras que entrou em contato com a Cepe para sugerir a liberação gratuita da obra que ela escreveu, durante a quarentena. <em>&#8220;Com as pessoas em casa, quanto mais possibilidades de leitura gratuita, melhor. Esse é o nosso papel social como escritor e também o da Cepe, como empresa de economia mista&#8221;</em>, reflete.</p>
<p>A nova lista de e-books com download gratuito inclui três livros de poesia, um de conto, um de ensaio, dois infantojuvenis, um de jornalismo, um de história e um romance.<em> &#8220;A ideia foi tentar mesclar o máximo possível de estilos diferentes e livros que, majoritariamente, estão esgotados em sua versão física, mas ainda vivos na versão digital&#8221;</em>, declara o gerente de Marketing da Cepe, Rafael Chagas.</p>
<p><em>Watsu</em>, livro de poesias de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/jose-juva-lanca-vupa-em-vocalizacao-no-espaco-pasargada/" target="_blank"><strong>José Juva</strong></a>, é um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambucano de Literatura, em 2015. <em>Ensaio sobre o livro Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa)</em>, a publicação Genealogia da Ferocidade, de autoria de Silviano Santiago e lançada em 2017, inaugurou o Selo Suplemento de Pernambuco para obras que pensam as relações entre literatura e o contemporâneo.</p>
<p>De acordo com Rafael Chagas, a editora escolheu os 14 títulos para compor a primeira lista de e-books com leitura gratuita. <em>&#8220;A receptividade foi excelente&#8221;</em>, avalia. Entre títulos pagos e gratuitos, o número de downloads cresceu 3.153% no site da Cepe, no mês de março, quando teve início a quarentena. <em>&#8220;Chegamos a 6k de downloads em março&#8221;</em>, diz o superintendente de Mídias Digitais da Cepe, Rodolfo Galvão. As cinco publicações mais procuradas foram: <em>Mulher sob influência de um algoritmo</em>, <em>Os olhos de Diadorim e outros ensaios</em>, <em>A valente princesa Valéria</em>, <em>O massacre da Granja São Bento</em> e <em>O menino mais estranho do mundo</em>.</p>
<p>Na segunda seleção de e-books foram observados dois critérios: a proposta de autores que solicitaram o download gratuito de suas obras (Cida Pedrosa, João Paulo Parísio, José Juva e Silviano Santiago) e indicações da editora. <em>&#8220;O livro infantil Era uma vez&#8230; tem uma proposta bem legal porque são várias pequenas histórias que podem ser contadas para as crianças em momentos e dias diferentes, não exige uma leitura contínua&#8221;</em>, comenta Rafael Chagas.</p>
<p>O jornalista <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/homero-fonseca-lanca-gol-de-letra/" target="_blank"><strong>Homero Fonseca</strong></a>, autor de <em>Tapacurá: viagem ao planeta dos boatos, elogia a liberação dos títulos. &#8220;Excelente iniciativa, neste momento tão singular da história mundial, especialmente no Brasil, onde, além dos terríveis impactos da pandemia na saúde e na economia, temos uma condução política ideológica, idiossincrática e desastrada por parte do chefe do governo&#8221;</em>, declara. <em>&#8220;Quanto ao livro, penso que sua temática &#8211; boatos geradores de pânico coletivo &#8211; tem tudo a ver com o que se desenrola hoje, quando o medo e as fakes news assombram o mundo&#8221;</em>, acrescenta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Veja lista dos 10 e-books para download gratuito:</p>
<p><strong>Título: Gris (Poesia)</strong><br />
Autora: Cida Pedrosa<br />
Sinopse: A coletânea, que reúne 50 poemas de Cida Pedrosa, traz uma mostra significativa da produção desta autora, cuja obra se alimenta da urbe e se confunde com o estar e viver a cidade. Poemas curtos e cortantes levam o leitor a um passeio por paisagens multicores, a despeito do que sugere o título do volume.</p>
<p><strong>Título: Esculturas Fluidas (Poesia)</strong><br />
Autor: João Paulo Parísio<br />
Sinopse: Tomando como inspiração temas de variadas naturezas, como a fome e o tédio, João Paulo Parisio utiliza seu olhar criador em poemas que transmitem as diversas proporções das coisas. Cada poema é carregado com seus sentimentos específicos que invadem o leitor.</p>
<p><strong>Título: Legião Anônima (Contos)</strong><br />
Autor: João Paulo Parísio<br />
Sinopse: A obra Legião anônima reúne dezessete contos cheios de simbolismo, alguns reveladores de um clima de pesadelo, onde a realidade se mistura ao irreal, transmudando o cotidiano. O livro é um convite do autor, João Paulo Parisio, ao seu mundo de carências e perplexidades.</p>
<p><strong>Título: Watsu (Poesia)</strong><br />
Autor: José Juva<br />
Sinopse: A água é uma só. E assume todas as formas possíveis. Este livro possui dois oceanos: “Molhai os lírios do hipocampo” e “Visões noturnas da paz aquática.” Os poemas fluem como muitas águas: na calma da circulação dos líquidos no útero, nas idas e vindas de ondas furiosas, nos rios que não cessam de dizer da impermanência, nas chuvas inumeráveis que nos encontram. Foi um dos vencedores do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura.</p>
<p><strong>Título: Genealogia da Ferocidade (Ensaio)</strong><br />
Autor: Silviano Santiago<br />
Sinopse: Genealogia da Ferocidade volta a comprovar a potência da ensaística de Silviano Santiago. Ele aponta como a tradição crítica sempre esteve mais interessada em domesticar a monstruosidade da escrita rosiana do que em deixar-se seduzir pela originalidade da &#8220;beleza selvagem&#8221; de Grande Sertão: Veredas. O &#8220;monstro Rosa&#8221; (como Silviano descreve o romance) não aceita domesticação. Esse ensaio inaugura o selo Suplemento Pernambuco, voltado a obras que pensam as relações entre literatura e o contemporâneo.</p>
<p><strong>Título: A faculdade sitiada (História)</strong><br />
Autora: Ana Maria César<br />
Sinopse: Episódio ocorrido nos anos 60, em que estudantes da Faculdade de Direito do Recife foram cercados na instituição por tanques e metralhadoras numa resposta do Governo à realização de uma palestra com Celia Guevara, mãe de Che Guevara, organizada pelos estudantes. O livro apresenta depoimentos de testemunhas dos fatos e marca a história daquele maio de 1961, que anunciou o Maio de 1968 da Europa.</p>
<p><strong>Título: Era uma vez&#8230;(Infantojuvenil)</strong><br />
Autora: Gabriela Kopinits<br />
Sinopse: A personagem Cigana Contadora de Histórias, interpretada pela jornalista caruaruense Gabriela Kopinits, que costuma promover sessões de contação em escolas como forma de incentivar a leitura, transforma-se na protagonista desta obra, em que narra várias das historinhas que ela mesma cria e que prometem encantar as crianças. As ilustrações são do designer recifense Rivaldo Barboza.</p>
<p><strong>Título: E eu, só uma pedra (Infantojuvenil)</strong><br />
Autor: Helton Pereira<br />
Sinopse: Ilustrado pelo artista gráfico mineiro Cau Gomez e ganhador do I Prêmio Cepe Nacional de Literatura em sua categoria, este livro aposta na invenção, com trato cuidadoso da fantasia e ousadia intelectual. O protagonista é um personagem singular, que foge dos clichês das histórias infantis. Helton Pereira teve a obra A voz que lê para mim, selecionado para o Programa Alfabetização na Idade Certa.</p>
<p><strong>Título: Tapacurá: viagem ao planeta dos boatos (Jornalismo)</strong><br />
Autor: Homero Fonseca<br />
Sinopse: Relato do pânico que tomou conta do Recife logo após a grande cheia de 1975, quando surgiu o boato de que a barragem de Tapacurá havia estourado, com vários depoimentos, e como os rumores voltaram a ocorrer em maio de 2011, assombrando a cidade. Nesta segunda edição, Homero Fonseca atualiza a obra incluindo uma análise sobre a utilização das redes sociais na repercussão dos boatos.</p>
<p><strong>Título: Associação Robert Walser para sósias anônimos (Romance)</strong><br />
Autor: Tadeu Sarmento<br />
Sinopse: Neste livro, seu primeiro romance publicado, Tadeu Sarmento trata da relação entre literatura e anonimato, memória e esquecimento, história e imaginação, e do quanto um escritor é capaz de se moldar ao desejo de seu leitor ideal, assim como quem ama se dispõe a transformar-se na pessoa pela qual o outro se apaixonou. Pode o amor, no fundo, ser um jogo de máscaras semelhante ao jogo de máscaras da literatura?</p>
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		<title>Cepe disponibiliza gratuitamente 14 e-books</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 16:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76399" aria-labelledby="figcaption_attachment_76399" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/ARTE-E-BOOK.jpg"><img class="size-medium wp-image-76399" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/ARTE-E-BOOK-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Os livros vão ficar disponíveis em lojas de e-books, como Amazon, Aple, Kobo, Livraria Cultura e Google Play Books</p></div>
<p>Numa atitude solidária voltada para todos os brasileiros que estão fazendo a sua parte neste momento de necessário isolamento social, em função da pandemia do Coronavírus, a Companhia Editora de Pernambuco (Cepe) disponibiliza 14 e-books para download gratuito. Os títulos, alguns premiados, estão disponíveis para o público leitor na loja de e-books da Amazon, Apple, Kobo, Livraria Cultura e Google Play Books, até o dia 31 de março, pelo menos. Porém, a editora considera estender esse prazo, inclusive com a renovação dos títulos.</p>
<p>Além dos 14 e-books gratuitos, o público poderá contar também com o conteúdo aberto da revista Continente e do Suplemento Pernambuco no site de cada um dos produtos. O gerente de marketing, Rafael Chagas, destaca o dever da Cepe, especialmente neste momento, de estimular a leitura e facilitar o acesso ao livro.</p>
<p><em>“Entendemos que este é um período em que as pessoas entrarão em contato profundo com suas famílias e consigo mesmas. A oferta de conteúdos diversificados para se enfrentar esta fase da maneira mais proveitosa possível deve ser pensada por qualquer empresa que, de alguma forma, trabalhe com cultura. Disponibilizar parte do nosso catálogo gratuitamente em sua versão digital é justamente isso: fazer com que o leitor viaje, em completa segurança, com a sua própria imaginação”</em>, enfatiza Chagas.</p>
<p><strong>LANÇAMENTOS</strong><br />
De acordo com o editor, Diogo Guedes, mesmo com os eventos presenciais de lançamento suspensos, a Cepe continua com o seu cronograma de publicações, mostrando também um catálogo variado.</p>
<p><em>“Diante de um cenário em que se pede para as pessoas ficarem o máximo possível em casa, a leitura é uma das melhores formas de escapar da sensação de isolamento — afinal, um leitor está sempre em diálogo com quem escreveu e movimenta-se por outras histórias, universos, pensamentos”</em>, diz o editor.</p>
<p>Este mês a editora publicou um dos vencedores do Prêmio Cepe Nacional de Literatura, <i>A menina que engoliu o céu estrelado</i>, uma narrativa infantojuvenil que mistura o fantástico com o regional. <em>“Também em março lançamos um romance irônico, Opulência, do escritor e tradutor Luis Krausz, que pensa o excesso e os rituais da burguesia paulista na segunda metade do século 20. Fora da prosa, temos o fundamental lançamento de Poemas reunidos, com os versos de Jorge Lopes, nome fundamental da poesia urbana recifense”</em>, conta.</p>
<p>O editor lembra ainda de outros lançamentos marcantes para o catálogo da editora. <em>“A Cepe se debruça sobre o cinema com dois títulos que mostram, de formas diferentes, a vivacidade do cenário local: A história da eternidade, que traz o roteiro original de Camilo Cavalcanti para o seu filme premiadíssimo, e Antologia da crítica pernambucana, de André Dib e Gabi Saegesser, que recupera os textos e debates na imprensa sobre o cinema pernambucano. Também abordando o cinema, mas passando por muitas outras linguagens, com os desenhos animados e a arte contemporânea, a Cepe Editora ainda lançou, pelo Selo Pernambuco, o livro A arte queer do fracasso, estudo essencial e criativo de Jack Halberstam sobre identidade LGBTQI+, gênero, a ideia de fracasso no capitalismo e, claro, Bob Esponja, Procurando Nemo e Fuga das galinhas”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Confira a lista dos 14 e-books disponíveis para download e a sinopse deles:</p>
<p><strong><i>Caminho áspero e outros poemas</i> (poesia)</strong><br />
Autor: Severino Filgueira<br />
Sinopse: Normalmente associado à chamada Geração 65 da literatura pernambucana, Severino Filgueira é, na verdade, um poeta que escapa de classificações, que talvez se enquadrasse mais na famosa tradição de poetas “malditos”. <i>Caminho áspero e outros poemas</i> é uma coletânea em que se percebem as múltiplas facetas deste artista singular, um grande esteta de formas fixas, em especial do soneto.</p>
<p><strong><i>Mulher sob a influência de um algorítimo </i>(poesia)</strong><br />
Autora: Rita Isadora Pessoa<br />
Sinopse: <i>Em Mulher sob a influência de um algorítimo</i>, a autora percorre dezenas de possibilidades de existências femininas autônomas, relacionadas entre si ou arbitrárias, em busca de uma mulher que sempre escapa, fugidia.<br />
Nesse livro de poemas de Rita Isadora Pessoa, o algoritmo da linguagem tem a função de oráculo e a contingência dos números acompanha o gesto de desaparecimento de uma mulher que se recusa a ser escrita em linguagem java ou html. O livro foi vencedor da categoria Poesia na terceira edição do Prêmio Nacional Cepe de Literatura.</p>
<p><strong><i>Vácuos</i> (poesia)</strong><br />
Autor: Mbate Pedro<br />
Sinopse: Em sete poemas distribuídos nas 80 páginas do livro, o moçambicano Mbate Pedro empreende uma profunda busca de si mesmo, através da escrita. São poemas longos, que transportam cada leitor como sombras no vácuo, em uma leitura fluida, leve e ilimitada que passeia entre a dialética do amor e a morte, a perda e a vulnerabilidade, entre outros sentimentos e formas de sentir. Em um jogo de palavras difícil de determinar onde os poemas começam e terminam.</p>
<p><strong><i>O filho das viúvas</i> (ficção)</strong><br />
Autor: Pedro Veludo<br />
Sinopse: A descoberta acidental de um livro num sebo é o ponto de partida para esta história. Enquanto o texto relata a busca intensa de Catrônfilo, o protagonista, pela identidade da mãe, o narrador procura obsessivamente a identidade do autor do livro. Qual das quatro “mães” será a do protagonista e quem escreveu a história? A busca do autor passa a ser o mote da vida do narrador. Diversos enredos se desenvolvem e entrelaçam neste livro, vencedor do Prêmio Cepe Nacional de Literatura 2018, seguindo uma linha que tange o realismo mágico, levando a um surpreendente final.</p>
<p><strong><i>Os olhos de Diadorim e outros ensaios</i> (ensaios)</strong><br />
Autor: Wander Melo Miranda<br />
Sinopse: Neste conjunto de ensaios, o autor parte de uma indagação renovadora sobre as condições da própria crítica literária atual, a partir da qual testa hipóteses e soluções na tentativa de descrever e resolver impasses, reunindo textos dispersos, escritos e maturados em sua totalidade, no seu característico estilo dinâmico e enxuto que singulariza sua escrita.</p>
<p><strong><i>30 entrevistas da Continente</i> (ensaios)</strong><br />
Organizadora: Adriana Dória<br />
Sinopse: “São trinta copos de chopp, são trinta homens sentados, trezentos desejos presos, trinta mil sonhos frustrados”, escreveu o poeta Carlos Pena Filho. Neste livro, são 30 entrevistas publicadas na revista Continente, selecionadas entre tantas outras, no intervalo de 10 anos. Aqui, o leitor terá o prazer do encontro com vozes potentes de artistas, músicos, cineastas, sociólogos, filósofos, entre outras ocupações nas áreas das Ciências Sociais e Humanas. Gente que, com suas ideias e experiências, é capaz de nos esclarecer e enternecer, a despeito das mudanças ocorridas, porque, assim como o poema de Carlos Pena, o que eles dizem desconhece limites de tempo e espaço.</p>
<p><strong><i>Ficcionais</i> (ensaios)</strong><br />
Organizador: Schneider Carpeggiani<br />
Sinopse: Organizado em comemoração aos cinco anos do Suplemento Pernambuco, da Companhia Editora de Pernambuco, a obra reúne textos de 32 autores que colaboraram para a sessão Bastidores, falando sobre seus processos de criação, entre eles Rubens Figueiredo, conhecido tradutor do russo, a escritora de livros infantis Ana Maria Machado, o escritor e crítico literário José Castello, e outros.</p>
<p><strong><i>Semblante: é de verdade ou de mentira?</i> (ciências)</strong><br />
Autoras: Dulce Luna e Maria Teresa de Melo Padilha<br />
Sinopse: Sexto livro publicado pelo grupo de estudos Função do Analista: enfoques lacanianos do Círculo Psicanalítico de Pernambuco. Reúne artigos que elaboram algumas questões teórico-clínicas dos autores com base no conceito lacaniano do semblante.</p>
<p><strong><i>Casos especiais de Osman Lins</i> (artes)</strong><br />
Autor: Adriano Portela (organizador)<br />
Sinopse: Nascido em Vitória de Santo Antão, Pernambuco, Osman Lins é autor de contos, romances, narrativas, ensaios e peças de teatro. O romance <i>Avalovara</i> (1973) é considerado sua obra-prima. No final da década de 1970, Osman Lins enveredou na aventura televisiva, escrevendo, roteirizando e adaptando para o programa Caso Especial, da Rede Globo, os episódios: <i>A ilha no espaço</i>, <i>Quem era Shirley Temple?</i> e <i>Marcha Fúnebre</i>. Estes são os invólucros de suas histórias, analisadas pelo crítico Adriano Portela em sua dissertação de mestrado – sob orientação da professora doutora Ermelinda Ferreira – e que agora propõe a reedição da obra osmaniana.</p>
<p><strong><i>O massacre da Granja São Bento</i> (história)</strong><br />
Autor: Luiz Felipe Campos<br />
Sinopse: Num momento em que o Brasil revisita seu passado histórico de luta e repressão através das Comissões de Verdade e Memória, <i>O massacre da Granja São Bento</i> surge para nos lembrar de um dos muitos exemplos da violência brutal imposta aos militantes de oposição durante o período da ditadura. Na ocasião, seis componentes da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) foram encontrados mortos na propriedade rural, em Pernambuco, com sinais claros de uma execução sumária. Este livro-reportagem e todo o seu trabalho de pesquisa tem a intenção de esclarecer o acontecimento, não no sentido de vingar suas vítimas, mas de manter o olhar no futuro e ajudar a fortalecer a democracia brasileira.</p>
<p><strong><i>O Mar de Fiote </i>(literatura infantojuvenil)</strong><i></i><br />
Autora: Mariângela Haddad<br />
Sinopse: Vencedor do Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil/2011 na categoria Infantil. Ilustrado pela autora, fala de um menino que, com pai ausente e cercado de irmãs tagarelas, não consegue se expressar. Quando conhece um vizinho que o ajuda a sair de uma situação de conflito e lhe oferece um presente que lhe permite entrever o mar, sua personalidade começa finalmente a aflorar.</p>
<p><strong><i>O menino mais estranho do mundo</i> (literatura infantojuvenil)</strong><br />
Autor: Helder Herik e Luísa Vasconcelos (ilustradora)<br />
Sinopse: Curioso, inventivo e sonhador, Dário ama a natureza, cultiva a amizade de um sapo e é fascinado pelas letras do alfabeto. Em seu mundo de descobertas, fica feliz ao entender que é um poeta.</p>
<p><strong><i>Contrato com vampiros</i> (literatura infantojuvenil)</strong><br />
Autor: Délcio Teobald<br />
Sinopse: Contrato com vampiros retrata a curiosidade da personagem principal sobre a verdadeira identidade de um garoto que se apresenta como vampiro. No decorrer da história, a garota, ao lado de uma amiga, tenta descobrir se o jovem realmente é o que parece ser. Indicada principalmente para os amantes do sobrenatural, a obra foi escrita pelo mineiro Délcio Teobaldo e ganhou ilustrações do paraibano Shiko.</p>
<p><strong><i>A valente princesa Valéria</i> (infantojuvenil)</strong><br />
Autor: João Paulo Vazo<br />
Sinopse: O velho conto do príncipe valente, que salva a loura donzela, é esquecido nesta obra, totalmente contrária a clichês, que obteve o segundo lugar da categoria Juvenil no Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil de 2011. O autor homenageou as mulheres com a princesa corajosa, que vence bruxas e dragões e salva o príncipe da pasmaceira em que vivia. O ilustrador Laerte Silvino deu à obra um toque de HQ, com humor.</p>
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		<title>Designer disponibiliza símbolos da cultura pernambucana para download</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 17:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[designer]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Hopper]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Pernambuco - Cultura em Símbolos]]></category>

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		<description><![CDATA[Designer há 26 anos, o pernambucano Jorge Hopper decidiu unir sua experiência de ilustrador à de diretor de arte/criação para criar um projeto especial para quem consome, produz e consome  a cultura pernambucana: o Pernambuco &#8211; Cultura em Símbolos (PECS). Com um conjunto de 78 ícones que representam as principais manifestações de nosso Estado, a iniciativa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18119" aria-labelledby="figcaption_attachment_18119" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/projeto-pernambuco-em-simbolos.jpg"><img class="size-medium wp-image-18119" alt="O projeto está dividido em três temas: Juninas, Carnaval e Diversidade" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/projeto-pernambuco-em-simbolos-607x339.jpg" width="607" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">PE Cultura em Símbolos está dividido em três temas: Juninas, Carnaval e Diversidade</p></div>
<p>Designer há 26 anos, o pernambucano Jorge Hopper decidiu unir sua experiência de ilustrador à de diretor de arte/criação para criar um projeto especial para quem consome, produz e consome  a cultura pernambucana: o <em>Pernambuco &#8211; Cultura em Símbolos </em>(PECS). Com um conjunto de 78 ícones que representam as principais manifestações de nosso Estado, a iniciativa, contemplada pelo Funcultura, pode ser baixada/usada de maneira livre e sem custos para diversos fins: atividades lúdicas educativas e até comerciais. &#8220;A ideia [do PECS] é aproximar ainda mais o Governo do Estado dos agentes culturais pernambucanos, através da distribuição gratuita desses signos que são tão significativos para todos nós&#8221;, disse Hopper.</p>
<div id="attachment_18144" aria-labelledby="figcaption_attachment_18144" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Hopper_Foto_de_Livia_Cajueiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-18144" alt="Designer responsável pelo projeto (Foto: Lívia Cajueiro/Divulgação)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Hopper_Foto_de_Livia_Cajueiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Hopper criou o projeto que está disponível para download gratuito na internet (Foto: Lívia Cajueiro/Divulgação)</p></div>
<p>Dividido em três temas: Juninas, Carnaval e Diversidade, os arquivos do PECS vêm nas extensões AI e PDF, formatos &#8220;leves&#8221; e de fácil adaptação para outros suportes digitais. &#8220;Os ícones estão em preto e branco para o usuário possa colorir e compor como quiser e também confira personalidade própria aos seus projetos&#8221;, contou o idealizador. Confira a entrevista que Jorge Hopper concedeu ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre o lançamento oficial da <a href="http://www.peculturaemsimbolos.com.br/" target="_blank"><strong>página</strong></a> do projeto:</p>
<p><strong>1- Como surgiu o projeto Pernambuco Cultura em Símbolos?</strong><br />
Já desenvolvia estudos com elementos gráficos da nossa cultura e temas contemporâneos, sem muitas pretensões de editar ou publicar. Sou designer gráfico e publicitário, não um ilustrador, no sentido profissional. Mas, quando li o edital do Funcultura, ficou claro que aquilo que eu fazia se encaixava perfeitamente na proposta deles de difusão de cultura e saberes.</p>
<p><strong>2- Quanto tempo você levou para reunir todo o acervo?</strong><br />
É difícil dizer quanto tempo eu levei no projeto, pois não segui um cronograma fixo. Às vezes, eu encontrava um filão temático e produzia uma boa sequência de símbolos rapidamente, e, em outras, passava um bom tempo garimpando elementos e demorava a sair coisa boa. Quando via que não estava produzindo, deixava o tempo passar e mudava de foco. Essas &#8220;paradas&#8221; são importantes para clarear as ideias e melhorar a produção. Na verdade, não tinha pressa para concluí-lo. Eu queria que o resultado final fosse proveitoso.</p>
<p><strong>3- O projeto está categorizado em três grandes temas: juninas, carnaval, diversidade. Que critérios você utilizou para setorizá-los dessa maneira?</strong><br />
Esses temas são inevitáveis. Carnaval e São João são as festas populares mais ricas e conhecidas do Estado. Diversidade é o tema que me possibilitou abrir para a representação de expressões mais difusas da nossa cultura como a arquitetura, as paisagens, os costumes e a gastronomia.</p>
<p><strong>4- Como esses símbolos podem ser acessados?</strong><br />
Cuidamos para que o acesso fosse o mais simples possível. O melhor é que qualquer pessoa, com um mínimo de intimidade com computadores, pode baixar. É só entrar no site <strong><a href="http://www.peculturaemsimbolos.com.br/" target="_blank">www.peculturaemsimbolos.com.br</a></strong>, escolher um dos dois formatos (PDF e AI) e clicar. O download é automático.</p>
<p><strong>5- Existe a possibilidade do projeto se estender (acréscimo de mais símbolos)?</strong><br />
Durante o processo de criação dos símbolos, abandonei vários estudos por diversas questões. É um número grande de esboços. Penso que, no futuro, eu possa voltar a eles e acrescentar alguns ao projeto.</p>
<p><strong>6- Em relação ao uso dos símbolos, você preferiu não limitar a finalidade que os usuários façam da iconografia disponibilizada no site, autorizando, inclusive, que os internautas utilizem-nos para fins comerciais (algo ainda pouco usual em sites dessa categoria na internet). Qual a razão dessa decisão?</strong><br />
O objetivo do projeto é oferecer a quem não tem acesso a um ilustrador ou um designer um repertório gráfico de qualidade para suas atividades lúdicas, educativas ou comerciais. A ideia é que quanto mais gente usufruir do projeto, é melhor para divulgação dele.</p>
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