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	<title>Portal Cultura PE &#187; estudantes</title>
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		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>Oficina Brennand oferece bolsas de iniciação científica para estudantes</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 13:20:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/7aa3d0_b1169098092748258c1ee1ddb7484277_mv2.png"><img class="alignnone size-full wp-image-91002" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/7aa3d0_b1169098092748258c1ee1ddb7484277_mv2.png" width="600" height="314" /></a></p>
<p>A Oficina Brennand, por meio de uma cooperação técnica com a Fundação de Amparo a Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), abre vagas para bolsas de iniciação científica no projeto &#8220;Artes, Museus e Antropoceno&#8221;. A iniciativa é composta por uma série de atividades de investigação e formação, e foi contemplado pelo edital Ciência, Tecnologia e Inovação nos Museus de Pernambuco, vinculado à Facepe. Os interessados em participar poderão se inscrever gratuitamente entre 4 e 9 de fevereiro de 2022, pelo site: <a href="https://www.oficinabrennand.org.br/post/chamada-para-bolsistas-edital" target="_blank"><strong>www.oficinabrennand.org.br/post/chamada-para-bolsistas-edital</strong></a>.</p>
<p><em>&#8220;Interessa-nos, a partir desse projeto, aprofundar as reflexões que vêm sendo realizadas, na Oficina, sobre o conceito de natureza, à luz dos debates sobre o antropoceno. Pensar tanto nos impactos sociais e culturais desta era, como no giro epistemológico que ideias como &#8220;o fim do mundo&#8221; vem causando, nas artes, nas ciências sociais e no modo como produzimos memória&#8221;</em>, contam os professores Gleyce Kelly Heitor e Hugo Menezes Neto sobre a proposta do projeto.</p>
<p>Serão selecionados três graduandos das áreas de museologia, ciências sociais, artes, história e áreas afins, para receberem bolsas de iniciação científica, com vigência de 12 meses. Para mais informações: <strong>agendamento@oficinabrennand.org.br</strong>.</p>
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		<title>Semeando outras palavras com Rejane Paschoal e Paulo Perdigão</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 23:40:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Manuel Bandeira, no poema À sombra das Araucárias, dizia que &#8220;a arte é uma fada que transmuta e transfigura o mau destino&#8221;. De fato, ela, a arte, pode ser uma aliada fundamental na relação ensino-aprendizagem dos indivíduos e, no caso do projeto Outras Palavras, que desde 2015 já circulou por 257 escolas públicas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Manuel Bandeira, no poema <a href="http://poemasdebandeira.blogspot.com.br/2007/10/sombra-das-araucrias.html" target="_blank"><strong><em>À sombra das Araucárias</em></strong></a>, dizia que &#8220;a arte é uma fada que transmuta e transfigura o mau destino&#8221;. De fato, ela, a arte, pode ser uma aliada fundamental na relação ensino-aprendizagem dos indivíduos e, no caso do projeto <em>Outras Palavras</em>, que desde 2015 já circulou por<strong> 257 escolas públicas</strong> do Estado, um caminho para estreitar, no espaço escolar, <em>&#8220;as relações entre educação, cultura e cidadania&#8221;</em>, como destacou a vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, na manhã desta quarta-feira (26), durante a realização da inciativa na EREM Santa Ana, localizada no bairro de Rio Doce, em Olinda.</p>
<p>Com a participação da escritora pernambucana Rejane Paschoal, ganhadora do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cinco-escritores-vencem-o-3o-premio-pernambuco-de-literatura/" target="_blank"><strong>3º Prêmio Pernambuco de Literatura</strong></a>, e do sambista carioca Paulo Perdigão, um dos compositores da Mesa de Samba Autoral, a ação reuniu várias turmas da Escola Santa Anta e de sua adjacência em torno da literatura e da música produzida atualmente em Pernambuco, temas que, por muitas vezes, ficam de fora das nossas salas de aula. <em>&#8220;Nesse momento de redefinição de vários rumos no cenário nacional, esse projeto é uma ferramenta de resistência. Digo resistência porque traz aos alunos a oportunidade de se relacionarem diretamente com a arte, e consequentemente com as pessoas que a produzem, e também porque desperta/aflora em nós aquilo que temos de mais precioso: a capacidade inventiva de emprestar à nossa realidade, por vezes dura, mais beleza e encanto&#8221;</em>, afirmou Trindade, que é também idealizadora do <em>Outras Palavras</em>.</p>
<div id="attachment_48150" aria-labelledby="figcaption_attachment_48150" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/antonieta-trindade-vice-presidente-fundarpe-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-48150" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/antonieta-trindade-vice-presidente-fundarpe-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A vice-presidente da Fundarpe, Antonieta Trindade, durante sua saudação aos participantes do Outras Palavras</p></div>
<p>Afiadíssima, a autora e artista plástica Rejane Paschoal conversou com os alunos durante uma hora e, sem se eximir de tecer qualquer comentário contundente, debateu com eles temas que versaram sobre os mais variados assuntos: processo/bloqueio criativo, dicas para escrever, carreira, infância, referências/preferências literárias, oficinas literárias, pintura&#8230; Veja os principais trechos da conversa:</p>
<p><strong>INFÂNCIA</strong><br />
<em>Sempre estive envolvida na minha vida com a criação e, de modo geral, com as artes. Antes da literatura, com os desenhos e os pincéis. Desde pequena, criava coisas que nem sabia para que serviam. A minha avó era professora e, desde muito pequenininha, ela me dava muitos livros para ler. Minha mãe me presenteava também, mas vovó era o meu acesso mais direto, porque na casa dela tinha várias obras. Ainda na infância, li &#8220;Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada&#8221;, de Carolina Maria de Jesus. Um livro denso para uma criança, né? Denso por relatar a vida de uma mulher pobre e negra, que sofreu todo tipo de mau agouro, catando lixo numa comunidade carioca, na década de 60. A minha relação com a literatura vem disso: das publicações que ganhei/li nesse período e das histórias que meu pai me contava na hora de dormir, um dos prazeres mais tenros dessa época.</em></p>
<div id="attachment_48154" aria-labelledby="figcaption_attachment_48154" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/rejane-paschoal-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-48154" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/rejane-paschoal-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Rejane Paschoal compartilhou os momentos de sua trajetória literária com os estudantes</p></div>
<p><strong>CARREIRA</strong><br />
<em>Depois, já adulta e de ter feito alguns cursos de pintura e desenho, fiz vestibular para Direito. Estudei todas aquelas leis por cinco anos e, embora ninguém tenha obrigado a ter me matriculado no curso, achava tudo <em>muito desagradável </em>naquele universo jurídico. Fiquei frustada. No dia da formatura, me perguntei seriamente o que ia fazer com aquele diploma. Daí, decidi fazer vestibular novamente e consegui passar em Educação Artística, na UFPE, com habilitação em Artes Plásticas. Encontrei minha turma ali no Centro de Comunicação e Artes e, logo após ter me formado, ingressei na rede municipal de ensino do Recife, onde lecionei por 26 anos.</em></p>
<p><strong>CAPACIDADE INVETIVA<br />
</strong><em>Cada pessoa, aqui neste auditório, possui habilidades artísticas, que podem ser desenvolvidas ou não. Todos nós podemos criar. Mesmo que não nos interessemos por nada do universo artístico, a vida exige que sejamos criativos. Criar não é uma habilidade específica da arte. Criamos cada vez que encontramos uma solução para nossos problemas, seja qual for o caráter dele, pessoal, amoroso ou profissional. O homem é um ser criador e a criação está no plano do que há de mais deificado na alma humana. Todos nós temos isso dentro do nosso interior e é, através disso, que expressamos o nosso sentimento, seja com uma tinta, seja com um acorde musical, seja com uma simples palavra ou um texto mais elaborado.</em></p>
<p><strong>TRANSIÇÃO</strong><br />
<em>Por conta da minha formação em artes plásticas, pintava alguma coisinha. Pintava até um tempo desse, mas decidi que era hora de trocar o pincel pelo lápis. As palavras também apresentam um componente visual riquíssimo. Quer ver? Quando dizemos a palavra &#8220;casa&#8221;, todo mundo aqui consegue pensar em um modelo de casa diferente. &#8220;Chão&#8221;, &#8220;céu&#8221;, &#8220;mar&#8221;, visualizamos isso facilmente, não é verdade? Com esse repertório em mãos, decidi, então, empenhar toda essa carga visual das artes plásticas na minha literatura.</em></p>
<div id="attachment_48171" aria-labelledby="figcaption_attachment_48171" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/rejane-paschoal-foto-jan-ribeiro1.jpg"><img class="size-medium wp-image-48171" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/rejane-paschoal-foto-jan-ribeiro1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A autora revelou como foi seu processo de transição das artes plásticas para a literatura</p></div>
<p><strong>OFICINAS LITERÁRIAS</strong><br />
<em>Em 2007, perto de me aposentar, procurei um amigo que era professor de português na escola que lecionava. Mostrei as coisas que andava escrevendo, e ele, muito delicadamente, pediu que me matriculasse nas oficinas do escritor Raimundo Carrero. Fui à União Brasileira de Escritores (UBE) numa terça-feira, a sede fica ali em Casa Forte, e comecei a frequentar as aulas já na quinta-feira. Aprendi muito com o professor Carrero. Ele é uma pessoa muito generosa, que permitiu encontrar meu próprio caminho na literatura. O mais bacana das oficinas literárias é que não existe &#8220;certo&#8221; ou &#8220;errado&#8221;. O que aprendemos lá são técnicas, técnicas que nos ajudam a encontrar soluções para os personagens e narrativas que criamos. </em></p>
<p><strong>PROCESSO/BLOQUEIO CRIATIVO</strong><br />
<em>Sentiram que as ideias travaram? Então, peguem um papel e comecem a &#8216;topificar&#8217; tudo o que vem à mente de vocês. Nesse momento inicial, não coloquem freio na imaginação. Deixem vir tudo o que está rondando o inconsciente. Depois de tudo listado, comecem a separar o joio do trigo, como numa peneira mesmo, e vejam no que vale investir a criatividade de vocês. Aquilo que não dá, deixem de lado e só trabalhem no que é possível canalizar força e energia. Sempre faço isso e, vou confessar, dá certo, viu?</em></p>
<p><strong>PRÊMIOS</strong><br />
<em>Meus dois livros<em>, &#8216;Histórias do Encantarerê&#8217; e &#8216;Manuscritos em Grafite&#8217;,</em> só foram publicados graças ao Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil e ao <strong>Prêmio Pernambuco de Literatura</strong>. Como nos inscrevemos com pseudônimos, qualquer escritor, consagrado ou não, tem a chance de publicar sua obra. <em>São políticas públicas que fazem toda diferença quando não se tem ainda um nome consolidado no mercado editorial. Os prêmios abrem portam e fazem nossas publicações chegarem ao seu destino final: leitores.</em></em></p>
<p><strong>AUTORES PREFERIDOS</strong><br />
<em>Brasileiros: João Cabral de Melo Neto, Manuel Bandeira, Carlos Pena Filho e Joaquim Cardozo. Estrangeiros: José Saramago e Valter Hugo Mãe.</em></p>
<p><strong>PRÓXIMOS PROJETOS</strong><br />
<em>Escrevi seis contos entre os meses de março e abril. Como prefiro as narrativas curtas, ainda não me aventurei no romance, vou juntar esses textos com outros que já escrevi e, em breve, vou submetê-los à outra premiação literária. Torçam por mim.</em></p>
<div id="attachment_48153" aria-labelledby="figcaption_attachment_48153" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/paulo-perdigão-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-48153" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/paulo-perdigão-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O músico Paulo Perdigão deu uma canja para coroar o encerramento</p></div>
<p>Ao final do bate-papo com Rejane Paschoal, o músico Paulo Perdigão se apresentou junto aos músicos da Mesa de Samba Autoral de Pernambuco e, com direito à canja da cantora <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/isadora-melo-lanca-o-disco-vestuario-no-santa-isabel/" target="_blank"><strong>Isadora Melo</strong></a>, mostrou que nosso Estado também produz samba da melhor qualidade. Confira nos vídeos abaixo um pouco da passagem do <em>Outras Palavras </em>pela EREM Santa Ana:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/bhKAK_e24KE?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oGaMJvpAhtk?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>1ª Mostra do Artesanato do Barro de Caruaru celebra Zé Caboclo e Dona Celestina</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2015 20:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A tradição do artesanato em barro de Caruaru ganha uma mostra especial a partir deste sábado (24), com exposição, oficinas e apresentações de banda de pífano, literatura de cordel , sanfoneiros e violeiros. A programação acontece até o dia 04 de fevereiro, no Alto do Moura, reduto da arte do barro em Caruaru. Nesta primeira edição, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_20122" aria-labelledby="figcaption_attachment_20122" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesa_Socorro-Rodrigues.jpg"><img class="size-medium wp-image-20122" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesa_Socorro-Rodrigues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Socorro Rodrigues irá disseminar o legado dos seus pais &#8211; Zé caboclo e Dona Celestina &#8211; a estudantes.</p></div>
<p>A tradição do artesanato em barro de Caruaru ganha uma mostra especial a partir deste sábado (24), com exposição, oficinas e apresentações de banda de pífano, literatura de cordel , sanfoneiros e violeiros. A programação acontece até o dia 04 de fevereiro, no Alto do Moura, reduto da arte do barro em Caruaru. Nesta primeira edição, a mostra estará homenageando Zé Caboclo e Dona Celestina, mestres-artesãos. Para participar das oficinas, é necessário fazer inscrição no site <strong><a href="http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/" target="_blank">http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/</a> </strong>No endereço virtual também é possível ler um breve perfil de cada mestre artesão participante do projeto.</p>
<p>A 1ª Mostra do Artesanato do Barro de Caruaru funcionará, das 9h às 21h, na Rua Mestre Vitalino, nº 519, com exposição de obras. Os alunos de escolas estaduais e municipais são o foco do projeto, que criou uma programação de aula passeio-cultural, incluindo oficinas para que as crianças e adolescentes possam experimentar a arte do barro. Os demais interessados podem participar das oficinas apenas nos finais de semana. Veja a lista das escolas participantes <strong><a href="http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/escolas-participantes.html" target="_blank">AQUI</a></strong>.</p>
<div id="attachment_20124" aria-labelledby="figcaption_attachment_20124" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesao_Severino-Vitalino.jpg"><img class="size-medium wp-image-20124" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/artesao_Severino-Vitalino-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Severino Vitalino, filho do famoso Mestre Vitalino, também participa do projeto de difusão da arte do barro.</p></div>
<p>A cada dia, um mestre artesão irá transmitir sua experiência para os estudantes e interessados que se inscrevem nas oficinas. Do dia 24 de janeiro a 04 de fevereiro, as oficinas serão realizadas sempre a partir das 13h30.  Participam da iniciativa de transmissão da arte do barro: <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesa-mestra-marliete-rodrigues.html" target="_blank">Marliete Rodrigues</a></strong>, <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesa-socorro-rodrigues.html" target="_blank">Socorro Rodrigues</a> </strong>(filhas dos mestres  Zé Caboclo e Dona Celestina), <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/mestre-severino-vitalino.html" target="_blank">Severino Vitalino</a></strong> (filho de Mestre Vitalino),  <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesa-teresinha-goncalves.html" target="_blank">Terezinha Gonçalves</a></strong>, <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/mestre-manoel-eudocio.html" target="_blank">Manuel Eudócio</a></strong> e <strong><a href="http://mostradobarro.blogspot.com.br/2015/01/artesao-antonio-miguel-da-silva.html" target="_blank">Antônio Miguel</a></strong>.</p>
<p>Durante as tardes, a partir das 15h30, a programação fica animada com apresentações artísticas.  A tradição nordestina é celebrada ao som de cordelistas, bandas de pífanos, violeiros, trios pé-de-serra e sanfoneiro. Confira a programação de apresentações abaixo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>1ª Mostra do Artesanato do Barro de Caruaru </strong><br />
<strong>De 24 de janeiro a 04 de fevereiro</strong><br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Mestre Vitalino, nº 519 &#8211; Alto do Moura &#8211; Caruaru &#8211; PE<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 9990.6223 | mostrartedobarro@gmail.com<br />
<strong>Programação completa e inscrições para oficinas: <a href="http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/" target="_blank">http://www.mostradobarro.blogspot.com.br/</a> </strong><br />
<span style="font-size: 13px;"><br />
<strong>Programação | Apresentações artísticas</strong></span></p>
<p><strong>24 de Janeiro (sábado)</strong><br />
15h30 –Teté (Maracatu Almirante do Forte &#8211; Recife), Batuqueiros do Silêncio, Bernardo Contramestre (alfaia), Coco e Cantos,Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>25 de Janeiro (domingo)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>26 de Janeiro (segunda-feira)</strong><br />
15h30 –Marcos do Pife e João do Pife, Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>27 de Janeiro (terça-feira)</strong><br />
15h30 –Marcos do Pife e João do Pife, Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>28 de Janeiro (quarta-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>29 de Janeiro (quinta-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>30 de Janeiro (sexta-feira)</strong><br />
15h30 –Luciano Leonel (violeiro-repentista), Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>31 de Janeiro (sábado)</strong><br />
15h30 –Luciano Leonel (violeiro-repentista), Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>01 de Fevereiro (domingo)</strong><br />
15h30 –Riva Le Boss (1ª viola), Breno Lira (2ª viola), Nido Pedrosa (moringas), Nido do Acordeom(sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>02 de Fevereiro (segunda-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>03 de Fevereiro (terça-feira)</strong><br />
15h30 –Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p><strong>04 de Fevereiro (quarta-feira)</strong><br />
15h30 –Bernardo Contramestre (alfaia), Nido do Acordeom (sanfona) e Olegário Fernandes (declamador de cordel)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FPNC tem jogo educativo sobre a importância do Patrimônio</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2014 18:32:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[PESQUEIRA]]></category>
		<category><![CDATA[preservação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta terça-feira (26), além de oficinas e outras atividades que serão realizadas durante o Festival Pernambuco Nação Cultural – 14ª Festa das Dálias, acontece na Escola de Referência José de Almeida Maciel, em Pesqueira, a atividade educativa “Jogo do Patrimônio”. A ação, que possui como objetivo envolver conhecimentos sobre patrimônios culturais, será realizada das 9h [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (26), além de oficinas e outras atividades que serão realizadas durante o Festival Pernambuco Nação Cultural – 14ª Festa das Dálias, acontece na Escola de Referência José de Almeida Maciel, em Pesqueira, a atividade educativa “Jogo do Patrimônio”. A ação, que possui como objetivo envolver conhecimentos sobre patrimônios culturais, será realizada das 9h às 12h, tendo como público alvo adolescentes na faixa etária dos 12 aos 15 anos.</p>
<p>De acordo com Diomedes Oliveira, coordenador do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe, o jogo abordará questões ligadas às heranças culturais pernambucanas, através de um tabuleiro gigante com várias etapas a serem percorridas. “Essa atividade passou a ser realizada em 2013, durante algumas edições do FPNC, visando contribuir de maneira lúdica para o enriquecimento educacional dos participantes, com um conteúdo ressaltando temas como a preservação dos patrimônios, além da história e da cultura de nosso Estado”, explicou.</p>
<p><b>Jogo do Patrimônio<br />
</b>Dia: 26/08<br />
Horário: 9h às 12h<br />
Facilitador: Diomedes Oliveira<br />
Local: Escola de Referência em Ensino Médio José de Almeida Maciel</p>
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