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	<title>Portal Cultura PE &#187; Feira Literária do Sertão</title>
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		<title>Ações voltadas para o fortalecimento da cultura chegam ao Sertão de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 11:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_54475" aria-labelledby="figcaption_attachment_54475" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Rodrigo Ramos/ Secult PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/36349419222_0727300ab7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-54475 " alt="Foto: Rodrigo Ramos/ Secult PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/10/36349419222_0727300ab7_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Em quatro anos de existência, o Outras Palavras atingiu mais de 600 escolas pernambucanas</p></div>
<p>Com a proposta de reforçar a política de interiorização da cultura no estado, o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), leva o Outras Palavras aos municípios de Buíque e Arcoverde, respectivamente na próxima quarta (23) e sexta-feira (25). Além de visitar escolas públicas da região com Patrimônios Vivos e artistas do estado, o projeto passará pela Feira Literária do Sertão (FELIS) e terá uma edição na unidade da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) em Arcoverde, que abriga adolescentes em conflito com a lei.</p>
<p>Na próxima quarta-feira (23), os estudantes da Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Gallindo, em Buíque, vão conversar com Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e a escritora Ezter Liu, vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro “Das tripas coração”. Em paralelo, o artista Maggo MC oferece uma oficina de rimas na unidade da Funase Arcoverde entre os dias 23 e 25 de outubro. Já na sexta-feira (25), Ezter Liu e Maggo MC participam da programação na FELIS.</p>
<p>Segundo o secretário de Cultura, Gilberto Freyre Neto, “por meio dessa iniciativa os jovens das escolas públicas poderão conhecer de perto manifestações da cultura pernambucana. No caso de Buíque, por exemplo, terão a oportunidade de conversar com um mestre da cultura popular da região, o Assis Calixto, que recebeu este ano o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco”.</p>
<div id="attachment_72356" aria-labelledby="figcaption_attachment_72356" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/48552439262_30c30a362a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72356 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/48552439262_30c30a362a_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Assis Calixto se apresentará com parte do Coco Raízes de Arcoverde em Buique, na próxima quarta-feira (23) na Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Gallindo</p></div>
<p>Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, destaca ainda a participação do Outras Palavras na Feira Literária do Sertão, realizada pelo Coletivo Cultural de Arcoverde (Cocar) e pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). “A ideia é que nessas feiras vamos valorizar o ator cultural de cada região, dando oportunidade a pessoas que estão querendo promover sua arte, fazendo um bonito retrato da cultura pernambucana”, declara Canuto.</p>
<p>A FELIS faz parte da primeira edição do Circuito Cultural de Pernambuco, uma parceria entre a Secult-PE/Fundarpe e a Cepe, com a proposta de ampliar as ações de interiorização da cultura já consolidadas – feiras e tendas literárias – em  13 municípios do Estado.</p>
<p>De acordo com Andréa Motta, coordenadora do Outras Palavras, o projeto consolidou-se como política de integração entre cultura e educação. “Uma prova disso é que desde o ano passado passamos a contemplar também espaços não formais de aprendizagem, como as unidades da Funase. A ideia é promover um exercício de liberdade por meio da transmissão do conhecimento”.</p>
<div id="attachment_72357" aria-labelledby="figcaption_attachment_72357" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/43584359802_efc60e7a80_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-72357" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/43584359802_efc60e7a80_k-607x459.jpg" width="607" height="459" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora Ezter Liu, que participou de edições anteriores do Outras Palavras, estará de volta nas edições em Buíque e Arcoverde</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Educação é uma das parcerias na realização do Outras Palavras no estado. Em quatro anos de existência, o programa atingiu mais de 600 escolas pernambucanas, beneficiou cerca de 20 mil estudantes e distribuiu mais de seis mil livros nas bibliotecas por onde passou.</p>
<p><strong>Confira a programação do Outras Palavras:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (23/10)</strong></span><br />
<strong>Buíque</strong><br />
*Assis Calixto (Patrimônio Vivo) e Ezter Liu (Carpina)<br />
Escola Técnica Estadual Jornalista Cyl Gallindo (Beco do Abrigo, 457, Buíque)</p>
<p><strong>Arcoverde</strong><br />
*Oficina de rimas com o Maggo MC (Recife) até o dia 25/10<br />
Funase (Arcoverde)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (25/10)</strong></span><br />
<strong>Arcoverde</strong><br />
*Participação na Feira Literária do Sertão (FLIS), com Ezter Liu (Carpina) e Maggo MC (Recife)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Centésima edição do Outras Palavras é celebrada durante feira literária em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2018 13:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A centésima edição do Outras Palavras ganhou tons de celebração com a participação do projeto na Feira Literária do Sertão (Felis), realizada em Arcoverde durante o final de semana passado. Na última sexta-feira (30/11), o escritor Urariano Mota, autor do livro Soledad no Recife, e a atriz Hilda Torres, com o espetáculo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64955" aria-labelledby="figcaption_attachment_64955" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099488362_4ff8895cf6_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64955  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099488362_4ff8895cf6_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Urariano Mora, como forma de cativar a garotada, tratou logo de sentar ao lado das crianças para interagir e ganhá-los com a simpatia</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A centésima edição do <strong>Outras Palavras</strong> ganhou tons de celebração com a participação do projeto na Feira Literária do Sertão (Felis), realizada em Arcoverde durante o final de semana passado. Na última sexta-feira (30/11), o escritor Urariano Mota, autor do livro<strong> Soledad no Recife</strong>, e a atriz Hilda Torres, com o espetáculo <strong>Soledad: a terra é fogo sobre nossos pés,</strong> conversaram com estudantes de escolas públicas da cidade sobre Soledad Barret, militante assassinada durante a ditadura militar no Brasil.</p>
<p>Lucila Gomes, uma das integrantes da equipe do <strong>Outras Palavras</strong>, desde 2015, conta que a primeira edição foi realizada no Teatro Apolo, no Bairro do Recife, com a presença de quatro escritores, da cirandeira Lia de Itamaracá (representando os Patrimônios Vivos), representantes da Secretaria de Educação estadual, e mais de 150 profissionais da área da educação, entre diretores de escolas, professores e gestores das Gerências Regional de Educação (GRE).</p>
<div id="attachment_64956" aria-labelledby="figcaption_attachment_64956" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099494252_66025bcc69_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64956  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099494252_66025bcc69_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Outras Palavras atingiu mais de 590 escolas, 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou.</p></div>
<p><em>“Naquela ocasião, eu não tinha ideia se teríamos a segunda edição, mas a confiança de que nossa proposta seria bem aceita por quem faz a educação pública acontecer. Hoje estamos na centésima edição, recebendo convites de várias escolas e festivais pelo estado, e ainda teremos mais até o final do ano”,</em> comemora Lucila.</p>
<p>No próximo dia 5 de dezembro, está agendada uma ação da Secult-PE e Fundarpe na EREM Capitão Luiz Reis, no Alto da Bondade, em Olinda. Já no dia 12 deste mês, haverá uma edição de avaliação dos três anos do <strong>Outras Palavras</strong> no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco, no Marco Zero, com vários convidados e artistas que participaram da iniciativa. Dentre outros números, até aqui o projeto atingiu mais de 590 escolas, 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou.</p>
<div id="attachment_64958" aria-labelledby="figcaption_attachment_64958" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46149840641_377ba6a491_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64958  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46149840641_377ba6a491_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apesar de tímidos, as crianças não desgrudavam os olhos da conversa entre o Urariano e Hilda</p></div>
<p><strong>Outras Palavras em Arcoverde -</strong> Quando Urariano Mota e a atriz Hilda Torres chegaram à Praça Virgínia Guedes esperavam encontrar um público mais adolescente para lhes ouvir. Afinal, eles iam falar sobre assuntos duros como a ditadura militar e repressão policial no Brasil, fazendo uma conexão com a história de Soledad Barret. Mas ao observarem o ambiente, perceberam que precisariam se adaptar de improviso diante da plateia que se depararam. É que as escolas envolvidas tinham levado muitas crianças &#8211; e apenas alguns adolescentes &#8211; para a ação.</p>
<p>Os dois conversaram nos bastidores e combinaram como fariam a nova apresentação. Enquanto Hilda se preparava, Urariano, como forma de cativar a garotada, tratou logo de sentar ao lado das crianças para interagir e ganhá-los com a simpatia. Atrair a atenção deles, primeiro, para depois entrar no assunto que tinha ido falar. O escritor é um bom conhecedor deste perfil de plateia porque foi aluno da escola pública. A Escola Professor Alfredo Freyre, no bairro de Água Fria, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/outras-palavras-para-falar-de-democracia-e-cultura-no-recife/" target="_blank">que recebeu uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> com a participação do seu antigo aluno no ano passado</a>.</p>
<div id="attachment_64957" aria-labelledby="figcaption_attachment_64957" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46149838661_401ad1fb72_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64957  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46149838661_401ad1fb72_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Tenho o sonho de que o mundo seja melhor para todos e todas”, disse uma menina que estava na plateia</p></div>
<p>Apesar de tímidas, as crianças não desgrudavam os olhos da conversa entre o Urariano e Hilda, que intercalaram, respectivamente, com declarações sobre o que viveram durante a ditadura militar e com poesias de autoria de Soledad Barret. Quando Hilda Torres perguntou se gostavam de poesia, vários levantaram as mãos. Teve até uma aluna, chamada Denise, de 12 anos, que se declarou poetiza, mas ficou com vergonha de dizer mais do que isso. A atriz pediu então para recitar a última poesia escrita por Soledad.</p>
<p><em>“Mãe, me entristece te ver assim / o olhar quebrado dos teus olhos azul céu / em silêncio implorando que eu não parta / Mãe, não sofras se não volto / me encontrarás em cada moça do povo / deste povo, daquele, daquele outro / do mais próximo, do mais longínquo / talvez cruze os mares, as montanhas / os cárceres, os céus / mas, Mãe, eu te asseguro / que, sim, me encontrarás! / no olhar de uma criança feliz / de um jovem que estuda / de um camponês em sua terra / de um operário em sua fábrica / do traidor na forca / do guerrilheiro em seu posto / sempre, sempre me encontrarás! / Mãe, não fiques triste / tua filha te quer”,</em> declamou a personagem Soledad Barret, interpretada por Hilda.</p>
<div id="attachment_64954" aria-labelledby="figcaption_attachment_64954" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099482262_7845bc676b_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64954  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099482262_7845bc676b_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Sonhar não tem idade. Expressem essa busca de forma que faça você e as pessoas felizes”, sugeriu Hilda Torres</p></div>
<p>Outro momento extraído daquelas crianças foi quando a atriz falou dos sonhos de Soledad Barret, um mundo sem injustiças e uma América Latina de povos irmãos, e perguntou se alguém ali tinha um sonho também. <em>“Que o mundo seja melhor para todos e todas”, </em>disse uma menina.<em> “Que a gente tenha sempre vez e voz”,</em> disse outro garoto. <em>“Sonhar não tem idade. Expressem essa busca de forma que faça você e as pessoas felizes”,</em> sugeriu Hilda, provocando sorrisos na garotada.</p>
<div id="attachment_64953" aria-labelledby="figcaption_attachment_64953" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099481062_32c72574e6_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64953  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/46099481062_32c72574e6_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da história de Soledad Barret, o autor aproveitou para falar sobre o lançamento do seu livro &#8216;A mais longa duração da juventude&#8217;</p></div>
<p style="text-align: left;"><em>“Soledad era uma sonhadora e apaixonada pelo que fazia. Ao mesmo tempo, uma mulher apaixonante. Ela inspirou o poeta uruguaio Mario Benedetti a escrever uma poesia sobre sua vida. Esse texto foi publicado no dia que Mario soube que ela havia sido assassinada”,</em> disse, com pesar, Urariano. Além da história de Soledad Barret, o autor aproveitou para falar sobre o<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/urariano-mota-leva-a-mais-longa-duracao-da-juventude-ao-outras-palavras/" target="_blank"> lançamento do seu livro <strong>A mais longa duração da juventude</strong></a>, que aconteceu durante a Felis no dia seguinte, no sábado (1º/12).</p>
<div id="attachment_64950" aria-labelledby="figcaption_attachment_64950" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31210515377_69191248f4_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64950  " alt="Elimar Caranguejo/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/31210515377_69191248f4_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A professora Eliane Rodrigues, responsável por uma das escolas participantes, ressaltou a importância de conversar sobre a história do Brasil dentro das escolas</p></div>
<p>A professora Eliane Rodrigues, responsável por uma das escolas participantes, brincou com a timidez da criançada e ressaltou a importância de tratar esse assunto dentro das escolas. <em>“Eu sei que eles estavam tímidos, mas eles não são assim caladinhos. Porém, nas na sala de aula, vamos continuar essa conversa. Eles sabem um pouquinho da história e que são importantes para dar continuidade a essa luta, independente de qualquer coisa, e, sobretudo, agora diante do momento que o Brasil vive”.</em></p>
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