<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Guadalupe</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/guadalupe/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Diversidade em todos os sentidos no País das Culturas Populares em Bezerros</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-em-todos-os-sentidos-no-pais-das-culturas-populares-em-bezerros/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-em-todos-os-sentidos-no-pais-das-culturas-populares-em-bezerros/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 02:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PE Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Babá Orixala Funfun]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[ciranda]]></category>
		<category><![CDATA[Ciriaco]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Equilaine]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[Glória do Goitá]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[Ibura]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Nação Capibaribe]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[País das Culturas Populares]]></category>
		<category><![CDATA[pastoril]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Meu País]]></category>
		<category><![CDATA[profano]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Serra Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Várzea]]></category>
		<category><![CDATA[Zona da mata]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=110767</guid>
		<description><![CDATA[Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui está aquele friozinho gostoso, mas aos poucos o calor do público que vai chegando nos polos torna a temperatura aconchegante, no modo ideal. O Festival Pernambuco Meu País, em seu primeiro dia, nesta sexta-feira (19), no povoado de Serra Negra, município de Bezerros, no Agreste pernambucano começou nesse clima: de aconchego. Logo à tarde, no palco País das Culturas Populares cativou o público com espetáculos de música e dança que exaltaram a diversidade do gênero no Estado, com performances de maracatu, afoxé, coco e pastoril.</p>
<p>O Maracatu Nação Capibaribe, do bairro da Várzea (Recife-PE), trouxe uma amostra de 15 de seus mais de cem integrantes. Bateu o centro no palco-caminhão com um repertório em tributo aos orixás, de Exu a Oxalá, mesclando temas tradicionais de seu ritmo dominante com outros mais pop, de Chico Science, Alceu Valença e Erasto Vasconcelos, entre outros. Um crossover rítmico e geracional que transitou ainda pelo samba e provocou até uma roda de ciranda em volta de seu porta-estandarte.</p>
<p>A tradição dos ritmos afros continuou na apresentação do Afoxé Babá Orixalá Funfun, do bairro de Guadalupe (Olinda-PE), que mostrou que festa não precisa se separar da militância. Também colocou a plateia para dançar com canções em que reflete sobre o passado e o presente de lutas. As músicas fazem uma releitura lúdica e artística do candomblé tradicional. Em modo de festa, denunciou toda forma de preconceito.</p>
<p>Numa vibe semelhante a seus antecessores, da tradição que remete aos ancestrais, o Coco de Mestre Ciriaco, do Sítio do Urubu, no município de Glória do Goitá (Zona da Mata Norte pernambucana), também fez o público dançar, com seus dançarinos em meio aos espectadores. O premiado Mestre Ciriaco, 96 anos, 77 destes dedicados ao ritmo, cantou e tocou zabumba ao lado do neto João Paulo, 28 anos, que toca ganzá e recentemente acompanha o avô.</p>
<p>O País das Culturas Populares encerrou sua tarde de estreia em Serra Negra com As Perigosas Pastoras, peculiar pastoril profano do bairro do Ibura (Recife) que se destaca pela formação e proposta em defesa da visibilidade LGBTQIA*. Com a plateia no gargarejo, arrancou muitos risos e aplausos.</p>
<p>A maioria do público à beira do palco era formada por cerca de 30 alunas e alunos de dança da professora Equilaine Rodrigues, do município de Bezerros. Todas e todos curtindo com muita animação. &#8220;Aqui é uma riqueza de cultura. Pernambuco é rico em cultura e diversidade. Nós adoramos e vivemos isso em nosso dia a dia, durante nossas aulas em Bezerros. É maravilhoso estar aqui vivenciando tudo isso&#8221;, afirmou a docente. &#8220;Estou achando o festival riquíssimo. Veio a calhar ser aqui em Serra Negra, que é um lugar maravilhoso e juntou com nossa cultura dando aquela união positiva. Não poderíamos ficar de fora&#8221;, completou.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-em-todos-os-sentidos-no-pais-das-culturas-populares-em-bezerros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Sambada de Coco do Guadalupe reafirma tradição no Sítio Histórico de Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sambada-de-coco-do-guadalupe-reafirma-tradicao-no-sitio-historico-de-olinda/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/sambada-de-coco-do-guadalupe-reafirma-tradicao-no-sitio-historico-de-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2024 04:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé]]></category>
		<category><![CDATA[Babá Orixala Funfun]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[DJ MK]]></category>
		<category><![CDATA[empetur]]></category>
		<category><![CDATA[Fulô de Jurema]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[mãe beth de oxum]]></category>
		<category><![CDATA[Olimnda]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Sábado de Zé Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Sambada]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[setur-pe]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio Histórico]]></category>
		<category><![CDATA[Umbigada]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=108356</guid>
		<description><![CDATA[O Sábado de Zé Pereira (10) também foi dia da Sambada de Coco do Guadalupe. O evento, realizado nesta noite no Beco da Macaíba, bairro de Guadalupe, no Sítio Histórico de Olinda, contou com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Sábado de Zé Pereira (10) também foi dia da Sambada de Coco do Guadalupe. O evento, realizado nesta noite no Beco da Macaíba, bairro de Guadalupe, no Sítio Histórico de Olinda, contou com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), Secretaria Estadual de Turismo e Lazer (Setur-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>Realizada pelo centro cultural de música e tecnologia Coco de Umbigada, a Sambada de Coco do Guadalupe teve como atrações este ano Afoxé Babá Orixala Funfun, Coco Fulô de Jurema e DJ MK, além, claro, do anfitrião Coco de Umbigada.</p>
<p>O Coco de Umbigada é capitaneado por Mãe Beth de Oxum, ialorixá do Ilê Axé Oxum Karê, mestra coquista, comunicadora e Patrimônio Vivo de Pernambuco que há um quarto de século fundou a Sambada de Coco do Guadalupe.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/sambada-de-coco-do-guadalupe-reafirma-tradicao-no-sitio-historico-de-olinda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gabriela Azevêdo lança o livro que resgata a história do Terreiro Ilê Àse Obá Angaju</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gabriela-azevedo-lanca-o-livro-que-resgata-a-historia-do-terreiro-ile-ase-oba-angaju-em-olinda/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/gabriela-azevedo-lanca-o-livro-que-resgata-a-historia-do-terreiro-ile-ase-oba-angaju-em-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 00:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Aldir Blanc]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriela Azevêdo]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Maria de Lourdes da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Terreiro Ilê Àse Obá Angaju]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=93240</guid>
		<description><![CDATA[Escritora e produtora cultural, Gabriela Azevêdo disponibiliza gratuitamente na internet o e-book &#8220;Entre Xangô e Jurema Sagrada &#8211; tradição, cultura e saberes ancestrais no Ilê Àse Obá Angaju&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a publicação virtual conta a história do Ilê Àse Obá Aganju, terreiro que fundado em 1948, na cidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-23-at-10.20.54-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93243" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-23-at-10.20.54-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Escritora e produtora cultural, Gabriela Azevêdo disponibiliza gratuitamente na internet o e-book &#8220;Entre Xangô e Jurema Sagrada &#8211; tradição, cultura e saberes ancestrais no Ilê Àse Obá Angaju&#8221;. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, a publicação virtual conta a história do Ilê Àse Obá Aganju, terreiro que fundado em 1948, na cidade de Olinda. Para baixar, acesse: <strong><a href="https://www.titivilluseditora.com.br/product-page/entre-xang%C3%B4-e-a-jurema-sagrada-tradi%C3%A7%C3%A3o-cultura-e-saberes-ancestrais" target="_blank">www.titivilluseditora.com.br/product-page/entre-xang%C3%B4-e-a-jurema-sagrada-tradi%C3%A7%C3%A3o-cultura-e-saberes-ancestrais</a></strong>.</p>
<p>Fundado pela Iyalorixá Maria de Lourdes da Silva, o terreiro é atualmente dirigido pelo herdeiro consanguíneo Babá Ivanildo de Oxóssi e pela Iyalorixá Lucicleide de Oyá. Localizada no bairro de Guadalupe, a casa é regida por Xangô Aganju e tem culto à Jurema Sagrada, sendo símbolo de resistência na manutenção dos saberes tradicionais no Estado.</p>
<p><strong>ESCRITORA -</strong> Gabriela Azevêdo é arquiteta e urbanista, com mestrado em desenvolvimento urbano pela UFPE. Militante, professora universitária e pesquisadora sobre patrimônio cultural, participação social, estudos raciais e religião. Escritora e produtora cultural. Abiã do Ilê Àse Obá Aganju.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/gabriela-azevedo-lanca-o-livro-que-resgata-a-historia-do-terreiro-ile-ase-oba-angaju-em-olinda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Boi da Macuca arma seu tradicional desfile pelas ruas de Olinda nesta segunda-feira (24)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/boi-da-macuca-arma-seu-tradicional-desfile-pelas-ruas-de-olinda-nesta-segunda-feira-24/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/boi-da-macuca-arma-seu-tradicional-desfile-pelas-ruas-de-olinda-nesta-segunda-feira-24/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2020 13:21:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boi da Macuca]]></category>
		<category><![CDATA[cariri]]></category>
		<category><![CDATA[desfile]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=75625</guid>
		<description><![CDATA[As ruas de Olinda serão tomadas nesta segunda-feira (24) pelo tradicional Cortejo do Boi da Macuca, que ocorre tradicionalmente desde 1989. Como de costume, a concentração ocorre a partir das 15h, na Sede da Cariri, e conta com o embalo do sanfoneiro Benedito da Macuca. Os desfiles da agremiação neste ano contam com incentivo do Governo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75626" aria-labelledby="figcaption_attachment_75626" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Boi-da-Macuca2.jpg"><img class="size-medium wp-image-75626" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Boi-da-Macuca2-607x390.jpg" width="607" height="390" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra do Maestro Oséas comanda o cortejo pelas ruas da cidade</p></div>
<p>As ruas de Olinda serão tomadas nesta segunda-feira (24) pelo tradicional Cortejo do Boi da Macuca, que ocorre tradicionalmente desde 1989. Como de costume, a concentração ocorre a partir das 15h, na Sede da Cariri, e conta com o embalo do sanfoneiro Benedito da Macuca. Os desfiles da agremiação neste ano contam com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A partir das 19h, o Boi segue com a Orquestra do Maestro Oséas, que conta com um repertório que consegue mesclar estilos que vão do Frevo ao Forró, reproduzindo clássicos e composições de nomes como os de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Otto, Banda Eddie, Academia da Berlinda e entre outros. Uma verdadeira odisseia musical que consegue mesclar tradição e a vanguarda.</p>
<p>Como de costume, a Macuca homenageia anualmente uma personalidade local ou cultural. Nesta edição do cortejo, a homenagem será concedida a Dona Djanira Falcão, que de acordo o produtor e organizador Rudá Rocha, se destacava pelo carinho que oferecia ao mundo. “Dona Dejanira nasceu com o talento do aconchego, do abraço sem fim, que abarca todas e todos. Assim como nós, entremeados entre o litoral e o interior, ama carnaval e São João. É por isto e, na verdade, por muito mais do que isto, que dedicamos o Carnaval 2020 a Dejanira Falcão, a Querida Dona Dida”, enfatizou Rudá.</p>
<p><strong>MACUCA -</strong> Já é tradição: o Boi da Macuca sai, sempre, na segunda-feira de Carnaval, com concentração no Largo do Guadalupe, em frente à sede do Cariri Olindense. O famoso cortejo pelas ruas de Olinda é realizado, ininterruptamente, desde 1989, quando foi fundada a entidade cultural. Durante o São João, a festa acontece em Correntes, com arraial e cortejo pela área rural do município pernambucano.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span><br />
</b>Cortejo do Boi da Macuca no Carnaval<br />
Segunda-feira – 24 de fevereiro<br />
Concentração com Benedito da Macuca, a partir das 15h, na Sede do Cariri<br />
Saída às 19h, com a Orquestra do Maestro Oséas<br />
Gratuito</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/boi-da-macuca-arma-seu-tradicional-desfile-pelas-ruas-de-olinda-nesta-segunda-feira-24/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 15:04:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[bruno souza]]></category>
		<category><![CDATA[especial]]></category>
		<category><![CDATA[Gilú Amaral]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[Meu Lugar na Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Contemporânea de Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=22123</guid>
		<description><![CDATA[Bruno Souza Criador da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), que é, sem dúvidas, uma das grandes referências da música produzida atualmente em Pernambuco, Gilú Amaral, apesar da pouca idade &#8211; 31 anos, acumula em seu currículo a experiência de já ter tocado com vários nomes consagrados da cena musical de nosso Estado, como Mundo Livre S/A, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22128" aria-labelledby="figcaption_attachment_22128" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870.jpg"><img class="size-medium wp-image-22128" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gilú Amaral não dispensa um pôr do sol no adro da Igreja de Nossa Senhora do Guadalupe</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Criador da<strong> <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">Orquestra Contemporânea de Olinda</a> </strong>(OCO), que é, sem dúvidas, uma das grandes referências da música produzida atualmente em Pernambuco, Gilú Amaral, apesar da pouca idade &#8211; 31 anos, acumula em seu currículo a experiência de já ter tocado com vários nomes consagrados da cena musical de nosso Estado, como Mundo Livre S/A, Otto e Naná Vasconcelos.</p>
<p>Nascido Gilson Lúcio do Amaral Filho, o percussionista é um apaixonado pelas ladeiras olindenses. Também pudera: foi, nas ruas e nos terreiros de candomblé do Sítio Histórico da cidade, que aprendeu a tocar. <em>&#8220;Como nasci e me criei aqui, minha maior referência sempre foi Olinda. O município é muito plural, respira cultura. Descobri a música nos idos anos 90. Tinha 8 anos. Minha escola foi a rua, os maracatus. Frequentei a casa de Mestre Salustiano, toquei com ele, passei pelo Maracatu do Camaleão, agremiação que já revelou muita gente. De lá pra cá, fui só aprimorando minha arte&#8221;</em>, disse o músico, que, desde 2008, já rodou o mundo mostrando todo o suingue de nossos ritmos, ao lado dos seus companheiros da OCO.</p>
<p>Embora tenha passado por países como França, Portugal, Alemanha, Suíça, Bélgica, Itália, África e Estados Unidos, Gilú não hesita em dizer que o bairro do Guadalupe é o cantinho que mais gosta de ficar quando está de folga das apresentações da Orquestra. <em>&#8220;O Guadalupe é um bairro muito cultural. Moro aqui e, sempre que posso, estou envolvido com as atividades e as festividades promovidas pelos moradores da comunidade. Fora isso, adoro contemplar o pôr do sol e a visão privilegiada do Recife que o largo da Igreja [de Nossa Senhora do Guadalupe] me oferece todas as tardes&#8221;</em>, afirma o líder da OCO à série<strong> Meu Lugar na Cidade</strong>, do <strong>Portal Cultura.PE</strong>, que tem destacado a relação de afeto que os artistas mantém com os espaços das cidades de Olinda e Recife, nos próximos dias.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank"><strong>Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes”</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/gilu-amaral-olinda-nas-veias-e-no-som/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Julião mantém tradição das máscaras em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/juliao-mantem-tradicao-das-mascaras-em-olinda/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/juliao-mantem-tradicao-das-mascaras-em-olinda/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2015 17:01:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte popular]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Guadalupe]]></category>
		<category><![CDATA[João Dias Vilela Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Julião das Máscaras]]></category>
		<category><![CDATA[La Ursa]]></category>
		<category><![CDATA[máscaras]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio]]></category>
		<category><![CDATA[Urso]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=21163</guid>
		<description><![CDATA[O nome dele é João Dias Vilela Filho, mas pode chamar de Julião das Máscaras ou João de Julião, que ele atende. O nome Julião é do avô, de quem herdou o ofício de criar máscaras para os foliões. No bairro Guadalupe, em Olinda, Julião continua a tradição que começou aprender aos 12 anos com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/juliao-das-mascaras-1024x768.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21187" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/juliao-das-mascaras-1024x768-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>O nome dele é João Dias Vilela Filho, mas pode chamar de Julião das Máscaras ou João de Julião, que ele atende. O nome Julião é do avô, de quem herdou o ofício de criar máscaras para os foliões. No bairro Guadalupe, em Olinda, Julião continua a tradição que começou aprender aos 12 anos com o pai. “Eu não lembro do meu avô, eu era muito pequeno. Eu aprendi com meu pai. Eu levava muito cascudo, muito &#8216;carão&#8217; do meu pai para aprender, mas eu agradeço por ter aprendido uma arte. As pessoas dizem que eu faço melhor que ele, mas eu digo que não, eu sou filho do mestre.” A tradição iniciada com seu avô continua sendo transmitida de pai para o filho. Atualmente, com 54 anos, João de Julião já conta com a ajuda dos filhos Joana Vitória, de 10 anos, e Mateus Filho, de 17 anos.</p>
<p>Quando criança, o artista popular morou nas comunidades de Sapucaia e Ilha do Maruim, antes de chegar ao Guadalupe, e relembra do pai como exemplo de trabalhador e brincante. “Meu pai era um guerreiro, ele vendia cachorro quente, consertava móveis, além de fazer as máscaras. Ele foi pastora de pastoril, ele era muito divertido, fazia passo, se vestia de mulher”, relembra com orgulho e emenda “a mesma coisa sou eu. Eu trabalho na Prefeitura, aparece um trabalho para consertar uma encanação, eu vou e faço, aparece trabalho para envernizar uma cadeira, eu corro atrás do meu objetivo”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao-1024x683-1024x683.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21184" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao-1024x683-1024x683-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Há dois meses, Julião está com um ponto alugado, já que a casa da sua família onde morava e comercializava as peças foi vendida. Para não perder a clientela, alugou um local ao lado da antiga casa, na avenida Joaquim Nabuco. Lá, o movimento é intenso. Tanto de vizinhos como gente que vem de longe para comprar suas máscaras. Enquanto a reportagem do Cultura PE estava lá, o artista e bonequeiro Fernando Augusto, conhecido por ter feito muitas decorações do Carnaval de Olinda, estava comprando duas cabeças de boi. Julião diz “todo ano ele compra máscaras, já deve ter mais de 200 peças minhas, ele faz coleção”. Em outro momento, chega um folião querendo encomendar uma máscara da presidenta Dilma. Mas Julião não aceita a proposta, porque não tem tempo hábil para a criação. Na verdade, as peças do artista popular são mais voltadas para figuras mais lúdicas, principalmente de animais. Ele conta que recebeu uma encomenda de uma cabeça de bode e prontamente atendeu o pedido.</p>
<p>A máscara mais famosa da família Julião é a de Urso, mas a variedade de modelos é grande. Ele faz três tipos de cabeça de Urso, um deles é igual a que o pai fazia. A pedido de um casal, ele criou uma Ursa com laço na cabeça. Ainda tem abutre, elefante, rato, galo, boi, onça, linguarudo, palhaço. Além dos modelos para se fantasiar, tem também opções para a decoração de paredes, como os caboclos de lança e Homem da Meia-Noite, procurados por arquitetos e proprietários de hotéis, bares e restaurantes. As máscaras e “cabeções”, como Julião chama, são confeccionadas com papel <em>marché</em> e goma de araruta, pintadas com tinta óleo. As peças custam de R$ 15 a R$ 70, a depender do modelo e tamanho. O “Bazar Artístico Julião das Máscaras” funciona durante todo o Carnaval para atender aos foliões que procuram se fantasiar de última hora.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao2-1024x683.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21185" alt="Costa Neto / Secult PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/mascaras_juliao2-1024x683-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Julião tem convicção da importância do seu trabalho para o clima carnavalesco. “O objetivo do Carnaval é a pessoa se esconder atrás da máscara. Tem gente que é tímido, mas com a máscara a pessoa pode se soltar. Tem gente que engana até a mulher como um amigo meu que ia brincar com a máscara e dizia a mulher que tava trabalhando. No outro dia ele chega em casa suado, dizendo que deu um duro danado, mas na verdade tá de ressaca”, conta com entusiasmo.</p>
<p>Para aumentar a renda, o artesão também vende outros artigos para o Carnaval como tiaras, feitas por sua filha, máscaras industrializadas de super-heróis, roupas de <em>pierrot</em>, pistolas d´água, confete. Apesar disso, Julião gosta de defender a tradição das máscaras artesanais. &#8220;É um prazer fazer as máscaras e ver o olindense feliz. Carnaval sem máscaras e sem bonecos, não é Carnaval. O brilho do Carnaval são as máscaras e os bonecos. Eu sempre falo da diferença do industrial e do artesanal. Teve colega meu que me disse: porque tu não faz máscara de fibras? Eu digo que a maioria dos meus fregueses são filhos da cultura, ele não quer algo industrial, gosta de máscara feita a mão, não quer máscara de fibra que é feita na máquina e sai mil iguais&#8221;, explica.</p>
<p>Julião é um defensor das brincadeiras nas ruas no sítio histórico de Olinda. “O Carnaval é uma festa sadia, você pode brincar, pode se vestir do que for. Em Olinda, a gente não gasta dinheiro, não paga camarote. Temos que dar valor ao nosso Carnaval&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Bazar Artístico Julião das Máscaras &#8211; Avenida Joaquim Nabuco, Guadalupe, Olinda.<br />
Contatos: 81 3439-5439  8636-2268</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/juliao-mantem-tradicao-das-mascaras-em-olinda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

