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	<title>Portal Cultura PE &#187; inventário</title>
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		<title>Fundação recebe propostas de prestação de serviço para pesquisa para processo de tombamento</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 15:03:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113590" aria-labelledby="figcaption_attachment_113590" class="wp-caption img-width-582 alignnone" style="width: 582px"><p class="wp-image-credit alignleft">Val Lima/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/4767245281_ae4d2d1d45_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-113590" alt="Val Lima/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/4767245281_ae4d2d1d45_o-582x486.jpg" width="582" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Urbano de Tracunhaém</p></div>
<p>O Governo de Pernambuco, por intermédio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), tornou público edital de licitação de prestação de pesquisa e inventário para registro de bens culturais de natureza material. Com valor máximo estimado em R$ 278.560, a concorrência tem por objetivo atender às demandas da instituição no intuito de produzir a instrução técnica do processo de tombamento dos bens culturais Igreja de São Félix em Orocó; Igreja de São Sebastião em Ouricuri; e Conjunto Urbano de Tracunhaém.</p>
<p>As pesquisas para o tombamento incluem levantamento sistemático de informações relativas aos aspectos histórico-sociais e arquitetônicos, valendo-se de diferentes metodologias e estratégias, visando à produção de dossiê composto de textos analíticos sobre os bens culturais. O edital completo e as condições de participação estão disponíveis <a title="Processo SEI nº 0040300069.001123/2024-06 – Pesquisa e inventário para registro de bens culturais materiais" href="https://www.cultura.pe.gov.br/editais/processo-sei-no-0040300069-0011232024-06-pesquisa-e-inventario-para-registro-de-bens-culturais-materiais/#" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e no site PE Integrado.</p>
<p>A concorrência eletrônica recebe propostas até as 10h do dia 31 de outubro. Já o início de disputa está marcado para começar, no mesmo dia, às 10h15 (horário de Brasília).</p>
<p>Recomenda-se que as licitantes iniciem a sessão de abertura da licitação com todos os documentos necessários à classificação/habilitação previamente digitalizados.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (81) 3183-3032 (pregoeira, agente de contratação/AC II).</p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, Registro do Carrego da Lenha como Patrimônio Imaterial</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:56:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Cortejo, poemas feitos na hora e canção. A reunião extraordinária do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (CEPPC-PE) que votou, por unanimidade, a favor do Registro da Procissão do Carrego da Lenha, da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo, no município de Goiana, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado foi marcada pela emoção. O evento ocorreu, nesta quinta-feira (8), na Academia Pernambucana de Letras, no bairro das Graças, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, o requerimento de registro foi formulado pelo Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO), em 2022.</p>
<p>A reunião foi conduzida pela presidente do CEPPC-PE, Cláudia Regina de Farias Rodrigues, vice-presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de PE (Fundarpe) e representante titular do poder público. O primeiro ato foi a leitura do parecer conclusivo pelos conselheiros relatores, Roberto Pereira (representante de Notório Saber) e Mônica Siqueira (representante da sociedade civil na área de Expressões Culturais de Pernambuco registradas como Patrimônio Cultural Imaterial).</p>
<p>Após a leitura, alguns conselheiros pronunciaram suas considerações. &#8220;Uma peça literária&#8221;, elogiou Margarida Cantarelli, também representante de Notório Saber. História viva de Pernambvuco. Justo e meritório reconhecimento&#8221;, completou.</p>
<p>&#8220;Quando vejo as crianças aqui isso é a garantia da continuidade da procissão&#8221;, observou Harlan Gadêlha Filho&#8221;, suplente da sociedade civil de Centros de Documentação e Memória: Arquivos, Bibliotecas, Espaços de Memória e Museus.</p>
<p>Em sequência às considerações, o Registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco foi votado e aprovado por unanimidade. A partir daí, a Resolução nº 08/2024 será encaminhada para a Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e, em seguida, para hologação da governado Raquel Lyra a fim de ser publicada em forma de decreto no Diário Oficial do Estado.</p>
<p>Coube ao gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, apresentação a equipe técnica, formada por André Cardoso e Fernando Montenegro, assessores técnicos da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC); e Aline Bonfim e Júlia Bernardes, assessoras técnicas da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI), que conduziram a pesquisa em parceria com a comunidade da Povoação de São Lourenço de Tejucupapo.</p>
<p>Marcelo Renan destacou a ênfase na condução por parte da equipe de Educação Patrimonial. Ainda explicou como se deu o processo de pesquisa, no modo de invetário participativo, em que pessoas da comunidade trabalharam em parceria com a equipe técnica da Fundarpe. O processo de salvaguarda, como lembrou o gerente, tem como objetivo garantir a manutenção da procissão. Para isso será elaborado um plano de salvaguarda que assegure a participação do Estado sempre que houver demandas da comunidade, sendo o CEPPC-PE o agente de fiscalização nessa cadeia.</p>
<p>&#8220;Essa pesquisa em parceria com a comunidade é uma experiência nova para nós, de Educação Patrimonial&#8221;, complementou Fernando Montenegro. &#8220;Pretendemos incorporar aos próximos processos de registro&#8221;, revelou.</p>
<p>A sessão, que já estava emocionante, transbordou de sentimentos com o pronunciamento de alguns dos membros da própria comunidade. Ceça do PT interpretou uma canção. A poeta goianense Miriam Dourado e a antropóloga e liderança comunitária Crislaine Venceslau recitaram, poemas feitos na hora. &#8220;É necessário ter a valorização do trabalho da mulher no quilombo&#8221;, defendeu Crislaine.</p>
<p>&#8220;Enquando liderança, não poderia faltar ao compromisso com minha comunidade&#8221;, disse Dadá Quilombola. &#8220;O registro vai dar mais visibilidade a nosso quilombo. Estamos em festa&#8221;, comemorou. E contextualizou: &#8220;O Carrego da Lenha é católico. Hoje ele se torna de Pernambuco. Viva São Lourenço Mártir!&#8221;, vibrou.</p>
<p>O professor Bartolomeu Júnior lembrou que o Carrego da Lenha não é só de São Lourenço de Tejucupapo: &#8220;É de toda uma região, vários distritos e municípios, inclusive da Paraíba&#8221;. Já a estudante Janiele Schimdt, filha de caranguejeiro, defendeu que &#8220;a juventude precisa de mais protagonismo&#8221;, referindo-se aos jovens da comunidade que se envolveram na pesquisa.</p>
<p>Representante da paróquia local, Marcos Augusto de Souza afirmou que quando se preserva a cultura, preserva-se a história. &#8220;E quando preservamos a história não cuidamos do que passou, mas do que vem adiante&#8221;, filosofou.</p>
<p>Ainda em tom filosófico, João Francisco, Zinho, lembrou da história da árvore do esquecimento em que toda vez que os africanos iam embarcar no navio negreiro, para serem escravizados no Brasil, eram obrigados a dar voltas em torno de uma árvore e forçados a deixar a terra natal e toda sua história. &#8220;Aqui estamos uma volta ao contrário, da lembrança&#8221;, antagonizou. &#8220;Aqui está plantada uma árvore da lembrança.&#8221;</p>
<p><strong>A PROCISSÃO –</strong> A Procissão do Carrego da Lenha é uma tradição na Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço, distrito de Tejucupapo-Goiana, com mais de 130 anos de existência, realizada nas festividades do padroeiro daquela comunidade, no dia 10 de agosto, cortejo que valoriza um trabalho manual, o carrego da lenha, tarefa que na época colonial/imperial era menosprezada sendo um trabalho das gentes simples que no passado ainda no presente compõe aquela realidade.</p>
<p>A celebração incorpora a forte devoção e homenagens que são realizadas ao santo padroeiro da localidade, São Lourenço, inscrita no Livro de Registro das Celebrações, e se soma à Festa de Agosto de São Lourenço da Mata, registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado em 2022.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha possui, além dos elementos religiosos católicos, sentidos simbólicos que atravessam as relações da comunidade. A data do dia 10 de agosto de 258, na tradição cristã, é marcada pelo falecimento do primeiro diácono da Igreja Católica, Lourenço, nascido na cidade de Huesta, Espanha.</p>
<p>Lourenço, foi designado pelo Papa Sisto II para ser o responsável pelos bens da Igreja e pelos cuidados com os pobres, doentes e viúvas. Durante o governo de Valeriano I, os cristãos e suas práticas foram fortemente combatidas; o Papa Sisto II, foi condenado e decapitado, tendo como consequência a perseguição a Lourenço. Após a insubordinação contra as autoridades romanas, Lourenço foi condenado à morte, sendo torturado e posto numa grelha em brasas.</p>
<p>O Carrego, como também é conhecida a procissão, é organizada por membros da comunidade local. No dia 10, pela manhã, a lenha utilizada está organizada na entrada dos dois acessos ao povoado para que as pessoas possam carregá-la durante a procissão. Normalmente uma banda filarmônica de Goiana, Curica ou Saboeira (Patrimônios Vivos de Pernambuco), acompanha os louvores e cânticos entoados pela multidão. No fim a lenha é depositada em frente à Igreja Matriz de São Lourenço formando a grande fogueira que é queimada em homenagem ao padroeiro.</p>
<p>A Procissão do Carrego da Lenha é uma referência identitária e de pertencimento que atravessa gerações há mais de um século na comunidade. Possui características de cunho sagrado e profano remetendo às disputas por território, poder e religiosidade na história do povoamento local. Atualmente reúne pessoas de diversos lugares, idades e gêneros, além de moradores locais.</p>
<p><strong>O PROCESSO –</strong> O Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (IHAGGO) submeteu, em 5 de setembro de 2022, o requerimento de registro da Procissão do Carrego da Lenha como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem.</p>
<p>Após a abertura do Processo de Registro coube à Fundarpe dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro conforme previsto na Lei nº 16.426 de 27 de setembro de 2018.</p>
<p><strong>INVENTÁRIO PARTICIPATIVO –</strong> A instrução técnica de registro contou com a elaboração de um Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de Povoação de São Lourenço realizado pela Fundarpe em conjunto com o IHAGGO e com a Associação Quilombola de Povoação de São Lourenço (AQPSL) e detentores e detentoras. Foram inventariadas referências culturais da comunidade que passam pelos lugares, saberes e fazeres, bens da culinária e gastronomia local, das festas, ritos e celebrações, entre elas a Procissão do Carrego da Lenha.</p>
<p>A elaboração do inventário participativo contou com a participação do Núcleo de Educação Patrimonial da Fundarpe e teve início em dezembro de 2023. Ao longo do processo a Fundarpe contou com a colaboração e parceria do IHAGGO e da AQPSL, além de detentores e detentoras que contribuíram tanto na pesquisa bibliográfica e no mapeamento de lideranças e referências da comunidade. Os resultados preliminares do inventário participativo embasaram o parecer técnico encaminhado ao CEPPC-PE para deliberação pelo registro do bem no Livro de Registro das Celebrações.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA –</strong> Após a publicação do Decreto de Registro do bem pela Governadora do Estado, Raquel Lyra, a Fundarpe dará início à elaboração do Plano de Salvaguarda do Bem Cultural, em parceria com o IHAGGO e com a AQPSL e detentores e detentoras.</p>
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		<title>São Lourenço de Tejucupapo aprofunda busca de saberes sobre manifestação quadricentenária</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Mar 2024 15:40:07 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O local do encontro era a Biblioteca Paraíso do Saber, na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, localizada no povoado de São Lourenço, Distrito de Tejucupapo, município de Goiana, na Zona da Mata Norte pernambucana. Nada é por acaso. Lá ocorrem as oficinas do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo. As ações fazem parte do pedido de Registro da Procissão do Carrego da Lenha, como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A reunião, que aconteceu nesta quarta-feira (28), com a participação de assessores técnicos da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e representantes da comunidade, afunilou ainda mais a pesquisa sobre essa importante manifestação sociocultural quadricentenária.</p>
<p>&#8220;O Carrego da Lenha é uma tradição feita pela comunidade. A Fundarpe é mediadora nesse processo, que deve ser protagonizado pela comunidade&#8221;, explica Aline Bonfim, assessora técnica da Gerência de Patrimônio Imaterial (GPI) da Fundarpe. &#8220;É a forma dela (a comunidade) homenagear o santo padroeiro, São Lourenço, fazendo o percurso carregando a lenha e, no final, queimando-a em uma grande fogueira. Participam pessoas de todas as idades, gêneros e lugares, não apenas daqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Fernando Montenegro, assessor técnico da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (DPPC), na área de Educação Patrimonial da Fundação, lembra que o registro pode ser solicitado por qualquer pessoa física ou jurídica. &#8220;No caso, foi um pedido do Instituto Histórico, Arqueológico e Geográfico de Goiana (Ihaggo), que fez o pedido do registro dessa atividade tão importante para essa comunidade quilombola que já existe há tanto tempo.&#8221;</p>
<p>A ideia de se fazer o inventário, de acordo com o também assessor técnico da DPPC André Cardoso, deve-se ao fato de o Carrego da Lenha estar relacionado à história da comunidade em seus mais diversos aspectos. &#8220;Optou-se por fazer um levantamento das referências culturais de toda a comunidade que estão relacionadas com o Carrego para se ter uma compreensão ainda mais densa, mais completa do que significa a manifestação para a comunidade e sua importância para a história do povoado&#8221;, conta.</p>
<p>Fernando frisa ainda que, agregando valor ao processo do registro, no povoado de São Lourenço já há um bem tombado, na esfera estadual, a Igreja de São Lourenço, que, segundo a tradição oral, foi construída ainda no século 16, podendo ser uma das primeiras igrejas construídas no País. &#8220;Temos ainda as ruínas da antiga Igreja do Rosário dos Pretos, possivelmente do século 18 ou 19, que foi construída já talvez até pelos membros dos quilombos que fugiam das fazendas. Segundo algumas conversas que tivemos, alguns informes preliminares, eles fugiam pelo rio, vinham para cá e se escondiam nas matas&#8221;, relata.</p>
<p>Para agregar valor a esse processo, Fernando e André foram convidados para promover atividades de Educação Patrimonial e identificar as demais referências culturais existentes na localidade, atividades, crenças e celebrações podem ser agregadas, completam-se e se misturam, com o objetivo maior, que é o registro do Carrego da Lenha, e que, atualmente, encontra-se na fase da elaboração do inventário participativo.</p>
<p>A primeira oficina do Inventário Participativo da Comunidade Quilombola de São Lourenço de Tejucupapo ocorreu em dezembro de 2023. Houve uma introdução do processo, uma conversa com a comunidade na Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa, apresentando o que se pretendia fazer, entendendo o que a comunidade também esperava e o que ela também pretendia fazer. Em janeiro houve a segunda oficina para começar, de fato, esse processo de identificação das referências. &#8220;É um processo em que nós, técnicos, trazemos as orientações, os meios de como fazer, mas a pesquisa, a reunião desse conteúdo é totalmente executada pela comunidade&#8221;, reforça André. &#8220;Eles tiveram esse momento conosco para fazer essa identificação inicial das referências culturais aqui da comunidade.&#8221;</p>
<p>Após a segunda oficina foi definido um período para que os representantes da comunidade continuassem fazendo a coleta de informações e a identificação junto a outras pessoas. &#8220;Agora voltamos para cá para, a partir dessas referências identificadas, para selecionar, juntos com eles, as que mais se relacionam com o Carrego da Lenha. São eles que fazem essa identificação. E orientá-los como vai ser feita essa pesquisa &#8211; como podem pesquisá-las, uma a uma, por meio de, principalmente, entrevistas, porque é por meio do saber dessas pessoas que vivenciam essas referências que vamos conseguir chegar a mais detalhes sobre cada uma delas&#8221;, diz André. &#8220;E consulta a livros, quaisquer outros arquivos e fontes que eles possam pesquisar, que eles sabem onde estão e como podem buscá-las, para que possamos alcançar um bom conteúdo que sirva para o grande objetivo, que é o processo de Registro do Carrego da Lenha.&#8221;</p>
<p>A terceira oficina, realizada na quarta-feira (28), explica como fazer a pesquisa aprofundada. &#8220;Voltaremos mais vezes aqui para acompanhar esse aprofundamento, recolher o material que eles coletaram ao longo dessa pesquisa, e começarmos a sistematizar tudo isso em um grande texto, trazer para eles essa devolutiva e pensar junto com eles os possíveis desdobramentos para além do que vai servir para o processo do Registro do Carrego, como publicação, exposição ou outras ideias que eles tenham e como querem expor e registrar esses resultados&#8221;, acrescenta o assessor técnico.</p>
<p>O prazo para a conclusão da pesquisa é até o próximo mês de maio, tempo necessário para organizar o material e encaminhá-lo com o Processo de Registro, como detalha Aline: &#8220;É feito um parecer técnico, pela equipe técnica, composta por mim, Júlia Bernardes e Luciana Gama, junto com Marcelo Renan, Gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, que será encaminhado para Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE), que vai deliberar sobre o Registro do Carrego da Lenha como patrimônio imaterial de Pernambuco&#8221;.</p>
<p>Para o professor da rede estadual de ensino Bartolomeu Júnior, que também é membro do Ihaggo, e integra o grupo com cerca de 20 representantes da comunidade, a troca e o levantamento de saberes, de informações, o quê e como pesquisar têm constituído encontros muito interessantes e edificantes. &#8220;Essa terceira oficina veio afunilar, pois estamos vindo de uma dimensão macro para micro e estão acontecendo os encaminhamentos para podermos dar melhor preferência ao Carrego da Lenha, às pessoas que contribuíram e contribuem, quais saberes elas estão enquadradas, quais pessoas deram sua maior participação para essa construção. Está afunilando para que possamos direcionar melhor a pesquisa&#8221;, avalia.</p>
<p>Ainda de acordo com o professor Bartolomeu, a pesquisa possui um valor que ultrapassa fronteiras e, ao mesmo tempo, apresenta um significado muito pessoal. &#8220;O registro é importante para a salvaguarda, para a própria comunidade e, de uma forma geral a própria região, já que o Carrego da Lenha não é só nosso. Pessoas de outros municípios e até do vizinho Estado da Paraíba vêm participar. É essa importância, esse reconhecimento regional para que o Estado, outras pessoas possam saber como e por que é feito o Carrego da Lenha&#8221;, dimensiona. &#8220;E, para mim, a importância é histórica, por conta do pertencimento das negritudes. Aqui existiam a Irmandade e a Igreja dos Homens Pretos e a Igreja de São Loureço, que é a atual matriz dos homens brancos. Foi nessa interação cultural, híbrida, que nosso povo foi gerado&#8221;, sintetiza.</p>
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		<title>Estado recebe propostas de prestação de serviço para inventário da Renda Renascença</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Dec 2023 16:49:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo do Estado, por intermédio da sua Secretaria Estadual de Administração (SAD-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), torna público o edital de contratação de prestação de serviço especializado para elaboração de Inventário de Identificação de Referências Culturais da Renda Renascença com valor máximo estimado em R$ 184.982. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107405" aria-labelledby="figcaption_attachment_107405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/9525516514_23f19c19d3_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107405" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/9525516514_23f19c19d3_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Renda Renascença</p></div>
<p>O Governo do Estado, por intermédio da sua Secretaria Estadual de Administração (SAD-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), torna público o edital de contratação de prestação de serviço especializado para elaboração de Inventário de Identificação de Referências Culturais da Renda Renascença com valor máximo estimado em R$ 184.982.</p>
<p>O edital tem por objetivo atender às demandas da Fundarpe no intuito de produzir um material de pesquisa sobre a Renda Renascença na Região Agreste.</p>
<p>Os inventários são ferramentas utilizadas para a identificação de diversas manifestações culturais e bens de interesse de preservação, de natureza imaterial e material. O levantamento de informações possibilita a valorização e salvaguarda, o conhecimento de potencialidades e a construção de ações para uma educação voltada ao patrimônio.</p>
<p>O edital completo e as condições de participação estão disponíveis no site <strong><a title="PE Integrado" href="https://www.peintegrado.pe.gov.br/" target="_blank">PE Integrado</a></strong>.</p>
<p>A entrega das propostas pode ser feita até 15 de janeiro de 2024, às 9h30. Já o início de disputa está marcado para começar, no mesmo dia, às 10h (horário de Brasília).</p>
<p>Para a abertura da licitação recomenda-se que todos os documentos necessários estejam digitalizados. Outras informações podem ser obtidas pelos telefones: (81) 3183-7979/3183-7730 (tratar com Elvira Mariah Ramos Silva, pregoeira XXXIV/AC 34).</p>
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		<title>Segunda fase da Escuta Coletiva do Inventário Camaragibe já tem data marcada</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 15:04:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Inventário Participativo dos Bens Culturais de Camaragibe realiza no dia 21 de dezembro sua segunda Escuta Coletiva. O evento acontece, a partir das 19h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro (Avenida Dr. Pierre Collier, nº 440, bairro Vila da Fábrica, Camaragibe-PE). O projeto tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Inventário Participativo dos Bens Culturais de Camaragibe realiza no dia 21 de dezembro sua segunda Escuta Coletiva. O evento acontece, a partir das 19h, no Cine-Teatro Bianor Mendonça Monteiro (Avenida Dr. Pierre Collier, nº 440, bairro Vila da Fábrica, Camaragibe-PE). O projeto tem o incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura e Governo do Estado.<br />
A segunda rodada de participação do Inventário Camaragibe tem o objetivo de reunir fazedores(as) de cultura e demais pessoas interessadas no patrimônio cultural de Pernambuco. A Escuta Coletiva é o momento em que também são confirmados e validados os resultados junto à comunidade para realização do ranqueamento das referências culturais mais votadas, que terão seus dados coletados e informações registradas em fichas de identificação.<br />
Por meio da recuperação e valorização dos esforços comunitários o projeto Inventário Camaragibe (2ª fase) dá continuidade aos registros das referências culturais que compõem o município. Ainda por meio da decisão popular são eleitos dez novos bens culturais que, somados aos 15 outros bens da primeira fase, irão compo o site Patrimônio Camaragibe contendo novíssima publicação com conteúdos informativos dos bens. O projeto abarca o modelo decisório e participativo compreendendo o trabalho de campo, pesquisa documental, diálogo constante com as comunidades e a necessária divulgação dos resultados.<br />
A 1ª fase do Inventário Camaragibe foi desenvolvida ao longo de 12 meses (2017-2018) quando foram identificados 134 bens culturais que são referências culturais para a cidade. Desses, 15 foram devidamente registrados tendo suas informações reunidas em fichas que compõem uma<br />
publicação digital, em formato PDF, acessível a todas as pessoas interessadas no <a title="Patrimônio PE" href="https://instagram.com/patrimoniope" target="_blank">Instagram</a>.<br />
“O Inventário Camaragibe é uma das experiências participativas mais potentes que temos no campo do patrimônio cultural em Pernambuco&#8221;, afirma o proponente Cássio Raniere. &#8220;O interesse das comunidades em torno do reconhecimento e da valorização de suas práticas é algo transformador e requer atenção plena do poder público. O Governo do Estado está incentivando essa iniciativa por considerá-la potencialmente capaz de produzir a função social dos bens culturais de ordem material e imaterial. Agora o projeto, já habilitado, está concorrendo ao Prêmio Inventários Participativos 2023 do Instituto Brasileiro de Museus/Ibram.”<br />
Cássio Raniere é antropólogo e cientista social, especialista em museus, produtor cultural com experiência em inventários, inventários participativos e políticas públicas voltadas ao campo da cultura. Atualmente é também conselheiro de Preservação de Pernambuco no âmbito da representação da sociedade civil.</p>
<p><strong>ESCUTA VIRTUAL -</strong> O Inventário Participativo dos Bens Culturais de Camaragibe também realiza escutas virtuais. Por meio do formulário disponível <a title="INVENTÁRIO CAMARAGIBE - Escuta Virtual" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSet537Q1HNRNHU8AQCWfhMBET9WZUW-BU0A4yZ4D_Z4G7ph6w/viewform?pli=1" target="_blank">on-line</a> é possível acessar a escuta pública para seleção de mais dez bens culturais a serem registrados na 2ª fase do Inventário Camaragibe. Mais de 300 pessoas já contribuíram para a identificação e seleção dos bens que passarão pelo processo de pesquisa e registro.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/PAT_CGB-casrd-escuta-presencial-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107030" alt="PAT_CGB - casrd escuta presencial 02" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/PAT_CGB-casrd-escuta-presencial-02-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Pernambuco recebe inventário dos afoxés do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Nov 2023 14:25:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana que antecede o Dia da Consciência Negra, a cultura pernambucana vive mais um dia histórico. Nesta sexta-feira (17), a União dos Afoxés de Pernambuco fez a entrega oficial do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) dessa manifestação no Estado, na sede da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), no bairro da Boa Vista, no Recife. Nesse momento simbólico, que contou com um ato com representações de vários grupos associados, também foi protocolada a solicitação de registro do afoxé como Patrimônio Imaterial do Estado.<br />
O inventário foi recebido pela secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula, e pela presidente da Fundarpe, Renata Borba, junto com a coordenadora de Apoio à Gestão do Funcultura, Clarice de Melo Andrade, e o coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundação, Marcelo Renan de Souza.<br />
&#8220;Afoxé é o candomblé na rua. É a louvação aos nossos antepassados ressignificando, a partir das músicas, do dançar, do se expressar, a luta do combate ao racismo. Não só visual, mas intelectual e politicamente&#8221;, definiu o presidente da União dos Afoxés de Pernambuco, Fabiano Santos. &#8220;A importância de conseguirmos inventariar essa manifestação negra em Pernambuco, exclusivamente, é desrotular a relação de folclorizar, regionalizar as relações da diáspora africana. Afoxé pode acontecer em todo lugar onde houver a população negra&#8221;, explicou. &#8220;E, para o Brasil, é de estimular inclusive a ampliação desse reconhecimento de diversidades de nações, cores, formas de se expressar dentro de uma mesma linguagem que é o afoxé.&#8221;<br />
A União dos Afoxés de Pernambuco, que representa um coletivo de afoxés do Estado, aprovou o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) no Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) 2019/2020. Durante a pandemia começou a fazer a pesquisa para esse inventário, que é um procedimento no campo de patrimônio de catalogação, visita aos grupos e entrevistas com pessoas, que gera um produto dentro da metodologia denominada inventário.<br />
&#8220;Hoje (17 de novembro) é o dia de entrega do resultado final desse material. Estamos aqui com os exemplares físicos de todo o material do inventário, que compreende todos os dossiês, os relatórios analíticos. Catálogo de pessoas, lugares visitados, fontes sobre o tema. O dossiê é um livro, a síntese de toda a pesquisa, material que subsidia o pedido de registro dos afoxés como Patrimônio Cultural Imaterial no Estado de Pernambuco&#8221;, comemorou Marcelo Renan.<br />
A pesquisa começou em Pernambuco e agora que existe esse produto a intenção da União é solicitar também o registro nacional dos afoxés. Para isso vai solicitar, com base na pesquisa de Pernambuco, a ampliação nos outros Estados em que há afoxés.<br />
&#8220;Há a política estadual de registro de patrimônio imaterial. Com base nessa legislação estadual faremos a análise do requerimento. Para o registro nacional o material deve ser enviado ao Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e ao Ministério da Cultura (MinC)&#8221;, detalha Marcelo Renan. &#8220;Agora vamos ter o processo de análise desse material para subsidiar o Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPC-PE). Como o inventário já chega pronto o processo é muito mais rápido, porque normalmente damos início à pesquisa após a solicitação. Nesse caso está sendo entregue o material de pesquisa junto com a solicitação.&#8221;<br />
O coordenador lembra ainda que o Funcultura, na área de patrimônio, contempla a produção dos inventários. &#8220;Temos recebido materiais com muita qualidade e que se somam aos que já temos produzido na própria Fundarpe&#8221;, revela. &#8220;Hoje é um dia simbólico e sobretudo um dia histórico, porque a existência de uma pesquisa sobre o universo do afoxé é falar de heranças e tradições afro-brasileiras aqui em Pernambuco. Estamos falando de grupos que têm seus 40 anos, os mais antigos, mas que estão inseridos em comunidades de terreiro muito mais antigas. Os afoxés não existem dissociados da relação religiosa. Estamos falando não só de uma tradição carnavalesca, mas de uma tradição afrorreligiosa que também está presente no Carnaval. O afoxé é o camdomblé na rua e não de rua. Não há uma separação entre o que é de rua ou de terreiro. É o candomblé que vai à rua, num rito celebrativo, com cortejo. Por isso que esse dia é tão importante&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Fundarpe realiza encontro do Inventário Participativo do Patrimônio Ferroviário</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fundarpe-realiza-encontro-do-inventario-participativo-do-patrimonio-ferroviario/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2022 12:35:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Fundarpe realiza, nesta segunda e terça-feira (11 e 12), o encontro virtual Inventário Participativo do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco. Na ocasião, será apresentado o plano de trabalho e escuta sobre as referências culturais ligadas ao patrimônio cultural ferroviário. Para o encontro virtual, estão convidados representantes do poder público e da sociedade civil de dez [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_92752" aria-labelledby="figcaption_attachment_92752" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-006.jpg"><img class="size-medium wp-image-92752" alt="Estações, linhas férreas, trens e vagões compõem o conjunto do patrimônio ferroviário dos séculos 19 e 20" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-006-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estações, trens e vagões compõem o conjunto do patrimônio ferroviário dos séculos 19 e 20</p></div>
<p>A Fundarpe realiza, nesta segunda e terça-feira (11 e 12), o encontro virtual <em>Inventário Participativo do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco</em>. Na ocasião, será apresentado o plano de trabalho e escuta sobre as referências culturais ligadas ao patrimônio cultural ferroviário.</p>
<p>Para o encontro virtual, estão convidados representantes do poder público e da sociedade civil de dez municípios do Estado: Recife, Cabo de Santo Agostinho, Paudalho, Palmares, Escada, Garanhuns, Gravatá, Salgueiro, Carnaíba e Petrolina. “Esse encontro é voltado para gestores e pessoas atuantes no campo da preservação do patrimônio ferroviário”, define Amanda Paraíso, assessora de Educação Patrimonial da Gerência Geral de Preservação Cultural da Fundarpe.</p>
<p>Para participar, a pessoa interessada deve enviar mensagem com nome completo para o endereço <strong>pe.patrimonioferroviario@gmail.com</strong>. É importante colocar no assunto do e-mail a palavra “inscrição’”.</p>
<p>O encontro será realizado por meio da plataforma Google Meet. O link de acesso à plataforma será enviado por e-mail no dia do encontro. Na segunda-feira (11), a ação será das 13h30 às 17h. Na terça-feira (12), das 8h30 às 12h.</p>
<p>A atividade integra as ações do <em>Inventário Participativo do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco</em>. A atual etapa é de consulta à população e coleta de informações sobre os diferentes elementos que formam a malha ferroviária no Estado, no passado administrada pela extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA). O prazo para as contribuições vai até o dia 15 de agosto deste ano.</p>
<p>O processo técnico que subsidiará a instrução do Tombamento Temático do Patrimônio Ferroviário Edificado no Território do Estado de Pernambuco foi iniciado pela Fundarpe em 2021. As referências dizem respeito a um conjunto construído nos séculos 19 e 20 de elementos necessários à operação dos trens de passageiros e cargas. Entre eles, estão estações, linhas férreas, armazéns, oficinas, vilas, túneis e pontes.</p>
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		<item>
		<title>Pernambuco celebra o primeiro Dia Estadual do Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jun 2020 10:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje é dia de celebrar uma das manifestações culturais mais expressivas de Pernambuco: o primeiro Dia Estadual do Cavalo Marinho. Instituído pela Asssembleia Legislativa de Pernambuco, o dia 29 de junho foi aprovado em fevereiro deste ano como a data para promover atividades de reflexão acerca da importância do brinquedo Cavalo Marinho para a história [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63492" aria-labelledby="figcaption_attachment_63492" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro_Jorge-Farias-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-63492" alt="Jorge Farias/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Cavalo-Marinho-Estrela-de-Ouro_Jorge-Farias-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Dia Estadual do Cavalo Marinho é comemorado anualmente no dia 29 de junho</p></div>
<p>Hoje é dia de celebrar uma das manifestações culturais mais expressivas de Pernambuco: o primeiro <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/assembleia-legislativa-institui-o-dia-estadual-do-cavalo-marinho-em-pernambuco/" target="_blank"><strong>Dia Estadual do Cavalo Marinho</strong></a>. Instituído pela Asssembleia Legislativa de Pernambuco, o dia 29 de junho foi aprovado em fevereiro deste ano como a data para promover atividades de reflexão acerca da importância do brinquedo Cavalo Marinho para a história e cultura de Pernambuco nas escolas públicas, privadas e demais repartições públicas do Estado. Em tempos de isolamento social, destacaremos aqui um conteúdo para conhecer melhor o Cavalo Marinho.</p>
<p>No vídeo abaixo, é possível assistir performances, coreografias e musicais da brincadeira popular manifestada especialmente no ciclo natalino brasileiro e realizada pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais da região da Zona da Mata Norte. As gravações resultam de pesquisas promovidas por técnicos da Fundarpe e trazem ainda registros históricos e depoimentos de mestres da cultura popular, a partir de 12 grupos ativos, espalhados pela Zona da Mata Norte, Região Metropolitana do Recife, além das cidades de Pedras de Fogo e João Pessoa, na Paraíba. O filme é uma realização do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Associação Respeita Januário, contando com apoio do Iphan e do Ministério da Cultura. A intenção da obra, que foi produzida entre os anos de 2010 e 2012, teve como objetivo o registro do folguedo como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, título conquistado em 2014.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EVOZAf4vucY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O Cavalo Marinho pode ser considerado como um “teatro-memória”, um elo entre o antigo e o contemporâneo em que a memória coletiva é a grande condutora, na sua forma dinâmica, mutável e seletiva e foi reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil, no ano de 2014. O processo de identificação deste bem cultural teve como base o Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC), que foi aplicado pela Associação Respeita Januário (ARJ), com sede em Recife (PE), e abrangeu o estado de Pernambuco e cidades limítrofes da Paraíba, as cidades pernambucanas especificamente, foram Itambé (PE), Camutanga (PE), Ferreiros(PE), São Vicente Férrer (PE), Condado (PE), Goiana (PE), Aliança (PE), Paulista (PE), Araçoiaba (PE), Lagoa de Itaenga (PE), Passira (PE), Feira Nova (PE) e Glória do Goitá (PE). Logo, a brincadeira é vivenciada nessas regiões e integram o cenário cultural e histórico dessas cidades.</p>
<p>Aqui, neste link <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/DOSSIE_CVMARINHO.pdf" target="_blank"><strong>portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/DOSSIE_CVMARINHO.pdf</strong></a>, é possível encontrar um dossiê aprofundado sobre o Cavalo Marinho, que está disponível para download gratuito.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Seminário aborda o processo de reconhecimento do patrimônio imaterial</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/seminario-aborda-o-processo-de-reconhecimento-do-patrimonio-imaterial/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2015 14:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam, nesta quarta-feira (27/05), o seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;. O evento acontece na Caixa Cultural, no Bairro do Recife, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizam, nesta quarta-feira (27/05), o seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;. O evento acontece na Caixa Cultural, no Bairro do Recife, a partir das 15h, com a participação de gestores públicos,pesquisadores e mestres da cultura popular.  O objetivo é difundir os resultados das pesquisas realizadas com esses três bens culturais em Pernambuco e ressaltar a importância da titulação pelo Iphan. O seminário é aberto a participação de qualquer pessoa interessada, não é necessário fazer inscrição prévia. A ocupação da sala será por ordem de chegada.</p>
<p>No seminário,  serão apresentadas as políticas de identificação, registro e salvaguarda de bens culturais imateriais, destacando a produção dos Inventários Nacional de Referências Culturais (INRC) do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho feito pela Fundarpe, e ainda a titulação desses bens como Patrimônios Culturais Imateriais Brasileiros em dezembro de 2014. No último domingo (24/05), foi realizada a cerimônia de entrega do certificado de titulação aos representes das manifestações culturais. Leia mais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/culturapopular/maracatus-de-baque-solto-e-cavalo-marinho-recebem-titulo-de-patrimonio-cultural-imaterial-do-brasil/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>O evento terá a presença e apresentações da professora doutora Beatriz Brusantin (Unicap), coordenadora do inventário do Cavalo Marinho; professora doutora Isabel Guillen (UFPE), coordenadora do inventário do Maracatu Nação; da doutora Maria Alice Amorim, coordenadora do inventário do Maracatu de Baque Solto; dos técnicos da Fundarpe e da Superintendência do Iphan em Pernambuco, Marcelo Renan Souza e Giorge Bessoni; de Fábio de Souza Sotero e Manoel Salustiano, representantes da Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE) e da Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE) e do Mestre Grimário do Cavalo Marinho Boi Pintado, entre outros.</p>
<p>O seminário se integra à programação da exposição &#8220;Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos&#8221;,  que trouxe para o Recife o panorama dos bens culturais imateriais do Brasil, reconhecidos por meio do Registro do Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro (Decreto federal 3.551/2000), promovido pelo Iphan. Ainda este ano, pretende-se realizar  novas edições do seminário em municípios da Mata Norte de Pernambuco e demais regiões de desenvolvimento do Estado de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong>Seminário &#8220;O Processo de Reconhecimento do Patrimônio Imaterial de Pernambuco: inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho&#8221;</strong><br />
<strong>Dia:</strong> 27 de maio, 15h<br />
<strong>Local:</strong> Caixa Cultural Recife &#8211; Avenida Alfredo Lisboa, 505 – Praça do Marco Zero – Bairro do Recife<br />
<strong>Informações:</strong> (81) 3184-3061|3184-3068 | patrimonioimaterial@gmail.com</p>
<p style="text-align: left;" align="center"><b>Programação:</b></p>
<p><b>Política de identificação e registro dos bens culturais do estado de Pernambuco</b> &#8211; Marcelo Renan Souza (Gerência de Preservação Cultural/ Fundarpe)</p>
<p><b>O Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC) – metodologia e aplicação</b> &#8211; Giorge Bessoni (Antropólogo &#8211; Iphan-PE)</p>
<p><b>Inventários do Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho<br />
</b>Prof. Drª. Beatriz Brusantin (UNICAP) – Coordenadora do INRC do Cavalo Marinho<br />
Prof. Drª Isabel Guillen (UFPE) – Coordenadora do INRC do Maracatu Nação<br />
Drª Maria Alice Amorim – Coordenadora do INRC do Maracatu de Baque Solto</p>
<p><b>Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto e Cavalo-Marinho patrimônio cultural imaterial<br />
</b>Fábio de Souza Sotero &#8211; Associação dos Maracatus Nação de Pernambuco (AMANPE)<br />
Manoel Salustiano &#8211; Associação dos Maracatus de Baque Solto de Pernambuco (AMBS-PE)<br />
Mestre Grimário – Cavalo Marinho Boi Pintado<b> </b></p>
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		<title>Acervo do arquiteto Armando Holanda é disponibilizado na internet</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 21:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acervo]]></category>
		<category><![CDATA[Armando de Holanda Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/site_armando_holanda.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-22775" alt="site_armando_holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/site_armando_holanda-607x307.png" width="607" height="307" /></a></p>
<p>Milhares de desenhos, croquis, projetos de arquitetura,urbanismo e paisagismo do escritório do arquiteto pernambucano Armando de Holanda Cavalcanti passam a se tornar disponíveis para consulta nesta quarta-feira (25/03) com o lançamento do site <strong><a href="http://www.armandoholanda.com" target="_blank">www.armandoholanda.com</a></strong>. Armando Holanda (1940-1979) foi um importante arquiteto modernista, bastante conhecido pelo seu livro “Roteiro para Construir no Nordeste” e por ser idealizador do Parque Nacional Histórico dos Guararapes. A página na internet é resultado do inventário do acervo proposto por projeto cultural incentivo pelo Funcultura, do Governo de Pernambuco.</p>
<p>O lançamento do site será realizado nesta quarta-feira (25/03), às 17h, no Museu da Cidade do Recife, instalado no Forte das Cinco Pontas, Bairro de São José, centro do Recife. Durante o lançamento, haverá apresentação do inventário pelos pesquisadores, sessão de depoimentos de arquitetos e urbanistas e mesa redonda para debate com o público. O acesso é livre, aberto aos interessados gratuitamente. <strong>Veja a programação do evento <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Cartaz_Inventario-Armando-Holanda.pdf" target="_blank">AQUI</a>.</strong></p>
<p>A iniciativa do inventário é da doutora em arquiteta Guilah Naslasvsky, coordenadora do Laboratório da Imagem de Arquitetura e Urbanismo (LIAU), vinculado a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto foi coordenado por Adriana Freire e contou com parceria da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e apoio da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco (Facepe) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CnPq).</p>
<p>A criação do site <strong><a href="http://www.armandoholanda.com " target="_blank">www.armandoholanda.com </a></strong>é a última etapa de um longo trabalho de catalogação, higienização, realização de pequenos reparos, digitalização e armazenamento das pranchas originais em tubos de PVC e mapoteca. “A importância dessa iniciativa não é só a conservação do material, mas também a sua divulgação com o site, incentivando novas pesquisas e o reconhecimento do valor patrimonial da arquitetura moderna em Pernambuco”, declara Guilah Naslasvsky.</p>
<p>O acervo, atualmente preservado, foi doado pela família do arquiteto a UFPE em 1999, mas não tinha manutenção adequada. “Em 2013, com a aprovação do projeto cultural pelo Funcultura, demos início ao nosso trabalho de conservação dos documentos. Foi constituída uma equipe multidisciplinar, que trabalhou durante um ano no LIAU. Dessa maneira, foi criada uma parceria com o Liber (Laboratório de Tecnologia do Conhecimento). Assim, a nossa base de dados está disponível para consulta através do sistema de gerenciamento de acervos digitais – Clio”, explica a coordenadora do projeto, Adriana Freire, arquitetura com mestrado em Projetos Arquitetônicos pela Universidade Politécnica da Catalunha e atualmente doutoranda na Université Paris 1/Panthéon-Sorbonne.</p>
<p><strong>ARQUITETURA E URBANISMO</strong> – O Funcultura já incentivou outros projetos dedicados a preservação e manutenção de acervos de arquitetura e urbanismo, como o inventário dos trabalhos da arquiteta Janete Costa (<strong><a href="http://www.janetecosta.arq.br" target="_blank">www.janetecosta.arq.br</a></strong>) e a catalogação do da Biblioteca Pavilhão Luiz Nunes, instalada na sede do Instituto de Arquitetos do Brasil &#8211; Departamento de Pernambuco (IAB/PE), situada na Rua Jenner de Souza, n° 130, no bairro do Derby, no Recife.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<strong> Lançamento do site do Inventário do Acervo do Arquiteto Armando Holanda &#8211; www.armandoholanda.com</strong><br />
<strong>Data:</strong> 25 de março (Quarta-feira)<br />
<strong>Horário:</strong> 17h<br />
<strong>Local:</strong> Museu da Cidade do Recife (Forte das Cinco Pontas), Bairro de São José, Recife.<br />
<strong>Acesso gratuito.</strong></p>
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