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	<title>Portal Cultura PE &#187; Karina Buhr</title>
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		<title>Cais do Sertão discute a participação feminina no Manguebeat</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 19:27:53 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_70100" aria-labelledby="figcaption_attachment_70100" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70100" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Karina Buhr será uma das convidadas do bate-papo</p></div>
<p>Entre a lama e o mangue, a fonte de inspiração para um dos movimentos contraculturais mais importantes de Pernambuco. A partir dessa paisagem tão significativa, e agregando ainda elementos visuais de forte apelo social, a música pernambucana, depois de um bom tempo, ganhou a cena brasileira dos anos 90. O manguebeat promoveu reflexões e permitiu que as demandas urgentes das periferias de Olinda e do Recife saíssem do campo das ideias e adentrassem as emissoras de rádio e o dia a dia da população em geral.</p>
<p>Do encontro com as diversas expressões artísticas, o manguebeat mobilizou toda uma cadeia de profissionais de áreas variadas da cultura pernambucana. E muitos desses ofícios também foram desempenhados por mulheres. Tratando-se de um movimento de tamanha importância para o coletivo, torna-se importante, portanto, discutir a popularização do manguebeat também a partir da perspectiva de gênero. Pensando nisso, o Cais do Sertão traz, nesta quinta-feira (25), em seu canal no YouTube (<a href="https://www.youtube.com/CaisdoSertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CaisdoSertao</strong></a>), às 20h, bate-papo reunindo as cantoras Karina Buhr e Stela Campos e a artista visual Isabela Farias.</p>
<p>As convidadas remetem ao tempo de atuação na década de 1990, no auge do manguebeat, em paralelo com a atualidade, a partir do tema “As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento”. O debate conta ainda com mediação da jornalista Michelle Assumpção, que abre para a observação o papel da Imprensa na divulgação de artistas e movimentos culturais.</p>
<p><em>“Refletir sobre os movimentos artísticos tem sido de grande valia para o Cais do Sertão ao longo deste tempo. Nos permitimos ir do sertão ao litoral e avistar o mangue. Neste debate, em que se exalta a conjuntura musical do manguebeat, lançamos olhar sobre quem também contribuiu para conhecimento coletivo”</em>, analisa a gestora do museu, Maria Rosa Maia.</p>
<p>O manguebeat pode ser conferido ainda a partir das playlists temáticas no perfil do Spotify do Cais. Nesta semana, o DJ Dolores vasculhou as memórias, os afetos e as paisagens sonoras que compõem a musicalidade da década de 1990.</p>
<p>No perfil, os entusiastas da cultura popular podem acessar também seleções que destrincham o Sertão e o legado de Luiz Gonzaga e Zé Dantas. O agregador dispõe do mesmo modo de seleções dedicadas a Naná Vasconcelos, Marinês, Faces do Subúrbio e Genival Lacerda.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;As mulheres no manguebeat: um recorte de gênero para pensar o movimento&#8221;, com as participações de Karina Buhr, Stela Campos Isabela Farias e mediação de Michelle Assumpção<br />
Quando: 25 de março de 2021 (quinta-feira), às 20h<br />
Transmissão pelo canal: <a href="https://www.youtube.com/CaisdoSertao" target="_blank"><strong>www.youtube.com/CaisdoSertao</strong></a></p>
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		<title>Karina Buhr traz show do seu novo disco para o Rec-Beat</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 15:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Munida de tambores, guitarras e poesia, a cantora, compositora e percussionista Karina Buhr chega com o desejo de discutir o tempo presente, de refletir sobre o momento político do Brasil. Essas e outras questões estão presentes no novo disco da artista, &#8220;Desmanche&#8221;, cujo lançamento no Recife acontecerá durante a 25ª edição do Festival Rec-Beat, agendado para [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39026" aria-labelledby="figcaption_attachment_39026" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28209821540_14001afde1_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39026" alt="Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28209821540_14001afde1_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O show marca a estreia do novo álbum da cantora na capital pernambucana</p></div>
<p>Munida de tambores, guitarras e poesia, a cantora, compositora e percussionista Karina Buhr chega com o desejo de discutir o tempo presente, de refletir sobre o momento político do Brasil. Essas e outras questões estão presentes no novo disco da artista, &#8220;Desmanche&#8221;, cujo lançamento no Recife acontecerá durante a 25ª edição do Festival Rec-Beat, agendado para os dias 22 a 25 de fevereiro, no Cais da Alfândega. O evento, que conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio dos recursos do <strong>Funcultura</strong>, é gratuito.</p>
<p>O show de Karina Buhr no festival tem a chancela <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/revista-continente-lanca-podcast-em-comemoracao-aos-20-anos/" target="_blank"><strong>Revista Continente Convida</strong></a> e faz parte das comemorações dos 25 anos do festival. A Continente é uma revista pernambucana de cultura editada pela <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cepe-anuncia-programacao-da-flitin-com-atividades-em-parceria-com-a-secult-pefundarpe/" target="_blank"><strong>Cepe Editora</strong></a> e tem como objetivo propor reflexões e debates aprofundados sobre arte, cultura e questões sociais.</p>
<p><strong>DESMANCHE -</strong> O quarto disco de Karina Buhr traz letras que falam do sentimento atual de instabilidade no país e comenta sobre o desmanche político e social que vivemos. Mas o trabalho também mostra que é preciso respirar, e por isso temos a presença de uma poética que pede serenidade e humor para lidar com o mundo ao nosso redor.</p>
<p>De um lado, Karina calça seu coturno, chuta a porta e rola no chão em faixas como: <strong>A Casa Caiu, Sangue Frio</strong> (que já tem clipe) e <strong>Temperos Destruidores</strong> e de outro anda descalça pela grama e arrepia corações em faixas como <strong>Amora (de perfume brega)</strong>, <strong>Peixes Tranquilos</strong> e <strong>Nem Nada</strong>.</p>
<p>A multiartista traz de volta à seus tambores, instrumentos que a introduziram no universo musical em 1994, nos maracatus Piaba de Ouro e Estrela Brilhante do Recife, em cavalos marinho, afoxés e rodas de côco em Pernambuco. Este disco (e show) não tem bateria: é percussão no talo, guitarra, baixo e programações eletrônicas, que se desdobram para criar diferentes climas.</p>
<p>“Desmanche explora tanto o caos que estamos todos vivendo no mundo &#8211; de esgotamento de recursos naturais e de velhas ideias &#8211; como a calma em que às vezes nos recolhemos e muito por elas também sobrevivemos”, pontua Karina Buhr.</p>
<p>O show coroa uma relação antiga da artista com o Rec-Beat. Karina foi responsável por shows cheios de catarse em mais de uma ocasião. Em 2013 ela trouxe ao palco do festival o lançamento do seu segundo trabalho, &#8220;Longe de Onde&#8221;, em 2016 lançou o seu elogiado &#8220;Selvática&#8221;, ano em que também assinou a arte do festival.</p>
<p><strong>Sobre a Revista Continente Convida</strong><br />
O Rec-Beat inicia mais uma parceria com a Cepe Editora e Revista Continente, desta vez com a chancela “Revista Continente Convida”. Nas bancas desde 2000, a Continente tem como compromisso trazer pautas aprofundadas que levem ao pensamento crítico e reflexivo dos seus leitores. Nesses 20 anos de estrada, a revista já entrevistou de Caetano Veloso a José Saramago, além de realizar especiais sobre temas como militância LGBTI+, gordofobia e luta indígena. A parceria Rec-Beat 2020 e Revista Continente é parte das comemorações dos 25 anos do festival.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/hot-oreia-josyara-e-ana-frango-eletrico-estao-confirmados-na-programacao-do-rec-beat/" target="_blank"><strong>Atrações confirmadas</strong></a><br />
O festival antecipou alguns nomes desta edição comemorativa de 25 anos. A primeira foi a cantora, compositora e violonista baiana Josyara, que traz ao festival faixas de seu aclamado disco, &#8220;Mansa Fúria&#8221;. Quem também sobe ao palco é Ana Frango Elétrico, artista e instrumentista carioca com seu &#8220;Little Electric Chicken Heart&#8221;, um dos mais elogiados trabalhos da nova música popular brasileira. Em seguida foi a vez de Hot &amp; Oreia, dupla revelação do rap brasileiro. Também já foram anunciados os nomes de <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/funcultura/flaira-ferro-lanca-seu-novo-disco-virada-na-jiraya-no-rec-beat/" target="_blank"><strong>Flaira Ferro</strong></a>, cantora e compositora recifense que lança no festival seu novo disco, &#8220;Virada na Jiraya&#8221;, a banda <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/carnaval/liniker-e-os-caramelows-na-programacao-de-25-anos-do-rec-beat/" target="_blank"><strong>Liniker e os Caramelows</strong></a> e Black Flower (da Bélgica), primeira atração internacional confirmada.</p>
<p><strong>25 anos de Rec-Beat</strong><br />
Criado em 1995, o Rec-Beat é hoje um dos mais importantes festivais de música do Brasil. Idealizado e produzido por Antonio Gutierrez, o Gutie, o evento construiu ao longo desses 25 anos uma história de sucesso e relevância, sobretudo pelo seu interesse em incentivar e dar visibilidade às diferentes sonoridades da música brasileira e internacional, com destaque para a presença afro-latino-americana.</p>
<p>Ao longo de sua história, não só acompanhou lado a lado todas as transformações da música local e nacional como foi um dos agentes dessas mudanças. Do manguebeat ao carimbó, passando pela eletrônica, jazz, rap, rock e brega-funk, o festival sempre celebrou a diversidade cultural que está no cerne do Carnaval da cidade.</p>
<p>O palco do Rec-Beat sempre busca proporcionar uma experiência inesquecível ao público ao propor o encontro de diferentes tribos, classes sociais, gênero, gerações, em um espaço democrático, livre e aberto a todo mundo. O evento é hoje como um dos epicentros da efervescência do carnaval do Recife.</p>
<p>A programação traz nomes nacionais e internacionais no já tradicional palco no Cais da Alfândega, sítio histórico da cidade, além de realizar atividades ao longo do ano e palcos especiais em outras cidades (Caruaru, Fortaleza, João Pessoa e São Paulo, entre outras, já receberam edições do Rec-Beat).</p>
<p>O Festival Rec-Beat é uma realização Rec-Beat Produções com patrocínio Prefeitura do Recife e Cepe, incentivo Funcultura &#8211; Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura e Governo de Pernambuco, apoio Copergás, Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife, Consulado Geral da República Federal da Alemanha em Recife, Paço Alfândega e Pitú. Mídias parceiras Frei Caneca FM e OGrito!.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Festival Rec-Beat &#8211; 25ª edição</strong><br />
Data: 22 a 25 de fevereiro de 2020 (sábado até a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 19h30<br />
Local: Cais da Alfândega, Recife, Pernambuco<br />
GRATUITO, AO AR LIVRE, ABERTO AO PÚBLICO<br />
Informações: www.recbeatfestival.com</p>
<p><strong>RECBITINHO (infantil)</strong><br />
Data: 23 a 25 de fevereiro (domingo até a terça-feira de Carnaval)<br />
Início: 15h30<br />
Local: Hall do Paço Alfândega<br />
R. Alfândega, 35 &#8211; Bairro do Recife<br />
Programação: Mariane Bigio e Bloco do Neném, Fada Magrinha, O Sambinha, Caboclinho Sete Flexas do Recife e o mágico Rodrigo Lima.<br />
GRATUITO</p>
<p><strong>Edição especial em Caruaru</strong><br />
Data: 15 de fevereiro (sábado)<br />
Início: 16h<br />
Local: Estação Ferroviária, centro, Caruaru, Pernambuco<br />
Programação: Siba, Gabi da Pele Preta, Frente Cumbieiro (Colômbia) e DJ 440 (Terça do Vinil)<br />
GRATUITO<br />
Apoio da Prefeitura de Caruaru e Fundação de Cultura e Turismo</p>
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		<title>FIG teve noite de mulheres brilhando na música e inauguração da Casa Galeria Galpão</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 14:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Casa Galeria Galpão]]></category>
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		<description><![CDATA[As mulheres protagonizaram a programação musical da terceira noite do Festival de Inverno de Garanhuns, neste último domingo (21). No Palco Mestre Dominguinhos, a noite aberta pela Banda Neander atraiu um público que viu Karina Buhr, Letrux e Céu brilharem em apresentações cheias de personalidade. Na mesma noite, a Catedral de Santo Antônio ficou lotada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres protagonizaram a programação musical da terceira noite do Festival de Inverno de Garanhuns, neste último domingo (21). No Palco Mestre Dominguinhos, a noite aberta pela Banda Neander atraiu um público que viu Karina Buhr, Letrux e Céu brilharem em apresentações cheias de personalidade. Na mesma noite, a Catedral de Santo Antônio ficou lotada para ver a apresentação de Leila Pinheiro, enquanto no Som na Rural a DJ Claudinha Summer agitava os intervalos das apresentações entre Raphael Costa, Triinca e Bruno Lins.</p>
<p><em>“Essa praça, o nome do palco, que agora se chama Dominguinhos, é tudo mundo especial quando venho tocar aqui. Esse é um espaço que junta todo mundo. Às vezes as pessoas vem aqui para comer ou beber, apenas, às vezes nem conhece o som, mas acaba vendo o show. E aí tem gente de fora, tem artista local, é muito legal. E também tem todo tipo de música, desde as que protestam até as que falam do peixinho no fundo do mar”</em>, disse Karina Buhr.</p>
<div id="attachment_70096" aria-labelledby="figcaption_attachment_70096" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/banda-Neander-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70096" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/banda-Neander-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Neander abriu a noite do Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<div id="attachment_70100" aria-labelledby="figcaption_attachment_70100" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70100" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/karina-buhr-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Karina Buhr no Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<div id="attachment_70097" aria-labelledby="figcaption_attachment_70097" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/bell-puã-e-karina-buhr-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70097" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/bell-puã-e-karina-buhr-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Karina Buhr contou com a participação da poeta Bell Puã</p></div>
<div id="attachment_70098" aria-labelledby="figcaption_attachment_70098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/bell-puã-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70098" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/bell-puã-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A performance de Bell Puã no Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<div id="attachment_70101" aria-labelledby="figcaption_attachment_70101" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/letrux-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70101" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/letrux-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Letrux arrastou uma legião de fãs ao Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<div id="attachment_70099" aria-labelledby="figcaption_attachment_70099" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/céu-foto-felipe-souto-maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-70099" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/céu-foto-felipe-souto-maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O show de Céu encerrou a programação do Palco Mestre Dominguinhos</p></div>
<div id="attachment_70102" aria-labelledby="figcaption_attachment_70102" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/bruno-lins-som-na-rural-foto-victor-jucá.jpg"><img class="size-medium wp-image-70102" alt="Victor Jucá/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/bruno-lins-som-na-rural-foto-victor-jucá-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Lins tocou no Som na Rural</p></div>
<div id="attachment_70111" aria-labelledby="figcaption_attachment_70111" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Leila-Pinheiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-70111" alt="Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/Leila-Pinheiro-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Leila Pinheiro cantou e tocou para uma plateia lotada na Catedral de Santo Antônio</p></div>
<p>A Casa Galeria Galpão inaugurou e, a partir de agora, é o endereço das artes visuais, fotografia, design e e moda no FIG 2019. O espaço terá exposições, performances, rodas de conversa e intervenções artísticas. Neste ano, a programação no espaço segue até o dia 27, com 15 projetos que ficarão em cartaz para apreciação dos visitantes.</p>
<div id="attachment_70106" aria-labelledby="figcaption_attachment_70106" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/abertura-casa-galeria-galpão-foto-felipe-souto-maior-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-70106" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/abertura-casa-galeria-galpão-foto-felipe-souto-maior-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A abertura da Casa Galeria aconteceu neste último domingo (21)</p></div>
<div id="attachment_70108" aria-labelledby="figcaption_attachment_70108" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/abertura-casa-galeria-galpão-foto-felipe-souto-maior-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-70108" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/abertura-casa-galeria-galpão-foto-felipe-souto-maior-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A Casa Galeria reúne várias exposições</p></div>
<div id="attachment_70109" aria-labelledby="figcaption_attachment_70109" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/abertura-casa-galeria-galpão-foto-felipe-souto-maior-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-70109" alt="Felipe Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/abertura-casa-galeria-galpão-foto-felipe-souto-maior-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de exposições, há intervenções e performances em toda a Casa Galeria</p></div>
<p>O domingo também foi dia de lançamento do Prêmio Palhaço Cascudo de Incentivo às Artes Circenses – 2019, criado para objetivo de reconhecer, valorizar e incentivar as práticas artísticas de criação e fruição, de transmissão de saberes e fazeres, de sustentabilidade e demais conhecimentos, bem como iniciativas de preservação da memória dos artistas e das expressões circenses em todas as suas formas e modos próprios, na linguagem do circo.</p>
<div id="attachment_70110" aria-labelledby="figcaption_attachment_70110" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lançamento-do-prêmio-palhaço-cascudo-foto-rodrigo-ramos.jpg"><img class="size-medium wp-image-70110" alt="Rodrigo Ramos//Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lançamento-do-prêmio-palhaço-cascudo-foto-rodrigo-ramos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O lançamento da premiação reuniu artistas circenses e gestores públicos na lona do Parque Euclides Dourado</p></div>
<p>As inscrições estarão abertas de 1º de agosto a 31 de outubro para circenses pernambucano natos ou residentes (desde que comprovem circulação de atividade profissional no Estado, há, pelo menos, três anos), bem como circenses naturais de outras unidades da federação, desde que comprovem atividade permanente em Pernambuco, também pelo mesmo período de tempo. Serão distribuídos até trinta e quatro prêmios, com valor total de R$ 150 mil reais. Confira mais detalhes da premiação <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/premio-palhaco-cascudo-de-incentivo-as-artes-circenses-e-lancado-neste-domingo-21-no-fig/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p><strong>GASTRONOMIA</strong><br />
No Instituto Histórico Geográfico e Cultural de Garanhuns, o Polo de Gastronomia recebeu o público interessado em participar da Oficina dos Cinco Sabores, com Sônia Hirsch, chef de São Paulo que levanta a bandeira da alimentação saudável e uma das maiores especialistas no assunto. À noite, ela lançou seu livro Viver Quer Viver, com bate-papo sobre o tema.</p>
<div id="attachment_70113" aria-labelledby="figcaption_attachment_70113" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lançamento-do-livro-Sônia-Hirsch.jpeg"><img class="size-medium wp-image-70113" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/lançamento-do-livro-Sônia-Hirsch-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Sônia Hirsch lançou seu livro no Instituto Histórico Geográfico e Cultural de Garanhuns</p></div>
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		<title>Elza Soares, Karina Buhr, Larissa Luz e Andréa Amorim no FIG</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jul 2016 15:11:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A vibração e a unidade feminina inauguraram o maior palco do ‪#‎FIG2016‬ na noite de ontem (22). O empoderamento e a afirmação estiveram presentes na postura, nas letras, no discurso e também na reação do público, que acolheu e correspondeu calorosamente às apresentações de Elza Soares, Karina Buhr, Larissa Luz e Andrea Amorim. Assista ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A vibração e a unidade feminina inauguraram o maior palco do ‪#‎FIG2016‬ na noite de ontem (22). O empoderamento e a afirmação estiveram presentes na postura, nas letras, no discurso e também na reação do público, que acolheu e correspondeu calorosamente às apresentações de Elza Soares, Karina Buhr, Larissa Luz e Andrea Amorim.<br />
Assista ao vídeo, guarde e compartilhe esse momento que já está cravado na memória do festival.<br />
Saiba mais <a href="http://goo.gl/u2N29p" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
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		<title>Grandes mulheres da música contemporânea brasileira inauguram o maior palco do festival</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Jul 2016 16:34:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Marina Suassuna com colaboração de Ana Beatriz Caldas A vibração e a unidade feminina que tomaram conta do Palco Mestre Dominguinhos, na última sexta-feira (22), refletiram em cheio a demanda atual em torno do feminismo e da conquista de espaço pelas mulheres. Mais do que uma homenagem ao gênero feminino, a noite foi um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marina Suassuna</em><br />
<em> com colaboração de Ana Beatriz Caldas</em></p>
<div id="attachment_38294" aria-labelledby="figcaption_attachment_38294" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28387908732_5ae58dafe1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38294" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28387908732_5ae58dafe1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público encheu a Praça Mestre Dominguinhos para aplaudir aguerridas representantes da música contemporânea brasileira</p></div>
<p>A vibração e a unidade feminina que tomaram conta do Palco Mestre Dominguinhos, na última sexta-feira (22), refletiram em cheio a demanda atual em torno do feminismo e da conquista de espaço pelas mulheres. Mais do que uma homenagem ao gênero feminino, a noite foi um ato político protagonizado por elas. O empoderamento e a afirmação estiveram presentes na postura do palco, nas letras, no discurso e também na reação do público, que acolheu e correspondeu calorosamente às apresentações de <strong><a href="http://www.andreaamorim.com.br/" target="_blank">Andréa Amorim</a></strong>, <a href="http://www.larissaluz.com/territorioconquistado" target="_blank"><strong>Larissa Luz</strong></a>, <strong><a href="http://www.karinabuhr.com.br/" target="_blank">Karina Buhr</a></strong> e <a href="https://www.facebook.com/elzasoaresoficial" target="_blank"><strong>Elza Soares</strong></a>. Quatro vozes de timbres, influências, trajetórias e extensões vocais distintas, mas ligadas por um denominador comum: a aptidão de fazer do palco um espaço de luta.</p>
<div id="attachment_38296" aria-labelledby="figcaption_attachment_38296" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414691891_bed2e10b1c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38296" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414691891_bed2e10b1c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com mais de 17 anos de estrada musical, a garanhuense Andréa Amorim abriu a noite de shows</p></div>
<p>Embora seja uma veterana do FIG, Karina Buhr preencheu a programação da noite de um jeito diferente por trazer, pela primeira vez à cidade, o show de <em>Selvática</em>, seu disco mais recente, cujo discurso entra em consonância com movimentos feministas e de igualdade de gênero. Antes mesmo de ser lançado, o disco já causara polêmica por conta de sua capa, na qual a cantora e compositora aparece de seios à mostra. Por outro lado, a polêmica contribuiu pra dar visibilidade ao trabalho, que ganhou ainda mais força e reconhecimento do público, além de amplificar a performance da artista, conhecida pelo comportamento explosivo. Enquanto esteve no Palco Dominguinhos, Karina fez jus à obra e não baixou a guarda. Gritou, provocou, mostrou toda sua fúria, ficou de maiô transparente e conquistou o público com sua postura subversiva em músicas como <em>Eu sou um monstro</em>, <em>Nassira e Najaf</em>, <em>Conta Gota</em>s e <em>Pic Nic</em>.</p>
<div id="attachment_38295" aria-labelledby="figcaption_attachment_38295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414983551_28907da93f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38295" alt="Laís Domingues " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28414983551_28907da93f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Karina Buhr apresentou o repertório do show Selvática</p></div>
<p>Antes dela, a baiana Larissa Luz deixou muita gente de queixo caído com sua performance singular e pra lá de empolgante. Larissa apresentou o repertório de seu segundo disco, <em>Território Conquistado</em>, uma fusão rítmica inspirada em referências de criadoras negras como Nina Simone, Thalma de Freitas, Elza Soares e a escritora Carolina de Jesus. Nas composições, Larissa enfatiza o direito de fala que sempre foi negado à mulher negra, realçando a necessidade de ser representada. “Fiquei super feliz com essa noite do FIG. Karina também tem um disco super afiado assim como o de Elza. É um marco que só me faz constatar que realmente estamos indo pra frente. Sabemos que existe uma diferença entre a mulher negra e a mulher branca, que é a oportunidade. Vejo que existe um movimento de crescimento e que estamos realmente conquistando espaços, por isso meu disco se chama Território Conquistado&#8221;, disse a cantora ao portal <em>Cultura.PE</em> após o show.</p>
<div id="attachment_38297" aria-labelledby="figcaption_attachment_38297" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28460337196_eff744dc99_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38297" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28460337196_eff744dc99_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Forte e precisa, a baiana Larissa luz se apresentou pela primeira vez em Garanhuns</p></div>
<p>Uma das personalidades negras homenageadas por Larissa é Elza Soares, que gravou a faixa que dá título ao álbum e acabou encerrando a primeira noite do Palco Dominguinhos. &#8220;Quando decidi fazer um disco, olhei pra mim pra ver o que eu tinha de mais intenso e mais verdadeiro pra mostrar e me deparei com um processo de empoderamento, de me assumir, de gostar de mim do jeito que eu sou, do meu cabelo. Não só fisicamente, mas da minha identidade. E a Elza [Soares] estava sempre presente nesse processo. Porque ele é uma referência de mulher negra que esteve no mercado musical durante muito tempo, resistindo, e hoje está no auge de sua carreira. Chegar onde ela chegou dentro de todas as circunstâncias e dificuldades, pra mim, é muito louvável de se espelhar”, disse Larissa.</p>
<div id="attachment_38298" aria-labelledby="figcaption_attachment_38298" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28492271385_f05108490a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-38298" alt="Laís Domingues" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/28492271385_f05108490a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elza apresentou, pela primeira vez em Pernambuco, o show &#8216;A Mulher do Fim do Mundo&#8217;</p></div>
<p>Justamente por isso, a apresentação de Elza Soares, encerrando uma noite cheia de mulheres empoderadas, não poderia ter sido menos consagrada. Não há exagero em dizer que o show entrou pra história do festival como um dos mais memoráveis, fazendo jus à carga de representatividade e ao impacto que o disco <em>A Mulher do Fim do Mundo</em> reflete para o contexto político e social brasileiro. Na breve entrevista que concedeu aos jornalistas, a cantora destacou que encontro musicais como este &#8220;é uma coisa que precisa ser feita mais vezes, essa união de mulheres, acho que a gente tá tendo a resposta que a gente queria&#8221;.</p>
<div id="attachment_38299" aria-labelledby="figcaption_attachment_38299" class="wp-caption img-width-320 alignright" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Assessoria</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/IMG-20160723-WA0000.jpg"><img class="size-medium wp-image-38299" alt="Assessoria " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/IMG-20160723-WA0000-273x486.jpg" width="273" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">No camarim, a cantora recebeu feministas e posou com camisetas, mostrando apoio às campanhas</p></div>
<p>Uma faixa da Marcha Mundial das Mulheres, erguida no meio da multidão da Praça Mestre Dominguinhos, comunicava o peso político do momento. Se havia uma expectativa em torno da apresentação de Elza Soares no Palco Mestre Dominguinhos, ela foi cumprida. Aos 78 anos, a cantora fez toda a Praça Mestre Dominguinhos incorporar seu grito e guerra: “Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”. No Bis, cantou Volta por Cima, deixando claro que reconhece a queda, mas não desanima. Afinal, como disse Larissa Luz, “falar de resistência e não falar de A Mulher do Fim do Mundo é impossível.&#8221;</p>
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		<title>Som na Rural ocupa São Paulo com shows em espaços públicos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 19:05:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O projeto Som na Rural está em São Paulo para transformar espaços públicos da cidade em um palco vibrante para shows, onde a plateia e  artistas estão frente a frente, sem barreiras. A colorida e iluminada Rural Willys, de 1969, ocupa neste sábado (13/06) o Largo do Paissandu, onde às 17h recebe a cantora pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25917" aria-labelledby="figcaption_attachment_25917" class="wp-caption img-width-403 alignnone" style="width: 403px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Rural-1.jpg"><img class="size-full wp-image-25917" alt="Som na Rural / Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Rural-1.jpg" width="403" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Roger de Renor leva o Som na Rural para São Paulo, promovendo shows de artistas pernambucanos em espaços públicos.</p></div>
<p>O projeto <strong><a href="https://www.facebook.com/som.narural" target="_blank">Som na Rural</a></strong> está em São Paulo para transformar espaços públicos da cidade em um palco vibrante para shows, onde a plateia e  artistas estão frente a frente, sem barreiras. A colorida e iluminada Rural Willys, de 1969, ocupa neste sábado (13/06) o Largo do Paissandu, onde às 17h recebe a cantora pernambucana Karina Buhr. No domingo (14/06), a ocupação cultural acontece na Praça da República, às 16h, com mais um artista pernambucano, o cantor Fabio Trummer que apresenta o projeto musical Trummer Super Sub América, que realiza em paralelo a banda olindense Eddie. A circulação do Som na Rural é realizada com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco, e já passou pelo Distrito Federal.</p>
<p>Criada há seis anos para ser parte da programação de uma TV pública, o Som na Rural se tornou um projeto cultural itinerante, sob o comando de Roger de Renor e por Nilton Pereira, que eram os responsáveis pela apresentação e direção do programa de TV. Desde então, a Rural atrai centenas de pessoas pelas praças e ruas do Recife, sendo uma alternativa cultural que convida a reflexão sobre as intervenções urbanísticas por parte do poder público e da iniciativa privada.</p>
<p>Além das duas apresentações deste fim de semana, previstas no projeto aprovado pelo Funcultura, o Som na Rural quis aproveitar ao máximo sua passagem por São Paulo e ampliou a agenda realizando shows no Capão Redondo, Diadema e na Virada Cultural SP, com a participação do rapper Zé Brown e convidados.</p>
<p>Já se apresentaram no Som na Rural: Otto, Mombojó, Karina Buhr, Sagaranna, DJ Dolores, Luis Paixão, Banda Eddie, Catarina Dee Jah, Orquestra Santa Massa, Bonsucesso, Anjo Gabriel, Maquiladora, Juvenil Silva, Bongar, Aninha Martins, Nação Xambá, Coco do Miudinho, Associação Metropolitana de Hip Hop, Graxa, Silvério Pessoa, Iuri Queiroga, Criolo, Lirinha, Banda Palafita, Jr. Areia e João do Cello, Rogerman, Ortinho, Fábio Trummer, Isaar, Maciel Melo, Orquestra Contemporânea de Olinda e o rapper Tiger.</p>
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		<title>Maracaípe recebe shows de Eddie, Siba e outras atrações</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 14:42:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Carnaval de Pernambuco, em Maracaípe, contou neste domingo (15) e segunda (16) com vários shows de nomes importantes da música pernambucana e brasileira. Passaram por lá atrações como o grupo Samba Led, além de Eddie, Academia da Berlinda, Erasto Vasconcelos, Siba, Karina Buhr canta Secos e Molhados e Orquestra Contemporânea de Olinda. Confira algumas fotos feitas pelo fotógrafo Eric [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Carnaval de Pernambuco, em Maracaípe, contou neste domingo (15) e segunda (16) com vários shows de nomes importantes da música pernambucana e brasileira. Passaram por lá atrações como o grupo Samba Led, além de Eddie, Academia da Berlinda, Erasto Vasconcelos, Siba, Karina Buhr canta Secos e Molhados e Orquestra Contemporânea de Olinda. Confira algumas fotos feitas pelo fotógrafo Eric Gomes, da equipe da Secult-PE / Fundarpe.</p>
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		<title>Novos ares para o Coquetel Molotov em 2014</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 21:31:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>O festival No Ar: Coquetel Molotov chega à sua 11ª edição repaginado e de casa nova. A Coudelaria Souza Leão, na Várzea, um amplo ambiente ao ar livre, é que vai abrigar a jornada musical desse ano, marcada para o próximo dia 11 de outubro. Antes disso, uma programação extensa, que começa dia 27 de setembro e inclui Passeio Ecológico, a Mostra Play The Movie, shows da prévia, além de workshops e debates. Entre os destaques musicais, nomes como Russian Red (Espanha), La Femme (França), Flora Matos (DF), Phill Veras (MA), entre outros. Pernambucanos também figuram na grade: Karina Buhr, DJ Dolores, Graxa, Rua, The Trumps e Guilherme de Paula se apresentam. O Som na Rural, projeto de Rogê de Renor, também marcará presença no festival. O festival No Ar: Coquetel Molotov tem patrocínio do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco/Fundarpe e da Empetur.</p>
<div id="attachment_14049" aria-labelledby="figcaption_attachment_14049" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Pri Buhr/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/karina-buhr.jpg"><img class="size-medium wp-image-14049" alt="Pri Buhr/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/karina-buhr-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Kaina Buhr irá interpretar clássicos da banda Secos e Molhados</p></div>
<p>A mudança de local que acontece neste ano reflete uma renovação natural do evento, que vem ganhando outras dimensões e contornos nos últimos anos. Saindo do ambiente de teatros fechados, o Coquetel Molotov segue agora para um espaço ao ar livre. &#8220;E<em>ra um desejo de renovação mesmo. Estamos fechando um ciclo depois de 10 anos de festival. Agora é Coquetel Molotov ano 1 novamente</em>&#8220;, explicou Ana Garcia, uma das produtoras do festival. A programação começa, justamente, com o Passeio Ecológico, no Jardim Botânico do Recife, no dia 27 de setembro. A atividade é promovida em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade. A proposta é levar o Coquetel Molotov para além da programação de shows, mostras de cinema e debates, e inseri-lo em conceitos que dialoguem com questões contemporâneas, como a cultura da sustentabilidade e as artes integradas.</p>
<p>Já na Coudelaria Souza Leão, onde acontece a programação do dia 11 de outubro, esse conceito ganha ainda mais sentido, ao integrar o festival a essa nova realidade. Em um espaço de campo, verde e natureza, estarão dispostos três ambientes, que abrigarão dois palcos e uma área de convivência, com diversas atividades. Artistas de rua estampando outdoors, bicicletas que produzem energia solar (para o carregamento de aparelhos celulares, por exemplo), criação de instrumentos musicais para possíveis jams sessions dos artistas que se apresentam no festival, além de 25 expositores das mais diversas marcas. Tudo será voltado a criar um clima mais livre e natural, imergindo o festival numa outra atmosfera, diferente de um centro de convenções e um teatro. &#8220;<em>Pensamos que era preciso redescobrir o que existe na cidade, algo que fosse além da oferta de shows, e que atendesse às novas demandas geradas pelo crescimento do festival</em>&#8220;, explicou Jarmeson de Lima, também produtor do Coquetel Molotov.</p>
<p>Confira <strong><a href="http://coquetelmolotov.com.br/novo/festival-no-ar-coquetel-molotov-2014-sempre-aberto-a-novidades/" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa do No Ar: Coquetel Molotov.</p>
<p><strong>Shows</strong><br />
Na programação principal do Coquetel Molotov, que acontece no dia 11 de outubro, dois palcos abrigarão os shows. Começando agora mais cedo, a programação do palco Red Bull Music Academy tem início às 15h, com o pernambucano Guilherme de Paula. Serão sete atrações ao longo da tarde/noite. A última delas, a dupla Bok Bok (UK), se apresenta à meia-noite em ponto.</p>
<p>No meio dessa primeira programação, por volta do pôr-do-sol, têm início os shows do palco principal. A primeira apresentação é do músico paraense Jaloo (PA). Quem encerra são os paulistas da Aldo The Band, que sobem ao palco por volta de 1h. Nesse ínterim, passarão por lá as principais atrações do festival, como a banda La Femme (França), com seu pop psicodélico, de base krautrock e pegada de surfmusic. Nova sensação da música europeia, a cantora espanhola Russian Red também se apresenta. O hip hop nacional será representado na voz e na rima de Flora Matos (DF).</p>
<div id="attachment_14053" aria-labelledby="figcaption_attachment_14053" class="wp-caption img-width-550 alignnone" style="width: 550px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/la-femme.jpg"><img class="size-full wp-image-14053" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/la-femme.jpg" width="550" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Franceses do la Femme também se apresentam no festival</p></div>
<p>A cantora Karina Buhr &#8211; na verdade, nascida em Salvador (BA), mas com sua vida e carreira musical consolidada em Pernambuco &#8211; é uma velha conhecida do público, por suas performances explosivas e letras “romanticamente corrosivas”. Dessa vez, ela traz, pela primeira vez para Pernambuco, o show baseado no repertório da mítica banda Secos e Molhados, da qual fez parte o cantor Ney Matogrosso. O maranhense Phil Veras também está na programação, como o escolhido da enquete realizada pelo festival no início do ano. Já a banda paulista Inky se junta ao músico pernambucano Rodrigo Coelho, num diálogo entre o rock e a música eletrônica.</p>
<p>Nos horários alternados dos shows, a opção é visitar o terceiro espaço, onde estarão localizadas as outras atividades do festival, e onde o público também poderá conferir o Som na Rural, de Rogê de Renor, que ficará instalado na área, recebendo DJs convidados.</p>
<p><strong>Play The Movie</strong><br />
Por mais um ano, o Coquetel Molotov traz ao público a Mostra Play The Movie, que acontece no Cinema São Luiz. De 30 de setembro a 3 de outubro, serão exibidos filmes &#8211; entre longas e curtas &#8211; que têm sempre a música como pano de fundo, além de clipes pernambucanos. Todos os dias, ao final de cada sessão, uma atração musical se apresenta, executando, ao vivo, a trilha sonora de uma produção cinematográfica. O homenageado da Mostra é o &#8220;sergipano-pernambucano&#8221; Hélder Aragão, o DJ Dolores, presença constante nas trilhas sonoras dos principais filmes pernambucanos dos últimos 15 anos. Ele encerra o Play The Movie, no dia 03, ao lado da VJ Mary Gatis, formando a Banda Sonora Duet.</p>
<div id="attachment_14050" aria-labelledby="figcaption_attachment_14050" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/dolores.jpg"><img class="size-medium wp-image-14050" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/dolores-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a><p class="wp-caption-text">DJ Dolores encerra a programação da Mostra Play The Movie</p></div>
<p>No dia 30 de setembro, abertura da Mostra, a banda Rua (PE) executará a trilha do filme espanhol &#8220;Finisterrae&#8221; (2010), do ator e diretor Sérgio Caballero. The Trumps (PE) vem, no dia 1º de outubro, com o clássico do cinema brasileiro &#8220;À meia noite levarei sua alma&#8221; (1963), de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. No terceiro dia da Play The Movie, 2 de outubro, o músico Maurício Pereira, da banda Mulheres Negras, estará presente para comentar o filme &#8220;Música serve pra isso &#8211; Uma história dos Mulheres Negras&#8221;, e, junto ao pianista Daniel Szafran, tocará o seu disco &#8220;Mergulhar na surpresa&#8221; (1998), que servirá de trilha para o filme &#8220;8¹/²&#8221; (1963), de Fellini.</p>
<p><strong>Prévia</strong><br />
A programação totalmente dedicada à música começa no dia 4 de outubro, com a realização da prévia do Coquetel Molotov, que acontece na casa de shows Estelita (Cabanga). Quem se apresenta nesta noite são o cantor e compositor Graxa (PE) e a banda Audac (PR).</p>
<div id="attachment_14051" aria-labelledby="figcaption_attachment_14051" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juvenil Silva/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/graxa.jpg"><img class="size-medium wp-image-14051" alt="Juvenil Silva/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/graxa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor e compositor Graxa é atração da prévia, no Estelita</p></div>
<p>Com suas letras que retratam, de forma particular e bem humorada, situações do cotidiano (em geral auto-biográficas), o músico Graxa apresenta ao público uma sonoridade que trafega pelo rock&#8217;k'roll, blues e o brega, presentes no seu primeiro disco, &#8220;Molho&#8221; (2013), que também teve uma tiragem em vinil. Tiradas sobre amores platônicos, situações inusitadas numa unidade da UPA, o ingrato dia a dia de um garçom estão entre os assuntos presentes nos versos irônicos do &#8220;cronista do Jiquiá&#8221;.</p>
<p>Com seu primeiro disco lançado em 2013 (este ano no Japão e na Europa), sob a batuta do primeiro produtor dos Strokes, Gordon Raphael, a banda curitibana Audac traz ao palco uma sonoridade que se equilibra entre a visceralidade do rock lo-fi e os vocais suaves de Alyssa Aquino e Débora Salomão. Pela primeira vez em Pernambuco, eles prometem agitar o palco do Estelita, com sua música que passeia por influências dos anos 1980 e 1990.</p>
<p><strong>Oficinas e debates</strong><br />
O espaço Roda Café, no Bairro do Recife, vai abrigar mais uma etapa do Coquetel Molotov. De 08 a 10 de outubro, sempre às 14h, profissionais de diversas áreas vão discutir temas ligados a cultura contemporânea. Empreendedorismo, financiamento colaborativo, sustentabilidade e mercado da música estarão nas pautas. O produtor Carlos Eduardo Miranda marcará presença no último dia, debatendo o tema &#8220;Como sobreviver e se adaptar ao novo mercado musical&#8221;.</p>
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		<title>Para um grande público, de tudo um pouco</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2013 19:09:02 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Artistas de tendências variadas passaram pelo Palco Guadalajara nessa sexta (19) e caíram nas graças da plateia</p>
<div id="attachment_4191" aria-labelledby="figcaption_attachment_4191" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-58.jpg"><img class="size-medium wp-image-4191" alt="Zeca Baleiro (Foto: Pri Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-58-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zeca Baleiro (Foto: Pri Buhr)</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p dir="ltr">Poucos são os artistas que conseguem fazer com que hits de sua trajetória musical agreguem um valor muito mais amplo e profundo do que o meramente comercial e massivo. Conciliar sucesso e qualidade não chega a ser uma prática comum, mas não impossível. A segunda noite da programação musical do FIG 2013, nesta sexta (19), foi um bom exemplo de como se pode ir além. Pelo Palco Guadalajara, passaram gerações diversas de artistas da nossa música que possuem um trabalho consistente, maduro e que se mantém firme no coração do público ao longo dos anos. Cada qual à sua forma ganhou a plateia, seja com inusitadas performances, ritmos dançantes ou pela pura emoção. Resultado: uma noite interessantemente plural, onde várias tribos foram todas elas.</p>
<p dir="ltr">Em clima de uma verdadeira “rave”, DJ Dolores &amp; Orquestra Santa Massa mostraram que ainda mantém inabalável a receita que prepararam há mais de uma década. As batidas geradas nos computadores e os diversos elementos eletrônicos em um intenso diálogo com os ecos das nossas tradições populares. O maracatu rural reprocessado em drum’n&#8217;bass, o tecno-house e o merengue se transformando numa coisa só, entre outras misturas mais. E, no meio disso tudo, um convidado especial: o cantor e compositor Chico César, que, de guitarra em mãos, entrou no clima e mais parecia um integrante da Santa Massa. “Agora eu quero ficar ‘encangado’ com eles”, disse Chico sobre o encontro, que trouxe à voz do paraibano músicas como “Adorela” e “Azougue” e incorporou às batidas de Dolores sucessos do compositor, como “Beradêro” e “Mama África”. Realmente, um encontro que deu liga e promete desdobramentos futuros.</p>
<p dir="ltr">Sai o clima dançante e entram em cena as performances “rasgadas” e “agressivas” da cantora “baiana/pernambucana” Karina Buhr, uma frontwoman bem diferente do que se vê por aí. Ao cantar suas canções, ela parece injetar veneno nas próprias veias e sair rodopiando pelo mundo, vomitando raivas e amores na mesma proporção. Com uma banda poderosa e um repertório que revira as entranhas, Karina grita, pula, corre, se joga no chão, escala a estrutura do palco e preenche tudo ao redor com sua presença que provoca sensações diversas, até mesmo as mais desconfortáveis, como ela mesmo disse. “É óbvio que eu prefiro que as pessoas gostem do que eu faço, mas o mais importante é provocar uma reação nelas, até mesmo ódio! Eu fico feliz quando isso acontece também”. Em canções pesadas, como “Nassira e Najaf”, “Cara palavra”, “Copo de veneno”, o rosto doce e suave de Karina se transforma e esbraveja liberdade poética e teatral, anarquizando o que é facilmente deglutível.</p>
<p dir="ltr">De volta aos anos 80: o rock ganha espaço nas rádios brasileiras e se populariza. Um dos artífices desse movimento também marcou presença no Palco Guadalajara. O guitarrista Dado Villa Lobos vem percorrendo o Brasil para apresentar seu disco solo “Colapso”. De passagem pelo Festival de Inverno, fez um show onde a primeira metade foi composta pelo repertório desse álbum. Mas o inevitável reencontro com sua banda de origem, Legião Urbana, aconteceu. A Guadalajara em peso entrou em delírio quando ele tirou da manga uma dezena de clássicos do grupo, como “Giz” e “Ainda é cedo”, por exemplo. Junto ao convidado Toni Platão – também representante dessa geração – arrebatou a plateia com mais hits. Daí, vieram “Tempo Perdido”, “Eu sei”, “Há tempos”, “Pais e filhos” e, em referência às recentes manifestações ocorridas no Brasil, a atualíssima “Perfeição”. O fenômeno Legião Urbana roubou a cena e tomou a plateia por inteiro. Como parte dessa história, Dado foi reverenciado e ganhou a noite, nos braços do público.</p>
<p dir="ltr">Em constante tráfego por várias vertentes da MPB, o maranhense Zeca Baleiro fechou a noite, com um show “porrada” e uma incrível interação com o público. A apresentação foi um passeio por exatamente todas as fases do cantor e compositor. Desde “Por onde Andará Stephen Fry”, seu primeiro álbum, de 1997, até o mais recente “Disco do ano”, lançado em 2012, Zeca pinçou as músicas mais emblemáticas de sua trajetória e manteve em cima o clima da Esplanada Guadalajara. Rock’n&#8217;roll, seresteiro, cantador e folk ao mesmo tempo, Zeca mistura ingredientes populares ao seu matulão de influências, que vão de Bob Dylan a Genival Lacerda. Não houve quem não cantasse “Salão de beleza”, “Alma não tem cor”, “Quase nada” ou “Telegrama”. A noite se encerrou como se ainda estivesse começando, com o furor do público em alta. Mas, ainda bem, ainda estamos no sábado.</p>
<p>20/07/2013 | Compartilhe: <a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=http://www.fig2013.com/bailarinos-com-o-pe-no-terreiro-grupo-grial-de-danca-2/">Facebook</a> <a href="https://twitter.com/share?url=http://www.fig2013.com/bailarinos-com-o-pe-no-terreiro-grupo-grial-de-danca-2/">Twitter</a></p>
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		<title>Karina Buhr, a mulher que gosta de curvas (e do FIG)</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2013 01:02:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cantora frequenta o festival desde a primeira edição. Em 2013, Karina fará três participações entre shows e uma exposição na Galeria das Artes Por Guilherme Gatis “Sobre o FIG… É amor antigo. Vim muitas vezes, desde o primeiro. No primeiro vim pra farrear e fazer oficinas. Acho que no segundo também fiz oficinas, de bonecos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4208" aria-labelledby="figcaption_attachment_4208" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-66.jpg"><img class="size-medium wp-image-4208" alt="(Foto: Pri Buhr)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-66-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Pri Buhr)</p></div>
<p dir="ltr">Cantora frequenta o festival desde a primeira edição. Em 2013, Karina fará três participações entre shows e uma exposição na Galeria das Artes</p>
<p dir="ltr">Por Guilherme Gatis</p>
<p dir="ltr">“Sobre o FIG… É amor antigo. Vim muitas vezes, desde o primeiro. No primeiro vim pra farrear e fazer oficinas. Acho que no segundo também fiz oficinas, de bonecos com Marcondes Lima, de teatro com Carlos Carvalho… E vim pra tocar com Comadre Fulorzinha, Eddie, Bonsucesso Samba Clube, DJ Dolores, Afoxé Ile de Egba, Antônio Nóbrega, Véio Mangaba, o show do ‘Menti pra você’ e agora o ‘Longe de onde’”.</p>
<p dir="ltr">O depoimento de Karina Buhr sobre o Festival de Inverno de Garanhuns foi enviado via SMS pela cantora, enquanto ajustava os últimos detalhes de sua exposição e resolvia pequenas correrias pré-show. Esta noite ela sobe ao <a href="http://www.fig2013.com/programacao/?dia=19">Palco Guadalajara</a> às 23h20.</p>
<p dir="ltr">Mais do que o amor pelo festival, a mensagem de Karina também transparece uma trajetória artística plural. Se nesta sexta (19/7) ela é a Karina da música, que sobe ao Guadalajara para apresentar pela primeira vez as canções do álbum ‘Longe de onde’, todos os dias do FIG 2013 ela também é a Karina artista plástica, que expõe pinturas e desenhos de mulheres e curvas na <a href="http://www.fig2013.com/polos/">Galeria das Artes</a>.  É também a mesma Karina Buhr do palco que celebrará, na outra sexta-feira (26/7), os dez anos do Original Olinda Style, disco da Eddie no qual participou da gravação.</p>
<p dir="ltr">Os três momentos de Buhr neste FIG são também uma prova da facilidade que a artista tem de transitar entre diferentes linguagens. “Faço tudo ao mesmo tempo, menos o teatro, que parei por exigir uma dedicação mais específica”, comenta, pontuando que respeita o tempo que cada atividade lhe pede. “Chega uma hora que bate a mazela e eu paro. Cada trabalho tem uma mazela específica e eu respeito isso”.</p>
<p dir="ltr">Pane no Pântano</p>
<p>A exposição que ocupa uma das salas da Galeria das Artes reúne alguns dos desenhos originais feitos por Karina, que tem uma relação bastante livre com essas obras.</p>
<p dir="ltr">“Eu tanto posso fazer meus desenhos ao acaso, como também parar um tempo só para fazer isso”. Suas obras visuais começaram a se destacar entre as fotos de shows e bastidores publicados em seu perfil no Instagram. “De vez em quando postava uma imagem lá e as pessoas foram conhecendo e gostando”. Os “likes” ajudaram e Karina já fez duas exposições na rede Sesc de São Paulo e tem obra exposta no Inhotim, em Belo Horizonte. O disco “Menti pra você”, por exemplo, também imprimiu um de seus desenhos.</p>
<p dir="ltr">Nos desenhos, poucos e sinuosos traços formam figuras femininas. “Gosto muito de desenhar mulheres, gosto da curva, mas esse é um direcionamento meramente estético, não tem muita filosofia aqui, não”, comenta, enquanto se organiza para fazer as fotos que acompanham este texto e  resolve as últimas logísticas antes de subir ao palco, onde irá brincar com os laços amorosos que vem tecendo há 23 anos.</p>
<p>19/07/2013 | Compartilhe: <a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=http://www.fig2013.com/cine-eldorado-recebe-a-nata-da-producao-do-estado/">Facebook</a> <a href="https://twitter.com/share?url=http://www.fig2013.com/cine-eldorado-recebe-a-nata-da-producao-do-estado/">Twitter</a></p>
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