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	<title>Portal Cultura PE &#187; linguagens</title>
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		<title>Lia de Itamaracá, rainha da ciranda e Patrimônio Vivo de Pernambuco, leva contação de histórias para escolas do Recife, Bezerros, Gravatá e Itamaracá</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 13:57:14 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-02-at-12.35.10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-108100" alt="Lia de Itamaracá" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/WhatsApp-Image-2024-02-02-at-12.35.10-607x405.jpeg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr">Artista inicia nesta quarta-feira (22) uma maratona de visitas que se estende até a quinta-feira (23), passando por bibliotecas públicas, juntamente com a escritora Odailta Alves</p>
<p dir="ltr">Com vestidos coloridos, colares e o mesmo sorriso que ilumina a Ilha de Itamaracá há mais de oito décadas, Lia de Itamaracá, 81 anos, está de volta às salas de aula. Desta vez, a rainha da ciranda não vai apenas cantar — vai contar. A artista, reconhecida nacionalmente como Patrimônio Vivo de Pernambuco, visitará escolas públicas da Região Metropolitana do Recife e do Agreste do estado nesta semana para apresentar às crianças a sua própria história. A programação começa nesta quarta-feira (22) e se estende até a quinta-feira (23).</p>
<p dir="ltr">A ação integra o projeto de contação de histórias do livro “Lia de Itamaracá – O Reinado da Ciranda”, obra infantil lançada em novembro de 2024, escrita por Odailta Alves e ilustrada por Whittney de Araújo. Quase um ano depois da publicação, Lia leva o conteúdo das páginas diretamente aos ouvidos e corações de estudantes, em uma jornada que une literatura, oralidade e música popular.</p>
<p dir="ltr">Juntas, Lia e Odailta visitarão quatro escolas: a EREFEM Eurico Queiroz, em Bezerros, e a EREF Monsenhor José Elias de Almeida, em Gravatá, na quarta-feira (22); e a Escola José Maria, no Recife, e a Escola Estadual de Jaguaribe, na Ilha de Itamaracá, na quinta (23). As apresentações serão realizadas nas bibliotecas escolares.</p>
<p dir="ltr">A proposta faz parte da Política Nacional Aldir Blanc de Pernambuco (PNAB-PE), dentro da categoria Ações Criativas – Multilinguagem, fruto do edital do Governo do Estado, via Secult-PE. A iniciativa busca valorizar a literatura afro-brasileira e resgatar o sentido ancestral da palavra falada, tradição herdada das culturas africanas em que o conhecimento era transmitido de geração em geração por meio da voz, do canto e da presença.</p>
<p dir="ltr">Durante as sessões, Lia e Odailta revezam-se na leitura e na contação, entrelaçando canções, memórias e gestos. “Lia é uma personagem real que virou literatura viva. Quando ela fala, o que era texto ganha corpo, cheiro, ritmo. As crianças não apenas leem, elas sentem a história acontecer diante delas”, afirma Odailta Alves, autora e pesquisadora da cultura popular.</p>
<p dir="ltr">O livro “Lia de Itamaracá – O Reinado da Ciranda” é a primeira biografia infantil da artista. A obra tem 32 páginas, fonte ampliada e audiodescrição, tornando a leitura acessível a diferentes públicos. Em cada escola, duas cópias serão doadas às bibliotecas, ampliando o acervo de literatura com representações negras e femininas.</p>
<p dir="ltr">“É muito simbólico realizar essa ação justamente em outubro, quando celebramos o Mês das Crianças, o Dia da Leitura e o Dia do Livro. Lia representa o que há de mais vivo na nossa cultura: a voz que conta, o corpo que ensina e a história que inspira. Ao unir a tradição oral com a literatura escrita, nós reafirmamos que o conhecimento popular também educa, forma e desperta pertencimento. Cada roda com Lia é uma aula sobre o poder de ouvir e de se reconhecer nas nossas próprias histórias.”  finalizou a idealizadora do projeto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Terceira e última noite do Pernambuco Meu País é dedicada ao forró e promete repertório de clássicos</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 18:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119315" aria-labelledby="figcaption_attachment_119315" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-27-155627.png"><img class="size-medium wp-image-119315" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-27-155627-607x389.png" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Sucedendo os dias em reverência ao brega romântico e ao pagode, com nomes como Pablo e Xande de Pilares, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País em Salgueiro será dedicada ao forró e promete repertório de clássicos. Neste domingo (27), o estilo, fincado nas raízes do Nordeste, recebe protagonismo, com apresentações de Mastruz com Leite, Anjo Azul, a salgueirense Limão com Mel, Joquinha Gonzaga e mais.</p>
<p dir="ltr">“Com adesão total do público de Salgueiro, a gente chega ao último dia de atividades com o sentimento de que proporcionamos uma verdadeira imersão na cultura do nosso Estado, em um clima de festividade e celebração à nossa identidade, a quem somos e expressamos. Agradecendo a calorosa recepção da população do município, seguimos em itinerância por Pernambuco, fazendo o que acreditamos, acessibilizando o acesso a diversas linguagens e nutrindo a nossa terra com arte, conhecimento e o poder de nossa tradição”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">Promovendo a salvaguarda da cultura popular e da tradição sertaneja, às 17h30, a abertura da programação será feita pelo Coral Aboios de Serrita, único no mundo formado por vaqueiros, que também são ícones da Missa do Vaqueiro, Patrimônio Imaterial de Pernambuco. As homenagens à região seguem com o show do sanfoneiro e músico Joquinha Gonzaga, sobrinho do “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga, e neto de Januário, às 18h20.</p>
<p dir="ltr">Dando continuidade à grade, diretamente do Ceará, será a vez da representação do forró contemporâneo, com a inserção dos acordes eletrônicos no famoso e extenso repertório do grupo Mastruz com Leite, às 19h50. Falando de amor, às 21h40, a banda “Anjo Azul” traz um setlist diverso, com autorais e clássicos, embalando o público com ritmos e balanços que se adaptam a diversos estilos.</p>
<p dir="ltr">Encerrando, a homenagem ao forró deve ser ainda mais emocionante. Às 23h30, a salgueirense Limão com Mel cantará em casa e deve colocar todo o público para cantar junto, ao entoar faixas de sucesso, catalogadas em mais de 30 anos de carreira. Hits como “Toma Conta de Mim”, “Por Que Não Vê”, “E Tome Amor” e “Invernos e Verões” deverão entrar no repertório, fechando a programação em grande estilo.</p>
<p dir="ltr">Os intervalos serão agitados pelo DJ Kaliu, que se apresenta no Som na Rural, palco itinerante e conhecido por transformar espaços públicos em cenários culturais, e que chegou ao festival para não deixar ninguém parado.</p>
<p dir="ltr"><strong>LINGUAGENS</strong></p>
<p dir="ltr">Além do palco principal, a programação se espalha em diferentes polos culturais, com diversas linguagens. No País das Conexões Criativas, o “Desfile Conceição das Crioulas”, às 16h20, celebra a moda e a resistência quilombola, trazendo visibilidade para o protagonismo feminino negro. Às 18h, o grupo Guerreiros do Passo, referência na preservação do frevo de rua, se apresenta no País das Conexões Urbanas, e com destaque também por sua recente participação no Festival de Cannes, com o premiado filme pernambucano “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. Outras atrações incluem o espetáculo “Pisadas”, às 17h, no País das Artes Cênicas, e a exposição “Cuba Contemporânea”, da fotógrafa Mery Lemos, na Casa da Cultura, que aborda as semelhanças entre a cultura popular de Cuba e Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO DOMINGO (27/7) EM SALGUEIRO:</strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Palco Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">Praça da Bomba, a partir das 17h30</p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Coral Aboios de Serrita</p>
<p dir="ltr">18h20 -  Joquinha Gonzaga</p>
<p dir="ltr">19h50 -  Mastruz com Leite</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Anjo Azul</p>
<p dir="ltr">23h30 &#8211; Limão com Mel</p>
<p dir="ltr"><em>Som na Rural e DJ Kaliu (nos intervalos)</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Artes Cênicas</strong></p>
<p dir="ltr">Casa da Cultura, a partir das 17h</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Pisadas</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Brincadeiras</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">15h | Espetáculo Festejar O Show</p>
<p dir="ltr">16h | Os Três Porquinhos</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Respeitável Público</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Conexões Criativas</strong></p>
<p dir="ltr">Centro de Vocação Tecnológico (CVT), a partir das 16h</p>
<p dir="ltr">16h20 | Desfile Conceição das Crioulas</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Conexões Urbanas</strong></p>
<p dir="ltr">Praça Santo Antônio, a partir das 16h</p>
<p dir="ltr">16h30 | O Encontro da Tempestade e a Guerra</p>
<p dir="ltr">18h | Grupo Guerreiros do Passo</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Conexões Visuais</strong></p>
<p dir="ltr">Casa da Cultura, a partir das 10h</p>
<p dir="ltr">Exposição Cuba Contemporânea</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Culturas Populares</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">15h | Espetáculo Xaxado de Lampião, do grupo de dança Gilvan Santos</p>
<p dir="ltr">16h | Reisado do Inhanhum</p>
<p dir="ltr">17h | Grupo de Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País da Música</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 18h</p>
<p dir="ltr">18h | Jay Ferrí</p>
<p dir="ltr">19h20 | Tonfil</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Cortejos</strong></p>
<p dir="ltr">Em vários pontos da cidade, a partir das 16h</p>
<p dir="ltr">16h | Boi Charmoso, Urso da Bagunça, Maracatu Afrobatuque</p>
<p dir="ltr">17h | A Cobra da Bexiga Lixa, Boi Fantástico, O Canto para os Malungos</p>
<p dir="ltr">19h | Boi Milagroso, Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima, Quadrilha Rainha Sertaneja</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País da Economia Criativa</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">Comercialização de produtos de artesanato e gastronomia</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Forma PE</strong></p>
<p dir="ltr">Auditório do Centro de Vocação Tecnológico (CVT), das 9h às 12h</p>
<p dir="ltr">Workshop Upcycling – os alunos precisam levar retalhos e roupas para transformar</p>
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		<title>Milena Travassos apresenta trabalhos e recebe público para bate-papo</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:48:48 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106433" aria-labelledby="figcaption_attachment_106433" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106433" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/WhatsApp-Image-2023-11-16-at-11.58.46-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Linguagens, videoarte de Milena Travassos</p></div>
<p>A artista Milena Travassos retoma os encontros com o público para as apresentações de suas últimas produções. Nas ocasiões Milena mostra o projeto <em>Sobre Linguagens</em>, desenvolvido a partir de pesquisas, experimentos e encontros dela com a artista Kilma Coutinho sobre as múltiplas variações da linguagem. O resultado é uma videoperformance e uma videoarte que podem ser conferidas neste sábado (18), às 15h, no auditório do Museu Aloísio Magalhães (Mamam &#8211; Rua da Aurora, 265, Boa Vista). Outro encontro acontece em Caruaru (Agreste), na quinta-feira (23), às 14h30, no Armazém da Criatividade (Rodovia BR-104, km 92, Nova Caruaru). E no dia 30, às 19h, na Garrido Galeria (Rua Samuel de Farias, 245, Santana), de volta ao Recife, a artista apresenta a performance inédita Sala de Jejum, desenvolvida em diálogo com o jardim da galeria.<br />
O projeto conta com a colaboração da audiodescritora Liliana Tavares, responsável pela gravação e inclusão da audiodescrição nos dois trabalhos. O trabalho de Milena Travassos tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), do Governo do Estado e da Prefeitura da Cidade do Recife (PCR).<br />
A videoperformance <em>Relâmpago-Trovão</em> é um desdobramento de um trabalho que Milena já havia feito com Kilma, em 2022, no Mamam. Kilma Coutinho é uma artista surda que se comunica por meio de libras fazendo com que essa língua fosse incorporada à poética do trabalho, além dos outros elementos explorados como luzes, pinturas, figurino, objetos e sons.<br />
Já na videoarte <em>Linguagens</em>, Milena escolheu trabalhar com fotografias antigas mantendo como ponto focal a ideia de linguagem expandida. Nas filmagens ela utilizou iluminação pontual e lentes de aumento para destacar partes das imagens, recortes afetivos de uma época passada da vida da artista. A artista trabalha a fala por meio de uma narrativa poética dando possibilidades de interpretações diversas. Aqui ela também traz como inspiração as reflexões de Giorgio Agamben sobre fogo, mistério, relato e literatura presentes no texto <em>O fogo e o relato</em>.<br />
A performance <em>Sala de Jejum</em> acontece no jardim da Garrido Galeria. O espaço acolhe uma diversidade de plantas e árvores que permearam o processo criativo do trabalho. A ação propõe uma experiência envolvendo elementos visuais, sons, luzes e narração. A ideia do jejum remete a um estado limiar entre o sono e o despertar, estado que provocaria uma atenção dilatada.<br />
Milena Travassos é artista visual, pesquisadora e professora. Doutora em comunicação (UFRJ-ECO), configuradora de imagens e criadora de correspondências. Sua produção envolve fotografia, videoarte, performance, instalação, videoperformance, videoinstalação, objeto e desenho. A cada nova pesquisa seu corpo transforma-se em outro. O espaço em que a artista se relaciona é dado importante para a construção desse outro corpo e de seus gestos. As ideias de narração, experiência e tempo mobilizam sua atual produção. Realizou diversas exposições individuais e coletivas.</p>
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		<title>Gestoras das linguagens destacam conquistas femininas nos segmentos culturais</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gestoras-das-linguagens-destacam-conquistas-femininas-nos-segmentos-culturais/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 15:40:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[*Colaboraram Bruno Souza e Marcus Iglesias Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha #MulheresdaCultura. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67765" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank">Bruno Souza</a> e Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de quatro semanas, depoimentos de mulheres de diversos segmentos/instâncias que evidenciem o protagonismo e a contribuição feminina na cultura.</p>
<p>Para isso, foram ouvidas <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/mulheres-da-cultura-refletem-sobre-o-dia-8-de-marco/" target="_blank"><strong>dez representantes da sociedade civil que integram os três conselhos estaduais criados pela Secretaria de Cultura e Fundarpe</strong></a> (Política Cultural, Preservação do Patrimônio Cultural e Consultivo do Audiovisual); <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/mulheres-gestoras-lideram-equipamentos-culturais-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>dez gestoras da rede de equipamentos culturais gerenciados pelo Estado</strong></a>; e, para encerrar a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>, vamos contar com a participação de nove assessoras e coordenadoras de linguagens da Secult-PE/Fundape para falarem da sua experiência à frente da formulação e implementação de políticas públicas para o segmento cultural no Estado. Confira os depoimentos:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67766 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;É inegável o protagonismo da mulher na formação de uma sociedade mais justa, sensível e humanizada. Está na natureza do ser feminino, e ainda que essa transformação seja tímida, a mulher já ocupa seu espaço de fala e visibilidade. No âmbito da cultura e construção das políticas culturais, o caminho não é diferente, experiências bem sucedidas estão por toda parte. Projetos bem sucedidos, através do Funcultura, são cada vez mais capitaneados por fazedoras de cultura, produtoras que abrilhantam o papel da mulher nesse universo. Recentemente a primeira candidatura à Patrimônio Vivo da Gastronomia é mulher, uma guerreira, D. Menininha do Alfenim de Agrestina. Um belo exemplo é o projeto &#8220;XepaCult&#8221;, que nos presenteia com um virtuoso mapeamento de mulheres mestras cozinheiras, oriundas de comunidades quilombolas e indígenas. A Assessoria de Gastronomia tem primado pela colocação da mulher no âmbito da cultura, através da gastronomia, uma das nossas ações estruturantes é o “Panela de Barro, Cultura no Prato”, que destaca o papel das loiceiras na produção de panelas e outros artefatos de cozinha, dando luz a esse ofício através da figura feminina e seus afetos&#8221;</em>, <strong>Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67767 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Estou na gestão pública da cultura há dez anos, e é notória a evolução e as conquistas da mulher nessa área ao longo desse tempo, seja no âmbito da discussão, como na efetiva participação nas ações da Secretaria e Fundarpe. Essa evolução está presente nas cotas para diretoras e roteiristas mulheres no Edital do Funcultura do Audiovisual, está nas ações formativas com o enfoque na mulher, na paridade na composição das comissões. Ainda há muito o que se conquistar, temos um grande desafio que é a implementação das ações afirmativas para o Edital do Funcultura da Música, mas é muito gratificante fazer parte e contribuir com esse momento de construção e mudança&#8221;</em>, <strong>Andreza Portella, coordenadora de Música da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67768 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;A cultura é um espaço privilegiado da vivência humana. Nossos modos de expressar, de viver, de sentir, de criar e de reinventar compõem a cultura e, neste sentido, os debates sobre gênero são fundamentais. Pernambuco tem buscado, ao longo dos anos, desenvolver políticas públicas objetivando a igualdade de gênero. No campo do patrimônio imaterial, área que atuo há 15 anos, vejo que há avanços nos debates e na participação das mulheres, tanto dentro das manifestações culturais quanto na gestão pública, ainda que haja um longo caminho a se percorrer na efetiva participação das mulheres, pois é fundamental destacar que não é só tratar da presença da mulher (quantitativamente), mas a qualidade desta presença (qualitativamente). Assim, entre avanços e desafios, entre lutas e resistências acredito que o poder do diálogo e de ações efetivas contribui significativamente para o empoderamento feminino na cultura e na sociedade&#8221;</em>, <strong>Jacira Franca, coordenadora de Patrimônio Imaterial da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67769 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Em todos os campos profissionais, sociais e afetivos, ainda há invisibilidades, espaços sufocantes, desvios, buracos e escuridões em relação à participação da mulher na sociedade. Mas se nos deixarmos escutar, fluir e crescer o feminino que há em nós, ressaltará a vida, a força e as infinitas possibilidades poéticas concretas (ou não) de reexistir em qualquer lugar. Acho muito importante, enquanto mulher, estar à frente da Assessoria de Dança da Secult-PE, um espaço para construção de avanços políticos, e por isso de muita importância. Usar do que o hábito da nossa luta diária nos fez adquirir: ver de fato o outro; valorizar na sua totalidade; trazer para perto na sua inteireza, e avançar&#8221;</em>, <strong>Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67770 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Eu sou escritora, cordelista, contadora de histórias, artista e estou coordenadora de literatura. Então, para mim, é uma dupla responsabilidade, pois, como mulher, eu sei das desigualdades e de todo o árduo percusso que a gente enfrenta para nos equiparar aos homens, aos escritores, aos artistas. A literatura ainda é um meio muito masculino. A gente sabe que existe ainda uma lacuna muito grande nos festivais, nos editais e nas premiações literárias. Então, é muito importante pautarmos a questão do gênero quando pensamos na formulação e implementação das políticas públicas, porque a política pública existe justamente para igualar todas essas oportunidades e o acesso das mulheres e dos homens aos editais, aos prêmios, às oficinas e a todos os mecanismos de fomento. É de suma importância que a gente ocupe espaços como esse, que é um espaço de decisão que nos permite pensar e modificar a realidade ao nosso redor&#8221;</em>, <strong>Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67772 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;A oportunidade de trabalhar com a Preservação do Patrimônio Cultural deu o rumo da minha carreira profissional, para a qual me aperfeiçoei, tendo sido admitida pela Fundarpe no início das suas atividades, em 1974. Dessa forma, me incluo na geração de funcionários que iniciou, na competência do Estado, a missão da preservação da sua memória cultural, antes exercida apenas em nível federal. A lei de tombamento em Pernambuco apenas foi disciplinada em 1979, e regulamentada em 1980. Na Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural, junto aos colegas de mesma função e exercendo cargos de gerência e coordenação, estive envolvida em atividades de inventários, diagnósticos, fiscalizações, projetos de restauração e planos de preservação, que também me permitiram conhecer o rico legado histórico e cultural que possuímos. Considero que minha trajetória na participação da política da cultura pernambucana foi auxiliada por uma habilidade de relacionamento desenvolvida, uma constante persistência, e certo grau de resiliência, capacidade de superação de adversidades, que são características atribuídas à natureza feminina&#8221;</em>, <strong>Neide Fernandes de Sousa, gestora de Patrimônio Histórico da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67773 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Acredito que estamos vivendo um momento muito interessante em relação à participação das mulheres em todos os ambientes da cultura. Venho presenciando ao longo desses últimos quatro anos, por exemplo, na minha participação como parecerista dos produtos de TV do Funcultura Audiovisual e também como membro da Comissão Deliberativa do Funcultura, a ampliação do número de mulheres atuando como diretoras, roteiristas, produtoras. E isso é uma grande conquista, um excelente retorno desta nova política cultural. Penso cada vez mais num mundo feminino, criativo e tolerante. Como a cultura é dinâmica nós, mulheres com nossas múltiplas funções, estamos conseguindo, de forma bastante positiva, dar conta do recado&#8221;</em>, <strong>Renata Echeverria Martins, assessora do Núcleo de Comunicação e Memória da Fundarpe.</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67775 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Trabalho na área cultural há mais de 40 anos sem nunca pensar em mudar de atividade. Entrei na Fundarpe em 1976, quando ela ainda estava recém-criada e com muitos projetos em andamento. As inúmeras manifestações culturais do estado foram depois de um tempo sendo abraçadas pela Fundação, e hoje isso aparenta ser seu objetivo maior. Apaixonei-me pelo que faço e nunca senti qualquer discriminação pelo fato de ser mulher. No meio que trabalho, prevalece o respeito, a igualdade de direitos e a vontade de multiplicar-se para que todos desfrutem do nosso bem maior: a cultura do Estado de Pernambuco&#8221;</em>,<strong> Rosa Bomfim, chefe da Unidade de Preservação da Fundarpe</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67792" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Com uma história de muitos anos na área cultural, considero que a experiência e atuação das mulheres têm sido cada vez mais reconhecidas no processo de elaboração, implementação e fortalecimento de políticas culturais democráticas, transparentes e participativas. É gratificante estar na gestão pública, ter vivenciado fases de aprendizados, emoções, instigações, transformações, e ser corresponsável por decisões relevantes que garantiram o desenvolvimento da política cultural de Pernambuco. Avançamos sim, mas temos caminhos a percorrer, ideias e projetos para compartilhar, espaços por conquistar&#8221;</em>, <strong>Teresa Amaral, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE</strong>.</p>
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		<title>Secult e Fundarpe divulgam resultado da seleção de pareceristas dos projetos do Funcultura</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 21:12:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secult-PE e a Fundarpe tornam público o resultado da convocatória nacional para composição dos Grupos Temáticos de Assessoramento Técnico à Comissão Deliberativa do Funcultura (CDF). Os 25 selecionados auxiliarão os membros da CDF na primeira etapa de avaliação de projetos inscritos no edital Funcultura Geral 2015/2016, que, nesse momento inicial, contempla as linguagens de Música (comissão 3 e 4), Fotografia, Artesanato, Design e Moda, Gastronomia, Circo e Ópera. A análise das propostas já começa nesta segunda-feira (6) e segue até o dia 17/6 (sexta-feira). Acesse <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Pareceristas-1-etapa.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a lista dos selecionados.</p>
<p><strong>2ª Etapa</strong><br />
Os selecionados para compor os Grupos de Assessoramento Técnico e Temático à Comissão Deliberativa da segunda etapa de avaliação dos projetos do Funcultura Geral 2015/2016 serão conhecidos até 15/6 (quinta-feira). O segundo momento de análise das propostas terá início no dia 27/6 (segunda-feira) e analisará, até o dia 8/7, os projetos das linguagens de Música (comissão 1, 2 e 5), Patrimônio, Cultura Popular, Teatro, Literatura, Dança, Artes integradas e Artes plásticas.</p>
<p><strong>Seleção</strong><br />
Os candidatos passaram por análise curricular, considerando a qualificação técnica e a experiência profissional, experiência no julgamento de projetos em editais e concursos, e a formação acadêmica. A seleção foi realizada pelas coordenadorias de linguagens da Secult-PE, com a participação de membros da Comissão Deliberativa do Funcultura, formada por representantes da sociedade civil e do Governo do Estado de Pernambuco. Os critérios da seleção foram definidos pela Comissão Deliberativa do Funcultura, pré-estabelecidos pela convocatória e pela Resolução Nº 01/2016.</p>
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