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	<title>Portal Cultura PE &#187; Lula Gonzaga</title>
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		<title>Mostra de cinema comemora 50 anos da animação em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2024 18:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Refletir sobre a trajetória e os novos desafios da animação em Pernambuco é o mote da “Mostra 50 anos da Animação em Pernambuco”, que terá sessões em Garanhuns, no Centro de Produção Cultural do Sesc, nesta quinta (16), às 19h; e em Triunfo, no Theatro Cinema Guarany, nesta sexta-feira (17), às 14h. A programação é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_109785" aria-labelledby="figcaption_attachment_109785" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Vendo_Ouvindo.jpg"><img class="size-medium wp-image-109785" alt="Reprodução/Filme" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/Vendo_Ouvindo-607x378.jpg" width="607" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Vendo / Ouvindo, um dos filmes da programação, foi dirigido por Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e Fernando Spencer</p></div>
<p>Refletir sobre a trajetória e os novos desafios da animação em Pernambuco é o mote da “Mostra 50 anos da Animação em Pernambuco”, que terá sessões em Garanhuns, no Centro de Produção Cultural do Sesc, nesta quinta (16), às 19h; e em Triunfo, no Theatro Cinema Guarany, nesta sexta-feira (17), às 14h. A programação é composta por uma sessão especial com 13 filmes que ajudam a contar a história e evolução da animação pernambucana, seguida por um debate com pesquisadores e cineastas sobre os desafios e perspectivas para o futuro. A entrada é gratuita, sujeita à lotação dos espaços.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, e tem produção da Bonsucesso Comunicação e Cultura, parceria com a Mostra Inhumas e apoio do SESC Pernambuco (CPC &#8211; Garanhuns), curso de Jogos Digitais da UNICAP, do Espaço Cultural Janela 353 e Theatro Cinema Guarany. A mostra já passou pelo Recife, no dia 30 de abril, na UNICAP; e em Petrolina, no dia 11 deste mês, no Espaço Cultural Janela 353.</p>
<div id="attachment_109784" aria-labelledby="figcaption_attachment_109784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/As-aventuras-de-Paulo-Bruscky.jpg"><img class="size-medium wp-image-109784" alt="Reprodução/Filme" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/As-aventuras-de-Paulo-Bruscky-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">As Aventuras de Paulo Bruscky, de Gabriel Mascaro, também integra a programação</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O coordenador geral da Mostra, Marcos Buccini, é cineasta e pesquisador na área de teoria e história da animação, com nove filmes dirigidos em animação digital e 50 prêmios na carreira. Marcos Buccini destaca que o evento “vai permitir ao espectador observar a evolução de como a filmografia animada de Pernambuco se iniciou artesanal, precária e, com muita luta, se tornou profissional, qualificada, sem nunca deixar de ser criativa e única”.</p>
<p>Para a escolha das obras foi considerada a diversidade de técnicas, estilos, narrativas e linguagens, além da carreira em festivais e premiações recebidas pelos filmes. “Quando se tem um material tão fenomenal, o trabalho de curadoria se torna doloroso. Não se tratou de eleger os melhores, mas sim seguir algumas diretrizes de selecionar filmes representativos dessa bela filmografia. Pernambuco tem muito mais a oferecer do que essa seleção de 90 minutos. Seria possível preencher facilmente quatro horas com filmes primorosos. Este é apenas um aperitivo do que foi realizado no Estado até o momento”, afirmou Buccini. A curadoria é assinada por Marcos Buccini e Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Cinema de animação em Pernambuco &#8211; Em 1972, Lula Gonzaga e Fernando Spencer lançaram o curta-metragem &#8220;Vendo/Ouvindo&#8221;, marcando o início do cinema de animação em Pernambuco. Apesar de surgir depois do cinema live action, a animação pernambucana vem ganhando reconhecimento pela qualidade de suas obras.</p>
<p>A filmografia animada do estado teve dois &#8216;booms&#8217;, o primeiro durante o Ciclo do Super-8, com 13 obras como os filmes: &#8220;Vendo/Ouvindo&#8221; (1972), “A Saga da Asa Branca” (1979) e “Cotidiano” (1980). O segundo ‘boom’ aconteceu com a chegada de computadores com softwares de animação, por volta dos anos 2000, projetando o surgimento de uma nova geração de animadores. Nessa retomada, se destaca o curta “Ontem x Hoje” (1999), de André Rodrigues e Rafael Barradas, ex-alunos de Lula Gonzaga.</p>
<div id="attachment_109783" aria-labelledby="figcaption_attachment_109783" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Filme</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/A-saga-da-asa-branca.jpg"><img class="size-medium wp-image-109783" alt="Reprodução/Filme" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/05/A-saga-da-asa-branca-607x446.jpg" width="607" height="446" /></a><p class="wp-caption-text">A Saga da Asa Branca, também de Lula Gonzaga, é dos filmes que será exibido</p></div>
<p>O crescimento da animação também foi impulsionado pelo Funcultura Audiovisual, que contemplou o filme “Até o Sol Raiá” (2007), de Fernando Jorge e Leandro Amorim, o primeiro filme de Pernambuco a ganhar o principal prêmio no Anima Mundi. Outro fator decisivo para o desenvolvimento da animação foi o surgimento de Festivais e Mostras dedicados à animação (Animage, Brasil Stop-Motion e o Animacine), resultando na consolidação de um ecossistema de animação no estado, com intensa formação de público e profissionalização na produção.</p>
<p>Com o crescimento da demanda por séries animadas, Pernambuco se consolida como um player dentro da cadeia produtiva brasileira. O carro-chefe foi “O Mundo Bita” (2012), grande sucesso infantil no Brasil e na América Latina. Recentemente, Lula Gonzaga voltou à produção cinematográfica e assinou a direção, junto a Tiago Delácio, do filme “Ciranda Feiticeira” (2023), que percorreu dezenas de festivais e mostras no Brasil e no mundo.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
Mostra 50 anos da Animação em Pernambuco<br />
CPC &#8211; SESC Garanhuns<br />
Quinta-feira (16), às 19h<br />
Theatro Cinema Guarany<br />
Sexta-feira (17), às 14h<br />
Entrada gratuita | Sessão seguida de debate</p>
<p><strong>Filmografia da Mostra 50 anos de Animação em Pernambuco:</strong></p>
<p>1. Vendo / Ouvindo | 5’ | Lula Gonzaga e Fernando Spencer | PE | 1972<br />
2. A Saga da Asa Branca | 7’ | Lula Gonzaga | PE | 1979<br />
3. SomoS SomoS | 6’ | André Phyrrho e Paulo Leonardo | PE | 2005<br />
4. A Morte do Rei de Barro | 4’ | Marcos Buccini e Plinio Uchôa | PE | 2005<br />
5. Até o Sol Raiá | 11’ | Fernando Jorge e Leanndro Amorim | PE | 2007<br />
6. O Jumento Santo e a Cidade que Acabou Antes de Começar | 12’ | Leonardo Domingues e William Paiva | PE | 2007<br />
7. Voltage | 4’ | Felippe Lyra e William Paiva | PE | 2008<br />
8. As Aventuras de Paulo Bruscky | 20’ | Gabriel Mascaro | PE | 2010<br />
9. Visceral | 7’ | Bruno Cabús | PE | 2012<br />
10. Deixem Diana em Paz | 10’ | Júlio Cavani | PE | 2013<br />
11. O Ex-mágico | 11’ | Olímpio Costa e Maurício Nunes | PE | 2016<br />
12. Guaxuma | 14’ | Nara Normande | PE | 2018<br />
13. Um Peixe para Dois | 10’ | Chia Beloto e Marila Cantuária | PE | 2019</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo filme de Lula Gonzaga e Tiago Delácio tem participação de Lia de Itamaracá</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2023 13:48:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O curta-metragem Ciranda Feiticeira, dirigido pelos pernambucanos Lula Gonzaga e Tiago Delácio, tem sua estreia internacional programada para acontecer no 13º Supertoon International Animation &#38; Comics Festival, em Sibenik, na Croácia, no dia 26 de julho. Depois, a obra percorre um circuito de festivais na Itália, Bósnia-Herzegovina, Canadá e Trinidade e Tobago, e chega em sua terra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_103052" aria-labelledby="figcaption_attachment_103052" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Ciranda_Feiticeira_02.png"><img class="size-medium wp-image-103052" alt="O curta tem como trilha sonora a música “Ciranda Feiticeira”, que deu nome ao filme, gravada por Lia de Itamaracá originalmente em 1977" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/07/Ciranda_Feiticeira_02-607x341.png" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O curta tem como trilha sonora a música “Ciranda Feiticeira”, que deu nome ao filme, gravada por Lia de Itamaracá originalmente em 1977</p></div>
<p dir="ltr">O curta-metragem<em> Ciranda Feiticeira,</em> dirigido pelos pernambucanos Lula Gonzaga e Tiago Delácio, tem sua estreia internacional programada para acontecer no 13º Supertoon International Animation &amp; Comics Festival, em Sibenik, na Croácia, no dia 26 de julho. Depois, a obra percorre um circuito de festivais na Itália, Bósnia-Herzegovina, Canadá e Trinidade e Tobago, e chega em sua terra natal na última semana de agosto, no 14º Festival de Cinema de Triunfo.</p>
<p>O filme foi produzido a partir de um primeiro roteiro que estava guardado desde 1983, época em que o casal Lula Gonzaga e Silvana Delácio viveram com seu filho Tiago, na Ilha de Itamaracá, no litoral norte de Pernambuco. Lá, eles conviveram com histórias de vida dos pescadores e com os cantos de Lia. Lula tinha acabado de voltar da antiga Iugoslávia, onde fez especialização em desenho animado, “começamos a rabiscar o storyboard sentando na areia da praia, ouvindo as histórias ribeirinhas e escutando a ciranda de Lia”, afirma o Mestre.</p>
<p>Passados 40 anos, uma equipe de animadores, coordenada por André Rodrigues (ex-aluno de Lula), se debruçou sobre os desenhos originais, ressignificando a ideia original a partir de um novo roteiro que conta a história de uma família de pescadores. A obra trata de um drama do cotidiano, a partir de desenhos carregados de poesia, encanto e simbolismo.</p>
<p>O curta tem como trilha sonora a música <em>Ciranda Feiticeira</em>, que deu nome ao filme, gravada por Lia de Itamaracá originalmente em 1977. A Patrimônio Vivo também emprestou sua voz a uma das protagonistas. “O projeto teve início em 2017, após uma pesquisa de catalogação da obra de Lula para o Museu de Cinema de Animação, o MUCA, que leva seu nome. Lá, encontramos desenhos de cenários originais e um storyboard da primeira ideia do filme, chamado “O jangadeiro”, explica Tiago Delácio. A partir dessa descoberta, a roteirista Silvana Delácio, junto com Ana Porto, desenvolveram a versão atual do roteiro do filme.</p>
<p>Segundo o diretor de produção, Rafael Buda, “Ciranda Feiticeira é um filme que reflete a importância da cultura da pesca tradicional passada por gerações até hoje no litoral norte de Pernambuco, que conseguiu unir Lula Gonzaga e Lia de Itamaracá, dois mestres e patrimônios vivos, nessa história incrível sobre o ciclo da vida.”</p>
<p>O filme foi produzido pela Partilha Filmes e A Saga Audiovisual, e tem direção de animação de André Rodrigues, montagem de Eduardo Padrão, desenho de Som e Mixagem de Justino Passos e é distribuído pela Arapuá Filmes. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>IV ANIMACINE acontece em três cidades com programação extensa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/iv-animacine-acontece-em-tres-cidades-com-programacao-extensa/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 19:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival de Animação do Agreste – ANIMACINE, além da difusão e formação, é um espaço de preservação e memória do cinema de animação de Pernambuco. O evento acontece de 1 a 5 de outubro nas cidades de Gravatá, Bezerros e Caruaru, com exibição de curtas, longas, exposições e debates, sob o olhar da preservação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71823" aria-labelledby="figcaption_attachment_71823" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Tito-e-os-Passáros.jpg"><img class="size-medium wp-image-71823" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Tito-e-os-Passáros-607x337.jpg" width="607" height="337" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Tito e os Passáros&#8221; é um dos destaques da programação do ANIMACINE</p></div>
<p>O Festival de Animação do Agreste – ANIMACINE, além da difusão e formação, é um espaço de preservação e memória do cinema de animação de Pernambuco. O evento acontece de 1 a 5 de outubro nas cidades de Gravatá, Bezerros e Caruaru, com exibição de curtas, longas, exposições e debates, sob o olhar da preservação do acervo audiovisual pernambucano, especialmente da produção de cinema de animação.</p>
<p>“Realizar a quarta edição do ANIMACINE em 2019 não é apenas um ato de resistência, mas também uma faísca de esperança do cinema enquanto transformação social. Sem patrocínios, mas com uma rede de queridos parceiros, conseguimos realizar o projeto mais uma vez”, explica o patrimônio vivo Lula Gonzaga, idealizador do Festival.</p>
<p>Essa rede é materializada nas parcerias com realizadores, produtores, UFPE &#8211; Centro Acadêmico do Agreste, Armazém da Criatividade, Festival Stop Motion Our Fest da Argentina e o Múmia de Minas Gerais.</p>
<div id="attachment_71822" aria-labelledby="figcaption_attachment_71822" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Historia-Antes-de-Uma-historia.jpg"><img class="size-medium wp-image-71822" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Historia-Antes-de-Uma-historia-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Historia Antes de Uma historia&#8221; também faz parte da programação do festival</p></div>
<p>Sob o olhar atento da preservação, o Festival lança para toda a comunidade, o projeto técnico denominado “Documentação Museológica do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA)”, produzido com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p>O documentário tem o objetivo de inventariar e catalogar o acervo deste espaço dedicado à animação que guarda peças, desenhos, filmes e equipamentos que contam a história da animação pernambucana e nacional.</p>
<div id="attachment_71821" aria-labelledby="figcaption_attachment_71821" class="wp-caption img-width-480 aligncenter" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/@DiSexta.jpg"><img class="size-full wp-image-71821" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/@DiSexta.jpg" width="480" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">Diretor André Catoto fará um lançamento da exposição dos desenhos originais de seu curta denominado @DiSexta, no MUCA, em Gravatá</p></div>
<p>“O cinema é a porta de entrada para valorizar nossa história, o cinema de animação, além do filme deixa uma série de artefatos como o story board, os cenários, os objetos que estão espalhado entre os realizados, nesse sentido o MUCA se propõe em receber e expor a toda a comunidade essa produção”, pontua o coordenador do Festival, Tiago Delácio.</p>
<p>Nesta edição, o ANIMACINE vai homenagear o cineasta, Wilson Lazaretti que vem para a estreia em Pernambuco do seu longa-metragem “História antes da uma história” que apresenta a jornada humana de forma inquietante e criativa.</p>
<p>Outra presença importante neste Festival é a exibição do premiadíssimo longa “Tito e os pássaros” que trata da história de um menino, Tito, que se lança na missão de salvar o mundo de uma epidemia incomum, no Armazém da Criatividade, em Caruaru, com a presença do diretor André Catoto que também vem para o lançamento da exposição dos desenhos originais de seu curta denominado @DiSexta, no MUCA, em Gravatá.</p>
<p><strong>Confira a programação completa do IV ANIMACINE:</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>BEZERROS</strong></span><br />
Local: Escola Técnica Estadual de Bezerros<br />
R. José Pereira de Mendonça, 164 &#8211; Lot. Santo Amaro II</p>
<p><strong>Terça-feira (1/10)</strong><br />
16h &#8211; Mostra Internacional Mestre J. Borges</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">CARUARU  </span></strong><br />
Local: Armazem da Criatividade<br />
BR 104, KM 62 &#8211; Nova Caruaru</p>
<p><strong>Quarta-feira (2/10)</strong><br />
14h &#8211; Mostra Nacional Mestre Vitalino<br />
15h &#8211; Longa: História antes de uma história, de Wilson Lazaretti<br />
17h &#8211; Debate com o diretor Wilson Lazaretti</p>
<p><strong>Quinta-feira (3/10)</strong><br />
14h &#8211; Mostra Latino-americana Simón Bolívar<br />
15h &#8211; Longa: Tito e os pássaros, de Gustavo Steinberg / André Catoto / Gabriel Bitar<br />
17h &#8211; Debate com o diretor André Catoto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>GRAVATÁ</strong> </span><br />
Local: MUCA &#8211; Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga<br />
Rua Taciano Gomes Melo Nº 03 &#8211; Bairro Porta Florada</p>
<p><strong>Sexta-feira (4/10)</strong><br />
15h &#8211; Lançamento Exposição @DiSexta + Exibição do Curta, com a presença do diretor André Catoto<br />
16h – Coquetel</p>
<p><strong>Sábado (5/10)</strong><br />
10h &#8211; Mostra Formação Mestre Lula Gonzaga<br />
11h &#8211; Apresentação do projeto: Documentação Museológica do MUCA &#8211; Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga, com a museóloga Rosélia Rocha e o professor Marcos Buccini<br />
13h &#8211; Almoço de encerramento e confraternização</p>
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		<item>
		<title>Uma aula sobre Lula Gonzaga e o cinema de animação em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Nov 2018 14:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema de animação]]></category>
		<category><![CDATA[ETE Professor José Luiz Mendonça]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponto de Cultura Cinema de Animação]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias “Não teve um dia sequer que eu tenha desistido de fazer o que faço”. Essa foi uma das respostas que Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, deu aos mais de duzentos estudantes da ETE Professor José Luiz Mendonça, em Gravatá, durante o Outras Palavras realizado por lá na última sexta-feira (9). O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64360" aria-labelledby="figcaption_attachment_64360" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45779706992_268234b08f_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64360 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45779706992_268234b08f_h-607x378.jpg" width="607" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro foi uma boa oportunidade para os alunos da região conhecerem mais sobre o mestre, um dos responsáveis por iniciativas como o Ponto de Cultura Cinema de Animação, as oficinas do Método OCA, o Festival ANIMACINE e a construção do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga, o MUCA &#8211; o único do gênero no país e localizado em pleno agreste pernambucano</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p><em>“Não teve um dia sequer que eu tenha desistido de fazer o que faço”.</em> Essa foi uma das respostas que <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/lula-gonzaga/" target="_blank">Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco</a></strong>, deu aos mais de duzentos estudantes da ETE Professor José Luiz Mendonça, em Gravatá, durante o <strong>Outras Palavras</strong> realizado por lá na última sexta-feira (9). O encontro foi uma boa oportunidade para que os alunos da região pudessem conhecer mais sobre o cineasta, um dos responsáveis por iniciativas como o Ponto de Cultura Cinema de Animação, as oficinas do Método OCA, o Festival ANIMACINE e a construção do Museu de Cinema de Animação, o MUCA &#8211; o único do gênero no país e localizado em pleno agreste pernambucano.</p>
<p><em>“O <strong>Outras Palavras</strong> tem rodado várias regiões do estado com a proposta de estreitar as relações entre cultura e educação por meio das diversas linguagens artísticas e do contato com os mestres da cultura popular, dentre eles o patrimônio Lula Gonzaga, que até então não tinha participado com a gente. Em três anos, além das diversas edições realizadas em museus, teatros e espaços culturais, a iniciativa atingiu quase 590 escolas, mais de 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou”,</em> pontuou Humberto de Jesus, que integra a equipe do projeto.</p>
<div id="attachment_59608" aria-labelledby="figcaption_attachment_59608" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/lula_gonzaga_foto_jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59608 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/lula_gonzaga_foto_jan-ribeiro-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O MUCA – Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga, é o primeiro museu dedicado à formação técnica e preservação das imagens animadas da América Latina</p></div>
<p>Quando o assunto é a história do cinema de animação em Pernambuco, o cineasta Lula Gonzaga, de 66 anos, torna-se um personagem central. Ele foi o primeiro pernambucano a enveredar pelos caminhos que unem o audiovisual ao desenho animado. Sua postura diante da sétima arte, tratando-a como ferramenta de transformação social, fez dele um mestre reconhecido por muitos, não só no estado, mas em todo o Brasil e pelo mundo afora.</p>
<p>Mediador do encontro, o jornalista e também cineasta Marcos Henrique Lopes explicou aos estudantes como funciona a dinâmica do<strong> Outras Palavras </strong>nas escolas. <em>“É um projeto que só faz sentido com a participação de vocês. E hoje nós temos a participação de um cineasta muito importante para o nosso estado. Vou começar iniciando o papo, mas vou sempre recorrer à interação de vocês”.</em> O recado de Marcos parece ter sido bem ouvido pelos alunos e alunas. Contadas, foram mais de quinze perguntas só voltadas para Lula Gonzaga.</p>
<div id="attachment_64353" aria-labelledby="figcaption_attachment_64353" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44012100930_685e2a06dc_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64353 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44012100930_685e2a06dc_h-607x376.jpg" width="607" height="376" /></a><p class="wp-caption-text">“Não teve um dia sequer que eu tenha desistido de fazer o que eu faço”, respondeu Lula Gonzaga a um aluno depois de perguntado se já havia pensando nisso alguma vez</p></div>
<p><em>“Tudo o que você fez e faz ao longo da carreira artística foi pensando adiante, se preocupando com a difusão do conhecimento. Você não é só um cineasta, é de um fato um mestre, e queria ouvir um comentário seu sobre o assunto”,</em> disse Marcos, antes das perguntas feitas pelos jovens.</p>
<p>Entender o legado de Lula e seus projetos sociais requer uma visita à sua trajetória. As inspirações começaram ainda na infância, na fase em que ajudou um tio que trabalhava no Mercado de Casa Amarela. “Nessa época, ficava observando os bonecos de barro na feira, os cordéis, aquilo me encantava. Com quinze anos fui pela primeira vez ao cinema, o Rivoli, também em Casa Amarela. Ali foi plantada na minha cabeça a semente de juntar artesanato com cinema”.</p>
<div id="attachment_64355" aria-labelledby="figcaption_attachment_64355" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44915683645_0a71b85672_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64355 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44915683645_0a71b85672_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Além desses projetos de animação, o Ponto de Cultura Cinema de Animação realiza o ANIMACINE, um festival de animação que já teve a sua terceira edição e que trouxe filmes de desenho do mundo todo até Gravatá&#8221;, explicou Tiago Delácio</p></div>
<p>Acompanhado do seu filho e gestor do MUCA, o cineasta e produtor Tiago Delácio, Lula pediu para que ao longo da sua fala fossem apresentados cinco filmes de animação desenvolvidos pelo seu Ponto de Cultura (Cinema de Animação): Um sobre cultura popular; o curta <strong>Cotidiano (1980)</strong>; outro sobre o MUCA; um clipe da banda Devotos; e um clipe sobre o Boi da Macuca.</p>
<p><em>“Além desses projetos de animação, o Ponto de Cultura Cinema de Animação realiza o ANIMACINE, um festival de animação que já teve a sua terceira edição e que trouxe filmes de desenho do mundo todo até Gravatá. Graças a esse festival, inclusive, realizamos nesta escola uma oficina de Stop Motion, uma técnica muito utilizada hoje em dia”,</em> lembrou Tiago, que também respondeu a uma pergunta sobre como ele enxerga as oportunidades de trabalho neste setor.</p>
<p><em>“Existe o entendimento geral de que desenho é coisa de criança, mas há hoje todo um mercado voltado ao entretenimento adulto. E no Porto Digital, nosso parque tecnológico, estão concentradas muitas empresas que desenvolvem games e aplicativos com animação. É um setor, como se pode perceber, que não falta vaga de emprego”,</em> opinou.</p>
<div id="attachment_64356" aria-labelledby="figcaption_attachment_64356" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44915683945_cc49ded900_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64356 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44915683945_cc49ded900_h-607x371.jpg" width="607" height="371" /></a><p class="wp-caption-text">A aula sobre cinema teve a exibição de cinco filmes de animação desenvolvidos pelo Ponto de Cultura Cinema de Animação: Um sobre cultura popular; o curta Cotidiano (1980); outro sobre o MUCA; um clipe da banda Devotos; e um clipe sobre o Boi da Macuca</p></div>
<p>Formado pelo Movimento de Cultura Popular, Lula Gonzaga entendeu logo cedo a importância de conscientizar as pessoas através da arte. E percebeu que ninguém trabalhava com cinema de animação em Pernambuco, então voltou seus esforços no sentido de utilizar essa ferramenta como meio de formação. <em>“O Método OCA tem como objetivo ensinar técnicas para populações que não têm acesso a esta arte e com um baixo custo de logística”, detalhou Tiago Delácio. “Fiz mais de 200 oficinas em todo o Brasil e 90% delas foram realizadas no Norte e Nordeste, em escolas públicas e acampamentos do MST, por exemplo”,</em> destacou Lula em seguida.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sNw-A9Sf9-A" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Após a sessão do curta <strong>Cotidiano (1980)</strong>, um aluno quis saber qual o significado do rosto que aparece durante todo o filme. <em>“Esse curta foi feito em 1980, em plena ditadura militar, mas continua bem atual. Os olhos, bocas e ouvidos estão atentos aos acontecimentos, e ele vê tudo com muita tristeza, com um olhar crítico. No final, perceba que ele fecha a boca, e aparece o nome ‘fim’. A ideia era fazer uma crítica à censura, mas não perceberam isso e acabaram deixando passar”.</em></p>
<p><em>“Uma curiosidade sobre este curta é que o cineasta e pesquisador da UFPE Marcos Buchini fez um livro sobre o cinema de animação em Pernambuco e descobriu nessa pesquisa que o primeiro filme de animação daqui do estado foi feito por Lula Gonzaga”,</em> pontuou Tiago.</p>
<div id="attachment_64354" aria-labelledby="figcaption_attachment_64354" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44915638425_9bdbd4e7ef_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64354 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/44915638425_9bdbd4e7ef_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apenas para Lula Gonzaga, os estudantes da ETE Professor José Luiz Mendonça fizeram mais de quinze perguntas</p></div>
<p>Depois, perguntado pelo aluno Alcimar se em algum momento foi perseguido pelos militares, Lula preferiu dar a resposta:<em> “Não fui preso nem exilado porque minha linguagem era subliminar, e era muito difícil pra eles entenderem o que eu queria dizer. Simplesmente não conseguiam”,</em> completou, com um sorriso no seu rosto, um riso de resistência. Depois da fala, recebeu da direção da escola o convite para realizar uma oficina de animação para que os estudantes de lá possam futuramente desenvolver seu próprio filme.</p>
<p>Esta edição teve também a presença do cantor e compositor Adiel Lula, um dos artistas que mais participou do<strong> Outras Palavras</strong>, e que desta vez levou uma aula-espetáculo sobre a origem do coco de roda, entre outras manifestações da cantoria popular nordestina, como embolada, toada e repente. “C<em>ostumo dizer que só acredito em política cultural quando ela caminha ao lado da cultura. E estou aqui para falar de uma coisa que minha bisavó, meu avô e meu pai já faziam, que é a cantoria”,</em> disse Adiel.</p>
<div id="attachment_64361" aria-labelledby="figcaption_attachment_64361" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45779715862_6772b7506f_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64361 " alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45779715862_6772b7506f_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Esta edição do Outras Palavras também contou com a presença do cantor e compositor Adiel Lula, que deu uma aula-espetáculo sobre a origem do coco de roda</p></div>
<p>O músico mostrou as diferenças nas batidas entre os diversos cocos pernambucanos, como o de Guadalupe, de Amaro Branco, do Moxotó, da região no entorno de Glória do Goitá e da Mata Norte, da qual é representante.</p>
<p><em>“O coco de roda é um gênero genuinamente brasileiro e nordestino, que surgiu a partir do contato entre negros, europeus e índios. A gente aqui faz careta quando vê alguém tocando coco, enquanto o resto do mundo sorri. É uma mistura de dança, música, poética e ancestralidade, e que surge como uma espécie de carta de trabalho”,</em> disse Adiel ao começar sua aula, respondendo uma pergunta sobre se no exterior as pessoas valorizam essa manifestação cultural.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45104219574_7d463c522d_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-64358 aligncenter" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/45104219574_7d463c522d_h-607x381.jpg" width="607" height="381" /></a></p>
<p>Nas comunidades Nordeste afora e nos tempos passados, segundo o artista, quando alguém precisava, por exemplo, construir uma casa nova, convidava os moradores da região pra ir ao terreno, oferecendo ao longo da madrugada muita cachaça e comida. A festa seguia com música, enquanto as pessoas pisavam o chão de barro para deixar ele bem batido. “<em>No raiar do dia, você já tinha tudo pronto, bastava jogar uma água e passar uma vassoura depois. Esses encontros passaram a se repetir em outras cerimônias como casamentos, comunhão de crianças, batizados, despedidas e retornos”,</em> narrou Adiel, que entre uma fala e outra cantou ao lado dos estudantes diversas canções, levando a teoria para a prática.</p>
<p>Até o final de novembro, serão realizadas outras cinco edições do <strong>Outras Palavras</strong>. Confira a programação:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>14 de novembro</strong></span><br />
9h – Recife<br />
Cinema São Luiz<br />
Exibição do filme ‘Menina de Barro’, de Vinícius Machado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>21 de novembro</strong></span><br />
9h – Recife (Linha do Tiro)<br />
EREM Padre Nércio Rodrigues<br />
Sidney Rocha + Quinteto Violado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>22 de novembro</strong></span><br />
14h – Recife (Graças)<br />
Museu do Estado<br />
Raimundo Carrero + SPOK (mediação de Sidney Rocha)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>22 de novembro</strong></span><br />
14h – Jupi<br />
Mãe Coruja</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>30 de novembro</strong></span><br />
Arcoverde<br />
Participação na 2ª Feira Literária do Sertão</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Outras Palavras leva às escolas públicas artistas como Lula Gonzaga e Raimundo Carrero</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-leva-as-escolas-publicas-artistas-como-lula-gonzaga-e-raimundo-carrero/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 19:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Home]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Gonzaga]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[O pesquisador Sérgio Sociólogo, o poeta K beça e as poetizas Suzana Morais e Shirley, o patrimônio vivosLula Gonzaga, e os escritores Sidney Rocha e Raimundo Carrero são algumas das atrações que o Outras Palavras vai levar às escolas estaduais durante o mês de novembro. Ao todo, seis edições da iniciativa promovida pela Secult-PE e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61862" aria-labelledby="figcaption_attachment_61862" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61862" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Raimundo Carrero participará de duas edições do Outras Palavras no mês de novembro</p></div>
<p>O pesquisador Sérgio Sociólogo, o poeta K beça e as poetizas Suzana Morais e Shirley, o patrimônio vivosLula Gonzaga, e os escritores Sidney Rocha e Raimundo Carrero são algumas das atrações que o <strong>Outras Palavras</strong> vai levar às escolas estaduais durante o mês de novembro. Ao todo, seis edições da iniciativa promovida pela Secult-PE e Fundarpe percorrerão diversas regiões do estado com a missão de facilitar o acesso à produção cultural pernambucana por parte da juventude</p>
<p><em>“Nosso objetivo é estimular a integração entre a cultura e a educação, a produção artística no ambiente escolar, e criar condições para o fortalecimento do pensamento crítico”,</em> explica Guido Bianchi, gestor da iniciativa e vice-presidente da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_47460" aria-labelledby="figcaption_attachment_47460" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47460" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Criado em 2015 pela atual secretária de Cultura de Pernambuco, o Outras Palavras atingiu quase 590 escolas, mais de 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou</p></div>
<p><em>“Além das edições nos espaços escolares, esta integração também promove a ida de estudantes para espetáculos, filmes e exposições nos vários equipamentos culturais de Pernambuco, como, neste caso, o Cinema São Luiz. E com ênfase na valorização do nosso patrimônio, teremos a participação de ilustres mestres, como Lula Gonzaga, detentor do título de Patrimônio Vivo, além de Raimundo Carrero, um dos escritores mais importantes do estado”,</em> reforça Antonieta Trindade, secretária de Cultura e idealizadora do <strong>Outras Palavras</strong>, em 2015.</p>
<div id="attachment_40667" aria-labelledby="figcaption_attachment_40667" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40667" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, também participa da programação do Outras Palavras neste mês</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/outras-palavras-celebra-em-salgueiro-os-70-anos-de-raimundo-carrero/" target="_blank">Em março deste ano e como parte das comemorações dos seus 70 anos, Raimundo Carrero participou de uma edição do projeto em sua terra-natal, Salgueiro</a>,no Sertão do estado, no EREM Professor Urbano Gomes de Sá. Na época, emocionado com a repercussão, o escritor escreveu um artigo no qual narrava um pouco sobre a experiência que vivenciou ao conversar de perto com vários jovens estudantes sobre sua obra e sobre literatura em geral.</p>
<p><em>“A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro”,</em> escreveu na época, como se pudesse prever ali o potencial que a iniciativa poderia alcançar. Em três anos, além das diversas edições realizadas em museus, teatros e espaços culturais, o <strong>Outras Palavras</strong> atingiu quase 590 escolas, mais de 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação de novembro do Outras Palavras:</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>7 de novembro</strong></span><br />
14h &#8211; São José da Coroa Grande<br />
EREM Professor Carlos José da Silva<br />
Sérgio Sociólogo + K beça</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>9 de novembro</strong> </span><br />
13h &#8211; Gravatá<br />
ETE Professor José Luiz Mendonça<br />
Lula Gonzaga + Adiel Luna</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>13 de novembro</strong></span><br />
9h &#8211; Recife (Santo Amaro)<br />
Escola Sizenando Silveira<br />
Suzana Morais + Shirley (poetizas) + espetáculo &#8216;Entre Ruas&#8217; (Studio Viegas de Dança)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>14 de novembro</strong></span><br />
9h &#8211; Recife<br />
Cinema São Luiz<br />
Exibição do filme ‘Menina de Barro’, de Vinícius Machado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>21 de novembro</strong></span><br />
9h &#8211; Recife (Linha do Tiro)<br />
EREM Padre Nércio Rodrigues<br />
Sidney Rocha + Quinteto Violado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>22 de novembro</strong></span><br />
14h &#8211; Recife (Graças)<br />
Museu do Estado<br />
Raimundo Carrero + SPOK (mediação de Sidney Rocha)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>22 de novembro</strong></span><br />
14h – Jupi<br />
Mãe Coruja</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>30 de novembro</strong></span><br />
Arcoverde<br />
Participação na 2ª Feira Literária do Sertão</p>
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		<item>
		<title>3º ANIMACINE homenageia os 100 anos da animação brasileira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/3o-animacine-homenageia-os-100-anos-da-animacao-brasileira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/3o-animacine-homenageia-os-100-anos-da-animacao-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 19:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<category><![CDATA[Ponto de Cultura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=55828</guid>
		<description><![CDATA[De caráter bienal e com um olhar singular para formação de plateias no Agreste, construção de novas referências cinematográficas e comprometimento com a inclusão, o ANIMACINE – III Festival de Animação do Agreste se destaca pela sua capacidade de mobilizar pautas urgentes, como a regionalização do audiovisual, a inclusão de pessoas com deficiências, afirmação de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/animacine-06122017-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-55857" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/animacine-06122017-1-607x252.jpg" width="607" height="252" /></a></p>
<p>De caráter bienal e com um olhar singular para formação de plateias no Agreste, construção de novas referências cinematográficas e comprometimento com a inclusão, o ANIMACINE – III Festival de Animação do Agreste se destaca pela sua capacidade de mobilizar pautas urgentes, como a regionalização do audiovisual, a inclusão de pessoas com deficiências, afirmação de pautas contra a censura e a favor da igualdade de gênero e raça, a discussão sobre preservação e memória e a ampliação do desenho animado como arte e mercado.</p>
<p>Este ano o festival divulga sua programação completa de filmes, oficinas, mesas, <em>masterclasses</em>, debates e lançamentos (a <strong>inauguração do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga</strong>, em Gravatá; première de filmes como <em>Café, Um Dedo de Prosa</em>, do diretor Maurício Squarisi e o inédito videoclipe <em>Eu o declaro meu inimigo</em>, da banda Devotos). Incentivado desde a primeira edição em 2013 pelo Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), o ANIMACINE acontece entre os dias 6 e 12 de dezembro nas cidades pernambucanas de Caruaru, Gravatá e Bezerros. <strong>Confira a programação completa no site <a title="Programação - III ANIMACINE" href="http://www.animacine.com.br/programacao" target="_blank">www.animacine.com.br</a></strong></p>
<p>Mostrando crescimento e amadurecimento com robustez, dos 118 trabalhos inscritos na última edição em 2015, o ANIMACINE registrou salto recorde no número de produções recebidas este ano: foram <strong>1.827 títulos de 96 nacionalidades</strong>. Dessas, foram selecionados <strong>110 filmes de 21 países</strong>, que serão exibidos em sessões competitivas e convidadas.</p>
<p>“O ANIMACINE é a celebração de todas as ações do Ponto de Cultura Cinema de Animação, em Gravatá, desenvolvido nos últimos anos com a realização de oficinas e mostras. A ideia é regionalizar o melhor da produção nacional e internacional e propor novos olhares para o público residente no agreste pernambucano”, comenta o realizador Tiago Delácio, coordenador geral do festival.</p>
<p>Com a capacidade de conectar o artístico, o profissional, a formação e o entretenimento, usando as novas ferramentas da animação em Pernambuco, o 3º ANIMACINE traz, ainda uma programação especial no centenário da animação brasileira. Além de todas as sessões das mostras competitivas ocorrerem no Armazém da Criatividade em Caruaru, o festival irá inaugurar o MUCA – Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga, em Gravatá, batizado com o nome do idealizador do ANIMACINE. O espaço, de 90 metros quadrados, dedicado à animação pernambucana, abrigará mostras permanentes, oficinas, acervos e exibições de filmes do Nordeste e de outros estados e países.</p>
<p>“Sempre valorizei a cultura do Nordeste com seus mamulengos, xilogravuras, bonecos de barro etc no universo da animação. E meu foco é ajudar a construir novos desenhistas e plateias. O MUCA reúne esses dois pilares, o regional e a formação, com o objetivo de se tornar uma referência no País”, justifica o realizador Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>Projetado com o objetivo de preservar a história do cinema de animação no Brasil, o MUCA – Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga foi construído com parte do investimento por meio de <em>crowdfunding</em>, e abertura marcada no centenário da animação brasileira. A escolha da cidade-sede também não foi casual: Gravatá está encravada no centro do Agreste, polo da tradição das artes figurativas reconhecida pela Unesco.</p>
<p>Outros destaques da programação desta edição são o lançamento do vídeo-clipe <em>Eu o declaro meu inimigo</em>, da banda Devotos, a exibição do projeto do Ponto de Cultura Cinema de Animação, feito em rotoscópia por mais de 150 animadores e dirigido por Marcos Buccini e Tiago Delácio; o relançamento da primeira animação pernambucana, o filme <em>Vendo/Ouvindo</em> (1972), de Lula Gonzaga e Fernando Spencer, em cópia restaurada 2k (DCP); além da presença de grandes nomes da animação nacional, como Otto Guerra, José Maia e Maurício Squarisi.</p>
<div id="attachment_40665" aria-labelledby="figcaption_attachment_40665" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788238226_75b8a1dcc6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40665" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788238226_75b8a1dcc6_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o cineasta Lula Gonzaga inaugura durante o festival o MUCA &#8211; Museu de Cinema de Animação, sediado em Gravatá</p></div>
<p><strong>Inauguração do Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA)</strong> &#8211; Neste sábado, dia 09 de dezembro, às 14h, na programação do III ANIMACINE – Festival de Animação do Agreste, Pernambuco vai ganhar mais um equipamento cultural. A 84 quilômetros do Recife, no município de Gravatá, Lula Gonzaga inaugura um improvável museu de cinema de animação. O Museu de Cinema de Animação Lula Gonzaga (MUCA) será um espaço dedicado à formação técnica e preservação de obras, como também para propagar a magia das imagens em movimento anteriores ao cinema.</p>
<p>O local inicialmente seria a sede do Ponto de Cultura Cinema de Animação, projeto que forma jovens e crianças e já realizou mais de 200 oficinas em escolas, universidades, centros culturais, comunitários, acampamentos, igrejas, terreiros e festivais. “Mas quando descobrimos a quantidade de filmes em película, equipamentos de cinema, desenhos e cartazes que Lula foi guardando durante os últimos 40 anos, percebemos que o cinema de animação em Pernambuco precisava de um espaço de memória e preservação”, fala Tiago Delácio, filho de Lula e representante da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) no estado.</p>
<p>Lula Gonzaga recebeu o título de <strong>Patrimônio Vivo</strong> do Estado de Pernambuco; além dele, apenas Fernando Spencer ligado ao audiovisual receberam esse título. “Meu sonho é mostrar que existe uma animação pernambucana, nordestina. Grande parte das pessoas só tiveram acesso ao padrão americano ou japonês, por isso o brasileiro não é representado e isso é perigoso. O desenho animado direcionado as crianças é o primeiro formador de opinião e de uma identidade coletiva”, diz Lula Gonzaga.</p>
<p>O museu começou a sair do papel quando o animador e artista plástico Bruno Cabús entrou no projeto e apresentou um conceito de interatividade ao espaço que permite compreender melhor como funciona a ilusão do movimento. “A expografia foi toda pensada para um passeio na história dos objetos óticos do período pré-cinema, passando pelas técnicas de animação”, cometa Bruno. “A ideia é que as pessoas possam tocar, ver, girar os objetos. Tem também um momento para animar o próprio desenho, além de um espaço para exposição de artistas e filmes. O museu está sempre em construção”, conclui.</p>
<p>Cabús ao lado do artesão Edilson Oliveira esculpiram na madeira desenhos de Lula nos aparatos mágicos. Assim, o visitante irá conhecer um Taumatrópo, equipamento cilíndrico com uma figura de um lado e outra imagem do outro lado que girando dará um efeito; Fenaquistoscópio, que consiste num disco preso pelo centro com um arame ou uma agulha grossa de forma a poder-se fazê-lo girar rapidamente; e o Zootrópo ou Daedalum, um cilindro oco tendo rasgadas nas bordas superiores um certo número de fendas espaçadas regularmente uma das outras.</p>
<p>O público também conhecerá o processo quase artesanal de produção do filmes. Antes de existir a computação gráfica e software como o <em>After Effects</em>, o <em>Motion</em>, ou <em>Toon Boom</em>, a captação de imagens era usada com a truca de animação (<em>animation stand</em>) que é composto de uma mesa de luz com uma câmera de animação (para registros de um quadro por vez) na vertical, apontando para a superfície horizontal da mesa. Nessa superfície, são colocados acetatos contendo as ilustrações que, depois de registradas quadro a quadro, permitem criar a animação.</p>
<p>Outra relíquia preservada é o curta-metragem <em>“Vendo/Ouvindo”</em> (Super8, 1972), a mais antiga animação existente da filmografia pernambucana. O primeiro trabalho artístico de Lula Gonzaga (em parceria com Fernando Spencer e Firmo Neto) e um dos primeiros filmes do ciclo do Super-8 em Pernambuco agora conta com uma versão digital restaurada em DCP 2K. O processo de digitalização de “Vendo/Ouvindo” incluiu eliminação de riscos, restauração de som e correção de cor no sistema Da Vinci só foi possível a partir de recursos próprios e produção de André Dib (pesquisador e crítico) e Tiago Delácio.</p>
<p>O MUCA foi concluído em parte via <em>crowdfunding</em> (financiamento coletivo), em que 55 parceiros apoiaram financeiramente o espaço, o que ajudou a agregar mais parceiros. “Como uma grande família, cineastas de todo o país escrevem para ajudar de alguma forma, alguns doam filmes, outros desenhos, outros maquetes e bonecos de filmes com a técnica de stop motion”, diz Rafael Buda, produtor do espaço. E conclui “o apoio foi fundamental para incluir a rampa de acesso e banheiro para pessoas com deficiência, adaptação da armação técnica para iluminação e instalação das peças da exposição”, completa Buda.</p>
<p><strong>Lançamento do videoclipe do Devotos</strong> &#8211; Em primeira mão, o 3º Animacine – Festival de Animação do Agreste lança, no próximo sábado (09/12), o videoclipe da banda pernambucana Devotos para a música <em>“Eu o declaro meu inimigo”</em>, feito em animação. A exibição será gratuita às 19h, no Parque da Cidade em Gravatá e terá a presença dos integrantes da banda Cannibal, Neilton e Celo Brown.</p>
<p>O clipe é uma produção do Ponto de Cultura Cinema de Animação e é dirigido pelo animador Marcos Buccini (professor da UFPE e diretor do laboratório Maquinário, de animação da Universidade) e co-dirigido por Tiago Delácio, realizador e coordenador do Animacine.</p>
<p>“Quando Lula Gonzaga nos pediu para produzir o clipe do Devotos, convidei Buccini que é um admirador da banda, e imediatamente topou”, comenta Tiago Delácio. “Primeiramente pensamos na técnica de rotoscopia com os alunos do Maquinário, mas as pessoas começavam a conhecer o projeto e pedir pra participar, comecei a convidar outros artistas”, diz Buccini.</p>
<p>Feito de forma colaborativa por 127 animadores de todo o País, o vídeo é construído sob a técnica da rotoscopia, dispositivo que permite criar desenhos a partir de capturas de filmagens reais. A gravação com o vocalista Cannibal e cia aconteceu na casa do guitarrista Neilton (estúdio da banda) e mostra o cotidiano pelo Alto José do Pinho, na zona norte do Recife. A faixa faz parte do novo disco do icônico grupo de punk rock hardcore, ainda sem nome.</p>
<p>Colaboraram no clipe animadores e artistas de várias origens, desde os renomados César Coelho e Aída Queiroz (fundadores do ANIMAMundi), Victor-Hugo Borges (criador e diretor da série de animação “Historietas Assombradas”, atualmente exibida no Cartoon Network), Maurício Squarisi (um dos expoentes da animação brasileira, de Campinas-SP), José Maia (mestre da animação nascido no Rio Grande do Sul), o pernambucano André Rodrigues (da animação “Mundo Bita”), entre outros, até artistas plásticos (Lourival Cuquinha e Galo de Souza) até iniciantes. Crianças também participaram com desenhos, entre elas a filha de 10 anos de Cannibal.</p>
<p>Cada artista convidado recebeu seis frames e a missão de animar um frame com meio segundo de filmagens. A criação era livre, porém sob duas condições: que o desenho fosse em preto, branco e vermelho (cores do Santa Cruz, time do tricolor Cannibal) e tivesse alguma ligação com a imagem original.</p>
<p>“No clipe do Devotos, cada artista fez os frames totalmente diferentes dos outros artista. Não houve uma combinação prévia, o que gerou sequências caóticas entre si, porém harmônicas em relação ao conteúdo do clipe. Gosto muito dessa estética caótica, uns fizeram em estilo mais cartum, outro mais realista. Teve gente que imprimiu e desenhou por cima, outros usaram carvão, stopmotion e até bordado. O resultado é incrível”, comenta Buccini, que dirigiu, em parceria com Rodrigo Édipo, o videoclipe da banda pernambucana Volver (Você que pediu), ganhador de dois prêmios e participante em seis festivais.</p>
<p>O lançamento do clipe “Eu o Declaro Meu Inimigo” na programação do Animacine consolida e descentraliza a produção da animação na região. O clipe faz parte do projeto Músicas Animadas, idealizado por Lula Gonzaga e produzido pelo Ponto de Cultura Cinema de Animação, que vem realizando clipes em animação de outros Pontos. Já foram produzidos outros clipes, dos Pontos de Lia de Itamaracá, do Côco de Umbigada, dos Bacamarteiros do Cabo de Santo Agostinho, do Boi da Macuca, dentre outros.</p>
<div id="attachment_55852" aria-labelledby="figcaption_attachment_55852" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/otto-guerra-animacine-06122017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55852" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/otto-guerra-animacine-06122017-1-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Otto Guerra, um dos maiores nomes da animação no Brasil, é um dos homenageados do III ANIMACINE</p></div>
<p><strong>Homenagens</strong> – Em sua terceira edição, o ANIMACINE presta tributo aos <strong>100 anos da animação brasileira</strong>. Um dos destaques será a retrospectiva histórica dos principais filmes de animação, entre eles <em>Macaco Feio, Macaco Bonito</em> (1928), de Luiz Seel e João Stamato, o mais antigo curta de animação brasileiro com a cópia preservada. Também ganham homenagem pelo festival os animadores Otto Guerra, um dos maiores nomes do gênero no País, e o cineasta e professor Maurício Squarisi, coordenador do Núcleo de Cinema de Animação de Campinas (SP).</p>
<p>A série de homenagens se estende desde o cartaz oficial do ANIMACINE, criado pela ilustradora e animadora Erica Maradona e Otto Guerra, até a um conjunto de mostras retrospectivas, uma delas com os principais curtas de Otto Guerra (incluindo seu primeiro curta-metragem, <em>O Natal do burrinho</em>, lançado em 1984 com Lancast Motta e José Maia), e outra com um apanhado histórico da animação do País.</p>
<p>“A princípio, o convite pra fazer o cartaz foi feito a Otto. Mas como é impossível, pra quem me conhece, ouvir falar em Agreste e não lembrar de mim, ele me chamou pra fazermos juntos. Misturamos símbolos que lembram a região onde o festival acontece com o momento político mundial que estamos vivendo, em que temos o tempo todo que resistir e tourear os retrocessos pra continuar fazendo filmes”, fala Erica Madona sobre o processo de criação da identidade visual do ANIMACINE 2017.</p>
<p><strong>Reestreia da primeira animação pernambucana</strong> &#8211; Uma das novidades da 3ª edição do ANIMACINE é a exibição, após quatro décadas, do curta-metragem <strong>Vendo/Ouvindo</strong> (1972) em versão digital restaurada em DCP 2K. Trata-se da mais antiga animação existente da filmografia pernambucana. É também o primeiro trabalho artístico de Lula Gonzaga (em parceria com Fernando Spencer e Firmo Neto) e um dos primeiros filmes do ciclo do Super-8 em Pernambuco. O processo de digitalização de <em>Vendo/Ouvindo</em> foi coordenado por André Dib (pesquisador e crítico) e Tiago Delácio (realizador e filho de Lula Gonzaga) e incluiu eliminação de riscos, restauração de som e correção de cor no sistema Da Vinci. A animação será exibida em DCP 2K no ANIMACINE, após passar em junho deste ano pela primeira vez na 12ª Mostra de Cinema de Ouro Preto (Minas Gerais), um dos maiores encontros preservacionistas do país, no ANIMAMundi (Rio e São Paulo) e na sessão especial de encerramento do X Janela Internacional de Cinema do Recife, mês passado.</p>
<p>De acordo com Lula Gonzaga, <em>Vendo/Ouvindo</em> é uma crítica simbólica à censura imposta pelo regime militar. “O cara podia ver e ouvir, mas não podia falar. Tem gente que entendeu, tem gente que não entendeu. Disseram que era um filme &#8216;udigrudi&#8217;, mas funcionou bem”, diz Lula. “É uma animação simples e direta, com todas as características de um filme underground”, escreveu o pesquisador e animador Marcos Buccini, no artigo <em>A Saga de Lula Gonzaga: pioneiro da animação pernambucana</em>. “Sua natureza experimental começa pelo processo de criação: material reaproveitado, poucos recursos e pouco tempo de feitura; passa pela animação e grafismos minimalistas; e chega ao resultado que preza muito mais pela ideia de contestação do que pelo primor técnico”.</p>
<div id="attachment_55851" aria-labelledby="figcaption_attachment_55851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Morning-Routine-An-Wu-Li-06122017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-55851" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/Morning-Routine-An-Wu-Li-06122017-1-607x428.jpg" width="607" height="428" /></a><p class="wp-caption-text">Cena do filme “Morning Routine”, de An-Wu Li (China)</p></div>
<p><strong>Mostras competitivas</strong> &#8211; As mostras do ANIMACINE &#8211; III Festival de Animação do Agreste estão divididas em 16 panoramas, incluindo uma nova seção de filmes latino-americanos, a Mostra Simón Bolívar. A curadoria é formada pela professora de cinema da UFPE e pesquisadora Amanda Mansur (nacional) e pelo jornalista e crítico de cinema André Dib (internacional).</p>
<p>A Mostra de Formação Lula Gonzaga reunirá filmes e vídeos realizados em oficinas e cursos de animação, com realização coletiva ou individual, que tenham como objetivo o aprendizado e o primeiro contato com as técnicas de animação dos realizadores.</p>
<p>Já a Mostra Jota Borges agregará filmes e vídeos nacionais de realizadores e produtores profissionais ou estudantes. Os destaques vão para <em>Plantae</em>, de Guilherme Gehr, <em>Animais</em>, de Guilherme Alvenaz, e <em>Tango</em>, de Francisco Gusso. “Neste ano uma das nossas maiores surpresas foi a quantidade de filmes brasileiros com duração de mais de dez minutos. São filmes de animação longos, levando em conta que dependendo da técnica, trabalhar com animação é da ordem das 24h para produzir 1 segundo. Gostaria de destacar ainda a variedade de estilos e a qualidade estética dos filmes inscritos”, avalia a curadora da mostra nacional, Amanda Mansur.</p>
<p>Novidade desta edição, a Mostra Simón Bolívar, voltada à seleção de filmes latinoamericanos, exibirá filmes como <em>Fronteira</em> (<em>Frontera</em>, Equador, 2017), de Fabián Guamaní Aldaz; <em>Cinzas</em> (<em>Cenizas</em>, Argentina, 2017), de Luciana Digiglio, e <em>O Umbral</em> (<em>El umbral</em>, México, 2017), de Jan Darío Rodríguez Swiecichowski.</p>
<p>Por último, a Mostra Vitalino será formada por filmes internacionais convidados pela curadoria do festival. Entre os destaques, estão o polonês <em>Periquita</em> (<em>Cipka</em>, 2016), de Renata Gasiorowska; <em>The box</em> (Turquia, 2016), de Merve Cirisoglu Cotu; <em>Inflated Head</em> (Baadsar, Irã, 2016), de Leila Hosseini, e <em>I am the Wind</em> (EUA, 2017), de Erik Hendin.</p>
<p>“A programação internacional aponta para um panorama do que há de mais recente na produção contemporânea, não apenas pela abrangência geográfica, mas por reunir uma diversidade de técnicas, modalidades e principalmente, visões de mundo. Alguns filmes circularam em festivais estrangeiros; outros, são descobertas, em sua maioria, feitos por jovens realizadores dedicados a observações do cotidiano, crítica de costumes, elaboração de mundos paralelos, de formas figurativas e abstratas, experimentais e narrativas, tendo em comum a busca pelo prazer estético característico do cinema de animação”, afirma o curador da mostra internacional, André Dib.</p>
<p><strong>Premiação</strong> – Uma das novidades é a criação de júri oficial composto por mulheres do audiovisual pernambucano. São três integrantes convidadas pela organização: Chris Quarema, Renata Claus e Karina Monteiro. Ao todo, haverá oito categorias de premiação: Melhor Curta, Melhor Curta Formação, Melhor Curta Escolha do Público, Melhor Roteiro, Melhor Concepção Sonora, Melhor Direção de Arte, Melhor Curta Infantil e Melhor Técnica de Animação.</p>
<p>Todos os filmes premiados receberão certificado e troféu: Melhor Curta Nacional, Melhor Curta Internacional, Melhor Curta Latino-americano, Melhor Curta Formação, Melhor Escolha do Público, cada um no valor de R$ 1 mil, totalizando 5 mil em prêmios.</p>
<p><strong>Oficinas</strong> &#8211; As oficinas serão realizadas em paralelo às mostras competitivas. No total, são 80 vagas distribuídas igualmente para quatro oficinas (as inscrições vão até este sábado, dia 25). Na “Princípios do Toon Boom Harmony”, o animador e ilustrador André Rodrigues (conhecido pelo trabalho com o desenho “O Mundo de Bita”) irá aproximar interessados em acessar o mercado de animação a partir desse software, possibilitando exemplos práticos na construção de personagens rigados (em técnica 3D).</p>
<p>Na oficina “Flipbook abstrato: Animação para quem não desenha”, voltada a iniciantes, Otto Guerra, um dos principais cineastas da animação no país, e o diretor de animação José Maia oferecem noções da técnica do flipbook feito a partir de pinturas ou desenhos abstratos.</p>
<p>Para a inscrição, os interessados devem enviar e-mail para <a href="mailto:festivalanimacine@gmail.com" target="_blank"><strong>festivalanimacine@gmail.com</strong></a>, com o título “inscrição + nome da oficina”. Devem incluir, no corpo do e-mail, o nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação na oficina, bem como um breve histórico sobre a atuação em animação.</p>
<p>Outras duas oficinas serão ministradas a grupos de escolas e entidades. Uma delas é “Animeco – a construção da animação através do stop motion”, orientada pelo artista plástico e fotógrafo Bruno Cabús, entre os dias 11 e 12 de dezembro, a alunos da Escola Técnica Estadual (ETE) Maria José Vasconcelos de Bezerros. E a oficina “Animação para crianças e jovens com deficiência” será oferecida, em parceria com a APAE de Caruaru, com o diretor Mauricio Squarisi, um dos homenageados desta edição do festival, dias 6 e 7 de dezembro.</p>
<p><strong>Abertura: 100 anos da animação</strong> &#8211; A abertura oficial do ANIMACINE &#8211; III Festival de Cinema de Animação do Agreste, no dia 6 de dezembro, às 14h, no Armazém de Criatividade em Caruaru, será genuinamente brasileira. Valorizando nomes nacionais fortes do gênero, os homenageados desta edição – Otto Guerra e Maurício Squarisi – participam da mesa “100 anos da Animação” junto com o realizador Lula Gonzaga. A mediação do debate será feita pelo coordenador Tiago Delácio.</p>
<p><strong>Confira a programação completa no site <a title="Programação - III ANIMACINE" href="http://www.animacine.com.br/programacao" target="_blank">www.animacine.com.br/programacao</a></strong></p>
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		<title>Inscrições abertas para duas oficinas gratuitas do ANIMACINE</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 14:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55264" aria-labelledby="figcaption_attachment_55264" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Animador-Otto-Guerra.jpg"><img class="size-medium wp-image-55264  " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Animador-Otto-Guerra-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O conceituado Otto Guerra é um dos ministrantes que participará das oficinas</p></div>
<p>Estão abertas até o próximo sábado (25) as inscrições para as duas oficinas gratuitas do <strong>ANIMACINE – III Festival de Animação do Agreste, </strong>a “Princípios do Toon Boom Harmony”, com André Rodrigues; e a “Flipbook abstrato: Animação para quem não desenha”, com Otto Guerra e José Maia. As aulas serão realizadas de 6 a 8 de dezembro, das 9h às 12h, no Armazém de Criatividade em Caruaru.</p>
<p>Para participar, os interessados devem enviar um e-mail para festivalanimacine@gmail.com, com o título “inscrição + nome da oficina”, nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail) e uma carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação na oficina e um breve histórico sobre a atuação em animação.</p>
<p>Desde sua primeira edição que o festival é patrocinado pelo Governo de Pernambuco, através do Funcultura. Idealizado e produzido pelo cineasta Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco. O evento promove mostras, mesas, debates e atividades de formação por Gravatá, Bezerros e Caruaru.</p>
<div id="attachment_40667" aria-labelledby="figcaption_attachment_40667" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40667" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Lula Gonzaga, idealizador do ANIMACINE, é Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>Na atividade “Princípios do Toon Boom Harmony”, o animador e ilustrador André Rodrigues (conhecido pelo trabalho com o desenho “O Mundo de Bita”) irá aproximar interessados em acessar o mercado de animação a partir desse software, possibilitando exemplos práticos na construção de personagens em técnica 3D.</p>
<p>A oficina acontece de 6 a 8 de dezembro, das 9h às 12h, no Armazém de Criatividade em Caruaru. Os inscritos devem possuir noções básicas em software e apresentar habilidade básica com desenho 2D, além de conhecimento básico de informática.</p>
<p>Já a oficina “Flipbook abstrato: Animação para quem não desenha” é voltada a iniciantes. Facilitada por Otto Guerra e pelo diretor de animação José Maia, as aulas compreende, noções da técnica do flipbook, feito a partir de pinturas ou desenhos abstratos, e serão realizadas nos dias 6 e 7 de dezembro, das 9h às 12h, também no Armazém de Criatividade de Caruaru.</p>
<div id="attachment_55265" aria-labelledby="figcaption_attachment_55265" class="wp-caption img-width-567 aligncenter" style="width: 567px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/foto-Bruno-Cabús.jpg"><img class="size-medium wp-image-55265 " alt="Bruno Cabús/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/foto-Bruno-Cabús-567x486.jpg" width="567" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Entre os dias 11 e 12 de dezembro, o fotógrafo Bruno Cabús vai ministrar a oficina “Animeco – a construção da animação através do stop motion”, na Escola Técnica Estadual (ETE) Maria José Vasconcelos de Bezerros</p></div>
<p><strong>Ações –</strong> Outras duas oficinas serão ministradas a grupos de escolas e entidades. Uma delas é “Animeco – a construção da animação através do stop motion”, orientada pelo artista plástico e fotógrafo Bruno Cabús, entre os dias 11 e 12 de dezembro, a alunos da Escola Técnica Estadual (ETE) Maria José Vasconcelos de Bezerros. A outra é a oficina “Animação para crianças e jovens com deficiência” será oferecida, em parceria com a APAE de Caruaru, com o diretor Mauricio Squarisi, um dos homenageados desta edição do festival, dias 6 e 7 de dezembro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
ANIMACINE – III Festival de Animação do Agreste<br />
Inscrições gratuitas para oficinas abertas de 18 a 25 de novembro:<br />
Oficina “Princípios do Toon Boom Harmony”, com André Rodrigues<br />
20 vagas | Classificação: 16 anos<br />
6 a 8 de dezembro, das 9h às 12h<br />
Armazém de Criatividade em Caruaru</p>
<p>Oficina “Flipbook abstrato: Animação para quem não desenha”, com Otto Guerra e José Maia<br />
6 e 7 de dezembro, das 9h às 12h<br />
20 vagas | Classificação: 15 anos<br />
Armazém de Criatividade em Caruaru</p>
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		<item>
		<title>Agreste pernambucano recebe o 10º Festival Curta Taquary</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 19:04:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[10º Festival Curta Taquary]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Bertrand Lira]]></category>
		<category><![CDATA[governo de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Gonzaga]]></category>
		<category><![CDATA[Taquaritinga do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Constituído por programação que abrange 47 filmes de várias partes do Brasil, além de 10 oficinas de audiovisual que serão realizadas gratuitamente para o público já inscrito, a 10ª edição do Festival Curta Taquary inicia nesta segunda-feira (17), na cidade de Taquaritinga do Norte, no Agreste, sua maratona com mostras competitivas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Festival-Curta-Taquary-Thercles-Silva-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-47694 aligncenter" alt="Foto: Thercles Silva/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Festival-Curta-Taquary-Thercles-Silva-divulgacao-607x397.jpg" width="607" height="397" /></a></p>
<p align="right"><i>Com informações da assessoria</i></p>
<p style="text-align: justify;">Constituído por programação que abrange 47 filmes de várias partes do Brasil, além de 10 oficinas de audiovisual que serão realizadas gratuitamente para o público já inscrito, a 10ª edição do Festival Curta Taquary inicia nesta segunda-feira (17), na cidade de Taquaritinga do Norte, no Agreste, sua maratona com mostras competitivas nas categorias: Nacional, Primeiros Passos, Dália da Serra, Olhar Feminino e Diversidade.</p>
<div id="attachment_40667" aria-labelledby="figcaption_attachment_40667" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40667" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é um dos homenageados desta 10ª edição do evento.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, estará homenageando nesta edição o pioneiro no cinema de animação, Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, e o cineasta e professor universitário da Paraíba, Bertrand Lira. Com trajetória no audiovisual iniciada a partir da direção do primeiro curta pernambucano ‘Vendo/Ouvindo’ (1972), em parceria com Fernando Spencer e Firmo Neto, o cineasta Lula Gonzaga dirigiu ainda os clássicos ‘A Saga da Asa Branca’ (1979/35mm) e ‘Cotidiano’ (1980/35mm), ambos produzidos por Flávio Migliaccio. Fez especialização em cinema de animação selecionado pela CAPES/ MEC – Embrafilme para Europa Oriental na Zagreb Film/Croácia e Praga na República Tcheca. Desenvolveu a partir da década de 80 um método pedagógico próprio de desenho animado artesanal, o MÉTODO OCA (Método Oficina de Cinema de Animação), que consiste na montagem de um estúdio itinerante com ferramentas de baixo custo voltada para a profissionalização de jovens de baixa renda.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Bertrand Lira possui em sua bagagem cultural a direção de diversos documentários de curta, média e longa-metragem em super-8, 16mm e vídeo (‘Bom dia Maria de Nazaré’, ‘O senhor do engenho’, ‘Crias da Piollin’, ‘Homens’, ‘O rebeliado’ e ‘O diário de Márcia’, entre outros), premiados em festivais no Brasil e no exterior, entre eles o JVC Grand Prize do 26º Tokyo Vídeo Festival  2004. Realizou estágios em documentário no Atelier VARAN, em Paris, nos anos de 1982 e 1986. É professor efetivo do curso de Mídias Digitais (Demid) e do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGC) da Universidade Federal da Paraíba e coordenador do Grupo de Estudos em Cinema e Audiovisual (Gecine). Autor dos livros Fotografia na Paraíba: Um inventário através do retrato (1850-1950), Luz e Sombra: significações imaginárias na fotografia do cinema expressionista alemão (2013) e Cinema Noir: A sombra como experiência estética e narrativa.</p>
<p style="text-align: justify;">As mostras da categoria Animação, que comemora aos 100 anos de animação brasileira, também estarão presentes em toda identidade visual desta edição e serão realizadas em escolas do município. Já as sessões do festival irão ocorrer na Praça Padre Otto Sailler, em Taquaritinga do Norte, sempre a partir das 18h.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa:</strong></p>
<p><b>- Segunda-feira (17/04)</b></p>
<p><strong> 08h</strong> &#8211; <strong>Mostra 100 Anos de Animação no Brasil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
<strong>Local:</strong> Escola Mul. Padre Ibiapina (Distrito Gravatá de Ibiapina)<br />
AQUARELA (Animação, 5min, 2003) de Andrés Liebam,<br />
MEOW (Animação, 8min, 1981) de Marcos Magalhães,<br />
DANÇA DO ACASALAMENTO (Animação, 5min, 2000) de Ota,<br />
PRIMEIRO MOVIMENTO (Animação, 6min, 2003) de Erica Valle,<br />
EU QUERIA SER UM MONSTRO (Animação, 8min, 2009) de Marão,<br />
MENINA CHUVA (Animação, 7min, 2010) de Rosária,<br />
VIAGEM NA CHUVA (Animação, 13min, 2014) de Wesley Rodrigues</p>
<p><strong>14h</strong> &#8211; <strong>Mostra 100 Anos de Animação no Brasil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
<strong>Local:</strong> Escola Mul. Chefe Leandro (Sítio Jerimum)<br />
NOTURNO (Animação, 4min, 1986) de Aída Queiroz,<br />
ANIMANDO (Animação, 13min, 1987) de Marcos Magalhães,<br />
DE JANELA PRO CINEMA (Animação, 14min, 1999) de Quiá Rodrigues, SUSHI MAN (Animação, 20min, 2004) de Pedro Luá,<br />
TYGER (Animação, 5min, 2006) de Guilherme Marcondes,<br />
GUIDA (Animação, 11min, 2014) de Rosana Urbes,<br />
A LASANHA ASSASSINA (Animação, 8min, 2002) de Alê Machado</p>
<p><strong>18h</strong> -<strong> Mostra Infantil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
<strong>Local:</strong> Praça Otto Sailler<br />
AS AVENTURAS DO MENINO PONTILHADO (Ficção, 14min, PE), de Leo Tabosa<br />
A PISCINA DE CAÍQUE (Ficção, 15min, GO), de Raphael Gustavo,<br />
A MENINA QUE COLECIONAVA ESTRELAS (Ficção, 18min, MG), de Ana Cláudia Ferreira,<br />
LÁPIS SEM COR (Ficção, 15min, GO), de Iuri Moreno</p>
<p><strong>Sessão Especial</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
EVANGELHO E VIDA (Documentário, 12min, PE), de João Filho,<br />
A MOÇA QUE DANÇOU COM O DIABO (Ficção, 14min, SP), de João Paulo Miranda Maria,<br />
GALERIA F, QUANDO A CHUVA PASSA (Documentário, 22min, BA), de Henrique Dantas,<br />
SÍSTOLE (Ficção, 5min, PB), de Guilherme Schmitt,<br />
PEDACINHO DO CÉU (Ficção, 15min, RJ), de Caio Alvarenga,<br />
BICHO DE 7 LETRAS (Ficção, 13min, PE), de Marcos Carvalho</p>
<p><strong>Mostra 100 Anos de Animação no Brasil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 18 ANOS<br />
BALANÇANDO NA GANGORRA (Animação, 5 min, 1992) de Tania Anaya, AMASSA QUE ELAS GOSTAM (Animação, 15 min, 1998) de Fernando Coster, ALMA EM CHAMAS (Animação,11 min, 2000) de Arnaldo Galvão,<br />
O CÉU NO ANDAR DE BAIXO (Animação,15 min, 2010) de Leonardo Cata-Preta,<br />
RÁISOSSAITH (Animação, 10 min, 2011) de Thomas Larson,<br />
YANSAN (Animação, 18 min, 2006) de Carlos Eduardo Nogueira, SAMBATOWN (Animação, 6 min, 2011) de Cadu Macedo,<br />
MACACOS ME MORDAM (Animação, 10 min, 2012) de Sávio Leite e Cesar Mauricio,<br />
MORMAÇO (Animação, 10 min, 2016) de Silvankalin</p>
<p>- <b>Terça-feira (18/04)</p>
<p></b><strong>08h</strong> &#8211; <strong>Mostra 100 Anos de Animação no Brasil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
<strong>Local:</strong> Escola Mul. Padre José de Anchieta (Sítio Mateus Vieira)<br />
O ÁTOMO BRINCALHÃO (Animação, 4min, 1961) de Roberto Miller;<br />
PASSO (Animação, 4min, 2007) de Alê Abreu;<br />
FLUXOS (Animação, 3min, 2013) de Diego Akel;<br />
TZUMBRA TZUMA (Animação, 13min, 1983) de Flávio Del Carlo, HISTORIETAS ASSOMBRADAS (Animação, 16min, 2005) de Victor-Hugo Borges,<br />
X CORAÇÃO (Animação, 11min, 2007) de Lisandro Santos</p>
<p><strong>18h</strong> &#8211; <strong>Mostra 100 Anos de Animação no Brasil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
CAMPO BRANCO (Animação, 11 min, 1997) de Telmo Carvalho,<br />
ATÉ O SOL RAIÁ (Animação, 12 min, 2007) de Fernando Jorge e Leanndro Amorim,<br />
O DIVINO, DE REPENTE (Animação, 6 min, 2009) de Fabio Yamaji,<br />
DIA ESTRELADO (Animação, 18 min, 2011) de Nara Normande,<br />
DOSSIÊ RÊBORDOSA (Animação, 16 min, 2008) de César Cabral</p>
<p><strong>Mostra Competitiva Olhar Feminino</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
CAROLINA (Documentário, 11min, BA), de Lilih Curi,<br />
ESPLENDIDEZAS (Ficção, 20min, SC), de Fabi Penna,<br />
CHEIRO DE MELANCIA (Ficção, 16min, PE), de Maria Cardozo</p>
<p><strong>Mostra Competitiva Diversidade</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 16 ANOS<br />
UM BRINDE (Ficção, 17min, PE), de João Vigo,<br />
CLOSE (Documentário, 20min, CE), de Rosane Gurgel,<br />
CUSCUZ PEITINHO (Ficção, 16min, RN), de DIR. Rodrigo Sena e Júlio Castro, ASPIRINA PARA DOR DE CABEÇA (Ficção, 15min, RJ), de Philippe Bastos14’43</p>
<p><strong>Mostra Internacional</strong> – Polo Sur &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
ARTISTA EN LA OSCURIDAD (Documentário, 5 min, Chile) de Caroline Pavez Torrealba,<br />
PLASTILINO (Animação, 14 min, Chile) de Vivienne Barry,<br />
DOÑA UBENZA (Animación/video clip, 3min, Argentina) de Juan Manuel Costa, HALAHACHES SECRETO SELK´NAM (Animação, 14min, Chile) de Alejandra Jaramillo<br />
MISSING (Animação, 3min, Chile) de Cristian Wiesenfeld,<br />
EL REGALO “THE GIFT” (Animação, 8min, Chile) de Julio Pot.</p>
<p>- <b>Quarta-feira (19/04)</b></p>
<p><strong>18h</strong> &#8211; <strong>Mostra 100 Anos de Animação no Brasil</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
ONTEM X HOJE (Animação, 4 min, 1999) de André Rodrigues,<br />
O BICHO (Animação, 2 min, 2000) de Antero Assis,<br />
A QUASE TRAGÉDIA DE MANÉ OU O BODE QUE IA DANDO BODE (Animação, 14 min, 2008) de Ricardo Mell,<br />
GUIA PRÁTICO PARA MULHERES (Animação, 5 min, 2008) de Olimpio Costa, A ÁRVORE DO DINHEIRO (Animação, 5 min) de Marcos Buccini,<br />
AS SCISMAS DO DESTINO(Animação, 5 min, 2008) de Paulo Leonardo,<br />
O MITO DO FOGO DO MATO(Animação, 2 min, 2008) de Paulo Leonardo, DEIXE DIANA EM PAZ (Animação, 10 min, 2013) de Júlio Cavani,<br />
LÁ VEM A AEROMONGA (Animação, 1 min) de Chia Beloto, Marila Cantuária, Rui Mendonça, Guma Farias, Mateus Simon e Paulo Sano,<br />
SUBITO (Animação, 4 min, 2015) de Ayodê França,<br />
A EMPAREDADA DA RUA NOVA (Animação, 5 min, 2016) de Amanda Rocha, Cristiana Soares e Rafael Santana,<br />
DIA UM (Animação, 2 min, 2016) de Júnior Ramos, Natália Lima e Itamar José</p>
<p><strong>Mostra Competitiva Primeiros Passos</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS<br />
PELE SUJA MINHA CARNE (Ficção, 14min, RJ), de Bruno Ribeiro, ILUMINADAS (Documentário, 12min, PE), de Gabi Saegesser,<br />
PARA AYLAN (Documentário/Experimental, 4min, MG), de Jacson Dias e Maick Hannder,<br />
A RUA DAS CASAS SURDAS (Ficção, 8min, RS), de Flávio Costa e Gabriel Mayer,<br />
LATOSSOLO (Documentário/Experimental, 18min, BA), de Michel Santos DEUS (Documentário, 20min, SP), de Vinicius Silva</p>
<p><strong>Mostra Competitiva Nacional</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS<br />
ABISSAL (Documentário, 16min, CE), de Arthur Leite,<br />
REGENERAÇÃO (Ficção, 17min, RJ), de Humberto Carrão,<br />
O BRADO RETUMBANTE (Ficção, 20min, CE), de Marcelo Ikeda e Fábio Rogério,<br />
O PROJETO DO MEU PAI (Animação, 6min, ES), de Rosária</p>
<p>- <b>Quinta-feira (20/04)</b></p>
<p><strong>18h</strong> &#8211; <strong>Mostra Homenageados</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 12 ANOS<br />
DIÁRIO DE MÁRCIA (Documentário, 20min, PB), de Bertrand Lira<br />
HOMENS (Documentário, 20min, PB), de Bertrand Lira</p>
<p><strong>Homenagem a Bertrand Lira</strong><br />
<strong><br />
Mostra Competitiva Dália da Serra</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS<br />
O TESOURO DE CAVENDISH (Ficção, 20min, PB), de Vinícius Guedes e Bonerges Guedes,<br />
ALMAS SECAS (Animação, 2min, PE), de Elvis Miranda e Helena Ferreira MANANCIAL (Ficção, 8min, PB), de Bruno Soares,<br />
IMERSO (Ficção, 14min, PE), de Eder Deó,<br />
SOB O DELÍRIO DE AGOSTO (Ficção, 20min, PE), de Carlos Kamara e Karla Ferreira</p>
<p><strong>Mostra Competitiva Nacional</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS<br />
FREQUÊNCIAS (Ficção, 20min, PE), de Adalberto Oliveira,<br />
MELANCIA (Ficção, 8min, PE), de Lírio Ferreira,<br />
O EX-MÁGICO (Animação, 11min, PE), de Maurício Nunes e Olímpio Costa,<br />
O MUSEU DAS PEQUENAS LEMBRANÇAS (Documentário, 5min, SP), de Bruno Autran,<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">QUANDO OS DIAS ERAM ETERNOS (Animação/ Experimental, 13min, SP), de Marcus Vasconcelos</em></em></em></em></p>
<p>- <b>Sexta-feira (21/04)</b></p>
<p><strong>18h</strong> &#8211; <strong>MOSTRA COMPETITIVA DÁLIA DA SERRA</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO 14 ANOS<br />
<em id="__mceDel">DOCUMENTÁRIO W.C. (Documentário, 6min, PE), Direção Coletiva,<br />
</em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">MÃOS DE BARRO (Documentário, 20min, PE), de Graciela Guarani e Alexandre Pankararu,<br />
</em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">FILME TIRADO DE UMA NOTÍCIA (Ficção, 11min, PB), de Alexia Talissa e Leandro Trajano.</em></em></em></p>
<p><strong>Homenagem a Lula Gonzaga</strong></p>
<p><strong>Mostra Homenageados</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
A SAGA DA ASA BRANCA (Animação, 7min, PE) de Lula Gonzaga<br />
COTIDIANO (Animação, 6min, PE) de Lula Gonzaga<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><br />
<strong>Sessão Especial – 10 anos Curta Taquary</strong> &#8211; CLASSIFICAÇÃO LIVRE<br />
</em></em></em>OS SERES VIVOS 2 (Documentário, 15 min, PE) Direção Coletiva</p>
<p><strong> OFICINAS</strong><br />
A 10ª edição do Festival Curta &#8220;Taquary&#8221; contará com 10 oficinas de formação, somando mais de 150 vagas. As mesmas acontecerão entre a Escola de Referência Severino Cordeiro de Arruda, Salão Paroquial e Praça Padre Otto Sailler, manhã e tarde, dependendo da carga horária. Confiram mais detalhes:</p>
<p>- <strong>Vídeoclipe Experimental</strong><br />
Facilitadores: Marco Bonachela e Ana Olívia Godoy<br />
Data: 17 a 21/ 9h às 13h</p>
<p>- <strong>Filmes Curtíssimos</strong><br />
Facilitadores: Leo Leite e Aldo Sales<br />
Data: 17 a 19 / 8h às 12h</p>
<p>- <strong>Filmes Urgentes – Documentário</strong><br />
Facilitadores: Marcelo Quixaba e Bruno Alves<br />
Data: 18 a 20 / 9h às 12h – 13h às 16h</p>
<p>- <strong>Interpretação para Cinema e TV</strong><br />
Facilitadoras: Zezita Mattos e Verônica Cavalcanti<br />
Data: 19 a 21 / 14h às 17h</p>
<p>- <strong>Roteiro para Iniciantes</strong><br />
Facilitador: Bertrand Lira<br />
Data: 19 a 21 / 8h às 12h – 14h às 17h</p>
<p>- <strong>A África que eu imagino</strong><br />
Facilitadoras: Natália Lopes, Raquel Santana, Janaína Pereira e Ludmila Carvalho<br />
Data: 17 e 18 / 8h às 12h – 14h às 17h</p>
<p>- <strong>Lanterna Mágica – Fotografia</strong><br />
Facilitador: Saullo Dannylck<br />
Data: 17 e 18 / 8h às 12h – 14h às 17h</p>
<p>- <strong>Imersão no Cinema de Animação</strong><br />
Facilitadores: Tiago Delácio, Jonattas Tavares – participação de Lula Gonzaga<br />
Datas:<br />
19/04 (das 14h às 17h)<br />
20/04 (das 9h às 12h e das 14h às 17h)<br />
21/04 (das 9h às 12h)</p>
<p>- <strong>Oficina de Palhaço &#8211; É o palhaço que ri primeiro!</strong><br />
Facilitador: Odécio Antônio<br />
Data: 17 a 19 / 8h às 12h – 14h às 17h</p>
<p>- <strong>Construindo Bonecas em Tecido</strong><br />
Facilitadora: Maria José Arruda<br />
Data: 18 e 19 / 8h às 12h – 14h às 17h</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O cinema de Lula, patrimônio de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/o-cinema-de-lula-patrimonio-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/o-cinema-de-lula-patrimonio-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 15:29:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Viva]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Gonzaga]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias Quando o assunto é a história do cinema de animação em Pernambuco, um personagem torna-se central neste enredo. O cineasta Lula Gonzaga, de 65 anos, foi o primeiro pernambucano a enveredar pelos caminhos que unem o audiovisual ao desenho animado. Apesar de uma produção individual composta por apenas três filmes emblemáticos, sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marcus Iglesias</em></p>
<div id="attachment_40660" aria-labelledby="figcaption_attachment_40660" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29196156854_76559f8d52_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40660" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29196156854_76559f8d52_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, é considerado em todo o Brasil como um mestre do cinema de animação</p></div>
<p>Quando o assunto é a história do cinema de animação em Pernambuco, um personagem torna-se central neste enredo. O cineasta Lula Gonzaga, de 65 anos, foi o primeiro pernambucano a enveredar pelos caminhos que unem o audiovisual ao desenho animado. Apesar de uma produção individual composta por apenas três filmes emblemáticos, sua postura diante da sétima arte, tratando-a como ferramenta de transformação social, fez dele um mestre reconhecido por muitos, não só no estado, mas em todo o Brasil e pelo mundo afora.</p>
<p>Por estes e outros motivos, no dia 20 de julho de 2016, Lula Gonzaga recebeu o que foi pra ele a maior das honrarias, o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. <em>“Ao longo da minha vida tive o prazer de receber vários prêmios, mas ser reconhecido como Patrimônio Vivo é, sem dúvidas, a maior de todas essas homenagens”</em>, revela, emocionado, durante entrevista concedida ao <em>Portal Cultura.PE</em> no Ponto de Cultura Cinema de Animação, em Gravatá, agreste do estado.</p>
<p>Entender o legado de Lula e seus projetos sociais requer uma visita à sua trajetória. As inspirações começaram ainda na infância, na fase em que ajudou um tio que trabalhava no Mercado de Casa Amarela. <em>“Nessa época, eu ficava observando os bonecos de barro na feira, os cordeis, aquilo me encantava. Com quinze anos fui pela primeira vez ao cinema, o Rivoli, também em Casa Amarela. Ali foi plantada na minha cabeça a semente de juntar artesanato com cinema”.</em></p>
<div id="attachment_40663" aria-labelledby="figcaption_attachment_40663" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29531167520_4cf05ce276_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40663 " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29531167520_4cf05ce276_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Lula Gonzaga, seu projeto de vida sempre girou em torno do cinema de animação, explorando a cultura popular de Pernambuco</p></div>
<p><strong>Infância e primeiros trabalhos no cinema</strong></p>
<p>Em 1970, com 18 anos, Lula Gonzaga foi para o Rio de Janeiro trabalhar com cinema. Lá, integrou o quadro de funcionários da produtora Persin Perrin Produções.<em> “Dividia pensão com um amigo que era sobrinho do famoso Coronel Ludugero (personagem de rádio criado pelo recifense Luiz Queiroga). E através desses contatos fui parar na produtora, onde fiz muitos amigos e aprendi bastante”.</em> Durante um ano inteiro, Lula teve a oportunidade de trabalhar com todas as funções do processo de produção de um filme.</p>
<p>Já com 20 anos, resolve voltar para o Recife, onde passa a trabalhar na Center, uma das maiores produtoras de publicidade da capital . Lá, conhece o cineasta Fernando Spencer. A partir daí se junta a vários outros cineastas de Pernambuco para formar o que deu início ao Ciclo do Super8 no estado. <em>“Foi quando realizei o primeiro filme de animação de Pernambuco, numa coprodução com Spencer, o curta <strong>Vendo Ouvindo</strong> (1972)&#8221;</em>, conta ele. De intenso conteúdo político, o curta é uma crítica à censura da ditadura militar. Com este trabalho, Lula passou a ser considerado o primeiro animador de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_40667" aria-labelledby="figcaption_attachment_40667" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40667  " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Vendo Ouvindo&#8217; (1972) inaugurou o cinema de animação em Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: left;">No cenário de crise pelo qual  passava a publicidade no Recife no ano de  1975, Lula volta ao Rio de Janeiro e retoma os trabalhos nas Persin Perrin Produções. <em>“Um tempo depois, fiquei sabendo que a Refefê Produções, produtora do ator Reginaldo Farias, queria contratar alguém para ser motorista do cineasta Flávio Migliaccio. Eu aceitei e passei um ano trabalhando nessa função. Ficamos muito amigos. Depois ele me chamou pra ser assistente de direção para fazer uns desenhos para o filme <strong>Maneco, o Super Tio</strong> (1978)”</em>, relembra Lula Gonzaga.</p>
<p>Durante a produção deste filme, Lula contou a Flávio Migliaccio sobre um projeto que tinha para realizar filmes de animação baseado em músicas de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Surge assim a produção do seu segundo filme, <strong>A Saga da Asa Branca</strong> (1979). <em>“Conheci o Humberto e ele não só me deu o direito autoral de <strong>Asa Branca</strong> para desenho animado, como foi bem solícito e fez a narração do curta”. Mas no dia que o curta foi lançado na TV, Teixeira faleceu. ”Foi uma tristeza muito grande, fiquei bastante abalado”</em>, revela Lula Gonzaga, com lágrimas nos olhos. O projeto, que envolveria outras canções do compositor parceiro de Luiz Gonzaga, acabou se encerrando ali.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/F0e0nG4mfNY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>No entanto, a parceria com Flávio Migliaccio rendeu seu terceiro filme, <strong>O Cotidiano</strong> (1980), que trata sobre o consumismo desenfreado nas cidades.<em> “Ele me ajudou com uma parcela do patrocínio e boa parte do material. Havia um galpão na produtora cheia de equipamentos velhos, que disseram que eu poderia pegar. Tanto esse filme como o &#8216;Asa Branca&#8217; foram filmados na truca de 35mm”</em>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sNw-A9Sf9-A" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>A fase da transmissão do saber</strong></p>
<p>Em 1982, Lula Gonzaga se inscreve numa bolsa de estudos patrocinada pela CAPES/ MEC – Embrafilme, uma especialização na Zagreb Film, uma das maiores produtoras de animação da Europa. <em>“Era pré-requisito ter nível superior e saber falar outra língua, inglês ou francês. Eu não tinha nada disso e até hoje não sei como fui convocado. Três foram classificados: eu, Marcos Magalhães, diretor do Anima Mundi, e Antônio Moreno. Ainda consegui por lá um estágio e estendi minha temporada na Europa, uma região onde aprendi muito sobre 3D e animação”.</em></p>
<p>Quando Lula volta a Pernambuco, já em meados dos anos 80, o então prefeito de Olinda, José Arnaldo, o convida para ser diretor de cinema da cidade.<em> &#8220;Coloquei em prática um dos projetos que mais gostei de ter feito, o Cine Bajado, que durou cinco anos. Era um cinema que não tinha outro igual no Brasil. Ficava localizado atrás do Clube Atlântico e lá tinha mostras de filmes soviéticos, francês, cubanos, infantis, desenhos animados, e com um acesso bastante facilitado”</em>.</p>
<div id="attachment_40664" aria-labelledby="figcaption_attachment_40664" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788206686_fc4f6f682f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40664 " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788206686_fc4f6f682f_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Um dos projetos executados por Lula Gonzaga foi o Cine Bajado, que durou cinco anos em Olinda</p></div>
<p style="text-align: left;">No começo da década de 90, Lula recebeu um convite da Prefeitura de Igarassu para realizar oficinas na cidade. <em>“Passei quase quatro anos por lá e, em cada oficina, eu colocava na sala de aula 20 alunos, de 12 a 16 anos”.</em> Alguns destes jovens atuam até hoje no mercado de trabalho audiovisual, como Filipe Falcão, professor de animação da AESO, André Rodrigues, diretor de animação, que dirigiu o filme <strong>O Trambolho</strong>, e Jonatta Tavares, que auxilia Lula Gonzaga no seu Ponto de Cultura.</p>
<p>Surge assim o Método OCA (Método Oficina de Cinema de Animação), que consiste na montagem de um estúdio itinerante com ferramentas de baixo custo voltada para a profissionalização de jovens de baixa renda <em>“O OCA é democratizar o conhecimento da animação. Fiz mais de 200 oficinas pelo Brasil, sendo 90% no Norte e Nordeste e sempre pra quem precisava. Meu público era o MST, tribos indígenas, quilombos, lugares como Amazonas, Roraima, onde você imaginar. Essa acabou sendo minha base, minha raiz”.</em></p>
<div id="attachment_40666" aria-labelledby="figcaption_attachment_40666" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788257036_2771a106cc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40666 " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29788257036_2771a106cc_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Outra contribuição de Lula Gonzaga foi o Método OCA, uma oficina barata e simples de ensinar cinema de animação que ele realizou mais de 200 vezes pelo país</p></div>
<p style="text-align: left;">Hoje localizado em Gravatá, Lula Gonzaga explica que o Ponto surgiu em Igarassu.<em> “Anualmente, oferecemos de dez a doze oficinas, de dez a doze exibições, e três videoclipes. Já fiz trabalhos sobre os pontos de cultura de Lia de Itamaracá, Coco de Beth de Oxum, Boi da Macuca, Orquestra Henrique Dias e agora Cabras de Lampião, dentro de um projeto que batizei de Músicas Animadas”</em>, explica.</p>
<p>Lula Gonzaga teve também papel importante na articulação de vários Pontos de Cultura, principalmente os localizados no Norte e Nordeste do país. <em>“Fiz uma reunião pra conectar os pontos de cultura ligados ao audiovisual, e a partir daí surgiu a Rede Nordeste do Audiovisual. Depois entrei na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, na Comissão Latino-americana do Ponto de Cultura e na Comissão Nacional do Audiovisual do MinC”.</em></p>
<div id="attachment_40661" aria-labelledby="figcaption_attachment_40661" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29196174504_db716ae895_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40661 " alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29196174504_db716ae895_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A nova sede do Ponto de Cultura Cinema de Animação fica no município de Gravatá, onde o cineasta também vai inaugurar o Museu de Animação Luiz Gonzaga</p></div>
<p>Na primeira gestão da ex-prefeita de Olinda, Luciana Santos, em 2000, Lula Gonzaga coloca em prática outro importante projeto. <em>“Surgiu então o Cinema na Praça, que durou quatro anos. Toda semana rodávamos Olinda inteira, entramos em favela, comunidades. Eu fazia questão de levar o cinema pra quem não tinha acesso. A programação contava com um longa nacional, dois filmes de animação e um curta-metragem pernambucano. Na época, só quem passava curta-metragem era a TV Brasil, o Canal Brasil e eu”</em>, comenta aos risos e cheio de orgulho.</p>
<p>Atualmente, Lula Gonzaga foca seus esforços no Agreste de Pernambuco. Em 2013 e 2014, Lula realizou as duas primeiras edições do festival de animação do interior, o <a href="http://animacine-pe.blogspot.com.br/" target="_blank"><strong>Animacine – Festival de Animação do Agreste</strong></a>, que aconteceu em Caruaru, Bezerros e Gravatá.  Além disso, a nova sede do Ponto de Cultura Cinema de Animação fica no município de Gravatá, onde o cineasta também vai inaugurar o Museu de Animação Luiz Gonzaga. O espaço começou a ser construído em outubro de 2015, com recursos da família e através de um financiamento colaborativo. <em>“A ideia é que este espaço tenha oficinas permanentes, cineclube e uma sala pequena pra festival de animação, entre outras atividades”.</em></p>
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		<title>Conselho de Preservação elege três novos Patrimônios Vivos de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2016 23:15:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC) realizou, na tarde desta quinta-feira (20), a reunião final para a escolha dos três novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. Marcada por comentários de conselheiros que ressaltaram a valorosa contribuição de todos os candidatos à cultura pernambucana, a sessão resultou em uma eleição única, na qual foram escolhidos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC) realizou, na tarde desta quinta-feira (20), a reunião final para a escolha dos três novos Patrimônios Vivos de Pernambuco. Marcada por comentários de conselheiros que ressaltaram a valorosa contribuição de todos os candidatos à cultura pernambucana, a sessão resultou em uma eleição única, na qual foram escolhidos a repentista <strong>Mocinha de Passira</strong>, a <strong>Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense</strong> e o cineasta<strong> Lula Gonzaga</strong>.</p>
<p><em>“Este é um momento de muita responsabilidade para todo o Conselho, após as análises de todo o conteúdo recolhido sobre os 55 candidatos e também a etapa de Defesa Oral. É válido ressaltar que todos os participantes do concurso estavam aptos a se tornarem Patrimônios Vivos, mas, só pudemos escolher três, tendo em vista a legislação em vigor”</em>, explicou Márcia Souto, presidente da Fundarpe e do CPPC. <em>“Estamos reafirmando aqui o compromisso do Governo do Estado em lutar pela reformulação da Lei, para que já a partir do próximo concurso possamos eleger seis representantes da nossa cultura”</em>, garantiu a presidente.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/20160720_162403.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-38162" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/20160720_162403-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a></p>
<p>Para Marcelino Granja, secretário de Cultura de Pernambuco, a definição dos novos Patrimônios Vivos acontece em um momento marcado por conquistas no cenário cultural de Pernambuco. <em>“O Conselho está conseguindo dar conta do recado, com um formato desafiador de luta pela construção das políticas públicas culturais, levando em conta tanto os momentos de crise quanto conquistas como as de hoje (20/7)&#8221;. </em>Além da definição dos três novos Patrimônios Vivos, o secretário anunciou aos presentes que, também a partir desta data, o Governo de Pernambuco garantiu mais uma possibilidade de aporte de recursos no Funcultura: <em>&#8220;Agora, a Copergás também vai aportar no Fundo Estadual, o que vai resultar num piso anual de R$ 35 milhões&#8221;</em>, comemorou.</p>
<p>O Edital 2015/2016  de Registro do Patrimônio Vivo será anunciado no dia 17 de agosto, na abertura da 9ª edição da Semana do Patrimônio Cultural do Estado.</p>
<p><strong>Breve Perfis dos três novos Patrimônios Vivos de Pernambuco:</strong></p>
<div id="attachment_38179" aria-labelledby="figcaption_attachment_38179" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/mocinha-e-passira.jpg"><img class="size-medium wp-image-38179" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/mocinha-e-passira-281x486.jpg" width="281" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Maria Alexandrina da Silva &#8211; a Mocinha de Passira &#8211; é reconhecida por ser uma das poucas mulheres repentistas. Sua carreira artística é dedicada ao resgate e à valorização dos violeiros no estado.</p></div>
<div id="attachment_38165" aria-labelledby="figcaption_attachment_38165" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Roberta Guimarães</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Cariri-Olindense-Roberta-Guimaraes.jpg"><img class="size-medium wp-image-38165" alt="Foto: Roberta Guimarães" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Cariri-Olindense-Roberta-Guimaraes-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Troça Carnavalesca Mista Cariri Olindense foi fundada em 15 de fevereiro de 1921, sendo considerada um dos símbolos de resistência da cultura carnavalesca de Pernambuco.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_38166" aria-labelledby="figcaption_attachment_38166" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eric Gomes</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Lula-Gonzaga-Foto-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-38166" alt="Foto: Eric Gomes" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/Lula-Gonzaga-Foto-Eric-Gomes-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Lula Gonzaga, durante oficina de audiovisual realizada em 2012, na cidade do Exu. Natural do Recife, sua formação acadêmica agrega especialização em Cinema de Animação e em Economia da Cultura.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> Importante política cultural de salvaguarda, a lei dos Patrimônios Vivos é a primeira lei do tipo no Brasil, tem como objetivo reconhecer, valorizar e apoiar mestres e grupos que detenham os conhecimentos ou as técnicas necessárias para a produção e a preservação de aspectos da cultura tradicional ou popular &#8211; formas de expressão, saberes, ofícios e modos de fazer -, em especial, os que sejam capazes de transmitir seus conhecimentos, técnicas e habilidades às novas gerações de alunos e aprendizes, objetivando a proteção e a difusão do patrimônio pernambucano.</p>
<p>Os três novos Patrimônios Vivos eleitos hoje se somam aos <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/" target="_blank"><strong>trinta e seis nomes já contemplados em Pernambuco</strong></a>. Sua missão é ainda possibilitar e potencializar o reconhecimento, acesso, difusão e fruição dos diversos bens, memórias, saberes e histórias presentes nas culturas populares. Para tanto, além de receberem bolsas vitalícias, os mestres e grupos contemplados participam de diversos programas de ensino-aprendizagem, como oficinas, palestras, cursos e concursos, com o propósito de transmitirem seus saberes, processos fundamentais para a produção, manutenção e recriação de nossas manifestações culturais.</p>
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