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	<title>Portal Cultura PE &#187; Luna Vitrolira</title>
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		<title>Mulheres de Repente lançam oficina de glosa na Festa de Louro</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:48:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107462" aria-labelledby="figcaption_attachment_107462" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107462" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/mulheres_de_repente_em_brasilia-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mulheres de Repente durante evento em Brasília, em 2023: poesia matuta das artistas já visitou diversos Estados brasileiros</p></div>
<p>Poesia no improviso com coesão e beleza não é para qualquer um e é a especialidade das poetisas Erivoneide Amaral e Elenilda Amaral (ambas de Afogados da Ingazeira-PE), Dayane Rocha (Brejinho de Tabira-PE), Milene Augusto (Solidão-PE), Francisca Araújo (Iguaracy-PE) e Thaynnara Queiróz (Carnaíba-PE). As sertanejas comandam o projeto Mulheres de Repente e levam para o mundo o incrível talento da poesias em glosa.<br />
Junto com a multiartista Luna Vitrolira, poetisa que faz a mediação das apresentações, as Mulheres de Repente lançam em São José do Egito (PE) a primeira etapa do projeto Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita, que tem o apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), dentro da programação da Festa de Louro 2024. A produtora executiva Taciana Enes completa o time de supermulheres na poesia.<br />
Glosa: Nuances da Oralidade e da Escrita é composto de oficinas e apresentações gratuitas (culminância) e visita as cidades de Tabira e Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú pernambucano.<br />
Para a primeira etapa, no município de São José do Egito (PE), as oficinas gratuitas têm duração de três dias, sendo realizadas pela manhã e à tarde, desta terça-feira (3) até sexta-feira (5), das 8h às 12h. São abordados: a origem da glosa e da mesa de glosas e oralidade e identidade pajeúnica; produção literária de mulheres no improviso e na declamação e performance; métrica, rima e oração e estratégias e técnicas de criação do improviso. As aulas são ministradas no Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá (Rua Governador Walfredo Siqueira, Centro, São José do Egito).<br />
Também é criada a <em>Cartilha da Glosa</em>, nos formatos impresso e e-book, sendo a culminância do projeto a realização da Mesa de Glosas, na sexta-feira (5), a partir das 15h, com disponibilidade de intérprete de libras junto ao grupo para fomentar a acessibilidade e inclusão.<br />
As inscrições para a etapa de São José do Egito podem ser feitas por meio do <a title="Oficina de Glosas - Nuances da Oralidade e da Escrita" href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScKHjUx7RXXoJT8CuNYBDxcnKEHkcqpNB-xeeu9mvwrpfOJUA/viewform?pli=1" target="_blank">formulário</a>. Serão selecionadas 15 alunas.<br />
“A formação de mulheres na glosa representa um forte e estratégico movimento como uma forma de fortalecer o cenário da poesia de repente feita por mulheres fomentando a cultura do improviso da poesia popular”, destacam as organizadoras.<br />
“Nesta oficina as poetas glosadoras da nova geração, junto com a coordenadora de Mesa de Glosas, Luna Vitrolira, pesquisadora da modalidade e mestra em teoria da literatura, estão juntas incentivando o surgimento de novas vozes femininas no improviso, que darão continuidade a essa tradição”, destaca Taciana Enes, produtora executiva.</p>
<p><strong>A GLOSA -</strong> Dentre as centenas de atividades oficiais e paralelas da Festa de Louro, tradicional evento no calendário das artes em Pernambuco, a Mesa de Glosas é uma das mais prestigiadas. A modalidade de poesia de improviso, criada no Pajeú pernambucano, apresenta esquema rígido de funcionamento a partir de métrica em que os poemas são improvisados em décimas com motes elaborados pelo mediador da mesa e revelados apenas na hora da glosa para as poetas.<br />
“Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”, explica Luna Vitrolira.<br />
Para a Festa de Louro 2024 as poetisas pretendem abordar temáticas relacionadas à contemporaneidade, como educação e igualdade, sem abrir mão de assuntos mais poéticos que exaltem a resistência e importância da arte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Mote dado por Dayane Rocha: <em>As Mulheres de Repente têm a força do Sertão</em> (glosa: Erivoneide Amaral):</strong></span></p>
<p><em>Nasceu pra Mesa de Glosa</em><br />
<em>A primeira poetisa</em><br />
<em>Elenilda, que é precisa</em><br />
<em>Foi nossa primeira rosa.</em></p>
<p><em>Tem Dayane corajosa</em><br />
<em>Francisca que é explosão</em><br />
<em>Milene é só emoção.</em></p>
<p><em>Thaynnara completa a gente</em><br />
<em>As Mulheres de Repente</em><br />
<em>Têm a força do Sertão.</em></p>
<p><strong>UM 2023 ARRETADO -</strong> As artistas iniciam 2024 ainda em êxtase pelo sucesso do grupo em 2023, com direito a apresentações em São Paulo, na Festa Literária de Paraty (RJ), apresentações em eventos federais em Brasília (DF) e matérias na mídia importantes, com destaque para uma reportagem gravada pela TV Cultura para o programa <em>Metrópolis</em>.<br />
O grupo possui uma série de conteúdos disponível no Instagram <a title="mulheres_de_repente" href="https://www.instagram.com/mulheres_de_repente/" target="_blank">@mulheres_de_repente</a> e um pouco do resumo dos projetos nos últimos anos está disponível nos links <a title="Flup 22 - Mesa de Glosas do Sertão do Pajeú" href="https://www.youtube.com/watch?v=uhJEABdpdNg" target="_blank">Mesa de Glosa na Flup 2022</a> e <a title="Reportagem Mulheres de Repente - Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV CULTURA" href="https://www.youtube.com/watch?v=Si4vTb4TXB8" target="_blank">Mulheres de Repente: Comemoração dos 35 anos do Programa Metrópolis da TV Cultura</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107463" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/card-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
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		<title>Live da Secult-PE discute o protagonismo feminino na cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-da-secult-pe-discute-o-protagonismo-feminino-na-cultura/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 13:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco está entre os estados de maior produção cultural do país. Nesse mercado, a participação formal das mulheres é de 41%, segundo dados do Ministério da Economia. A média salarial delas é de R$ 2.015, ainda inferior ao que é pago aos homens, cuja média é R$ 2.293. Alguns indicadores sugerem também que as mulheres [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-04-at-12.10.53.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91577" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-04-at-12.10.53-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Pernambuco está entre os estados de maior produção cultural do país. Nesse mercado, a participação formal das mulheres é de 41%, segundo dados do Ministério da Economia. A média salarial delas é de R$ 2.015, ainda inferior ao que é pago aos homens, cuja média é R$ 2.293. Alguns indicadores sugerem também que as mulheres ocupam mais a base desses serviços, ficando os cargos e funções de mais destaque para os homens. O protagonismo da mulher nas manifestações, produtos, serviços e produção da cultura também é uma situação que precisa ser cada vez mais estimulada, fortalecida e oferecida, se o que queremos é promover a igualdade e a valorização, também no contexto da cadeia da cultura.</p>
<p>Neste 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, não poderíamos deixar passar o debate. Por isso, o webprograma Cultura em Rede da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) transmite nesta terça-feira (8), às 19h, a <em>live</em> “Feminismos, Arte e Política”. As convidadas são as artistas pernambucanas <strong>Flaira Ferro</strong> e<strong> Luna Vitrolira</strong> que, para além dos seus diversos projetos solos, estão juntas no espetáculo A Dita Curva&#8221;, com mais outras mulheres igualmente potentes em suas criações (Aishá Lourenço, Isaar, Isadora Melo, Lais de Assis, Sofia Freire, Paula Bujes, Una e Ylana Queiroga).</p>
<p><em>“É um espetáculo que reúne dez mulheres no mesmo palco, uma obra coletiva de muita potência, com diversidade de corpos, vozes, expressões, que se propõe a ressaltar a criação individual de cada participante e a força do feminino. O Dita Curva é ainda um espetáculo promovido pelo Funcultura da Música, tanto na etapa da circulação do show, quanto no disco. O que revela a importância das políticas públicas para promoção da igualdade de gênero, o que no setor cultural, em Pernambuco, temos visto a partir dos editais da Secult-PE e Fundarpe”</em>, diz a jornalista Michelle de Assumpção, que mediará a conversa.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONVIDADAS</strong></span></p>
<p>Formada em Comunicação Social, <strong>Flaira Ferro</strong> é cantora, compositora e dançarina. Foi aluna do lendário mestre Nascimento do Passo. Circulou por festivais no Brasil e no exterior. Realizou espetáculos com a Escola Municipal de Frevo do Recife, integrou a Antonio Nóbrega Cia de Dança (SP) e trabalhou nos espetáculos do Instituto Brincante, onde ministrou aulas de danças brasileiras de 2012 a 2016. Além de cantora, compositora e bailarina, Flaira desenvolve projetos de arte-educação e ministra cursos de música, dança e poesia por todo o país.</p>
<p>A &#8220;Dita Curva&#8221; surgiu de um convite a Flaira para apresentar um show no Janeiro de Grandes Espetáculos. Sob influência de trabalhos com artistas mulheres que havia assistido em São Paulo, imersa em estudos e debates que tratavam do universo feminino e das necessidades das mulheres se colocarem, ela propôs o trabalho inédito de reunir dez artistas. Foi convidando musicistas, compositoras e cantoras com quem já havia dialogado artisticamente.</p>
<p><em>“Quisemos criar um espaço de acolhimento e de escutas para nossas narrativas. A arte é uma poderosa ferramenta de transformação social porque mexe com a subjetividade humana, é essa ponte entre a vida material e imaterial. O frevo foi minha primeira linguagem para compreender a cidade, as questões sociais, a questão da resistência política”</em>, coloca Flaira.</p>
<p>Se no primeiro trabalho autoral, &#8220;Cordões Umbilicais&#8221;, ela trata de questões de autoconhecimento, no segundo, “Virada na Jiraya”, a artista dá seu grito político.<em> “Trata do universo da mulher como a sexualidade, a liberdade sexual, o machismo, as questões de condução de nossa autonomia, a raiva como uma ferramenta importante para o não adoecimento e conformismo”</em>, coloca.</p>
<p><strong>Luna Vitrolira</strong> é escritora, poeta, cantora, atriz, performer, apresentadora, pesquisadora e Mestra em Teoria da Literatura (UFPE). Desenvolve pesquisa acadêmica com ênfase em poética das vozes e poesia de improviso. É autora do livro &#8220;Aquenda- o amor às vezes é isso&#8221;, finalista do prêmio Jabuti 2019. É também idealizadora dos projetos itinerantes “Estados em Poesia”, “De repente uma Glosa” e “Mulheres de Repente”.</p>
<p><em>“Quero trazer o fato de ser mulher negra. Esse é o dia de qual mulher, de que tipo de mulher, qual a memória está sendo celebrada? Porque a mulher negra não entra nesse panorama, porque esse feminismo não dá conta desses outros corpos. A mulher preta perdeu sua humanidade com o racismo estrutural. Então, quando se reivindica por direitos iguais no trabalho, a mulher negra sempre trabalhou. Então, de qual mulher estamos falando?”</em>, questiona Luna.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>POLÍTICA CULTURAL</strong></span></p>
<p>Segundo dados da Secult-PE, dos sete editais lançados com recursos da Lei Aldir Blanc, dois deles tiveram grande presença de proponentes autodeclaradas mulheres, cis ou trans, com 51,5% de participação no edital “Criação, Fruição e Difusão” e 41,4% no “Formação e Pesquisa”. <em>“Esses dados indicam a importância dos indutores para a garantia de um processo inclusivo. Uma experiência muito importante e exitosa que foi colocada em prática no dia-a-dia da gestão da Secult-PE/Fundarpe e que também está presente em editais, a exemplo do Funcultura, como forma de garantir oportunidades iguais para as produtoras culturais do Estado”</em>, explica Silvana Meireles, secretária-executiva de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Nos outros editais do Funcultura (Geral, Música e Microprojeto Cultural), a democratização dos recursos disponibilizados também acontece pelo perfil de gênero, por meio de uma pontuação específica que se traduz em números: no caso do Funcultura Geral (2019-2020), por exemplo, 44,7% dos aprovados foram identificados pelo gênero feminino.</p>
<p>No edital do Funcultura do Audiovisual 2019/2020, um número importante foi o de mulheres nos cargos de direção e de roteiristas das obras audiovisuais aprovadas. As pessoas identificadas com o gênero feminino que ocupam estas funções representam 46,5% do total dos dois editais. Para profissionais negros(as) nestas mesmas funções a taxa é de 33%.</p>
<p>No 14º Edital, em 2021, que era apenas de Produção de Longa-metragem e Produtos para TV, diversidade racial e de gênero foi destaque, pois 47,4% dos projetos aprovados apresentavam pessoas autodeclaradas negras ou indígena na função de diretores ou roteiristas. Nestas mesmas funções tivemos o total de 68,4% de mulheres.</p>
<p>O Funcultura da Música também faz o recorte de gênero para estimular a liderança nas mulheres nos projetos do setor. No final de 2021, quando divulgou o resultado do 5º edital, 74% dos projetos aprovados foram propostos por pessoas autodeclaradas negras e no recorte de gênero, 54% das iniciativas foram apresentadas por mulheres.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Feminismos, Arte e Política”, com Flaira Ferro, Luna Vitrolira e Michelle de Assumpção (mediação)<br />
Quando: 8 de março de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>facebook.com/culturape</strong></a></p>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, mulheres repentistas do Sertão do Pajeú apresentam-se no RJ</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-mulheres-repentistas-do-sertao-do-pajeu-apresentam-se-no-rj/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2022 13:43:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (14), a partir das 16h, o Rio de Janeiro, através da FLUP (Festa Literária das periferias&#8221;, recebe o espetáculo “Mulheres de Repente”. A apresentação acontece no Museu de Arte do Rio, localizado no centro, próximo à praça Mauá, com participação e mediação da multiartista pernambucana Luna Vitrolira. As glosadoras, como são chamadas as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60277" aria-labelledby="figcaption_attachment_60277" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-60277" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto será mediado pela escritora pernambucana Luna Vitrolira</p></div>
<p>Nesta segunda-feira (14), a partir das 16h, o Rio de Janeiro, através da FLUP (Festa Literária das periferias&#8221;, recebe o espetáculo “Mulheres de Repente”. A apresentação acontece no Museu de Arte do Rio, localizado no centro, próximo à praça Mauá, com participação e mediação da multiartista pernambucana Luna Vitrolira. As glosadoras, como são chamadas as artistas dessa modalidade que estarão no evento, trarão uma parte do Sertão do Pajeú para a capital carioca, destacando o protagonismo da nova geração de mulheres improvisadoras. A circulação do espetáculo conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A programação da FLUP acontece entre os dias 11 e 18 de fevereiro, em homenagem à Semana de 22. Na segunda-feira (14), às 16h o espaço recebe a Mesa de Glosas: Mulheres de Repente, que contará com a participação de Elenilda Amaral (Afogados da Ingazeira), Francisca Araújo (Iguaracy), Milene Augusto (Solidão) e Thaynnara Queiróz (Afogados da Ingazeira), Todas sob coordenação de Luna Vitrolira e produção executiva de Taciana Enes.</p>
<p>A Mesa de Glosas é uma modalidade de poesia de improviso criada no Sertão do Pajeú e apresenta esquema rígido de funcionamento, a partir de métrica<br />
<em>&#8220;Os poemas são improvisados em décimas, a partir de motes elaborados por mim, enquanto mediadora, e revelados apenas na hora da glosa para as poetas. Essa estrutura de dois versos determina os assuntos, a forma métrica e as rimas a serem usadas no improviso, além de obrigatoriamente encerrar as estrofes”</em>, explica Luna Vitrolira.</p>
<p>A ideia é promover, no centro da capital carioca, uma vivência literária com diferentes poetas pernambucanas, valorizando a cadeia criativa local do Sertão do Pajeú, incentivando o intercâmbio de artistas da região para o Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p><em>“Os debates atuais acerca das questões de gênero na literatura brasileira questionam o número de autoras, considerado menor do que de autores que atuam no cenário contemporâneo. Quando pensamos no universo da literatura popular e mais especificamente o repente, durante muito tempo, foi reproduzido o discurso de que não existiam mulheres improvisadoras, cantadoras, glosadoras; na verdade, as poucas eram consideradas exceções, visto que essas eram atividades julgadas como masculinas, por serem realizadas majoritariamente por homens em ambientes noturnos de boemia”</em>, destaca Luna Vitrolira ao falar da idealização do projeto.</p>
<p>Ainda de acordo com ela o caminho em busca de maior espaço no campo literário pelas mulheres é parte do esforço da luta por voz e pelo direito de ocupação de territórios também artísticos. <em>“Esse é o caso das mulheres improvisadoras do Sertão do Pajeú que veem cada vez mais se destacando nas mesas. Mulheres de Repente é um projeto que pretende, portanto, ir de encontro, na prática, aos discursos que tiraram das mulheres, durante muito tempo no sertão, o direito de exercerem sua sensibilidade e criatividade poética no improviso. Nesta edição participarão quatro poetas glosadoras da nova geração que se destacam nessa modalidade, como uma forma de apoiar e incentivar o surgimento de novas vozes no improviso, poetas que darão continuidade a essa tradição”</em>, destacou.</p>
<p>Dada a importância desse gênero da literatura oral para a identidade poética pernambucana e para a cena artística nacional, o projeto se apresenta como uma prática de resistência, manutenção e valorização da memória cultural e poética do sertão do Pajeú, também como uma forma de contribuir para difusão dessa tradição, visando expandir, divulgar e promover a poesia de improviso fora do Estado de Pernambuco para que seja conhecida e valorizada no país.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre Luna Vitrolira</strong></span><br />
Pernambucana, 29 anos, é autora do livro &#8220;Aquenda &#8211; o amor às vezes é isso&#8221;, finalista do prêmio Jabuti 2019, que se transformou em projeto transmídia, com o qual estreou na literatura, na música e no cinema, recebendo destaque na crítica nacional. Luna é escritora, poeta, cantora, performer, apresentadora, palestrante, pesquisadora, licenciada em Letras e Mestra em Teoria da Literatura, pela UFPE. Desenvolve pesquisa acadêmica com ênfase em poética das vozes e poesia de improviso. É também idealizadora dos projetos “Estados em Poesia”, “De repente uma Glosa” e “Mulheres de Repente. Luna Vitrolira está representando o Estado de Pernambuco na Exposição FALARES do Museu da Língua Portuguesa, ao lado de Lia de Itamaracá e Miró da Muribeca.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Espetáculo &#8220;Mulheres de Repente&#8221;<br />
Quando: 14 de fevereiro de 2022 (segunda-feira), às 16h<br />
Onde: Museu de Arte do Rio, FLUP &#8211; RJ<br />
Endereço: Praça Mauá, 5 &#8211; Centro, Rio de Janeiro &#8211; RJ, 20081-240)<br />
Acesso gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Luna Vitrolira é uma das autoras selecionadas para a antologia &#8220;Poetas Negras Brasileiras&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/luna-vitrolira-e-uma-das-autoras-selecionadas-para-a-antologia-poetas-negras-brasileiras/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 22:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Poetas Negras Brasileiras - uma antologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Da cidade de Paulista, localizada na Região Metropolitana do Recife, Luna Vitrolira, uma das vozes mais potentes da literatura pernambucana na atualidade, foi uma das autoras selecionadas para integrar o livro “Poetas Negras Brasileiras &#8211; uma antologia”, livro organizado pela escritora cearense Jarid Arraes. Além de Luna, mais de 70 poetas, dos 18 aos 70 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60275" aria-labelledby="figcaption_attachment_60275" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-60275" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A poeta Luna Vitrolira é a única pernambucana que participa da publicação organizada por Jarid Arraes (CE)</p></div>
<p>Da cidade de Paulista, localizada na Região Metropolitana do Recife, Luna Vitrolira, uma das vozes mais potentes da literatura pernambucana na atualidade, foi uma das autoras selecionadas para integrar o livro “Poetas Negras Brasileiras &#8211; uma antologia”, livro organizado pela escritora cearense Jarid Arraes. Além de Luna, mais de 70 poetas, dos 18 aos 70 anos e de diferentes regiões brasileiras, compõem a obra editada pelo selo literário Ferina. Dentre elas, nomes reconhecidos como Cristiane Sobral, Conceição Evaristo, Esmeralda Ribeiro e Mel Duarte.</p>
<p>Disponível em <strong><a href="https://gateway.pr.comunique-se.com.br/api/Campaign/AddCampaignEmailClick/ec81bde2-5f60-4563-fc25-08d95da8209c/https%253a%252f%252famzn.to%252f3zfnCG4/fabe92c2-8c63-403b-38ee-08d7c5ff26d2/bs_brunosouza@hotmail.com/True" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0">pré-venda</a></strong>, a antologia reúne poetas de diferentes faixas etárias, localizações, espiritualidades e compreensões de suas humanidades. Em 128 páginas, a obra panorâmica apresenta vozes contemporâneas e convida a um mergulho em um pluriverso de possibilidades de apreensões da mulheridade negra e suas escritas.</p>
<p>De acordo Aza Njeri, professora e doutora pela UFRJ, que assina a orelha, a obra traduz em<em> “metáforas dissonantes, plasticidades e sonoridades, as experiências éticas e estéticas que atravessam o viver”</em>. Ao mesmo tempo, pondera, a antologia aponta tanto para os dramas coletivos do existir, quanto para uma profunda camada da subjetividade. “Os poemas trazem temas como identidade, linhagem, ancestralidade, sexualidade, cabelo e fenótipo, violência, racismo, equidade, maternidade, amor, paixão… Se tivesse, entretanto, que resumir esta antologia em apenas uma palavra seria força: não aquela romantizada que limita em lugares estanques a potência das mulheres negras, mas a força daquelas mulheres que fazem do verbo as suas armas de guerra e as suas fortalezas”, reforça.</p>
<p><strong>“Mulheres negras escritoras existem, insistem e resistem”</strong><br />
Jarid Arraes foi quem organizou e coordenou a antologia. Nascida em Juazeiro do Norte, na Região Metropolitana do Cariri (CE), Jarid é escritora, poeta e cordelista, autora do premiado “Redemoinho em dia quente” (2019), vencedor dos prêmios APCA, Biblioteca Nacional e finalista do Jabuti. Também é autora de “As lendas de Dandara” (2016), &#8220;Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis” (2017) e “Um buraco com meu nome” (2018). Criadora do Clube de Escrita para Mulheres, é autora de mais de 70 títulos em literatura de cordel.</p>
<p>Em 2019, Jarid Arraes abriu uma chamada pública para que escritoras negras brasileiras enviassem contos e poemas para fazerem parte de uma antologia. &#8220;Não esperava, no entanto, receber apenas dois contos entre centenas de poemas&#8221;, conta. &#8220;A mudança de abordagem foi feita com alegria e todas as mulheres negras que enviaram seus poemas dentro do prazo foram selecionadas.&#8221;</p>
<p>A intenção foi mostrar a diversidade estética e temática das mulheres negras na literatura. &#8220;A grande variedade é a prova que mulheres escrevem e não cabem em apenas uma categoria temática. É a prova de que curadores que não incluem mulheres negras em seus eventos literários precisam ampliar seus repertórios. Mulheres negras escritoras existem, insistem e resistem”, crava a escritora.</p>
<p><strong>Conheça a lista de poetas da antologia</strong><br />
Participam da &#8220;Poetas Negras Brasileiras — uma antologia&#8221;: Conceição Evaristo (poema de abertura), Aline Cardoso, Ana Fátima, Andrea Cristina Garcia, Andrezza Xavier, Benedita Lopes, Bianca Gonçalves, Bianca Chioma, Bruna Barros, Camila Santana, Carina Castro, Cassiane Nascimento, Catita, Cecília Floresta, Cristiane Sobral, Dandara Kuntê, Dayane Tosta, Débora Gil Pantaleão, Eliza Araújo, Esmeralda Ribeiro, Evinha Eugênia, Fabíola Cunha, Fernanda Rodrigues, Georgia Ianka, Gessica Borges, Giovanna Pina, Hilda França, Isabela Alves, Ivy de Lima, Jaisy Cardoso, Jarid Arraes, Jéssica Ferreira, Jéssica Regina, Jhen Fontinelli, Jovina Souza, Juliana Berlim, Juliana Gonçalves Tolentino, Karla Alves, Kiusam de Oliveira, Laís Santos, Lara de Paula Passos, Laura Oliveura, Lorena Ribeiro, Lubi Prates, Luna Vitrolira, Ma Njanu, Maggie Paiva, Magna Oliveira, Maíra Luciana, Mari Vieira, Maria Vitória, Mariana Madelinn, Marília Casaro, Marina Farias, Marli Aguiar, Mayara Ísis, Mel Duarte, Mika Andrade, Natalia Amoreira, Nicole de Antunes, Nina Maria, Nina Rizzi, Orleide Ferreira, Pétala Souza, Priscilla Rosa, Rebeca Victória Rocha, Samantha Machado, Silvia Barros, Stella Almeida, Tainah Cerqueira, Tatiana Nascimento, Thais Andrade, Thamires P. e Zainne Lima da Silva.</p>
<p><strong>Poetas nordestinas da lista:</strong><br />
Ana Fátima (Salvador/BA)<br />
Bruna Barros (Aracaju/SE)<br />
Camila Santana (Salvador/BA)<br />
Cassiane Nascimento (Fortaleza/CE)<br />
Dayane Tosta (Salvador/BA)<br />
Débora Gil Pantaleão (João Pessoa/PB)<br />
Fabíola Cunha (Salvador/BA)<br />
Hilda França (Salvador/BA)<br />
Jaisy Cardoso (Salvador/BA)<br />
Jarid Arraes (Juazeiro do Norte/CE)<br />
Jovina Souza (Salvador/BA)<br />
Karola Alves (Juazeiro do Norte/CE)<br />
Lorena Ribeiro (Salvador/BA)<br />
Luna Vitrolira (Paulista/PE)<br />
Ma Njanu (Fortaleza/CE)<br />
Maggie Paiva (Quixadá/CE)<br />
Mariana Madelinn (Salvador/BA)<br />
Mika Andrade (Fortaleza/CE)<br />
Nicole de Antunes (Salvador/BA)<br />
Nina Maria (Santo Estêvão/BA)<br />
Nina Rizzi (Feira de Santana/BA)<br />
Priscilla Rosa (Natal/RN)<br />
Rebeca Victória Rocha (Salvador/BA)<br />
Tainah Cerqueira (Salvador/BA)<br />
Thais Andrade (Fortaleza/CE)</p>
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		<title>Luna Vitrolira lança álbum e filme ‘Aquenda &#8211; o amor às vezes é isso’</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 19:35:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aquenda – o amor às vezes é isso]]></category>
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		<description><![CDATA[A pernambucana Luna Vitrolira estreia na música com o álbum ‘aquenda – o amor às vezes é isso’, trabalho homônimo ao primeiro livro de poemas da multiartista, finalista do prêmio Jabuti 2019. O lançamento do disco, que acontecerá nesta sexta-feira (26), traz também um curta-metragem com o mesmo nome, dirigido por Gi Vatroi e Aida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60275" aria-labelledby="figcaption_attachment_60275" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-60275" alt="Jan Ribeiro/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">No disco, a artista apresenta 10 canções autorais </p></div>
<p>A pernambucana Luna Vitrolira estreia na música com o álbum ‘aquenda – o amor às vezes é isso’, trabalho homônimo ao primeiro livro de poemas da multiartista, finalista do prêmio Jabuti 2019. O lançamento do disco, que acontecerá nesta sexta-feira (26), traz também um curta-metragem com o mesmo nome, dirigido por Gi Vatroi e Aida Polimeni.</p>
<p>O projeto artístico é resultado de um período de 3 anos de imersão de Vitrolira em estudo e criação. A poesia, ponto de partida da narrativa, se une às influências musicais e cênicas da artista para levar o público a uma reflexão sobre temas urgentes da contemporaneidade.</p>
<p><em>“Aquenda &#8211; o amor às vezes é isso aborda questões que são profundas e exigem cuidado no trato, na entrega. Essas músicas vão dialogar com a vida das pessoas e com suas experiências nesse mundo. Minha intenção é expor esses temas para falar da nossa liberdade, do nosso autopertencimento, do nosso poder e autonomia sobre nossos corpos, vidas, trajetórias, escolhas como um caminho para cura”</em>, conta Luna Vitrolira.</p>
<p>O álbum é composto por 10 faixas autorais que trazem uma diversidade sonora com base na corporeidade da voz de Luna e na estética e rítmica de seus poemas. As músicas apresentam uma fusão de piano, sintetizadores, beats eletrônicos e percussões que dão origem a harmonias e polifonias não convencionais dentro da estrutura pop contemporânea. Esse resultado dialoga com várias influências musicais da multiartista, como Jazz, Swingueira, Brega-Funk, Funk, Rap, Maracatu, Coco e outros ritmos insurgentes.</p>
<p>Em sua narrativa, o disco “aquenda &#8211; o amor às vezes é isso” fala sobre o amor e questiona o modelo romântico ocidental, discutindo temas que envolvem a relação histórica da mulher com a sociedade e o sagrado ancestral. O álbum conta uma história e traz à tona os paradoxos desse sentimento, suas faces e farsas, nas relações afetivas, que implicam violências.</p>
<p>O amor é exposto como fato opressor para dizer sobre cura e liberdade. O trajeto discursivo vai desde a densidade de temáticas como abuso, estupro e feminicídio à leveza da abordagem sobre autopertencimento e consciência da ancestralidade. Desse modo, existe tanto uma atmosfera de mistério, intensa e tempestuosa, quanto uma vibração que incita o desejo de dançar.</p>
<p>Para participar do disco foram convidadas as poetas Roberta Estrela D’Alva, Mel Duarte, Cristal, Tatiana Nascimento, Bell Puã e Bione; a cantora Xênia França e o poeta e cantor José Paes de Lira. Os arranjos receberam a ciência ancestral e catártica das percussões de Lucas dos Prazeres, a bateria hipnótica de Hugo Medeiros, a leveza do beat eletrônico de Pupilo, a sinergia dos beats eletrônicos de Junior Cabral, o piano virtuoso, ancestral e epifânico de Amaro Freitas, que assina a produção musical, os arranjos, sintetizadores e os beats eletrônicos, e a perspicácia de Bruno Giorgi na mixagem e masterização.</p>
<p><em>“Sei que o trabalho causará impacto, mas a gente pode imergir e afundar sem se afogar. Quero abraçar a história, a sensibilidade e a consciência das pessoas como uma forma de acolhimento. Precisamos falar de um outro Amor que não é esse produto que está no mercado, que não é essa realidade de mentira que nos mata. Podemos construir coletivamente outra versão para o Amor”</em>, dispara Vitrolira.</p>
<p><strong>SOBRE A ARTITSTA -</strong> A multiartista pernambucana Luna Vitrolira tem 28 anos. É escritora, poeta, atriz, performer, apresentadora, Mestra em Teoria da Literatura, pesquisadora da poética das vozes e da poesia de improviso do Sertão do Pajeú/PE. Idealizadora dos projetos “De Repente uma Glosa”, “Mulheres de Repente” e “ Estados em Poesia”, iniciou sua trajetória aos 15 anos como declamadora de poemas no universo da literatura oral e de Cordel. Ao completar 10 anos de carreira, publicou seu primeiro livro de poemas, “aquenda &#8211; o amor às vezes é isso”, finalista do prêmio Jabuti 2019, que tem recebido destaque da crítica nacional.</p>
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		<title>Versão digital do Outras Palavras amplia debate entre literatura e ensino-aprendizagem</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/versao-digital-do-outras-palavras-amplia-debate-entre-literatura-e-ensino-aprendizagem/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 22:12:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[bate-papo]]></category>
		<category><![CDATA[clarice freire]]></category>
		<category><![CDATA[copilado]]></category>
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		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Beltrão]]></category>
		<category><![CDATA[virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponte entre escritores e estudantes da rede estadual de ensino pernambucana, o projeto Outras Palavras, desde o mês de maio, tem ampliado o debate entre literatura e ensino-aprendizagem, através da transmissão de uma série de lives que ocupam quinzenalmente o perfil da Secult-PE/Fundape no Instragram, o @cultura.pe. A partir de um bate-papo mediado pelo jornalista Marcus [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73706" aria-labelledby="figcaption_attachment_73706" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/outras-palavras.jpg"><img class="size-full wp-image-73706" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/outras-palavras.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O projeto Outras Palavras, que antes ocupava as salas de aulas espalhadas por todo o Estado de Pernambuco, agora acontecem virtualmente no perfil do Instragram da Secult-PE/Fundape, o <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@cultura.pe</strong></a></p></div>
<p>Ponte entre escritores e estudantes da rede estadual de ensino pernambucana, o projeto <strong>Outras Palavras</strong>, desde o mês de maio, tem ampliado o debate entre literatura e ensino-aprendizagem, através da transmissão de uma série de lives que ocupam quinzenalmente o perfil da Secult-PE/Fundape no Instragram, o <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@cultura.pe</strong></a>.</p>
<p>A partir de um bate-papo mediado pelo jornalista Marcus Iglesias (integrante da equipe de Comunicação da Secult-PE/Fundarpe), que condensa e reproduz as perguntas envidadas por alunos de várias regiões do Estado de Pernambuco aos autores convidados, os encontros virtuais funcionam como uma espécie de fórum, onde discentes e docentes, além de lerem as obras dos escritores entrevistados, podem apresentar suas considerações a respeito dos livros lidos e conhecerem mais de perto quem está por trás de todas aquelas histórias narradas nas publicações. Ou seja, a cada edição, o projeto busca expandir o conhecimento/a visão crítica de mundo dos alunos, não só por intermédio da prática da leitura, mas, tendo a literatura como ferramenta e aliada, contextualizar os conteúdos apre(e)ndidos.</p>
<p>Nos últimos três encontros, a iniciativa reuniu os escritores <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/luna-vitrolira-e-a-proxima-convidada-da-live-do-outras-palavras/" target="_blank"><strong>Luna Vitrolira</strong></a> (dia 15/6), <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/outras-palavras-recebe-o-jornalista-roberto-beltrao-para-uma-conversa-sobre-as-assombracoes-do-recife-velho/" target="_blank"><strong>Roberto Beltrão</strong></a> (dia 1º/6) e <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/outras-palavras-tera-transmissao-online-com-a-participacao-de-clarice-freire/" target="_blank">Clarice Freire</a> </strong>(dia 18/5). Para quem perdeu as lives ou quer revê-las novamente, o <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Portal Cultura.PE</strong></a> apresenta abaixo os vídeos na íntegra. Aperte o play e confira:</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CBeZhABg8vq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CBeZhABg8vq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
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</div>
</div>
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CBeZhABg8vq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">Live do Outras Palavras com a participação da poeta e escritora pernambucana Luna Vitrolira</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/culturape/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Secretaria de Cultura &#8211; PE</a> (@culturape) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-06-15T23:57:45+00:00">15 de Jun, 2020 às 4:57 PDT</time></p>
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<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CAWTNVTgdrK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CAWTNVTgdrK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CAWTNVTgdrK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">Edição do Outras Palavras 2020 com a participação da poeta e escritora Clarice Freire.</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/culturape/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Secretaria de Cultura &#8211; PE</a> (@culturape) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-05-18T23:57:13+00:00">18 de Mai, 2020 às 4:57 PDT</time></p>
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<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CBLqOFIAYvA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CBLqOFIAYvA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
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<p style=" margin:8px 0 0 0; padding:0 4px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CBLqOFIAYvA/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#000; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none; word-wrap:break-word;" target="_blank">O jornalista e escritor, Roberto Beltrão, foi o convidado da live do ‘Outras Palavras’ no dia 1/6. Em um bate-papo pra lá de assombrado, Beto falou um pouco sobre as lendas mais aterrorizantes do nosso estado, além de falar sobre sua trajetória como escritor. A live foi uma homenagem em comemoração aos 120 anos de nascimento do sociólogo e escritor Gilberto Freyre. A conversa descontraída e interessante, claro, rendeu muitas perguntas e a participação de jovens da rede pública de ensino. Aperta o play e vem saber qual foi a boa da live assombrada. . . #culturape #literatura #outraspalavras . . #culturape #literatura #outraspalavras</a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;">Uma publicação compartilhada por <a href="https://www.instagram.com/culturape/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px;" target="_blank"> Secretaria de Cultura &#8211; PE</a> (@culturape) em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-06-08T17:26:52+00:00">8 de Jun, 2020 às 10:26 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
<p><strong>OUTRAS PALAVRAS -</strong> Realizado pela Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Secretaria de Educação e Esportes (SEE-PE) e apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o <strong>Outras Palavras</strong> em formato digital tem sido utilizado como material didático pelos professores que atendem aos alunos da rede pública de ensino. O contato com os estudantes é feito por meio de grupos do Whatsapp, ligados às 16 unidades das Gerências Regionais de Educação que existem no Estado. A transmissão também é aberta aos mais de 40 mil seguidores do <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a> e todas as demais pessoas que tiverem interesse em acompanhar a live.</p>
<p>O Outras Palavras é uma das políticas públicas desenvolvidas pela Secult-PE/Fundarpe que integra cultura, educação e cidadania com as variadas expressões artísticas. O projeto tem como proposta promover a conexão entre estudantes e professores com escritores pernambucanos renomados e mestres da cultura popular do Estado. Em quatro anos, o Outras Palavras beneficiou mais de <strong>25 mil joven</strong>s de <strong>658 escolas</strong>, que receberam mais de<strong> 7.100 livros</strong> nas <strong>113 edições</strong> realizadas até aqui, sempre levando escritores, artistas e patrimônios de Pernambuco para dialogar com os jovens dentro das instituições de ensino.</p>
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		<title>Luna Vitrolira é a próxima convidada da live do Outras Palavras</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/luna-vitrolira-e-a-proxima-convidada-da-live-do-outras-palavras/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 18:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A artista Luna Vitrolira, autora do livro “Aquenda, o amor às vezes é isso” (finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2019, na categoria Poesia), é a próxima convidada da live do Outras Palavras, realizada por meio do Instagram da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe), o @culturape (http://www.instagram.com/culturape). [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77264" aria-labelledby="figcaption_attachment_77264" class="wp-caption img-width-490 alignnone" style="width: 490px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-04-at-21.10.50.jpeg"><img class="size-medium wp-image-77264" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/WhatsApp-Image-2020-06-04-at-21.10.50-490x486.jpeg" width="490" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Luna Vitrolira é poeta, declamadora, cantora, atriz, performer, arte educadora, professora, pesquisadora de literatura oral, e produtora cultural</p></div>
<p>A artista Luna Vitrolira, autora do livro “Aquenda, o amor às vezes é isso” (finalista do Prêmio Jabuti de Literatura 2019, na categoria Poesia), é a próxima convidada da live do Outras Palavras, realizada por meio do Instagram da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico de Pernambuco (Fundarpe), o @culturape (<strong><a href="http://www.instagram.com/culturape">http://www.instagram.com/culturape</a></strong>). O encontro está marcado para a próxima segunda-feira (15), às 20h, com mediação do jornalista Marcus Iglesias, da Secult-PE/Fundarpe. A transmissão é aberta ao público em geral.</p>
<p>Luna Vitrolira, que já participou do Outras Palavras, também é poeta, declamadora, cantora, atriz, performer, arte educadora, professora de literatura brasileira, pesquisadora de literatura oral, e produtora cultural. No segundo semestre deste ano, por exemplo, vai lançar um disco poético e musical. No seu Instagram (<a href="https://www.instagram.com/luna_vitrolira/" target="_blank"><strong>@luna_vitrolira</strong></a>), tem convidado o público a participar da interação “Me conta tua história que eu te escrevo um poema”.</p>
<p>O objetivo da atual temporada do Outras Palavras é proporcionar, por meio das transmissões online, o acesso à cultura aos jovens em geral, mas focando nos que estudam nas escolas da rede pública do estado, por meio de conversas virtuais com artistas, escritores e produtores culturais no <a href="http://www.instagram.com/culturape" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>.</p>
<div id="attachment_77262" aria-labelledby="figcaption_attachment_77262" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan RIbeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/49243627891_8616a3edc8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-77262" alt="Jan RIbeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/49243627891_8616a3edc8_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dentre os projetos que têm produzido, Luna Vitrolira vai lançar, no segundo semestre deste ano, um disco homônimo com música e poesia</p></div>
<p>Realizado pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Secretaria de Educação e Esportes (SEE-PE) e apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), as lives do Outras Palavras também serão utilizadas como material didático pelos professores que atendem aos alunos das escolas públicas.</p>
<p>Gilberto Freyre Neto, secretário de Cultura de Pernambuco, destaca a parceria do Outras Palavras com a SEE-PE. “A partir desse diálogo conseguimos alcançar milhares de jovens que fazem parte da rede pública de ensino aqui em Pernambuco, aproximando-os da literatura e das manifestações da nossa cultura”.</p>
<p>Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, explica que “o formato de live no Instagram tem a proposta de continuar realizando o Outras Palavras seguindo as recomendações de isolamento social para controle da pandemia do COVID-19 em Pernambuco”.</p>
<p>Secretária Executiva de Educação Integral e Profissional da SEE-PE, Maria Medeiros reforça que esta “parceria é muito significativa para estudantes e educadores em tempo de suspensão de aulas presenciais, levando a cada uma e cada um, virtualmente, os valores culturais pernambucanos”.</p>
<div id="attachment_77263" aria-labelledby="figcaption_attachment_77263" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan RIbeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/49243628411_ea7d3a5129_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-77263" alt="Jan RIbeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/06/49243628411_ea7d3a5129_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Luna Vitrolira participou de uma edição do Outras Palavras, no ano passado, com a participação de estudantes de várias escolas da RMR</p></div>
<p>De acordo com Andréa Mota, coordenadora do Outras Palavras na Secult-PE, “a ideia é um ajuste aos novos tempos para continuar ao lado da educação, estimulando o encontro de estudantes e educadores com o melhor da cultura pernambucana produzido nos dias de hoje”. As lives acontecerão quinzenalmente com um artista convidado. Na semana seguinte, um vídeo com depoimentos dos estudantes que participaram do projeto é publicado no <strong><a href="http://instagram.com/culturape" target="_blank">@culturape</a></strong>.</p>
<p><b>Outras Palavras -</b> Política pública que integra cultura, educação e cidadania com as variadas expressões artísticas, o projeto tem como proposta promover a conexão entre estudantes e professores com escritores pernambucanos renomados e mestres da cultura popular do estado. Em quatro anos, o Outras Palavras beneficiou mais de 25 mil jovens de 658 escolas, que receberam nas suas bibliotecas mais de 7.100 livros nas 113 edições realizadas até aqui, sempre levando escritores, artistas e patrimônios vivos de Pernambuco para dialogar com os jovens.</p>
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		<title>&#8220;Encontro Poesia, Corpo e Protesto&#8221; movimenta a Torre Malakoff neste domingo (20)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-poesia-corpo-e-protesto-movimenta-a-torre-malakoff-neste-domingo-20/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2018 14:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Torre Malakoff sedia neste domingo (20), às 16h, o Encontro Poesia, Corpo e Protesto. Com declamação e performance das poetas Patricia Naia, Bione, Bell Puã, Adelaide Santos, Joy Thamires, LuNa Vitrolira, e dos poetas Gleison Luiz Nascimento, David Henrique, Tenório Pierre e Philippe Wollney, o evento é um desdobramento da reportagem de capa da Continente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60718" aria-labelledby="figcaption_attachment_60718" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Encontro-Poesia-Corpo-e-Protesto-Revista-Continente-Torre-Malakoff.jpg"><img class="size-medium wp-image-60718" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Encontro-Poesia-Corpo-e-Protesto-Revista-Continente-Torre-Malakoff-607x449.jpg" width="607" height="449" /></a><p class="wp-caption-text">Bell Puã, Gleison Nascimento, Philippe Wollney e LuNa Vitrolira são alguns dos convidados do &#8220;Encontro Poesia, Corpo e Protesto&#8221;</p></div>
<p>A Torre Malakoff sedia neste domingo (20), às 16h, o <strong>Encontro Poesia, Corpo e Protesto</strong>. Com declamação e performance das poetas Patricia Naia, Bione, Bell Puã, Adelaide Santos, Joy Thamires, LuNa Vitrolira, e dos poetas Gleison Luiz Nascimento, David Henrique, Tenório Pierre e Philippe Wollney, o evento é um desdobramento da reportagem de capa da <a href="https://www.revistacontinente.com.br/edicoes/209/a-poesia-do-corpo" target="_blank"><strong>Continente #209 (maio/2018)</strong></a>, que, do Recife ao Pajeú, apresenta uma nova geração de poetas declamadores que instiga debates contemporâneos a partir da oralidade e da web. O Som na Rural  também marcará presença no encontro, que tem acesso gratuito.</p>
<p>Antes disso, porém, confira um pouco da performance das poetas Bell Puã e Bione:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zu2Ij_ypkQw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/MetRblHR9mo" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Encontro Poesia, Corpo e Protesto<br />
Quando: domingo (20), às 16h<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
Acesso gratuito</p>
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		<title>Luna Vitrolira poetiza o amor em seu primeiro livro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/luna-vitrolira-poetiza-o-amor-em-seu-primeiro-livro/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2018 17:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Michelle Assumpção Aquenda – o amor às vezes é isso. O intrigante enunciado é o título do livro de poesias, o primeiro, da poetisa pernambucana Luna Vitrolira. Luna, recifense, que desde os quinze começou a recitar poesias e depois passou a escrever seus próprios textos, deixou a oralidade para registrar, no papel, não um amontoado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60275" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-3-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Michelle Assumpção</strong></p>
<p><i>Aquenda – o amor às vezes é isso.</i> O intrigante enunciado é o título do livro de poesias, o primeiro, da poetisa pernambucana Luna Vitrolira. Luna, recifense, que desde os quinze começou a recitar poesias e depois passou a escrever seus próprios textos, deixou a oralidade para registrar, no papel, não um amontoado de poesias produzidas ao longo desse tempo que passou recitando em festas literárias e saraus. A partir do que já havia escrito desde essa época, ela construiu um livro conceitual, no qual cada texto costura as etapas de uma história que está na base da criação de toda e qualquer mulher: a busca pelo amor idealizado, aquele para o qual somos ensinadas a viver (e a morrer, em alguns casos).</p>
<p>Pode ser sim a história de qualquer mulher, mas Luna vai na mulher que sofre ainda mais nessa busca: a negra, pela solidão que enfrenta, por estar fora dos padrões.</p>
<p><em>“Na verdade, acho que todas e todos nós somos criados e criadas para encontrar o amor da nossa vida. O amor ocupa um lugar na nossa vida que parece que não tem outra coisa. Só o amor pode ocupar, e a gente vive obsessivamente procurando isso, e nada faz sentido quando não temos uma pessoa do nosso lado. A gente é criado como se precisássemos da outra metade. A gente não é criado como um indivíduo inteiro, que precisa do outro para se tornar um ser humano inteiro. E a gente não sabe o quanto isso mexe com a nossa personalidade. A gente se torna dependente de outras pessoas e isso se reflete nas relações. Para gente, que é mulher, cresce esperando o príncipe encantado, e é educada para estar sempre linda para este ser encantado e não ser essa mulher sozinha que não deve viver solidão afetiva. Como funciona essa solidão para uma mulher que é negra e marginalizada na sociedade? Uma mulher que precisa construir essa independência para não ficar se sufocando pela solidão por que que passa? Porque ela não é aquela mulher que está dentro dos padrões, física e psicologicamente”</em>, conta a autora.  Sim, as poesias de Luna são uma porrada no amor romantizado, no amor de novela, de música sertaneja e de comédias românticas.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-109-cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60276" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-109-cópia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O livro &#8211; que nasce dez anos após a entrada de Luna na poesia, pela via oral – será lançado neste sábado (5), na 11ª FestiPoa Literária, que está acontecendo em Porto Alegre, e que traz a escritora mineira Conceição Evaristo, tida como a principal voz da literatura de autoria negra no Brasil, como homenageada do evento. Além da pernambucana Luna Vitrolira, a programação conta com nomes como Djamila Ribeiro, Luedjiluna Luna, Chico César, Barbara Santos, Linn da Quebrada, Mel Duarte e Márcio Junqueira.</p>
<p><em>“O título diz isso: &#8216;se liga, o amor na prática não está muito ligado ao que a gente idealiza, aquela coisa bonita, utópica, a paixão&#8217;. Na prática, as pessoas são agressivas, possessivas&#8230; Isto é, o amor é o contrário dessa idealização. Sempre fiquei muito impressionada como a passionalidade é naturalizada nas relações. É impressionante como a gente acha que ciúme é prova de amor, e que briga de amor se resolve na cama. As pessoas ainda reverberam essa ideia. Isso sempre me machucou muito”</em>, coloca Luna.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-60277" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Luna-Vitrolira-68-cópia-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p><b>DISTRIBUIÇÃO </b>– Luna conta que não acharemos seu livro (que sai pela editora independente Patuá, de São Paulo) nas prateleiras das grandes livrarias, que costumam destinar os livros de poesias às prateleiras mais escondidas.  Ela quer andar com o material debaixo do braço, como sempre fez com a sua poesia. Vai recitar e vender em praças, feiras, festas, escolas, festivais e para mais onde for chamada com sua poesia. <em>“Eu sou uma poeta declamadora. Eu tiro o livro da estante para levar para as pessoas. Então, para mim é muito mais importante levar meu livro para oferecer em praças, festivais, sarau, evento na escola. Eu prefiro isso, entregar na mão. E falar sobre ele”</em>, afirma.</p>
<p>Feito com a ajuda de vários parceiros, entre eles o escritor Marcelino Freire, que acompanha a trajetória de Luna desde muito cedo, o livro terá um disco também. Afinal, tudo começou com o som. Da voz de Luna, que agora também ganha o auxílio luxuoso das vozes de Lirinha e também de Marcelino Freire, e do piano de Amaro Freitas, produtor e arranjador do projeto.</p>
<p>É Luna para ler, ouvir, mas, sobretudo, pensar. Pensar no amor de outra maneira. Porque nas poesias finais a personagem vai se reconhecendo, descobrindo o próprio corpo, percebendo que ela não precisava encontrar o amor da vida, que ela independe de ter a outra metade da laranja, então ela descobre o amor por si mesma, o se dar prazer, a independência.</p>
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		<title>Fruto de uma oficina literária, antologia poética reúne vários autores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 17:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir da oficina literária A palavra confessa, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26928" aria-labelledby="figcaption_attachment_26928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Fernandes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26928" alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento cultural localizado no Bairro do Recife recebe o lançamento da antologia</p></div>
<p>A partir da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/oficina-de-poesia-confessa-resgata-o-eu-poetico-dos-participantes/" target="_blank">oficina literária A palavra confessa</a>, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro <strong>A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos</strong>, impresso pela editora Castanha Mecânica e com obras dos autores participantes da oficina citada, será lançado neste domingo (13), às 15h, na Torre Malakoff – local que abrigou as aulas e deu título à obra. A entrada é gratuita e o evento será seguido de um debate e sarau com os escritores.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento.png"><img class="size-medium wp-image-52222 aligncenter" alt="A-TORRE-capa do evento" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento-607x227.png" width="607" height="227" /></a><br />
Organizadora da oficina, a coordenadora de Literatura da Secult-PE explica a importância dos encontros que possibilitaram o surgimento deste livro. <em>“A Torre foi erguida por diversas vozes, a partir da oficina de poesia confessional. Reverberando a partir dela, seu eco poderá ser ouvido &#8211; ou lido, para além das paredes da Malakoff. É muito gratificante ver que, de forma espontânea, essas pessoas se entrelaçaram para produzir uma publicação confessional, artesanal e coletiva, uma tríade que revigora a crença na liga que só as palavras têm”,</em> comenta ela. As aulas foram ministradas pelo escritor Stefanni Marion, de São Paulo.</p>
<p>Participaram da publicação Adélia Coelho Flô, Carlos Seixas, Crislaine Venceslau, Daniela Câmara, Diego de França, Fred Caju, Gabriel Góes, Guto Santana, Josemar Ferreira, Lúcio Pessôa, Luna Vitrolira, Maíra Borges, Maria Samara, Meca Moreno, Paulo Queiroz, Teresa Coelho e Wolder Wallace.</p>
<div id="attachment_52223" aria-labelledby="figcaption_attachment_52223" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg"><img class="size-full wp-image-52223 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta&#8221;, explica Luna Vitrolira, uma das participantes da oficina e da publicação</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com Luna Vitrolira, de 25 anos, a oficina foi um exercício de libertação das amarras. <em>“Um exercício de se abrir pras pessoas e de escrever e dizer a poesia. No meu caso eu estava particularmente muito fechada, muito travada, ignorando, na verdade, minha potencia de escrita, minhas vontades meus desejos. Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta. Foi especial estar com essas pessoas, e me abrir de novo para a vida e para a arte”,</em> ressalta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Lançamento do livro ‘A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos’</em><br />
Domingo (13) | 15h<br />
Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife)<br />
Entrada gratuita | Valor da antologia: R$ 20<br />
<a href="https://www.facebook.com/events/1709284016033405/" target="_blank">Evento no Facebook</a></p>
<p><strong>Ficha Técnica do livro:</strong><br />
Edição: Castanha Mecânica<br />
Idealização, organização e prefácio: Stefanni Marion<br />
Projeto gráfico e material publicitário: Felipe Cadena<br />
Revisão: Teresa Coelho<br />
Texto de capa: Sidney Rocha</p>
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