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	<title>Portal Cultura PE &#187; Maria dos Prazeres</title>
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		<title>Cais do Sertão realiza rodas de conversa sobre mulheres que são Patrimônios Vivos</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2020 21:57:43 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Para celebrar o mês dedicado às mulheres, o Centro Cultural Cais do Sertão, em parceria com a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) promove rodas de conversa para destacar a trajetória das mulheres que são Patrimônio Vivo de Pernambuco, a exemplo da parteira Dona Prazeres e da repentista Mocinha de Passira.</p>
<p>Os encontros acontecem a partir desta quarta (11) e até a próxima sexta (13), sempre começando às 14h30, na Sala Todo Gonzaga, dentro do museu. Outro presente para as mulheres é a entrada gratuita no museu até domingo (15).</p>
<div id="attachment_58371" aria-labelledby="figcaption_attachment_58371" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-58371" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Dona dos Prazere, 82 anos, vai compartilhar sua experiência à frente dos mais de cinco mil partos que já realizou</p></div>
<p>Nesta quarta-feira (11), a temática é a atividade de partejar, mantida há mais de 60 anos por Maria dos Prazeres de Souza, a Dona Prazeres, 82 anos. Durante todo este tempo, foram mais de cinco mil partos &#8211; e nenhum óbito no currículo. Além dela, participam da roda de conversa a parteira Dani Siqueira e a psicóloga Dan Gayoso, que atua na preparação e assistência ao parto como educadora perinatal e doula. A mediação é da antropóloga Elaine Müller (UFPE).</p>
<p>Na quinta-feira (12), será a vez das mestras da cultura popular do Estado. O bate-papo vai reunir a repentista Mocinha de Passira, a circense Índia Morena e a brincante Cristina Andrade, mestra de ciranda, pastoril e urso. A conversa será sobre a riqueza das expressões culturais de Pernambuco, além de um pouco da trajetória de cada uma delas e contará com a mediação da jornalista Michelle de Assumpção (assessora da Secult-PE/Fundarpe). Haverá ainda uma homenagem às mulheres que são Patrimônios Vivos de Pernambuco, com um certificado. Selma do Coco e Ana das Carrancas, já falecidas, também serão rememoradas.</p>
<p>Para fechar a semana, na sexta-feira (13), o artesanato pernambucano ganha atenção. O papo será mediado pela coordenadora de Artesanato da AD Diper, Maria do Socorro Leão, e contará com a participação das artesãs Neguinha e Mauricéia Henrique Silva, da Associação de Artesãs Flor de Barro, de Caruaru. A gestora do Museu do Barro de Caruaru, Maria Amélia Carneiro Campello, e a doutora em design Ana Andrade, uma das criadoras do laboratório Imaginário, também participam. O acesso é gratuito.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Rodas de conversa com mulheres Patrimônio Vivo de Pernambuco<br />
De 11 a 13 de março, às 14h30<br />
Onde: Centro Cultural Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, s/n, Bairro do Recife)<br />
Informações: (81) 3182-8266<br />
Entrada franca</p>
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		<title>Pelas mãos de Dona Prazeres, uma multidão</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2018 21:34:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Dona Maria dos Prazeres tem uma interpretação diferente para o que leu na Bíblia. “Deus fez a mulher de uma maneira tão especial, sabia? Primeiro, ele fez os pássaros, os rios, o mundo todinho, o homem e só depois disso tudo, ele fez a mulher. A mulher não foi feita diretamente do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58370" aria-labelledby="figcaption_attachment_58370" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39744269515_bb1ff0cb60_z.jpg"><img class="size-full wp-image-58370" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39744269515_bb1ff0cb60_z.jpg" width="640" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Em atuação desde 1958, as mãos de Dona dos Prazeres já fizeram mais de 5 mil partos sem nenhum óbito</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>Dona Maria dos Prazeres tem uma interpretação diferente para o que leu na Bíblia. <em>“Deus fez a mulher de uma maneira tão especial, sabia? Primeiro, ele fez os pássaros, os rios, o mundo todinho, o homem e só depois disso tudo, ele fez a mulher. A mulher não foi feita diretamente do pó da terra, ela veio do osso e é por isso que ela é tão forte”,</em> lembrou ela, religiosa que é, ao falar de um dos personagens principais do trabalho que lhe conferiu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2017.</p>
<p>Parteira há mais de 60 anos com mais de 5 mil partos e nenhum óbito no currículo, Prazeres tem propriedade para falar da potência de um momento que pode ser a expressão máxima da fortaleza feminina, não só pelo esforço físico, mas também pelo que a maternidade representa. Como testemunha de situações diversas que a profissão lhe proporcionou, pode observar que o parto também é um ato de resistência e reafirmação da mulher que, ao dar à luz, assume um novo compromisso e resinifica a sua permanência no mundo.</p>
<p><em>“Já atendi partos em que o pai estava aguardando do lado de fora com uma arma na mão pronto para matar todo mundo, em que a mãe não sabia o que fazer porque o pai não queria registrar o filho, em que não havia roupa para vestir o bebê, em que eu mesma paguei para a família comer algo”</em>, descreve ela algumas das experiências que presenciou e também ajudou a solucionar extrapolando, várias vezes, os limites da sua função. A escolha por um ofício tão difícil, ela acredita ser consequência de um plano divino.<em> “Para ser parteira é preciso ser corajosa, não andar com mentira e, o mais importante, tem que ser escolhida por Deus</em>”, defende ela que, apesar da sua religião particular, tolera os diferentes tipos de credo e cultos durante os partos que atende.</p>
<p><strong>O NASCIMENTO DA PARTEIRA</strong></p>
<p>A empatia para ajudar tantas mulheres em um momento determinante talvez seja fruto da sua própria origem tão desafiadora quanto a de tantas mães que atendeu. Filha de um breve relacionamento &#8216;proibido&#8217;, Dona Prazeres teve que ir embora de Natal, onde nasceu em 1937, com apenas 15 dias de vida, quando seu pai a trouxe para Jaboatão, onde foi criada pela parteira Dona Francisca. A medida foi necessária para que a mãe biológica não fosse castigada pela relação não oficializada com o visitante funcionário da rede ferroviária e assim, Maria dos Prazeres foi registrada como pernambucana. <em>“Quando recebi o prêmio Bertha Lutz, em 2008, eu fui a única do Nordeste e até disseram: você está com 9 estados nas suas mãos. É muito, né?</em> <em>Mas eu gosto muito do Nordeste”</em>, comenta ela, sobre a mistura.</p>
<p>Neta e filha de parteiras, Dona Francisca havia herdado a tradição do partejar que, desde a infância, intrigava Maria dos Prazeres. <em>“Eu era muito curiosa, queria saber de tudo. Fui criada numa época de muita rigidez, quando eu perguntava a minha mãe o que ela fazia, ela dizia que menina não podia saber dessas coisas. Havia uma tradição antigamente que, quando o bebê nascia, queimava-se alfazema. Quando eu sentia o cheiro de alfazema, já ia para o quarto para ver o que era. Minha mãe não me dizia nada, mas eu ficava escutando tudo o que ela falava com as outras e prestando atenção”</em>, diz ela, que testava seus conhecimentos clandestinamente adquiridos nos animais da vizinhança, onde fazia partos na cadela, na gata e até na vaca.</p>
<p>Um dia, surgiu uma emergência na vizinhança e Dona Francisca não estava em casa. <em>“Eu fui e fiz tudo do jeito que eu via minha mãe fazer e falar. Quando ela chegou em casa, quis saber onde eu estava. ‘Na casa de Dona Teté. Peguei a menina’, respondi. Ela achou uma loucura, mas viu que saiu tudo bem</em>”, relembra ela, sobre o primeiro parto em 1958. Depois desse episódio, Dona Prazeres conquistou a confiança da mãe e passou a acompanhá-la nos demais partos. Não satisfeita com os conhecimentos de parteira tradicional, concluiu o curso de Enfermagem Obstetrícia, na Faculdade de Medicina, em 1971, e fez vários outros cursos relativos ao partejar, inclusive a faculdade de Farmácia, para aprimorar seus trabalho.</p>
<div id="attachment_58371" aria-labelledby="figcaption_attachment_58371" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundaré</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z.jpg"><img class="size-full wp-image-58371" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25769262597_d0a2ddbb38_z.jpg" width="640" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Para ampliar seus conhecimentos, Dona Prazeres também se formou em Enfermagem Obstetrícia e Farmácia</p></div>
<p><strong>FORMAÇÃO CIENTÍFICA</strong></p>
<p><em>“Tenho um bisneto que nasceu na minha mão com 4kg e 54cm. Minha nora não levou ponto nenhum por conta do nascimento dele, porque eu aprendi na faculdade uma técnica para proteger o períneo. Antigamente, as parteiras tradicionais recomendavam as mulheres a passarem oito dias deitadas na cama após o parto. Na faculdade, aprendi que era importante para a circulação já algumas horas depois do parto normal a mulher caminhar”</em>, lista ela, a necessidade de possuir o conhecimento científico para o exercício da função.</p>
<p>Embora defenda o parto humanizado, ela não insiste para que os bebês nasçam em domicílio, caso haja contraindicações ou mesmo se a mãe simplesmente achar melhor ir para o hospital.<em> “A mulher deve fazer o que ela quiser. Ela é a protagonista do próprio parto. Se ela quiser parir de cócoras, de banda, na rede ou pendurada, é ela quem decide, eu a ajudo a fazer isso. Se quiser ir para o hospital e fazer uma cesárea, eu não me oponho também. O que posso fazer é dar algumas sugestões diante do que é possível”</em>, explica ela, que diz já ter sido consultada por médicos que tentavam fazer partos humanizados e sempre terminavam na cesárea.</p>
<p>A proximidade com o meio veio com os anos de trabalho também em hospitais. Após formar-se em Enfermagem Obstetrícia, passou 24 anos trabalhando no Hospital da Beneficência Portuguesa. Como aposentada, ainda ganhou mais 10 anos de disponibilidade, quando trabalhou também no Hospital Português e na Maternidade da Encruzilhada. Somente em 2005, parou de trabalhar completamente nas maternidades. Mesmo enquanto era funcionária dessas instituições, nunca deixou de atender os partos em domicílio, sem nunca cobrar pelo serviço. <em>“Depois do primeiro parto, disparei. Fiz parto na minha casa, na dos outros, na rua, na maternidade, em ônibus. Me formei enfermeira obstetra, mas é como parteira que me sinto realizada e completa</em>”, destaca ela, que deu à luz a três filhos. Dois nasceram em casa e um de parto normal na maternidade, somente porque a parteira amiga estava de plantão na ocasião.</p>
<div id="attachment_58372" aria-labelledby="figcaption_attachment_58372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40640125291_7fa3b279d6_z.jpg"><img class="size-full wp-image-58372" alt="Jan Ribeiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40640125291_7fa3b279d6_z.jpg" width="640" height="424" /></a><p class="wp-caption-text">Defensora do parto humanizado, Dona Prazeres busca repassar o seu conhecimento através de vivências e cursos que possam dar continuidade ao seu trabalho</p></div>
<p><strong>PERPETUAÇÃO </strong></p>
<p>Residente de Jaboatão até os dias atuais, Dona Prazeres vive em uma casa com um amplo quintal onde cultiva plantas como a aroeira, noni, colônia, jucá, entre outras que têm princípios medicinais e que são usadas para auxiliar a recuperação das mães. <em>“Fiz farmácia pra não fazer besteira e pra saber o que pode e o que não pode</em>”, esclarece ela, sobre os cuidados que tomou ao longo de sua formação como parteira. “<em>Hoje eu não tenho saído muito para fazer muitos partos, meu trabalho agora é um grupo de pupilas que estou ensinando detalhes de cada coisa, não só no parto, mas também na gravidez”</em>, fala ela, que fez seu parto mais recente em 2016. Aos 80 anos, Dona Prazeres já não tem mais tanta disponibilidade para acompanhar os partos e seus imprevistos, por isso prefere investir nas vivências em que repassa o seu conhecimento, como fez durante anos no projeto Comadre e na Associação das Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes.</p>
<p><em>“A parteira é uma heroína, ela faz simbiose, ela está em todas. Parteira é ser mãe, é ser amiga, é ser líder, é ser tudo. Às vezes, a gente vai atender um parto e a mulher está sozinha. Enquanto ela se contorce de dor, eu lavo os pratos, a roupa, arrumo e faço o comer. É mais do que ser parente, porque os parentes têm medo. A mulher confia na parteira, porque a gente para, olha e escuta. É a parteira quem fica ali de frente para receber o bebê. Depois de 9 meses no ventre, a primeira coisa que o bebê encontra é a parteira”</em>, conclui ela, sobre o privilégio de vir ao mundo sem sofrimento, pelas mãos cuidadosas de uma mestra da nossa cultura tradicional.</p>
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		<title>Novos Patrimônios Vivos de Pernambuco serão diplomados no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 14:10:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Dia Nacional do Patrimônio Histórico, celebrado nesta quinta-feira (17), será marcado por uma série de atividades no Estado de Pernambuco. A primeira delas acontecerá no Teatro de Santa Isabel, às 9h, e reunirá os seis novos Patrimônios Vivos pernambucanos, Maria dos Prazeres, Mestre Chocho, André Madureira, José Pimentel, Reisado Inhanhum e Sociedade dos Bacamarteiros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52162" aria-labelledby="figcaption_attachment_52162" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-52162" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Teatro Santa Isabel será palco da cerimônia em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Histórico</p></div>
<p>O Dia Nacional do Patrimônio Histórico, celebrado nesta quinta-feira (17), será marcado por uma série de atividades no Estado de Pernambuco. A primeira delas acontecerá no Teatro de Santa Isabel, às 9h, e reunirá os seis novos Patrimônios Vivos pernambucanos, <b>Maria dos Prazeres</b>, <b>Mestre Chocho</b>, <b>André Madureira</b>, <b>José Pimentel</b>, <b>Reisado Inhanhum</b> e <b>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</b>, que, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/conselho-de-preservacao-elege-seis-novos-patrimonios-vivos-do-estado/" target="_blank"><b>eleitos recentemente</b></a>, serão diplomados numa cerimônia solene, junto aos vencedores do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p>Além disso, a Secult-PE e Fundarpe prestarão uma homenagem aos 80 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com a entrega de uma placa comemorativa à superintendente regional do Iphan, Renata Borba. As atividades integram a programação da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco-celebra-10-anos/" target="_blank"><strong>10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a>, promovida pela Secult-PE/Fundarpe, e são abertas ao público.</p>
<p><b>PREMIAÇÃO<br />
</b>O <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/premio-ayrton-de-almeida-carvalho-anuncia-vencedores/" target="_blank">Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong> é um reconhecimento e também um incentivo à participação social na preservação dos bens e expressões culturais do Estado, sejam eles materiais ou imateriais. Na quinta-feira (17), receberão o prêmio os seguintes projetos: na categoria Formação, a ação <b>&#8220;Método Oca &#8211; Oficina de Cinema de Animação&#8221;</b>; na categoria Promoção e Difusão, a ação <b>&#8220;Projeto Cultural Mapeamento de Bandas de Música de Pernambuco&#8221;</b>; e na categoria Documentais e Memória Cultural, a ação <b>&#8220;Oratorianos Conservação e Restauração da Coleção de Obras Raras São Felipe Neri da Faculdade de Direito do Recife&#8221;</b>. Cada um dos vencedores receberá um incentivo no valor de R$ 20 mil.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, destacou a qualidade dos projetos inscritos e ressaltou qu<em>e “nesta segunda edição, houve uma participação ativa do Conselho de Preservação, que pôde se debruçar sobre ricas experiências em curso no Estado e dar mais um passo no processo de cogestão das ações e políticas culturais”</em>.</p>
<p>Nesse segundo ano do prêmio, foram recebidos 39 projetos de todas as regiões pernambucanas. Por essa razão, além dos vencedores, a comissão, que avaliou os candidatos ao prêmio, decidiu por menções honrosas, que serão entregues às seguintes iniciativas: “<b>Das Raízes da Flor da Mata aos Desafios da Valorização e Preservação do Patrimônio Cultural”</b>; <b>“A Matinada”</b>; “<b>Sede da Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo &#8211; SOBAC &#8211; Como Espaço de Memória”</b>.</p>
<p><b>DIPLOMAÇÃO<br />
</b>Eleitos pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC), no último dia 13 de julho, os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco já são fruto da atualização da Lei 12.196/2002 (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), que ampliou, de três para seis, os candidatos outorgados com o título anualmente. Neste ano, foram agraciados: <strong>Maria dos Prazeres</strong> (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), <strong>Mestre Chocho</strong> (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), <strong>André Madureira</strong> (dança, música, teatro/Recife), <strong>José Pimentel</strong> (artes cênicas/Recife), <strong>Reisado Inhanhum</strong> (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e <strong>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</strong> (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho).</p>
<p><b>APRESENTAÇÕES CULTURAIS<br />
</b>A <b>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</b> e o <strong>Reisado Inhanhum vão</strong> abrilhantar a abertura da solenidade e, logo após a entrega da diplomação dos novos Patrimônios Vivos e da condecoração aos vencedores do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/premio-ayrton-de-almeida-carvalho-anuncia-vencedores/" target="_blank">Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong>, o <b>Mestre Choco</b> mostrará todo seu virtuosismo no encerramento das atividades do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, no Teatro de Santa Isabel.</p>
<p><b>ATIVIDADES DA 10ª SEMANA DO PATRIMÔNIO CULTURAL<br />
</b>Ainda na capital pernambucana, haverá das 8h às 12h, um debate na Escola de Formação de Professores do Recife (EFER) Professor Paulo Freire sobre o tema <b>&#8220;Para pensar a cidade: Educação Patrimonial nas Escolas da Rede Municipal de Ensino do Recife&#8221;</b>, que reunirá os palestrantes Dirceu Marroquim (DPPC/SEPLAN), Cicília Melo (DPPC/SEPLAN), e Cecília Vargas (DPPC/SEPLAN).</p>
<p>Às 10h, haverá uma exibição especial no Cine São Luiz do filme <b>&#8220;A Luneta do Tempo&#8221;</b>, dirigido por Alceu Valença, para estudantes da rede municipal do Recife.</p>
<p>Já o auditório da Prefeitura do Recife receberá, das 14h às 17h, uma <b>Oficina de Prevenção e Combate a Incêndios nos Patrimônios Históricos e Culturais</b>, com a Brigada do Corpo de Bombeiros.</p>
<p>Às 14h, o Paço do Frevo promoverá, na Sala Capiba, a roda de diálogo sobre <b>Gestão e Sustentabilidade nos Museus</b>, que contará com a participação de Manuelina Maria Duarte Cândido (Professora de Museologia da Universidade Federal de Goiás &#8211; UFG), Gilberto Freyre Neto (Gestor do Museu Cais do Sertão), Ronaldo Siqueira (Coordenador do Museu Indígena Kapinawá &#8211; Buíque/PE) e Margot Monteiro (Diretora do Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas<b> </b>através do<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeuvJrymeC28sEcYtfDv88WefgRMrSqSxMNt1SmO83TWYhtPQ/viewform" target="_blank"><strong> link</strong></a>. <b></b></p>
<p>A Estação Central Capiba / Museu do Trem também participa do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, com apresentação/debate do curta alemão “<b>Endstation &#8211; A última viagem de uma locomotiva a vapor”</b>, às 14h30. A exibição é aberta ao público.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO DESCENTRALIZADA<br />
</b>Patrimônio Cultural da Humanidade, a cidade de Olinda promoverá uma série de atividades na sede da Prefeitura Municipal Palácio dos Governadores (Rua de São Bento, 123 &#8211; Varadouro). Às 14h30, haverá a palestra <b>&#8220;Conservação do Patrimônio Cultural de Olinda&#8221;</b>, com Neônio Duque; e, às 16h, o colóquio <b>&#8220;Perpetuando legados preciosos: ações simples de preservação do patrimônio cultural &#8211; Convocação dos guardiões da cidade&#8221;</b>, com o restaurador Antônio Sarasá. Já às 18h30, o Solar da Marquesa (Av. Joaquim Nabuco, 05 &#8211; Largo do Varadouro) recebe o <b>Maestro Ademir Araújo</b> e o <b>Mestre Galo Preto </b>(Patrimônios Vivos de Pernambuco) para uma roda de diálogo, com mediação de Júnior do Jarro, sobre <b>&#8220;A importância dos Patrimônios Vivos na preservação do Patrimônio Imaterial&#8221;</b>. As atividades são gratuitas.</p>
<p>Na cidade de Belém de São Francisco, está agendado o <b>“Sarau Eu, Poesia”</b>, que reunirá vários estudantes do município na Biblioteca Pública Manoel Costa Carvalho (Av. Cel. Jerônimo Pires, s/n, Centro). A atividade é gratuita e está divida em dois horários, 9h às 11h, e 14h às 17h.</p>
<p>Em Igarassu, está programado, nos dias 16 e 17 de agosto, um passeio à <b>rota do artesanato</b> e <b>às ruínas das igrejas da cidade</b>. As atividades serão realizadas em dois turnos, 9h e 13h.  Além disso, o Centro de Artes Mestre Narciso Félix oferecerá também uma <b>oficina de percussão</b>, das 13h às 16h.</p>
<p>No Brejo da Madre de Deus, haverá o lançamento do manual “<b>A Vida em Furna do Estago”</b>, no Museu Histórico Dulce de Souza Pinto, também em dois horários, das 9h às 12h, e 14h às 17h. A publicação, que relata as experiências do Sítio Arqueológico Furna do Estrago, será distribuído posteriormente entre a população da cidade.</p>
<p>Em Caruaru, também estão programados o lançamento de um livro e exibição de um curta sobre a obra do músico e compositor <b>Onildo Almeida</b>, parceiro de Luiz Gonzaga, além de uma exposição fotográfica sobre a obra do rei do baião e seu companheiro de composição. As atividades acontecerão no Polo Caruaru, das 9h às 18h.</p>
<p>No município de Floresta, haverá uma ação educativa, que contará com exibição do <b>documentário “Confraria do Rosário”</b> e uma roda de conversa sobre a importância histórico/cultural da Confraria e dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, na Casa do Rosário (Praça Antônio Ferraz Boiadeiro, 111 &#8211; Centro), das 14h às 18h.</p>
<p>A Ilha de Itamaracá promoverá a ação educativa <b>“Na rota dos patrimônios da Ilha”</b>, que visitará o Engenho São João, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a Vila Velha. Os passeios serão realizados das 8h30 às 14h30.</p>
<p>Já em Tamandaré, o Forte Santo Inácio de Loyola, que foi todo restaurado recentemente, promoverá várias ações durante todo o dia. Das 9h30 às 11h, haverá apresentação do trabalho acadêmico <b>“Samba de Matuto Leão do Norte de Tamandaré: origens, características e influências do folguedo”</b>, do pesquisador pernambucano Márcio André. Das 11h às 12h, está programada a abertura da exposição de músicas e imagens sobre o Samba de Matuto Leão do Norte de Tamandaré, que se apresentará no espaço às 17h. Das 20h às 22h, estão programadas apresentações culturais com shows de artistas locais.</p>
<p>Confira a programação completa da 10ª Semana Cultural do Patrimônio <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Conselho de Preservação elege seis novos Patrimônios Vivos do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 18:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco conta com seis novos Patrimônios Vivos: Maria dos Prazeres (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), Mestre Chocho (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), André Madureira (dança, música, teatro/Recife), José Pimentel (artes cênicas/Recife), Reisado Inhanhum (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho). O pleito foi realizado nesta quinta-feira (13), na sede [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco conta com seis novos Patrimônios Vivos: <strong>Maria dos Prazeres</strong> (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), <strong>Mestre Chocho</strong> (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), <strong>André Madureira</strong> (dança, música, teatro/Recife), <strong>José Pimentel</strong> (artes cênicas/Recife), <strong>Reisado Inhanhum</strong> (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e <strong>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</strong> (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho). O pleito foi realizado nesta quinta-feira (13), na sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), e, com os novos eleitos, o Estado totaliza <strong>51 titulados</strong>.</p>
<p>&#8220;Concluímos, hoje, o processo de eleição dos novos Patrimônios, que foi fruto de <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/candidatos-ao-titulo-de-patrimonio-vivo-iniciam-etapa-de-defesa-oral-2/" target="_blank">várias audiências públicas</a> </strong>realizadas desde o começo do mês de julho. Uma experiência muito rica, participativa e democrática, na qual nós, membros do Conselho, pudemos conhecer de perto os candidatos que se inscreveram nessa edição. Esse resultado reflete a diversidade da cultura pernambucana, que é múltipla e pujante&#8221;, disse Márcia Souto, presidente do CEPPC.</p>
<p>A eleição dos Patrimônios Vivos é composta por várias etapas. Após o período de inscrição, os candidatos passam pela fase de análise documental, gerida pela Unidade de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. Uma vez habilitados, os nome dos inscritos seguem para a Comissão de Análise, que averigua se as candidaturas cumprem os critérios estabelecidos na <a href="http://legis.alepe.pe.gov.br/arquivoTexto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=12196&amp;complemento=0&amp;ano=2002&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><b>Lei 12.196/2002</b></a> (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), como relevância cultural e transmissão de saberes. Nesse ano,<b> 61 mestres e mestras da cultura pernambucana</b> puderam defender suas candidaturas nas audiências públicas promovidas pelo CEPPC (órgão responsável pela outorga do título), no Centro de Artesanato de Pernambuco (Cape).</p>
<p>A titulação será entregue no próximo dia 17/8 (Dia Nacional do Patrimônio Histórico), durante a 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. A cerimônia acontecerá no Teatro de Santa Isabel e marcará também a entrega do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/2o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-anuncia-vencedores/" target="_blank"><strong>2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho</strong></a>.</p>
<p>Confira um breve histórico dos eleitos:</p>
<div id="attachment_50784" aria-labelledby="figcaption_attachment_50784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Zé-Pimentel_Patrimônio-Vivo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-50784" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Zé-Pimentel_Patrimônio-Vivo-3-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>José Pimentel -</strong> Diretor, ator e autor. Como encenador e autor, notabiliza-se pelos grandes espetáculos históricos que monta ao ar livre. Como ator, ganha notoriedade por viver o papel de Jesus, por mais de três décadas, em encenações da Paixão de Cristo, que ele próprio dirige.</p></div>
<div id="attachment_50785" aria-labelledby="figcaption_attachment_50785" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/André-Madureira_Patrimônio-Vivo-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-50785" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/André-Madureira_Patrimônio-Vivo-5-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>André Madureira -</strong> André Madureira é fundador, diretor e coreógrafo do Balé Popular do Recife, grupo que dá origem ao segmento de dança popular cênica em Pernambuco. A iniciativa de André em criar um método de dança, chamado “brasílica”, e um banco de passos permite a grande divulgação dos folguedos nordestinos na sociedade, quebrando preconceitos, e dando surgimento a diferentes escolas e grupos de dança popular. Com uma trajetória de mais de vinte e cinco anos, sob a direção de André Madureira, o Balé Popular do Recife é responsável por consolidar um cenário de atuação profissional para a dança no Estado.</p></div>
<div id="attachment_50786" aria-labelledby="figcaption_attachment_50786" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/inhanhuns-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-50786" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/inhanhuns-20-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Reisado Inhanhum -</strong> Tradição do sertão do São Francisco, as primeiras atividades do Reisado do Inhanhum estão associadas às festas de Santos Reis que acontecem desde o século XVIII na comunidade Quilombola de Inhanhum, município sertanejo de Santa Maria da Boa Vista. As pessoas que atualmente fazem parte do Reisado do Inhanhum procuram manter viva esta tradição secular que foi transmitida por diversas gerações. Nos últimos dez anos, participa ativamente de festivais de cultura, promoveu festas de Santos Reis entre 2011 e 2013, contribuindo para valorização e divulgação do Reisado.</p></div>
<div id="attachment_50787" aria-labelledby="figcaption_attachment_50787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria-dos-Prazeres-_Patrimônio-Vivo.jpg"><img class="size-medium wp-image-50787" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria-dos-Prazeres-_Patrimônio-Vivo-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Maria dos Prazeres -</strong> responsável por mais de cinco mil partos, Dona Prazeres, como costuma ser chamada, foi a primeira presidente da Associação das Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, fundada em 1994. Seu trabalho à frente da organização ajudou a formar um inventário das práticas tradicionais de obstetrícia e seu reconhecimento oficial.</p></div>
<div id="attachment_50789" aria-labelledby="figcaption_attachment_50789" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/SOBAC_Patrimônio-Vivo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50789" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/SOBAC_Patrimônio-Vivo-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo -</strong> Com mais de cinquenta anos de existência, ela faz parte da Federação dos Bacamarteiros de Pernambuco. É um Ponto de Cultura conveniado à Fundarpe, que realiza oficinas de inclusão digital, canto coral e aulas de pífanos. A Sociedade dos Bacamarteiros também gere o Museu Olimpio Bonald de Bacamarte, no Cabo de Santo Agostinho, organiza a Missa dos bacamarteiros e, em 2017, organizou V Encontro de Bacamarteiros Zé da Banha.</p></div>
<div id="attachment_50790" aria-labelledby="figcaption_attachment_50790" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Mestre-Chocho_Patrimônio-Vivo-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-50790" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Mestre-Chocho_Patrimônio-Vivo-4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Mestre Chocho -</strong> Com mais de 70 anos de carreira e 93 anos de idade, Otaviano do Monte ou Mestre Chocho, é um dos maiores representantes do choro em Pernambuco. Violão, cavaquinho e bandolim, toca tudo com maestria e desenvoltura, além de ser um exímio compositor.</p></div>
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