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	<title>Portal Cultura PE &#187; mata sul</title>
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		<title>Palmares (PE) recebe curso gratuito com foco na preservação do patrimônio</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 18:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abordar o conceito de preservação do patrimônio em sala de aula pode ser uma tarefa desafiadora. Para apoiar professores dos ensinos fundamental e médio e disseminar ferramentas e conhecimento a respeito da importância da preservação dos patrimônios material e imaterial das cidades foi desenvolvido o curso gratuito Quem Conhece, Protege. Em sua terceira edição, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113603" aria-labelledby="figcaption_attachment_113603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antonilma Alves/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Cineteatro-Apolo_Crédito-Antonilma-Alves.jpg"><img class="size-medium wp-image-113603" alt="Antonilma Alves/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/Cineteatro-Apolo_Crédito-Antonilma-Alves-607x427.jpg" width="607" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Cine-Teatro Apolo de Palmares (PE)</p></div>
<p>Abordar o conceito de preservação do patrimônio em sala de aula pode ser uma tarefa desafiadora. Para apoiar professores dos ensinos fundamental e médio e disseminar ferramentas e conhecimento a respeito da importância da preservação dos patrimônios material e imaterial das cidades foi desenvolvido o curso gratuito Quem Conhece, Protege. Em sua terceira edição, o curso chega à cidade de Palmares, na Zona da Mata Sul de Pernambuco, e está com inscrições abertas até 6 de outubro.</p>
<p>A formação tem como objetivo difundir nas escolas a temática da preservação patrimonial, por meio da qualificação de professores dos ensinos fundamental e médio, pedagogos e estudantes de pedagogia. Realizado pela produtora Arkhé Cultural, com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e apoio da Faculdade Aemasul, o curso compartilha conhecimentos e ferramentas didático-pedagógicas relacionados às temáticas dos bens culturais, do patrimônio, da memória e da cidadania.</p>
<p>Em Palmares as aulas ocorrem de 14 de outubro a 4 de novembro. As inscrições podem ser feitas gratuitamente no site da <strong><a title="Arkhé Cultural" href="https://arkhecultural.com.br/" target="_blank">Arkhé Cultural</a></strong>. O curso possui uma carga horária de 40 horas dividida entre encontros presenciais e on-line. São disponibilizadas 30 vagas, sendo 20% delas ofertadas a pessoas com deficiência (PcDs).</p>
<p>&#8220;O curso, em sua terceira edição, chega ao município de Palmares após haver passado por Arcoverde e Triunfo (Sertão) onde obteve uma excelente adesão e envolvimento dos participantes. Nossa proposta é apresentar referenciais teóricos que ampliem a percepção dos alunos sobre a temática principal da formação — patrimônio cultural e memória — e combiná-los com metodologias de trabalho que sirvam como guia para o desenvolvimento de iniciativas de reconhecimento e promoção do patrimônio cultural em cada território&#8221;, explica Jamille Barbosa, produtora cultural responsável pela Arkhé Cultural.</p>
<p>As vagas são prioritariamente preenchidas por professores dos ensinos fundamental e médio das escolas públicas e privadas de Palmares, mas também podem se inscrever pedagogos e estudantes de pedagogia com residência na cidade e em municípios vizinhos. A partir do curso, os participantes aprendem a aplicar a temática da preservação do patrimônio de forma transversal e multidisciplinar relacionando em sala de aula as práticas culturais e o exercício da cidadania sob a ótica da preservação.</p>
<p>No fim da semana de aulas presenciais os alunos têm a oportunidade de participar de uma aula de campo chamada Arruar por Palmares. Por meio dela aplicam os conceitos aprendidos em sala de aula a partir de uma vivência prática de visitação aos principais edifícios ou casas que compõem o patrimônio histórico-cultural da cidade. O percurso é estruturado de maneira a incluir também a passagem por locais que exemplifiquem as manifestações culturais que simbolizam o patrimônio imaterial de Palmares.</p>
<p>Todo o curso é ministrado pelo professor Thiago Nunes Soares, mestre e doutor em história pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), respectivamente. Especialista em docência, ele possui formação em educação patrimonial e é professor titular da Universidade de Pernambuco (UPE).</p>
<p>Durante o curso Thiago Nunes faz uma abordagem associativa com os conteúdos das disciplinas já trabalhadas em sala de aula, como história, literatura, geografia e português. “A educação patrimonial é um dos fios condutores para a construção de identidades individuais e coletivas. Possibilita que a comunidade escolar se envolva no processo de identificação, valorização e preservação dos bens culturais. Assim é possível promover o engajamento social, a cidadania e a formação de uma consciência crítica para os estudantes e para os sujeitos e as instituições que com eles se relacionam, como é o caso dos familiares e grupos culturais, entre outros”, resume o professor.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO DE PALMARES –</strong> Além de disseminar os conceitos em torno do patrimônio, o curso pretende identificar junto aos alunos quais são os principais patrimônios materiais e imateriais da cidade, como o Cine-Teatro Apolo que é o primeiro teatro a funcionar no interior de Pernambuco e o terceiro mais antigo do Estado. A cidade também abriga a primeira loja maçônica de Pernambuco e é o berço de nomes como os do poeta Ascenso Ferreira e do escritor e teatrólogo Hermilo Borba Filho, mantendo em funcionamento a Fundação Casa da Cultura Hermilo Borba Filho.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE –</strong> As aulas contam com acessibilidade para pessoas cegas e surdas ou ensurdecidas. Do total de vagas, 20% são reservadas para pessoas com deficiência (PcDs) e são disponibilizados os recursos de audiodescrição e intérprete de libras. A Faculdade Aemasul, em que será ministrado o curso, também oferece todos os requisitos para a acessibilidade física.</p>
<p><strong>SOBRE A ARKHÉ CULTURAL –</strong> A Arkhé Cultural é uma produtora que atua na realização de cursos e projetos desde 2017 em Pernambuco. Já realizou formações nas áreas de mediação cultural, acessibilidade e patrimônio em diversas cidades pernambucanas como Recife, Nazaré da Mata, Goiana, Caruaru, Garanhuns, Palmares, Arcoverde e Triunfo. Cerca de 200 profissionais das áreas de educação, produção cultural e patrimônio já realizaram os cursos. Instituições como a Academia Pernambucana de Letras (APL), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan-PE) e a Fundação Gilberto Freyre já foram beneficiadas por seus projetos.</p>
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		<title>O olhar poético e sensível de Mery Lemos e Sâmia Emerenciano</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 22:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fotografia foi uma das atrações do polo País das Conexões Visuais no município de Buíque (Agreste), oitava e última edição do Festival Pernambuco Meu País, de 30 de agosto a 1º de setembro. Lá ocorreram as exposições Mata-Borrão, de Mery Lemos, representante da cidade de Carpina (Zona da Mata Norte), e Encontro de Marés, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A fotografia foi uma das atrações do polo País das Conexões Visuais no município de Buíque (Agreste), oitava e última edição do Festival Pernambuco Meu País, de 30 de agosto a 1º de setembro. Lá ocorreram as exposições Mata-Borrão, de Mery Lemos, representante da cidade de Carpina (Zona da Mata Norte), e Encontro de Marés, de Sâmia Emerenciano, do Recife. Dois trabalhos com características bem particulares de suas autoras e que levaram para o Agreste do Estado reflexões sobre habitats bem diferentes do que a população local está acostumada a ver.</p>
<p>&#8220;Nem tudo o que cabe na Mata está disponível a olho nu. Mas está tudo ali. É que às vezes as pessoas passam rápido demais pra ver. É preciso desacelerar a marcha e concentrar os sentidos&#8221;, propõe Mery Lemos com sua segunda exposição individual. &#8220;É uma foto-viagem entre as cidades de Carpina e Glória de Goitá, na Zona da Mata Norte e Sul. Fiz essas fotos de dentro de uma Toyota com minha câmera. Fui registrando, registrando. É o olhar de quem está passando, mas ao mesmo tempo de quem está dentro&#8221;, contou a autora. &#8220;Acho que o resultado traz fotos de coisas que acho importante que estejam: a poética doce de algumas flores, ou de algum alpendre de uma casa, mas um pouco da opressão também do canavial, da usina, do que as pessoas vivem na região&#8221;, detalhou.</p>
<p>Mata-Borrão apresenta 12 fotos. A estreia ocorreu no Festival Pernambuco Meu País. &#8220;Também tive a ideia de convidar dois autores, escritores da Mata Norte, e dois da Mata Sul, para compor a exposição. É uma viagem fotográfica e poética pelo território&#8221;, definiu a fotógrafa.</p>
<p>Se Mery Lemos precisou pegar a estrada para ver e registrar o que acontecia entre a Zona da Mata Norte e Sul, no caso de Sâmia Emerenciano as ideias fluíram a partir de um momento de isolamento. &#8220;Encontro de Marés são fotos que eu faço, um projeto meu chamado Espuma, que surgiu em 2020, no meio da pandemia, quando estava com muita saudade de natureza, de senti-la perto&#8221;, explicou.</p>
<p>A autora conta que havia feito uma exposição e estava com uns quadros em casa (que depois rifou). Entre eles havia um quadro bem grande, intitulado Respiro, para o qual olhava todo dia quando praticava ioga, em que estava registrado o mar num por do sol. &#8220;Aí pensei em desaguar o máximo que pudesse as fotos que tenho de água, espumas, rio, lagoa, mar, nuvem. E em formato grande, mas não de uma forma cara, porque quadro é caro para fazer. Foi quando surgiu essa coisa de imprimir em tecidos translúcidos, que você pode usar como bandeira, canga, se enrolar, fazer um vestido&#8221;, disse.</p>
<p>Encontro de Marés é uma seleção desses registros que Sâmia faz pelo Brasil, dos Lençóis Maranhenses ao Rio São Francisco, de Boa Viagem, Carneiros e Maracaípe a Salvador, e vários outros lugares. &#8220;Trago para encontrar, fazer esse encontro das águas, no meio do Agreste pernambucano, durante o Pernambuco Meu País em Buíque&#8221;, afirmou. &#8220;Para mim é mágico. São os mares encontrando também esta aridez, este clima seco daqui. A ideia é justamente este varal em que as pessoas possam mergulhar nessas águas e inspirar vida e natureza&#8221;, falou a fotógrafa.</p>
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		<title>Festival Arte na Usina movimenta a Mata Sul do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 15:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Festival Arte na Usina &#8211; Safra 2022 movimenta a cidade de Água Preta, na Mata Sul do Estado, entre os dias 10 e 13 de novembro, com uma programação gratuita de shows, performances, teatro, palestra e oficina. Trazendo como tema central “A Cultura Refloresce”, a 8ª edição do festival marcará a inauguração do Fab [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63405" aria-labelledby="figcaption_attachment_63405" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Souto Maior/ Secult-PE/Fundarpe PE - Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Vanessa-da-Mata_Felipe-Souto-Maior.jpg"><img class="size-medium wp-image-63405" alt="Felipe Souto Maior/ Secult-PE/Fundarpe PE - Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Vanessa-da-Mata_Felipe-Souto-Maior-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Vanessa da Mata será uma das atrações do evento</p></div>
<p>O Festival Arte na Usina &#8211; Safra 2022 movimenta a cidade de Água Preta, na Mata Sul do Estado, entre os dias 10 e 13 de novembro, com uma programação gratuita de shows, performances, teatro, palestra e oficina. Trazendo como tema central “A Cultura Refloresce”, a 8ª edição do festival marcará a inauguração do Fab Lab Mata Sul &#8211; Usina de Arte e do Teatro Aberto Camilo Simões no complexo do equipamento cultural, com apresentação do Grupo Magiluth. O Festival tem patrocínio do Governo do Estado, via Secretaria de Turismo e Lazer do Estado e Eempetur, com apoio do Sebrae.</p>
<p>Um dos principais eixos do conjunto de atividades ao longo de quatro dias, a programação musical tem a produção assinada por Tadeu Gondim, Atos Produções e coordenação técnica Luciana Raposo e levará ao palco armado no Pátio de Eventos da vila de Santa Terezinha um mix de nomes e estilos da cena local, pernambucana e nacional. No line-up de estreia da quinta-feira (10/11), estão Alceu Valença, Bruno Lins, DJ Pepe Jordão e o DJ Nelson Neto. Já na sexta-feira (11), é a vez do O Conde, ícone do movimento Brega, Marlos Rocha e DJ Pepe Jordão, que também abre a noite do sábado (12), seguido pelo shows de Almério e Martins (cantando juntos) e Jorge de Altinho. Encerrando o festival no domingo (13), sobem ao palco a mato-grossense Vanessa da Mata e Silvério Pessoa.</p>
<p>Se as apresentações musicais movimentam a parte da noite, também haverá programação diária ao longo do dia. No dia 10/11, o curador da Usina de Arte, Marc Pottier comanda a palestra “Arte pública, da pré-história aos dias de hoje, da escultura às novas tecnologias e arte de rua&#8221; na Biblioteca e Centro de Conhecimento do espaço, que também será palco para a apresentação das artistas Maria Macedo e Yara Pina, no dia 11. No sábado, a partir das 16h30, será inaugurado a nova estrutura da Usina de Arte, o Teatro Aberto Camilo Simões, instalado em frente à antiga usina, com a montagem “Luiz Lua Gonzaga” do Grupo Magiluth de Teatro.</p>
<p>Já do domingo, vai rolar a oficina Pintando na Praça, em parceria com o Instituto de Belas Artes Vale do Una, a partir das 9h30 na Praça Santa Terezinha, além da Apresentação do artista Abiniel Nascimento, às 16h, na Biblioteca e Centro de Conhecimento da Usina de Arte, e performance sonora do artista francês Igor Porte no Teatro Aberto Camilo Simões.</p>
<p><em>“Na Safra 2016 do Festival, trouxemos como tema ‘A Arte Resiste e Transforma’. Ao longo desses anos, assistimos o germinar de tantas sementes lançadas ao fértil solo da Mata Sul, e seu rico tecido social, que com muito trabalho, dedicação e cuidado vem fertilizando as mentes fazendo despertar a esperança, a autoestima e a determinação de construir um futuro melhor. ‘A Cultura Refloresce’ veste esta 8ª edição do festival por representar esse momento de assistir essa primavera de resultados e conquistas tangíveis e subjetivas”</em>, pontua Bruna Pessoa de Queiroz, presidente da Usina de Arte.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação</strong></span></p>
<p><strong>Shows (Pátio de Eventos de Santa Terezinha)</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira &#8211; 10/11</strong></span><br />
20h &#8211; DJ Pepe Jordão<br />
21h &#8211; Bruno Lins<br />
23h &#8211; Alceu Valença<br />
0h30 &#8211; DJ Nelson Neto</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira &#8211; 11/11</strong></span><br />
20h &#8211; DJ Pepe Jordão<br />
21h – Marlos Rocha<br />
23h – O Conde</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado &#8211; 12/11</strong></span><br />
20h &#8211; DJ Pepe Jordão<br />
21h – Almério e Martins<br />
23h – Jorge de Altinho</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo &#8211; 13/11</strong></span><br />
20h &#8211; DJ Pepe Jordão<br />
21h – Silvério Pessoa<br />
23h – Vanessa da Mata</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Atividades</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira &#8211; 10/11</strong></span><br />
Palestra &#8220;Arte pública, da pré-história aos dias de hoje, da escultura às novas tecnologias e arte de rua.&#8221; Marc Pottier, curador da Usina de Arte.<br />
Horário: 18h<br />
Local: Biblioteca e Centro de Conhecimento</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira &#8211; 11/11</strong></span><br />
Apresentação das artistas Maria Macedo e Yara Pina<br />
Horário: 17h<br />
Local: Biblioteca e Centro de Conhecimento</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado &#8211; 12/11</strong></span><br />
Inauguração do Teatro Aberto Camilo Simões &#8211; Grupo Magiluth: Luiz Lua Gonzaga<br />
Horário: 16h30<br />
Local: Teatro Aberto Camilo Simões</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Domingo &#8211; 13/11</strong></span><br />
Pintando na Praça &#8211; Parceria com o Instituto de Belas Artes Vale do Una<br />
Horário: 09h30<br />
Local: Praça Santa Terezinha</p>
<p>Apresentação do artista Abiniel Nascimento<br />
Horário: 16h<br />
Local: Biblioteca e Centro de Conhecimento</p>
<p>Performance Sonora de Igor Porte<br />
Horário: 17h<br />
Local: Teatro Aberto Camilo Simões</p>
<p><strong>Sobre a Usina de Arte -</strong> Instalado onde funcionou a Usina Santa Terezinha (maior produtora de álcool e açúcar do Brasil nos anos 1950), na cidade de Água Preta, Mata Sul de Pernambuco, o projeto Usina de Arte conecta arte, cultura e meio ambiente, criando um museu de arte contemporânea ao ar livre, dentro de um Parque Artístico-Botânico. Nele, estão instaladas mais de 40 obras de nomes como Regina Silveira, Geórgia Kyriakakis, Saint Clair Cemin, José Spaniol, Juliana Notari, Denise Milan, José Rufino, Flávio Cerqueira, Bené Fonteles, Matheus Rocha Pitta, Tulio Pinto, Hugo França, Paulo Bruscky, Marcelo Silveira, Liliane Dardot, Marcio Almeida, Frida Baranek, Artur Lescher, Carlos Vergara, Júlio Villani, Iole de Freitas e Vanderley Lopes.</p>
<p>Em meio a um trabalho de reflorestamento com mais de 600 espécies, em uma área de mais de 33 hectares, o Parque Artístico Botânico é eixo central da iniciativa que irriga outras ações de desenvolvimento para a criação de estruturas para geração de renda e valor para a comunidade de 6 mil moradores no entono do projeto. São exemplos a escola de música, biblioteca e centro de conhecimento público, FabLab com terminais de computadores conectados à internet, impressoras em 3D e cortadora a laser para projetos da comunidade, além de parceria com as unidades escolares no apoio de novas práticas pedagógicas.</p>
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		<item>
		<title>Mata Sul recebe capacitações para o XV Concurso do Registro do Patrimônio Vivo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mata-sul-recebe-capacitacoes-para-o-xv-concurso-do-registro-do-patrimonio-vivo/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2020 18:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Interessados em participar do XV Concurso de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco contarão, nesta quarta-feira (4) e quinta-feira (5), com uma formação presencial oferecida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Secult-PE/Fundarpe). A capacitação tem o objetivo de informar e esclarecer [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74639" aria-labelledby="figcaption_attachment_74639" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Portal-Página-da-materia-RPV-2020.jpg"><img class="size-medium wp-image-74639" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Portal-Página-da-materia-RPV-2020-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O edital selecionará seis novos Patrimônios Vivos em 2020</p></div>
<p>Interessados em participar do XV Concurso de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco contarão, nesta quarta-feira (4) e quinta-feira (5), com uma formação presencial oferecida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Secult-PE/Fundarpe). A capacitação tem o objetivo de informar e esclarecer dúvidas sobre os procedimentos de inscrição edital e será oferecida em quatro cidades da Mata Sul, nos municípios de São Benedito do Sul, Água Preta, Palmares e Escada.</p>
<p>Promovidas pela Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural e Coordenação de Patrimônio Imaterial da Secult-PE/Fundarpe, as formações contam com a parceria das Secretarias de Cultura das respectivas cidades. A capacitação será ministrada pelo técnico da Fundarpe, Elinildo Marinho. Para participar, basta comparecer aos locais e horários indicados no final deste texto, sem necessidade de inscrição prévia.</p>
<p><strong>SELEÇÃO -</strong> O XV Concurso Público de Registro do Patrimônio Vivo destina-se à inscrição de pessoa física ou jurídica, sem fins lucrativos, de natureza cultural, ao Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco – RPV-PE. Os selecionados receberão bolsa de incentivo financeiro mensal concedida pelo Governo Estadual, em cumprimento ao disposto na Lei Estadual nº 12.196, de 02 de maio de 2002 (alterada pela Lei Estadual n º 15.944, de 14 de dezembro de 2016), regimentada pelo Decreto nº 27.503 de 27 de dezembro de 2004. <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/xv-concurso-do-registro-do-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank">Clique aqui</a></strong> e tenha acesso ao edital e outros anexos.</p>
<p>O RPV-PE tem por finalidade o apoio financeiro e a preservação dos modos de fazer, técnicas e saberes da cultura tradicional ou popular pernambucana mediante atividades, ações e projetos desenvolvidos por pessoas físicas ou jurídicas de natureza cultural, sem fins lucrativos, residentes ou domiciliados e com atuação no Estado há mais de 20 anos, contados da data do pedido de inscrição.</p>
<p>As inscrições para o concurso poderão ser realizadas presencialmente ou pelos correios até o dia 20 de março de 2020. Presencialmente, de segunda-feira a sexta-feira, sempre das 9h às 16h, protocolada na recepção da Fundarpe. Pelos correios, com Aviso de Recebimento (AR), com data de postagem até o dia 20 de março de 2020 (último dia de inscrição), para o endereço: Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco – Fundarpe, Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural, Rua da Aurora, 463/469, Boa Vista, Recife-PE, 50050-000.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Locais das Formações Presenciais do XV Concurso do RPV-PE/2020, na Mata Sul </strong></span></p>
<p><strong>São Benedito do Sul</strong><br />
4 de março<br />
Sala de Reunião da Prefeitura de São Benedito do Sul (Rua Dr. José Mariano, Nº 218, São Benedito do Sul-PE)<br />
10 horas</p>
<p><strong>Água Preta</strong><br />
4 de março<br />
Ginásio de Esportes Juarez Lins de Holanda (Rua Dantas Barreto, Nº 3, Água Preta – PE)<br />
15h</p>
<p><strong>Palmares<br />
</strong>5 de fevereiro<br />
Ginásio de Esportes Juares Lins de Holanda (Rua David Madeira, S/N, Centro, Água Preta)<br />
10h<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Escada</strong><br />
5 de fevereiro<br />
Câmara Municipal da Escada – Casa José Sisenando Cabral de Souza (Rua João Manoel Pontual, Nº 146 – Centro, Escada-PE)<br />
15h</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Mata Sul elege delegados para Plenária Final da Conferência Estadual de Cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mata-sul-elege-delegados-para-plenaria-final-da-conferencia-estadual-de-cultura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mata-sul-elege-delegados-para-plenaria-final-da-conferencia-estadual-de-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Feb 2018 18:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conferência Estadual]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cabelos de sansão]]></category>
		<category><![CDATA[delegados]]></category>
		<category><![CDATA[mata sul]]></category>
		<category><![CDATA[plano estadual de cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Pré-Conferências Regionais]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade de Palmares, na Mata Sul do Estado, recebeu nesta terça-feira (20) a 26ª Pré-Conferência Estadual de Cultura, que desde o mês de novembro tem circulado pelas 12 Regiões de Desenvolvimento do Estado, como etapas que antecedem a realização da Plenária Estadual Final, agendada para o próximo mês de março. O encontro aconteceu no Centro de Treinamento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_57960" aria-labelledby="figcaption_attachment_57960" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-57960" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-3-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário Marcelino Granja durante a abertura da Pré-Conferência Estadual de Cultura da Mata Sul, em Palmares</p></div>
<p>A cidade de Palmares, na Mata Sul do Estado, recebeu nesta terça-feira (20) a 26ª Pré-Conferência Estadual de Cultura, que desde o mês de novembro tem circulado pelas <strong>12 Regiões de Desenvolvimento do Estado</strong>, como etapas que antecedem a realização da Plenária Estadual Final, agendada para o próximo mês de março. O encontro aconteceu no Centro de Treinamento João XII, área central do município, e reuniu <strong>68 </strong>(39 inscritos e 29 convidados) gestores públicos, produtores culturais e artistas de <strong>13 municípios</strong> da região: São José, Água Preta, Barreiros, Escada, Tamandaré, Rio Formoso, Vitória, Gameleira, Xexéu, Joaquim Nabuco, Catende, Jaqueira e da própria Palmares.</p>
<p>As atividades, que se estenderam até o final da tarde, começaram às 8h da manhã, com o credenciamento dos participantes que, previamente inscritos, eram orientados a se inserirem nos quatro Grupos de Trabalhos (GTs), formados para analisar, debater e apresentar propostas à Minuta do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/minuta-1-plano-estadual.pdf" target="_blank">Plano Estadual de Cultura</a></strong> (PEC).<strong> </strong>Os GTs, que contaram com a mediação de representantes da Secult-PE, da Fundarpe e do Conselho Estadual de Política Cultural,  foram agrupados a partir dos oito eixos do PEC: 1) <strong>Patrimônio Cultural e Memória </strong>e<strong> Territórios</strong>, e <strong>Territorialidade e Políticas Afirmativas</strong>, mediado por Lucas Alves (Conselho Estadual de Política Cultural); 2) <strong>Desenvolvimento Simbólico da Cultura</strong> e <strong>Economia da Cultura</strong>, mediado por Severino Pessoa (Secult-PE); 3) <strong>Pesquisa e Formação Artístico-Cultural</strong> e <strong>Cultura e Educação</strong>, mediado por Nilton Cordeiro Caiavano (Conselho Estadual de Política Cultural); 4) <strong>Cultura e Comunicação</strong>, e <strong>Gestão, Infraestrutura e Participação</strong>, mediado por Beto Rezende (Fundarpe).</p>
<div id="attachment_57963" aria-labelledby="figcaption_attachment_57963" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-57963" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-4-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Os gestores da Secult-PE e da Prefeitura de Palmares: Silvana Meireles (secretária-executiva estadual de Cultura), Altair Júnior (prefeito de Palmares), Marcelino Granja (secretário estadual de Cultura), Edson Silva (presidente da Casa de Cultura Hermilo Borba Filho) e Lucas Alves (membro do Conselho Estadual de Política Cultural)</p></div>
<p>Antes das discussões dos GTs, houve uma cerimônia de abertura que, com a participação dos gestores da Secult-PE e da Prefeitura de Palmares, serviu para apresentar aos participantes os objetivos e a metodologia de trabalho das Pré-Conferências. Para o secretário estadual de Cultura, <strong>Marcelino Granja</strong>, os encontros representam um instrumento importantíssimo de participação social na implementação de políticas públicas culturais para o Estado.<em> &#8220;Essa é a nossa penúltima pré-conferência que estamos realizando por todo o Estado, desde o mês de novembro &#8211; a última será no sábado (24), em Arcoverde. Ao longo desses 26 encontros, tivemos a oportunidade de dialogar com a sociedade civil e, mais do que isso, inserir em nosso Plano Estadual de Cultura ações e objetivos estratégicos que valorizem a nossa diversidade cultural e assegurem políticas públicas inclusivas e democráticas tanto do ponto vista de acesso quanto de fruição&#8221;</em>, disse o gestor.</p>
<p>Já a secretária-executiva, Silvana Meireles, destacou que &#8220;a<em> ideia das pré-conferências é ouvir, debater e pensar juntos um Plano Estadual de Cultura que atenda as demandas e os anseios dos agentes culturais de todo o Estado”</em>. Coordenadora-geral da<strong> IV Conferência Estadual de Cultura de Pernambuco</strong>, ela também aproveitou a ocasião para apresentar aos participantes da Mata Sul a <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/cecpe/carta-aberta-de-repudio-ao-projeto-de-lei-do-deputado-ricardo-costa/" target="_blank"><strong>Carta aberta de repúdio ao projeto de lei do deputado Ricardo Costa</strong></a>, que dispõe sobre a “proibição de exposições artísticas ou culturais com teor pornográfico em espaços públicos, no âmbito do Estado de Pernambuco”. Em plenária e por unanimidade dos votos, os participantes decidiram subscrever o documento que se opõe “à censura explícita às artes que o projeto de lei” se destina.</p>
<p>Ao longo do dia, os participantes debateram, em seus GTs, as propostas do PEC e puderam também sugerir alterações nas ações e objetivos estratégicos presentes na Minuta do Plano. No final das discussões dos GT’s, houve a eleição dos <strong>5 delegados</strong> e <strong>5 suplentes</strong> da setorial, que vão participar da Plenária Final da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/cecpe/" target="_blank"><strong>IV Conferência Estadual de Cultura</strong></a>, agendada para acontecer no próximo mês de março. Confira a lista:</p>
<div id="attachment_57961" aria-labelledby="figcaption_attachment_57961" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-57961" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-5-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A secretária-executiva Silvana Meireles comandou a eleição dos delegados e suplentes</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sociedade Civil</strong></span><br />
*Ricardo Washington Pinto de Paiva &#8211; Escada (titular)<br />
*Edvaldo José Levino &#8211; Escada (titular)<br />
*Mércia Alves da Silva &#8211; Rio Formoso (titular)<br />
*Julieta Ramalho Pontual &#8211; Água Preta (titular)<br />
*Elizabete Feliciano da Silva &#8211; Vitória de Santo Antão (suplente)<br />
*Nivaldo Anderson Chaves da Silva &#8211; Tamandaré (suplente)<br />
*João Correia da Silva Sobrinho &#8211; Palmares (suplente)<br />
*Moacir Correia de Santana &#8211; Rio Formoso (suplente)</p>
<div id="attachment_57962" aria-labelledby="figcaption_attachment_57962" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-57962" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Representantes da Sociedade Civil</p></div>
<div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Poder Público</strong></span><br />
*Edmar Paulo &#8211; Rio Formoso (titular)<br />
*Gilvan Mota &#8211; Palmares (suplente)</p>
<div id="attachment_57964" aria-labelledby="figcaption_attachment_57964" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-57964" alt="Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/mata-sul-pre-conferencia-6-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Representantes do Poder Público</p></div>
</div>
<p>Para saber mais sobre os encontros que vão acontecer em todo o Estado, acesse: <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/cecpe/" target="_blank"><strong>www.cultura.pe.gov.br/canal/cecpe</strong></a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cultura popular e literatura mudam rotina escolar em Gameleira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-popular-e-literatura-mudam-rotina-escolar-em-gameleira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-popular-e-literatura-mudam-rotina-escolar-em-gameleira/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Apr 2017 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Galo Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Gameleira]]></category>
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		<category><![CDATA[mata sul]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Outras Palavras]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Roberto Moraes Filho A Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul de Pernambuco, recebeu na manhã da sexta-feira (7), a programação do projeto Outras Palavras. A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, contou com cerca de 150 estudantes, oriundos das instituições EREM Dr. Jaime Monteiro, Escola [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47459" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-01-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><i>Por Roberto Moraes Filho</i></p>
<p style="text-align: justify;">A Escola de Referência em Ensino Médio Dr. Jaime Monteiro, em Gameleira, na Mata Sul de Pernambuco, recebeu na manhã da sexta-feira (7), a programação do projeto <strong>Outras Palavras.</strong> A iniciativa, promovida pela Secretaria de Cultura e Fundarpe, contou com cerca de 150 estudantes, oriundos das instituições EREM Dr. Jaime Monteiro, Escola Estadual Nossa Senhora da Penha e Escola Municipal Dom Felipe.</p>
<div id="attachment_47460" aria-labelledby="figcaption_attachment_47460" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47460" alt="Foto: Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade</p></div>
<p style="text-align: justify;">Iniciando o ciclo de atividades, Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe e idealizadora do projeto Outras Palavras, fez a doação de kits literários contendo obras vencedoras do Prêmio Pernambuco de Literatura, além do livro ‘Patrimônios Vivos de Pernambuco’ (2014), de autoria da pesquisadora Maria Alice Amorim, para as bibliotecas de cada instituição de ensino presentes nesta edição, que contou com a participação da secretária de Educação de Gameleira, Fabíola Nunes. <i>“Nós conseguimos atingir este ano a marca de mais de 220 escolas contempladas pelo projeto, em todas as regiões do Estado de Pernambuco e já temos uma programação intensa agendada para neste primeiro semestre”</i>, informou Antonieta. <i>“Tendo em seu aspecto de resistência, o ‘Outras Palavras’ visa que os estudantes da rede pública de ensino tenham acesso à arte e à cultura, para que possam ampliar seus repertórios e dominar, por exemplo, conhecimentos ligados à cultura popular e literatura, através da oportunidade de participarem de bate-papo com escritores premiados e Patrimônios Vivos do Estado”</i>, ressaltou.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47462" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, os estudantes participaram de um bate-papo literário mediado pelo jornalista e cineasta Marcos Enrique Lopes, com a escritora, pesquisadora e professora de literatura da Universidade Federal de Pernambuco, Luzilá Gonçalves, que falou um pouco sobre seu processo de criação literária, sendo autora de dez livros, entre eles ‘Muito Além do Corpo’ e ‘<em>A Anti</em>-<em>Poesia de Alberto</em> Caeiro’. Natural da cidade de Garanhuns, no Agreste, Luzilá ocupa a cadeira de nº 38 da Academia Pernambucana de Letras, instituição da qual também é vice-presidente.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Luzila-Goncalves-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone  wp-image-47463" title="Luzilá Gonçalves" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Luzila-Goncalves-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><i>“Eu ensinava literatura brasileira há muitos anos e quando comecei, achava que existiam poucas mulheres escrevendo. No século 19, ninguém. No final do século XIX, surgia a escritora Francisca Júlia. Mas foi no século XX, que então começamos a ver mulheres como Rachel de Queiroz e Cecília Meireles escrevendo. Então, eu me impressionei com isso e comecei a fazer pesquisas, e descobri que aqui em Pernambuco havia uma quantidade enorme no século XIX de mulheres escrevendo, entre elas poetisas e jornalistas. Havia jornais em que mulheres publicavam desde 1810, lutando para que as mulheres tivesses acesso ao ensino, coisa que não existia à época&#8221;,</i> destacou Luzilá.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o contato com a literatura, Luzilá foi enfática: <i>“No meu caso, por que é que eu escrevo? Tenho dez romances publicados, além de vários livros de pesquisa, uns 30 ao todo. E aí, por que? A gente escreve porque a vida não basta. A gente quer mais, quer conhecer mais coisas, mais sobre os seres humanos e se conhecer também. E é o que acontece quando você pega um livro, você vai descobrir um outro jeito de ver o mundo, outro jeito de julgar as pessoas e um outro jeito de se entender. Porque o escritor, quando ele escreve, está tentando dizer aquele mundo que está lá dentro e que não é essa realidade muito banal da gente. Quando você pega um livro ou o escreve, é porque você quer um pouco mais do que a banalidade</i>.<i> A leitura proporciona assumirmos outras vozes. Em outras palavras, por exemplo, que é muito mais brando do que o nome do projeto, o escritor e o leitor estão procurando exatamente outros jeitos de dizer ou de se expressar”</i>, resumiu.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47461" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-02-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Após o bate-papo literário, o coquista Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, entrou em cena. Interpretando composições do seu mais novo trabalho musical, o CD ‘Histórias que Andei’, lançado em 2016, Galo Preto animou os presentes com a poética e os repentes de embolada. <i>“Defino este projeto, que participo pela terceira vez, como uma iniciativa bem pensada, que chegou em bom momento e está proporcionando nossa cultura completamente viva para os mais jovens. Isso incentiva os estudantes a cultivarem as nossas raízes artísticas, o que eu acho muito importante e gratificante”</i>, comentou com animação.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-47464" alt="Foto: Jan Ribeiro/Secult-Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Mestre-Galo-Preto-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para<i> a </i>estudante Larissa Cauani, do EREM Dr. Jaime Monteiro, a participação no projeto serviu de inspiração para toda vida estudantil .<i> “Foi muito interessante a edição do projeto aqui em Gameleira, especialmente por tratar a forma como encaramos a leitura de obras literárias. Gravei muita coisa do que ouvi hoje na memória e espero que a programação volte por aqui mais vezes”</i>, avaliou.</p>
<p style="text-align: justify;">Já para Laura Beatriz, <em>“toda a programação foi muito legal, porque nem sempre temos a oportunidade de ter esse contato mais próximo com uma escritora renomada em nossa cidade. Também adorei a apresentação do mestre Galo Preto, por ele demonstrar a tradição do coco de uma forma muito animada”</em>, destacou.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Outras Palavras</strong> segue com sua programação itinerante para Timbaúba, nesta terça-feira, 11 de abril.</p>
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		</item>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe levam formação em patrimônio cultural para comunidades quilombolas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-e-fundarpe-levam-formacao-em-patrimonio-cultural-para-comunidades-quilombolas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 18:34:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade quilombola de Engenho Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade quilombola de Trigueiros]]></category>
		<category><![CDATA[Coordenação de Educação Patrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[Coordenação de Patrimônio Imaterial]]></category>
		<category><![CDATA[Coordenação de Povos Tradicionais e Comunidades Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[formação ‘Ferramentas para a Educação Patrimonial: o exemplo do Jogo do Patrimônio 2.0’]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Preservação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[mata sul]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Formoso]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vicência]]></category>

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		<description><![CDATA[A comunidade quilombola de Engenho Siqueira, localizada na zona rural de Rio Formoso, na Mata Sul, recebe nesta quinta-feira (16), o início do ciclo de formação ‘Ferramentas para a Educação Patrimonial: o exemplo do Jogo do Patrimônio 2.0’. Destinada a professores e profissionais de educação atuantes na escolas de comunidades quilombolas, a atividade formativa em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_37314" aria-labelledby="figcaption_attachment_37314" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Jogo-do-Patrimonio-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-37314" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/06/Jogo-do-Patrimonio-divulgacao-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">O Jogo do Patrimônio 2.0 é o principal tema da atividade, possibilitando a professores e profissionais em educação de comunidades quilombolas, a devida noção de patrimônios culturais locais, a exemplo de inventários participativos.</p></div>
<p style="text-align: justify;">A comunidade quilombola de Engenho Siqueira, localizada na zona rural de Rio Formoso, na Mata Sul, recebe nesta quinta-feira (16), o início do ciclo de formação ‘Ferramentas para a Educação Patrimonial: o exemplo do Jogo do Patrimônio 2.0’. Destinada a professores e profissionais de educação atuantes na escolas de comunidades quilombolas, a atividade formativa em Preservação do Patrimônio Cultural é fruto da parceria entre a Gerência de Preservação Cultural da Fundarpe (Coordenação de Educação Patrimonial e Coordenação de Patrimônio Imaterial), com a Coordenação para Povos Tradicionais e Comunidades Rurais da Secult-PE.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentando conceitos chave através de referências em patrimônios culturais pernambucanos, como inventários participativos, mapas mentais e o Jogo do Patrimônio 2.0, ferramenta desenvolvida pelos técnicos da GPCult/Fundarpe, o ciclo visa possibilitar a socialização dos relatos de aplicação feitos por professores e arte-educadores, e de outras ferramentas realizadas em escolas de comunidades quilombolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tendo por base servir como ferramenta lúdica e interativa para ações de educação patrimonial, o ciclo terá continuidade na comunidade quilombola de Trigueiros, em Vicência, na Mata Norte, a partir da primeira semana de julho. Posteriormente, segue durante a programação do 26º Festival de Inverno de Garanhuns, em quilombos do Agreste Setentrional. As últimas socializações e a finalização desta formação aconteceram em agosto de 2015, durante a IX Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, ocorrida no Recife.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Ciclo de formação ‘Ferramentas para a Educação Patrimonial: o exemplo do Jogo do Patrimônio 2.0’</strong></em></p>
<p><strong>- Rio Formoso (Mata Sul)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> 16 de junho<br />
<strong>Horário:</strong> 9h às 16h<br />
<strong>Local:</strong> Comunidade quilombola de Engenho Siqueira<br />
<strong>Público:</strong> 25 professores</p>
<p>- <strong>Vicência (Mata Norte)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> primeira semana de julho (data a ser definida)<br />
<strong>Horário:</strong> 9h às 16h<br />
<strong>Local:</strong> Comunidade quilombola de Trigueiros<br />
<strong>Público:</strong> 20 professores</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Recife e mais dez cidades na rota das capacitações regionalizadas do Funcultura</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 12:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Design e moda]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Criativa]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agreste]]></category>
		<category><![CDATA[Ciclo de Capacitação Regionalizada]]></category>
		<category><![CDATA[Edital Funcultura Geral 2016]]></category>
		<category><![CDATA[Mata Norte]]></category>
		<category><![CDATA[mata sul]]></category>
		<category><![CDATA[Oficinas]]></category>
		<category><![CDATA[Região Metropolitana do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Sertão]]></category>

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		<description><![CDATA[Para esclarecer dúvidas e orientar artistas e produtores a participarem do Edital Funcultura Geral 2016, a Superintendência de Gestão do Funcultura/Fundarpe e a Diretoria de Formação Cultural da Secult-PE dão continuidade à segunda etapa do Ciclo de Capacitação Regionalizada. As oficinas, que são gratuitas, acontecem entre os dias 15 e 19 de fevereiro, contemplando no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Para esclarecer dúvidas e orientar artistas e produtores a participarem do Edital Funcultura Geral 2016, a Superintendência de Gestão do Funcultura/Fundarpe e a Diretoria de Formação Cultural da Secult-PE dão continuidade à segunda etapa do Ciclo de Capacitação Regionalizada. As oficinas, que são gratuitas, acontecem entre os dias 15 e 19 de fevereiro, contemplando no Recife os segmentos de cultura popular, música, ópera, teatro, dança, circo, design e moda, gastronomia, literatura entre outras opções, de acordo com a área de interesse do participante.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficina-funcultura-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-21870" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/oficina-funcultura-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Já nas cidades das zonas da Mata Norte e Sul, do Agreste e do Sertão, as oficinas serão mais abrangentes, voltadas para os interessados em inscrever projetos em todas as áreas contempladas pelo edital. Não há necessidade de inscrição prévia nas oficinas, basta chegar ao local indicado. Dúvidas em relação aos minicursos podem ser esclarecidas através do telefone: <strong>(81) 3184-3020</strong>. A Gerência de Formação Cultural da Secult-PE funciona no horário das 8h às 17h.</p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p><em><strong>Recife</strong></em><br />
<strong><br />
&gt;&gt; Segunda-feira, 15 de fevereiro</strong><br />
- <span style="text-decoration: underline;">Ópera<br />
</span>Horário: das 18h às 22h<br />
Local: térreo da Secult-PE/Fundarpe (Rua da Aurora, nº 463/469, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Marco Barcellos  &#8211; Comissão deliberativa: Clébio Marques</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Dança</span><br />
Horário: das 14h às 18h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitadora: Marilia Rameh &#8211; Comissão deliberativa: Sandra Helena</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Música</span><br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães &#8211; Mamam (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista Recife)<br />
Facilitadora: Gabi Apolônio &#8211; Comissão deliberativa: Fernanda Freire</p>
<p><strong>&gt;&gt; Terça-feira, 16 de fevereiro<br />
</strong>- <span style="text-decoration: underline;">Circo</span><br />
Horário: das 9h às 13h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitadores: Suene Sotero e Zezo Oliveira &#8211; Comissão deliberativa: Sandra Helena<strong><br />
</strong><br />
- <span style="text-decoration: underline;">Dança</span><br />
Horário: das 14h às 18h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitadora: Marilia Rameh &#8211; Comissão deliberativa: Fernanda Freire</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Gastronomia</span><br />
Horário: das 14h às 18h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 2 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Adriano Marcena &#8211; Comissão deliberativa:  Neide Shinoahara</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Teatro</span><br />
Horário: das 18h às 22h<br />
Local: térreo da Secult-PE/Fundarpe (Rua da Aurora, nº 463/469, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Luciano Santiago - Comissão deliberativa: Clébio Marques</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Design e Moda</span><br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães &#8211; Mamam (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista Recife)<br />
Facilitadora: Cecilia Pessoa &#8211; Comissão deliberativa: Sandra Helena</p>
<p><strong>&gt;&gt; Quarta-feira, 17 de fevereiro</strong><br />
- <span style="text-decoration: underline;">Teatro</span><br />
Horário: das 18h às 22h<br />
Local:  térreo da Secult-PE/Fundarpe (Rua da Aurora, nº 463/469, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Luciano Santiago - Comissão deliberativa: Clébio Marques</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Artes Visuais</span><br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães &#8211; Mamam (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista Recife)<br />
Facilitadora: Lúcia Padilha &#8211; Comissão deliberativa: Silvio Hansen</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Fotografia</span><br />
Horário: das 13h às 22h<br />
Local:  térreo da Secult-PE/Fundarpe (Rua da Aurora, nº 463/469, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitadora: Mariana Lima &#8211; Comissão deliberativa: Fernanda Freire</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Artesanato</span><br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitadora: Elenilza &#8211; Comissão deliberativa: Fernanda (manhã) e Sandra (tarde)</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Literatura</span><br />
Horário: das 18 às 22h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Alexandre Melo &#8211; Comissão deliberativa: Silvio Hansen</p>
<p><strong>&gt;&gt; Quinta-feira, 18 de fevereiro</strong><br />
- <span style="text-decoration: underline;">Cultura Popular</span><br />
Horário: das 8h às 13h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitadora: Marileide Alves &#8211; Comissão deliberativa: Fernanda Freire</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Literatura</span><br />
Horário: das 18h às 22h<br />
Local: Espaço Pasárgada – Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Alexandre Melo &#8211; Comissão deliberativa: Silvio Hansen</p>
<p><strong>&gt;&gt; Sexta-feira, 19 de fevereiro</strong><br />
- <span style="text-decoration: underline;">Patrimônio</span><br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães &#8211; Mamam (Rua da Aurora, nº 265, Boa Vista Recife)<br />
Facilitadora: Sandra Silva &#8211; Comissão deliberativa: Silvio Hansen</p>
<p>- <span style="text-decoration: underline;">Artes Integradas</span><br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Espaço Pasárgada &#8211; Sala 1 (Rua da União, nº 263, Boa Vista, Recife)<br />
Facilitador: Ticiano Sá &#8211; Comissão deliberativa: Clébio Marques</p>
<p>- <strong>Arcoverde (Sertão do Moxotó)</strong><br />
Quando: 15 e 16 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: ACA – Associação Comercial de Arcoverde<br />
Facilitadora: Ligia Verner</p>
<p>- <strong>Tamandaré (Mata Sul)</strong><br />
Quando: 16 e 17 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Biblioteca Municipal<br />
Facilitadora: Liana Gesteira</p>
<p>- <strong>Goiana (Mata Norte)</strong><br />
Quando: segunda-feira, 15 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: AD Goiana<br />
Facilitadora: Liana Gesteira</p>
<p>- <strong>Lagoa do Carro (Mata Norte)</strong><br />
Quando: quinta-feira, 18 de fevereiro<br />
Horário:  das 9h às 18h<br />
Local: Casa da Juventude<br />
Facilitadora: Liana Gesteira</p>
<p>- <strong>Catende (Mata Sul)</strong><br />
Quando:  sexta-feira, 19 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Salão Paroquial<br />
Facilitadora: Liana Gesteira</p>
<p>- <strong>Afogados da Ingazeira (Sertão do Pajeú)</strong><br />
Quando: 15 e 16 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h (15/2) e das 9h às 13h (16/2)<br />
Local: Centro Tecnológico<br />
Facilitador: Jô Barbosa</p>
<p>- <strong>Serra Talhada (Sertão do Pajeú)</strong><br />
Quando: 17 e 18 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h (17/2) e das 9h às 13h (18/2)<br />
Local: Museu do Cangaço<br />
Facilitador: Jô Barbosa</p>
<p>- <strong>Tacaratu (Sertão de Itaparica)</strong><br />
Quando: 15 e 16 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h (15/2) e das 9h às 13h (16/2)<br />
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação<strong></strong><br />
Facilitador: Marco Bonachela</p>
<p><strong>- Petrolina (Sertão do São Francisco)<br />
</strong>Quando: 17 e 18 de fevereiro<br />
Horário:  das 18h às 22h<br />
Local: Auditório Professora Socorro Freitas (Secretaria de Educação – Centro de Convenções)<br />
Facilitador: Marco Bonachela</p>
<p><strong><em>Comunidades Quilombolas</em></strong></p>
<p>- <strong>Santa Maria da Boa Vista &#8211; Comunidade Quilombola Cupira</strong><br />
Quando: sábado, 13 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Associação Quilombola dos Agricultores e Pescadores do Território de Cupira<br />
Facilitador: Francisco de Assis</p>
<p><strong>- Lagoa dos Gatos &#8211; Comunidade Quilombola Pau Ferrado</strong><br />
Quando: quarta-feira, 17 de fevereiro<br />
Horário: das 9h às 18h<br />
Local: Associação Quilombola Pau Ferrado<br />
Facilitador: Francisco de Assis</p>
<p><strong>- Rio Formoso &#8211; Comunidade Quilombola Engenho Siqueira</strong><br />
Quando: domingo, 21 de fevereiro<br />
Horário: das 9h as 18h<br />
Local: Escola Municipal José Minervino Roberto<br />
Facilitador: Francisco de Assis</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma usina, um cemitério e um bloco de Carnaval</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2012 16:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[mata sul]]></category>
		<category><![CDATA[mulher da sombrinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda na estrada, uma visão já entrega o espírito do lugar que se aproxima: vemos ao longe a fumaça grossa e cinza-escura que a Usina Catende, cravada entre casas coloridas, joga acima da pequena cidade de mesmo nome, situada na Zona da Mata Sul pernambucana, a 142 km do Recife. Depois, com o carro já [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/mulher-da-sombinha-ricardo-moura.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/03/mulher-da-sombinha-ricardo-moura.jpg" alt="Ricardo Moura" width="310" height="455" class="alignnone size-full wp-image-11938" /></a></p>
<p>Ainda na estrada, uma visão já entrega o espírito do lugar que se aproxima: vemos ao longe a fumaça grossa e cinza-escura que a Usina Catende, cravada entre casas coloridas, joga acima da pequena cidade de mesmo nome, situada na Zona da Mata Sul pernambucana, a 142 km do Recife. Depois, com o carro já passeando pelas ruas, subidas e descidas íngremes revelam uma cidade ladeiriça, que acumula em varandas e calçadas uma poeira preta de carvão. “Tão gostando do carvão de Catende? Tem que varrer o dia inteiro, de dez vezes pra mais”, diz uma moça de vestido e óculos, empunhando uma vassoura e jogando as cinzas pra fora de casa.</p>
<p>São apenas oito e meia da manhã e o sol já reflete forte nas muitas antenas parabólicas e no asfalto das ladeiras de Catende. “Pra onde a gente vai?”, pergunta Seu Edvaldo, nosso motorista. “Pro cemitério”, respondemos arrancando-lhe um olhar incrédulo e um meio sorriso, daqueles de quem estranha.</p>
<p>A verdade é que Catende guarda uma lenda urbana que habita o imaginário dos seus pouco mais de 38 mil habitantes e acabou virando bloco de Carnaval. Absolutamente todos conhecem a história da famosa fantasma loira que seduzia operários, levava-os até o cemitério e aterrorizava-os. “O doceiro disse que viu, não foi?”, conta um morador em meio aos protestos de outro: “Isso não existe não, é lenda!”. “E uma moça, no ano retrasado, contou pra um jornalista que viu uma mulher de sombrinha passando por detrás no bloco”, alguém fala em meio à conversa coletiva. Cada um que conte a sua versão ou saiba de alguém que viu, mas é quase impossível conseguir encontrar pessoalmente com essas testemunhas oculares. O doceiro havia morrido, a moça ninguém sabe quem é ao certo. Há também alguns que são famosos por dizerem haver visto a tal mulher, como Seu Mariano. Mas não há jornalista, rede de televisão ou jornal que o faça falar. Sua memória é guardada a sete chaves.</p>
<p>O primeiro registro dessa história é do ex-prefeito Renato Buarque de Macedo, que escreveu, nos anos 1940, sobre a aparição de uma mulher que assustou um ferreiro chamado José Leandro: “&#8230; lenda ou cousa que valha de uma certa visão que aparecia à noite no povoado, e que foi o terror dos notívagos e seresteiros, como ele José Leandro. Tratava-se de uma figura de mulher vestida de branco, cabelos soltos que, de preferência, andava na Rua do Craveiro, hoje 15 de novembro”.</p>
<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Mergulhe-Catende-Boneca-crédito-da-foto-de-RicardoMoura.jpg"><img class="size-medium wp-image-4368 alignright" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Mergulhe-Catende-Boneca-crédito-da-foto-de-RicardoMoura-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a></p>
<p>O historiador catendense Eduardo Menezes conta também que os operários do último turno costumavam ficar nas imediações da Usina Catende, por volta da meia-noite, e que então uma loira esplendorosa, com uma sombrinha na mão e uma vestimenta do século 18, passava por eles. Eles acabavam indo atrás dela até o cemitério, completamente seduzidos. Alguns dizem que eles amanheciam o dia sozinhos em cima de uma lápide. Outros, que ela desaparecia diante dos olhos deles na frente do cemitério. E há ainda quem diga que ela não passava, na realidade, de uma mulher que escolhera um cenário pouco usual e acima de qualquer suspeita para trair o marido. Fantasma ou traidora, a Mulher da Sombrinha mexe com a imaginação da cidade e faz muitos foliões aguardarem ansiosos no portão do cemitério pela sua saída – no caso, do bloco que leva seu nome.</p>
<p><b>E TUDO VIRA CARNAVAL&#8230;</b></p>
<p>Em frente ao grande portão de entrada do cemitério, no sábado de manhã, Seu Lôti Boca de Ponche (apelido de Alberto da Silva Costa) bebe cachaça e se prepara com os amigos, “os papudinhos”, para a saída do bloco da Mulher da Sombrinha. “Somos os bêbados de Deus”, diz Seu Lôti soltando uma gargalhada e enxugando o suor do rosto. Conta, empolgado, que carregou a boneca gigante durante alguns anos. “Parei, porque era muito peso e pouco dinheiro”. Frevos misturados ressoam ao fundo, vindos de dentro dos bares e das casas das pessoas. Este foi um sábado anterior à semana pré-carnavalesca, mas a cidade já vive o clima de esbórnia. O curioso é que, arrematando todo o clima, os celulares passam o dia soando o hino do bloco – composto por Marcos Catende logo nos primeiros anos de existência da agremiação – e que vira o toque por excelência de quase todos os aparelhos dos catendenses.</p>
<p>Seu Lôti pede licença aos companheiros de farra e nos ciceroneia até o local, próximo ao cemitério, onde está guardada a boneca gigante. Em um canto de uma sala úmida de azulejos, a Mulher da Sombrinha espera pela meia-noite coberta por um pano vermelho, com a roupa de três anos atrás (todo ano a roupa nova é um segredo). Seu Lôti, com intimidade, tira o tecido e exclama: “Olha como ela é bonita!”. E nos revela uma boneca de pele, olhos e cabelos claros. Lábios cor-de-rosa, desenhados. Uma beleza europeia, bem distinta daquela das moças bonitas de pele queimada e cabelos escuros que passeiam pelas ruas de Catende.</p>
<p>Uma moto com dois homens acelera na nossa frente. Dela descem um homem de cabelo grisalho e um rapaz moreno-forte-sorridente. Eles são Seu Tomires Cordeiro e Nêgo Amaral. O primeiro é um dos fundadores do bloco e homenageado do Carnaval catendense de 2012; o segundo, o atual carregador da boneca. “Amo mais ela do que a minha mulher!”, diz numa gaitada. Mas os fios dessa história são unidos é por Seu Tomires: a usina, o fantasma, o Carnaval, o cemitério e um grupo de amigos adoradores da folia momesca.</p>
<p>Tudo começou quando Jorge Benjamim, cunhado de Tomires e dono da loja de móveis na qual ele trabalhava, teve que retirar a porta do estabelecimento durante uma reforma. Algum funcionário precisava, toda noite, dormir na loja. Na vez de Tomires, que morria de medo da lenda da mulher da sombrinha, ele pagou para Irmãozinho ficar em seu lugar. O medo de Tomires e a gozação incansável dos amigos acabaram por virar um improvável mote para a farra. Assim, em 1983, Tomires, Jorge Benjamim, Irmãozinho, Sílvio Romero Brito, Inácio Loyola e Bibiu criaram o excêntrico bloco da mulher-assombração; o bloco da Mulher da Sombrinha.</p>
<p>“Era só nós seis, um pistón, um surdo e um tarol”, conta Tomires. “Vê que coisa tão linda que era”, diz em meio a uma risada irônica. Juntando-se ao sexteto, a Mulher da Sombrinha era feita de um cabo de vassoura, um vestido de pano de colchão e um mamão no lugar da cabeça com uma vela acesa por dentro. O sorriso assustador era de palito de fósforos. “A gente ainda botava um cigarro e um bico. E os braços, então! A gente catava papel no meio da rua, enchia um meião de futebol e ia dando lapada no povo na rua”. Quem carregou a fantasma no primeiro ano foi o próprio Tomires, apesar do medo que tinha da lenda. “Botaram só meu nome numa bolsinha e pediram pra um menino na rua sortear. Só deu eu na cabeça”.</p>
<p>Hoje em dia, 29 anos depois, a Mulher da Sobrinha de Catende é Patrimônio Imaterial do Estado, e atrai cerca de 20 mil turistas para a cidade, fazendo a maior festa da Mata Sul de Pernambuco.</p>
<p>Ao sairmos da cidade, Seu Lôti já estava com o rosto coberto de argila, recitando poesias de amor. O frevo tocava mais alto, as fitas coloridas caiam dançantes na frente das casas e os carros começavam, devagar, a tomar a Av. Presidente Vargas, que os moradores insistem em chamar pelo antigo nome: o de Rua da Saudade.</p>
<p>Para escutar o hino do bloco, é só clicar <b>aqui</b> (<a href="http://soundcloud.com/user7909270/hino-do/" target="_blank">http://soundcloud.com/user7909270/hino-do/</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>A folia dos bichos</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 16:59:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/bicharada-pri-buhr.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2012/02/bicharada-pri-buhr-607x400.jpg" alt="Priscilla Buhr" width="607" height="400" class="alignnone size-medium wp-image-11940" /></a></p>
<p>Um Encontro de Bichos foi a motivação para pegar, numa Segunda-feira de Carnaval, a BR-232 com destino a Vitória de Santo Antão, a 53 km do Recife. Localizada na Zona da Mata Sul, a cidade tem um Carnaval que se destaca, com tradição em blocos e troças normalmente representados por animais de todos os tipos, de todas as raças e também de terras distantes, que não se encontram por essas bandas, a não ser em zoológicos.</p>
<p>A zebra, o camelo, a girafa, o leão e o urso convivem pacificamente com bois, bode, guiné, sapo, coelho, galo, cisne, morcego, águia e até, pasmem, ET e bicho papão. Tudo isso tem por lá. Talvez por esse motivo, o folião vitoriense seja fera em animação. Quase toda a cidade se envolve na brincadeira e cai no passo das orquestras de metais e seus frevos rasgados, ou mesmo dos trios elétricos que sobem e descem ladeiras no ritmo do axé baiano e dos sucessos bregas do momento.</p>
<p>O bloco A Girafa é um desses; aliás, o maior e mais famoso deles. São dois trios elétricos arrastando mais de 3 mil pessoas, segundo seus organizadores. Tem meio século de existência e costumava desfilar com carros alegóricos, orquestras de chão e grupos fantasiados. Na década de 1990, rendeu-se à “novidade” dos trios elétricos dos carnavais fora de época exportados da Bahia e mudou o estilo, adotando o cordão de isolamento – dentro dele só vai quem tem a camisa amarela do bloco.</p>
<p>“A Girafa é 10!”, grita Terezinha Urbano, sem perder o ritmo na descida atrás do trio. “É o mais animado, saio nele há seis anos, virou um vício”, completa Marcicleide de Sena, outra foliã apressada. Quando pergunto, de longe, quanto pagaram pela camisa, o grupo, composto por mais outras quatro garotas, responde numa só voz: “Noventa reais!”. E então somem no meio da multidão.</p>
<p>E para não “dar com os burros n’água”, já que não fiz nenhuma “vaquinha” pra comprar a camisa, tiro o “cavalinho da chuva” e saio de fininho em busca de outros animais, antes que o Encontro dos Bichos acabe e a “vaca vá pro brejo”. E é só o tempo de dobrar a esquina e pegar a Rua Imperial, para dar de cara com eles. Em cima de um carro alegórico, estão o Camelo, o Cisne, o Urso Preto e o Leão, o mais antigo de Vitória, com 110 anos de fundação, todos confeccionados pelas mãos do artista plástico Deusdete da Mata.</p>
<p>Acompanham o cortejo pessoas usando cabeças caracterizadas com outros bichos, que seguem para a Praça da Matriz ao som do frevo. À bicharada, se juntam os brincantes de bois e os Bonecos Gigantes de Pernambuco, arrastando o povo. “Eu só sei brincar assim, de graça, com orquestra no chão. Prefiro 100 mil vezes esse Carnaval”, enfatiza o servidor público José Eduardo Severiano dos Santos. O casal João e Avanice Lira é da mesma opinião: “Trio elétrico é horrível, não é adequado para Vitória. Aqui é Pernambuco, não é Bahia”, reclama.</p>
<p>As troças são um capítulo à parte. E são muitas, uma atrás da outra. Consegui “frevar” na O Boi é Bom e na Pingunços, ambas muito animadas e concorridas. Foi nelas que conheci Mari Souza e a família: marido, irmãos, filhos e até a mãe dela, com mais de 70 anos, fazendo o passo. “É Carnaval para a família toda, tradição e tranquilidade”. E como idade não é mesmo documento, a troça O Tabaco da Véia faz a alegria dos foliões, levando um homem travestido de uma debochada e simpática senhora, sentada em uma cadeira de balanço em cima de um carro alegórico. Com um cachimbo apagado na boca e “fazendo irreverências mil”, a velhinha reforça o slogan da troça “&#8230;e o fumo entrando”. Brincadeiras que só são possíveis nesse frenético reinado de Momo.</p>
<p>O Carnaval de Vitória é assim, com diferentes públicos, todos contemplados pela diversidade de ritmos, de bichos, de palcos e polos de animação. O Secretário Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, Paulo Roberto Arruda, procura definir essas características assim: “Todos os ritmos e tribos convivem em harmonia e brincam juntos nos cinco polos distribuídos pela cidade. Os polos da Matriz e do Livramento são mais culturais, com blocos que representam os antigos carnavais da cidade. O Polo Duque de Caxias tem mais shows de palco e o de Pirituba, por ser na zona rural, preserva as brincadeiras de terreiros”, explica.</p>
<p>Na prática, o que se vê em Vitória é um só Carnaval de alegria: participação e encontros de bichos, com gente fazendo a festa acontecer.</p>
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