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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestre Chocho</title>
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		<title>Berço do gênero musical, Pernambuco agora tem seu Dia Estadual do Choro</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 17:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82518" aria-labelledby="figcaption_attachment_82518" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Guinee/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/betto_do_bandolim2c_moema_macedo2c_marco_cesar2c_rafael_marques-_bandolins_para_jacob_-credito_guinne.jpg"><img class="size-medium wp-image-82518" alt="Guinee/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/betto_do_bandolim2c_moema_macedo2c_marco_cesar2c_rafael_marques-_bandolins_para_jacob_-credito_guinne-607x342.jpg" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">Ao lado de Betto do Bandolim estão Moema Macedo, Marco Cesar e Rafael Marques, músicos da cena pernambucana do choro</p></div>
<p>Pernambuco agora tem um dia seu para celebrar o choro, gênero musical que consagrou no Estado nomes como João Pernambuco, Tia Amélia, Zé do Carmo, Rossini Ferreira, Luperce Miranda, Quincas Laranjeiras e Mestre Chocho, entre tantos outros músicos, musicistas, cantores e cantoras do estilo. Criado por meio da Lei 14.178/2021, de autoria do deputado Waldemar Borges, o Dia Estadual do Choro João Pernambuco, proposta pioneira em todo o Brasil, será celebrado no dia 16 de Outubro, e leva no seu título uma homenagem a um grande mestre do choro pernambucano.</p>
<p>O anúncio público está marcado para o dia 25 deste mês, durante a Grande Roda de Choro no encerramento do Festival do Choro João Pernambuco, que terá as gravações realizadas em estúdio e o encerramento no Teatro do Parque, seguindo as recomendações para prevenção da pandemia. A iniciativa conta com recursos da Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>A ideia da criação desta data foi do coletivo Isto é Choro!, grupo que reúne grande parte dos artistas que sentiam falta de uma data oficial que demonstrasse a importância deste estilo musical no Estado. O coletivo é liderado pelo produtor cultural Wagner Staden; por Walmir Chagas, criador do personagem Véio Mangaba, artista e pesquisador cultural; e pelo artista Betto do Bandolim.</p>
<div id="attachment_82520" aria-labelledby="figcaption_attachment_82520" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/20988320_807327619454969_8492786019593292241_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-82520" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/20988320_807327619454969_8492786019593292241_o-472x486.jpg" width="472" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor cultural Wagner Staden, ao lado do Mestre Chocho (in memorian)</p></div>
<p><em>“A ideia surgiu em 2017, a partir de um movimento de valorização do choro no Estado que tomou impulso com a titulação do Mestre Chocho (in memorian) como Patrimônio Vivo de Pernambuco”</em>, explica Wagner Staden, que trabalhou como produtor do Mestre Chocho nos últimos anos.</p>
<p>Betto do Bandolim é músico, arranjador e compositor, “um chorista completo”, nas palavras do Véio Mangaba. Para ele, assim como o Rio de Janeiro, Pernambuco sempre foi um polo fortíssimo no choro. <em>“Desde a galera que saiu daqui, como o mestre João Pernambuco, Tia Amélia, Quincas Laranjeiras, até a geração anterior a minha, como Rossini Ferreira e Canhoto da Paraíba”.</em></p>
<div id="attachment_55375" aria-labelledby="figcaption_attachment_55375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55375 " alt="Fer Verícimo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/35361032174_3fc1fd0e3f_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Betto do Bandolim, músico, arranjador e compositor, integra o coletivo Isto é Choro! ao lado dos amigos Walmir Chagas e Wagner Staden</p></div>
<p><em>“Muitos músicos daqui foram pra o Rio de Janeiro ensinar o pessoal porque o choro da gente tem um sotaque diferente. Como temos uma diversidade musical fora do comum, nosso choro lembra o baião, xote e frevo, diferente do carioca, que é mais focado no samba”,</em> revela Betto do Bandolim.</p>
<p>A Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) acompanhou de perto o processo e deu todo o apoio e aval junto à Alepe e ao Governo de Pernambuco para a criação da Lei.</p>
<div id="attachment_68706" aria-labelledby="figcaption_attachment_68706" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Foto-Walmir-crédito.divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-68706 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Foto-Walmir-crédito.divulgação.jpg" width="480" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Walmir Chagas, criador do personagem Véio Mangaba, artista e pesquisador cultural, também participou da articulação para a criação do Dia Estadual do Choto João Pernambuco</p></div>
<p><em>“Pernambuco agora pode dizer que tem uma data sua para celebrar o choro, gênero que nos deu a oportunidade de gerar aqui no nosso estado mestres como João Pernambuco e o saudoso Mestre Chocho, além de vários outros artistas consagrados e que seguem na linha de frente de defesa desse nosso patrimônio”,</em> comemora Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Segundo o deputado Waldemar Borges, para ele foi um privilégio ter sido o autor da lei. <em>&#8220;Primeiro porque é importante enaltecer as nossas expressões culturais, e o choro com sotaque pernambucano, como diz Betto do Bandolim, é uma das mais fortes, bonitas e envolventes dessas expressões. Ter o seu dia, portanto, é dizer da importância que ele tem pra gente. Segundo, porque o processo de escolha da data, liderado por pessoas como Wagner, Walmir e o próprio Betto, foi extremamente democrático, o que nos une ainda mais nessa homenagem”.</em></p>
<p><strong>HISTÓRICO -</strong> No dia 21 de setembro de 2020 foi realizada uma assembleia virtual aberta ao público, e com a participação de várias personalidades do choro pernambucano, com a proposta de escolher uma data para celebrar o Dia Estadual do Choro.</p>
<p><em>“A gente já realizava o Recife Carinhoso, evento com vários choristas do estado para celebrar o Dia Nacional do Choro, no dia 23 de abril, nascimento de Pixinguinha. Depois tivemos a ideia de fazer o Festival João Pernambuco, em 2016, como forma de valorizar o choro daqui do Estado. A partir daí surgiu a ideia de criarmos um dia estadual para celebrar este ritmo que também é pernambucano”,</em> conta Betto do Bandolim.</p>
<p>Foi escolhido então o dia 16 de outubro, data de falecimento de João Pernambuco, o maior nome do violão e do choro de Pernambuco e um dos maiores nomes da música brasileira.</p>
<div id="attachment_82519" aria-labelledby="figcaption_attachment_82519" class="wp-caption img-width-378 alignnone" style="width: 378px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Internet</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Joao-Pernambuco-1.jpg"><img class="size-full wp-image-82519" alt="Reprodução/Internet" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/Joao-Pernambuco-1.jpg" width="378" height="378" /></a><p class="wp-caption-text">Dia Estadual do Choro João Pernambuco, proposta pioneira em todo o Brasil, leva no seu título uma homenagem a esse grande artista do choro pernambucano</p></div>
<p>De acordo com Walmir Chagas, a escolha de João Pernambuco como homenageado é porque o nome ajuda muito. “<em>Quem tem um nome desse ligado ao seu Estado? Só Canhoto da Paraíba, e inclusive estamos incentivando nossos amigos paraibanos do choro a criar uma data estadual deles”,</em> comenta o artista.</p>
<p>Segundo Walmir, normalmente se escolhe a data de aniversário de uma pessoa nas homenagens, mas como o aniversário de João Pernambuco cai no Dia de Finados houve uma resistência a essa data. <em>“Pesquisei então outras datas importantes envolvendo sua biografia, e a escolha final foi a data do seu encantamento, porque artista não morre, artista se encanta”.</em></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QHLpT73op5w" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><em>“Paralelamente, procuramos Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, com quem tivemos uma reunião para tratar do assunto, e ele deu todo o apoio institucional e se comprometeu em colaborar com a criação da data”,</em> destaca o Véio Mangaba.</p>
<p>Com a data escolhida, a proposta foi apresentada ao deputado Waldemar Borges, que elaborou o projeto de Lei aprovado na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). <em>“Dos deputados que estão com mandato na Alepe, ele é uma das pessoas mais envolvidas com a música, e conhece muito o pessoal do chorinho, além de ter sido relator da lei que criou o Dia Estadual de Ciranda (10 de maio)”</em>, completa Walmir Chagas.</p>
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		<title>Nota de Pesar &#8211; Chocho do Bandolim</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 14:01:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) vem externar o seu pesar diante do falecimento do mais antigo profissional do ritmo do choro do Brasil em atividade, Otaviano do Monte, conhecido como mestre Chocho do Bandolim. Com mais de sete décadas de carreira , todo o seu aprendizado foi na pratica, sem nunca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC) vem externar o seu pesar diante do falecimento do mais antigo profissional do ritmo do choro do Brasil em atividade, Otaviano do Monte, conhecido como mestre Chocho do Bandolim.</p>
<p>Com mais de sete décadas de carreira , todo o seu aprendizado foi na pratica, sem nunca ter cursado escolarização musical. Despertado, na adolescência, por um tio para o violão, tomou gosto pela habilidade e foi se aprofundando nesse instrumento para usufruir melhor do seu jeito boêmio de ser.</p>
<p>Viveu todo o apogeu da Era do Ouro do rádio. Ao ser classificado como segundo lugar em concurso de música na rádio Jornal, em 1950, foi o alvorecer para florescer o chorinho em sua laureada existência.</p>
<p>Apesar de seu imenso talento e requinte, a música, ao longo de sua vida, não foi seu primeiro oficio profissional. As mãos que faziam eclodir lindas canções em sua melodiosa voz, no dia a dia ganhava o pão levantando obras de alvenaria como mestre de obras.</p>
<p>Nesse paralelo de serviço operário e musical, mestre Chocho conseguiu abrir seu espaço na cena artística do estado após descobrir, por acaso, o cavaquinho e o bandolim que lhe deram outra tonalidade e brilho musicais.</p>
<p>Durante reuniões de rodas informais no quintal de um dos integrantes sempre no lugar de sua raiz, Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes, surgiu o Grupo Choro Unido dos Guararapes, que durou 30 anos.</p>
<p>Teve também passagem na festividade do carnaval, através do Bloco da Saudade, onde atuou durante muito tempo, passagem esta que certamente lhe inspirou para criar o choro frevado.</p>
<p>Mesmo com todo esse tempo de carreira, as suas composições são desconhecidas do grande público. No entanto o seu molejo impar para manusear os instrumentos de cordas foi que lhe projetou a alcunha de mestre do bandolim chegando a influenciar novos talentos por todo Estado.</p>
<p>Ao longo de sua carreira, recebeu alguns reconhecimentos, dentre os quais, talvez, o mais importante e emblemático, foi dado por este CEPPC, o título de Registro de Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2017. Fato este que o acompanhou por toda sua pontual existência artística e póstuma.</p>
<p>Diante do calar do seu bandolim, devemos cobrir de solidariedade a família, amigos e o segmento do choro, com a certeza e o compromisso de seu dever cumprido.</p>
<p>Que assim possamos, com o espirito banhado de saudades, contribuir para que seu legado desabroche na formação de novas gerações de choristas que hão de vir inspiradas no nosso memorável e inconfundível Chocho do Bandolim.</p>
<p style="text-align: right;"> <strong>Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural </strong></p>
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		<title>Nota de pesar – Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 15:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Chocho]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam a morte de Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que faleceu nesta quinta-feira (22), aos 96 anos de idade. Otaviano do Monte, conhecido como Mestre Chocho, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1924, no Cabo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55372" aria-labelledby="figcaption_attachment_55372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55372" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chocho dedicou mais de 70 anos da sua vida à música e ao choro</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) lamentam a morte de Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que faleceu nesta quinta-feira (22), aos 96 anos de idade.</p>
<p>Otaviano do Monte, conhecido como Mestre Chocho, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1924, no Cabo de Santo Agostinho. Ao longo da sua vida dedicou mais de 70 anos à música e ao choro, gênero musical por onde transitou durante décadas.</p>
<p>Em agosto de 2017, ao lado de outros nomes da cultura pernambucana, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/chocho-o-mestre-chorao-mais-antigo-do-brasil/" target="_blank">Mestre Chocho recebeu das mãos do governador Paulo Câmara o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco</a></strong>.</p>
<p>Aos familiares e amigos do artista, as equipes da Secult-PE e da Fundarpe deixam seus sinceros sentimentos.</p>
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		<title>Mestre Chocho faz festa para celebrar seus 96 anos de vida</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mestre-chocho-faz-festa-para-celebrar-seus-96-anos-de-vida/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Feb 2020 13:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco e mestre do choro pernambucano, completa 96 anos de vida neste próximo domingo (16). Para comemorar a data, os familiares convidam o público e amigos a homenageá-lo numa festa, regada a bastante chorinho, que será realizada no endereço Rua Zelindo Marafante, 84, em Jaboatão dos Guararapes, a partir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_55372" aria-labelledby="figcaption_attachment_55372" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55372 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/36237428530_17bfd0f53a_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chocho é considerado o chorão mais idoso em atividade no Brasil</p></div>
<p>Mestre Chocho, Patrimônio Vivo de Pernambuco e mestre do choro pernambucano, completa 96 anos de vida neste próximo domingo (16). Para comemorar a data, os familiares convidam o público e amigos a homenageá-lo numa festa, regada a bastante chorinho, que será realizada no endereço Rua Zelindo Marafante, 84, em Jaboatão dos Guararapes, a partir das 13h. A festa é gratuita e já conta com a presença confirmada de vários músicos e artistas como Henrique Annes, Betto do Bandolim, Walmir Chagas, Marco César e Rubem França.</p>
<p>Otaviano do Monte, conhecido como Chocho do Bandolim, ou, de forma mais honrosa, como Mestre Chocho, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1924, no Cabo de Santo Agostinho. É hoje considerado o chorão mais idoso em atividade no Brasil.</p>
<p>São mais de 70 anos dedicados à música e ao choro, ao prazer de fazer as pessoas se sentirem bem através da arte, razão pela qual, em 2017, ao lado de outros cinco nomes da cultura popular, recebeu do Governo de Pernambuco o título de Patrimônio Vivo.</p>
<p>A história de Chocho é um clássico da boemia que passou a reinar no Recife em meados da década de 40, com a explosão das rádios e programas de música pela capital pernambucana. Também traz muita amizade, família e referências ao bairro por onde morou e mora há décadas, o bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/chocho-o-mestre-chorao-mais-antigo-do-brasil/" target="_blank"><strong>Confira aqui</strong></a> uma reportagem sobre o Mestre Chocho.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Aniversário do Mestre Chocho<br />
Domingo (16), a partir das 13h<br />
Rua Zelindo Marafante, 84, Jaboatão dos Guararapes<br />
Gratuito</p>
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		<title>Chocho: o mestre chorão mais antigo do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/chocho-o-mestre-chorao-mais-antigo-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 13:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Chocho]]></category>
		<category><![CDATA[Patrimônio Vivo de Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Talvez muita gente não saiba que o mais antigo chorão em atividade no Brasil é pernambucano &#8211; outra megalomania, das bonitas, pra coleção do estado. Otaviano do Monte, conhecido como Chocho do Bandolim, ou, de forma mais honrosa, como Mestre Chocho, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1924, no Cabo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58532" aria-labelledby="figcaption_attachment_58532" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40556186351_140749f534_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58532 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40556186351_140749f534_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chocho é Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Talvez muita gente não saiba que o mais antigo chorão em atividade no Brasil é pernambucano &#8211; outra megalomania, das bonitas, pra coleção do estado. Otaviano do Monte, conhecido como Chocho do Bandolim, ou, de forma mais honrosa, como <a href="https://www.facebook.com/mestrechocho.patrimoniodochoro.pe/" target="_blank"><strong>Mestre Chocho</strong></a>, nasceu no dia 12 de fevereiro de 1924, no Cabo de Santo Agostinho. São 94 anos de vida e mais de 70 dedicados à música e ao choro, ao prazer de fazer as pessoas se sentirem bem através da arte, razão pela qual, em 2017, ao lado de outros cinco nomes da cultura popular, recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>A história de Chocho é um clássico da boemia que passou a reinar no Recife em meados da década de 40, com a explosão das rádios e programas de música pela capital pernambucana. Também traz muita amizade, família e referências ao bairro por onde morou e mora há décadas, o bairro de Prazeres, em Jaboatão dos Guararapes. Carinho e envolvimento que se traduzem no apelido, sua marca registrada, que segundo ele veio dos avós. <i>“Quando eu era criança, eu tinha problema de cansaço. Naquele tempo a gente chamava de puxado. Isso me deixou bem magrinho, e ai ficaram me chamando de Chocho”, </i>lembra o mestre, abrindo um sorriso.</p>
<p><b>Envolvimento com a música</b></p>
<p>Mesmo sem nunca ter frequentado uma escola musical, Mestre Chocho aprendeu a arte com os ouvidos, a prática e a coragem de correr atrás do que mais gostava: tocar nas serestas e farras com os amigos. Assim como a maioria dos jovens da época e da atualidade, começou primeiro com o violão. “M<i>uito cedo, com 12 ou 13 anos, mas naquela curiosidade de criança. Meu primeiro professor foi um tio. Zé Vital o nome dele, mas a gente o chamava de Tio Zé. Era irmão da minha mãe. Outra pessoa com quem aprendi muito foi o radialista Zé do Carmo Bendito Santo, que tinha um programa de seresta na Rádio Clube. Eu escutava aquilo e pesquisava muita coisa a partir dali”, </i>detalha.</p>
<div id="attachment_58530" aria-labelledby="figcaption_attachment_58530" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39845573304_e154ea5bab_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58530 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39845573304_e154ea5bab_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Assim como a maioria dos jovens da época e da atualidade, enveredou pelo caminho da música primeiramente com o violão</p></div>
<p>Até os 20 anos, Chocho morou em várias praias do litoral pernambucano, como Candeias e Boa Viagem, mas sempre com a disposição de se juntar com colegas e tirar um som. “<i>Quando eu tinha essa idade, encontrei um pessoal em Boa Viagem, dali da Aeronáutica, que tocava também. Eu era fraquinho na época, mas enfrentei assim mesmo e fui em frente. Não demorou muito tempo pra chegarem até mim e falarem que não podiam mais tocar comigo porque eu estava muito adiantado”,</i> relembra, com sabor de vitória. <i>“Anos mais tarde eu fiz uma música, mostrei a um amigo e ele deu o nome a ela de <b>Derramada no Deserto</b>. Na época tinha um programa de calouros na Rádio Jornal, no início dos nos 1950, bem disputado. Fui lá e me inscrevi, e quando eu vi o resultado tinha tirado o segundo lugar”. </i>Nasceu então o primeiro sucesso de Chocho.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HyEfDhXqVp0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Apesar do talento e disposição, a música nunca foi sua principal fonte de renda, e Mestre Chocho trabalhou boa parte da vida como mestre de obras. <i> “Com 29 anos eu já estava casado e fui demitido da firma que trabalhava. Recebi uma indenização e decidi tentar a sorte no Rio de Janeiro com a minha família. Admito que quando cheguei lá eu tinha muita intenção de música, mas quando o tempo passou, vi que não ia dar certo”, lamenta. “Fui então de novo ao escritório da firma que trabalhei no Recife e, como conhecia o dono, o Doutor Erasto, pedi trabalho a ele. Ele ficou muito feliz de me ver por lá e me mandou pra um serviço no Cabo Frio e Arraial do Cabo. Chegando lá e tinha toda uma turma que eu trabalhei no Recife, foi um ambiente familiar. Mas quando quis voltar pro Recife, dois anos depois, o Doutor Erasto me deu todo apoio”,</i> disse, comovido.</p>
<p><b>Bandolim e choro no Quintal do Cosme</b></p>
<p>A volta ao Recife, além de colocar o mestre em contato com a terra-natal, fez com que ele se aprofundasse em outros dois instrumentos, o cavaquinho e, finalmente, o bandolim. <i>“Vendi minhas coisas que tinha lá no Rio de Janeiro e chegando aqui já tinha meu cantinho. Eu estava com saudade de casa, e quando voltei me juntei com uns colegas pra arrumar uns serviços de obra. Fiz novos amigos, e um deles, chamado Josué, gostava muito de tocar comigo. Tivemos então a ideia de ficar ensaiando todo sábado. Nessa época eu já estava dominando o cavaquinho, porque dois irmãos meus já tocavam violão e eu ficava com esse instrumento nas rodas de choro e seresta”.</i></p>
<div id="attachment_58528" aria-labelledby="figcaption_attachment_58528" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26684884738_401b290af8_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58528 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26684884738_401b290af8_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Segundo o mestre, o interesse pelo bandolim começou numa brincadeira, uma aposta com um amigo, que o desafiou a aprender a tocar o instrumento em uma semana</p></div>
<p><i>“Um dia, Josué me apareceu com um bandolim e me desafiou. ‘Se você no próximo ensaio tocar pra mim a música Diabinho Maluco, de Jacob do Bandolim, eu vou lhe dar uma radiola portátil e um disco dele de presente’. Eu nunca havia tocado num bandolim na vida, só tinha ouvido falar. Trouxe pra casa, e depois dos trabalhos eu ficava ensaiando, de segunda a sábado. Com isso não só aprendi as músicas, como também fiz uns arranjozinhos”, se vangloria.<br />
</i></p>
<p><i>“Quando eu fui até a casa do Josué no dia do ensaio, menti e disse que não tinha conseguido aprender nada. Ele ficou meio frustrado, mas fomos ensaiar com violão e cavaquinho mesmo. Ai depois que eu tomei umas eu disse ‘Compadre, me dá esse bandolim ai que não é possível que a gente não consiga tocar nada’. Peguei o instrumento e toquei a música do desafio, e ele ficou rindo sem acreditar, me xingando de tudo que é coisa. Foi a partir daí que larguei o cavaquinho e fiquei tocando bandolim”.</i></p>
<div id="attachment_58533" aria-labelledby="figcaption_attachment_58533" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26684875868_23be5492ad_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58533 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/26684875868_23be5492ad_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Na outra semana peguei o instrumento e toquei a música do desafio. Meu amigo ficou rindo sem acreditar, me xingando de tudo que é coisa. Foi a partir daí que larguei o cavaquinho e fiquei tocando bandolim”, conta Chocho</p></div>
<p>Chocho tem na memória muitas boas lembranças do lendário grupo Choro Unidos dos Guararapes, formado pelos amigos Josué, Ângelo e Cosme, que por mais de 30 anos tocaram na Roda de Choro do Quintal do Cosme e se tornaram um dos pontos de encontro dos chorões pernambucanos mais importantes da história local. <i>“</i><i>A gente se apresentava antes num lugar chamado Bar Porta Larga, cujo dono era Seu Orlando, e quando ele faleceu nos mudamos para a casa do Cosme. Primeiro começamos na sala, depois fomos pra cozinha, ai quando não cabia mais de gente nos mudamos pra um terraço de lado. E por fim paramos no quintal. Assim nasceu o Quintal do Cosme. E lá era um celeiro de músicos. Passamos uns trinta anos, tocando nesse espaço, e vi passarem por ali muitos artistas bons, como o bandolinista Marcos César, entre outros tantos”.<br />
</i></p>
<p>Num dos períodos que precisou morar em Santa Maria da Boa Vista, por conta de trabalho, Mestre Chocho praticamente voltava para o bairro Prazeres todo mês apenas pra participar das rodas.<i> “Eu morava perto da beira do Rio São Francisco nessa época, numa fazenda, e de noite a gente via a luz das estrelas e da lua refletindo na água. Eu me sentava e ficava ensaiando, procurando o que não encontrei, mas que estava ali e eu terminei encontrando. Foi assim que tive a inspiração de fazer a música <b>Quintal do Cosme</b>, mas ela veio no violão. Eu fiz a primeira parte, comecei a segunda, e ai decidi então passar para o bandolim”, </i>descreve. A canção, posteriormente, foi letrada pelo músico Noel Tavares.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8BHZzkZ_SF4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>De mês em mês, os encontros passaram a acontecer quinzenalmente quando o mestre voltou pra casa. “<i>Aconteceu que Cosme faleceu, e deixou minha comadre com as filhas. Foi quando a prefeitura veio com um projeto de construir um viaduto novo e destruiu todas as casas no caminho. E a casa do Cosme se perdeu. Isso foi por volta dos anos 2000, não me recordo bem”, </i>resgata, com tristeza.  Mas o choro pernambucano não morreu ali. Marcos Veloso, dono do espaço Nosso Quintal, no Torreão, passou a realizar os encontros na sua casa, ambiente que foi o novo point de encontro dos seresteiros e chorões de pernambucano.</p>
<p><b>Registros fonográficos</b></p>
<p>As composições, em sua maioria, são inéditas para o grande público, e conhecidas apenas entre os frequentadores das rodas de choro. É um dos precursores do chamado choro frevado, que existe apenas em Pernambuco. Sua habilidade com os instrumentos de corda tornou Mestre Chocho a grande influência de nomes da música, como Beto do Bandolim, Bozó e Tereza Cristina.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/p4d3Pg5OtRE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Um dos poucos registros fonográficos que têm é o CD <b>Chorinho do nosso quintal (2006)</b>, com seis músicas de sua autoria e que foi produzido por Marcos Veloso – que também lançou em 2017 o documentário <b>Chocho &#8211; 70 Anos de Cordas Musicais</b>. Outras canções de Chocho foram gravadas por outras pessoas, como Danda e seu regional, que possuem dois discos com músicas do mestre. Há também a intenção de inscrever projetos no edital do Funcultura/Governo do Estado para gravar o primeiro disco do mestre. <i>“Devo ter mais de 200 composições. Não dá pra contar. Eu perdi muita fita com músicas. Mas eu tenho muito na cachola ainda”.</i></p>
<p>De 2015 pra cá, o mestre recebeu uma enxurrada de homenagens e premiações. Festival do Choro João Pernambuco; 70 anos de carreira – Chocho: 70 anos de Cordas Musicais; Documentário Chocho: 70 anos de cordas musicais; Patrimônio Vivo de Pernambuco; e recentemente o Bloco da Saudade, grupo em que o mestre atuou por vários anos, também lhe homenageou. No entanto, para o mestre, a mais simbólica foi a feita pela produtora Naara Santos, em comemoração aos seus 50 anos de música. <i>“Era pra ser só uma filmagem nossa. Ela vem me acompanhado desde o Quintal do Cosme e um dia chegou aqui com um amigo e me ofereceu essa filmagem gratuitamente. A gente fez filmagens em vários locais da cidade, no trem, na praça, na praia, no quintal, e esse foi nosso material de divulgação por muito tempo. Esse vídeo deve estar por ai até hoje”, </i>brinca. Outra honraria que Chocho recebeu foi em 2015, quando o SESC dedicou um evento a ele no Dia Nacional do Choro, comemorado no dia 23 de abril.</p>
<p><b>Patrimônio Vivo</b></p>
<p>Uma das coisas que o Mestre Chocho disse ao governador Paulo Câmara na ocasião em que recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, no Teatro de Santa Isabel, foi que “ele não se esquecesse daqueles que merecem esse prêmio”. E ele explica o motivo.<i> “Pra mim foi muito importante recebê-lo. Primeiro porque não é qualquer pessoa que recebe. Tem que merecer pra receber. Dona Isabel, a presidente do Bloco da Saudade, disse pra mim que ficou maravilhada com o que eu disse. Mas é porque é a verdade. A gente tem que torcer pelos outros também, não vamos pensar só na gente”.</i></p>
<div id="attachment_58531" aria-labelledby="figcaption_attachment_58531" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39845587124_c9503d52af_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58531 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/39845587124_c9503d52af_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">‘Eita que placa bonita danada! ’”, relembra o mestre, no momento que recebeu das mãos do governador Paulo Câmara, em 2017, o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p>Quando perguntando o que passou na sua cabeça no momento que recebeu o título, o mestre caiu na risada. <i>“E eu sei lá, rapaz. É tanta coisa que passa na cabeça da gente nessa hora. Mas lembro que quando eu vi a placa me emocionei, Pensei, ‘eita que placa bonita danada! ’”, </i>relembra emocionado. Mas um momento mais bonito e que poucos presenciaram, revela o mestre, foi o dia da defesa da sua candidatura ao título de Patrimônio Vivo do estado. <i>“Era pra gente tocar duas músicas, mas só tocamos uma porque ficamos por último. Tocamos a música, e quando eu desci do palco Betto do Bandolim e Henrique Anneos vieram falar comigo. ‘Chocho, que música bonita é essa. Vamos aprender!’, disseram. Fiquei muito honrado. Foi a música da classificação”, </i>comemora.</p>
<p><b>A música acima de tudo</b></p>
<p>Quem vê o Mestre Chocho se apresentar com seu bandolim no colo pode ter a impressão que ele está numa espécie de transe. Como se ele entrasse em outro plano e esquecesse do seu instrumento, ambos se transformando numa coisa só. <i>“A música é muito importante, não só pra mim, mas também pra muita gente. Lá em Marcos Veloso (Nosso Quintal), umas duas vezes, eu estava tocando e eu ouvi alguém gritar ‘Chocho, eu te amo!’. Só isso é suficiente pra deixar a gente realizado. É bom fazer o que os outros gostam, preencher o vazio de alguém que precisa”.</i></p>
<div id="attachment_58529" aria-labelledby="figcaption_attachment_58529" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/38745860840_9c425f5975_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58529 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/38745860840_9c425f5975_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;É bom fazer o que os outros gostam, preencher o vazio de alguém que precisa”, reflete Chocho sobre seu ofício com a arte da música</p></div>
<p><i>“A mensagem que eu deixo pra todos os meus colegas é que não deixem o choro cair e, sempre quando aparecer um interessado a aprender, eles ajudem para que o chorinho nunca acabe. Isso é importante pra todos nós. Você vê as crianças, por exemplo. Um dia desses eu estava aqui tocando e eu não vi não, mas me disseram que enquanto eu tocava a criança abriu uma bocão. Ficou emocionada. Isso comove”. </i>E determinou: “<i>Só vou parar com isso quando papai do céu disser que não dá mais”.</i></p>
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		<title>Novos Patrimônios Vivos de Pernambuco serão diplomados no Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 14:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dia Nacional do Patrimônio Histórico, celebrado nesta quinta-feira (17), será marcado por uma série de atividades no Estado de Pernambuco. A primeira delas acontecerá no Teatro de Santa Isabel, às 9h, e reunirá os seis novos Patrimônios Vivos pernambucanos, Maria dos Prazeres, Mestre Chocho, André Madureira, José Pimentel, Reisado Inhanhum e Sociedade dos Bacamarteiros [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52162" aria-labelledby="figcaption_attachment_52162" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-52162" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/teatro-santa-isabel-foto-jan-ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O Teatro Santa Isabel será palco da cerimônia em comemoração ao Dia Nacional do Patrimônio Histórico</p></div>
<p>O Dia Nacional do Patrimônio Histórico, celebrado nesta quinta-feira (17), será marcado por uma série de atividades no Estado de Pernambuco. A primeira delas acontecerá no Teatro de Santa Isabel, às 9h, e reunirá os seis novos Patrimônios Vivos pernambucanos, <b>Maria dos Prazeres</b>, <b>Mestre Chocho</b>, <b>André Madureira</b>, <b>José Pimentel</b>, <b>Reisado Inhanhum</b> e <b>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</b>, que, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/conselho-de-preservacao-elege-seis-novos-patrimonios-vivos-do-estado/" target="_blank"><b>eleitos recentemente</b></a>, serão diplomados numa cerimônia solene, junto aos vencedores do 2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p>Além disso, a Secult-PE e Fundarpe prestarão uma homenagem aos 80 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com a entrega de uma placa comemorativa à superintendente regional do Iphan, Renata Borba. As atividades integram a programação da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco-celebra-10-anos/" target="_blank"><strong>10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</strong></a>, promovida pela Secult-PE/Fundarpe, e são abertas ao público.</p>
<p><b>PREMIAÇÃO<br />
</b>O <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/premio-ayrton-de-almeida-carvalho-anuncia-vencedores/" target="_blank">Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong> é um reconhecimento e também um incentivo à participação social na preservação dos bens e expressões culturais do Estado, sejam eles materiais ou imateriais. Na quinta-feira (17), receberão o prêmio os seguintes projetos: na categoria Formação, a ação <b>&#8220;Método Oca &#8211; Oficina de Cinema de Animação&#8221;</b>; na categoria Promoção e Difusão, a ação <b>&#8220;Projeto Cultural Mapeamento de Bandas de Música de Pernambuco&#8221;</b>; e na categoria Documentais e Memória Cultural, a ação <b>&#8220;Oratorianos Conservação e Restauração da Coleção de Obras Raras São Felipe Neri da Faculdade de Direito do Recife&#8221;</b>. Cada um dos vencedores receberá um incentivo no valor de R$ 20 mil.</p>
<p>A presidente da Fundarpe, Márcia Souto, destacou a qualidade dos projetos inscritos e ressaltou qu<em>e “nesta segunda edição, houve uma participação ativa do Conselho de Preservação, que pôde se debruçar sobre ricas experiências em curso no Estado e dar mais um passo no processo de cogestão das ações e políticas culturais”</em>.</p>
<p>Nesse segundo ano do prêmio, foram recebidos 39 projetos de todas as regiões pernambucanas. Por essa razão, além dos vencedores, a comissão, que avaliou os candidatos ao prêmio, decidiu por menções honrosas, que serão entregues às seguintes iniciativas: “<b>Das Raízes da Flor da Mata aos Desafios da Valorização e Preservação do Patrimônio Cultural”</b>; <b>“A Matinada”</b>; “<b>Sede da Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo &#8211; SOBAC &#8211; Como Espaço de Memória”</b>.</p>
<p><b>DIPLOMAÇÃO<br />
</b>Eleitos pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC), no último dia 13 de julho, os novos Patrimônios Vivos de Pernambuco já são fruto da atualização da Lei 12.196/2002 (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), que ampliou, de três para seis, os candidatos outorgados com o título anualmente. Neste ano, foram agraciados: <strong>Maria dos Prazeres</strong> (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), <strong>Mestre Chocho</strong> (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), <strong>André Madureira</strong> (dança, música, teatro/Recife), <strong>José Pimentel</strong> (artes cênicas/Recife), <strong>Reisado Inhanhum</strong> (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e <strong>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</strong> (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho).</p>
<p><b>APRESENTAÇÕES CULTURAIS<br />
</b>A <b>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</b> e o <strong>Reisado Inhanhum vão</strong> abrilhantar a abertura da solenidade e, logo após a entrega da diplomação dos novos Patrimônios Vivos e da condecoração aos vencedores do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/premio-ayrton-de-almeida-carvalho-anuncia-vencedores/" target="_blank">Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong>, o <b>Mestre Choco</b> mostrará todo seu virtuosismo no encerramento das atividades do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, no Teatro de Santa Isabel.</p>
<p><b>ATIVIDADES DA 10ª SEMANA DO PATRIMÔNIO CULTURAL<br />
</b>Ainda na capital pernambucana, haverá das 8h às 12h, um debate na Escola de Formação de Professores do Recife (EFER) Professor Paulo Freire sobre o tema <b>&#8220;Para pensar a cidade: Educação Patrimonial nas Escolas da Rede Municipal de Ensino do Recife&#8221;</b>, que reunirá os palestrantes Dirceu Marroquim (DPPC/SEPLAN), Cicília Melo (DPPC/SEPLAN), e Cecília Vargas (DPPC/SEPLAN).</p>
<p>Às 10h, haverá uma exibição especial no Cine São Luiz do filme <b>&#8220;A Luneta do Tempo&#8221;</b>, dirigido por Alceu Valença, para estudantes da rede municipal do Recife.</p>
<p>Já o auditório da Prefeitura do Recife receberá, das 14h às 17h, uma <b>Oficina de Prevenção e Combate a Incêndios nos Patrimônios Históricos e Culturais</b>, com a Brigada do Corpo de Bombeiros.</p>
<p>Às 14h, o Paço do Frevo promoverá, na Sala Capiba, a roda de diálogo sobre <b>Gestão e Sustentabilidade nos Museus</b>, que contará com a participação de Manuelina Maria Duarte Cândido (Professora de Museologia da Universidade Federal de Goiás &#8211; UFG), Gilberto Freyre Neto (Gestor do Museu Cais do Sertão), Ronaldo Siqueira (Coordenador do Museu Indígena Kapinawá &#8211; Buíque/PE) e Margot Monteiro (Diretora do Museu do Estado de Pernambuco &#8211; MEPE). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas<b> </b>através do<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeuvJrymeC28sEcYtfDv88WefgRMrSqSxMNt1SmO83TWYhtPQ/viewform" target="_blank"><strong> link</strong></a>. <b></b></p>
<p>A Estação Central Capiba / Museu do Trem também participa do Dia Nacional do Patrimônio Histórico, com apresentação/debate do curta alemão “<b>Endstation &#8211; A última viagem de uma locomotiva a vapor”</b>, às 14h30. A exibição é aberta ao público.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO DESCENTRALIZADA<br />
</b>Patrimônio Cultural da Humanidade, a cidade de Olinda promoverá uma série de atividades na sede da Prefeitura Municipal Palácio dos Governadores (Rua de São Bento, 123 &#8211; Varadouro). Às 14h30, haverá a palestra <b>&#8220;Conservação do Patrimônio Cultural de Olinda&#8221;</b>, com Neônio Duque; e, às 16h, o colóquio <b>&#8220;Perpetuando legados preciosos: ações simples de preservação do patrimônio cultural &#8211; Convocação dos guardiões da cidade&#8221;</b>, com o restaurador Antônio Sarasá. Já às 18h30, o Solar da Marquesa (Av. Joaquim Nabuco, 05 &#8211; Largo do Varadouro) recebe o <b>Maestro Ademir Araújo</b> e o <b>Mestre Galo Preto </b>(Patrimônios Vivos de Pernambuco) para uma roda de diálogo, com mediação de Júnior do Jarro, sobre <b>&#8220;A importância dos Patrimônios Vivos na preservação do Patrimônio Imaterial&#8221;</b>. As atividades são gratuitas.</p>
<p>Na cidade de Belém de São Francisco, está agendado o <b>“Sarau Eu, Poesia”</b>, que reunirá vários estudantes do município na Biblioteca Pública Manoel Costa Carvalho (Av. Cel. Jerônimo Pires, s/n, Centro). A atividade é gratuita e está divida em dois horários, 9h às 11h, e 14h às 17h.</p>
<p>Em Igarassu, está programado, nos dias 16 e 17 de agosto, um passeio à <b>rota do artesanato</b> e <b>às ruínas das igrejas da cidade</b>. As atividades serão realizadas em dois turnos, 9h e 13h.  Além disso, o Centro de Artes Mestre Narciso Félix oferecerá também uma <b>oficina de percussão</b>, das 13h às 16h.</p>
<p>No Brejo da Madre de Deus, haverá o lançamento do manual “<b>A Vida em Furna do Estago”</b>, no Museu Histórico Dulce de Souza Pinto, também em dois horários, das 9h às 12h, e 14h às 17h. A publicação, que relata as experiências do Sítio Arqueológico Furna do Estrago, será distribuído posteriormente entre a população da cidade.</p>
<p>Em Caruaru, também estão programados o lançamento de um livro e exibição de um curta sobre a obra do músico e compositor <b>Onildo Almeida</b>, parceiro de Luiz Gonzaga, além de uma exposição fotográfica sobre a obra do rei do baião e seu companheiro de composição. As atividades acontecerão no Polo Caruaru, das 9h às 18h.</p>
<p>No município de Floresta, haverá uma ação educativa, que contará com exibição do <b>documentário “Confraria do Rosário”</b> e uma roda de conversa sobre a importância histórico/cultural da Confraria e dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, na Casa do Rosário (Praça Antônio Ferraz Boiadeiro, 111 &#8211; Centro), das 14h às 18h.</p>
<p>A Ilha de Itamaracá promoverá a ação educativa <b>“Na rota dos patrimônios da Ilha”</b>, que visitará o Engenho São João, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a Vila Velha. Os passeios serão realizados das 8h30 às 14h30.</p>
<p>Já em Tamandaré, o Forte Santo Inácio de Loyola, que foi todo restaurado recentemente, promoverá várias ações durante todo o dia. Das 9h30 às 11h, haverá apresentação do trabalho acadêmico <b>“Samba de Matuto Leão do Norte de Tamandaré: origens, características e influências do folguedo”</b>, do pesquisador pernambucano Márcio André. Das 11h às 12h, está programada a abertura da exposição de músicas e imagens sobre o Samba de Matuto Leão do Norte de Tamandaré, que se apresentará no espaço às 17h. Das 20h às 22h, estão programadas apresentações culturais com shows de artistas locais.</p>
<p>Confira a programação completa da 10ª Semana Cultural do Patrimônio <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Folder-X-Semana-do-Patrimonio.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Conselho de Preservação elege seis novos Patrimônios Vivos do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jul 2017 18:36:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco conta com seis novos Patrimônios Vivos: Maria dos Prazeres (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), Mestre Chocho (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), André Madureira (dança, música, teatro/Recife), José Pimentel (artes cênicas/Recife), Reisado Inhanhum (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho). O pleito foi realizado nesta quinta-feira (13), na sede [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco conta com seis novos Patrimônios Vivos: <strong>Maria dos Prazeres</strong> (parteira tradicional/Jaboatão dos Guararapes), <strong>Mestre Chocho</strong> (música, choro/Jaboatão dos Guararapes), <strong>André Madureira</strong> (dança, música, teatro/Recife), <strong>José Pimentel</strong> (artes cênicas/Recife), <strong>Reisado Inhanhum</strong> (reisado/Santa Maria da Boa Vista) e <strong>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo</strong> (bacamarte, cultura popular/Cabo de Santo Agostinho). O pleito foi realizado nesta quinta-feira (13), na sede do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC), e, com os novos eleitos, o Estado totaliza <strong>51 titulados</strong>.</p>
<p>&#8220;Concluímos, hoje, o processo de eleição dos novos Patrimônios, que foi fruto de <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/candidatos-ao-titulo-de-patrimonio-vivo-iniciam-etapa-de-defesa-oral-2/" target="_blank">várias audiências públicas</a> </strong>realizadas desde o começo do mês de julho. Uma experiência muito rica, participativa e democrática, na qual nós, membros do Conselho, pudemos conhecer de perto os candidatos que se inscreveram nessa edição. Esse resultado reflete a diversidade da cultura pernambucana, que é múltipla e pujante&#8221;, disse Márcia Souto, presidente do CEPPC.</p>
<p>A eleição dos Patrimônios Vivos é composta por várias etapas. Após o período de inscrição, os candidatos passam pela fase de análise documental, gerida pela Unidade de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. Uma vez habilitados, os nome dos inscritos seguem para a Comissão de Análise, que averigua se as candidaturas cumprem os critérios estabelecidos na <a href="http://legis.alepe.pe.gov.br/arquivoTexto.aspx?tiponorma=1&amp;numero=12196&amp;complemento=0&amp;ano=2002&amp;tipo=&amp;url=" target="_blank"><b>Lei 12.196/2002</b></a> (Registro do Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco), como relevância cultural e transmissão de saberes. Nesse ano,<b> 61 mestres e mestras da cultura pernambucana</b> puderam defender suas candidaturas nas audiências públicas promovidas pelo CEPPC (órgão responsável pela outorga do título), no Centro de Artesanato de Pernambuco (Cape).</p>
<p>A titulação será entregue no próximo dia 17/8 (Dia Nacional do Patrimônio Histórico), durante a 10ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. A cerimônia acontecerá no Teatro de Santa Isabel e marcará também a entrega do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/2o-premio-ayrton-de-almeida-carvalho-anuncia-vencedores/" target="_blank"><strong>2º Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho</strong></a>.</p>
<p>Confira um breve histórico dos eleitos:</p>
<div id="attachment_50784" aria-labelledby="figcaption_attachment_50784" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Zé-Pimentel_Patrimônio-Vivo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-50784" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Zé-Pimentel_Patrimônio-Vivo-3-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>José Pimentel -</strong> Diretor, ator e autor. Como encenador e autor, notabiliza-se pelos grandes espetáculos históricos que monta ao ar livre. Como ator, ganha notoriedade por viver o papel de Jesus, por mais de três décadas, em encenações da Paixão de Cristo, que ele próprio dirige.</p></div>
<div id="attachment_50785" aria-labelledby="figcaption_attachment_50785" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/André-Madureira_Patrimônio-Vivo-5.jpg"><img class="size-medium wp-image-50785" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/André-Madureira_Patrimônio-Vivo-5-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>André Madureira -</strong> André Madureira é fundador, diretor e coreógrafo do Balé Popular do Recife, grupo que dá origem ao segmento de dança popular cênica em Pernambuco. A iniciativa de André em criar um método de dança, chamado “brasílica”, e um banco de passos permite a grande divulgação dos folguedos nordestinos na sociedade, quebrando preconceitos, e dando surgimento a diferentes escolas e grupos de dança popular. Com uma trajetória de mais de vinte e cinco anos, sob a direção de André Madureira, o Balé Popular do Recife é responsável por consolidar um cenário de atuação profissional para a dança no Estado.</p></div>
<div id="attachment_50786" aria-labelledby="figcaption_attachment_50786" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/inhanhuns-20.jpg"><img class="size-medium wp-image-50786" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/inhanhuns-20-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Reisado Inhanhum -</strong> Tradição do sertão do São Francisco, as primeiras atividades do Reisado do Inhanhum estão associadas às festas de Santos Reis que acontecem desde o século XVIII na comunidade Quilombola de Inhanhum, município sertanejo de Santa Maria da Boa Vista. As pessoas que atualmente fazem parte do Reisado do Inhanhum procuram manter viva esta tradição secular que foi transmitida por diversas gerações. Nos últimos dez anos, participa ativamente de festivais de cultura, promoveu festas de Santos Reis entre 2011 e 2013, contribuindo para valorização e divulgação do Reisado.</p></div>
<div id="attachment_50787" aria-labelledby="figcaption_attachment_50787" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria-dos-Prazeres-_Patrimônio-Vivo.jpg"><img class="size-medium wp-image-50787" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Maria-dos-Prazeres-_Patrimônio-Vivo-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Maria dos Prazeres -</strong> responsável por mais de cinco mil partos, Dona Prazeres, como costuma ser chamada, foi a primeira presidente da Associação das Parteiras Tradicionais e Hospitalares de Jaboatão dos Guararapes, fundada em 1994. Seu trabalho à frente da organização ajudou a formar um inventário das práticas tradicionais de obstetrícia e seu reconhecimento oficial.</p></div>
<div id="attachment_50789" aria-labelledby="figcaption_attachment_50789" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/SOBAC_Patrimônio-Vivo-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-50789" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/SOBAC_Patrimônio-Vivo-2-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Sociedade dos Bacamarteiros do Cabo -</strong> Com mais de cinquenta anos de existência, ela faz parte da Federação dos Bacamarteiros de Pernambuco. É um Ponto de Cultura conveniado à Fundarpe, que realiza oficinas de inclusão digital, canto coral e aulas de pífanos. A Sociedade dos Bacamarteiros também gere o Museu Olimpio Bonald de Bacamarte, no Cabo de Santo Agostinho, organiza a Missa dos bacamarteiros e, em 2017, organizou V Encontro de Bacamarteiros Zé da Banha.</p></div>
<div id="attachment_50790" aria-labelledby="figcaption_attachment_50790" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Mestre-Chocho_Patrimônio-Vivo-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-50790" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Mestre-Chocho_Patrimônio-Vivo-4-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Mestre Chocho -</strong> Com mais de 70 anos de carreira e 93 anos de idade, Otaviano do Monte ou Mestre Chocho, é um dos maiores representantes do choro em Pernambuco. Violão, cavaquinho e bandolim, toca tudo com maestria e desenvoltura, além de ser um exímio compositor.</p></div>
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		<title>Programação do 18º Encontro de Sanfoneiros do Recife começa nesta sexta (4)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/programacao-do-18o-encontro-de-sanfoneiros-do-recife-comeca-nesta-sexta-4/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 16:54:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[18º Encontro de Sanfoneiros do Recife]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro de Santa Isabel]]></category>
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		<description><![CDATA[Com informações da assessoria Chegando a 18ª edição, o tradicional Encontro de Sanfoneiros do Recife inicia a programação cultural nesta sexta-feira (4), a partir das 18h, no Restaurante Nosso Quintal, localizado no bairro dos Torrões. Entre as atrações da primeira noite, o público terá as apresentações do artista O Matuto, da dupla de emboladores Rouxinol [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Encontro-de-Sanfoneiros-do-Recife-Foto-Emaco-divulgacao.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-32203" alt="Foto: Emaco/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/Encontro-de-Sanfoneiros-do-Recife-Foto-Emaco-divulgacao-607x339.jpg" width="607" height="339" /></a></p>
<p style="text-align: right;">Com informações da assessoria</p>
<p style="text-align: justify;">Chegando a 18ª edição, o tradicional Encontro de Sanfoneiros do Recife inicia a programação cultural nesta sexta-feira (4), a partir das 18h, no Restaurante Nosso Quintal, localizado no bairro dos Torrões. Entre as atrações da primeira noite, o público terá as apresentações do artista O Matuto, da dupla de emboladores Rouxinol e Topogi, e dos músicos Evandro dos 8 Baixos e Remanso do Forró.</p>
<p style="text-align: justify;">Inspirado na figura do saudoso Luiz Gonzaga, o evento visa reunir artistas anônimos ou já consagrados em Pernambuco, celebrando a história musical do Rei do Baião e a cultura sertaneja vivenciada no cotidiano dos participantes. Nesta edição, as homenagens resgatam as trajetórias dos mestres já falecidos Camarão e Chocho, além de músicos como Beto Hortis, Evandro dos 8 Baixos, Arlindo Moita e Remanso do Forró, marcando a tradição dos 18 anos do evento na capital pernambucana, com o intercâmbio entre músicos de diferentes regiões do Estado.</p>
<p style="text-align: justify;">No sábado (5), a partir das 18h, as apresentações culturais no Restaurante Nosso Quintal ficam por conta do Choro Sanfonado (Chorinho do Nosso Quintal) e do músico Arlindo Moita. Já no próximo dia 22 de dezembro, a partir das 20h, será a vez do Teatro de Santa Isabel receber a programação especial, que será composta por apresentações da cantora Irah Caldeira, do Coral da UFRPE, sob a regência da professora Evani Barbosa, do sanfoneiro Vynicius Amorim, do grupo Choro Sanfonado, da Orquestra Sanfônica com os sanfoneiros Adriano, Manoelzinho e Ítalo Diógenes, contando com participação especial de Luizinho Calixto, além de show do cantor e compositor Beto Hortis.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ingressos individuais custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Outras informações sobre a noite no Teatro de Santa Isabel podem ser obtidas através dos telefones: 3355-3322 e 3355-3324. O 18º Encontro dos Sanfoneiros do Recife é uma realização do produtor cultural Marcos Veloso, possuindo apoio cultural do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, e da Prefeitura do Recife.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong> </span></p>
<p><strong>- Sexta-feira, 4 de dezembro </strong><br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 18h<br />
<strong>Local:</strong> Restaurante Nosso Quintal (Rua Leila Félix Karan, nº 15, Torrões &#8211; ao lado da sede da Chesf)<br />
<strong><em>Acesso gratuito</em></strong><br />
Abertura com O Matuto<br />
Apresentação de sanfoneiros<br />
Apresentação dos emboladores Rouxinol e Topogi<br />
Apresentação dos homenageados: Evandro dos 8 Baixos e Remanso do Forró</p>
<p><strong>- Sábado, 5 de dezembro</strong><br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 18h<br />
<strong>Local:</strong> Nosso Quintal (Rua Leila Félix Karan, nº 15, Torrões &#8211; ao lado da sede da Chesf)<br />
<strong><em>Acesso gratuito</em></strong><br />
Apresentação de Sanfoneiros<br />
Apresentação do Choro Sanfonado (Chorinho do Nosso Quintal)<br />
Apresentação do homenageado: Arlindo Moita</p>
<p><em><strong>- </strong></em><strong>Terça-feira, 22 de dezembro</strong><br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 20h<br />
<strong>Local:</strong> Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/nº, bairro de Santo Antônio)<br />
<strong>Ingressos:</strong> R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
<strong>Informações:</strong> 3355-3322 e 3355-3324<br />
Abertura: Irah Caldeira<br />
Apresentação do Coral da UFRPE, sob a regência da professora Evani Barbosa<br />
Apresentação do sanfoneiro Vynicius Amorim<br />
Apresentação do Choro Sanfonado (Chorinho do Nosso Quintal)<br />
Orquestra sanfônica com os sanfoneiros Adriano, Manoelzinho e Ítalo Diógenes, com participação especial de Luizinho Calixto<br />
Show do homenageado Beto Hortis</p>
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