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	<title>Portal Cultura PE &#187; Mestre Galo Preto</title>
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		<title>Culturas Tradicionais de Pernambuco dão o tom no País das Culturas Populares</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 23:40:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saudar a riqueza da cultura popular pernambucana em seus ritmos, cores e linguagens é o propósito do País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País e neste último dia de festa em Arcoverde não foi diferente. Mestre Galo Preto, Xaxado Raízes do Amanhã Pedra e Samba de Coco Trupé de Arcoverde trouxeram, cada um [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Saudar a riqueza da cultura popular pernambucana em seus ritmos, cores e linguagens é o propósito do País das Culturas Populares no Festival Pernambuco Meu País e neste último dia de festa em Arcoverde não foi diferente. Mestre Galo Preto, Xaxado Raízes do Amanhã Pedra e Samba de Coco Trupé de Arcoverde trouxeram, cada um em seu estilo, o melhor das culturas pernambucanas.</p>
<p>Abrindo o palco: Tomaz Aquino Leão, ou como todos o conhecem Mestre Galo Preto levou a tradição do coco e do repente para o palco-caminhão em Arcoverde. Com muito improviso, elegância e irreverência, Galo Preto trouxe um repertório eclético e bastante conhecido da sua longa. “Bate o pandeiro”, “Coco do idoso” e “Pernambucana” foram algumas das entoadas que fizeram todos os pés dançarem ao ritmo do coco no portal do sertão de Pernambuco.</p>
<p>Patrimônio Vivo de Pernambuco, Mestre Galo Preto com seu pandeiro continua difundindo a poética e melodia do coco e da embolada pelos quatro cantos do Estado. O músico continua com uma vitalidade invejável e domina o palco com sua presença magnética. “Foi muito bom estar aqui em Arcoverde, eu fiquei feliz de tocar aqui depois de algum tempo e é sempre uma alegria pra mim”, disse o mestre.</p>
<p>Logo em seguida, descendo do palco e se apresentando no chão lado a lado do público, integrantes Raízes do Amanhã fizeram uma performance evocando a tradição do xaxado. Cerca de 90% deles são alunos e alunas da Escola de Referência em Ensino Médio Professor Brasiliano Donino da Costa Lima que fazem parte da Associação Cultural homônima. A Raízes do Amanhã é um movimento de aproximadamente 500 membros que mantêm vivas, além do xaxado, expressões culturais como frevo, pastoril, quadrilha e até a Paixão de Cristo.</p>
<p>Por último, encerrando o dia do palco-caminhão o Samba de Coco Trupé de Arcoverde levou toda a tradição do coco de Arcoverde para o público local. Criado em maio de 2009 pelo mestre Cícero Gomes, o Samba de Coco Trupé de Arcoverde se dedica há 11 anos a manter viva essa tradição do coco na cidade com eventos, palestras e oficinas para crianças, jovens e idosos sobre a importância dessa cultura para a região.</p>
<p>Da criança ao adulto, ninguém deixou de arrastar os pés com o coco do tradicional grupo. O País das Cultura Populares encerrou suas atividades em Arcoverde cumprindo sua missão de exaltar a riqueza das artes pernambucanas e já ligou as turbinas com rumo a Buíque.</p>
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		<title>Celebração da Consciência Negra em Ipojuca chega à 4ª edição</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 15:13:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 4ª edição da Celebração da Consciência Negra de Ipojuca acontece nos dias 19 e 20 de novembro, em Nossa Senhora do Ó e Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, com apresentações musicais, danças, capoeira, cinema e cerimônia em homenagem a Zumbi dos Palmares. A realização é da RFG Produções Culturais com produção [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106372" aria-labelledby="figcaption_attachment_106372" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/FOTO-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-106372" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/FOTO-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Capoeira é uma das atrações da 4ª Celebração da Consciência Negra de Ipojuca</p></div>
<p>A 4ª edição da Celebração da Consciência Negra de Ipojuca acontece nos dias 19 e 20 de novembro, em Nossa Senhora do Ó e Porto de Galinhas, no Litoral Sul de Pernambuco, com apresentações musicais, danças, capoeira, cinema e cerimônia em homenagem a Zumbi dos Palmares. A realização é da RFG Produções Culturais com produção executiva do <a title="Centro Cultural Farol da Vila" href="https://www.instagram.com/faroldavila/" target="_blank">Centro Cultural Farol da Vila</a> e incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo do Estado.<br />
Este ano o projeto conta com uma programação diversificada que contempla várias atividades culturais e populares pernambucanas, como música, dança e cinema, no município que traz em sua história traços indeléveis da ancestralidade africana.<br />
No domingo (19), a festa acontece a partir das 18h, na Rua Beijupirá, em frente à feirinha de artesanato do Espaço Cultural Artur Maroja. Na programação os moradores e turistas da famosa Praia de Porto de Galinhas assistem ao Cocada Cineclube e curtem as apresentações dos grupos locais de capoeira e maracatu, do Coletivo de Hip Hop Nostra Rua e da Orquestra de Frevo Rural Zezé Correa, de Aliança (PE).<br />
Na segunda-feira (20) a celebração acontece em dois horários. Pela manhã, a partir das 9h30, no Iroko centenário da Praça do Baobá, no município de Nossa Senhora do Ó, com a participação de estudantes de quatro escolas públicas locais: Frei Otton, Armando Brito, Anibal Cardoso e Mário Júlio. Após a cerimônia em respeito ao 20 de Novembro e a Zumbi dos Palmares, com a participação de um historiador local e de povos de terreiros, há apresentações culturais com o grupo Mandinga de Capoeira e a Ciranda Porto de Galinhas.<br />
E, a partir das 18h, após as apresentações locais dos grupos de capoeira e maracatu, a programação conta com a participação especial do Patrimônio Vivo de Pernambuco Mestre Galo Preto e show do grupo Mestres do Coco Pernambucano, que encerra a festividade.<br />
A 4ª edição da Celebração da Consciência Negra em Ipojuca vem definitivamente se consolidando como o projeto cultural do município fortalecendo e potencializando sua raiz e vocação natural na realização de eventos populares e de matriz africana.<br />
&#8220;Pensamos numa programação que atenda aos mais variados públicos, desde crianças e jovens até os adultos, evidenciando a importância da presença negra na localidade e valorizando grupos culturais que atuem nessa temática. Além deles, potencializamos e reverenciamos os ritmos urbanos contemporâneos como o hip hop, que tem uma forte presença no município e está completando 50 anos de existência&#8221;, enfatiza o idealizador e produtor executivo do projeto, Marcos Moraes.<br />
O projeto tem ainda parceria com a Prefeitura Municipal de Ipojuca, Secretaria Especial Municipal de Cultura e da Associação dos Artesãos e Empreendedores do Espaço Cultural Artur Maroja de Porto de Galinhas.</p>
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		<title>Poesia Musicada no Pandeiro recebe o Mestre Galo Preto para show em Maceió</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/poesia-musicada-no-pandeiro-recebe-o-mestre-galo-preto-para-show-em-maceio/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 13:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Poesia Musicada no Pandeiro (PMP), de Alagoas, realizará, neste sábado (17), às 21h, um show com a a participação de Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A festa marca o momento da cena alagoana no qual o coco vive reencontro com a identidade do seu povo. Mestre Galo Preto é atualmente o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96691" aria-labelledby="figcaption_attachment_96691" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/9688_imagem_chamada_image800x600_crop.jpg"><img class="size-medium wp-image-96691" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/09/9688_imagem_chamada_image800x600_crop-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Festa com a Poesia Musicada no Pandeiro marca o momento da cena alagoana no qual o coco vive reencontro com a identidade do seu povo</p></div>
<p>A banda Poesia Musicada no Pandeiro (PMP), de Alagoas, realizará, neste sábado (17), às 21h, um show com a a participação de Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco. A festa marca o momento da cena alagoana no qual o coco vive reencontro com a identidade do seu povo. Mestre Galo Preto é atualmente o maior nome do coco no Brasil. O show será realizado no Rex Bar, em Maceió, e os ingressos estão sendo vendidos <a href="https://www.sympla.com.br/evento/minhas-alagoas-sao-outras/1708200" target="_blank"><strong>pela internet</strong></a>.</p>
<div id="attachment_47321" aria-labelledby="figcaption_attachment_47321" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Galo-Preto-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-47321" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Galo-Preto-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco, também confirmou presença no evento</p></div>
<p>Rogério Dyaz e Fagner Dübrown, pioneiros em shows de coco em bares de Alagoas e fundadores da PMP, têm a honra de receber grandes nomes do coco alagoano, como a Mestra Zeza do Coco, Os Verdelinhos, Mestre Jurandir Bozo, Telma César, Marcos Topete e os coquistas da nova geração Aovinho Tinto e Gabriela Cravicanela. Pra noite ser completa, haverá também show de Mutum Orquestra de Coco Alagoano e do DJ Barão.</p>
<p>Serviço:<br />
Poesia Musicada no Pandeiro com Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo de Pernambuco<br />
Sábado (17), às 21h<br />
Rex Bar (Rua Sá e Albuquerque, 675, Jaraguá, Alagoas)<br />
Ingressos no <a href="https://www.sympla.com.br/evento/minhas-alagoas-sao-outras/1708200" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></p>
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		<title>22º Encontro Pernambucano de Coco desembarca em Porto de Galinhas</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/22o-encontro-pernambucano-de-coco-desembarca-em-porto-de-galinhas/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 20:10:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Rua Beijupirá (em frente à feirinha de artesanato), em Porto de Galinhas, será palco da programação do 22º Encontro Pernambucano de Coco, neste sábado (20). Com apoio da Secult-PE/Fundarpe, o evento reunirá vários grupos de coco pernambucanos e contará participação especial do Mestre Galo Preto (Patrimônio Vivo do Estado) e do grupo Mestres do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41851" aria-labelledby="figcaption_attachment_41851" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/5967972321_6ff1da4f3b_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-41851" alt="Daniela Nader/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/5967972321_6ff1da4f3b_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, Mestre Galo Preto será uma das atrações do evento </p></div>
<p>A Rua Beijupirá (em frente à feirinha de artesanato), em Porto de Galinhas, será palco da programação do 22º Encontro Pernambucano de Coco, neste sábado (20). Com apoio da Secult-PE/Fundarpe, o evento reunirá vários grupos de coco pernambucanos e contará participação especial do Mestre Galo Preto (Patrimônio Vivo do Estado) e do grupo Mestres do Coco Pernambucano.</p>
<p>O Encontro Pernambucano de Coco já percorreu várias cidades de Pernambuco: Cabo, Ipojuca, Olinda, Recife, Rio Formoso e Ilha de Itamaracá. Durante a sua existência, mais de uma centena de grupos passaram pelo palco do festival. Nomes renomados do coco estadual, como Selma do Coco, Zé Neguinho, Célia Coquista, Roberto Cocada, Ferrugem, Pombo Roxo, Aurinha, Galo Preto, Bongar, Mestres do Coco PE, Coco de Pontezinha, Índio Matinho, Zé de Teté, Ciço Gomes, Cila do Coco e Coco Raízes de Arcoverde, dentre muitos outros artistas e grupos da cena do coco de roda pernambucano e nordestino.</p>
<p>Nessa 22ª edição, serão sete grupos do coco de roda pernambucano: Mestre Galo Preto, Coco de Pontezinha, Mestres do Coco Pernambucano, Mestre Zezinho, Coco de Roda do Cabo, Mestre Jujuba do Coco e Ciranda Porto. A programação é gratuita e começa às 16h. Confira os horários abaixo:</p>
<p><strong>:: 22º Encontro Pernambucano de Coco ::</strong><br />
<b> (R. Bejupirá - Porto de Galinhas -Ipojuca/PE)</b></p>
<p>16h &#8211; CIRANDA PORTO DE GALINHAS (16-17hs)<br />
17h &#8211; MESTRE JUJUBA DO COCO (17-18hs)<br />
18h &#8211; COCO DE RODA DO CABO (18-19hs)<br />
19h &#8211; COCO DO MESTRE ZEZINHO (19-20hs)<br />
20h &#8211; MESTRE GALO PRETO (20-20h30)<br />
20h30 &#8211; COCO DE PONTEZINHA</p>
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		<title>Patrimônios Vivos são homenageados durante o Galo da Madrugada 2020</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 17:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em seu 53º desfile, marcado para acontecer no Sábado de Zé Pereira, no próximo dia 22 de fevereiro, o Galo da Madrugada 2020 vai homenagear grandes nomes da cultura popular pernambucana, dentre eles três Patrimônios Vivos de Pernambuco: J. Borges, Mestre Galo Preto e Mestre Dila de Caruaru. Outros nomes homenageados são Carmem Fulni-ô, Jaqueline [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39229" aria-labelledby="figcaption_attachment_39229" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28323724260_dd4e8da1fa_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39229" alt="Juarez Ventura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28323724260_dd4e8da1fa_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto receberá durante o desfile do Galo da Madrugada 2020 o selo “Gigante Guardião da Cultura”</p></div>
<p>Em seu 53º desfile, marcado para acontecer no Sábado de Zé Pereira, no próximo dia 22 de fevereiro, o <a href="https://www.instagram.com/galodamadrugada/" target="_blank"><strong>Galo da Madrugada 2020</strong></a> vai homenagear grandes nomes da cultura popular pernambucana, dentre eles três Patrimônios Vivos de Pernambuco: J. Borges, Mestre Galo Preto e Mestre Dila de Caruaru.</p>
<p>Outros nomes homenageados são Carmem Fulni-ô, Jaqueline Xukuru, Cléo Pankararu, Caju e Castanha.  O desfile de seis quilômetros começa às 9h e terá 30 trios elétricos, seis carros e nove alegorias.</p>
<div id="attachment_75505" aria-labelledby="figcaption_attachment_75505" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/14126440872_a2068e87a1_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-75505" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/14126440872_a2068e87a1_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">J. Borges fez todos os desenhos dos seis carros alegóricos do destile, que seguem a temática da literatura de cordel e xilogravura</p></div>
<p>Todos os desenhos para os carros alegóricos foram feitos por J. Borges e seguem a temática da literatura de cordel e xilogravura, trazendo elementos da cultura nordestina.</p>
<p>Os carros serão: “Xilogravuras e Cordéis” (clarins e trombetas anunciam o início do desfile); “Abre Alas” (destaca um galo de cinco metros e seus foliões); “Feira de Cordel” (representa o deslocamento dos cordelistas na divulgação da sua arte); “A Passarada” (retrata a flora e a fauna do Sertão que inspiram os cordelistas e xilogravuristas); “Sertanejo” (representa a migração do povo do Sertão); “O Monstro do Sertão” (narra a difícil luta do povo que vive sob um sol causticante).</p>
<div id="attachment_8465" aria-labelledby="figcaption_attachment_8465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Mestre-Dila_Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-8465 " alt="Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/Mestre-Dila_Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre da xiliogravura, Mestre Dila também é um dos homenageados do Galo da Madrugada</p></div>
<p>Já o Mestre Galo Preto e Mestre Dila receberão durante o desfile do Galo da Madrugada 2020 o selo “Gigante Guardião da Cultura”, e terão destaque nos carros alegóricos, ao lado dos outros homenageados.</p>
<div id="attachment_75504" aria-labelledby="figcaption_attachment_75504" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/4354222510_e8b394c221_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-75504" alt="Marcelo Lyra/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/4354222510_e8b394c221_h-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Desfile de seis quilômetros começa às 9h e terá 30 trios elétricos, seis carros e nove alegorias</p></div>
<p><strong>15º Concurso do Registro do Patrimônio Vivo -</strong> Criado pelo Governo de Pernambuco, e gerido pela Secretaria de Cultura (Secult/PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), o edital tem o objetivo de reconhecer e apoiar mestres, mestras e grupos da cultura tradicional e popular de Pernambuco. O prazo de inscrições encerra no próximo dia 20 de março. Acesse <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/xv-concurso-do-registro-do-patrimonio-vivo-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> os editais e seus anexos. E, <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Folder-Digital-RPV-2020.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>, um folder com as principais informações do concurso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira as atrações e a ordem dos trios elétricos do Galo da Madrugada 2020:</strong></span></p>
<p>Alegoria &#8211; Clarins e Palhaços<br />
Abre Alas &#8211; Estandarte do Galo, Bandeiras de Pernambuco e Galo<br />
Alegoria Especial &#8211; Galo Skol Puro Malte<br />
Almir Rouche<br />
Bonecos Gigantes Enéas, Galo (novo), J.Borges<br />
Galo 78<br />
Passistas (60) &#8211; Companhia Saltos<br />
Gustavo Travassos &#8211; Fafá de Belém<br />
Estandartes<br />
Caminhão Especial &#8211; Mercedes Benz<br />
Rei Momo<br />
Frevioca 1 &#8211; Bonecos Gigantes Alceu Valença e Jota Michilles<br />
Bonecos &#8220;Cabeções&#8221;<br />
Alegoria 1 &#8211; Feira do Cordel (Pablo Borges), bandeiras de Pernambuco e do Galo<br />
Banda da PMPE<br />
Alegoria 2 &#8211; Passarada (Castanha e Caju)<br />
Lima Neto / Dani Veroli / Ed Carlos<br />
Alegoria 3 &#8211; Sertanejos (Cantor Galo Preto)<br />
Bia Villa Chan / Armandinho<br />
Bonecos gigantes Ariano Suassuna e Chico Science<br />
Alegoria 4 &#8211; Monstro do Sertão (Índias das tribos Fulni-Ô, XUKURU e PANKARARU)<br />
Marron Brasileiro / Nádia Maia<br />
Maestro Forró<br />
Geraldinho Lins<br />
Asas da América<br />
Gerlane Lops<br />
Banda Pinguim / Cristina Amaral<br />
Nena Queiroga / Margareth Menezes<br />
Elba Ramalha / Marcelo Falcão<br />
Mestro Spok<br />
André Rio<br />
Fulô de Mandacaru<br />
Romero Ferro / Michele Melo / Pabllo Vittar<br />
Quinteto Violado / Catarina Rosa<br />
Som da Terra / Erico Brás<br />
Benil / Irah Caldeira<br />
Nono Germano<br />
Banda Luará<br />
Fabiana Pimentinha<br />
Diego Cabral<br />
Orquestra Universal<br />
Orquestra Perfil<br />
Turma do Pinguim<br />
Banda Inove<br />
Telmo Santiago</p>
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		<item>
		<title>Mestre Galo Preto e o escritor Sidney Rocha levam &#8216;Outras Palavras&#8217; à escola no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 19:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EREM Pe. Nércio]]></category>
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		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias O premiado escritor Sidney Rocha e o Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto, foram os convidados de mais uma edição do projeto Outras Palavras, realizada na última terça-feira (3), na EREM Padre Nércio Rodrigues, no bairro da Linha do Tiro (Recife). De um lado, olhos brilhavam de curiosidade; do outro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;" align="right"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40333935655_a2c116a2c9_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59249" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40333935655_a2c116a2c9_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p align="right"><b>Por Marcus Iglesias</b></p>
<p>O premiado escritor Sidney Rocha e o Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto, foram os convidados de mais uma edição do projeto Outras Palavras, realizada na última terça-feira (3), na EREM Padre Nércio Rodrigues, no bairro da Linha do Tiro (Recife).</p>
<p>De um lado, olhos brilhavam de curiosidade; do outro, emocionados com o entendimento de que a revolução do ambiente escolar pode se dar por meio da arte e da cultura. O diretor da centro educacional, Pedro Henrique de Melo, aproveitou para convidar outras escolas da redondeza, como a EREM Beberibe e a EREM Pedro Celso, para também participaren da iniciativa promovida pela Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>Segundo Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, o projeto já esteve em quase 500 escolas do estado de Pernambuco. <i>“O que a gente quer e repete insistentemente é integrar a cultura e a educação. Oferecer a vocês o que há de melhor na cultura pernambucana”,</i> reforçou Antonieta.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41231482321_b3749d351d_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59255 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41231482321_b3749d351d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Há bastante tempo na lida literária, Sidney Rocha já publicou romances e livros de contos como &#8220;O destino das metáforas&#8221;, com o qual ganhou, em 2012, o Prêmio Jabuti. Mas Sidney não estava ali naquela escola para falar sobre sua obra ou seus feitos, mas para elevar também a autoestima dos estudantes.</p>
<p><i>“Eu me sinto muito em casa conversando aqui porque assim como vocês eu fui estudante de escola pública. E onde eu estudava existiam duas portas importantes. A primeira era a da biblioteca, porque conheci obras de outros autores, transcendi para o sentimento de coletivo. Já a segunda porta era a da cantina, porque na minha época, no Ceará, isso era o que garantia o aluno ir às aulas. A gente não tinha comida em casa, era um período mais complicado”,</i> disse ele.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516347964_0e3246d4c1_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59251" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516347964_0e3246d4c1_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>O autor de obras como Sofia, Guerra de ninguém e Matriuska, entre outras, explicou que quando fala da escola pública quer falar do estudante que faz parte dela. <i>“Muitas vezes as pessoas acham que este tipo de aluno é um patinho feio. Mas o que eu tenho percebido nos últimos anos, quando a gente avalia a educação do nosso país, é que a escola pública fez e faz a diferença. Nos últimos doze anos, foram vocês e esse ambiente que impulsionaram as transformações recentes que o Brasil viveu”,</i> enalteceu.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516497584_6e59357bf9_k-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59252" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40516497584_6e59357bf9_k-1-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Uma das escolas que participaram do Outras Palavras na Linha do Tiro, a EREM Beberibe, recebeu há alguns meses o Curso de Escrita e Leitura Criativa, ministrado por Sidney Rocha. <i>“Naquela escola eu percebi que os estudantes dela leram mais do que a média do Brasil, porque haviam lido autores como Franz Kafka, William Shakespeare, Thomas Mann e Dostoiévski, nomes que muitas pessoas do nosso país jamais terão acesso. Dou este exemplo para dizer que nós da escola pública temos que parar de nos colocarmos como os patinhos feios da educação brasileira”,</i> pontuou o escritor.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41187144142_1299269035_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59253" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/41187144142_1299269035_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>A aluna Anne Cunha, do 2º ano da Escola Padre Nércio, participou deste curso ministrado por Sidney, e sua fala foi interessante porque seu desejo é cursar Medicina um dia, mas ao mesmo tempo adora escrever. <i>“Como Sidney disse na apresentação, a literatura não é algo restrito a quem trabalha com Letras, língua portuguesa, mas sim aberto a todos que queiram se expressar. A gente pode falar sobre tudo, e um dia quero escrever um livro didático sobre medicina cirurgiã, que é a profissão que quero pra mim”, </i>revelou Anne.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40334569875_a68a848672_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-59250" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/40334569875_a68a848672_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Fechando a programação, o Mestre Galo Preto iniciou sua fala explicando como surgiu o coco de roda em Pernambuco, trazido pelos escravos vindos da África para a senzala brasileira. <i>“A música antes era só sapateado com o pé, e com o passar do tempo vieram as palmas, porque o som era feito com o próprio corpo. Com a liberdade, começaram a criar os instrumentos, como o ganzá e a zabumba. O coco verdadeiro é acompanhado desses dois últimos mais o pandeiro”,</i> explicou Mestre Galo Preto, puxando em seguida sua canção Bate Pandeiro e chamando os jovens a dançarem com ele no meio do auditório, abrindo uma grande roda.</p>
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		<title>No Dia do Estudante, Outras Palavras leva cultura e arte a Belo Jardim</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Aug 2017 21:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Marcus Iglesias Não havia data mais simbólica para a realização da última edição do Outras Palavras, que aconteceu nesta sexta-feira (11), desta vez na EREM Beto Américo, localizado no município de Belo Jardim. É que nesta data comemora-se em todo o Brasil o Dia do Estudante, público-alvo principal do projeto promovido pela Secretaria de Cultura [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_52335" aria-labelledby="figcaption_attachment_52335" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35708900063_b0e1fbc253_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52335 " alt="Outras Palavras em Belo Jardim" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35708900063_b0e1fbc253_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto celebrou o Dia do Estudante com muito coco de roda e diversão dos presentes</p></div>
<p style="text-align: right;"> <strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Não havia data mais simbólica para a realização da última edição do <strong>Outras Palavras</strong>, que aconteceu nesta sexta-feira (11), desta vez na EREM Beto Américo, localizado no município de Belo Jardim. É que nesta data comemora-se em todo o Brasil o Dia do Estudante, público-alvo principal do projeto promovido pela Secretaria de Cultura estadual e Fundarpe &#8211; que busca levar cultura e arte para dentro do ambiente escolar e já passou por centenas de municípios pernambucanos. Celebrando este dia, o encontro teve a participação de vários professores poetas da cidade, que recitaram seus trabalhos, além da escritora Rejane Paschoal, vencedora do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, e do Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo do estado.</p>
<p>Desde que foi lançado em 2015, o<strong> Outras Palavras</strong> alcançou números incríveis. Até aqui, já passou por 336 escolas, atingindo mais de 7 mil pessoas, e distribuiu 4291 livros. Diante deste êxito, hoje em dia muitas instituições de ensino fazem convites para que o projeto também passe por elas. Foi o caso do EREM Bento Américo, que através do professor Ronaldo Maia, também membro da Academia Belo-jardinense de Letras e Artes (ABLA), solicitou uma edição da iniciativa para Belo Jardim.</p>
<div id="attachment_52332" aria-labelledby="figcaption_attachment_52332" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36379992931_ec690d4fda_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52332 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36379992931_ec690d4fda_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Antonieta Trindade, gestora do Outras Palavras e vice-presidente da Fundarpe, ao lado de Lourdinha Mergulhão (presidente da ABLA) e de Luciene Souza, gestora do EREM Bento Américo</p></div>
<p>Uma coincidência que encheu de emoção esta edição é que a presidente da Academia, Lourdes Mergulhão, conhecida na cidade como Lourdinha, estudou na infância no EREM Bento Américo. Natural de Brejo da Madre de Deus, ela foi morar ainda bebê em Belo Jardim, onde construiu toda uma história afetiva.  <em>“Essa foi minha primeira escola e aqui tenho minhas primeiras lembranças com a arte. Foi nesse salão que fiz meu primeiro recital de poesia, em homenagem ao Dia das Mães. Aquele momento ficou registrado na minha memória até hoje. Quando soube pelo Ronaldo Maia que o projeto da Secult-PE e Fundarpe aconteceria aqui, no Dia do Estudante, fiquei bem emocionada, sem acreditar”</em>, contou ela, que também é funcionária da Secretaria de Cultura do estado. Fundada em 2007, a ABLA conta com 35 membros de Belo Jardim e Sanharó e já lançou duas antologias de poetas da região.</p>
<p>“<em>Foi uma data bem pensada pra gente levar pela primeira vez em Belo Jardim, no Dia do Estudante, o<strong> Outras Palavras</strong>. O nosso trabalho é voltado pra eles, garantir aos alunos acesso ao que há de melhor na literatura pernambucana e às manifestações culturais do nosso estado. E é um trabalho de resistência, porque há três anos estamos nessa luta de levar conhecimento às instituições de ensino”,</em> opina Antonieta Trindade, gestora da iniciativa e vice-presidente da Fundarpe.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3SMU--yBEDA?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Como de costume, antes dos debates há a exibição do filme <strong>A hora da saída,</strong> produzido por alunos da Escola Estadual Santa Paulo Frassineti que participaram do Curso de Iniciação ao Audiovisual &#8211; como parte do projeto Cine Cabeça. O curta, que narra com tom de comédia a angustia dos alunos nos segundos finais que precedem a largada da escola, foi dirigido por Cynara Santos e Gabriela Freitas, enquanto que o roteiro é assinado por Lucas Cintra e Vitor Vinicius.</p>
<div id="attachment_52329" aria-labelledby="figcaption_attachment_52329" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35682791194_16026893c4_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52329 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35682791194_16026893c4_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rejane Paschoal venceu a 3ª edição do Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro Manuscritos em Grafite (categoria Contos)</p></div>
<p>Em seguida, a única mulher premiada no Prêmio Pernambuco de Literatura conversou com os estudantes sobre sua carreira artística e intimidade com a escola. Rejane Paschoal foi durante muitos anos professora de Artes, e sabe muito bem da importância da escola na construção de um mundo melhor. <em>“Eu estou num dos ambientes que mais gosto da minha vida, que é o escolar. Passei muitos anos construindo uma relação afetiva com alunos, e para mim isso é algo mágico. Considero como se os professores e alunos aqui presentes também são meus. Não consigo olhar pra vocês e não pensar isso”</em>, disse, logo de início.</p>
<p>Autora do livro <strong>Manuscritos em Grafite</strong>, vencedor da 3ª edição do prêmio promovido pela Secult-PE na categoria Contos, ela deu detalhes do seu envolvimento com a literatura. <em>“Aprecio todas as linguagens, e apesar de não ser uma multiartista, tenho ligação com todas elas. Quando me aposentei do trabalho como professora de Artes, em 2007, comecei a escrever. Praticamente do nada eu inventei uma história infantil e passei a gostar muito disso. Na época fiz também uma oficina de literatura com Raimundo Carrero, que passava a experiência dele como escritor e estudioso da área”.</em></p>
<div id="attachment_52331" aria-labelledby="figcaption_attachment_52331" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36349419222_6e348ba309_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52331 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36349419222_6e348ba309_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vários alunos participaram da conversa com a autora e tiraram dúvidas sobre como é pra ela ser uma escritora</p></div>
<p>Erionaldo dos Santos, aluno do 1º ano, quis saber como era que vinha a inspiração na hora de escrever algo. <em>“Sabe quando você está num canto sentado, descansando, e acende aquela luz em cima da cabeça como acontece nos desenhos infantis? Isso acontece de verdade, mas não é do nada, e sim por causa dos seus processos internos. Coisas que a gente vai juntando na cabeça, relacionando. Podem ser vivências concretas, sonhos. E ai de repente uma palavra, uma coisa que a gente viu, constrói o insight. Agora o mais divertido é começar a construir uma personagem e não saber o que vai acontecer com ela. Eu simplesmente vou escrevendo as coisas e construindo um sentido. O que eu não sabia é que personagens são seres rebeldes. Eu achava que a gente tinha controle sobre as criações, mas não, eles fazem o que querem”,</em> brincou.</p>
<div id="attachment_52334" aria-labelledby="figcaption_attachment_52334" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36471029726_487ba20a86_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52334 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36471029726_487ba20a86_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Passei muitos anos construindo uma relação afetiva com alunos, e para mim isso é algo mágico&#8221;, disse Rejane Paschoal sobre ter sido professora</p></div>
<p>A aluna Isis Gouveia, do 3º ano, por sua vez, perguntou como a autora se enxergava sabendo que era a única mulher vencedora do Prêmio Pernambuco de Literatura.<em> “Eu sinto muita satisfação com o reconhecimento do trabalho. Mas até hoje estou processando isso. Tem muita mulher escrevendo, e eu particularmente conheço várias. O problema é que estamos no século XXI, mas tudo ainda pesa sobre nós. Pra gente superar as coisas tem que ter um esforço muito grande, porque além da rotina normal outras responsabilidades recaem sobre nós, como filho, cuidados com a casa. Pode perceber que quando os homens publicam um livro ou alguma pesquisa, em geral, agradecem às mulheres ‘pelo tempo que ficaram ausente da família e fulana sustentou a barra’. A gente não tem quem faça isso. Meu segredo pra superar isso é ser de circo. Quando eu era criança eu achava que quem era artista circense era gente que fazia coisas dificílimas, e eu gosto de pensar assim”.</em></p>
<p>Na sequência, um dos maiores representantes da tradição do coco de Pernambuco,o Mestre Galo Preto assumiu a brincadeira. No ano passado, aos 82 anos (hoje o mestre tem 83, mas disposição de jovem), Galo Preto lançou seu primeiro e único registro fonográfico, o disco <strong>Histórias que Andei</strong>, com recursos do Itaú Cultural. Acompanhado de três músicos, o mestre aproveitou para apresentar para os presentes algumas das canções deste trabalho, que pode ser escutado na internet.</p>
<div id="attachment_52333" aria-labelledby="figcaption_attachment_52333" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36380009401_74984a9a79_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-52333 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36380009401_74984a9a79_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Com sua típica irreverência e bom humor, Mestre Galo Preto foi uma das atrações do Outras Palavras nesta sexta (11)</p></div>
<p>Entre vários cocos, contos e causos, Galo Preto narrou uma história engraçada que aconteceu com ele quando, na década de 70, foi participar de um programa do Flávio Cavalcanti, na TV Tupi. “<em>Na época eu era bem conhecido porque vivia na televisão, e antes de eu entrar no palco o apresentador fez todo um discurso me anunciando. Quando ele disse ‘e agora, com vocês, Galo Preto’, e eu entrei naquele silêncio, um cara lá atrás gritou ‘cocoricó’ (imitando um galo), e foi aquela gozação. Quem estava comigo nesse dia foi o famoso Arlindo dos Oito Baixos, e ele me disse no ouvido que eu tinha que responder a quem fez a brincadeira. Então eu disse assim, na hora, e vejam bem o que é improviso: ‘O galo verdadeiro quando canta/ bate a asa e espicha o pescoço/ já cantei pra todo mundo/ vou cantar praquele moço (e apontei para o cara que me chamou de galo) / me chamam de Galo Preto/ por causa da minha morada/ lá vai aqui a resposta/ pro galo que me saudou na chegada/ ele tentou me imitar/ mas não fala como eu falo/ seu cantar é muito fino/ não chega ao cantar de galo/ como todo mundo sabe/ o galo é um bicho macho/ e a patente desse cara/ é de galo mais abaixo&#8221;</em>, contou, debaixo de várias gargalhadas da plateia.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eaSsEWXHwBA?list=PL9_7YOvAnzypcRWarb171fL4I4wL-es8J?ecver=1" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A apresentação, claro, acabou com muito coco de roda no meio do auditório, com o mestre no meio e alunos e professores em volta, num clima de confraternização. Ao final, foram distribuídos alguns kits do<strong> Outras Palavras</strong>, que contém livros dos vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, além de um bloco de notas que vai servir pra abrigar as ideias da garotada.</p>
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		<title>Outras Palavras especial de FIG leva cultura e arte ao município de Canhotinho</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jul 2017 19:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por: Marcus Iglesias Uma das ações especiais que acontecem durante o FIG 2017, o Outras Palavras esteve na tarde desta sexta-feira (21) no EREM Jerônimo Gueiros, localizado no município de Canhotinho, vizinho de Garanhuns, para mais uma edição do projeto que leva cultura e arte para dentro das escolas da rede pública de ensino. Desta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51215" aria-labelledby="figcaption_attachment_51215" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9247.jpg"><img class="size-medium wp-image-51215" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9247-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Esta edição do Outras Palavras recebeu o escritor Mário Felipe Cavalcanti, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura, com &#8216;Caninos Amarelados&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;">Por: Marcus Iglesias</p>
<p>Uma das ações especiais que acontecem durante o FIG 2017, o Outras Palavras esteve na tarde desta sexta-feira (21) no EREM Jerônimo Gueiros, localizado no município de Canhotinho, vizinho de Garanhuns, para mais uma edição do projeto que leva cultura e arte para dentro das escolas da rede pública de ensino. Desta vez, o projeto foi para mais uma região onde a iniciativa era até então inédita, e contou com a presença de dezenas de estudantes entre 15 e 17 anos, bem como os professores e outros envolvidos nas escolas.</p>
<p>Além do EREM Jerônimo Gueiros, participaram da ação a Escola Padre Antônio Callou de Alencar (Canhotinho) e o EREM João Fernandes da Silva (São João). Este Outras Palavras recebeu o escritor Mário Felipe Cavalcanti, vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura (com <strong>Caninos Amarelados</strong>) e uma apresentação do Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo do Estado.</p>
<div id="attachment_51217" aria-labelledby="figcaption_attachment_51217" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9360-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51217" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9360-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens pediram para que Mário Filipe autografasse seus livros e tirasse fotos com eles</p></div>
<p>Com orientação dos professores das escolas envolvidas, os jovens estudaram previamente sobre a obra de Mário Filipe, como os contos e poesias escritos pelo autor, e participaram de um debate de alto nível realizando perguntas e observações sobre as publicações do escritor. A todo o momento, Mário Filipe foi tratado com bastante carinho pelos alunos, que pediram autógrafos e selfies. <em>“Escrever é um ato muito fechado, recluso, e quando você publica você se abre e há uma espera por um público. Mas eu particularmente não espero carisma e amor tão rápido. E é muito bom porque a gente tem a tendência a achar que <em>a galera jovem </em>não gosta de ler. Hoje vivemos uma explosão de tecnologia, e quando vejo as pessoas usando a internet pra buscar coisas sobre literatura, eu fico muito emocionado”,</em> revelou Mário Filipe.</p>
<div id="attachment_51224" aria-labelledby="figcaption_attachment_51224" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9260.jpg"><img class="size-medium wp-image-51224" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9260-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes interagiram b bastante com o escritor, através de perguntas e observações sobre a sua obra</p></div>
<p>A aluna Samara Silva foi uma das que pediu a palavra e perguntou como era para Mário Filipe, como escritor, escrever sobre realidade e ilusão no mesmo espaço. <em>“Eu acho engraçado essas categorizações que a gente faz. Acredito que na verdade a arte vai ser categorizada pelo olhar do leitor. Muitas vezes a interiorização da mente de um personagem pode ser entendida como ilusória. Mas cada um tem e vive os seus processos, logo o que pode ser ilusão vira algo também real, palpável. Essa mistura, inclusive, é mais comum na vida real do que na literatura”,</em> opinou Mário Filipe, natural do Recife.</p>
<p>Já Ana Carolayne, da Escola Padre Antônio Callou de Alencar, quis saber o motivo ou inspiração para a escolha do título para o livro <strong>Caninos Amarelados</strong>. “<em>Eu gosto justamente pelo efeito do tempo sobre as coisas que a expressão carrega. Caninos são quatro dentes que nos remetem à animalidade das coisas. Conhecer melhor um algo ou alguém não é da noite para o dia, e os caninos levam muito isso consigo”</em>, detalha o autor. Colega de escola de Ana Carolayne, Layne Rocha questionou como Mário Filipe teve a ideia de escrever o livro de contos <strong>O Circo</strong>. <em>“Todos os contos são contos que falam de circo, ou não. Os personagens principais são circenses, como o palhaço, a bailarina, o malabarista e o mágico, entre outros. Mas meu enfoque foi na natureza humana, as pessoas. Me intrigava bastante a ideia de um palhaço triste, preocupado com as contas pra pagar. Essa é a pegada e é sobre isso que o livro fala”.</em></p>
<div id="attachment_51223" aria-labelledby="figcaption_attachment_51223" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9243.jpg"><img class="size-medium wp-image-51223" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9243-607x394.jpg" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Podem ter certeza que um dia eu estava ai no lugar de vocês, e quando passei a ler com mais afinco as coisas começaram a acontecer”, incentivou Mário Filipe</p></div>
<p>O vencedor do 3º Prêmio Pernambuco de Literatura ressaltou aos presentes a importância da leitura da perspectiva de ampliar o campo de atuação na vida social. <em>“Leiam! Ler, além de ser algo bom na vida da gente, abre nossos horizontes. Podem ter certeza que um dia eu estava ai no lugar de vocês, e quando passei a ler com mais afinco as coisas começaram a acontecer”</em>.</p>
<div id="attachment_51216" aria-labelledby="figcaption_attachment_51216" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9341.jpg"><img class="size-medium wp-image-51216" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9341-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">José Fabrício, um dos alunos participantes, mostrou todo o seu dom com desenho através de um presente que entregou em mãos a Mário Filipe</p></div>
<p>José Fabrício, estudante do EREM Jerônimo Gueiros, teve que ir embora mais cedo porque é morador da zona rural e precisaria pegar a condução. Mas pediu antes de sair da escola pra entregar um presente a Mário Filipe <em>“Do mesmo modo que ele publica livros, eu quero mostrar para ele em agradecimento por ter vindo pra cá a minha arte e minha forma de expressão”,</em> disse, antes de entregar um desenho de Mário Filipe feito a mão, com a precisão de quem domina a arte do desenho.</p>
<div id="attachment_51218" aria-labelledby="figcaption_attachment_51218" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9415-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51218" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9415-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Antonieta Trindade, o Outras Palavras já passou por mais de 380 escolas e atendeu mais de quatro mil alunos da rede pública de ensino, além de ter distribuídos milhares de livros até aqui e por onde passou</p></div>
<p>O gesto emocionou a gestora Antonieta Trindade, que pontuou sobre a importância do Outras Palavras por onde tem passado (já são mais de 380 escolas, milhares de livros distribuídos e quatro mil alunos atendidos). <em>“Nosso objetivo é oferecer esse momento para compreendermos que podemos ir muito além. A escola é insuficiente para desenvolver nossa potencialidade como indivíduo e cidadão. Está em nossas mãos o futuro de um mundo melhor, e precisamos exercer nosso real protagonismo. José Fabrício mostrou aqui como temos tantos talentos espalhados pelo estado, mas nem sempre todos tem espaço para apresentar seus trabalhos. É para isso também que serve o Outras Palavras”</em>, comemorou.</p>
<div id="attachment_51221" aria-labelledby="figcaption_attachment_51221" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9754-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51221" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9754-Cópia-607x454.jpg" width="607" height="454" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Mestre Galo Preto distribuiu entre os alunos algumas cópias do disco &#8216;Histórias que andei&#8217;, lançado no ano passado com incentivo do Itaú Cultural</p></div>
<p>Na sequência, Mestre Galo Preto, com toda sua habitual elegância assumiu o microfone para conversar um pouco com os jovens. <em>“Nasci bem perto daqui, no povoado de Rainha Isabel, em Bom Conselho. Com nove anos fiz minha primeira música, e com o tempo passei a cantar direto em tudo que era programa de TV, do Chacrinha a Silvio Santos. Depois tive umas decepções e fiquei um tempo parado, sem querer cantar coco, e o povo ficava me perguntando quando eu ia voltar. Até que um dia acordei e voltei, e lancei até meu primeiro disco, <strong>Histórias que Andei</strong>, com patrocínio do Itaú Cultural”</em>, detalhou o Patrimônio Vivo do Estado, distribuindo em seguida alguns exemplares entre o público.</p>
<div id="attachment_51220" aria-labelledby="figcaption_attachment_51220" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9679-Cópia.jpg"><img class="size-medium wp-image-51220" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9679-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto aproveitou pra ensinar todo mundo como é que se dança um coco de roda</p></div>
<p>Mestre Galo Preto é um dos maiores representantes da tradição do coco, e em <strong>Histórias que Andei</strong> traz a arte e sabedoria musical que ronda seu trabalho desde a infância, quando fez sua primeira embolada na beira do fogão de sua mãe. Já perto de terminar sua apresentação no EREM Jerônimo Gueiros, ele desceu no meio da roda e ensinou todo mundo a como é que se dança coco de roda, sob palmas de alunos e professores.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Galo Preto e suas histórias ganham o palco do Teatro de Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2016 21:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O imponente Teatro de Santa Isabel, localizado na área central do Recife, será pela primeira vez palco do Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo do estado e um dos maiores representantes do coco. Com 82 anos de idade, dos quais 70 dedicados à cultura popular do estado, o mestre se prepara para lançar na capital pernambucana [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_41852" aria-labelledby="figcaption_attachment_41852" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Santo Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/4805257209_ab6a7484e9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-41852" alt="Beto Figueiroa/Santo Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/4805257209_ab6a7484e9_z-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Aos 82 anos, Tomás de Aquino Leão Cavalcanti, conhecido desde pequeno como Galo Preto, lança seu primeiro registro fonográfico</p></div>
<p>O imponente Teatro de Santa Isabel, localizado na área central do Recife, será pela primeira vez palco do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/galo-preto/" target="_blank">Mestre Galo Preto, Patrimônio Vivo do estado</a> </strong>e um dos maiores representantes do coco. Com 82 anos de idade, dos quais 70 dedicados à cultura popular do estado, o mestre se prepara para lançar na capital pernambucana seu primeiro disco autoral, batizado de <strong>Histórias que Andei</strong>, e que<strong> <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/o-rebatismo-de-galo-preto-2/" target="_blank">já teve lançamento prévio na sua terra natal, em Bom Conselho</a></strong>. A apresentação no Recife terá início às 19h e é gratuita, com ingressos distribuídos uma hora antes.</p>
<p><em>“Eu já passei por vários palcos, mas nunca me apresentei no Teatro de Santa Isabel. Sempre achei aquele teatro muito sofisticado, chic. Vai ser uma emoção grande poder levar o coco pernambucano e minha embolada pra dentro dele”</em>, comemora o mestre, que atualmente mora no Recife.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pMyFiuc46YY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O show de lançamento do <strong>Histórias que Andei</strong> traz a arte e sabedoria musical que ronda o trabalho do Mestre Galo Preto, um artista do mundo mas que ainda não tinha seu registro fonográfico. <em>“A emoção é grande e não deixa de ser um fato histórico eu, com toda a minha trajetória artística, estar lançando meu primeiro CD, aos 82 anos”</em>, avalia o mestre, que é autor de todas as letras do disco. Já algumas melodias, segundo ele, foram resgatadas da sua família, formada por vários cantadores. Após o  evento, o público poderá encontrar o álbum nas principais plataformas de streaming.</p>
<p>O evento de lançamento conta com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundarpe e da Secult-PE. Já o <strong>Histórias que Andei</strong> teve patrocínio do programa Rumos Itaú Cultural, conta com 12 faixas e foi gravado, masterizado e mixado no Fábrica Estúdios.<em> “O pessoal do Fábrica ficou bastante encantado com minha habilidade no improviso. Eu só pedia pra soltarem o refrão e ligarem os microfones pra eu começar a puxar os versos, que saiam naturalmente. Tudo feito na hora. Quando eu paro pra ouvir as músicas, penso que ninguém vai acreditar que aquilo foi feito na base da improvisação. Estou agora num processo difícil que é aprender as músicas que fiz”</em>, brinca o mestre.</p>
<div id="attachment_41851" aria-labelledby="figcaption_attachment_41851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/5967972321_6ff1da4f3b_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-41851" alt="Daniela Nader/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/5967972321_6ff1da4f3b_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">‘Histórias que Andei’ teve patrocínio do programa Rumos Itaú Cultural, conta com 12 faixas e foi gravado, masterizado e mixado no Fábrica Estúdios</p></div>
<p>Uma nova geração de músicos, que já acompanha Galo Preto nos palcos, participou das gravações do CD: Emerson Santana, Paulinho Ogã, Dinda Salu, Italo Costa, Jaene Pereira, Lucinha Leão, Gabriela Sampaio, Surama Ramos, Valeria Wanda e Mirela Cavalcanti. <em>“Eu fico muito admirado com essa adesão dos músicos da nova geração ao coco, porque eles não vão deixá-lo morrer”</em>, comenta Galo Preto, satisfeito com uma tradição que contribui em levar adiante. A produção musical do álbum ficou a cargo de Hugo Nascimento e o próprio mestre assina a direção musical.</p>
<p>Apenas pandeiros e sanfonas compõem os arranjos do trabalho, acompanhados do coco de trava língua que é uma das marcas do mestre. Depois do lançamento no Recife, Galo Preto embarca para São Paulo, onde também lançará seu disco, no dia 17 de dezembro, no Itaú Cultural.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Lançamento do CD ‘Histórias que Andei’, do Mestre Galo Preto</em></strong><br />
Quinta (1° de dezembro) | 19h<br />
Teatro de Santa Isabel (Praça da República, s/n – Santo Antônio)<br />
Gratuito</p>
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		<title>Aos 82 anos, Mestre Galo Preto lança seu primeiro disco</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 23:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias Aos 82 anos de idade, com mais de 70 deles dedicados à tradição do coco, o Mestre Galo Preto se prepara para lançar seu primeiro disco autoral, intitulado Histórias que Andei. Reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco, Galo Preto escolheu duas cidades para receber, em primeira mão, o lançamento deste álbum: a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Marcus Iglesias<br />
</em></p>
<div id="attachment_41852" aria-labelledby="figcaption_attachment_41852" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa/Santo Lima</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/4805257209_ab6a7484e9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-41852" alt="Beto Figueiroa/Santo Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/4805257209_ab6a7484e9_z-607x406.jpg" width="607" height="406" /></a><p class="wp-caption-text">Aos 82 anos, Tomás de Aquino Leão Cavalcanti, conhecido desde pequeno como Galo Preto, lança seu primeiro registro fonográfico</p></div>
<p>Aos 82 anos de idade, com mais de 70 deles dedicados à tradição do coco, o Mestre Galo Preto se prepara para lançar seu primeiro disco autoral, intitulado <strong>Histórias que Andei</strong>. Reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco, Galo Preto escolheu duas cidades para receber, em primeira mão, o lançamento deste álbum: a agrestina Bom Conselho, sua terra natal e o Recife, onde vive atualmente.</p>
<p>Em Bom Conselho, o evento vai acontecer durante a tradicional Festa da Padroeira de Rainha Isabel, às 19h, no distrito rural Rainha Isabel (onde nasceu o mestre), distante 10 quilômetros do centro da cidade. Já no Recife, <a href="https://www.facebook.com/events/353488131665122/?fref=ts" target="_blank">o lançamento será realizado no Teatro de Santa Isabel, no dia 1° de dezembro, também às 19h</a>. Os dois shows terão acesso gratuito e contam com apoio do Governo do Estado, por meio da Fundarpe e da Secult-PE.</p>
<div id="attachment_39229" aria-labelledby="figcaption_attachment_39229" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Juarez Ventura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28323724260_dd4e8da1fa_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-39229" alt="Foto: Juarez Ventura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/28323724260_dd4e8da1fa_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto durante apresentação no Palco Cultura Popular do FIG 2016</p></div>
<p>Mestre Galo Preto é um dos maiores representantes da tradição do coco, e em <strong>Histórias que Andei</strong> traz a arte e sabedoria musical que ronda seu trabalho desde a infância, quando fez sua primeira embolada na beira do fogão de sua mãe. <em>“A emoção é grande e não deixa de ser um fato histórico eu, com toda a minha trajetória artística, estar lançando meu primeiro CD, aos 82 anos”</em>, avalia o mestre, que é autor de todas as letras do disco. Já algumas melodias, segundo ele, foram resgatadas da sua família, formada por vários cantadores.</p>
<p>De acordo com Antonieta Trindade, vice-presidente da Fundarpe, outras instituições importantes apoiam este momento. <em>“No Recife, teremos o apoio da Prefeitura do Recife, que nos cedeu o Teatro de Santa Isabel. Já em Bom Conselho, nos reunimos com a prefeitura e com a Universidade de Pernambuco, que também estão juntos nesta proposta&#8221;.</em></p>
<div id="attachment_18274" aria-labelledby="figcaption_attachment_18274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1162.jpg"><img class="size-medium wp-image-18274" alt="Laís Domingues/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC1162-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Galo Preto é um dos maiores representantes da tradição do coco, e em Histórias que Andei traz a arte e sabedoria musical que ronda seu trabalho desde a infância</p></div>
<p><strong>‘Histórias que Andei’</strong> teve patrocínio do programa Rumos Itaú Cultural, conta com 12 faixas e foi gravado, masterizado e mixado no Fábrica Estúdios. <em>“O pessoal do Fábrica ficou bastante encantado com minha habilidade no improviso. Eu só pedia pra soltarem o refrão e ligarem os microfones pra eu começar a puxar os versos, que saiam naturalmente. Tudo feito na hora. Quando eu paro pra ouvir as músicas, penso que ninguém vai acreditar que aquilo foi feito na base da improvisação. Estou agora num processo difícil que é aprender as músicas que fiz”</em>, brinca o mestre.</p>
<p>O disco teve a participação de uma nova geração de músicos que acompanham Galo Preto nos palcos. O grupo é formado por nomes como Emerson Santana, Paulinho Ogã, Dinda Salu, Italo Costa, Jaene Pereira, Lucinha Leão, Gabriela Sampaio, Surama Ramos, Valeria Wanda e Mirela Cavalcanti. <em>“Eu fico muito admirado com essa adesão dos músicos da nova geração ao coco, porque eles não vão deixá-lo morrer”</em>, comenta Galo Preto, satisfeito. A produção musical ficou a cargo de Hugo Nascimento e opróprio mestre assina a direção musical.</p>
<div id="attachment_41851" aria-labelledby="figcaption_attachment_41851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Daniela Nader/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/5967972321_6ff1da4f3b_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-41851" alt="Daniela Nader/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/5967972321_6ff1da4f3b_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">‘Histórias que Andei’ teve patrocínio do programa Rumos Itaú Cultural, conta com 12 faixas e foi gravado, masterizado e mixado no Fábrica Estúdios</p></div>
<p>Os arranjos foram feitos apenas com pandeiros, sanfona e o tradicional coco de trava língua, dificilmente executado hoje em dia, mas que possue uma intimidade imensa com a obra do mestre. Após o lançamento do disco, o público poderá encontrá-lo nas principais plataformas de streaming. Depois dos eventos em Pernambuco, Galo Preto embarca para São Paulo, onde também lançará seu disco, no dia 17 de dezembro, no Itaú Cultural.</p>
<p><strong>Projeto Outras Palavras</strong> &#8211; Ainda em Bom Conselho, o Mestre Galo Preto participará de mais uma edição do Outras Palavras, projeto da Secult-PE/Fundarpe que tem a proposta de levar ações culturais ao cotidiano escolar. A participação está marcada para o próximo domingo (13), às 10h, na Escola Municipal Rainha Isabel.</p>
<div id="attachment_41853" aria-labelledby="figcaption_attachment_41853" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral/OSanto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/7613001116_f77953eac5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-41853" alt="Tom Cabral/OSanto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/7613001116_f77953eac5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante sua participação no projeto Outras Palavras, da Secult-PE e Fundarpe, o Mestre Galo Preto falará para as crianças presentes sobre a sua trajetória artística</p></div>
<p><em>“Eu achei muito importante esse convite, porque quero dizer pra aquelas crianças que eu nasci naquela cidade, num outro tempo, e hoje conheço o mundo inteiro. E que eles também podem conseguir isso. Na minha época, quem tinha rádio era rico, telefone nem existia, e hoje você tem toda essa facilidade no acesso à informação. Se juntasse a fartura e o respeito de ontem com o progresso de hoje, o mundo estaria perfeito”</em>, opina.</p>
<p>A edição especial do Outras Palavras fará também uma homenagem ao Mês da Consciência Negra, levando à escola contações de histórias baseadas no livro <strong>Menina bonita do laço de fita</strong>, que trata do preconceito racial.</p>
<p>Conheça melhor <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/galo-preto/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> a trajetória do Mestre Galo Preto.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong><em>Lançamento do CD &#8216;Histórias que Andei&#8217;, do Mestre Galo Preto</em></strong><br />
Domingo (13) | 19h<br />
Quilombo Rainha Isabel (Zona Rural de Bom Conselho)<br />
1° de Dezembro | 19h<br />
Teatro de Santa Isabel ´(Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio)<br />
Gratuito</p>
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