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	<title>Portal Cultura PE &#187; Orquestra Contemporânea de Olinda</title>
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		<title>Ciranda de Lia de Itamaracá marca a segunda edição do OCO Convida</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Sep 2017 15:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há exatos dez anos, surgia na cena pernambucana a Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), big band que vai celebrar este feito no próximo dia 29 de setembro durante a segunda edição do projeto OCO Convida &#8211; projeto incentivado pelo Funcultura. Com a presença da cantora Lia de Itamaracá, símbolo da resistência da cultura popular e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_19056" aria-labelledby="figcaption_attachment_19056" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-19056" alt="Tiago Calazans/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das principais bandas da atual cena pernambucana, a Orquestra Contemporânea de Olinda completa em 2017 dez anos de estrada</p></div>
<p>Há exatos dez anos, surgia na cena pernambucana a <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO)</a>, big band que vai celebrar este feito no próximo dia 29 de setembro durante a segunda edição do projeto OCO Convida &#8211; projeto incentivado pelo Funcultura. Com a presença da cantora <a href="https://www.facebook.com/lia.deitamaraca/" target="_blank">Lia de Itamaracá</a>, símbolo da resistência da cultura popular e Patrimônio Vivo de Pernambuco, a festa está marcada para acontecer no Manny Deck Bar, em OIinda, a partir das 22h, com discotecagem do <a href="https://pt-br.facebook.com/dj440/" target="_blank">DJ 440</a>.</p>
<p>O DJ 440 apresentará na ocasião seu tradicional set de música brasileira e latina, com samba, samba-rock, música pernambucana, ritmos paraenses, cumbia e salsa. Já Lia de Itamaracá levará sua Ciranda de Ritmos, enquanto a OCO sube ao palco com o show comemorativo feito com releituras dos três discos já lançados – <strong>Orquestra Contemporânea de Olinda</strong> (2008), <strong>Pra Ficar</strong> (2012) e <strong>Bomfim</strong> (2015).</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GCvP9Uf4k64" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Para Gilú Amaral, percussionista da Orquestra Contemporânea de Olinda. é simbólico para a banda ter a presença de Lia de Itamaracá no mês do aniversário da Orquestra. <em>“A gente está chamando pra participar desse projeto as pessoas que bebemos da fonte. Recentemente nos apresentamos em Salvador com Seu Luiz Paixão. No ano passado, fizemos um OCO Convida com a Ave Sangria, e desta vez estávamos a fim de convidar uma artista pernambucana. Caiu bem o convite à Lia de Itamaracá, um ícone da cultura popular, no mês do nosso aniversário. Ela que tem história com a gente e com os integrantes da Orquestra. Tivemos no palco com ela já este ano durante o Carnaval, em dois shows no Marco Zero e Arena PE, e vai ser uma honra estar novamente dividindo uma noite com Lia”,</em> conta.</p>
<p>O projeto OCO Convida é uma iniciativa para valorizar e fortalecer parcerias com bandas e artistas autorais do Brasil e do mundo, e proporcionar ao público um intercâmbio entre diferentes e criativas produções musicais. <em>“Para mim têm sido muito importante esse contato com os meninos da Orquestra, músicos da nova geração, mas que já estão na estrada há um bom tempo. Nesse ano participei de dois shows da banda, que foram maravilhosos, amei estar no palco com eles. Agora a gente vai se encontrar de novo e vamos brincar juntos”,</em> promete a cirandeira.</p>
<div id="attachment_19271" aria-labelledby="figcaption_attachment_19271" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/lia.jpg"><img class="size-medium wp-image-19271" alt="Renata Pires" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/lia-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lia de Itamaracá, presença confirmada no dia 29 de setembro, é um dos patrimônios vivos de Pernambuco</p></div>
<p>Gilú Amaral revela que há outras atividades comemorativas à vista para marcar os 10 anos da OCO<em>. “Temos outro projeto também aprovado no Funcultura chamado Gerações, pelo qual vamos viajar para várias cidades levando conosco o pessoal do Grêmio Henrique Dias. Agora em outubro vamos fazer Rio de Janeiro e São Paulo, e em novembro estaremos de volta a Olinda. Para o ano que vem, estamos preparando algo pra janeiro, uma grande prévia carnavalesca, mas tem nada certo ainda”,</em> detalha o percussionista.</p>
<p>Os ingressos estão sendo vendidos inicialmente (1º lote) nos valores de R$ 20,00 (meia) e R$ 30,00 + 1kg de alimento não perecível (social) e podem ser adquiridos nas lojas Passa Disco, no Parnamirim, Robot Rock, na Boa Vista, e na Venda de Seu Biu, em Olinda. A venda online é realizada pelo endereço: https://www.sympla.com.br/orquestra-contemporanea-de-olinda-convida-lia-de-itamaraca__183263</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
2ª Edição OCO Convida – Orquestra Contemporânea de Olinda e Lia de Itamaracá<br />
Sábado (29) | 22h<br />
Manny Deck (Início da Beira-mar de Olinda, logo após a Praça do Fortim)<br />
1º Lote: R$  20,00 (meia); R$ 30,00 + 1kg de alimento não perecível (social)<br />
2º Lote: R$ 30,00 (meia); R$ 40,00 + 1kg de alimento não perecível (social)<br />
No dia do show: R$ 50,00.<br />
<a href="https://www.sympla.com.br/" target="_blank">Vendas online</a></p>
<p><strong>Ingressos disponíveis nos pontos de venda:</strong></p>
<p>Loja Robot Rock | Endereço: Avenida Manoel Borba, 491, LJ 01, Boa Vista – Recife. Funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábados, das 9h às 14h.</p>
<p>Loja Passa Disco | Endereço: Estrada do Encanamento, 480, Parnamirim – Recife. Funcionamento: de segunda a sábado, das 9h às 18h.</p>
<p>Venda de Seu Biu | Endereço: Rua de São Bento, 239, Varadouro – Olinda. Funcionamento: de terça a domingo, das 15h à 1h.</p>
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		<title>Gilú Amaral apresenta seus &#8220;Percursos&#8221; pela música no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 20:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[por Marcus Iglesias A tarde do próximo sábado (27), no Museu do Estado de Pernambuco, será de apreciação da boa música instrumental pernambucana. Atração do projeto &#8220;Ouvindo e Fazendo Música&#8221;, o multi-instrumentista olindense Gilú Amaral vai apresentar, a partir das 17h, seu atual projeto solo intitulado ‘Percursos’. &#8220;É uma ideia antiga e trata exatamente de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A tarde do próximo sábado (27), no Museu do Estado de Pernambuco, será de apreciação da boa música instrumental pernambucana. Atração do projeto &#8220;Ouvindo e Fazendo Música&#8221;, o multi-instrumentista olindense Gilú Amaral vai apresentar, a partir das 17h, seu atual projeto solo intitulado ‘Percursos’.</p>
<p><em>&#8220;É uma ideia antiga e trata exatamente de minha caminhada como músico. Um espetáculo instrumental feito para ser contemplado do começo ao fim”</em>, adianta o músico. Gilú é um dos mais reconhecidos percussionistas da cena contemporânea no estado, à frente de bandas como a <em>Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO)</em> e <em>Wassab</em>, além de atual parceiro da <em>Ave Sangria</em>.</p>
<div id="attachment_34113" aria-labelledby="figcaption_attachment_34113" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Raphael Pontual/divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/gilu-amaral_-foto_raphael-pontual.jpg"><img class="size-medium wp-image-34113" alt="Raphael Pontual" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/gilu-amaral_-foto_raphael-pontual-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação solo do olindense Gilú Amaral terá início às 17h</p></div>
<p>Gilú conta com entusiasmo sobre o processo de montagem da atual e solitária performance: <em>“Eu sempre fui uma pessoa que estive envolvida em trabalhos com outras pessoas, já tenho quase vinte anos de carreira, e tinha este desejo de fazer um trabalho solo. Apesar de ser reconhecido como percussionista, tenho neste projeto a proposta de levar também ao palco instrumentos melódicos como o ngoni, ngoma e hang drums. É um show com narrativa, bem lúdico”,</em> conta.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yCr_4AODpg8" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Desde que lançou o projeto, em agosto de 2015, Gilú já realizou ao menos uma apresentação por mês. <em>“Passei por lugares como a Macuca, o Xinxim da Baiana, a Creperia Rouge e o Casbah. Em breve, estarei levando este show para o Rio de Janeiro e São Paulo”</em>, revela o músico, que vivência a arte desde a infância pelas ladeiras de Olinda. <em>“África é minha grande escola. Nós de Olinda  e Recife temos muita sorte, porque somos influenciados pela cultura de matriz africana, como o candomblé e as manifestações culturais”.</em></p>
<p>Sobre a reação do público diante de sonoridade de instrumentos pouco usuais, Gilú comenta que  &#8221;c<em>om este show,confirmei que há um público interessado na contemplação da música em si, sem necessariamente ser algo dançante. Na verdade é interessante ver as pessoas que me conhecem ‘ficarem de cara’ quando me veem tocando instrumentos melódicos”</em>, brinca. A apresentação no Museu do Estado terá ainda a presença de Chris Nolasco.</p>
<div id="attachment_34114" aria-labelledby="figcaption_attachment_34114" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Isabella Valle/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/4355754870_e6e66530db_b.jpg"><img class="size-medium wp-image-34114 " alt="Isabella Valle/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/4355754870_e6e66530db_b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;África é minha grande escola. Nós de Olinda e Recife temos muita sorte, porque somos influenciados pela cultura de matriz africana, como o candomblé e as manifestações culturais”, conta Gilú</p></div>
<p>O músico trabalha paralelamente na produção do seu primeiro disco, um desdobramento do ‘Percursos’. <em>“Neste álbum, além do que tenho buscado com o show solo, vou mostrar mais meu lado compositor. Será um disco co-autoral com 10 faixas e</em><em> várias participações especiais, nomes como Juliano Holanda, Hugo Lins, Erica Natuza e Lucas dos Prazeres, entre outros importantes na minha trajetória”</em>, revela. A previsão de lançamento do novo trabalho é setembro deste ano.</p>
<p><strong>Ouvindo e Fazendo Música no Mepe</strong></p>
<p>Realizado desde julho de 2014 no Museu do Estado, trata-se de projeto continuação do Santander Cultural no Recife e é realizado sempre aos sábados. A programação tem como foco o incentivo à produção local da música instrumental, sempre abrindo espaço para artistas autorais em geral.</p>
<p>Os ingressos custam R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada).</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com Gilú Amaral</strong><br />
Sábado (27) | 17h<br />
Museu do Estado de Pernambuco Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184.3170 | 3184.3178</p>
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		<title>Palco &#8220;Pernambucano&#8221; Dominguinhos em noite de lançamentos</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 19:00:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[25º FIG]]></category>
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		<category><![CDATA[fig 2015]]></category>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Olinda inteira desceu ladeira, subiu a serra e chegou em Garanhuns em forma de música! O Palco Dominguinhos se viu tomado, neste sábado (18), por boa parte da Cidade Alta, que foi muito bem representada por duas das bandas mais expressivas do cenário musical. Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda vieram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_27660" aria-labelledby="figcaption_attachment_27660" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19644926029_d70b573f0c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27660" alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19644926029_d70b573f0c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Contemporânea instigou o público com seu novo álbum, &#8220;Bomfim&#8221;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>Olinda inteira desceu ladeira, subiu a serra e chegou em Garanhuns em forma de música! O Palco Dominguinhos se viu tomado, neste sábado (18), por boa parte da Cidade Alta, que foi muito bem representada por duas das bandas mais expressivas do cenário musical. Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda vieram nos presentear, por mais uma vez, com a energia desse lugar que é de todos os lugares, cores e sons. Coroando a noite, a presença arrebatadora e fundamental de Lenine, que encerrou a programação.</p>
<div id="attachment_28616" aria-labelledby="figcaption_attachment_28616" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/eddie.jpg"><img class="size-medium wp-image-28616 " alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/eddie-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio, em apresentação da banda Eddie, com seu novo disco, &#8220;Morte e Vida&#8221;</p></div>
<p><em>Morte e vida</em> é o nome do novo disco da banda Eddie. E foi esse trabalho que subiu, pela primeira vez, num palco pernambucano, estreando no FIG 2015. O novo disco vem reforçar o talento da Eddie para a malemolência. Ao passo em que traz letras mais contundentes, mais narrativas, o disco ainda mantêm o já conhecido balanço olindense, que é marca da banda. E foi justamente isso que se viu no palco e na plateia: público arriscando seus passinhos em meio à garoa de Garanhuns. Um bailinho olindense daqueles&#8230; que, como não poderia deixar de ser, também teve direito a antigos sucessos da Eddie, como <em>Pode me chamar</em>, <em>Vida boa</em>, entre outras.</p>
<p>Sai Olinda. Entra Olinda. Uma Olinda e suas várias Olindas, resumidas em um nome: <em>Bomfim</em>. O disco é o terceiro da <em>big band</em> Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), que já traz no nome a chancela e garantia fundamental de boa música. Também sendo lançado neste FIG, <em>Bomfim</em> é a consolidação da identidade musical deste momento da OCO, que se iniciou no primeiro disco, de 2008. O novo show é um mix dos três álbuns, obviamente com predominância do novo disco, que ganhou os olhares do público pernambucano (assim como dos que vieram de fora) pela primeira vez. &#8220;<em>Os nossos dois primeiros CDs surgiram a partir do repertório que a gente já experimentava no palco. O </em>Bomfim<em>, não. Estamos tocando muitas dessas músicas pela primeira vez em cima do palco. Então, é uma novidade. No entanto, os nossos shows já costumam ter um esqueleto, um caminho, ao qual nós agregamos músicas deste último, criando esse novo show, que tem um pouco de cada um dos três discos</em>&#8220;, contou Juliano Holanda, guitarrista e um dos compositores da OCO.</p>
<p>E eis que a Orquestra fez o que melhor sabe: uma mistura fina entre arranjos sofisticados e energia e ritmo que chamam à dança, ao requebrar do corpo. <em>Pode ir</em>, <em>Amara Preta</em>, <em>No Caldo</em>, <em>Não me falta</em> se juntaram a sucessos antigos como <em>Sereia</em>, <em>Falar pra ficar</em> e <em>Ciranda de Maluco</em> (canção de Otto que já foi incorporada ao repertório da OCO há algum tempo). O resultado disso em palco é instigação pura. Que o diga a olindense Girlaine Santos, 47 anos, que há 18 vive em Maceió (AL). Muitíssimo animada , à beira do palco, ela contou que nunca perdeu de vista a cena musical pernambucana. &#8220;<em>Eu, sempre que posso,  venho pra cá, pra poder assistir aos shows. Gosto de Eddie, Mombojó, Mundo Livre, Lenine&#8230; e a Orquestra Contemporânea principalmente, pois eles misturam de tudo e dá nessa música deles, que é boa demais!</em>&#8220;, declarou.</p>
<p><strong>A força da música e do amor</strong></p>
<div id="attachment_27661" aria-labelledby="figcaption_attachment_27661" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19823761832_d9513d1f97_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27661 " alt="Léo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19823761832_d9513d1f97_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine fez um show arrebatador no Palco Dominguinhos</p></div>
<p>&#8220;<em>Eu dedico esta noite&#8230; e todas as noites&#8230; as que vieram e as que virão, a &#8216;Seu Geraldo&#8217;</em>&#8220;, disse Lenine, acompanhado por um grito explosivo de força do público que estava na Praça Mestre Dominguinhos. Em palco, o cantor homenageou o pai, falecido recentemente. Em palco, ele fez o chamamento à sua música: ela o empoderou de amor, de grandeza&#8230; este amor que ele devota aos pais, e que o levou a fazer da música a sua mais poderosa arma e alicerce fundamental. Tudo tem muito a ver. A presença dele, nesta noite, também. Foi bonito e importante vê-lo no palco, num show arrebatador.</p>
<p><em>Carbono</em>&#8230; assim se chama o novo álbum de Lenine. Um trabalho que reúne dezenas de parceiros, antigos e novos, num dos discos mais plurais de Lenine. E <em>Castanho</em>, música que abre o disco e o show (também encerrando-o), fala bem disso: &#8220;<em>O que eu sou / eu sou em par / Não cheguei sozinho</em>&#8220;. E essa presença fundamental do coletivo em sua vida foi o combustível para o show de ontem. A parceria do público que respondia com vibração a cada uma das músicas do show, e que ganhava mais intensidade nos momentos mais instigados, foi a prova viva desta força de resistência que a música dá a quem vive dela. &#8220;<em>Canções da minha dor / Canções do meu pesar / Canções do meu amor / Canções do meu amar</em>&#8220;, continua a letra de <em>Castanho</em>, em plenitude de emoções.</p>
<p>Forte, instigante e instigador, Lenine trouxe novas músicas, como <em>O Impossível vem pra ficar, Cupim de Ferro, Grafite Diamante, Quem leva a vida sou eu</em>, numa pegada pesada e ao mesmo tempo malemolente. Corresponderam à altura. Canções de outros discos, como <em>A rede</em>, <em>Paciência</em>, <em>Na Pressão</em>, <em>Candeeiro Encantado</em> (com uma banda instigada, interagindo com as mudanças de andamento da música), também entraram no repertório, que contou com 25 canções&#8230; por volta das 3h45 da manhã, Lenine encerrava o show que lhe lavara a alma, que lhe pôs humano e gigante de espírito diante de milhares de pessoas.</p>
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		<title>As várias Olindas da Orquestra Contemporânea</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 19:35:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova A cidade de Olinda é repleta de paisagens bem características, que fazem parte da sua história e representam a sua diversidade cultural. Também compõem esse imaginário, em especial, os seus sons. Olinda é música&#8230; por todos os lados. Na Sé, no Largo do Amparo, nos Quatro Cantos, na Praça do Carmo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/OCO_BOMFIM_foto_betofigueiroa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25969" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/OCO_BOMFIM_foto_betofigueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>A cidade de Olinda é repleta de paisagens bem características, que fazem parte da sua história e representam a sua diversidade cultural. Também compõem esse imaginário, em especial, os seus sons. Olinda é música&#8230; por todos os lados. Na Sé, no Largo do Amparo, nos Quatro Cantos, na Praça do Carmo, no Amaro Branco, no Bonfim&#8230; uma das principais representantes da música olindense presenteou o seu público, na última semana, com um novo disco: <em>Bomfim</em> é ao terceiro álbum da <strong>Orquestra Contemporânea de Olinda</strong> (OCO) e traduz, em 11 faixas, essa sonoridade que compõem um “inventário afetivo” da cidade em suas várias facetas. O disco está disponível para streaming diretamente na plataforma <em><a href="http://www.deezer.com/album/10537390" target="_blank">Deezer</a></em>, ou através do <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">site da banda</a>.</p>
<p><em>Bomfim</em> parece se vestir de Olinda da cabeça aos pés. Desde o encarte, com referências gráficas e signos que nos transportam imediatamente à Cidade Alta – a rua no bairro de Guadalupe, a máscara de papel machê de Julião das Máscaras, os grafismos de Maria Morena e Zelão –, até as músicas que compõem o trabalho, tudo parece ser mediado pelas referências e simbologias que remetem ao seu colorido e ao seu espírito celebrativo. “<em>Compusemos mais de 20 músicas na pré-produção e percebemos uma certa proximidade entre essas 11 que ficaram. Foi uma seleção mais afetiva do que cerebral. É Olinda, mas, não é só Cidade Alta. A sonoridade de </em>Bomfim<em> tem muito a ver com outras paisagens da cidade</em>”, conta Juliano Holanda, guitarrista e um dos compositores da OCO, responsável pela produção do disco, junto com a banda.</p>
<p>O novo disco foi gravado e mixado no Estúdio Fábrica, na Várzea, e masterizado por Adam Walek, no AWR em Atlanta (EUA). <em>Bomfim</em> foi viabilizado através de edital da Petrobras e contempla também a circulação do grupo Brasil afora. Enquanto o disco de <em>debut</em>, no caso, o <em>Orquestra Contemporânea de Olinda</em> (2008), resulta de um primeiro impulso de expressão, e o segundo, <em>Pra ficar</em> (2012), é a confirmação e consolidação da força desse trabalho, <em>Bomfim</em> chega como a chancela do processo de amadurecimento da OCO, que, após percorrer palcos do Brasil e do mundo, lançou mão de todo o suingue e ritmos característicos da cidade para dar o molho certeiro ao álbum. “<em>O universo de Olinda sempre esteve muito presente na OCO, embora nunca nos furtamos de expandir para novos horizontes. As viagens são boas pra arejar e até pra voltar o olhar de forma mais crítica</em>”, lembra Juliano.</p>
<div id="attachment_25971" aria-labelledby="figcaption_attachment_25971" class="wp-caption img-width-531 alignnone" style="width: 531px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Bonfim-capa-B.jpg"><img class="size-full wp-image-25971" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/Bonfim-capa-B.jpg" width="531" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do disco &#8220;Bomfim&#8221; é repleta de referências à Olinda</p></div>
<p>Um dos símbolos dessa relação tão íntima com a cidade está registrada na faixa <em>Rua do Bomfim</em>, de autoria do maestro Ivan do Espírito Santo. Nela, a contribuição poderosa da única participação especial do disco, o Grêmio Musical Henrique Dias. O frevo deixa de ser apenas um flerte da OCO e torna-se a faixa que mais escancara Olinda&#8230; desses frevos rasgados de verdade. “<em>Certamente, </em>Bomfim<em> é uma homenagem a Olinda, e ainda a Orquestra Henrique Dias, que é a gênese do nosso trabalho, e mais ainda a pessoa de Ivan do Espírito Santo, que é o saxofonista do grupo e o responsável pelos arranjos de metais. Ivan é um músico ímpar e, sem dúvida, uma das maiores referências tanto como artista quanto como pessoa pra todos nós da banda&#8221;</em>, comenta.</p>
<p>Nas demais faixas, Maciel Salú e Tiné continuam se revezando nos vocais, dando suas vozes características às canções da OCO. O suingue de Gilú Amaral na percussão robustece a malemolência do grupo, incrementando a cozinha rítmica composta por Rapha B, na bateria, e Hugo Gila, no baixo, que dão a base para a banda. Além do impecável naipe de metais liderado por Ivan do Espírito Santo, no sax. Uma novidade: Juliano Holanda, além da guitarra, chega junto nos vocais na faixa <em>Desafio</em>. Sem alusões ao significado da palavra, a experiência como cantor em seus discos e shows solo significou, na verdade, uma possibilidade a mais de participação de Juliano no grupo. “<em>Os demais integrantes da banda sempre me pediam pra cantar&#8230; eu é que não me sentia à vontade. De fato, os shows solo ajudaram bastante. A Contemporânea é uma banda que traz muitas possiblidades no DNA. Tiné também toca bem guitarra e violão, talvez o próximo passo seja dividir as cordas com ele!</em>”, entrega o músico.</p>
<p><strong>Show</strong><br />
<em>Bomfim</em> será lançado nos dias 18 e 20, no Rio de Janeiro (RJ), e dia 19, em Niterói, no Teatro Oscar Niemeyer. Também acontecem shows nos dias 25, em Goiânia (GO), e 26, em Brasília (DF). A circulação nacional da banda com o novo disco tem shows previstos, ainda, para Belém, Manaus, Fortaleza, Juazeiro do Norte, Salvador, Goiânia, Cuiabá, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, São Paulo e Recife.</p>
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		<title>CD &#8220;Pra ficar&#8221;, da Orquestra  Contemporânea de Olinda</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 19:57:46 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Título: Pra ficar Tipo de produto: CD, DVD, Disco de vinil Proponente: José de Oliveira Júnior Artista: Orquestra  Contemporânea de Olinda Gênero: Grooves latinos, afrobeats e ritmos pernambucanos Ano de lançamento:  2012 Descrição:  O percussionista Gilú Amaral convocou boa parte dos melhores da atual safra de músicos pernambucanos para compor a Orquestra Contemporânea de Olinda, junção de orquestra de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/capa-orquestra-c-olinda-pra-ficar.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26709" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/capa-orquestra-c-olinda-pra-ficar-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p><strong>Título: </strong>Pra ficar<strong><br />
Tipo de produto: </strong>CD, DVD, Disco de vinil<strong><br />
Proponente: </strong>José de Oliveira Júnior<br />
<strong>Artista: </strong>Orquestra  Contemporânea de Olinda<strong><br />
</strong><strong>Gênero: </strong>Grooves latinos, afrobeats e ritmos pernambucanos<br />
<strong>Ano de lançamento:  </strong>2012<strong><br />
</strong><strong>Descrição:  </strong>O percussionista Gilú Amaral convocou boa parte dos melhores da atual safra de músicos pernambucanos para compor a Orquestra Contemporânea de Olinda, junção de orquestra de frevo com baixo, guitarra e bateria. Formada em 2006, a big band caiu no gosto do público e, em 2008, já havia realizado mais de oitenta shows pelo Brasil. Entre as influências da banda estão grooves latinos, afrobeats e ritmos pernambucanos, sempre com arranjos de metais do maestro Ivan do Espírito Santo. A Orquestra já se apresentou em diversas cidades do Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, sendo indicada ao Grammy Latino 2009, na categoria de Melhor Álbum de Música Regional Brasileira.<strong><br />
</strong><strong>Tiragem: </strong> 1.000 CDs/ 1.000 DVDs/ 300 Discos de Vinil<strong><b><br />
</b></strong><strong>Preço: </strong>CD R$ 10,00 / DVD R$ 15,00 / Vinil R$ 50,00<strong><br />
</strong><strong>Locais de venda:<br />
</strong>Loja Passadisco -<strong> </strong>Estrada do Encanamento, 480 &#8211; Parnamirim, Recife.<br />
Livraria Cultura &#8211; shopping Paço Alfândega e shopping Rio Mar<br />
<strong>Site:</strong> <strong><a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">http://www.orquestraolinda.com.br/</a></strong><br />
<strong>Email:</strong> orquestraolinda.producao@gmail.com<br />
<strong>Telefone:</strong> (81) 9104.6418</p>
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		<title>Gilú Amaral: Olinda nas veias e no som</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 15:04:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Bruno Souza Criador da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), que é, sem dúvidas, uma das grandes referências da música produzida atualmente em Pernambuco, Gilú Amaral, apesar da pouca idade &#8211; 31 anos, acumula em seu currículo a experiência de já ter tocado com vários nomes consagrados da cena musical de nosso Estado, como Mundo Livre S/A, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22128" aria-labelledby="figcaption_attachment_22128" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870.jpg"><img class="size-medium wp-image-22128" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6870-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gilú Amaral não dispensa um pôr do sol no adro da Igreja de Nossa Senhora do Guadalupe</p></div>
<p style="text-align: right;"><a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a></p>
<p>Criador da<strong> <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">Orquestra Contemporânea de Olinda</a> </strong>(OCO), que é, sem dúvidas, uma das grandes referências da música produzida atualmente em Pernambuco, Gilú Amaral, apesar da pouca idade &#8211; 31 anos, acumula em seu currículo a experiência de já ter tocado com vários nomes consagrados da cena musical de nosso Estado, como Mundo Livre S/A, Otto e Naná Vasconcelos.</p>
<p>Nascido Gilson Lúcio do Amaral Filho, o percussionista é um apaixonado pelas ladeiras olindenses. Também pudera: foi, nas ruas e nos terreiros de candomblé do Sítio Histórico da cidade, que aprendeu a tocar. <em>&#8220;Como nasci e me criei aqui, minha maior referência sempre foi Olinda. O município é muito plural, respira cultura. Descobri a música nos idos anos 90. Tinha 8 anos. Minha escola foi a rua, os maracatus. Frequentei a casa de Mestre Salustiano, toquei com ele, passei pelo Maracatu do Camaleão, agremiação que já revelou muita gente. De lá pra cá, fui só aprimorando minha arte&#8221;</em>, disse o músico, que, desde 2008, já rodou o mundo mostrando todo o suingue de nossos ritmos, ao lado dos seus companheiros da OCO.</p>
<p>Embora tenha passado por países como França, Portugal, Alemanha, Suíça, Bélgica, Itália, África e Estados Unidos, Gilú não hesita em dizer que o bairro do Guadalupe é o cantinho que mais gosta de ficar quando está de folga das apresentações da Orquestra. <em>&#8220;O Guadalupe é um bairro muito cultural. Moro aqui e, sempre que posso, estou envolvido com as atividades e as festividades promovidas pelos moradores da comunidade. Fora isso, adoro contemplar o pôr do sol e a visão privilegiada do Recife que o largo da Igreja [de Nossa Senhora do Guadalupe] me oferece todas as tardes&#8221;</em>, afirma o líder da OCO à série<strong> Meu Lugar na Cidade</strong>, do <strong>Portal Cultura.PE</strong>, que tem destacado a relação de afeto que os artistas mantém com os espaços das cidades de Olinda e Recife, nos próximos dias.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Tereza Costa Rêgo: a pintora amante da folia e das procissões</strong></a><br />
<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/jomard-muniz-de-britto-ser-contemporaneo-e-atravessar-pontes/" target="_blank"><strong>Jomard Muniz de Britto: “ser contemporâneo é atravessar pontes”</strong></a></p>
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		<title>Orquestra Contemporânea de Olinda em grande estilo no Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 14:06:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “O bom filho à casa torna!”, já diz a velha – mas sempre certeira – máxima. No caso da Orquestra Contemporânea de Olinda (OCO), essa frase cai como uma luva. Numa parceria com a Petrobras, a big band olindense vem percorrendo todo o país, mas, vez por outra, vem matar as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19056" alt="Tiago Calazans/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">“<em>O bom filho à casa torna!</em>”, já diz a velha – mas sempre certeira – máxima. No caso da <a href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank"><strong>Orquestra Contemporânea de Olinda</strong></a> (OCO), essa frase cai como uma luva. Numa parceria com a Petrobras, a big band olindense vem percorrendo todo o país, mas, vez por outra, vem matar as saudades da terrinha, como nesta semana. Na próxima sexta (9), o grupo abre o ano de 2015 em grande estilo, se apresentando no Teatro de Santa Isabel (Santo Antônio), no Recife, a partir das 20h30. Eles trazem o último show da turnê “Pra ficar” na capital pernambucana, pois já se preparam para o lançamento do terceiro CD, em março.</p>
<p>Esta será o <em>debut</em> da OCO no histórico e secular Teatro de Santa Isabel, um dos mais imponentes e cultuados do estado. “<em>Estamos bem na vibe, super animados em tocar num teatro lindo como esse, e pela primeira vez. É legal encerrar um ciclo num lugar como o Santa Isabel. O empenho da gente está grande pra fazer um belo show</em>”, conta um dos fundadores da OCO, o percussionista Gilú Amaral. O repertório trará músicas dos discos “Orquestra Contemporânea de Olinda” (2008) e “Pra ficar” (2012), além da música “Rua do Bonfim”, composição do maestro Ivan do Espírito Santo, que já faz parte dos shows da OCO e estará no próximo disco da banda. Para celebrar este momento, dois convidados especiais: a cantora Isadora Melo e o percussionista Lucas dos Prazeres também sobem ao palco.</p>
<p>O show desta sexta também faz parte do circuito nacional que tem feito a OCO excursionar pelo Brasil, com o aporte da Petrobras. Em 2014, eles já passaram por Fortaleza (CE), Belém (PA), Salvador (BA), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). “<em>Esses shows têm sido bem bacanas porque, com isso, a Orquestra tem ampliado e renovado o seu público, que é o foco desse patrocínio da Petrobras. Estamos indo pra lugares que a gente nunca tinha ido, como Belém, por exemplo. Da segunda vez que fomos lá, já tinha a galera cantando nossas músicas. Estamos conquistando um público que não tínhamos antes</em>”, comemora Gilú.</p>
<p>Mais outros 14 shows pelo Brasil estão previstos dentro desse circuito. Os três próximos – Vitória (ES), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR) – encerram a turnê “Pra ficar”. A partir de março, eles já entram na estrada com o terceiro CD, que também foi patrocinado pela Petrobras. O circuito se encerra no fim de 2015, com um show e gravação de DVD, no Recife. Este é o único, até então, previsto para a capital pernambucana. Mas, como bem nos lembra aquela máxima que abre esta matéria, a OCO deve voltar a tocar por aqui bem antes do fim do ano, prevê Gilú. “<em>Com certeza, vão surgir convites pra gente se apresentar por aqui, com esse disco novo. É o que a gente espera</em>”. Nós também.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Show da Orquestra Contemporânea de Olinda</em><br />
Sexta (9), às 20h30<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n &#8211; Santo Antônio, Recife/PE<br />
R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia entrada), com ingressos à venda no <a href="http://www.eventick.com.br/oconosantaisabel" target="_blank">Eventick</a>  ou na bilheteria do teatro.</p>
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		<item>
		<title>Free jazz, solos de piano e violas caipiras na primeira noite do Palco Instrumental</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jul 2013 13:02:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[23º Festival de Inverno de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Conservatório Pernambucano de Música]]></category>
		<category><![CDATA[Gilú]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Linns]]></category>
		<category><![CDATA[Orquestra Contemporânea de Olinda]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dueto de violas, acompanhadas de baixo acústico e percussão foi o ponto alto da primeira noite do Palco Instrumental, nesta sexta-feira (19), no bucólico Parque Ruben Van Der Linden. O tradicional reduto da sofisticação musical foi testemunha de shows de primeira categoria, como o do compositor Hugo Linns, notório defensor do uso da viola [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4204" aria-labelledby="figcaption_attachment_4204" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-64.jpg"><img class="size-medium wp-image-4204" alt="(foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-64-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">(foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p dir="ltr">Um dueto de violas, acompanhadas de baixo acústico e percussão foi o ponto alto da primeira noite do Palco Instrumental, nesta sexta-feira (19), no bucólico Parque Ruben Van Der Linden. O tradicional reduto da sofisticação musical foi testemunha de shows de primeira categoria, como o do compositor Hugo Linns, notório defensor do uso da viola caipira na música contemporânea.</p>
<p dir="ltr">“É um instrumento estigmatizado como rural”, criticou o artista, antes de apresentar a música “Martelo de Aço”, escrita em homenagem a Adelmo Arcoverde, tido por Linns como um expoente do instrumento, em suas palavras, “o maior violeiro do Brasil”.</p>
<p dir="ltr">Durante a apresentação, marcada por composições de seu segundo álbum (“Vermelhas Nuvens”), Linns tocou viola dinâmica (com detalhes metálicos) e também a tradicional, de madeira. Interagiu bastante com o público, (“a primeira vez que estive em Garanhuns foi em 1997, mas esta é a primeira vez mostrando meu trabalho autoral”) e convidou o percussionista Gilú, líder da Orquestra Contemporânea de Olinda, para uma participação especial.</p>
<p dir="ltr">Linns e Gilú fazem parte da Wassab, trio que se completa com o guitarrista Juliano Holanda e se apresenta no Palco Instrumental na próxima quarta-feira (24), com Jam da Silva. Três talentos de uma nova geração de músicos pernambucanos nos palcos do FIG.</p>
<p dir="ltr">Sozinho no palco, Vitor Araújo impressionou pelo domínio do instrumento, pontuado por efeitos vocais que evocam ambientes etéreos, quase oníricos. Seu repertório, praticamente todo autoral, ficou ainda mais interessante com a participação do quarteto de cordas da Orquestra Experimental de Câmara, regida pelo músico João do Cello. Ao final, o músico deixou o palco vazio, mas sua voz ficou, em camadas digitalizadas por um efeito “delay”, que deram ao parque uma atmosfera fantasmagórica.</p>
<p dir="ltr">Entre árvores e barracas montadas para o FIG, o público compareceu e curtiu a programação à vontade, cada um do seu jeito. Bem à maneira do pólo Pau Pombo, o mais charmoso e introspectivo dos palcos do festival.</p>
<p dir="ltr">A noite começou com o Fahrenheit, virtuoso quinteto de free jazz made in Garanhuns. E encerrou uma performance virtuosa do maestro Nenéu Liberalquino. Neste sábado (20) o Palco Instrumental volta com Estação Brasil, A Trombonada, Paulo Rafael e Banda Estuário.</p>
<p>CPM no FIG – Na Catedral de Santo Antônio, a programação especial preparada pelo Conservatório Pernambucano de Música teve início às 16h, com performance do grupo Allegretto, um dos representantes da tradicional escola mantida pelo Governo do Estado. O grupo teve origem em 1996, a partir de uma classe de prática de flauta doce do Conservatório, focada em música medieval, barroca e renascentista.</p>
<div id="attachment_4205" aria-labelledby="figcaption_attachment_4205" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-65.jpg"><img class="size-medium wp-image-4205" alt="(Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/FIG-65-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">(Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Além dos músicos, que também tocam alaúde, vihuela e guitarra renascentista, atores com figurinos de época interpretam e cantaram um repertório de 17 composições. A programação do CMP no FIG segue até a segunda-feira, dia 22.</p>
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		<title>Noite com sotaque pernambucano e carioca no FPNC Gravatá</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 14:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5254" aria-labelledby="figcaption_attachment_5254" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990898764_48eb35fc12_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5254" alt="Seu Jorge foi performático no Palco Nação Cultural (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990898764_48eb35fc12_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Jorge foi performático no Palco Nação Cultural (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Última noite de shows do FPNC de Gravatá foi do som de Olinda ao do Rio de Janeiro</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Um performer, é assim que se pode definir Seu Jorge na apresentação de ontem (15/9), no Palco Nação Cultural de Gravatá. O cantor e compositor entrou no palco de capuz, fazendo mistério e exaltando a música pernambucana. Dançou, jogou charme pro público e atravessou o palco de canto a canto. Fumou um cigarro e tomou uma latinha de cerveja sentado ao lado dos metais, enquanto os músicos solavam e dançavam com um ar blasé estudado.</p>
<p>O show dele foi forte, dançante e cheio de energia do início ao fim. A banda gigante, que faz lembrar bandas clássicas da <em>black music</em>, alia competência musical e performance, seguindo a energia de Seu Jorge. O sucesso “Mania de peitão” foi a primeira música da noite, que já conquistou de cara o público que lotava o Parque de Eventos Chacre Mussa Zarzar. Mas “Tive razão” foi, sem dúvida, o ponto alto da noite, com uma plateia cantando cada verso com o cantor, que mais de uma vez afastou o microfone e convidou o coro a dominar a música.</p>
<p>Além do suingue carioca de Seu Jorge, o Palco Nação Cultural teve sotaque pernambucano forte na noite do sábado (15/9). Trazendo uma identidade geográfica inegavelmente marcante, Dunas do Barato, Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda também deixaram a sensação de que na música pernambucana de hoje, cabe o mundo inteiro dentro. As três bandas, completamente distintas tanto musical quanto cenicamente, fizeram o público dançar sob uma chuva fina e insistente que caiu durante quase toda a noite.</p>
<p>A OCO abriu a noite tocando músicas do disco novo “<a title="disco para baixar" href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">Pra ficar</a>” e algumas faixas do trabalho anterior, lançado há quatro anos. Com o repertório, cumpriram fielmente a promessa de fazer o público dançar. Logo depois, a Dunas do Barato levou ao palco um bom show, com forte pitada tropicalista. Natália Meira, vocalista da banda, impressionou pela qualidade vocal.</p>
<p>A também olindense Eddie mesclou basicamente músicas do celebrado disco “Carnaval no inferno”, de 2008, e “Veraneio”, o mais recente trabalho da banda. “A gente adorou cada segundo aqui”, disse Fábio Trummer aos fãs que vibraram a cada música, especialmente “Bairro Novo/Casa Caiada”, cantada em coro pelo público, “Parque de diversões” e “O baile de Betinha”, que contaram com a participação especialíssima de Erasto Vasconcelos.</p>
<div id="attachment_5255" aria-labelledby="figcaption_attachment_5255" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990571835_ea7dd80744_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5255" alt="Dunas do Barato (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990571835_ea7dd80744_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dunas do Barato (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5257" aria-labelledby="figcaption_attachment_5257" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990399731_275f6d499b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5257" alt="Orquestra Contemporânea de Olinda (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990399731_275f6d499b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Contemporânea de Olinda (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5258" aria-labelledby="figcaption_attachment_5258" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990710563_3085805c1f_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5258" alt="Eddie (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990710563_3085805c1f_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Eddie (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Alto do Cruzeiro</strong><br />
No polo descentralizado do FPNC de Gravatá, o friozinho agradável do Alto do Cruzeiro recebeu Sérgio Buq, Maria da Paz e Alexxa. A segunda atração a entrar no palco fez um ótimo show, tocando clássicos do forró e composições próprias, com direito a uma boa versão de “O ciúme”, de Caetano Veloso. Mas o melhor da programação do sábado (15/9) ficou por conta da cantora e compositora Alexxa, com sua voz incrível, que interpretou nomes como Dorival Caymmi e Alceu Valença.</p>
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		<title>Debate politizado no FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:09:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5273" aria-labelledby="figcaption_attachment_5273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5273" alt="Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música</em></p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>“Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de diálogo realizadas pelo FPNC em Gravatá. Tanto no debate sobre a Democratização da Comunicação quanto na discussão sobre O Atual Mercado de Música, a necessidade de reunir pessoas para promover o direito à comunicação, a reflexão crítica e a melhoria das práticas profissionais pareceu perpassar as falas e os interesses presentes.</p>
<p>No primeiro debate, relacionado à comunicação, a questão das rádios públicas dominou o verbo, sobretudo pela experiência dos participantes Roger de Renor (atual diretor da TV Pernambuco) e Patrick Tor4 – e, claro, também pela própria força que esses canais ainda possuem nas cidades do interior do estado, como Gravatá.</p>
<p>Ambos colocaram em pauta suas lutas em prol das emissoras públicas, reforçando que, apesar das dificuldades, fazer rádio de qualidade no País é possível. Isso significa ampliar a conscientização e o gosto cultural da população, veiculando, entre outros pontos, a produção musical que não tem vez nos grandes meios. Patrick citou os exemplos das rádios de Sergipe, da qual foi diretor, do Pará e de Minas Gerais. Todas estatais que, segundo ele, se tornaram exemplos nacionais. Já Roger falou sobre programas como o extinto “Som da sopa”, da TV Universitária, que também esteve à frente como apresentador, diretor e idealizador, além das atuais batalhas para estruturar a TV Pernambuco e uma rede de televisões públicas no Brasil.</p>
<p>Alguns profissionais de comunicação de Gravatá também participaram da discussão. Foi o caso do jornalista Tomaz de Aquino, atualmente responsável pelo Jornal Rota 232, de seu município. Ele conversou sobre os atuais veículos gravataenses, chamando atenção para o domínio dos políticos nas rádios e até nos blogs. Para isso citou o caso do <a title="blog do castanha" href="http://www.blogdocastanha.com/" target="_blank">Blog do Castanha</a>, retirado do ar recentemente por questões políticas, mas já de volta. O próprio Castanha esteve presente, comentando as dezenas de processos que já recebeu decorrentes de sua atuação jornalística. Tomaz de Aquino também reforçou a necessidade de se discutir os pontos principais do <a title="fórum nacional pela democratização da comunicação" href="http://www.fndc.org.br/" target="_blank">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</a> (FPDC).</p>
<p><strong>Sobre música</strong></p>
<div id="attachment_5274" aria-labelledby="figcaption_attachment_5274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5274" alt="Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Assim como a música foi um dos pontos tocados no primeiro debate, a comunicação também foi assunto abordado na segunda roda de diálogo promovida ontem (15/9) pelo FPNC, sobre o atual mercado de música. A internet foi novamente colocada em pauta, desta vez como local indispensável à difusão da produção musical. Para DJ Dolores, um dos participantes da roda, a web é mais do que isso: coloca-se como um espaço para criação, pesquisa e articulação.</p>
<p>Além de Dolores, também convidado pelo festival de Gravatá para tocar nos intervalos e fins dos shows, conduziram o diálogo o músico Tiné, da Orquestra Contemporânea de Olinda, e o rapper Zé Brown, que comandou a locução do Palco Nação Cultural.</p>
<p>Como sobreviver da música foi a questão que mais dominou a conversa, sobretudo a partir das perguntas levantadas por artistas de Gravatá, que repetiram a velha máxima de “como é difícil viver de música no estado”. Zé Brown falou sobre a dificuldade de trabalhar com rap, mas de outros caminhos para se viver do próprio ofício. Dolores reforçou o quanto é preciso levar a sério isso: “É um trabalho como qualquer outro”. E é preciso se esforçar, se dedicar.</p>
<p>Os debates foram mediados, respectivamente, por Guilherme Gatis, assessor do Festival Pernambuco Nação Cultural, e Vinícius Carvalho, diretor executivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
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