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	<title>Portal Cultura PE &#187; pandemia</title>
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		<title>A Moranga Sagrada, um livro de contos para pensar a pós-modernidade</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, A Moranga Sagrada, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115347" aria-labelledby="figcaption_attachment_115347" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-115347" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano J.C. Marçal</p></div>
<p>Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, <em>A Moranga Sagrada</em>, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.</p>
<p>De acordo com o autor, os textos têm duas origens. A primeira, a partir de 2017, quando ele formou na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) o grupo de pesquisa Pós-Modernidade e Tecnociência e o grupo de estudos Marxismo e Pós-Modernidade. E a segunda, a partir de 2020, quando teve início o distanciamento social como uma das medidas de controle da pandemia de covid-19. Apenas em maio de 2023 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>“Travando conhecimento com Lélia Gonzalez (escritora e ativista brasileira, 1935-1994), escrevi o conto <em>Obá</em> em que aparece o título do livro. A ideia era compor uma história que remetesse à força dessa orixá, ao empoderamento feminino e ao poder da escrita como forma de superação e resiliência. Em seguida, inspirado em uma escultura de Luciano Garbati (artista argentino), escrevi <em>Medusa</em>, que segue a mesma temática”, relata J.C. Marçal, escritor e professor na UFRPE.</p>
<p>Sob o impacto da pandemia ele criou <em>Nós, os Infectados</em>. “Além da pandemia em si, o conto discute o poder da arte como forma de dar sentido à vida. No caso foi a poesia e a pintura. Com esses três contos prontos decidi elaborar um livro que pensasse a pós-modernidade”, explica. No livro, J.C. Marçal estabelece um diálogo com a mitologia, a filosofia, as artes e a literatura.</p>
<p>Os textos <em>Tortura</em> e <em>Fezes</em> alertam para a necessidade de “mantermos a lembrança do terror da ditadura militar e os riscos de apostarmos em governos fascistas e ditatoriais”, destaca o autor. “<em>Limite</em> trata da tecnociência e o que isso poderá afetar nossas vidas. E <em>O Caligrafista</em> fala da importância da escrita como elemento essencial da humanidade e que se vê ameaçada com a IA”, diz.</p>
<p>“Com <em>A Moranga Sagrada</em>, a Cepe segue reforçando seu compromisso com a publicação de autores pernambucanos contemporâneos que se arriscam a investigar temas, formatos e questões de linguagem que ressoam no cenário atual”, declara a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. A obra tem 110 páginas e é o mais recente livro do escritor.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> J.C. Marçal nasceu no Recife, tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia e atualmente é professor na UFRPE. Temas como solidão, morte, busca pelo sentido da vida, potência e impotência da existência e as diversas dimensões da realidade estão presentes em seus livros. Ele já tem publicados <em>Diário de um Percurso Absurdo</em> (romance, Edições Odisseu), <em>Os Ciclos Tebanos</em> (poesia, Edições Odisseu), <em>Antologia da Novíssima Poesia Pernambucana</em> (poesia, Edições Alighieri), <em>Saga Cruciatus</em> (contos, Edições Alighieri), <em>A Tempestade</em> (romance, Scortecci) e <em>Mauristaad</em> (romance, Editora Urutau).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>A Moranga Sagrada</em> -</strong> <em>terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina (Rua da Aurora, nº 1.139, Santo Amaro, Recife-PE). Preço do livro: R$ 45 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115348" aria-labelledby="figcaption_attachment_115348" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115348" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro A Moranga Sagrada</p></div>
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		<title>País das Conexões Criativas em Caruaru abre portas para exposições</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 20:33:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Diversas exposições estão abertas gratuitamente para visitação, das 10h às 20h desta sexta-feira (9), no País das Conexões Criativas, do Festival Pernambuco Meu País. O evento acontece no Pavilhão da Estação Ferroviária de Caruaru, no Agreste. “Entre espelhos e espinhos” é uma das representações. A obra é assinada por Manu Paz, que retrata, através de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_111955" aria-labelledby="figcaption_attachment_111955" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rony Color</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-10-at-21.38.55.jpeg"><img class="size-medium wp-image-111955" alt="Rony Color" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-10-at-21.38.55-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Estação Ferroviária, Caruaru</p></div>
<p dir="ltr">Diversas exposições estão abertas gratuitamente para visitação, das 10h às 20h desta sexta-feira (9), no País das Conexões Criativas, do Festival Pernambuco Meu País. O evento acontece no Pavilhão da Estação Ferroviária de Caruaru, no Agreste.</p>
<p dir="ltr">“Entre espelhos e espinhos” é uma das representações. A obra é assinada por Manu Paz, que retrata, através de desenhos em preto e branco, a sua própria psique durante um surto psicótico agudo, ocorrido durante a crise sanitária instaurada pela pandemia da Covid-19 em 2020.</p>
<p dir="ltr">“Alguns dos quadros que estão aqui foram feitos durante esse surto. Dá para ter uma tentativa de interpretação do que estava se passando, o que teve antes e o que mudou. As obras mostram o sentimento de estar no mundo. São desenhos que levam às mais diversas interpretações, de forma que o público se identifique muitas vezes de maneiras inesperadas”, disse a artista.</p>
<p dir="ltr">Ela detalha o episódio que viveu e trata a arte como ferramenta participante do processo de entendimento.</p>
<p dir="ltr">“A arte me ajudou muito. O surto foi como viver um sonho misturado na realidade. Fomos muito represados durante a pandemia”, relembra.</p>
<p dir="ltr">J.Lee Aguiar é outra artista que assina uma exposição voltada aos desdobramentos da pandemia da Covid-19, também a partir de um recorte pessoal. Foi com a morte de seu pai pela doença que tudo começou. Sozinha, ela registrou a despedida e o sepultamento, e agora espera que a arte consiga encerrar esse ciclo em sua vida, fazendo da exposição um velório. Abaixo de algumas das fotos expostas ao público, há terra, em uma mensagem alusiva ao cemitério</p>
<p dir="ltr">O pai de J.Lee Aguiar era o jornalista Álvaro de Brito Duarte, que morreu em 16 de junho de 2021, aos 57 anos.</p>
<p dir="ltr">“Ele era um homem saudável, trabalhador e um ativista pelo meio ambiente. Um grande homem, que sempre lutou por justiça social, por um jornalismo ético e pela liberdade dos povos”, relembra.</p>
<p>O nome da exposição é “Atotô: Um Processo de Cura” e ela explica o porquê. “O público pode esperar uma reflexão sobre a pandemia. Perdi o meu pai e ninguém da nossa família pôde ir ao enterro, só eu, porque sou jornalista. Foi muito traumático para o mundo inteiro. Essa exposição vem de um lugar de muita raiva, mas a arte serve para transformar. Eu acho que foi uma conexão que me fez chegar até aqui trazendo esse velório. Está sendo uma honra poder participar do Festival Pernambuco Meu País. Meu pai era apaixonado por Caruaru e pela cultura também. É uma forma de honrar”, diz, bastante emocionada.</p>
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		<title>Conheça as imagens vencedoras do 10º Prêmio Pernambuco de Fotografia</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 19:08:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PRÊMIO PERNAMBUCO DE FOTOGRAFIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o tema “O olhar sobre o confinamento”, o 10º Prêmio Pernambuco de Fotografia consagrou 15 imagens como vencedoras. Entende-se por olhar o que faz falar as lentes mudas da fotografia do nosso dia a dia e que diferencia uma pessoa da outra, assim como as nossas impressões digitais nos diferenciam como seres humanos. Cada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema “O olhar sobre o confinamento”, o 10º Prêmio Pernambuco de Fotografia consagrou 15 imagens como vencedoras. Entende-se por olhar o que faz falar as lentes mudas da fotografia do nosso dia a dia e que diferencia uma pessoa da outra, assim como as nossas impressões digitais nos diferenciam como seres humanos. Cada pessoa fotografa com o seu saber, com a sua cultura, construindo uma forma própria de olhar o mundo e interferir sobre ele com o seu olhar. Sendo assim, cada pessoa é capaz de ver e perceber de forma única. Foram  1158 fotografias inscritas, um recorde desde a primeira edição do prêmio.</p>
<p><strong>Homenagem - </strong>Neste ano, a premiação presta uma homenagem ao grande fotógrafo Alcir Lacerda. Falecido em 2012, aos 84 anos, ele foi um dos maiores ícones da fotografia pernambucana, tendo trabalhado tanto com a fotografia na publicidade, no jornalismo e em eventos sociais, como também com fotos artísticas autorais, retratando paisagens do interior e do litoral pernambucano.</p>
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		<title>Alepe recebe presidente da Fundarpe e artistas da música</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Aug 2020 17:13:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, e um grupo de artistas da música pernambucana estiveram, na última terça-feira (25), com o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Eriberto Medeiros. Os artistas entregaram uma carta que propõe ações para o cenário da música neste momento da pandemia e no pós-pandemia. No documento, reconhecem o importante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, e um grupo de artistas da música pernambucana estiveram, na última terça-feira (25), com o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Eriberto Medeiros. Os artistas entregaram uma carta que propõe ações para o cenário da música neste momento da pandemia e no pós-pandemia. No documento, reconhecem o importante trabalho que o Governo do Estado vem fazendo nos editais e ciclos festivos, entre eles o São João e o Carnaval, e fazem sugestões para discutir as próximas ações, enquanto ainda não for possível a realização de eventos que promovam aglomerações.</p>
<p>Marcelo Canuto avaliou que a carta apresentada pelos artistas se soma às reflexões que já vêm acontecendo com a sociedade civil, através do Conselho de Política Cultural e de outros representantes do setor em Pernambuco. &#8220;Esse novo grupo nos procurou com suas demandas, abertos ao diálogo, demonstrando entendimento de que a superação do momento difícil por que passa o setor deve acontecer em clima de cooperação e entendimento da política que construímos até aqui&#8221;, avalia Canuto.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/canuto_alepe.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-78403" alt="canuto_alepe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/canuto_alepe-607x375.jpeg" width="607" height="375" /></a></p>
<p>Assinam a carta artistas como Maestro Spok, André Rio, Almir Rouche, Maestro Forró, Gerlane Lops, Karynna Spinely, Cristina Amaral, Quinteto Violado, Beto Ortis, Novinho da Paraíba, Michelle Melo, Kelvis Duran, Zé Renato, entre outros. Nas proposições, o grupo solicita que a discussão sobre o Carnaval em Pernambuco seja adiada para outubro, e pedem participação neste momento. Também solicitam orçamento para atividades alternativas, caso se confirme a impossibilidade de realizar o Carnaval nos moldes tradicionais.</p>
<p>&#8220;São propostas viáveis, feitas a partir de um entendimento de como funciona a máquina pública, e que internamente nós já vínhamos debatendo com os conselhos de cultura. A discussão sobre o Carnaval será feita mais adiante, quando teremos mais condições de avaliar o cenário da pandemia, mas já podemos garantir que nosso artistas terão alternativas de trabalho nos próximos ciclos festivos”, afirmou Canuto, após a reunião na Alepe. “A conversa com esse novo coletivo foi importante para ampliar a discussão sobre ações como o Carnaval, considerando ainda o cenário de pandemia. Iremos levar esse debate para a plenária do Conselho de Políticas, e trataremos juntos das saídas apropriadas para a realização do Carnaval”, frisou Severino Pessoa, vice-presidente da Fundarpe, também presente à reunião.</p>
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		<title>Regulamentação da Lei Aldir Blanc é assinada. Estados e municípios aguardam pelos recursos</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 18:37:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Diário Oficial da União saiu, nesta terça-feira (18), com uma notícia muito esperada pela classe artística: após uma expectativa que durou exatos 49 dias, o Governo Federal assinou o decreto que regulamenta a distribuição dos recursos da Lei de Emergência Cultural, que recebeu o nome de Lei Aldir Blanc. As regras para o repasse [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Diário Oficial da União saiu, nesta terça-feira (18), com uma notícia muito esperada pela classe artística: após uma expectativa que durou exatos 49 dias, o Governo Federal assinou o <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/decreto-n-10.464-de-17-de-agosto-de-2020-272747985" target="_blank"><strong>decreto que regulamenta a distribuição dos recursos da Lei de Emergência Cultural</strong></a>, que recebeu o nome de Lei Aldir Blanc. As regras para o repasse também estavam sendo bastante aguardadas pelas gestões públicas dos estados e municípios brasileiros, que ficarão responsáveis pelo repasse direto aos artistas, trabalhadores, técnicos e espaços culturais impactados pelas restrições sociais causadas pela pandemia do coronavírus. A publicação ainda não define a data do repasse a ser feito pelo Governo Federal.</p>
<p>Os recursos totais são da ordem de R$ 3 bilhões para todo o País, ficando destinado para <strong>Pernambuco R$ 143 milhões</strong> – em valores aproximados –, a serem distribuídos com o Governo do Estado (<strong>R$ 74 milhões</strong>) e todos os municípios pernambucanos (<strong>R$ 69 milhões</strong>). Esse valor abrange três categorias distintas (incisos I, II e III da Lei):<strong> 1)</strong> auxílio emergencial de R$ 600 por no mínimo três meses para trabalhadores e trabalhadoras da cultura (pessoas físicas) com atividades interrompidas durante a pandemia; <strong>2)</strong> um apoio financeiro entre R$ 3 mil e R$ 10 mil para espaços culturais e artísticos, microempresas e pequenas empresas culturais, organizações culturais comunitárias, cooperativas e instituições culturais que também tiveram suas atividades suspensas pelo isolamento social; <strong>3)</strong> e um percentual mínimo de 20% do valor destinado para cada unidade federada a ser investido em editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural.</p>
<p>Aos governos estaduais ficará a responsabilidade de fazer os pagamentos às pessoas físicas, deixando os pagamentos aos espaços culturais e aos coletivos a cargo das prefeituras. As duas esferas de governo (estados e municípios) também precisarão definir os critérios para os editais e prêmios ligados ao inciso III.</p>
<p><em>&#8220;À frente das mobilizações que envolveram a aprovação da Lei Aldir Blanc, o Governo de Pernambuco &#8211; por meio da Secult-PE e da Fundarpe &#8211; foi e continua sendo um dos protagonistas na articulação nacional para criação de modelos transparentes e democratizados de execução da Lei Aldir Blanc. A situação requer a máxima responsabilidade dos gestores públicos, não apenas na execução, bem como na garantia de que os benefícios cheguem o mais rápido possível aos artistas, trabalhadores da cultura e equipamentos culturais que mais necessitam&#8221;</em>, declara o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>A Secult-PE já realizou, desde maio, quase uma centena de reuniões virtuais abertas com representantes da sociedade civil, comissões setoriais de cultura e com os conselhos estaduais de Preservação, Política Cultural e Consultivo do Audiovisual. Destacam-se entre esses encontros <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/secult-pe-e-fundarpe-finalizam-serie-de-webconferencias-regionais-sobre-a-lei-aldir-blanc/" target="_blank"><strong>seis webconferências</strong></a>, sendo quatro regionalizadas (para cada macrorregião do Estado), todas com ampla audiência e participação, que permanecem disponíveis para consulta no canal <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/secultpe</strong></a>. <em>“As duas primeiras webconferências estaduais foram o ponto mais importante nesse momento de articulação da classe artística e dos gestores públicos. Há alguns anos que eu não sentia esse envolvimento tão intenso nas discussões e na mobilização por uma política pública para o setor. Estamos, todos e todas, bastante entusiasmados com o momento”</em>, comentou a secretária-executiva de Cultura, Silvana Meireles.</p>
<p>Com a regulamentação federal, a Secult-PE agora fica encarregada de publicar sua regulamentação estadual, juntamente com cada gestor municipal. Além das regras, cada ente federado precisa entregar um plano de ação para a execução dos recursos da Lei, que serão incluídos na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/ministerio-do-turismo-anuncia-criacao-de-sistema-que-vai-agilizar-repasse-dos-r-3-bi-para-a-cultura/" target="_blank"><strong>Plataforma + Brasil</strong></a>, por onde o Governo Federal irá acompanhar a destinação dos recursos.</p>
<p><b>CONTROLE SOCIAL</b> &#8211; Na etapa de aplicação dos recursos, os gestores estaduais e municipais vão contar com o suporte, apoio, vigilância e fiscalização dos conselhos estaduais e municipais de Cultura. <em>“É papel da sociedade civil, juntamente com os órgãos de controle e as casas legislativas (Assembleia e Câmaras Municipais), a fiscalização da aplicação desse auxílio emergencial. Será com o envolvimento e compromisso de todos e todas, que os artistas, técnicos, profissionais, coletivos, cooperativas, empresas e equipamentos ligados à cadeia produtiva da Cultura poderão sair da situação que se encontram desde o início da pandemia”</em>, opinou Jocimar Gonçalves, presidente do Conselho Estadual de Política Cultural.</p>
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