<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Sítio de Pai Adão</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/sitio-de-pai-adao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Terreiro de candomblé Obá Ogunté &#8211; Sítio Pai Adão passa por obras de melhorias e restauro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/terreiro-de-candomble-oba-ogunte-sitio-pai-adao-passa-por-obras-de-melhorias-e-restauro/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/terreiro-de-candomble-oba-ogunte-sitio-pai-adao-passa-por-obras-de-melhorias-e-restauro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 23:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Povos tradicionais e populações rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Água Fria]]></category>
		<category><![CDATA[Iphan]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[terreiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=79982</guid>
		<description><![CDATA[Religiosidade, cultura e tradição marcam a trajetória do terreiro de candomblé Obá Ogunté-Sítio Pai Adão, localizado em Recife (PE). Trata-se do terreiro mais antigo em atividade no estado, inaugurado em 1875. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, investiu em torno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_79984" aria-labelledby="figcaption_attachment_79984" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/sitio-pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-79984" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/sitio-pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Situado no bairro de Água Fria, o Obá Ogunté-Sítio Pai Adão ajudou a configurar a paisagem urbana da periferia da zona norte recifense</p></div>
<p>Religiosidade, cultura e tradição marcam a trajetória do terreiro de candomblé <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/gestores-e-povos-de-terreiro-debatem-sobre-os-patrimonios-culturais-de-matriz-africana/" target="_blank"><strong>Obá Ogunté-Sítio Pai Adão</strong></a>, localizado em Recife (PE). Trata-se do terreiro mais antigo em atividade no estado, inaugurado em 1875. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial de Cultura do Ministério do Turismo, investiu em torno de R$ 150 mil em melhorias nas edificações que compõem o templo.</p>
<p>As obras capitaneadas pela superintendência do Iphan em Pernambuco se encerraram no último mês de outubro. O escopo das intervenções contemplou revisão e restauração da cobertura, reestruturação elétrica, inserção de cerca na parte posterior do terreno, entre outros serviços. Tombado pelo Instituto em 2018, o bem cultural foi inscrito em dois Livros do Tombo: o Histórico e o Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico.</p>
<p>Uma das etapas mais aguardadas dos trabalhos foi a instalação do gradil de proteção na árvore conhecida como Iroko. Esta planta da família das gameleiras é considerada sagrada pelos devotos: representa o orixá Iroko, associado ao tempo e à ancestralidade. A parte oca do tronco abrigou objetos sagrados escondidos para escapar das perseguições empreendidas por autoridades policiais contra religiões de matriz africana nas décadas de 1930 e 1940. Atualmente, restam algumas partes do tronco, conservadas como parte relevante da memória e da espiritualidade do bem cultural.</p>
<p>Situado no bairro de Água Fria, o Obá Ogunté-Sítio Pai Adão ajudou a configurar a paisagem urbana da periferia da zona norte recifense. Consiste num terreiro de tradição Nagô/Yorubá, fundado em 1875 pela nigeriana Ifatinuké. No Brasil, ela adotou o nome Inês Joaquina da Costa e tornou-se conhecida como Tia Inês.</p>
<p>O terreiro é consagrada à orixá Iemanjá, também chamada de Obá na tradição Nagô. Com o falecimento de Ifatinuké, Felipe Sabino da Costa assumiu o sacerdócio da casa na função de babalorixá. Após uma viagem para a Nigéria, consolidou ainda mais a tradição Nagô no candomblé pernambucano.</p>
<p>Felipe tornou-se célebre como Pai Adão e cimentou tradições que se difundiram pelo território do estado. O legado do Ilê Obá Ogunté consiste, principalmente, na manutenção da tradição ritualística Yorubá/Nagô. Nesse sentido, destaca-se o uso da língua nativa, falada nos rituais e repassada entre gerações de devotos.</p>
<p>O terreno abarca um edifício principal, casas de alguns dos membros do Ilê e uma capela dedicada a Santa Inês, que atualmente funciona como um pequeno museu com objetos sagrados do candomblé e imagens sacras católicas. Na parte de trás, segue um caminho de terra ladeado à direita e à esquerda por residências de outros membros dessa comunidade de matriz africana, em sua maioria descendentes de Pai Adão. Ao final do terreno, há uma grande área aberta onde se encontra o centenário Iroko.</p>
<div id="attachment_79983" aria-labelledby="figcaption_attachment_79983" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-79983" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/11/pai-adao-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Manoel Papai comanda atualmente o templo religioso</p></div>
<p>Atualmente a casa é comandada pelo babalorixá Manoel Papai, descendente de Pai Adão. O Ilê Obá Ogunté abriga grupos de Afoxé e <strong><a href="https://app.workr.com.br/LinkOpen.aspx?mid=db374260-c1cb-4558-b735-47f3e487db0b&amp;lid=NlKaWGzCqjYzsf5NA8X1Nw==" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">Maracatu Nação</a></strong>, bem imaterial registrado pelo Iphan como Patrimônio Cultural. O terreiro não apenas representa uma das comunidades de matriz africana mais tradicionais do nordeste do país, como também se consolidou como referência cultural para a identidade afro-pernambucana e afro-brasileira.</p>
<p>Até o momento, o Iphan reconhece <strong><a href="https://app.workr.com.br/LinkOpen.aspx?mid=db374260-c1cb-4558-b735-47f3e487db0b&amp;lid=Y0hNgWKFYZMNbFwXo++IqQ==" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable">26 bens relacionados aos povos e comunidades tradicionais de matriz africana</a></strong>. Destes, 12 foram tombados como Patrimônio Cultural Material e 14 foram registrados como Patrimônio Cultural Imaterial.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/terreiro-de-candomble-oba-ogunte-sitio-pai-adao-passa-por-obras-de-melhorias-e-restauro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Moção de Repúdio &#8211; Pelo novo atentado ao Iroko do Terreiro Obá Ogunté</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mocao-de-repudio-pelo-novo-atentado-ao-iroko-do-terreiro-oba-ogunte-sitio-de-pai-adao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mocao-de-repudio-pelo-novo-atentado-ao-iroko-do-terreiro-oba-ogunte-sitio-de-pai-adao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 15:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Iroko]]></category>
		<category><![CDATA[moção de repúdio]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Terreiro Obá Ogunté]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=74172</guid>
		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco – CEPPC, repudia e indigna-se profundamente com o novo atentado contra o Iroko, árvore sagrada, existente no Terreiro Ilê Obá Ogunté, o Sítio de Pai Adão. Na madrugada do último dia 8 de dezembro, o Iroko sofreu novo incêndio, matando seus brotos que ressurgiam depois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco – CEPPC, repudia e indigna-se profundamente com o novo atentado contra o Iroko, árvore sagrada, existente no Terreiro Ilê Obá Ogunté, o Sítio de Pai Adão. Na madrugada do último dia 8 de dezembro, o Iroko sofreu novo incêndio, matando seus brotos que ressurgiam depois do último incêndio criminoso ocorrido em 9 de novembro de 2018.</p>
<p>O Ilê Obá Ogunté, fundado em 1875, é um dos primeiros terreiros de Xangô de Pernambuco, talvez o mais antigo ainda em funcionamento, foi Tombado pelo Estado de Pernambuco em 1985, e, em 2018, recebeu proteção federal e foi declarado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN.</p>
<p>Ressalta-se ainda que o Iroko também é Tombado pela Prefeitura da Cidade do Recife, por meio do Decreto Municipal nº 14.288/1988.</p>
<p>Destarte, o Conselho estadual de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco se solidariza com os frequentadores do Sítio de Pai Adão e com todos os Povos de Terreiro por essa inestimável perda e, mais uma vez, demanda celeridade nas investigações desse ato criminoso contra a preservação cultural e a Cultura de Pernambuco.</p>
<p style="text-align: right;">Recife, Casa de Oliveira Lima, 11 de dezembro de 2019.</p>
<p><strong>Aramis Macêdo Leite Júnior</strong><br />
Presidente do Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mocao-de-repudio-pelo-novo-atentado-ao-iroko-do-terreiro-oba-ogunte-sitio-de-pai-adao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gestores e povos de terreiro debatem sobre os patrimônios culturais de matriz africana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gestores-e-povos-de-terreiro-debatem-sobre-os-patrimonios-culturais-de-matriz-africana/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/gestores-e-povos-de-terreiro-debatem-sobre-os-patrimonios-culturais-de-matriz-africana/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 13:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[1º Seminário de Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana]]></category>
		<category><![CDATA[gilberto freyre neto]]></category>
		<category><![CDATA[Secult/PE]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Terreiro Obá Ogunté]]></category>
		<category><![CDATA[VII Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=71226</guid>
		<description><![CDATA[A 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu, no Recife, o 1º Seminário de Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, nos dias 29 e 30 de agosto, no terreiro Obá Ogunté, Sítio de Pai Adão, no bairro de Água Fria. A cerimônia de abertura contou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71291" aria-labelledby="figcaption_attachment_71291" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/1-Seminário-de-Patrimonialização-e-Musealização-de-Bens-Culturais-dos-Povos-e-Comunidades-Tradicionais-de-Matriz-Africana-secult-pe-fundarpe-10.jpg"><img class="size-medium wp-image-71291" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/1-Seminário-de-Patrimonialização-e-Musealização-de-Bens-Culturais-dos-Povos-e-Comunidades-Tradicionais-de-Matriz-Africana-secult-pe-fundarpe-10-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Renata Borba (superintendente do Iphan), Manoel Papai (babalorixá do Sítio do Pai Adão) e Gilberto Freyre Neto (secretário estadual de Cultura) comandaram a mesa de abertura do evento, na última quinta-feira (29), em Água Fria</p></div>
<p>A 12ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu, no Recife, o 1º Seminário de Patrimonialização e Musealização de Bens Culturais dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, nos dias 29 e 30 de agosto, no terreiro Obá Ogunté, Sítio de Pai Adão, no bairro de Água Fria. A cerimônia de abertura contou com a participação do Babalorixá da casa, o Oguntêfaran do Sítio do Pai Adão, Manoel Papai; da superintendente do Iphan em Pernambuco, Renata Duarte Borba; e do secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>O início do seminário foi marcado pela homenagem à Ifatinukê (Inês Joaquina da Costa), que fundou o primeiro terreiro de Xangô do Recife, lembrada este ano pelo centenário do seu falecimento.</p>
<p>Em seguida, a superintendente do Iphan em Pernambuco, Renata Duarte Borba; ressaltou a participação do Iphan no processo de tombamento do terreiro em âmbito Federal e na mobilização compartilhada entre o Iphan, a Fundarpe, e o próprio terreiro no processo de preservação do bem cultural “Nosso objetivo é que o terreiro se torne forte, sustentável e possa viver de sua própria tradição e de sua cultura”, ressaltou.</p>
<p>O secretário Gilberto Freyre Neto falou do desafio em manter um bem cultural de matriz africana protegido à disposição do público. <em>“Não vivemos um tempo bom, vivemos uma série de dificuldades e presenciamos um comportamento beligerante de parte da sociedade para com as religiões de matriz africana. Vamos trabalhar com harmonia em conjunto com as instituições que defendem o patrimônio, transmitir conhecimento de qualidade. Repassar tradição para outras gerações é um desafio, mas o fato de estarmos hoje aqui abrindo esse discurso na Semana do Patrimônio é um passo importante para garantir esse legado”</em>, colocou.</p>
<div id="attachment_71294" aria-labelledby="figcaption_attachment_71294" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/1-Seminário-de-Patrimonialização-e-Musealização-de-Bens-Culturais-dos-Povos-e-Comunidades-Tradicionais-de-Matriz-Africana-secult-pe-fundarpe-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-71294" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/1-Seminário-de-Patrimonialização-e-Musealização-de-Bens-Culturais-dos-Povos-e-Comunidades-Tradicionais-de-Matriz-Africana-secult-pe-fundarpe-3-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O babalorixá Ivo Xambá e o secretário Gilberto Freyre Neto participaram das discussões do seminário</p></div>
<p>O babalorixá Ivo de Xambá ressaltou a importância dos terreiros de candomblé para afirmação do negro na sociedade. <em>“Não sou descendente de escravo, sou de africano, com muito orgulho. Toda sociedade brasileira descende de negros”</em>, disse . Ele abriu espaço em sua palestra para o historiador Hildo Leal da Rosa, pesquisador do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, também membro da Comunidade Religiosa Xambá há vinte e seis anos, que apresentou dados sobre a perseguição religiosa aos candomblés e catimbós em Pernambuco, ressaltando o papel de liderança de alguns sacerdotes como o próprio Pai Adão e Maria Oyá em defesa das comunidades e dos seus terreiros.</p>
<p>Na parte da tarde a mesa redonda “O papel das mulheres e a resistência das tradições de matriz africana” tratou do legado de mulheres, enquanto lideranças de sociedades compostas a exemplo das casas de candomblé, destacando, por exemplo, nomes como Maria Oyá, na liderança do Ilê Asé Oyá Megê, nação Xambá e de Mãe Amara, que desde 1945 está à frente do Ilê Obá Aganju Okoloyá, no Bairro de Dois Unidos, no Recife. O debate foi mediado pela Coordenadora da Rede de Mulheres de Terreiro de Pernambuco, Vera Baroni, Iyagbassé do Ilê Obá Aganjú Okoloyá, que também apresentou dados que ressaltam a presença feminina enquanto liderança e o inverso paradoxo da invisibilidade da mulher negra na sociedade.</p>
<p>Em seguida, a Iyalorixá do Ilê Asé Oyá Idaianã, Maria Conceição da Silva, apresentou para os presentes um histórico das linhagens matriarcais do Sítio de Pai Adão, elemento marcante na condução religiosa no Recife. Por fim, a Omôrixá do Ilê Obá Aganju Okoloyá, Marília Gomes do Nascimento, Doutoranda no programa de Pós-Graduação em Sociologia na Universidade Federal de Pernambuco, ressaltou o papel das mulheres de terreiro e suas contribuições na organização social das comunidades e destacou a importância de Mãe Amara, que há 74 anos realiza em Dois Unidos o Amalá de Xangô, reconhecido em 2014, pelo Prêmio Patrimônio Cultural dos Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>
<p>No encerramento, o público contou ainda com o espetáculo Nagô Éta Oyá Tundê, da bailarina e coreógrafa Helaynne Sampaio, Iyabá do Ilê Obá Aganju Okoloyá, que simboliza a relação de sua mãe com a orixá Oyá Tundê.</p>
<p dir="ltr"><strong>SEGUNDO DIA - </strong> As atividades do seminário, no segundo dia, trouxeram uma explanação de Juliana Cunha, historiadora do Iphan-PE, sobre o histórico do processo de patrimonialização de terreiros feitos pela instituição. Em seguida, o antropólogo Raul Lody, a arquiteta da Fundarpe Nazaré Reis, o antropólogo do Iphan-PE Giorge Bessoni e o Babalorixá Manoel Papai formaram uma mesa para rememorar o processo de tombamento estadual (1985) e federal (2018) do Terreiro Obá Ogunté, Sítio de Pai Adão. Destacou-se o papel fundamental de Raul Lody no primeiro processo, uma vez que foi dele o pedido e a justificativa no processo que instruiu o tombamento estadual do Sítio de Pai Adão. Segundo Juliana Cunha, os pedidos de tombamento de terreiros na Bahia a partir dos anos 80, serviram como exemplo para provocar e referenciar o processo estadual, em 1985, do pedido de tombamento do Sítio de Pai Adão.</p>
<p>Para historiador e Coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe e um dos curadores do evento, Marcelo Renan “a mesa de hoje se resumiu a uma publicização do processo de tombamento para o Sítio de Pai Adão, na devolutiva do Iphan e da Fundarpe sobre como tem sido trabalhada a gestão dos terreiros, do ponto de vista de obras e fiscalização”. A respeito dos avanços neste campo, citando a apresentação de Giorge Besoni, indica que a criação de um comitê gestor formado pelo Sítio de Pai Adão e pelos órgãos de preservação (Iphan e Fundarpe) se constitui como a inovação já experimentada para a gestão do patrimônio imaterial e que pode resultar na preservação efetiva tanto dos elementos materiais como imateriais que existem no terreiro.</p>
<div id="attachment_71295" aria-labelledby="figcaption_attachment_71295" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernado Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/1-Seminário-de-Patrimonialização-e-Musealização-de-Bens-Culturais-dos-Povos-e-Comunidades-Tradicionais-de-Matriz-Africana-secult-pe-fundarpe-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-71295" alt="Fernado Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/1-Seminário-de-Patrimonialização-e-Musealização-de-Bens-Culturais-dos-Povos-e-Comunidades-Tradicionais-de-Matriz-Africana-secult-pe-fundarpe-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O segundo dia contou com uma discussão sobre o processo de tombamento do Sítio do Pai Adão</p></div>
<p><strong>LEGADO -</strong> Além de técnicos do Iphan, Fundarpe, e do povo do terreiro, o seminário atraiu também pesquisadores, como Maíra Dias, museóloga da Universidade Federal da Paraíba, doutoranda no programa de Ciência das Religiões da UFPB. <em>“Um seminário como esse é objeto novo, ainda há muito que ser estudado nesse campo da religião e patrimônio. As pessoas ainda não se apropriaram desse conceito de patrimônio, então tem uma demanda do campo acadêmico para esse tipo de reflexão, mas demanda também de outros formatos mais acolhedores para comunidade”</em>, diz a pesquisadora.</p>
<p>Porque as comunidades, segundo ela, já fazem esse trabalho de resistência. <em>“Esse trabalho de patrimônio feito pelos técnicos vem somar ao da comunidade, pois todo processo oral, de respeito às hierarquias, de aprender com os mais velhos, quem olha de fora pode dizer, isso é educação patrimonial. Agora é hora de cruzar, o que as instituições de preservação do patrimônio fazem, com o que esses terreiros já fazem &#8211; e chegar num caminho do meio para ter uma continuidade na preservação desse patrimônio”</em>, reflete Maíra.</p>
<p>Durante a tarde, o seminário aprofundou a discussão sobre a guarda dos objetos sagrados nos museus, e sobretudo a guarda dos objetos que foram confiscados dos terreiros, no período em que foram fechados pela polícia da capital, na ditadura do Estado Novo.</p>
<p>Daiane Carvalho, do Museu da Abolição, fez uma palestra sobre o Processo de Repatriação Digital do Acervo Confiscado de Terreiros realizado em parceria com Charles Martins, que, com o incentivo do Funcultura, mapeou e registrou digitalmente as peças do Xangô pernambucano saqueadas nos anos 1930, e que hoje compõem o Acervo Mário de Andrade, guardado pelo Centro Cultural São Paulo (CSSP). Em maio de 2018, o Museu da Abolição montou a exposição “Repatriação Digital do Acervo Confiscado nos Terreiros”, exibindo a catalogação digital de mais de 400 peças pertencentes aos terreiros saqueados no Estado, na década de 1930. O material está disponível <a href="http://www.museuafrodigital.com.br/repatriacaodigital/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>Para Nazaré Reis, arquiteta, urbanista, gestora da Unidade de Obras da Fundarpe e uma das curadoras do evento, <em>“o seminário evidenciou um panorama da história da resistência religiosa dos povos de matriz africana a partir da sua chegada aos portos brasileiros: o protagonismo feminino, como disfarçaram seus rituais, na construção de seus espaços de celebração, nas fugas da polícia, sendo privados de seus objetos sagrados ou escondendo seus artefatos na palha dos galinheiros e na Gameleira Sagrada do Obá Ogunté, sob a proteção do Orixá Iroco”</em>.</p>
<p>Segundo ela, esse panorama representa o muito que deve ser trabalhado para reorientar o trabalho de instituições como a Fundarpe e o Iphan. <em>“Além dos aspectos históricos de perseguição e violação de direitos, também foram apresentados pelos anfitriões do seminário ações de proteção da memória afro-brasileira que resistem e existem nas comunidades de candomblé. Porém, o tema não se esgota. O que inicialmente seria uma mesa redonda rapidamente evoluiu para um grande e produtivo seminário. Muitos outros virão”</em>, afirmou Nazaré Reis.</p>
<p><strong>DEMANDAS</strong> &#8211; Pai Ivo de Xambá propôs ao secretário de Cultura de Pernambuco, ao final da palestra: instituir um dia para celebrar o guardião de Pernambuco dentro das referências do candomblé, que seria o Dia de Xangô ou Iemanjá.<em> “Para mostrar que a religião africana é legítima. A gente não quer mudar a fé de ninguém, a gente quer respeito. Por isso mesmo não queremos falar sobre intolerância religiosa, pois não queremos ser tolerados, queremos respeito”</em>, disse Pai Ivo.</p>
<p>Já o babalorixá Manoel Papai contou que, para a manutenção da língua iorubá (falada entre os religiosos das nações nagô e ketu), e de outros costumes como a própria religião, as comidas, as danças, e as roupas, o Sítio de Pai Adão visa a criação de uma escola dentro do terreno do terreiro. “A escola tem que ser aqui dentro, porque a gente quer que esses meninos continuem falando em ioruba”, disse o babalorixá.</p>
<p>O secretário Gilberto Freyre Neto sugeriu que do seminário fosse retirado a minuta de um documento para que baseie um projeto de lei para a proposta. <em>“Podemos conduzir esse projeto de lei, e entrar nesse discurso de forma muito objetiva, mandaremos uma mensagem forte à sociedade”</em>, disse o gestor.</p>
<p>Ao término do seminário, o babalorixá Ivo da Xambá fez a leitura da uma carta-aberta produzida durante o evento, endereçada aos gestores públicos do Estado de Pernambuco, cobrando o cumprimento de metas já previstas nos Planos Estaduais de Educação, Cultura e Promoção de Igualdade Racial, e ainda, destacando pontos importantes referentes aos processos de salvaguarda do patrimônio Cultural Afro-religioso em Pernambuco. O documento será revisado por uma comissão formada pelos terreiros participantes do seminário e deverá seguir para os órgãos da administração estadual. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/Carta-Aberta.docx" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o texto na íntegra.</p>
<p><strong>PERSEGUIÇÕES -</strong> Em Pernambuco, os adeptos das religiões de entidades e divindades sofreram severas perseguições em diferentes períodos da história, sendo mais intensa e violenta a atuação da polícia no período do Estado Novo, sob as instruções de Getúlio Vargas (1937 – 1945).</p>
<p>No Estado, vários terreiros foram atingidos pelas ordens oficiais e tiveram vários de seus objetos retirados de seus locais sagrados, sendo quebrados, amontoados e queimados em praça pública. Apenas uma pequena parte deles foi encaminhada às delegacias e à Secretaria de Segurança Pública. Grande parte desse material remanescente foi cedido à Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, quando o escritor e pesquisador esteve no Recife em 1938. Nos períodos posteriores, até 1978, exigia-se dos terreiros o registro especial das “Sociedades Religiosas” para funcionamento restrito a dias previamente autorizados e sob fiscalização policial. Somente com o processo de redemocratização do país, a Constituição Federal de 1989 trouxe no seu artigo nº 5, no inciso VI a indicação de que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”.</p>
<p><strong>RESULTADOS -</strong> Os textos e apresentações apresentados no Seminário serão publicados em sessão especial na Revista Aurora 463 – Revista da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/gestores-e-povos-de-terreiro-debatem-sobre-os-patrimonios-culturais-de-matriz-africana/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maracatu Nação Raízes de Pai Adão realiza festividade em prol de sua sede</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-nacao-raizes-de-pai-adao-realiza-festividade-em-prol-de-sua-sede/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-nacao-raizes-de-pai-adao-realiza-festividade-em-prol-de-sua-sede/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2015 15:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Omô Nilê Ogunjá]]></category>
		<category><![CDATA[Afoxé Povo de Ogunté]]></category>
		<category><![CDATA[Coco das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Samba Gigante do Samba]]></category>
		<category><![CDATA[festividade “Minha Sede Minha Vida”]]></category>
		<category><![CDATA[grupo bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu Nação Raízes de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Oju Obá]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio de Pai Adão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=30578</guid>
		<description><![CDATA[Com o objetivo de sensibilizar a cultura pernambucana, para que os projetos de formação e também a tradição iniciada em 1998 seja levada adiante, o Maracatu Nação Raízes de Pai Adão estará realizando nesta sexta-feira (25), a festividade &#8216;Minha Sede, Minha Vida&#8217;. A partir das 20h, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá, o Grupo Bongar, o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30580" aria-labelledby="figcaption_attachment_30580" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cristiana Dias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Maracatu-Nacao-Raizes-de-Pai-Adao-FIG-2011-Cristiana-Dias.jpg"><img class="size-medium wp-image-30580" alt="Cristiana Dias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/09/Maracatu-Nacao-Raizes-de-Pai-Adao-FIG-2011-Cristiana-Dias-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação do Maracatu Nação Raízes de Pai Adão no 21º Festival de Inverno de Garanhuns.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com o objetivo de sensibilizar a cultura pernambucana, para que os projetos de formação e também a tradição iniciada em 1998 seja levada adiante, o Maracatu Nação Raízes de Pai Adão estará realizando nesta sexta-feira (25), a festividade &#8216;Minha Sede, Minha Vida&#8217;. A partir das 20h, o Afoxé Omô Nilê Ogunjá, o Grupo Bongar, o Afoxé Povo de Ogunté, o Coco das Estrelas, o Oju Obá e o próprio Raízes de Pai Adão, estarão contagiando o público presente na quadra da Escola de Samba Gigante do Samba, no Recife. O valor simbólico do ingresso individual custa R$ 5.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Não estamos fazendo o evento para arrecadar dinheiro, mas sim, para que a partir dele possamos contar com a ajuda de pessoas e entidades interessadas em contribuir com o desenvolvimento de nossas ações. Já possuímos o projeto arquitetônico e o espaço que pretendemos adquirir, é devidamente apropriado para as necessidades iniciadas há mais de 10 anos, nas proximidades do Sítio de Pai Adão”</em>, explicou Jorge Carneiro, um dos diretores da agremiação.</p>
<p style="text-align: justify;">Possuindo um trabalho de parcerias articulado como fonte de sustentabilidade, a atual sede do maracatu, que é alugada, abriga ainda os grupos Capoeira Convenção de Pernambuco, Boi Malabá, Caboclinhos Rei Tupinambá, Urso do Ovão, Coco das Estrelas, Coco Zé Pretinho, Companhia de Dança Dançantes do Passo e Afoxé Povo de Ogunté, que oferecem oficinas de dança afro e dança popular, percussão, confecção de instrumentos, capoeira, maculelê, caboclinhos, afoxé, confecção de adereços e informática.</p>
<p style="text-align: justify;">A finalidade do evento visa ser o início da campanha de arrecadação e financiamento para a compra da sede própria do maracatu, consolidando o projeto de suas atividades culturais. O Sítio de Pai Adão, como também é conhecido o terreiro onde o maracatu foi originado, é o único protegido com o tombamento a nível estadual, em vista de seu reconhecimento como patrimônio cultural de Pernambuco.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Festividade “Minha Sede, Minha Vida”</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sexta-feira, 25 de setembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 20h<br />
<strong>Local:</strong> Escola de Samba Gigante do Samba (Rua das Crianças, nº 63, Bomba do Hemetério, no Recife)<br />
<strong>Entrada individual:</strong> R$ 5</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/maracatu-nacao-raizes-de-pai-adao-realiza-festividade-em-prol-de-sua-sede/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Postais da Memória 2012</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/postais-da-memoria-2012/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/postais-da-memoria-2012/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Dec 2012 18:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Antiga Cadeia Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Bande Pífanos do Travessão do Caroá]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaíba]]></category>
		<category><![CDATA[CARUARU]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Mestre Vitalino]]></category>
		<category><![CDATA[Castainho]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti]]></category>
		<category><![CDATA[Conceição das Crioulas]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo do Magano]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária de Caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária de Garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Ferroviária de Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Feira de Caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Coco das Abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Nossa Senhora das Dores]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja de Sant'Ana]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Matriz de Caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Gonzaga.]]></category>
		<category><![CDATA[Mazurca da Santana]]></category>
		<category><![CDATA[Memorial de Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Público de Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Vitalino]]></category>
		<category><![CDATA[Postais da Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo Abelha]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo Caatinguinha]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo Estivas]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombo Santana]]></category>
		<category><![CDATA[Relógio das Flores]]></category>
		<category><![CDATA[Salgueiro]]></category>
		<category><![CDATA[São Gonçalo da Caatinguinha]]></category>
		<category><![CDATA[São João de Caruaru]]></category>
		<category><![CDATA[Sítio de Pai Adão]]></category>
		<category><![CDATA[Terreiro Obá Ogunté]]></category>
		<category><![CDATA[Trancelim de Conceição das Crioulas]]></category>
		<category><![CDATA[Travessão do Caroá]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=5809</guid>
		<description><![CDATA[Os postais da memória são um resgate dos diversos patrimônios históricos, culturais e afetivos do nosso estado. Confira os cartões-postais feitos pela Diretoria de Preservação durante o ano de 2012.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os postais da memória são um resgate dos diversos patrimônios históricos, culturais e afetivos do nosso estado. Confira os cartões-postais feitos pela Diretoria de Preservação durante o ano de 2012.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/postais-da-memoria-2012/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

