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	<title>Portal Cultura PE &#187; tereza costa rego</title>
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		<title>Elas Pintam o 7: 44 obras de arte enriquecem o acervo do Mepe e celebram a criação feminina</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 14:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115168" aria-labelledby="figcaption_attachment_115168" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115168" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/WhatsApp-Image-2024-12-17-at-16.41.44-1-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Expoisção Elas Pintam o 7</p></div>
<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) recebe nesta quarta-feira (18), das 16h às 19h, um presente inestimável: 44 obras de arte, resultado do projeto Elas Pintam o 7. As obras, que foram cuidadosamente selecionadas e aprovadas recentemente pelo Conselho Curador do Mepe, representam uma diversidade de estilos e técnicas refletindo a rica produção artística feminina em Pernambuco.</p>
<p>Nomes como Tereza Costa Rego, Silvia Pontual, Maria Carmem e Guita Chacrifker, além de novos talentos, compõem esse acervo que promete emocionar e inspirar os visitantes do museu. A última exposição do projeto foi na galeria Janete Costa, no Parque Dona Lindu, em que já havia sinalizado, por parte das artistas, a intenção de doar uma obra de cada participante ao Mepe. Essa iniciativa, abraçada com entusiasmo pela curadora Ana Veloso, resultou nessa doação que enriquece significativamente o patrimônio cultural pernambucano.</p>
<p>Idealizado por Isabella de Roldão, o projeto iniciado com exposições em seu gabinete teve sua culminância na galeria do parque que proporcionou uma plataforma para artistas plásticas, tanto renomadas quanto emergentes, exporem seus trabalhos e, agora, enriquecer o acervo de um dos mais importantes museus de Pernambuco.</p>
<p>Para o diretor do Mepe, Rinaldo Carvalho, essa doação é um marco importante: &#8220;Agradecemos imensamente a todas as artistas participantes do projeto Elas Pintam o 7. Essa doação é um presente que valoriza a produção artística feminina e enriquece significativamente nosso acervo. Nosso objetivo é tornar o Mepe um espaço cada vez mais democrático e inclusivo que celebre a diversidade da cultura pernambucana&#8221;, diz. &#8220;Com essa generosa doação, o Mepe consolida seu papel como um dos principais centros culturais de Pernambuco oferecendo ao público a oportunidade de apreciar obras de arte de alta qualidade e conhecer a rica história da produção artística feminina no Estado”, afirma o gestor.</p>
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		<title>Programação musical encerra o último fim de semana da exposição &#8220;Viva Tereza&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fundarpe-monta-programacao-musical-para-o-ultimo-fim-de-semana-da-expo-viva-tereza/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 12:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem for conferir o último fim de semana da mostra Viva Tereza &#8211; Tereza Viva poderá também assistir à programação musical preparada pela Fundarpe para acontecer à tarde nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco. A exposição sobre a pintora pernambucana, uma das referências do modernismo no Brasil, chega ao fim após pouco mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_76165" aria-labelledby="figcaption_attachment_76165" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/mini-Gabi-da-pele-preta-e-rodrigo-pinheiro-6.jpg"><img class="size-medium wp-image-76165" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/03/mini-Gabi-da-pele-preta-e-rodrigo-pinheiro-6-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora Gabi da Pele Preta será uma das atrações do encerramento da exposição no sábado (26)</p></div>
<p>Quem for conferir o último fim de semana da mostra <em>Viva Tereza &#8211; Tereza Viva</em> poderá também assistir à programação musical preparada pela Fundarpe para acontecer à tarde nos jardins do Museu do Estado de Pernambuco. A exposição sobre a pintora pernambucana, uma das referências do modernismo no Brasil, chega ao fim após pouco mais de dois meses aberta à visitação do público.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-23-at-15.34.46.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-92149" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-23-at-15.34.46-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Como o encerramento da mostra acontece no mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher, a grade artística é composta apenas por elas. No sábado (26), as atrações começam às 16h, num sarau com Ezter Liu, Joana Terra, Mery Lemos, Lili Rocha e Illa Benício. Às 17h é a vez de Luana Tavares. Na sequência, Gabi da Pele Preta fecha a programação.</p>
<p>No domingo (27), também começando às 16h, Rogéria Dera se apresenta, seguida pelo projeto Boa Vista Hard Club com elas: Mayara Pera, Dani Carmesim, Larissa Moura, Kira Aderne, Dimitria Lins e Natália Santana. A cantora Isabela Moraes, às 18h, fecha o último dia de Viva Tereza.</p>
<p>Mais de 4 mil pessoas já visitaram a mostra que celebra a vida e a arte de Tereza Costa Rêgo (1929-2020). São 47 obras expostas, algumas da década de 40, quando assinava “Terezinha”, outras mais recentes, mas que nunca haviam sido colocadas ao público.</p>
<p><strong>CICLO DE PALESTRAS -</strong> Começa nesta quarta-feira (23) o ciclo de palestras sobre a modernista pernambucana, com Clarissa Diniz falando sobre o tema &#8220;Janelas, muxarabis, e outras políticas do olhar em Tereza Costa Rêgo&#8221;. Na quinta-feira (24), é a vez de Denise Mattar, com a palestra &#8220;Tereza Costa Rêgo: sem concessões&#8221;. Na sexta (25), Bruno Albertim fala sobre &#8220;Tereza: uma vida em vermelho&#8221;. No domingo (27), Marcus Lontra discorre sobre &#8220;Tereza: a consolidação do moderno&#8221;. As palestras sempre iniciam-se sempre às 19h.</p>
<p>A participação no ciclo de palestras é gratuita, mas o número de vagas é limitado. Por isso, as pessoas interessadas devem enviar mensagem para o e-mail <strong>comunicacao.mepe@gmail.com</strong> para fazer a reserva. É preciso também estar com a vacinação em dia e, no momento da atividade, apresentar documento de identificação com foto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Viva Tereza<br />
Até domingo (27 de março)<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife (PE)<br />
Preço: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada).</p>
<p>Programação especial de encerramento – ciclo de palestras<br />
Quarta (23), às 19h – Clarissa Diniz, Janelas, muxarabis, e outras políticas do olhar em Tereza Costa Rêgo<br />
Quinta (24), às 19h – Denise Mattar, Tereza Costa Rêgo: sem concessões<br />
Sexta (25), às 19h – Bruno Albertim, Tereza: uma vida em vermelho<br />
Domingo (27), às 15h – Marcus Lontra, Tereza: a consolidação do moderno</p>
<p>Participação gratuita, mas é preciso garantir vaga pelo e-mail: <strong>comunicacao.mepe@gmail.com</strong>.</p>
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		<title>Exposição Viva Tereza &#8211; Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) inaugurou recentemente a exposição &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;, que revisita a trajetória artística de Tereza Costa Rêgo, falecida em 2020. Na mostra, em cartaz até o mês de março no Mepe, o público poderá conferir 47 obras da pintora pernambucana, feitas em várias fases de sua carreira. * [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) inaugurou recentemente a exposição &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;, que revisita a trajetória artística de Tereza Costa Rêgo, falecida em 2020. Na mostra, em cartaz até o mês de março no Mepe, o público poderá conferir 47 obras da pintora pernambucana, feitas em várias fases de sua carreira.<br />
*<br />
<em>“Para a Fundarpe, é uma alegria muito grande poder organizar essa iniciativa que, além de fazer essa deferência a um nome tão importante para a arte e cultura do nosso povo, deseja também dar as condições para que o Brasil conheça melhor Tereza Costa Rêgo”</em>, disse o presidente da instituição, Marcelo Canuto, durante a abertura da mostra, no último dia 20 de janeiro (quinta-feira).</p>
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		<title>Três exposições em equipamentos culturais da Fundarpe seguem em cartaz no Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 14:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A semana começa com três exposições promovidas em equipamentos culturais geridos pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) na capital pernambucana, como opção de cultura e lazer para a(o)s recifenses e as pessoas que visitam a cidade no período de férias. A entrada é gratuita, mas é necessário estar de máscara e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90578" aria-labelledby="figcaption_attachment_90578" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562587_a425b80680_o.png"><img class="size-medium wp-image-90578" alt="Danilo Souto Maior/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562587_a425b80680_o-607x320.png" width="607" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">No Mepe está instalada uma exposição organizada pela Fundarpe com 47 obras de Tereza Costa Rêgo</p></div>
<p>A semana começa com três exposições promovidas em equipamentos culturais geridos pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) na capital pernambucana, como opção de cultura e lazer para a(o)s recifenses e as pessoas que visitam a cidade no período de férias. A entrada é gratuita, mas é necessário estar de máscara e com as duas doses da vacina contra o Covid em dia para a visitação das obras.</p>
<p>Localizado no bairro de São José, a Estação Central Capiba / Museu do Trem expõe até o dia 5 de fevereiro a mostra “Desenhos de Bordo”, da desenhista pernambucana Pollyana Queiroz. A iniciativa é um registro imagético das viagens cotidianas da artista, um diário de bordo do que ela viu e sentiu durante as idas e vindas sobre os trilhos do Metrô do Recife. A mostra conta com dezenas de desenhos feitos em sketchbooks, com canetas e marcadores coloridos. Leia mais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-desenhos-de-bordo-marca-os-50-anos-do-museu-do-trem/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<div id="attachment_90370" aria-labelledby="figcaption_attachment_90370" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/exposição-desenhos-de-bordo-museu-do-trem-fotos-danilo-souto-maior-secult-pe-fundarpe-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-90370" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/exposição-desenhos-de-bordo-museu-do-trem-fotos-danilo-souto-maior-secult-pe-fundarpe-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição Desenhos de Bordo, no Museu do Trem, é a primeira mostra individual de Pollyana Queiroz em um museu</p></div>
<p>“É um projeto que nasceu na pandemia, com o nome de #MetrorecSubwaySketches, postado inicialmente no Instagram. Era meu passatempo da viagem enquanto ia de casa para o trabalho e voltava, observando ambulantes e passageiros”, contextualiza Pollyana Queiroz. A exposição conta com o trabalho do ilustrador Bruno Maia Giordano na curadoria e acontece também para marcar os 50 anos do Museu do Trem.</p>
<p>Inaugurada no último dia 20 no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), “Viva a Tereza” revela ao público as várias fases da pintora Tereza Costa Rêgo, o nome mais forte e pulsante do modernismo pernambucano. A exposição ocupa 607 metros quadrados e todos os ambientes do Espaço Cultural Cícero Dias. São 47 obras de várias fases da trajetória da pernambucana. Algumas delas da década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, outras mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/fundarpe-inaugura-exposicao-que-destaca-a-vida-e-obra-de-tereza-costa-rego/" target="_blank"><strong>Saiba mais</strong></a>.</p>
<div id="attachment_90540" aria-labelledby="figcaption_attachment_90540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51831238995_b52d174683_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90540" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51831238995_b52d174683_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Obras feitas em várias fases da trajetória de Tereza Costa Rêgo fazem parte da exposição em cartaz no Mepe</p></div>
<p>A mostra, juntamente com o livro “A liberdade em vermelho” lançado pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), fazem parte do conjunto de esforços governamentais para “nacionalizar” o conhecimento sobre a extensa produção da artista pernambucana. O projeto editorial é assinado pela jornalista Joana Rozowykwiat, neta de Tereza. A exposição tem a curadoria assinada por Marcus Lontra e Bruno Albertim.</p>
<p>Já na Torre Malakoff, localizada na Praça do Arsenal, no Bairro do Recife, é possível conferir a exposição do artista visual Guilherme Patriota, intitulada “Fluxo Fantasia”, que reúne 42 desenhos, 75 fotografias e dois vídeos artísticos. Produzida com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a curadoria é de Laura Sousa e Renata Pimentel. A mostra destaca a pluralidade de Guilherme como criador de personas, seus contextos ou cenários, entre o colorido e o preto e branco, o figurativo e as formas geométricas. Veja mais <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/leialdirblanc/guilherme-patriota-inaugura-a-exposicao-virtual-os-descamisados/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<div id="attachment_90636" aria-labelledby="figcaption_attachment_90636" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/IMAGEM_2.jpe"><img class="size-medium wp-image-90636" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/IMAGEM_2-607x455.jpe" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra já pode ser visitada virtualmente, através do site: www.guilhermepatriota.com. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco</p></div>
<p>A Torre Malakoff, o Museu do Trem e o Mepe são equipamentos culturais geridos pela Fundarpe. Para o gestor da Fundação do Patrimônio Artístico e Cultural, Marcelo Canuto, as três mostras incrementam a programação cultural da cidade, como boa opção para públicos diversos. “Para quem tiver interesse de conferir as exposições, a gente faz questão de ressaltar a necessidade do cumprimento das medidas preventivas e da vacinação em dia”, ressalta o gestor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Desenhos de Bordo<br />
Quando: Até 5 de fevereiro<br />
Onde: No Museu do Trem – Estação Central Capiba (R. Floriano Peixoto, s/n – São José, Recife).</p>
<p>Viva Tereza<br />
Quando: Até 27 de março<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife).</p>
<p>Fluxo Fantasia<br />
Quando: Até 30 de março<br />
Onde: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife</p>
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		<title>Fundarpe inaugura exposição que destaca a vida e obra de Tereza Costa Rêgo</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 14:46:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para entrar no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) na noite dessa quinta-feira (20), antes era preciso apresentar a carteira de vacinação com as duas doses em dia. Se de corpo presente lá estivesse, certamente a pintora Tereza Costa Rêgo (1929-2020) seria uma voz em defesa da vida, da ciência, das artes e da liberdade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90578" aria-labelledby="figcaption_attachment_90578" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562587_a425b80680_o.png"><img class="size-medium wp-image-90578" alt="Danilo Souto Maior/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562587_a425b80680_o-607x320.png" width="607" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição organizada e realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico juntamente com a obra agora publicada pela Cepe fazem parte do conjunto de esforços governamentais para “nacionalizar” o conhecimento sobre a extensa produção da artista pernambucana</p></div>
<p>Para entrar no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) na noite dessa quinta-feira (20), antes era preciso apresentar a carteira de vacinação com as duas doses em dia. Se de corpo presente lá estivesse, certamente a pintora Tereza Costa Rêgo (1929-2020) seria uma voz em defesa da vida, da ciência, das artes e da liberdade para todas e todos. “Dia muito especial de celebrar Tereza e agradecer a muita gente que trabalhou para essa exposição nascer com muito vigor. É uma exposição impactante, que pode ser levada a qualquer lugar do Brasil e do mundo. Tereza vive, Tereza presente”, registrou Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe, na solenidade de inauguração da mostra comemorativa.</p>
<div id="attachment_90591" aria-labelledby="figcaption_attachment_90591" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51833680258_6f8ea589cd_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90591" alt="Danilo Souto Maior/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51833680258_6f8ea589cd_c-607x473.jpg" width="607" height="473" /></a><p class="wp-caption-text">Abertura da exposição contou com a presença de Joana Rozowykwiat, jornalista e e escritora que também é neta de Tereza Costa Rêgo</p></div>
<p>A escritora e jornalista Joana Rozowykwiat ressaltou a importância de, no atual contexto político e social, revisitar a obra e celebrar o legado de Tereza, maior nome do modernismo em Pernambuco e uma das referências nacionais. “A gente vive um tempo de ataque à cultura, a tudo aquilo que eleva a consciência. Um tempo de trevas que minha avó, mulher forte e com posicionamentos muito definidos, conheceu muito bem. Tereza continua toda vez que a gente a celebra”, definiu ela.</p>
<p>Formada em História pela USP, Tereza viveu os acontecimentos políticos de sua época. Precisou entrar na clandestinidade, passou a se chamar Joanna, e buscou exílio no Chile, na China e em países da Europa. Joana Rozowykwiat é neta de Tereza. É quem assina o projeto editorial do livro A liberdade em vermelho, pela Companhia Editora de Pernambuco (Cepe).</p>
<p>A exposição organizada e realizada pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico juntamente com a obra agora publicada pela Cepe fazem parte do conjunto de esforços governamentais para “nacionalizar” o conhecimento sobre a extensa produção da artista pernambucana.</p>
<p>“Em 2019 a gente começou a pensar essa exposição. Nos reunimos com Tereza. O tempo passou, Tereza faleceu, chegou a pandemia que embaralhou a vida de todo mundo. Mas, finalmente, a exposição nasceu”, conta o gestor da Fundarpe. Curador da mostra, Marcus Lontra destacou o exemplo que Tereza foi de “bravura e força para todos nós”. Em parceria com Lontra, o jornalista e escritor Bruno Albertim assina a co-curadoria. Ele é também o biógrafo de Tereza, de quem foi também amigo íntimo.</p>
<div id="attachment_90590" aria-labelledby="figcaption_attachment_90590" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51832626257_61326db765_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90590" alt="Danilo Souto Maior/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51832626257_61326db765_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">É uma exposição impactante, que pode ser levada a qualquer lugar do Brasil e do mundo. Tereza vive, Tereza presente”, registrou Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe</p></div>
<p>“Preciso pintar”<br />
Ao adentrar no Espaço Cultural Cícero Dias, no Mepe, a(o) visitante se depara logo com uma imagem, de grande dimensão, de Tereza sorrindo. Na foto preto e branca, ela segura a aba do chapéu, como quem convida a um passeio, uma imersão no mundo em vários tons de vermelho.</p>
<p>A mostra ocupa 607 metros quadrados e todos os ambientes do espaço. São 47 obras de várias fases da trajetória da pernambucana. Algumas delas da década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, outras mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas.</p>
<div id="attachment_90541" aria-labelledby="figcaption_attachment_90541" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562482_0d09c30247_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90541" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562482_0d09c30247_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas das obras foram feitas na década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, e outras são mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas</p></div>
<p>Além dos quadros, a exposição exibe também alguns dos escritos de Tereza. “Todo artista aprende muito até o último dia de vida. Vou continuar trabalhando a minha pintura, como quem vive ou como quem morre”. Nas paredes do Cícero Dias, para todo mundo testemunhar, a dedicação da pernambucana à arte. “Tem dias que pinto até não aguentar mais. Não é só um trabalho intelectual, mas também físico. Pinto e vou deitar com dores no corpo até passar. Preciso pintar. Pintarei até não poder mais.”</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Exposição Viva Tereza<br />
Quando: de 20 de janeiro a 27 de março de 2022<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE<br />
Preço: R$ 10 e R$ 5 (meia-entrada) &#8211; nas quartas-feiras a entrada é gratuita.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Exposição sobre Tereza Costa Rêgo ocupa o Mepe, numa iniciativa conjunta entre Fundarpe e Cepe</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 13:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem visitar o Museu do Estado de Pernambuco, localizado na Zona Norte do Recife, vai poder testemunhar o Espaço Cultural Cícero Dias repleto da forma como Tereza Costa Rêgo (1929-2020) pintava o mundo. A mostra comemorativa ocupa todo o ambiente, do hall às três galerias do 1º andar, num total de 607 metros quadrados. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90540" aria-labelledby="figcaption_attachment_90540" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51831238995_b52d174683_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90540" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51831238995_b52d174683_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Ao todo, 47 obras, feitas em várias fases da trajetória da pernambucana fazem parte da exposição</p></div>
<p>Quem visitar o Museu do Estado de Pernambuco, localizado na Zona Norte do Recife, vai poder testemunhar o Espaço Cultural Cícero Dias repleto da forma como Tereza Costa Rêgo (1929-2020) pintava o mundo. A mostra comemorativa ocupa todo o ambiente, do hall às três galerias do 1º andar, num total de 607 metros quadrados. A exposição, promovida pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), inaugura nesta quinta-feira (20) e vai até o dia 27 de março. São 47 obras, feitas em várias fases da trajetória da pernambucana. Algumas delas da década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, outras mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas.</p>
<p>“Para a Fundarpe, é uma alegria muito grande poder organizar essa iniciativa que, além de fazer essa deferência a um nome tão importante para a arte e cultura do nosso povo, deseja também dar as condições para que o Brasil conheça melhor Tereza Costa Rêgo”, comenta Marcelo Canuto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_90539" aria-labelledby="figcaption_attachment_90539" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51830518856_9cbc158f22_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90539" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51830518856_9cbc158f22_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra ocupa todos os andares do Espaço Cultural Cícero Dias</p></div>
<p>A exposição faz parte de uma iniciativa para “nacionalizar” o nome e o legado de Tereza Costa Rêgo. Neste sentido, para possibilitar a montagem do catálogo das obras que serão expostas, foi preciso um trabalho de pesquisa para localizar todos os quadros e desenhos nessa iniciativa reunidos, conta a jornalista e escritora Joana Rozowykwiat. É ela quem assina o projeto editorial do livro A liberdade em vermelho, que também será lançado hoje no Museu do Estado. “Essa exposição é uma forma de ampliar o alcance da produção de Tereza, levando toda a beleza, potência e reflexões que ela provoca a outros públicos e lugares”, explica Joana.</p>
<p>Editado pela Companhia Editora de Pernambuco, o livro conta com fotografias de criações de Tereza e textos inéditos assinados por artistas, curadores e escritores como Raimundo Carrero, João Câmara, Clarissa Diniz, Marcus Lontra, Bruno Albertim, Denise Mattar, Cida Pedrosa e Ana Mae Barbosa. Além de depoimentos de amigos e da própria Tereza.</p>
<p><a style="background-color: #f3f3f3; text-align: center;" href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562297_f42266f679_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90542" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562297_f42266f679_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<dl class="wp-caption alignnone" id="attachment_90542" style="width: 617px;">
<dd class="wp-caption-dd">Exposição inaugura nesta quinta-feira (20) e vai até o dia 27 de março</dd>
</dl>
<p>Filha da aristocracia açucareira já decadente, Tereza nasceu “para enfeitar o piano da sala”, como ela mesma dizia. “Não hesitou, contudo, em quebrar o piano”, escreve Bruno Albertim, escritor e biógrafo de Tereza. Ele é co-curador da exposição, em parceria como curador Marcus Lontra. “A mostra é fundada em três pilares: o feminino como regência, a história como base e o vermelho como caminho”, resume Lontra.</p>
<p>Aos 15 anos, Tereza entrou na Escola de Belas Artes do Recife. Foi lá que conheceu e ficou amiga de artistas como Francisco Brennand, Aloísio Magalhães e Reynaldo Fonseca, e teve como professores Vicente do Rego Monteiro e Lula Cardoso Ayres. Em 1949, ganhou do Salão de Artes Plásticas de Pernambuco uma viagem a Paris. Nessa época já ficaram conhecidas obras povoadas por sinhazinhas como instituição do patriarcado, como escreve Albertim.</p>
<div id="attachment_90541" aria-labelledby="figcaption_attachment_90541" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562482_0d09c30247_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-90541" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/51829562482_0d09c30247_c-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Algumas das obras foram feitas na década de 40, quando a artista assinava “Terezinha”, e outras são mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas</p></div>
<p>Depois começou a pintar mulheres despidas, figuras constantes em seu trabalho. Engajada na pintura regionalista, transpassa os limites do modernismo brasileiro. Formada em História pela USP, acompanhou de perto também os acontecimentos políticos da época, quando começou a viver uma história de amor com o dirigente do Partido Comunista Diógenes de Arruda Sampaio. Com ele, entrou na clandestinidade e passou a se chamar Joanna. Exilou-se no Chile, na Europa e na China. Em 1979, quando o casal voltou ao Brasil, Diógenes morreu de infarto fulminante. Com a perda, a pintora decidiu que não seria mais a companheira do líder revolucionário; seria mulher e pintora.</p>
<p>Serviço:<br />
Exposição e lançamento do livro “A liberdade em vermelho”<br />
Quando: 20 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) – Av. Rui Barbosa, 960 – Graças, Recife – PE<br />
A mostra fica em cartaz no Mepe até o dia até 27 de março<br />
Preço: R$ 250 (livro impresso)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Em parceria com a Secut-PE/Fundarpe, Cepe lança livro e exposição sobre Tereza Costa Rego</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 13:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Principal voz feminina do modernismo pernambucano, Tereza Costa Rêgo (1929-2020) ganha livro de arte &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;, editado pela Cepe. A obra é repleta de fotografias de suas criações, além de textos inéditos assinados por artistas, curadores e escritores como Raimundo Carrero, João Câmara, Clarissa Diniz, Marcus Lontra, Bruno Albertim, Denise Mattar, Cida Pedrosa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Sem-título-acrílica-sobre-madeira-2008-Coleção-particular.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-90517" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/01/Sem-título-acrílica-sobre-madeira-2008-Coleção-particular-607x223.jpg" width="607" height="223" /></a></p>
<p>Principal voz feminina do modernismo pernambucano, Tereza Costa Rêgo (1929-2020) ganha livro de arte &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;, editado pela Cepe. A obra é repleta de fotografias de suas criações, além de textos inéditos assinados por artistas, curadores e escritores como Raimundo Carrero, João Câmara, Clarissa Diniz, Marcus Lontra, Bruno Albertim, Denise Mattar, Cida Pedrosa e Ana Mae Barbosa. Além de depoimentos de amigos e da própria Tereza, que permeiam as páginas do livro, cujo projeto editorial é assinado pela jornalista, escritora e neta de Tereza, Joana Rozowykwiat. O lançamento ocorre dia 20 de janeiro, às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro das Graças, Zona Norte do Recife, e é acompanhado de uma exposição no Espaço Cultural Cícero Dias, com curadoria dos jornalistas Bruno Albertim e Marcus Lontra. A mostra é realizada pela Cepe, Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Mepe.</p>
<p>Filha da aristocracia açucareira já decadente, Tereza nasceu <em>“para enfeitar o piano da sala”</em>, como ela mesma dizia. <em>“Não hesitou, contudo, em quebrar o piano”</em>, escreve Bruno, escritor e biógrafo de Tereza. Aos 15 anos, ela entrou na Escola de Belas Artes do Recife. Foi lá que conheceu e ficou amiga de artistas como Francisco Brennand, Aloísio Magalhães e Reynaldo Fonseca, e teve como professores Vicente do Rego Monteiro e Lula Cardoso Ayres. Em 1949, ganhou do Salão de Artes Plásticas de Pernambuco uma viagem a Paris. Nessa época já ficaram conhecidas obras povoadas por sinhazinhas como instituição do patriarcado, como escreve Bruno.</p>
<p>Depois começou a pintar mulheres despidas, figuras constantes em seu trabalho. Engajada na pintura regionalista, transpassa os limites do modernismo brasileiro. Formada em História pela USP, acompanhou de perto também os acontecimentos políticos da época, quando começou a viver uma história de amor com o dirigente do Partido Comunista Diógenes de Arruda Sampaio. Com ele, entrou na clandestinidade e passou a se chamar Joanna. Exilou-se no Chile, na Europa e na China. Em 1979, quando o casal voltou ao Brasil, Diógenes morreu de infarto fulminante. Com a perda, a pintora decidiu que não seria mais a companheira do líder revolucionário; seria mulher e pintora.</p>
<p><em>“A Cepe vê com muita responsabilidade e alegria essa ideia de publicar uma obra sobre a trajetória e a arte de Tereza Costa Rêgo. Focamos na obra de um dos principais nomes da arte moderna pernambucana para apresentá-la nacionalmente”</em>, declara o editor da Cepe, Diogo Guedes.</p>
<p>O curador Marcus Lontra costuma dizer que o Brasil tem não apenas o dever, mas o direito de conhecer Tereza Costa Rêgo, para quem a obra <em>“é fundada em três pilares: o feminino como regência, a história como base e o vermelho como caminho”</em>, resume. Se no início vieram as figuras femininas misteriosas, como diz Lontra,<em> “meninas-bonecas inanimadas e sufocadas por uma estrutura social opressiva que agredia a intimidade corajosa e determinada da artista”, com o exílio ao lado do grande amor, Diógenes de Arruda Sampaio, Tereza trava “conhecimento próximo com as ideias marxistas e com o materialismo histórico”, o que lhe dá “instrumentos necessários para a elaboração de uma pintura comprometida com a história e com o seu tempo”</em>, analisa Lontra.</p>
<p>A arte-educadora Ana Mae Barbosa conclama em seu texto a reescrita da história, reconsiderando as artistas mulheres.<em> “Acho que ainda é tímida a reconstrução da história da participação das mulheres na arte dos países ocidentais. Devíamos começar a escrever a história do machismo nas artes”, defende Ana, lembrando que, no ano 2000, quando aconteceu a exposição dos 500 anos de colonização do Brasil, na Bienal de São Paulo, não havia nenhuma artista mulher na arte do século XIX. “Por isso, pesquisando textos sobre Tereza Costa Rêgo, fico tão feliz em ver que depois de um grande tempo tendo sua obra mal divulgada, no século XXI o sistema das artes acordou para sua importância e são muitos os artigos sobre sua pintura na internet”</em>.</p>
<p>Vencedora do Prêmio Jabuti 2020, a poetisa Cida Pedrosa teve publicado na íntegra seu discurso de homenagem à artista, proferido em 2019, quando era secretária da Mulher da Prefeitura do Recife, e descreve Tereza como a artista que empodera mulheres. <em>“A pintura dela é toda a minha dor já vivida. É toda a tristeza esquecida. É a minha alegria possível. É toda a capacidade que eu tenho de morrer e renascer em um vermelho único, que ela criou como marca para um mundo que nem sempre está pronto para saber quantas Terezas existem no coração de uma mulher”</em>.</p>
<p>Já para o artista João Câmara, Tereza cumpriu com dignidade e beleza uma longa vida de artista e de mulher. <em>“No seu caso, seria difícil separar as duas coisas. Minha melhor e mais feliz lembrança dela é seu belo sorriso, irmão de um olhar de sabedorias e encantos”</em>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>EXPOSIÇÃO</strong></span><br />
O co-curador, escritor e jornalista Bruno Albertim, amigo íntimo de Tereza, conta que essa exposição está sendo pensada há alguns anos, antes mesmo de a artista falecer, com o objetivo de “nacionalizar” o nome da artista pernambucana. <em>“Ela queria muito ver sua obra exposta em grandes museus do Brasil. Com seu falecimento, surge a necessidade de adicionar um caráter biográfico à mostra”, declara Bruno, autor da biografia Tereza Costa Rêgo: Uma mulher em três tempos (2018, Cepe Editora). O jornalista pretende levar a exposição para vários museus do País. O conceito curatorial ressalta o caráter épico e histórico da produção de um dos grandes nomes femininos da pintura modernista pernambucana, “ainda não devidamente reconhecida pela historiografia oficial do Brasil”</em>.</p>
<p>Para possibilitar o contato com as obras, de acordo com Joana Rozowykwiat, houve um trabalho prévio de pesquisa, que localizou obras de períodos diversos.<em> “Algumas delas muito antigas, da década de 40, quando a artista ainda assinava como Terezinha; outras mais recentes, mas que nunca haviam sido expostas”, revela a jornalista. &#8220;A liberdade em vermelho é um convite a conhecer e se aprofundar no trabalho de Tereza Costa Rêgo. É uma forma de ampliar o alcance da sua produção, levando toda a sua beleza, potência e reflexões que ela provoca a outros públicos e lugares”</em>, resume Joana.</p>
<p>O Espaço Cultural Cícero Dias fica localizado no Museu do Estado de Pernambuco. A exposição vai ocupar todo o ambiente, do hall às três galerias do 1º andar. Ao todo, serão 47 obras dispostas por 607 metros quadrados.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro e da exposição &#8220;A liberdade em vermelho&#8221;<br />
Quando: 20 de janeiro de 2022 (quinta-feira), às 19h<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) &#8211; Av. Rui Barbosa, 960 &#8211; Graças, Recife &#8211; PE<br />
A exposição fica em cartaz no Mepe até o dia até 27 de março<br />
Preço: R$ 250 (livro impresso)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/em-parceria-com-a-secut-pefundarpe-cepe-lanca-livro-e-exposicao-sobre-tereza-costa-rego/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Nota de pesar &#8211; Tereza Costa Rego</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/nota-de-pesar-tereza-costa-rego/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/nota-de-pesar-tereza-costa-rego/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 20:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conselho de Preservação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de preservação]]></category>
		<category><![CDATA[nota de pesar]]></category>
		<category><![CDATA[tereza costa rego]]></category>

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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, em reunião do dia 6 de agosto de 2020, resolve, por unanimidade, aprovar voto de profundo pesar pelo falecimento de Tereza Costa Rego. TEREZA COSTA REGO, A JOANA DE TODA A GENTE Ao receber a notícia a tristeza tomou conta de minha alma. Não teria mais a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural, em reunião do dia 6 de agosto de 2020, resolve, por unanimidade, aprovar voto de profundo pesar pelo falecimento de Tereza Costa Rego.</p>
<p><strong>TEREZA COSTA REGO, A JOANA DE TODA A GENTE</strong><br />
Ao receber a notícia a tristeza tomou conta de minha alma.<br />
Não teria mais a simplicidade do ser Tereza.<br />
Sua pintura e sua vida passaram diante de mim.<br />
Estaria ela caminhando para um esquecimento?<br />
Levantei a vista e, diante de mim, uma velha litografia.<br />
Ela representava a artista olhando alguém, bem de sua vida, através de uma janela.<br />
A Alegria tomou todo o meu ser.<br />
Ela continuava viva. Viva nas suas pinturas.<br />
Nas litografias da Guaianases e no telúrico de suas composições.<br />
Morto estava o corpo, o espírito continuava vivo atravessando o tempo.<br />
Um sentimento que senti existir no Conselho de Preservação naquela manhã.<br />
Encantou-se Tereza e desencantou-se a memória de seus feitos artísticos.<br />
Louvação a artista e a certeza de que sua vida continuou em todos nós.<br />
Um voto de pesar que se transformou em vitória da arte e da artista.<br />
Que Deus lhe dê a paz, pois a eternidade lhe daremos nós.</p>
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		<title>CEPC-PE: Na beleza das cores, Tereza se fez imortal</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2020 12:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CEPC/PE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Estadual de Política Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[nota de pesar]]></category>
		<category><![CDATA[tereza costa rego]]></category>

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		<description><![CDATA[No último domingo (26), o Brasil se despediu da artista plástica, Tereza Costa Rêgo, pintora que escolheu as ladeiras de Olinda para morar, após exílio, nos tempos da ditadura militar. Tereza, muito admirada, teve uma linda história, marcada, sobretudo pela arte e pelo empoderamento. Enfrentou, por muitos anos, os mais significativos obstáculos de seu tempo, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22078" aria-labelledby="figcaption_attachment_22078" class="wp-caption img-width-324 alignright" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6891.jpg"><img class="size-medium wp-image-22078 " alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6891-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Teresa na sacada de sua casa, na Rua do Amparo</p></div>
<p>No último domingo (26), o Brasil se despediu da artista plástica, Tereza Costa Rêgo, pintora que escolheu as ladeiras de Olinda para morar, após exílio, nos tempos da ditadura militar.</p>
<p>Tereza, muito admirada, teve uma linda história, marcada, sobretudo pela arte e pelo empoderamento.</p>
<p>Enfrentou, por muitos anos, os mais significativos obstáculos de seu tempo, do patriarcalismo a repressão política. Mas nenhum deles conseguiu conter sua coragem. Pois tinha a força e a ousadia, semelhante as nossas heroínas de Tejucupapo.</p>
<p>Em toda sua vida, Tereza foi mulher, amor e beleza. Suas obras mostram um pouco de sua história e imaginário. E seu legado, como artista e militante das causas mais justas e humanas, sempre será lembrado em Pernambuco e no Brasil.</p>
<p>Sem dúvidas, sua despedida trará saudades aos que tiveram a honra e alegria de ter conhecido Tereza, seja em suas histórias de vida ou nas obras produzidas e espalhadas por todo mundo.</p>
<p>Mas sua arte permanecerá viva, e suas cores sempre representarão a imortalidade de seu legado.</p>
<p>Tereza Costa Rêgo, presente!!</p>
<p style="text-align: right;">Jocimar Gonçalves<br />
<strong>Presidente do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pernambuco despede-se de Tereza Costa Rego neste domingo (26)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-despede-se-de-tereza-costa-rego-neste-domingo-26/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2020 19:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[artista plática]]></category>
		<category><![CDATA[falecimento]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo canuto]]></category>
		<category><![CDATA[nota de pesar]]></category>
		<category><![CDATA[paulo câmara]]></category>
		<category><![CDATA[tereza costa rego]]></category>

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		<description><![CDATA[Pernambuco perde uma de suas artistas plásticas mais respeitadas e admiradas: Tereza Costa Rego, que faleceu neste domingo (26), aos 91 anos, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). Amante confessa da folia e das procissões olindenses, Tereza era um ícone da pintura pernambucana. Seus quadros, cheios de referências da cultura popular, foram expostos/aclamados em diversas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22070" aria-labelledby="figcaption_attachment_22070" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6881.jpg"><img class="size-medium wp-image-22070" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/IMG_6881-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tereza Costa Rego na sacada de sua casa-ateliê, em Olinda, cidade que escolheu viver e amar</p></div>
<p>Pernambuco perde uma de suas artistas plásticas mais respeitadas e admiradas: Tereza Costa Rego, que faleceu neste domingo (26), aos 91 anos, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). Amante confessa da folia e das procissões olindenses, Tereza era um ícone da pintura pernambucana. Seus quadros, cheios de referências da cultura popular, foram expostos/aclamados em diversas cidades do Brasil e do mundo, como São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa, Paris e Havana, e revelam um valioso patrimônio do nosso povo.</p>
<p>Recifense de origem, a pintora ainda criança encontrou, nas telas e nos pincéis, uma maneira de expressar seus sentimentos. Aos 15 anos, ingressou na Escola de Belas Artes e, lá, seu ofício começou a ganhar contornos mais espessos, tendo faturado três prêmios do Museu do Estado de Pernambuco e outro da Sociedade de Arte Moderna. Em 1962, realizou a primeira grande exposição, na Editora Nacional. Neste mesmo ano, Tereza conheceu o grande amor de sua vida: Diógenes Arruda. Dirigente do Partido Comunista, Arruda teve que fugir com a artista para São Paulo, onde, por motivos políticos, viveram na clandestinidade até 1969, quando ele foi preso. Ela aproveitou o tempo fora do Recife para se dedicar à arte e aos estudos, e se formou em história na Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Em 1972, seu companheiro foi libertado, e os dois seguiram juntos para o exílio no Chile, mas, a derrubada de Salvador Allende e a ditadura militar de Pinochet, forçaram a uma nova fuga, desta vez para a França. Afastada das filhas, fruto de um casamento de 14 anos, e dos irmãos, a artista abandonou um pouco a própria vida para ser a mulher do líder comunista. Porém, não deixou de pintar em momento algum e, inclusive, expôs seus quadros em Paris, assinando com o nome de Joanna.</p>
<p>De volta à sua pátria, e, após a perda de Diógenes, que não resistiu à chegada ao Brasil e morreu de ataque cardíaco, Tereza fixou residência em Olinda, no ano de 1979. Desde então, viveu e pintou na mesma casa, que era uma espécie de toca-ateliê, localizado na Rua do Amparo. <em>&#8220;Desde que voltei do exílio, em 79, o Brasil, para mim, é Olinda. E Olinda, para mim, é a Rua do Amparo, que é de onde vejo, da janela da minha casa, as procissões, na Semana Santa, e o meu namorado, o Homem da Meia-Noite, no Carnaval. Como adoro pintar temas carnavalescos e religiosos, é daqui que extraio a matéria-prima dos meus quadros&#8221;</em>, revelou ao Portal Cultura.PE, em 2015, quando foi uma das entrevistadas da série <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/tereza-costa-rego-a-pintora-amante-da-folia-e-das-procissoes/" target="_blank"><strong>Meu Lugar na Cidade</strong></a>, em comemoração aos aniversário de Olinda e Recife.</p>
<div id="attachment_77881" aria-labelledby="figcaption_attachment_77881" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/07/tereza-costa-rego-governador-paulo-camara-secretaria-leda-alves-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-77881" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/07/tereza-costa-rego-governador-paulo-camara-secretaria-leda-alves-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Tereza Costa Rego, Paulo Câmara e Leda Alves durante a vernissage do seu painel &#8220;Mulheres de Tejucupapo&#8221;, que ficou exposto em 2017, na Torre Malakoff</p></div>
<p>Sobre a sua partida neste domingo (26), o governador do Estado de Pernambuco, Paulo Câmara disse: <em>&#8220;O cenário artístico e cultural de Pernambuco ficou menor com a morte de Tereza Costa Rêgo. É impossível dimensionar em palavras a importância da sua obra para o nosso Estado e para o Brasil. Paisagista, doutora em história, militante de esquerda, Tereza era, acima de tudo, uma artista plástica de corpo e alma, que traduzia com beleza e perfeição seus sentimentos nas telas, retratando ali o imaginário popular, nossas lutas libertárias, a força da mulher, paisagens de Olinda e Recife e tantas outras figuras da nossa cultura. Tereza, certa vez, afirmou que “pintaria até não poder mais”, e assim o fez. Sua partida fará uma imensa falta à arte brasileira. Quero me solidarizar com todos os seus familiares, amigos e admiradores neste momento de profundo pesar&#8221;</em>.</p>
<p><em>&#8220;A partida de nossa Tereza Costa Rego deixa um vazio incalculável. Sua presença e seu trabalho marcaram um período histórico no Estado e no País, não apenas pela beleza estética das telas que pintou mas no discurso político que suas obras sempre carregavam. Mulher que domou o tempo, viveu mais de 90 anos em plena atividade. Atuante no enfrentamento à opressão e na luta por direitos sociais, foi uma militante de destaque e usou seu talento artístico para imprimir mudanças profundas por onde passou. Seu amor à vida e a liberdade deverão permanecer como ideais a serem seguidos pelas futuras gerações. Uma perda difícil de ser superada. Minhas sinceras condolências aos familiares e aos amigos mais próximos&#8221;</em>, comentou mais cedo o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>Já o presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto, declarou: <em>&#8220;Tereza Costa Rego vai viver eternamente na memória de todos que a conheceram. Não só pelo conjunto de sua obra, política por essência, mas também pelo exemplo de mulher que foi: bem posicionada em relação ao seu tempo, generosa, militante, apaixonada, intensa. Na Fundarpe, antes de começar a pandemia, estávamos planejando uma exposição dela para o primeiro semestre desse ano. Na época, a visitamos, e depois conversamos em várias oportunidades. Pudemos aproveitar de sua vivacidade e amor pela vida. Pernambuco e o mundo perdem uma das maiores pintoras do século 20. Ficamos com seu exemplo e sua obra, que eternizam o nome de Tereza por esta e pelas próximas gerações&#8221;</em>.</p>
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