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	<title>Portal Cultura PE &#187; UFRPE</title>
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		<title>A Moranga Sagrada, um livro de contos para pensar a pós-modernidade</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:48:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, A Moranga Sagrada, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115347" aria-labelledby="figcaption_attachment_115347" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação.jpg"><img class="size-medium wp-image-115347" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/J.C.Marçal-Divulgação-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano J.C. Marçal</p></div>
<p>Onze contos entrelaçados pela temática da pós-modernidade integram o próximo lançamento da Cepe Editora, <em>A Moranga Sagrada</em>, do pernambucano J.C. Marçal. O livro, que fala de empoderamento feminino, superação, resiliência, de tecnociência em nossas vidas, do terror da ditadura e dos efeitos da pandemia da covid-19, é apresentado na próxima terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife.</p>
<p>De acordo com o autor, os textos têm duas origens. A primeira, a partir de 2017, quando ele formou na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) o grupo de pesquisa Pós-Modernidade e Tecnociência e o grupo de estudos Marxismo e Pós-Modernidade. E a segunda, a partir de 2020, quando teve início o distanciamento social como uma das medidas de controle da pandemia de covid-19. Apenas em maio de 2023 a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o fim da Emergência de Saúde Pública.</p>
<p>“Travando conhecimento com Lélia Gonzalez (escritora e ativista brasileira, 1935-1994), escrevi o conto <em>Obá</em> em que aparece o título do livro. A ideia era compor uma história que remetesse à força dessa orixá, ao empoderamento feminino e ao poder da escrita como forma de superação e resiliência. Em seguida, inspirado em uma escultura de Luciano Garbati (artista argentino), escrevi <em>Medusa</em>, que segue a mesma temática”, relata J.C. Marçal, escritor e professor na UFRPE.</p>
<p>Sob o impacto da pandemia ele criou <em>Nós, os Infectados</em>. “Além da pandemia em si, o conto discute o poder da arte como forma de dar sentido à vida. No caso foi a poesia e a pintura. Com esses três contos prontos decidi elaborar um livro que pensasse a pós-modernidade”, explica. No livro, J.C. Marçal estabelece um diálogo com a mitologia, a filosofia, as artes e a literatura.</p>
<p>Os textos <em>Tortura</em> e <em>Fezes</em> alertam para a necessidade de “mantermos a lembrança do terror da ditadura militar e os riscos de apostarmos em governos fascistas e ditatoriais”, destaca o autor. “<em>Limite</em> trata da tecnociência e o que isso poderá afetar nossas vidas. E <em>O Caligrafista</em> fala da importância da escrita como elemento essencial da humanidade e que se vê ameaçada com a IA”, diz.</p>
<p>“Com <em>A Moranga Sagrada</em>, a Cepe segue reforçando seu compromisso com a publicação de autores pernambucanos contemporâneos que se arriscam a investigar temas, formatos e questões de linguagem que ressoam no cenário atual”, declara a editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni. A obra tem 110 páginas e é o mais recente livro do escritor.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> J.C. Marçal nasceu no Recife, tem graduação, mestrado e doutorado em Filosofia e atualmente é professor na UFRPE. Temas como solidão, morte, busca pelo sentido da vida, potência e impotência da existência e as diversas dimensões da realidade estão presentes em seus livros. Ele já tem publicados <em>Diário de um Percurso Absurdo</em> (romance, Edições Odisseu), <em>Os Ciclos Tebanos</em> (poesia, Edições Odisseu), <em>Antologia da Novíssima Poesia Pernambucana</em> (poesia, Edições Alighieri), <em>Saga Cruciatus</em> (contos, Edições Alighieri), <em>A Tempestade</em> (romance, Scortecci) e <em>Mauristaad</em> (romance, Editora Urutau).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do livro <em>A Moranga Sagrada</em> -</strong> <em>terça-feira (14), das 19h às 22h, no Orora Bar de Esquina (Rua da Aurora, nº 1.139, Santo Amaro, Recife-PE). Preço do livro: R$ 45 (impresso). Entrada gratuita</em></p>
<div id="attachment_115348" aria-labelledby="figcaption_attachment_115348" class="wp-caption img-width-331 alignnone" style="width: 331px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-115348" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/A-moranga-sagrada-capa-331x486.jpg" width="331" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro A Moranga Sagrada</p></div>
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		<title>Na Jornada, patrimônio alimentar atravessa fronteiras municipais e estaduais</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 21:50:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo dia da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar, nesta terça-feira (27), realizado na Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade, no câmpus-sede da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no bairro de Dois Irmãos (Zona Oeste do Recife), foi dividido entre dois tipos de trocas de experiências. O primeiro, no intercâmbio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) acerca de Gastronomia e Identidade Territorial; o segundo, sob o tema Gastronomia Pernambucana como Patrimônio, teve como foco os saberes sobre quatro tipos de doces: doce de guabiraba, de Paudalho (Zona da Mata Norte); bolo barra branca, de Bezerros (Agreste); cartola; e bolo de noiva.</p>
<p>Este ano sob o tema Cultura Alimentar e Identidade Territorial, o evento é fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Faculdade Senac (FacSenac). Integra a 17ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que, apesar do nome, conta com programação desde o início deste mês de agosto.</p>
<p>Pela manhã, a professora Ericka Calabria, coordenadora do curso de Gastronomia da UFRPE, mediou a palestra A Experiência em Minas Gerias: Sistemas Culinários da Cozinha Mineira &#8211; o Milho e a Mandioca &#8211; Candidatura do Queijo Minas à Patrimônio da Humanidade. Para esse colóquio foi convidado Luis Molinari, diretor de Promoção do Iepha-MG, que dividiu a mesa ainda com Marcelo Renan de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p>Um dos reflexos da importância da gastronomia como vetor de identidade cultural, como apontou Marcelo Renan, tem sido o recente boom de pedidos para que vários produtos, e seus processos, tornem-se patrimônio cultural em Pernambuco. O mesmo, de acordo com Luis Monari, ocorre em Minas Gerais. Ambos os gestores falaram um pouco da experiência de construção da política de patrimônio cultural, com respectiva metodologia, para uma plateia formada em sua maioria por alunos de gastronomia da UFRPE.</p>
<p>No debate após as palestras ficou mais evidente o percurso das experiências pernambucana e mineira. Enquanto a primeira geralmente parte do pedido de registro de um produto consolidado (como, por exemplo, o bolo de noiva, o queijo coalho, o doce de guabiraba, a mariscada, a manta de ovinos e caprinos de Petrolina ou o café de Taquaritinga do Norte), a segunda costuma ter início na identificação dos saberes, processos e práticas socioculturais associadas a cada produto.</p>
<p>&#8220;É extremamente importante para os órgãos de preservação manter intercâmbios técnicos com os de outros Estados&#8221;, ressaltou Marcelo Renan. &#8220;Este ano trouxemos a experiência do Iepha-MG, no reconhecimento da cozinha mineira e do queijo minas. É interessante para nós, porque temos o processo de reconhecimento do queijo coalho e de outros bens do patrimônio alimentar pernambucano. Para nós, técnicos, serve como uma troca de conhecimentos técnicos entre instituições; e, para os estudantes, a oportunidade de conhecer mais a fundo esses processos de reconhecimento do patrimônio alimentar&#8221;, compartilhou o gerente.</p>
<p>Já Luis Molinari considera que os profissionais de patrimônio cultural precisam desse tipo de intercâmbio e cada vez mais desses encontros para discutir procedimentos, metodologias, legislação e formas de fazer. &#8220;Existe, obviamente, um entendimento de como fazemos a proteção do patrimônio cultural, mas também o fazer dessa proteção é muito importante&#8221;, afirmou. &#8220;Eventos como esse são muito importantes para que possamos somar esforços, entender procedimentos e criar consensos em relação a formas de abordagens de patrimônios&#8221;, disse o diretor.</p>
<p><strong>DOCE QUE TE QUERO DOCE -</strong> A tarde da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar, nesta terça-feira (27), na UFRPE, ficou ainda mais açucarada. Com mediação da antropóloga, Luciana Gama, assessora técnica da Fundarpe, doces pernambucanos com grande potencial de serem reconhecidos como patrimônios imateriais do Estado ilustraram a palestra e debate sob o tema Gastronomia Pernambucana como Patrimônio. A professora da casa Ericka Calabria voltou à mesa para falar sobre a cartola; as doceiras Lucia Maria dos Santos, Isabel Cristina Assis da Silva e Maria do Socorro de Assis defenderam o doce de guabiraba; e a também professora Cristianne Barros, da Faculdade Senac, retomou os assuntos dos bolos de noiva e barra branca, já abordados na segunda-feira (26), na FacSenac.</p>
<p>A emoção tomou conta da mesa formada apenas por mulheres, que compartilharam experiências dessas delícias de patrimônios que atravessam o Estado, do Litoral ao Agreste, passando pela Zona da Mata Norte. No debate suscitaram sugestões como a elaboração de uma cartilha do patrimônio alimentar e a instrumentização para tornar as pessoas doceiras aptas a concorrerem ao título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A tarde, claro, terminou com uma degustação de amostras desses doces tão desejados.</p>
<p>A professora Ericka Calabria, que participa da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco desde a primeira edição, e há dois anos possui uma ligação ainda mais afetiva com a realização da Jornada do Patrimônio Alimentar, lembrou como o patrimônio imaterial ganhou maior representatividade ao longos dos anos. &#8220;Percebi também que a Semana foi se interiorizando, saiu mais do Recife, e cada vez mais as questões do patrimônio imaterial foram surgindo&#8221;, contou. &#8220;Fico muito feliz que a gastronomia, que já era reconhecida nos editais, vai se inserindo nas políticas culturais como uma linguagem, uma área dentro de patrimônio, e vai sendo valorizada. A UFRPE fica muito feliz por participar e cooperar com essa demanda&#8221;, celebrou.</p>
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		<title>Jornada do Patrimônio Alimentar tem início com delícias de vinhos e bolos pernambucanos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 21:42:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem achava que a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco já havia acabado rasgou a boca. Ou melhor, encheu a boca. E os olhos. Em sua 17ª edição, o evento entrou em sua reta final, esta semana, com a realização da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial. O evento é fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Faculdade Senac (FacSenac). A estreia, nesta segunda-feira (26), na Faculdade Senac, foi dedicada aos vinhos produzidos na região do Vale do São Francisco (Sertão) e ao bolos que são patrimônios culturais pernambucanos.</p>
<p>A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial continua até a próxima quinta-feira (29). Confira <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial" href="https://docs.google.com/forms/d/1lpWSRQJcTL49AD5KAj499jIRxeMavJYK5XvuOEskgGA/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa.</p>
<p>Pela manhã, no Auditório da FacSenac, foi colocado o tema Indicação Geográfica: Vinhos do Vale do São Francisco. Robson Lustosa, coordenador de gastronomia da faculdade, mediou as palestras com Luciana Arruda, professora do curso de bacharelado em gastronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFRPE; e Yanne Moreira, economista e assessora de Arranjos Produtivos da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).</p>
<p>Após uma breve introdução da assessora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Sousa, e do gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, cada expositor explicou, em sua área, como se deu o processo de registro de indicação geográfica (conferido a produtos ou serviços que são característicos de seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação a seus similares disponíveis no mercado) dos vinhos produzidos no Vale do São Francisco.</p>
<p>&#8220;A indicação geográfica do vinho é nossa primeira de alimentação no Estado&#8221;, lembrou Dianne Sousa. &#8220;Temos muitos outros produtos em potencial. Inclusive, temos um processo em andamento, que é o do queijo coalho do Agreste, que se encontra em fase de pesquisa e delimitação&#8221;, contou. &#8220;O caso de sucesso do vinho, sua implementação e desenvolvimento, desperta para outros mercados o interesse de buscar o selo de indicação geográfica, como nos casos do mel e do café de Taquaritinga do Norte&#8221;, exemplificou.</p>
<p>O debate que se seguiu com a plateia contou ainda com a participação da sommelière Mariana Dubeux, que ministrou, no fim da manhã, no salão de eventos da FacSenac, a oficina Degustando o Vale do São Francisco. Na workshop, fez uma breve apresentação sobre os rótulos locais e sua projeção comercial e pôde proporcionar uma experienciação de alguns tipos de vinhos produzidos no Estado.</p>
<p>A tarde foi dedicada a quatro concorridas oficinas gastronômicas sob o título Os Doces Patrimônio de Pernambuco, ministrada por professoras da FacSenac: Bolo de Rolo, com Juliana Costa; Bolo Barra Branca, com Tânia Bastos; Bolo de Noiva Pernambucano, com Cristianne Barros; e Bolo Souza Leão, com Renata Oliveira.</p>
<p>&#8220;A academia tem que inserir naquilo que está sendo desenvolvido no âmbito externo&#8221;, comentou Robson Lustosa. &#8220;Em nossas práticas educacionais consideramos também a discussão da gastronomia quanto aos aspectos culturais focando no conteúdo de desenvolvimento econômico regional&#8221;, disse. &#8220;Temos uma disciplina de confeitaria em que discutimos também o patrimônio. Na discplina de enogastronomia tratamos das indicações de procedência sempre trazendo à tona os vinhos que são produzidos na região do Vale do São Francisco. Na educação não faz sentido falar, tratar de alguns assuntos sem um olhar para o desenvolvimento local, na promoção do desenvolvimento regional&#8221;, explicou o professor.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 20:31:41 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card-1-Alimentar-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112459" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card-1-Alimentar-1-427x486.jpg" width="427" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Faculdade Senac (FacSenac), anunciam a 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial. O evento acontece de segunda (26) a quinta-feira (29).</p>
<p>A ação integra a programação da 17ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e tem como objetivo fortalecer o debate acerca das políticas públicas culturais voltadas ao contexto do patrimônio alimentar em Pernambuco; e promover trocas acadêmicas e divulgação de iniciativas da sociedade civil que contribuem com a preservação e a promoção dos patrimônios alimentares.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade da Universidade Federal Rural de Pernambuco, (Câmpus-Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/nº, bairro Dois Irmãos); e na Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, nº 57, 22º andar, bairro Santo Amaro), no Recife. É necessária a inscrição prévia para garantia de vagas, sujeita à lotação dos dois locais.</p>
<p>Com foco no debate relacionado à cultura alimentar e às identidades territoriais, a programação está organizada em temáticas que envolvem: Indicação Geográfica e Alimentos; Gastronomia e Identidade Territorial; Gastronomia Pernambucana como Patrimônio; e Os Doces Patrimônio de Pernambuco. Além disso, em parceria com a FacSenac e a UFRPE, ocorre a vivência com mestras marisqueiras da comunidade de Vila Velha, na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife, Litoral Norte do Estadio. Há emissão de certificado para os presentes.</p>
<p>As inscrições, devem ser feitas exclusivamente <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial" href="https://docs.google.com/forms/d/1lpWSRQJcTL49AD5KAj499jIRxeMavJYK5XvuOEskgGA/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial também inclui o painel virtual Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares. O objetivo é promover uma formação on-line voltada para gestores, professores e pesquisadores de todo o Estado ligados à gastronomia, turismo, economia criativa e cultura, entre outros.</p>
<p>Para essa ação as inscrições devem ser feitas exclusivamente <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial - Painel para Gestores" href="https://docs.google.com/forms/d/11YJTy-AEMY6WchEYT7NQMcDfK_pqewV8p1mfNDHglMQ/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. Uma vez inscrito, o link do evento será enviado para o e-mail de cada participante cadastrado.</p>
<p>“A realização desse evento reforça a importância da discussão dos temas do patrimônio cultural sob diferentes perspectivas acadêmicas e traz ao debate como as características regionais podem fornecer elementos identitários para o que chamamos de gastronomia regional&#8221;, explica Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. &#8220;O foco deste ano é mostrar a importância da vinculação de pratos e produtos a suas características históricas, conceituais e técnicas, por exemplo, como aparece nas indicações geográficas e na patrimonialização de saberes gastronômicos ligados às identidades locais”, completa.</p>
<p>Para Ericka Rocha, professora e coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE, e uma das organizadoras do evento, “a Jornada do Patrimônio Alimentar é um momento da Semana do Patrimônio de Pernambuco que está tomando fôlego e crescendo a cada ano, sinalizando a importância da temática para a sociedade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para a comunidade acadêmica ligada aos cursos de gastronomia, ilumina e faz refletir sobre o legado presente nas práticas cotidianas ligadas à alimentação e seus rituais&#8221;, afirma ainda a docente. &#8220;É com muita alegria que a UFRPE participa desse evento trazendo excelentes discussões para os alunos do curso de gastronomia e a todos na área.&#8221;</p>
<p>Dianne Sousa, pesquisadora, produtora cultural e atual gestora da Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, lembra que a cultura alimentar se revela por meio de práticas e saberes históricos, culturais, ambientais e territoriais e compreende todo o processo, do cultivo à forma de partilha dos alimentos. &#8220;A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar proporcionará importantes reflexões e experiências acerca da identidade alimentar e das relações territoriais”, almeja.</p>
<p>A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial traz à tona o debate acerca da gastronomia enquanto reflexo dos costumes e das tradições de uma sociedade para fortalecimento dos territórios, bem como possibilita, por meio da preservação de práticas e saberes, o enaltecimento contínuo da identidade cultural e dos laços comunitários. &#8220;Para além do empreendedorismo em negócios do segmento gastronômico, a gastronomia é expressão das potencialidades culturais, ambientais, sociais e econômicas de cada região em que seja promovida e destacada, incitando o locavorismo e a valorização das comunidades por meio de seus laços culturais, criando um legado duradouro para as futuras gerações em uma conexão imbricada que alinha tradição e inovação”, comenta Robson Lustosa, coordenador de Gastronomia da Faculdade Senac Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação completa:</strong></span></p>
<p><strong>Segunda-feira, 26</strong></p>
<p>9h às 11h, Auditório da Faculdade Senac Pernambuco<br />
Tema: Indicação Geográfica: Vinhos do Vale do São Francisco<br />
Palestrantes: Luciana Arruda, professora do curso de bacharelado em gastronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFRPE; Yanne Moreira, bacharela em economia (UFPE) e assessora de Arranjos Produtivos (Adepe)<br />
Mediação: Robson Lustosa, coordenador de gastronomia da Faculdade Senac</p>
<p>11h às 12h, Salão de Eventos da Faculdade Senac Pernambuco<br />
Tema: Oficina Degustando o Vale do São Francisco (20 vagas, inscrição presencial)<br />
Palestrante: Mariana Dubeux, a sommelière da ViniBrasil/Rio Sol</p>
<p>13h às 17h, 7º andar da Faculdade Senac<br />
Tema: Os Doces Patrimônios de Pernambuco (40 vagas)<br />
Oficinas Gastronômicas:<br />
Bolo de Noiva Pernambucano, com Cris Barros, professora de gastronomia da FacSenac-PE;<br />
Bolo de Rolo, com Juliana Costa, professora da Senac-PE;<br />
Bolo Souza Leão, com Renata Oliveira, professora da FacSenac-PE;<br />
Bolo Barra Branca, com Tânia Bastos, professora da Senac-PE</p>
<p>14h às 16h<br />
Painel Virtual &#8211; dia 1: Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares</p>
<p><strong>Terça-feira, 27</strong></p>
<p>9h30 às 12h30<br />
Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade, UFRPE<br />
Tema: Gastronomia e identidade Territorial<br />
A Experiência em Minas Gerias: Sistemas Culinários da Cozinha Mineira: O Milho e a Mandioca &#8211; Candidatura do Queijo Minas a Patrimônio da Humanidade<br />
Palestrantes: Luis Molinari, diretor de Promoção do Iepha-MG; e Marcelo Renan Oliveira de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.<br />
Mediação: Ericka Maria de Melo Rocha Calabria, coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE</p>
<p>14h às 17h<br />
Tema: Gastronomia Pernambucana como Patrimônio<br />
Palestrantes: Doce de Guabiraba, com as doceiras Lucia Maria dos Santos e Isabel Cristina Assis da Silva;<br />
Bolo de Noiva e Bolo Branca, com Cris Barros, professora da FacSenac-PE<br />
Cartola, com Ericka Maria de Melo Rocha Calabria, coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE<br />
Mediação: Luciana Gama, antropóloga e assessora técnica da Fundarpe</p>
<p><strong>Quarta-feira, 28</strong></p>
<p>Vivência para alunos de gastronomia com mestras marisqueiras de Vila Velha, Itamaracá (PE)</p>
<p><strong>Quinta-feira, 29</strong></p>
<p>14h às 16h<br />
Painel Virtual &#8211; dia 2: Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares</p>
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		<item>
		<title>Nova Revista Aurora 463 é lançada em meio a profundas reflexões acadêmicas</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 21:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O encerramento oficial da 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, neste sábado, 17 de agosto, Dia Nacional do Patrimônio Histórico e Cultural, foi marcado pela realização do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural e pelo lançamento da 9ª edição da Revista Aurora 463. Os eventos aconteceram no Auditório Aloísio Magalhães da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no bairro do Derby (área central do Recife), com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com um nível de excelência que arrancou elogios de todos os presentes.</p>
<p>Confira <a title="8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural" href="https://www.youtube.com/live/Iz14fiA1ziA?si=F5m6g_5XQZn7s0OQ" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a gravação do 8º Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural</p>
<p>Antes de saber como foi o encontro, vale a pena saber de uma ótima notícia: a 17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco terminou, mas não acabou. Isso mesmo. Com uma extensa programação, segue com atividades até o dia 28 de agosto, na capital e no interior do Estado.</p>
<p>Confira <a title="17ª Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco" href="https://www.even3.com.br/17-semana-estadual-do-patrimonio-cultural-pe/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa.</p>
<p>&#8220;Embora nós chamamos de Semana Estadual do Patrimônio Cultural de Pernambuco, é uma programação que já não cabe mais dentro de apenas uma semana&#8221;, explicou o designer Flávio Barbosa, assessor de Gestão da Fundarpe e coordenador do evento. &#8220;Temos mais de 200 ações em 39 municípios do Estado. Patrimônio cultural é uma área extremamente abrangente e envolvente e transversal a várias áreas de conhecimento e linguagens culturais, como design, moda, fotografia e de pesquisas acadêmicas em antropologia, arquologia, museologia, história e gastronomia&#8221;, relacionou. &#8220;E quer envolver cada vez mais a sociedade para que reconheça isso e atue na preservação de seus bens.&#8221;</p>
<p>A 9ª edição da Revista Aurora 463 traz artigos e relatos do que ocorreu na 16ª Semana do Patrimônio, em 2023. É considerada impostante para perpetuar as discussões que vem sendo travadas durante o evento. &#8220;Um dos destaques desta edição é um trabalho acadêmico escrito por Ulysses Pernambucano de Mello Neto (arqueólogo, historiador e ex-presidente da Fundarpe, em 1979-81, falecido no último dia 9), um dos últimos que ele realizou e nos apresentou&#8221;, lembrou Flávio Barbosa.</p>
<p>O lançamento da Revista Aurora 463 ocorreu ao término do Encontro de Reflexões Acadêmicas sobre o Patrimônio Cultural. Em sua 8ª edição, a reunião recebeu ex-alunos dos cursos de arqueologia, arquitetura &amp; urbanismo, biblioteconomia, gastronomia, história e museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para apresentarem seus trabalhos finais de graduação e participarem de debates.</p>
<p>A ideia do encontro é criar um espaço de diálogo e trocas entre diferentes áreas do conhecimento, que atuam conjuntamente no exercício do reconhecimento e da conservação dos múltiplos aspectos significativos de nossa cultura e identidade, formando nosso patrimônio cultural.</p>
<p>Foram convidados Ayla Milena Amaral Santos (gastronomia, UFPE), com seu trabalho Ações de Preservação do Patrimônio Alimentar em Pernambuco: Uma Vivência na Fundarpe; Bruno Galvão Guedes (arquitetura &amp; urbanismo, UFPE), com Pesca, Território e Cotidiano: Uma Compreensão Coletiva dos Bens Culturais de Jaguaribe; Carolina Maria Ferreira Ribeiro (biblioteconomia, UFPE), com Memória, Patrimônio e Coleções: Um Estudo dos Acervos das Igrejas Católicas de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes Tombados pelo Iphan; Jacqueline Gabriele de Araújo Torres (arqueologia, UFPE), com Análise do Estado de Conservação do Patrimônio Industrial Ferroviário através da Fotogrametria: O Caso da Antiga Estação Ferroviária de Quipapá (PE); Nicoly Maria Caetano Lima (história, UFRPE), com A Morte de Africanos &#8220;Novos&#8221;: Lugares de Memória na Freguesia do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio (1820-1831); e Jonas Batista da Silva (museologia, UFPE), com Monumento Tortura Nunca Mais: Um Patrimônio do Presente.</p>
<p>Em dois grupos de três convidados, os graduados fizeram breves apresentações individuais de seus trabalhos e participaram de debates conduzidos pela arqueóloga e historiadora Pollyana Calado, técnica da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural (CPPC) da Fundarpe, com a presença de arquiteta e urbanista Laryssa Araújo à mesa. Todas as obras foram bastante elogiadas pelo público presente e suscitaram análises, comentários e perguntas levando o encontro a estrapolar o horário de duração previsto.</p>
<p>De acordo com Pollyana Calado, a principal contribuição que a Fundação almeja é trazer essas outras áreas de conhecimento para pensar junto o que a academia está trabalhando em relação à preservação do patrimônio cultural. &#8220;Para nós, enquanto técnicos, também é útil para reciclar e até ressignificar nossas práticas. E trazer informações para eles também. É uma troca&#8221;, contou.</p>
<p>Na equipe da Fundarpe, além de Flávio e Pollyana, estiveram presentes as técnicas Carolina Moura, Gabriela Cordeiro e Kézia Feitosa.</p>
<p><strong>A SEMANA –</strong> A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é um evento promovido pelo Governo do Estado, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com a colaboração de diversos parceiros. Com o objetivo de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17 de agosto) ao longo dos anos, tem-se estabelecido como um espaço de debates, interdisciplinar e interinstitucional, sobre questões essenciais para a compreensão das formas de constituição, valorização, reconhecimento e preservação dos patrimônios culturais, a partir de ações previstas em quatro eixos: pensar, interpretar, brincar e experimentar o patrimônio.</p>
<p>Este ano, em sua 17ª edição, com o tema Educação, Território e Participação Social, tem por objetivo destacar a relevância dos diferentes processos educativos, da participação social e gestão compartilhada na proteção e salvaguarda dos patrimônios culturais em diversos territórios pernambucanos. Em seu escopo traz para a discussão a emergência da valorização (no campo do patrimônio) dos saberes das comunidades tradicionais, das tradições orais, dos saberes de artífices, de mestres e mestras, da relação das religiosidades e ofícios com o meio ambiente e natureza; bem como elucidar experiências acadêmicas de entes representativos e de arranjos coletivos de participação social no mapeamento e na gestão, zeladoria e continuidade dos bens culturais.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem a 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 12:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[2ª jornada do patrimônio alimentar]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de Gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Faculdade Senac e o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), promovem a 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Comida cultura e território: salvaguardando saberes e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_104432" aria-labelledby="figcaption_attachment_104432" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Jornada-do-Patrimônio-Alimentar_Foto-de-Jan-Ribeiro_Secult-PE_Fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-104432" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Jornada-do-Patrimônio-Alimentar_Foto-de-Jan-Ribeiro_Secult-PE_Fundarpe-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com foco no debate relacionado à cultura e território alimentares, a programação está dividida em três partes: culinária afro-brasileira, culinária indígena e tradições da culinária pernambucana</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de Gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Faculdade Senac e o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), promovem a 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Comida cultura e território: salvaguardando saberes e fazeres dos sistemas alimentares.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na próxima segunda (28) e terça-feira (29), no Auditório do Ceagri da UFRPE e no Salão de eventos do Senac. Para participar, é necessário realizar uma inscrição prévia para garantia de vagas (a ação é sujeita à lotação dos espaços) por meio de um <b><a href="https://docs.google.com/forms/d/1A3cVtpOpO2xQyh156mVFOGHVh9qKXhP8Wr_PNaT1ouw/viewform?pli=1&amp;chromeless=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true">formulário online</a></b>.</p>
<p>A atividade integra a programação da 16ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e tem como objetivo fortalecer o debate acerca das políticas públicas culturais voltadas ao contexto do patrimônio alimentar em Pernambuco, bem como gerar trocas acadêmicas e divulgação de iniciativas da sociedade civil que contribuem com a preservação e a promoção dos patrimônios alimentares.</p>
<p>Com foco no debate relacionado à cultura e território alimentares, a programação está dividida em três partes: culinária afro-brasileira, culinária indígena e tradições da culinária pernambucana. O evento contará com a presença de Mãe Lu e Iyabassé Rosemary, do Ilê Axé Oxalá Talabí, localizado em Paulista, recém registrado como Patrimônio Vivo de Pernambuco; e Bella e Iran Xukuru, representantes da etnia Xukuru da Serra do Ororubá.</p>
<p>Para Marcelo Renan, coordenador de Patrimônio imaterial da Fundarpe, a realização deste evento em parceria com duas importantes instituições de ensino do Estado, reforça a importância de introduzir temas da preservação do patrimônio cultural para diferentes áreas acadêmicas.</p>
<p>“A gastronomia se conecta com aspectos culturais, sociais, políticos e territoriais. Por isso mesmo, nesta edição, trouxemos discussões sobre as culturas alimentares de povos originários e de matrizes africanas para evidenciar matrizes presentes nas bases da cultura alimentar em Pernambuco”, destaca Marcelo Renan.</p>
<p>O evento também faz uma homenagem póstuma ao Mestre Cazuza do Alfenim, José Otaviano da Silva Filho, herdeiro da tradição da produção do Alfenim, doce de origem árabe produzido à base de açúcar e limão e popularizado no agreste pernambucano pelas mãos de sua mãe, Maria Belarmina, a Dona Menininha, primeira Patrimônio Vivo representante da gastronomia popular pernambucana. Mestre Cazuza do Alfenim esteve presente na Jornada do Patrimônio Alimentar de 2022, demonstrando aos alunos e interessados o saber-fazer desta iguaria pernambucana.</p>
<p>Dianne Sousa, pesquisadora e produtora cultural, atual gestora da coordenação de Gastronomia da Secult-PE, opina que a cultura e a história dos povos estão ligadas à alimentação. “Para entender toda a diversidade da gastronomia é fundamental dialogar sobre práticas, representações e conhecimentos que permeiam nossa identidade. A 2° Jornada do Patrimônio Alimentar proporciona debates e reflexões acerca da dinâmica dos processos alimentares e sua continuidade”.</p>
<p>Para Ericka Rocha, professora e coordenadora do curso de Bacharelado em Gastronomia da UFRPE, e uma das organizadoras do evento, as memórias associadas à alimentação expressam estruturas sociais e se comportam como marcos de identidade.</p>
<p>“Neste sentido, refletir sobre o legado de sabores, modos de fazer e práticas de comensalidade que permeiam a alimentação no Brasil, é um passo para compreender nossa sociedade e cultura. A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em sua 16ª edição, traz uma rica oportunidade para iluminar, refletir e debater sobre culturas alimentares que permeiam o estado, na 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar”, avalia Erick Rocha.</p>
<p>Robson Lustosa, coordenador de Gastronomia da Faculdade Senac Pernambuco, reforça que a Gastronomia, como área de conhecimento e de atuação na alimentação, apresenta-se sempre de maneira complexa o que a coloca como expressão cultural em um cenário multifacetado de ações e reflexões.</p>
<p>“A 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar oportuniza a sociedade a debater sobre a preservação e consolidação do patrimônio enquanto conjunto de signos e representações, nos permitindo refletir o quanto ainda podemos ser autênticos e capazes de preservar saberes e sabores que contam nossos caminhos do passado e nos apontam as trilhas para o futuro&#8221;, pontua Robson Lustosa.</p>
<p><b>SEMANA DO PATRIMÔNIO –</b> Com uma série de ações gratuitas como palestras, seminários, debates e encontros temáticos, a 16ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco conta com a participação de 25 municípios pernambucanos e diversos parceiros nesta 16ª edição. A programação completa está disponível <b><a href="https://www.even3.com.br/16-semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco">aqui</a></b>.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:<br />
</span></b>2ª Jornada do Patrimônio Alimentar<br />
Segunda (28) e terça (29)<br />
Auditório do Ceagri da UFRPE (Campus Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos)<br />
Salão de eventos da Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, 57, Santo Amaro, 22º andar)<br />
Gratuito<br />
Inscrições via <b><a href="https://docs.google.com/forms/d/1A3cVtpOpO2xQyh156mVFOGHVh9qKXhP8Wr_PNaT1ouw/viewform?pli=1&amp;chromeless=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true">formulário on-line</a></b></p>
<p><b>Confira a programação completa da 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Comida cultura e território: salvaguardando saberes e fazeres dos sistemas alimentares:</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira (28)</span></b></p>
<p>Tema:<b> </b>Culinária afro-brasileira como Patrimônio Imaterial<br />
Horário: 14h às 17h<br />
Local: Auditório do Ceagri da UFRPE (Campus Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos)<br />
Convidados:<br />
-  Mãe Lu e Iyabassé Rosimary &#8211; Ilê Axé Oxalá Talabí (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
- Rozélia Bezerra (Professora Doutora Aposentada do Departamento de História da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Membro e Pesquisadora Gehislit &#8211; PUC/MG)<br />
Mediação: Bruno Celso Vilela Correia (Doutor em Sociedad y cultura pela Universitat de Barcelona e professor do curso de Gastronomia da UFRPE)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Terça-feira (29)</span></b><b> </b></p>
<p>Tema: Tradições da culinária pernambucana como Patrimônio Imaterial<br />
Horário: 9h às 12h<br />
Local: Salão de eventos da Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, 57, Santo Amaro, 22º andar)<br />
Convidados:<br />
- Lorena Bezerra de Sousa (Coordenadora do curso de Gastronomia da Faculdade Senac PE &#8211; UV Caruaru)<br />
- Vânia Lemos- Itep/CT Laticínios (Coordenadora do Museu do Queijo de Coalho)<br />
- Exibição do Documentário: O Francês e Coalho<br />
Mediação: Luciana Gama (Doutora em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE e Assessora Técnica da Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe)</p>
<p>Tema: Culinária indígena como Patrimônio Imaterial<br />
Horário: 14h às 17h<br />
Local: Auditório do Ceagri da UFRPE (Campus Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos)<br />
Convidados:<br />
- Iran Neves Xukuru (extensionista do Instituto Agronômico de Pernambuco &#8211; IPA) e Angela Neves Pereira, conhecida como Bella Xukuru (representante do Coletivo Jupago Krekáe e primeira Bacuroa do povo Xukuru)<br />
- Mônica Jacomé (pós-graduanda em Gestão Social do Patrimônio Cultural, pela Universidade Federal da Bahia, arte ducadora popular, pesquisadora e produtora cultural. É autora do Cardápio de Histórias e produziu o XEPACULT, ambos projetos com incentivo do Funcultura).<br />
- Exibição do Documentário: Territórios Gastronômicos do Velho Chico<br />
Mediação: Monica Helena Panetta (Doutoranda em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial &#8211; PPGADT|UFRPE e Professora do curso de Gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Mostra do Museu do Trem sobre patrimônio ferroviário do estado desembarca na UFRPE</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2023 14:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pare olhe escute: Os caminhos do patrimônio ferroviário de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[A exposição itinerante “Pare, Olhe, Escute: Os Caminhos do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco” está de volta e ficará aberta ao público na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), durante o I Simpósio de Estudos sobre o Recife, evento promovido pelo Laboratório de Estudos sobre o Recife (RecLab). A visitação poderá ser feita a partir desta terça-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95171" aria-labelledby="figcaption_attachment_95171" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Bessa/Secult-PE</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/estande-fundarpe-fenearte-exposicao-pare-olhe-escute-patrimonio-foto-felipe-bessa-secult-pe-fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-95171" alt="Felipe Bessa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/estande-fundarpe-fenearte-exposicao-pare-olhe-escute-patrimonio-foto-felipe-bessa-secult-pe-fundarpe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição foi desenvolvida com o apoio da Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, em 2022, e iniciou seu percurso na 22ª Fenearte</p></div>
<p>A exposição itinerante “Pare, Olhe, Escute: Os Caminhos do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco” está de volta e ficará aberta ao público na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), durante o I Simpósio de Estudos sobre o Recife, evento promovido pelo Laboratório de Estudos sobre o Recife (RecLab). A visitação poderá ser feita a partir desta terça-feira (14) e até a próxima sexta-feira (17), das 9h às 20h, na Sala 30 do Centro de Ensino de Graduação (Cegoe) da UFRPE.</p>
<p>A mostra é uma ação do Museu do Trem do Recife/Estação Central Capiba, equipamento cultural gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A iniciativa tem o objetivo de levar o conteúdo deste museu para outros espaços de Pernambuco, contribuindo para a difusão e a preservação da memória e do patrimônio ferroviário do estado.</p>
<p>A exposição trata do universo dos bens vinculados ao patrimônio ferroviário em Pernambuco, e busca apresentar um pouco da história do transporte sobre trilhos, das práticas de preservação da memória ferroviária e os exemplos exitosos de preservação dos bens que compõem esse patrimônio no estado.</p>
<p>Desenvolvida com o apoio da Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe, em 2022, a mostra iniciou seu percurso na 22ª Fenearte, no Centro de Convenções. Depois, seguiu para o 30º FIG, para a estação ferroviária do Cabo (durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco) e para a estação ferroviária de Paudalho. A primeira parada da exposição em 2023 foi em Cortês, na Mata Sul.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Exposição Pare, Olhe, Escute: Os Caminhos do Patrimônio Ferroviário de Pernambuco<br />
Terça (14) a sexta (17), das 9h às 20h<br />
Cegoe da UFRPE (Rua Manuel de Medeiros, 36 &#8211; Dois Irmãos, Recife)<br />
Entrada gratuita</p>
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		<item>
		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem o Fórum Cultura, Saberes Tradicionais e Educação</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 18:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em celebração ao Mês da Consciência Negra, acontecerá na próxima quarta-feira (30), a partir das 14h, o primeiro Fórum Estadual Cultura, Saberes Tradicionais e Educação, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). Promovido pela Secretaria de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Universidade Federal [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_97495" aria-labelledby="figcaption_attachment_97495" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/51381528337_2be70009d3_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-97495" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/11/51381528337_2be70009d3_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de mestres e mestras da cultura popular, o encontro reunirá representantes de universidades públicas e privadas pernambucanas</p></div>
<p>Em celebração ao Mês da Consciência Negra, acontecerá na próxima quarta-feira (30), a partir das 14h, o primeiro Fórum Estadual Cultura, Saberes Tradicionais e Educação, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). Promovido pela Secretaria de Cultura (Secult-PE) e pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Universidade de Pernambuco (UPE) e Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), o evento tem como objetivo aprofundar questões relacionadas à participação de mestres e mestras da cultura popular na ampliação dos conhecimentos tradicionais nos processos de formação no ensino superior.</p>
<p>Além de representantes de instituições de ensino públicas e privadas, o encontro contará com a presença fundamental de Patrimônios Vivos de Pernambuco. Brincantes e fazedores de cultura, como Pai Ivo da Xambá; Anderson dos Santos, da Tribo Carijós do Recife; Karen Aguiar, do Maracatu Leão Coroado; Lidivaldo Leite (Seu Vavá), do Banhistas do Pina; Mestra Cristina Andrade, da Ciranda Dengosa e Urso Cangaçá de Água Fria; dentre outros.</p>
<p>Participarão, representando as instituições de ensino superior, a professora Maria Conceição Reis do Núcleo de Políticas de Educação das Relações Étnico-Raciais da Universidade Federal de Pernambuco (NÚCLEO-ERER), vinculado à Reitoria &#8211; UFPE; a professora Maria Lana Monteiro, do Núcleo de Diversidades e Identidades Sociais &#8211; NDIS, vinculado à Reitoria &#8211; UPE; e o professor José Nilton de Almeida, da Coordenação de Direitos Humanos, Ações Afirmativas e Diversidades, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Cidadania – UFRPE.</p>
<p>Junto com os docentes, os fazedores de cultura e gestores públicos vão compartilhar experiências que passam pelo reconhecimento das trajetórias de artistas ligados à cultura popular e aos conhecimentos tradicionais e religiosos, em especial aos de matrizes afro-brasileiras. Esse reconhecimento tem resultado nas titulações dos mestres e mestras da cultura popular, dentre eles, os Patrimônios Vivos de Pernambuco, como Doutorado Honoris Causa e titulação como Notório Saber em Cultura Popular.</p>
<p>O evento visa ampliar as possibilidades de participação de mestres e mestras, detentores de conhecimentos tradicionais no ambiente acadêmico, em papéis formativos, colaborando para a promoção e difusão da diversidade cultural pernambucana e na formação de profissionais atentos e sensíveis à preservação e salvaguarda dos saberes tradicionais em suas diferentes áreas de atuação.</p>
<p><em>“Esse fórum é um avanço na política de preservação do patrimônio cultural, na medida do estreitamento da relação dos mestres e mestras, que são detentores de saberes muito únicos e particulares de seu povo e de seu território, com as universidades, que por sua vez representam o saber institucionalizado. As instituições de ensino também precisam se abrir à ciência que está na cultura popular”</em>, diz o secretário de Cultura de Pernambuco, Oscar Barreto.</p>
<p>Um dos temas a ser debatido é a realização do <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/patrimonios-vivos-do-estado-sao-titulados-com-o-notorio-saber-em-cultura-popular-da-upe/" target="_blank">Edital de Titulação como Notório Saber em Cultura Popular</a></strong>, promovido pela UPE, após parceria com a Secult e Fundarpe; e dos reconhecimentos como Doutor(a) Honoris Causa para <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/patrimonio-vivo-do-estado-lia-de-itamaraca-recebe-titulo-de-doutora-honoris-causa-da-ufpe/" target="_blank"><strong>Lia de Itamaracá (Patrimônio Vivo)</strong></a> e <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/ivo-de-xamba-recebe-titulo-de-doutor-honoris-causa-da-ufpe/" target="_blank"><strong>Pai Ivo da Xambá</strong></a>, ambos pela UFPE, e para <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/culturapopular/manoelzinho-salustiano-e-o-novo-doutor-honoris-causa-da-universidade-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>Manoelzinho Salustiano</strong></a>, pela UPE.</p>
<p><em>“Como resultados, objetiva-se a elaboração de agendas que colaborem para o fortalecimento dos instrumentos de reconhecimento dos conhecimentos tradicionais pelas universidades, bem como a participação e colaboração dos mestres e mestras da cultura popular para a educação no ensino superior”</em>, diz o historiador Júnior Afro, vice-residente da Fundarpe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
I Fórum Cultura, Saberes Tradicionais e Educação<br />
Quando: 30 de novembro de 2022 (quarta-feira), às 14h<br />
Local: Auditório do Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Mepe (Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife-PE)<br />
Aberto ao público, com inscrição no local, sujeito à lotação do auditório.</p>
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		<title>Alunos apresentam reflexões acadêmicas sobre o patrimônio cultural no Cape</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2022 20:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96213" aria-labelledby="figcaption_attachment_96213" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/52299696372_cf7398586f_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-96213" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/52299696372_cf7398586f_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O encontro aconteceu no último sábado (20), no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco, no Recife Antigo</p></div>
<p>Como parte da programação da 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, a Secult-PE/Fundarpe promoveu, no último sábado (20), o &#8220;6º Encontro – Reflexões Acadêmicas sobre o patrimônio cultural: produção dos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Arqueologia, Gestão Ambiental, História, Museologia e Turismo&#8221;, que reuniu um público de cerca de 60 pessoas. no auditório do Centro de Artesanato de Pernambuco (Cape), localizado no Bairro do Recife. Professores e alunos das principais instituições de ensino do Estado estiveram presentes: Damas, Unifavip, Esuda, UFPE, UFRPE, UNICAP e IFPE. No encontro, eles apresentaram trabalhos de pesquisa e graduação sobre diversas temáticas que envolvem o Patrimônio Cultural de Pernambuco. O encontro teve início às 9h30 e terminou por volta das 13h, com um acalorado debate sobre a transversalidade das pesquisas em torno da temática do Patrimônio Cultural de Pernambuco e a ampliação da discussão com o envolvimento dos estudantes e professores dos cursos convidados.</p>
<p>As professoras doutoras em História da UFRPE, Suely Luna e Caroline Borges ministraram a palestra de abertura do evento, com a apresentação do projeto de intitulado: &#8220;ESCAVAÇÕES ARQUEOLÓGICAS NO SÍTIO DO PILAR, RECIFE (PE)&#8221;. De acordo com a professora Suely Luna, cerca de 120 esqueletos humanos já foram encontrados no cemitério que fica no entorno da comunidade do Pilar.</p>
<p>Na sequência, os alunos de cada instituição inscrita no encontro acadêmico tiveram cerca de 15 minutos para explanação dos projetos defendidos na graduação. A aluna de Arqueologia, da UFPE, Jade Mayer Calife, abriu a série de apresentações com o projeto “Diagnóstico do estado de conservação do Sítio Arqueológico Pedra da Figura, em Taquaritinga do Norte, Pernambuco&#8221;. Logo depois, foi a vez das representantes do curso de Gestão Ambiental do Instituto Federal de Pernambuco – IFPE, Maria de Souza e Vanessa Ferreira, com o trabalho de graduação intitulado: &#8220;Diálogos da cultura com a natureza&#8221;.</p>
<div id="attachment_96215" aria-labelledby="figcaption_attachment_96215" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Danilo Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/52301174905_a0915b34b6_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-96215" alt="Danilo Souto Maior/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/52301174905_a0915b34b6_c-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mais de 60 pessoas, entre alunos e professores, compareceram ao evento</p></div>
<p>Representando o curso de História da UNICAP, os estudantes Raquel Simões e Cely Monique falaram sobre o Patrimônio Vivo de Pernambuco com o projeto: &#8220;Histórias Desenhadas: Memória E Visualidade Nas Xilogravuras De J. Borges&#8221;. Em seguida, foi a vez da aluna do curso de Museologia da UFPE, Manuela Caroline da Silva nos relembrar as vítimas da Covid-19, com o trabalho &#8220;Objetos e pandemia: Rastros materiais e musealização doméstica no contexto da pandemia da Covid-19 em Recife e Região Metropolitana&#8221;. O TCC do curso de Turismo do IFPE, produzido pela estudante Sara Eunísia, abordou o olhar sobre as mulheres negras na cena cultural do Recife e Região Metropolitana.</p>
<p>A segunda parte da atividade foi dedicada aos projetos de graduação dos cursos de Arquitetura e Urbanismo. <em>“Nos últimos cinco anos, o encontro promovido pela Semana do Patrimônio teve como foco apenas os alunos de Arquitetura e Urbanismo. Neste ano, decidimos inovar a ação e ampliar a discussão sobre a preservação do patrimônio cultural incluindo novos olhares e novas perspectivas de diálogo, por isso outros cursos foram convidados”</em>, afirma a Coordenadora da Semana do Patrimônio, Renata Echeverria.</p>
<p>A primeira instituição a apresentar o TCC de Arquitetura e Urbanismo foi a Uninassau. Os estudantes, Sabrina Coelho, Beatriz Allana e Pietra Cantanhede apresentaram o trabalho &#8220;Parque Metropolitano Armando de Holanda Cavalcanti, intervenção no Forte Castelo do Mar&#8221;; pela Faculdade Damas falou a aluna Stephanie Rocha, apresentando o paper &#8220;A Torre da TV Manchete em Olinda: um patrimônio em risco&#8221;; pelo ESUDA, participaram os alunos Caio César Rocha e marcos Lins, com o TCC: &#8220;Proposta de intervenção e restauro da antiga Escola Normal Pinto Júnior, Bairro da Boa Vista, Recife/PE&#8221;; pela UNIFAVIP/Wyden, o projeto de graduação foi &#8220;Inventário do Conjunto Urbano da Região da Rua do Comércio de Lagoa dos Gatos (PE)&#8221;, apresentado pela estudante Maísa Albuquerque e o encerramento ficou por conta da aluna da Unicap, Júlia Santana, com o trabalho &#8220;Recentrar o centro: uma carta de urbanização para a Guararapes&#8221;.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Confira as atrações deste final de semana nos equipamentos do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2015 20:13:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A programação deste final de semana nos equipamentos culturais do Estado está bastante ‘recheada’. Na Torre Malakoff, no Bairro do Recife, o público poderá participar no domingo (05/07) do projeto Observatório Astronômico, realizado em parceria com a UFRPE. No Museu do Estado, nas Graças, a atração duo Salimanga se apresenta neste sábado (04/07), durante mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26928" aria-labelledby="figcaption_attachment_26928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Fernandes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26928 " alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Torre Malakoff estará neste domingo (05/07) com o Observatório Astronômico aberto ao público</p></div>
<p>A programação deste final de semana nos equipamentos culturais do Estado está bastante ‘recheada’. Na Torre Malakoff, no Bairro do Recife, o público poderá participar no domingo (05/07) do projeto Observatório Astronômico, realizado em parceria com a UFRPE. No Museu do Estado, nas Graças, a atração duo Salimanga se apresenta neste sábado (04/07), durante mais uma edição do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estado. Há ainda nesta sexta (03/07) a estreia do espetáculo ‘Elégùn, um corpo em trânsito’, no Teatro Arraial Ariano Suassuna, e uma lista de filmes em cartaz no São Luiz. Confira abaixo os destaques:</p>
<p><strong>Observatório astronômico na Malakoff</strong></p>
<p>Conhecida pelo público em geral como um espaço cultural, a Torre Malakoff também respira muita ciência. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/interessados-em-astronomia-podem-aproveitar-o-observatorio-da-torre-malakoff">Neste próximo domingo (05/07), o equipamento localizado no Bairro do Recife estará com seu observatório astronômico</a>, instalado na cúpula do prédio, aberto ao público. A visitação é gratuita e estará aberta das 16h às 20h.</p>
<p>A visitação guiada é possível graças a uma parceria da Torre Malakoff com a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). As atividades deste domingo (05/07) incluem ainda palestras e vídeos sobre temas atuais da astronomia como, por exemplo, chuva de meteoritos, cometas e asteroides.</p>
<p>Torre Malakoff<br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife<br />
Observatório astronômico<br />
Domingo (05/07) | 16h às 20h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184.3180 | 3184.3182</p>
<div id="attachment_26949" aria-labelledby="figcaption_attachment_26949" class="wp-caption img-width-590 alignnone" style="width: 590px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/salimanga.jpg"><img class="size-full wp-image-26949" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/salimanga.jpg" width="590" height="393" /></a><p class="wp-caption-text">Salimanga</p></div>
<p><strong>Música e história no Museu do Estado</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/interessados-em-astronomia-podem-aproveitar-o-observatorio-da-torre-malakoff">A atração duo Salimanga se apresenta no Recife neste sábado (04/07), durante mais uma edição do projeto Ouvindo e Fazendo Música no Museu do Estad</a>o. As entradas custam R$ 5,00 e R$ 2,50 (meia-entrada) e o show está marcado para as 17h.O duo instrumental é formado por BC Araújo e Paulo Rogério, ambos da banda Móveis Coloniais de Acaju.</p>
<p>Além do show, o público que for ao MEPE pode conhecer o acervo do museu, com mais de 14 mil itens, agregando importantes coleções que se distribuem nas seguintes categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-brasileira, Ex-votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max.</p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, com duo Salimanga<br />
Sábado (04/07) | 17h<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
R$ 5 (inteira), R$ 2,50 (meia)<br />
(81) 3184 3170</p>
<div id="attachment_26850" aria-labelledby="figcaption_attachment_26850" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Pretz/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Sem-título.png"><img class="size-medium wp-image-26850" alt="Paulo Pretz/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Sem-título-607x312.png" width="607" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">‘Elégùn, um corpo em trânsito’ foi vencedor dos prêmios de Melhor iluminação e Melhor bailarino durante o 21º Janeiro de Grandes Espetáculos</p></div>
<p><strong>Espetáculo ‘Elègùn’ estreia no Arraial Ariano Suassuna</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/elegun-incorpora-a-danca-afro-brasileira-no-arraial-ariano-suassuna">O espetáculo ‘Elégùn, um corpo em trânsito’, dirigido por Giorrdani de Souza, inicia temporada no Teatro Arraial Ariano Suassuna nesta sexta-feira (03/07), às 20h</a>. A montagem é uma das selecionadas na Convocatória de Ocupação de Pautas 2015.1 do equipamento cultural, e terá sessões no local durante todas as sextas e sábados, sempre às 20h, até o dia 18 de julho. Ingressos à venda na bilheteria do teatro por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia). Além de ‘Elégùn’, a peça ‘Palhaçadas – Histórias de um Circo sem Lona’ também segue em cartaz no equipamento cultural.</p>
<p>Teatro Arraial Ariano Suassuna<br />
Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife –PE<br />
Mais informações: (81) 3184.3057</p>
<p>Elégùn, um corpo em trânsito<br />
Até dia 18 de julho, às 20h (sempre às sextas e sábados)<br />
R$20 e R$10 (meia)</p>
<p>Palhaçadas – Histórias de um Circo sem Lona<br />
Domingo (14) | 16h<br />
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)</p>
<div id="attachment_26612" aria-labelledby="figcaption_attachment_26612" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/o-novo-trailer-de-mad-max-estrada-da-furia-e-uma-verdadeira-obra-de-arte-780x335.jpg"><img class="size-medium wp-image-26612" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/o-novo-trailer-de-mad-max-estrada-da-furia-e-uma-verdadeira-obra-de-arte-780x335-607x260.jpg" width="607" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Cenário pós-apocalíptico de &#8216;Mad Max – Estrada da Fúria&#8217; está em cartaz no São Luiz</p></div>
<p><strong>São Luiz com quatro filmes em cartaz</strong></p>
<p>Q<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/sao-luiz-segue-com-programacao-de-filmes-para-todo-tipo-de-cinefilo">uatro filmes seguem em cartaz no Cinema São Luiz, localizado na Rua da Aurora: </a>‘Mad Max – Estrada da Fúria’, do diretor George Miller, o premiado ‘Casa Grande’, do carioca Fellipe Barbosa, a animação infantil ‘Cada Um Na Sua’, do diretor Tim Johnson, e o filme vencedor do 16º Cine PE, o ‘Permanência’, de Leonardo Lacca. Os ingressos para o São Luiz custam R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).</p>
<p>Cinema São Luiz<br />
R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia entrada)<br />
Mais informações: (81) 3184-3157</p>
<p>“Mad Max – Estrada da Fúria”<br />
(EUA/Austrália, 2014, 120min.)<br />
Gênero: Ação/Aventura<br />
Diretor: George Miller<br />
Classificação etária: 16 anos<br />
Quinta (2), sexta (3), sábado (4), domingo (5), terça (7) e quarta (8) | 17H10</p>
<p>“Casa Grande”<br />
(Brasil, 2014, 115min)<br />
Gênero: Drama<br />
Diretor: Fellipe Barbosa<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Sexta (3), domingo (5) e quarta (8) | 19h30</p>
<p>“Cada Um Na Sua”<br />
(Home, EUA, 2014, 94min.)<br />
Gênero: Animação<br />
Diretor: Tim Johnson<br />
Classificação etária: Livre<br />
Quinta (2), sexta (3), sábado (4), terça (7) e quarta (8) | 15h15;<br />
Domingo (5) | 10h e 15h15</p>
<p>“Permanência”<br />
(BRASIL, 2015, 85min)<br />
Gênero: Drama<br />
Diretor: Leonardo Lacca<br />
Classificação etária: 14 anos<br />
Quinta (2), sábado (4), terça (7) | 19h30</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Casa-da-Cultura-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16581" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Casa-da-Cultura-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Casa da Cultura popular pernambucana</strong></p>
<p>Localizada às margens do Rio Capibaribe, a Casa da Cultura Luiz Gonzaga é um dos maiores polos de comercialização de artesanato do Recife e um dos cartões postais do estado. Neste sábado (05/07) o equipamento recebe mais um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco.</p>
<p>Casa da Cultura<br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe<br />
Sábado (05/07) | 15h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3151</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MUBAC.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24675" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MUBAC-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><strong>Arte do Barro em Caruaru</strong></p>
<p>O Museu do Barro de Caruaru é um dos museus mais visitados de Pernambuco e está instalado num prédio moderno, localizado ao lado do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde todos os anos concentram-se as comemorações do São João do município. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos. Além disso, MUBAC conta no seu acervo com trabalhos de patrimônios vivos de Pernambuco, como Zé Caboclo, Ernestina, Zé Rodrigues, Ana das Carrancas e Manuel Eudócio.</p>
<p>Museu do Barro de Caruaru<br />
Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, Caruaru-PE<br />
Visitação: Terça a sábado, das 8h às 17h | Domingo, das 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
Mais informações: (87) 3701 1533</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-005.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18658" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Estacao-Central-Capiba-Museu-do-Trem-005-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Memória ferroviária em torno da Estação Central Capiba</strong></p>
<p>A Estação Central Capiba foi inaugurada no final de 2014 e é o mais novo equipamento cultural do Governo do Estado. O local abriga o requalificado Museu do Trem, que é considerado o primeiro do Brasil e o segundo do gênero da América Latina. Tendo Gilberto Freyre como patrono, o Museu do Trem foi inaugurado em 25 de outubro 1972 e desativado em outubro de 1983. Atualmente, conta com a exposição Chegada e Partida – A Memória do Trem em Pernambuco.</p>
<p>Estação Central Capiba / Museu do Trem<br />
Rua Floriano Peixoto, s/n, São José (Centro do Recife)<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 10h às 17h<br />
Gratuito<br />
Mais informações e agendamento: (81) 3184 3097</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MAC-8-Cópia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24677" alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MAC-8-Cópia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Arte contemporânea no MAC</strong></p>
<p>Quem for ao Sítio Histórico de Olinda neste final de semana pode aproveitar e ir conhecer o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC). Localizado no sítio histórico de Olinda, o MAC foi inaugurado no dia 23 de dezembro de 1966, com a doação de parte da Coleção do Embaixador Assis Chateaubriand ao Estado. Hoje o museu conta com um acervo de mais de quatro mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade.</p>
<p>Museu de Arte Contemporânea (MAC)<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
Mais informações : (81) 3184 3153</p>
<div id="attachment_24673" aria-labelledby="figcaption_attachment_24673" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MASPE.jpg"><img class="size-medium wp-image-24673" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MASPE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Museu de Arte Sacra de Pernambuco é um dos equipamentos que recebe ações durante a Semana Nacional dos Museus</p></div>
<p><strong>Arte sacra de Pernambuco no MASPE</strong></p>
<p>O acervo fixo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE), que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Um dos destaques deste acervo é a coleção de imagens antigas eruditas, policromadas e douradas, datadas do século XVI. Na sua fachada, é possível ver o antigo brasão episcopal e uma placa da Unesco, de 14 de dezembro de 1982, que declara Olinda Monumento Cultural da Humanidade.</p>
<p>Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)<br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184 3154</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MUREO.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24676" alt="MUREO" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/MUREO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Cotidiano do século XVIII no MUREO</strong></p>
<p>O prédio do Museu Regional de Olinda abriga uma casa museu, um solar em estilo colonial construído entre 1745 e 1749. Originalmente abrigou a residência episcopal. Foi criado em virtude da comemoração do 4° centenário da chegada de Duarte Coelho à Capitania de Pernambuco, sendo inaugurado em 1935.</p>
<p>O MUREO propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado. Seu acervo é composto por mobiliários, pinturas, louças, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade. Ainda, possui um conjunto raro de peças de arte sacra do século XVII e XVIII em terra-cota e madeira.</p>
<p>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Visitação: Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
Mais informações: (81) 3184 3159</p>
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