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	<title>Portal Cultura PE &#187; ações</title>
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		<title>Sesc Pernambuco promove série de atividades no 30º FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jul 2022 20:12:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 30º Festival de Inverno de Garanhuns terá como um dos seus principais palcos o Centro de Produção Cultural, Tecnologias e Negócios do Sesc. A partir desta quarta-feira (20/07), o espaço recebe espetáculos de Teatro e Dança, oficinas de formação cultural e exibições de cinema. A programação completa está disponível no aplicativo GUIA DO FIG [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_95007" aria-labelledby="figcaption_attachment_95007" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/CPC-Sesc1.jpg"><img class="size-medium wp-image-95007" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/CPC-Sesc1-607x397.jpg" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">O Centro de Produção Cultural, Tecnologia e Negócios do Sesc-PE vai receber uma série de atrações das linguagens de teatro, dança, gastronomia e audiovisual, assim como ações de formação e a Plataforma FIG</p></div>
<p>O 30º Festival de Inverno de Garanhuns terá como um dos seus principais palcos o Centro de Produção Cultural, Tecnologias e Negócios do Sesc. A partir desta quarta-feira (20/07), o espaço recebe espetáculos de Teatro e Dança, oficinas de formação cultural e exibições de cinema. A programação completa está disponível no aplicativo GUIA DO FIG para os sistemas Android e IOS. Para todos os espetáculos, os ingressos gratuitos serão distribuídos sempre uma hora antes do início das apresentações.</p>
<p>A programação de Teatro Adulto começa nesta quarta (20) e vai até o domingo (31/07), no Teatro Reinaldo de Oliveira, com espetáculos como “A Hora da Estrela ou o Canto de Macabéa”, baseado na obra de Clarice Lispector, com Claudia Ventura, Claudio Gabriel e Laila Garin e música original de Chico César; o monólogo “Traga-me a Cabeça de Lima Barreto”, de Luiz Marfur, com direção de Onisajé (Fernanda Júlia) e interpretação de Hilton Cobra; e “Piaf e Brecht – A Vida em Vermelho”, com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto.</p>
<p>Também serão encenados “Pra Não Morrer”, com Nena Inoue, “Abjeto-Sujeito: Clarice por Denise Stoklos”, “Existo!”, da Cia La Leche, “Nós” e “Till – A Saga de um Herói Torto”, ambos do Grupo Galpão, e “Estudo nº 1: Morte e Vida”, do Grupo Maliguth. O Teatro Alternativo traz “Cabaré D’água – Nosso Corpo é Político”, do Coletivo Acuenda, “Laço de Ouro”, de Garanhuns, “O Dia em que a Morte Sambou”, “Flor da Cana”, com Aguinaldo Roberto.</p>
<p>Ainda no Teatro Alternativo tem “Deslenhar”, do Teatro Miçanga, “O Fantástico Circo Teatro de Um Homem Só”, “Transpassar”, “Yerma Atemporal”, livre adaptação da obra de Federico Garcia Lorca por Simone Figueiredo, “Matilde e Alice”, de Moncho Rodriguez, “E.L.A”, com Jéssica Teixeira e direção de Diego Landim, “Solo para um Sertão Blues”, com direção de Cláudio Lira, “Histórias de um Pano de Roda”, da Cia Brincantes de Circo, “A Doença do Outro”, da Companhia Munguzá de Teatro, e “Orfãs de Dinheiro”, com Inêz Peixoto.</p>
<p>Os espetáculos de Dança do CPC/SESC contam com “Quero Ser Uma Lapinha”, de Kléber Cândido, “Banquete de Amor e Falta”, do Acupe Grupo de Dança, “Esgotamento Contínuo”, com Samira Marana, do Rio de Janeiro, “Bumba Meu Boi Bumbá”, do Grupo Matulão, “Nuvem de Pássaros”, do Movidos Dança, do Rio Grande do Norte e “Cavalo”, da Qualquer Um dos 2 Cia de Dança. O Balé Popular do Recife também está na programação.</p>
<p>Ainda tem “Onde Ele Anda é Outro Céu”, de André Vítor Brandão, “Sodade”, do Panorando Cia, do Maranhão, “Dança Cômica contra Preconceitos”, da dupla cômica Brown e Taw Step Evolution, “Pano que Limpa”, da Compassos Cia de Danças, e o documentário “Danças Negras”, de João Nascimento e Firmino Pitanga, “Caminhos Abertos”, com Orun Santana, João Nascimento e Enoque Santos, “Jogo de Dança”, com Jan Macedo, da Bahia, “Arreia”, com Iara Campos e Íris Campos e “Cinzas ao Solo”, do Gira Dança, do Rio Grande do Norte.</p>
<p>A programação de formação cultural, que está com inscrições abertas no aplicativo GUIA DO FIG e comtempla a Dança, com três oficinas: “Eletron Ancestral”, que tem Alê Carvalho e Baby Johari como facilitadoras, e “Corpo e Confluências” e “Dança Contemporânea – Técnica de Dança e Criança”, ambas com Andrea Anhaia. Já a Gastronomia terá cinco formações, entre elas “Performance Coletiva e Participativa”, de Beth da Mata, “Intervenção Gastronômica – Pistas para o Futuro no Rumo da Ancestralidade”, com Eva Duarte e Vanda Kapinawá.</p>
<p>A programação de Cinema do FIG no CPC/SESC começa na quinta-feira (21), com o filme “Manguebeat”, de Jura Capela, e segue nos demais dias com a segunda temporada de “Giga”, de Taciano Valério e as mostras “A Multiplicidade na Criação Audiovisual – Expondo o Criativo”, de Thayná Almeida; “50 Anos da Animação em Pernambuco”; “1ª Mostra Além-mar de Animação – Edição Pernambuco”, de Kalor Pacheco; e a “Monstra na Tela – Cinema da Mulher da A Zona da Mata no FIG”, organizada por Manu Leite e Thalita Medeiros.</p>
<p>Na Praça da Palavra, o Sesc realiza, do dia 25 ao dia 31, uma série de atividades sobre a Literatura Negra, a partir de obras da brasileira Carolina Maria de Jesus, da moçambicana Paulina Chiziane e da cabo-verdiana Dina Salustió. Vai ter ainda o Recital PoÉtnico, uma etapa do Circuito de Oralidades do Arte da Palavra, um bate-papo com vencedores do Prêmio Sesc de Literatura e o lançamento da Revista Palavra, de Marcelino Freire e Henrique Rodrigues. A programação completa deste espaço está no site do Sesc PE (http://sescpe.org.br).</p>
<p>Ainda na Praça da Palavra, o Sesc vai promover atividades para as crianças, como contação de histórias e recreação, em um stand montado especialmente para a garotada, com acesso gratuito. Além disso, a carreta do Bibliosesc, com centenas de livros e uma série de atividades educativas, vai circular pelos bairros de Garanhuns onde não existem polos para, com isso, colaborar com a descentralização do evento, levando cultura a um número maior de pessoas.</p>
<p>“Para nós do Sesc PE, participar tão ativamente desta edição histórica e comemorativa do Festival de Inverno de Garanhuns é algo extremamente gratificante e só reforça o nosso entendimento de que a cultura é uma importante ferramenta de transformação do indivíduo e da sociedade”, afirma Rudimar Constâncio, gerente regional de Cultura do Sesc PE.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Sesc no 30º FIG (Festival de Inverno de Garanhuns)<br />
De 20 a 31 de julho<br />
Locais: Centro de Produção Cultural, Tecnologias e Negócios do Sesc (Rua Cônego Benigno Lira, s/n, Centro) e Praça da Palavra (Rua Dr. José Mariano, Santo Antônio)<br />
Informações: (87) 3762-3154 ou (87) 99134-3639 (Whatsapp)</p>
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		<title>Em ano difícil, Fundarpe avalia como positiva a retomada dos investimentos na cultura</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Dec 2021 16:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Mesmo num período de dificuldades por conta da Covid-19, a classe artística do Estado recebeu do Governo de Pernambuco um olhar atento às necessidades de um setor que foi economicamente afetado pelas restrições sociais causadas pela pandemia. Ao longo de todo o ano de 2021, em especial no segundo semestre, foram realizadas várias ações promovidas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90098" aria-labelledby="figcaption_attachment_90098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Marcelo-Canuto_Foto-de-PH-ReinauxFundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-90098" alt="PH Reinaux/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/Marcelo-Canuto_Foto-de-PH-ReinauxFundarpe-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente da Fundarpe, Marcelo Canuto faz balanço das ações desenvolvidas ao longo de 2021</p></div>
<p>Mesmo num período de dificuldades por conta da Covid-19, a classe artística do Estado recebeu do Governo de Pernambuco um olhar atento às necessidades de um setor que foi economicamente afetado pelas restrições sociais causadas pela pandemia. Ao longo de todo o ano de 2021, em especial no segundo semestre, foram realizadas várias ações promovidas pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com o objetivo de dar suporte e assistência financeira ao setor cultural, um dos mais prejudicados com a pandemia.</p>
<p>Mais recentemente, com o avanço da vacinação e diminuição dos casos de Covid-19 em Pernambuco, foi promovida uma série de iniciativas em prol da retomada das ações culturais em Pernambuco, com investimentos em diversos municípios do Estado e a realização de atividades nos equipamentos culturais, fomentando manifestações artísticas ligadas à cultura popular e a grupos e artistas ligados aos ciclos do Carnaval e São João. Somando apenas os investimentos na cadeia produtiva do setor, a Fundarpe investiu R$ 48,7 milhões em 2021. Se forem incluídos os gastos com custeio (custos de manutenção dos equipamentos e folha salarial, entre outros), chega-se a R$ 70 milhões executados este ano.</p>
<p><em>“Após a fase mais aguda da pandemia, a Fundarpe retomou gradativamente as atividades culturais tendo como foco as manifestações da cultura popular pernambucana e na cena artística local, a descentralização das atividades e o respeito às exigências de controle sanitário por parte do Governo de Pernambuco”</em>, comenta Marcelo Canuto, presidente da Fundarpe.</p>
<p><em>“O ano foi proveitoso em relação à preservação do patrimônio, com a aprovação de três manifestações como Patrimônios Culturais Imateriais do Brasil, título concedido pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional): o Repente, a Ciranda do Nordeste e as Matrizes de Forró. Agora Pernambuco conta com 14 das 52 manifestações culturais registradas pelo Iphan, o que destaca a força cultural daqui”</em>, ressalta Canuto.</p>
<p><em>“Também tivemos a titulação dos vencedores da 16ª edição do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE) durante a 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. O edital do RPV-PE passará a contar anualmente, a partir de 2022, com dez bolsas vitalícias (que correspondem a R$ 1.600,00 para pessoa física e R$ 3.200,00 para grupos) voltadas para mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana”</em>, celebra Canuto.</p>
<p>“O Governo, por meio da Fundarpe, promoveu ainda auxílios emergenciais para artistas e grupos do Ciclo Carnavalesco e do Ciclo Junino, somando mais de R$ 5,5 milhões em investimentos diretamente na ponta. Além disso, tivemos cinco editais do Funcultura (Audiovisual, com dois; Geral; Música e Microprojeto Cultural), totalizando R$ 37 milhões em investimentos na cadeia produtiva do Estado”, destaca Canuto.</p>
<p>Outra importante iniciativa foi a premiação de dois editais para a cadeia produtiva da cultura em Pernambuco, o 5º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia (categorias Teatro Adulto; de Animação; para Infância; Mestres/Mestras; e Grupos/Comunidades), com R$ 150 mil em premiações, e o 6º Prêmio Ayrton de Almeida de Carvalho de Preservação Cultural, com as categorias: Formação (Ações Educativas); Promoção e Difusão; e Acervos Documentais e Memória Cultural, totalizando R$ 90 mil.</p>
<p>Confira abaixo mais detalhes:</p>
<p><strong>RETOMA CULTURA -</strong> A retomada se deu a partir de várias iniciativas realizadas a partir de novembro, como o Natal das Tradições, distribuído em 12 municípios do Estado, e que tem o objetivo de prestar um apoio e fomento às tradições da cultura popular para a comemoração do Natal.</p>
<p>A Fundarpe também apoiou programações tradicionais em todas as regiões pernambucanas, como o Balaio Cultural (Sertão), Sambada de Pontezinha (RMR), 21º Encontro de Coco (RMR), 42º Festival de Violeiros de Gravatá (Agreste), Festival Viva Gonzagão, em Exu (Sertão), entre outros.</p>
<p>Outro evento importante realizado na semana passada foi o I Encontro das Cirandas de Pernambuco, na Casa da Cultura, reunindo mais de 35 grupos e dezenas de mestres ligados à manifestação. Aproveitando a oportunidade, houve a celebração e entrega do título de Patrimônio Cultural Imaterial oferecido pelo Iphan.</p>
<p>Em relação aos equipamentos culturais, a retomada se deu de forma gradativa, inicialmente com a reabertura dos espaços em julho deste ano, tendo o Museu do Estado de Pernambuco (Mepe) e a Torre Malakoff como espaços que reabriram com exposições, e o Teatro Arraial Ariano Suassuna com espetáculos teatrais.</p>
<p><em>“Ainda nos nossos equipamentos culturais, neste mês de dezembro contratamos 38 atrações locais para se apresentarem no palco do Som na Rural instalado na Estação Central Capiba / Museu do Trem, no Museu do Estado de Pernambuco e na Casa da Cultura”</em>, ressalta o presidente da Fundarpe. Como destaques, a iniciativa contou com apresentações de Cavalo Marinho Boi Pintado, Afoxé Ogbon Obá, Flaira Ferro, Gabi da Pele Preta, Beto do Bandolim, Bia Villa-Chan, Ciel Santos, Mestre Anderson Miguel, Beto Hortis, entre outros nomes.</p>
<p><strong>FENEARTE -</strong> A participação da Fundarpe na 21ª Fenearte merece atenção especial. No evento que registrou cerca de 180 mil visitantes em seus dez dias de realização, a Fundação preparou uma programação cultural diversa com 50 artistas locais, representantes da cultura popular do Estado, além de oferecer ao público um espaço na feira para contar a história dos nossos Patrimônios Vivos.</p>
<p><em>“Todas as nossas ações culturais seguiram os protocolos de vigilância sanitária exigidos pelo Governo do Estado para que cada evento acontecesse com total segurança, como a solicitação do comprovante de vacinação completo e uso de máscaras, resguardando todos os que se fizeram presentes”</em>, avalia Canuto.</p>
<p><strong>EDITAL EMERGENCIAL DO CARNAVAL -</strong> No dia 30 de abril de 2021, foram pagos 494 auxílios emergenciais para artistas e grupos do Ciclo Carnavalesco de Pernambuco, promovido pelo Governo do Estado. O investimento foi de R$ 2,6 milhões do Tesouro Estadual. Neste edital foram contemplados artistas e grupos ligados ao ciclo carnavalesco, divididos nas categorias Cultura Popular (308), Dança (9) e Música (176).</p>
<p>“Esse auxílio promovido pelo Governo de Pernambuco atendeu prioritariamente as manifestações típicas do Ciclo Carnavalesco, como grupos de afoxé, blocos líricos, bois, caboclinhos, cavalo marinho, cirandas, clubes de alegorias, coco, escolas de samba, maracatus, tribos, troças, ursos, entre outros”, conta Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>EDITAL EMERGENCIAL JUNINO -</strong> Artistas e grupos que se apresentaram no Ciclo Junino de 2019 receberam um auxílio emergencial, promovido pelo Governo de Pernambuco. “Ao todo, 387 proponentes pernambucanos foram contemplados pelo auxílio que visava beneficiar artistas e grupos culturais da tradição junina de todo o Estado, impedidos de promover suas atividades por conta da pandemia da Covid-19”, explica o presidente da Fundarpe.</p>
<p>Foram distribuídos mais de R$ 2,9 milhões de recursos do Tesouro Estadual no Auxílio Emergencial do Ciclo Junino de Pernambuco. As propostas aprovadas no edital estavam divididas nas categorias: Cultura Popular, Dança e Música. Os valores, pagos em parcela única, variaram do piso de R$ 3 mil ao teto de R$ 15 mil &#8211; de acordo com o edital, o valor do Auxílio Emergencial Ciclo Junino de Pernambuco correspondeu a 60% do último cachê recebido pelo artista ou grupo cultural, por meio de contratação realizada pela Fundarpe ou Empetur nos Ciclos Juninos. Os artistas e grupos selecionados representam 56 municípios pernambucanos, cobrindo todas as regiões do Estado.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO IMATERIAL -</strong> Este ano, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Iphan) aprovou o registro de três bens: o Repente; a Ciranda do Nordeste; e as Matrizes de Forró, bem como também aprovou a revalidação do Frevo e da Feira de Caruaru.</p>
<p>Com o registro, o Repente, a Ciranda do Nordeste e as Matrizes de Forró ficam inscritas no Livro das Formas de Expressão e têm garantido o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda de um conjunto de bens culturais, saberes, fazeres e formas de expressão que representa.</p>
<p>Pernambuco agora soma 14 bens imateriais registrados dentre os 52 titulados pelo Iphan: Baianas de Acarajé, Feira de Caruaru, Frevo, Roda de Capoeira, Mestres de Capoeira, Maracatu Nação, Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Teatro de Bonecos Popular do Nordeste – Mamulengos, Caboclinho e Literatura de Cordel, Ciranda do Nordeste, Repente e Matrizes do Forró.</p>
<p><em>“As informações referentes às recomendações de salvaguarda dos bens registrados, como melhoramento de sede, espaços para apresentação, oficinas, entre outras ações que o fortaleçam, estão contidas nos inventários. Isto é um instrumento que o Estado, e os próprios grupos, possuem a partir de agora para trabalhar pela permanência e fortalecimento dos grupos”</em>, afirma o presidente da Fundarpe.</p>
<p>No caso da Ciranda do Nordeste, o pedido para registro no Iphan foi feito por meio da Secult-PE e Fundarpe, órgãos responsáveis, respectivamente, pela solicitação formal e pela produção do Inventário Nacional de Referências Culturais (INRC).</p>
<p>No âmbito estadual, este ano, a Fundarpe encaminhou o pedido de abertura de registro no Estado de alguns bens imateriais, tais como: Renda Renascença; Bandas de Pífano; Trezena de Santo Antônio de Garanhuns; Matrizes do Forró; (bem registrado por conta do registro nacional); Festa de Nossa Senhora do Morro da Conceição; Bandas Filarmônicas de Pernambuco; Bonecos Gigantes de Belém de São Francisco &#8211; Zé Pereira e Vitalina; e Festa de Nossa Senhora do Carmo.</p>
<p><em>“Este reconhecimento a nível estadual faz parte da política do Governo de Pernambuco, regulamentada por Lei, em 2018, com o objetivo de proteger e preservar nossos bens culturais por meio do Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, uma legislação bastante parecida com a estabelecida por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan), a nível federal”</em>, reforça Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>PATRIMÔNIO VIVO -</strong> O Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco (RPV-PE) chegou em 2021 à sua 16ª edição e, em agosto desde ano, a Fundarpe anunciou os seis novos selecionados no concurso anual de Registro de Patrimônios Vivos de Pernambuco. Os escolhidos receberão diploma com o título de “Patrimônios Vivos de Pernambuco” e bolsa mensal vitalícia no valor de R$ 1.600,00 (no caso de pessoa física) e R$ 3.200,00 (quando for grupo, entidade, agremiação ou associação).</p>
<p>Dentre os mais de 90 candidatos inscritos no certame, foram selecionados em 2021: Mestre Luiz Antônio (Barro – Caruaru), Maria Jacinta Sampaio da Silva (Mestra de Reisado – Santa Maria da Boa Vista), Marliete Rodrigues (Barro – Caruaru), Velho Xaveco (Pastoril – Recife), Mãe Beth de Oxum (Coco – Olinda), Caboclinho União 7 Flexas (Goiana). Desde sua criação, 75 Patrimônios Vivos foram registrados.</p>
<p>Outro destaque neste ano foi o aumento do número de bolsas anuais concedidas aos mestres, mestras e grupos da cultura popular pernambucana, por meio do edital do Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco, que foi ampliado de seis para dez em 2022. A mudança faz parte da Lei 17.489/2021, de autoria do Governo de Pernambuco e aprovada pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) em novembro deste ano.</p>
<p><em>“Este momento é importante pois vemos a expansão dessa política pública em reconhecimento aos mestres da cultura popular e tradicional. O Registro do Patrimônio Vivo é um marco na história de Pernambuco e reafirma nosso compromisso com a salvaguarda dos saberes e fazeres da cultura popular e tradicional, evidenciando os grupos, mestres e mestras na transmissão geracional, e na vivência das comunidades que mantêm vivas as tradições da cultura pernambucana”</em>, celebra Marcelo Canuto.</p>
<p>O anúncio do Projeto de Lei 17.489/2021 foi feito este ano pelo governador Paulo Câmara no Dia Nacional do Patrimônio, celebrado no dia 17 de agosto, durante a programação da 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco.</p>
<p>Também em agosto deste ano, a Universidade de Pernambuco (UPE) promoveu a inédita entrega dos títulos de Notório Saber em Cultura Popular a mestres e mestras pernambucanos. Dos 25 contemplados, 21 também detém o título de Patrimônio Vivo, concedido pela Fundarpe. Os contemplados com o título são de áreas diversas de expressão como artesanato, música, dança, poesia, teatro, luta corporal, doçaria, saúde e educação.</p>
<p><strong>PREMIAÇÕES -</strong> O 6° Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho de Preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco (Nas categorias Formação, Acervos Documentais e Memória Cultural e Promoção e Difusão), capitaneado pela Fundarpe, teve processo de inscrições 100% digital e contou com 67 inscrições de 35 municípios pernambucanos. Ao todo, a iniciativa distribuiu R$ 90 mil entre os projetos vencedores.</p>
<p>Já em novembro deste ano foi anunciado o resultado do 5º Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia. Ao todo, foram selecionados 18 premiados nas categorias Teatro Adulto; de Animação; para Infância; Mestres/Mestras; e Grupos/Comunidades. As premiações variam entre R$ 5 mil e R$ 15 mil.</p>
<p><em>“Com estes prêmios contribuímos para o fortalecimento da cena teatral no Estado, além de cuidar dos mais antigos, os mestres e mestras que formam a base da nossa Cultura e são nosso patrimônio maior. Pernambuco mantém o compromisso com a valorização da expressão cultural, oferecendo não apenas visibilidade, mas incentivo financeiro para que a arte seja colocada em prática”</em>, disse o presidente da Fundarpe.</p>
<p><strong>SEMANA DO PATRIMÔNIO -</strong> A 14ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco promoveu importantes encontros sobre a salvaguarda dos patrimônios materiais e imateriais de Pernambuco, com forte presença de gestores municipais, produtores culturais ligados ao Funcultura, professores da rede pública, pesquisadores e público interessados no assunto. O evento ocorreu entre os dias 16 e 24 de agosto e permanece disponível no canal <strong><a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank">www.youtube.com/secultpe</a></strong> para consulta.</p>
<p>A iniciativa, realizada pela Fundarpe e Secult-PE, trouxe este ano o tema “Estações do Patrimônio: Redes, Memórias e Afetos”. Por conta da pandemia, pela segunda vez a programação da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco teve todas as suas ações transmitidas nos canais da Secult-PE e Fundarpe no Youtube.</p>
<p><em>“A grande audiência que o evento teve mostra como a Semana do Patrimônio, mesmo diante dessa adversidade que a pandemia tem nos proporcionado, segue sendo um dos eventos mais importantes do calendário estadual voltados para a preservação do patrimônio. É importante destacar a ativa participação do Conselho de Preservação tanto antes, na articulação, quanto durante as atividades do evento”</em>, conta Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>FUNCULTURA 2021 -</strong> <em>“Vale destacar que, em 2021, a Secult-PE e a Fundarpe lançaram os editais do Microprojeto Cultural, Funcultura da Música, Funcultura Audiovisual e Funcultura Geral, totalizando cerca de R$ 37 milhões em investimentos na cadeia produtiva do Estado”</em>, pontua o gestor. Na última quarta-feira, dia 22 de dezembro, o resultado do Funcultura Geral foi divulgado.</p>
<p>Os editais do Funcultura da Audiovisual, da Música e Microprojeto Cultural já tiveram seus resultados divulgados este ano. O Funcultura Geral 2020-2021 teve seu resultado final divulgado ontem e conta com investimentos de R$ 15,68 milhões para incentivar projetos das seguintes linguagens culturais: Artes Integradas, Artes Plásticas, Artes Gráficas e Congêneres, Artesanato, Circo, Cultura Popular e Tradicional, Dança, Design e Moda, Fotografia, Gastronomia, Literatura, Ópera, Patrimônio, Teatro, Formação e Capacitação e Pesquisa Cultural.</p>
<p>Na sua terceira edição, o Microprojeto Cultural foi voltado para iniciativas de indivíduos, grupos e coletivos, formados por jovens de baixa renda entre 18 e 29 anos, principalmente de cidades com baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M). O investimento foi de R$ 640 mil, com um limite de R$ 15 mil para cada projeto.</p>
<p>Os editais do Funcultura Audiovisual contaram com R$ 14,28 milhões de recursos do Governo de Pernambuco e de um aporte da Ancine, fruto de uma articulação entre as duas partes. O valor foi destinado para os projetos aprovados em várias categorias, como longa-metragem (produção e finalização) e produtos para televisão (obra seriada documental, obra seriada ficção, obra seriada animação, telefilme documental e telefilme ficção ou animação). Outras categorias ligadas ao Funcultura Audiovisual são: curta-metragem, games, difusão, formação, desenvolvimento do cineclubismo, Revelando os Pernambucos, pesquisa e preservação, desenvolvimento de longa-metragem, desenvolvimento de produtos para TV, obra seriada de curta duração, finalização e distribuição de longa-metragem e websérie/webcanal.</p>
<p>Com R$ 4,16 milhões para diversas categorias do segmento, o 5º Edital do Funcultura da Música 2020/2021 disponibilizou o montante de: Circulação (R$ 920 mil), Festivais (R$ 750 mil), Gravação (R$ 650 mil), Produtos e Conteúdos (R$ 335 mil), Economia da Cultura (R$ 150 mil) e Manutenção de Bandas de Música (Filarmônicas), Escolas de Bandas de Música e Corais (R$ 250 mil).</p>
<p><strong>DIGITALIZAÇÃO DO FUNCULTURA -</strong> No primeiro ano da digitalização do Funcultura, por meio da Plataforma Prosas (<a href="www.cultura.pe.gov.br/editais-prosas" target="_blank"><strong>www.cultura.pe.gov.br/editais-prosas</strong></a>), os cinco editais lançados pela Secult-PE e Fundarpe tiveram um expressivo aumento no número de inscrições. “Os números mostram o acerto na digitalização por meio da plataforma Prosas. Ao todo, foram 3.404 propostas inscritas, com destaque para o 5º Funcultura da Música, que contou com um total de 855 inscrições, um aumento de 258% em relação ao ano anterior”, destaca Canuto.</p>
<p>Os outros editais 2020-2021 também alcançaram números expressivos no registro das inscrições, como o Microprojeto Cultural, com 274 (crescimento de 112%); e Funcultura Geral, com 1.607 (97% de ampliação). No caso do Funcultura Audiovisual, o aumento foi de 14%, com 668 propostas.</p>
<p><strong>DIÁLOGO COM A SOCIEDADE CIVIL -</strong> Os Conselhos Estaduais de Cultura (Consultivo do Audiovisual, de Preservação do Patrimônio Cultural, de Política Cultural, além da Comissão Deliberativa do Funcultura) mantêm-se ativos e atuantes, com reuniões on-line e abertas. Em julho deste ano, a Fundarpe &#8211; junto à Secult-PE -empossou, os novos membros do Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC/PE). Eleitos por meio de um processo democrático e transparente, que contou com a participação de 501 eleitores durante todo o mês de maio, os 40 conselheiros da sociedade civil (20 titulares e 20 suplentes) representam os mais diversos segmentos culturais do Estado e vão atuar no biênio 2021-2023.</p>
<p>Além dos conselhos, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe abriram canais de diálogo, com e-mail e telefones de diversas gerências, para o atendimento aos artistas e produtores da cultura, que nos procuram com dúvidas, esclarecimentos e sugestões. Todos os contatos estão na primeira página do Portal Cultura.PE (<strong><a href="www.cultura.pe.gov.br" target="_blank">www.cultura.pe.gov.br</a></strong>).</p>
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		<title>Secult-PE lança pesquisa para acompanhar execução da Lei Aldir Blanc nas cidades pernambucanas</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 13:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com objetivo de promover um levantamento sobre a execução da Lei Aldir Blanc (LAB) nas cidades pernambucanas, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) lança, nesta quarta-feira (1º de setembro), uma pesquisa para acompanhar e monitorar as ações promovidas pelas gestões municipais de cultura nos últimos meses, por meio dos recursos previstos na lei. Além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_82696" aria-labelledby="figcaption_attachment_82696" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/mão-no-teclado-de-computador-para-o-fundo-do-conceito-do-negócio-70278995.jpg"><img class="size-medium wp-image-82696" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/mão-no-teclado-de-computador-para-o-fundo-do-conceito-do-negócio-70278995-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A pesquisa pode ser respondida virtualmente</p></div>
<p>Com objetivo de promover um levantamento sobre a execução da Lei Aldir Blanc (LAB) nas cidades pernambucanas, a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) lança, nesta quarta-feira (1º de setembro), uma pesquisa para acompanhar e monitorar as ações promovidas pelas gestões municipais de cultura nos últimos meses, por meio dos recursos previstos na lei. Além de levantar os dados, a ideia da consulta é planejar as próximas atividades de suporte que a Secult-PE oferecerá à rede de gestores envolvidos nesta nova fase da LAB no Estado. Para participar, basta preencher o formulário disponível em: <a href="https://bityli.com/fJZBs" target="_blank"><strong>bityli.com/fJZBs</strong></a>. O questionário pode ser respondido até o próximo dia 8 de setembro (quarta-feira).</p>
<p><em>&#8220;Por se tratar de uma avaliação institucional, é recomendável que as respostas do questionário sejam dadas pelo gestor ou a pessoa responsável pela execução da LAB na cidade&#8221;</em>, frisa Agricélia Genuíno, que compõe a equipe da Coordenação de Apoio aos Municípios da LAB-PE, vinculada à Gerência de Territorialidade e Equipamentos Culturais da Secult-PE. Segundo ela, a pesquisa é um dos desdobramentos dos encontros semanais que a Secult-PE promove com os gestores municipais de todas as regiões do Estado. <em>&#8220;A Lei Aldir Blanc proporcionou-nos uma organização sistemática e bem atuante junto às cidades pernambucanas. A partir dos encontros que realizamos duas vezes por semana, construímos uma rede potente de gestores que se articulam em torno do aprendizado mútuo e proposições assertivas&#8221;</em>, complementa.</p>
<p><strong>ORÇAMENTO -</strong> Em Pernambuco, as cidades contarão com um orçamento de mais de R$ 26 milhões para empregar na nova fase da LAB. O saldo é remanescente da liberação ocorrida no ano passado, na primeira fase da Lei Aldir Blanc. De acordo com um levantamento da Coordenação de Apoio aos Municípios da LAB-PE, a Região Metropolitana (14 municípios) conta com R$ 14.688.684,00; a Zona da Mata (41 municípios), com R$ 2.927.059,00; o Agreste (69 municípios), com R$ 5.087.046,00; e o Sertão (56 municípios), com R$ 3.368.869,00.</p>
<p>Os recursos poderão ser empregados no (inciso II) subsídio aos espaços e às organizações; e (inciso III) editais, chamadas públicas e prêmios para propostas realizadas e transmitidas, preferencialmente, em meios digitais e on-line.<em> &#8220;Cada cidade tem autonomia para definir como os recursos serão utilizados. O nosso papel é apoiar as iniciativas e indicar os melhores caminhos para executar as ações&#8221;</em>, diz Priscilla Marques, gerente de Territorialidade e Equipamentos Culturais da Secult-PE.</p>
<p>Além desse valor, os artistas, grupos, coletivos, cooperativas e demais entidades pernambucanas ligadas à cultura pernambucana poderão contar ainda com aproximadamente R$ 26,5 milhões dos recursos da Lei Aldir Blanc, que serão executados pelo Governo do Estado, por meio da Secult-PE. O orçamento será aplicado no inciso III (editais, chamadas públicas, prêmios, aquisição de bens e serviços vinculados ao setor cultural).</p>
<p><strong>PANORAMA -</strong> Promulgada em junho de 2020, a Lei Aldir Blanc foi elaborada pelo Congresso Nacional com a finalidade de atender ao setor cultural do Brasil, fortemente afetado com as medidas restritivas de isolamento social impostas em razão da pandemia de Covid-19. Ao todo, foram destinados R$ 3 bilhões diretamente para todos os Estados e municípios da Federação.</p>
<p>Com a decisão do Congresso Nacional de prorrogar os efeitos da lei para 2021, ficam garantidos para a classe cultural do País cerca de R$ 770 milhões para fomentar projetos artísticos de todos os segmentos, dando suporte financeiro para milhares de profissionais e artistas do setor.</p>
<p><strong>CANAL PERMANENTE DE DIÁLOGO -</strong> Criados em agosto de 2020, pela Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), os Encontros LAB-PE firmaram-se como uma das principais ferramentas de diálogo, atendimento e suporte às cidades pernambucanas em relação às ações de execução da Lei Aldir Blanc no Estado, nos últimos meses. Com a realização de mais de 60 atendimentos virtuais, a iniciativa reúne semanalmente dirigentes e gestores de cultura municipais para tirar dúvidas, apresentar soluções e indicar caminhos que otimizem a atuação deles frente ao repasse dos recursos da Lei Aldir Blanc aos espaços culturais (inciso II) e beneficiários dos editais (inciso III), designados pela legislação como competência dos municípios.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Pesquisa com os Gestores Municipais de Cultura<br />
Formulário disponível em: <a href="https://bityli.com/fJZBs" target="_blank"><strong>bityli.com/fJZBs</strong></a><br />
O questionário pode ser respondido até o próximo dia 8 de setembro (quarta-feira)</p>
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		<item>
		<title>Museus do Recife celebram na internet a Semana do Patrimônio Cultural</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2020 21:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo com expedientes presenciais cessados pela pandemia, dois museus geridos pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, prepararam uma programação inspirada para preencher o oco da pandemia com sentidos e conteúdos históricos, engajando-se na Semana Nacional do Patrimônio Cultural, que começa nesta segunda-feira (17) [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_34557" aria-labelledby="figcaption_attachment_34557" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Andrea Rêgo Barros/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Paco-do-Frevo-Foto-Andrea-Rego-Barros-divulgacao.jpg"><img class="size-medium wp-image-34557" alt="Andrea Rêgo Barros/divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Paco-do-Frevo-Foto-Andrea-Rego-Barros-divulgacao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programação preparada pelo Paço do Frevo e Museu da Cidade contará com discussões, quiz e até premiação para semear conteúdos históricos</p></div>
<p>Mesmo com expedientes presenciais cessados pela pandemia, dois museus geridos pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife, prepararam uma programação inspirada para preencher o oco da pandemia com sentidos e conteúdos históricos, engajando-se na Semana Nacional do Patrimônio Cultural, que começa nesta segunda-feira (17) em todo o país, convidando a atividades virtuais, reflexões e discussões sobre o povo que somos, de onde viemos e como pretendemos continuar a escrever essa história, a partir dos equipamentos culturais que nos foram legados.</p>
<p>Repetindo o bem sucedido formato de interação e programação virtual experimentado no início do mês, nas celebrações a Burle Marx e sua obra verde, O Museu da Cidade do Recife promoverá mais um desafio de perguntas para seus seguidores do Instagram (<a href="https://www.instagram.com/museudacidadedorecife/" target="_blank"><strong>@museudacidadedorecife</strong></a>). Desta vez, serão 10 perguntas relacionadas ao patrimônio material e imaterial do Recife, que serão publicadas no stories do Museu na próxima quinta-feira (20). Quem acertar todas as respostas participará de um sorteio para ganhar um presente especial: o catálogo “Imagens do Recife &#8211; Ruas”, organizado por Josivan Rodrigues, que traz belas imagens da capital pernambucana registradas no século XX, muitas delas datadas da década de 40. As imagens possuem formato de postal e são destacáveis.</p>
<p>As perguntas foram elaboradas pelo historiador do MCR Sandro Vasconcelos, para quem a ação intensifica a missão do museu, de construir possibilidades para reflexão sobre a memória, a história e o desenvolvimento do Recife, sempre buscando a preservação e valorização dos seus patrimônios, a educação patrimonial e a pesquisa, e sensibilizando a população sobre a importância de respeitar e proteger nosso patrimônio.</p>
<p>O Paço do Frevo, Centro de Referência na salvaguarda do Patrimônio Imaterial mantido pela Prefeitura do Recife, também está engajado nas celebrações nacionais ao Patrimônio, com uma série de ações voltadas a estimular reflexões e atitudes frente aos desafios vivenciados no cotidiano patrimonial. Reconhecendo a importância de se prospectar pensamentos e ações que interliguem patrimônios locais a pautas e engajamentos globais, o Paço do Frevo promoverá, nesta terça (18), o web encontro <strong>“Conversa Virtual: Projetos Culturais e a Agenda 2030”</strong>, às 14h.</p>
<p>A programação é resultado de uma parceria com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Observatório de Políticas de Comunicação e Cultura (POLOBS) da Universidade do Minho, em Portugal, através do projeto transnacional “Cultura e Desenvolvimento: Projetos culturais e a Agenda 2030” idealizado e implementado pelo POLOBS.</p>
<p>Para discutir temas como a Agenda 2030, os desdobramentos do desenvolvimento sustentável aclamado pela ONU para o fazer cultural no Brasil, além das práticas patrimoniais nacionais e locais, participarão do debate Vanessa Marinho, mestre em história e coordenadora de conteúdo do Paço do Frevo; o etnomusicólogo, pesquisador e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Carlos Sandroni; e o pesquisador e coordenador do Observatório de Políticas de Comunicação e Cultura (POLOBS) da Universidade do Minho em Portugal, Manuel Gama.</p>
<p><strong>SEMANA DO PATRIMÔNIO -</strong> Instituído no ano de 1998, o Dia Nacional do Patrimônio Cultural é celebrado em 17 de agosto, em homenagem ao nascimento do historiador e jornalista mineiro Rodrigo Melo Franco de Andrade, que foi um dos fundadores e o primeiro presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).</p>
<p>A data celebra o conjunto de bens materiais e imateriais considerado de extrema importância para a história, a memória e a identidade de um povo e a sua cultura. Entender e respeitar o patrimônio cultural em todas as suas manifestações e diversidade é o mesmo que compreender a importância da cultura para a sociedade e a formação de seus elementos identitários.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<strong>Museu da Cidade</strong><br />
Desafio no Instagram <a href="https://www.instagram.com/museudacidadedorecife/" target="_blank"><strong>@museudacidadedorecife</strong></a><br />
Sexta-feira, 21 de agosto</p>
<p><strong>Paço do Frevo</strong><br />
Conversa Virtual: Projetos Culturais e a Agenda 2030<br />
Terça-feira, 18 de agosto, às 14h</p>
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		<item>
		<title>Dez ações pernambucanas são finalistas do 33º Prêmio Rodrigo Melo Franco</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 22:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pernambuco fez bonito nesta 33ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade e vai concorrer à final com dez ações: Atividade Permanente da Sala Imbalança &#8211; Centro Cultural Cais do Sertão (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); Festival Boi Voador (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); Hora do Frevo (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); Memória é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78061" aria-labelledby="figcaption_attachment_78061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Acervo_MovimentoCanavial-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-78061" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/Acervo_MovimentoCanavial-1-607x341.jpeg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O Movimento Canavial é uma das ações pernambucanas que estão concorrendo à final</p></div>
<p>Pernambuco fez bonito nesta <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/inscricoes-para-o-premio-rodrigo-melo-franco-de-andrade-vao-ate-18-de-maio/" target="_blank"><strong>33ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade</strong></a> e vai concorrer à final com dez ações:<strong> Atividade Permanente da Sala Imbalança &#8211; Centro Cultural Cais do Sertão</strong> (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); <strong>Festival Boi Voador</strong> (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); <strong>Hora do Frevo</strong> (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); <strong>Memória é Nosso Forte</strong> (Categoria 1 -Patrimônio Material); <strong>Movimento Canavial</strong> (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); <strong>Patrimônio, por Eles Mesmos &#8211; Canal Babau e o registro de Salvaguarda do Mamulengo de Pernambuco &#8211; Patrimônio do Brasil</strong> (Categoria 2 &#8211; Patrimônio Imaterial); <strong>Projeto Pátio Criativo</strong> (Categoria 1 &#8211; Patrimônio Material); <strong>Projeto Serra das Russas &#8211; Pernambuco</strong> (Categoria 1 &#8211; Patrimônio Material);<strong> QR CODE: a tecnologia a favor da difusão do patrimônio cultural do Recife</strong> (Categoria 1 &#8211; Patrimônio Material); <strong>Recife Exchange Holland: Ilha de Todos. Conservação Urbana do Patrimônio Cultural na Ilha de Antônio Vaz &#8211; Recife</strong> (Categoria 1 &#8211; Patrimônio Material).</p>
<p>Considerado como a maior premiação nacional no campo do patrimônio cultural, o Prêmio Rodrigo de Melo Franco é promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 1987, e tem como objetivo valorizar aqueles que atuam em favor da preservação dos bens culturais do país. Os finalistas de cada estado foram anunciados nesta última quarta-feira (12) e, além das dez iniciativas pernambucanas, estão na corrida para a final 111 participantes que atuam em todo o país. Confira <a href="http://portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Resultado%20da%20etapa%20estadual%20-%20Pr%C3%AAmio%20Rodrigo.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a lista com todos os candidatos.</p>
<p>Em 2020, com a inovação das inscrições online, houve um recorde de inscrições, com 515 ações participantes. Desde que passou a contemplar ações externas ao Iphan, em 1994, já são 175 vencedores em todo o país. Agora, na etapa nacional, serão selecionadas 12 ações no campo do Patrimônio Cultural Brasileiro. Cada premiado receberá o valor de R$ 20 mil.</p>
<p>As ações finalistas foram selecionadas pelas Comissões Estaduais, compostas por representantes das diferentes áreas culturais de cada Estado, presidida pelo superintendente. Essas ações serão analisadas pela Comissão Nacional de Avaliação, formada pela presidência do Iphan e por 21 jurados que atuam nas áreas de preservação ou salvaguarda do Patrimônio Cultural. A reunião da Comissão Nacional de Avaliação, que ainda está sem data definida, deverá ser realizada virtualmente, em função da pandemia do novo coronavírus. O resultado final do concurso deverá ser divulgado até o dia 30 de agosto de 2020, no site do <a href="http://portal.iphan.gov.br/" target="_blank"><strong>Iphan</strong></a>. Para saber mais, acesse: <strong><a href="http://portal.iphan.gov.br/premiorodrigo">portal.iphan.gov.br/premiorodrigo</a></strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>33º Prêmio Rodrigo Melo Franco</strong></span><br />
Reconhecido mundialmente pela sua diversidade cultural, o Brasil é um país que condensa a influência de vários grupos na formação de uma identidade nacional. Por isso, o edital da 33ª edição do Prêmio Rodrigo trouxe novos segmentos na premiação, visando a atender a uma maior gama de ações que já acontecem em todo o território nacional. Nessa edição, o Prêmio Rodrigo traz duas grandes categorias:</p>
<p><strong>Categoria 1 &#8211; Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Material</strong><br />
<strong>Categoria 2 &#8211; Iniciativas de excelência no campo do Patrimônio Cultural Imaterial</strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">SEMANA DO PATRIMÔNIO CULTURAL DE PERNAMBUCO VENCEU A 31ª EDIÇÃO</span><br />
</strong>Criada em 2008, pela Secult-PE/Fundarpe, a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco recebeu a <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/patrimonio/fundarpe-recebe-o-31o-premio-rodrigo-melo-franco-de-andrade-no-para/" target="_blank"><strong>31ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade</strong></a>, na Categoria 2 &#8211; Iniciativas de Excelência no campo do Patrimônio Cultural Imaterial.</p>
<p>Instituída para ampliar o diálogo entre a instituição e a sociedade, com foco na temática da preservação do patrimônio cultural do Estado, a iniciativa é realizada há 11 anos e, dentre os objetivos, visa promover a preservação e valorização das tradições e conhecimentos dos municípios pernambucanos envolvidos na ação, que acontece anualmente em agosto.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Secretaria de Cultura e Fundarpe fazem balanço de 2019</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secretaria-de-cultura-e-fundarpe-fazem-balanco-de-2019/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Dec 2019 19:28:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diálogo permanente com os fazedores de cultura, com as organizações do terceiro setor, com instituições internacionais e com os representantes eleitos pelos Conselhos de Cultura. Compromisso com manutenção dos planos, projetos e ações de Cultura, mesmo em cenário nacional adverso. Consolidação de projetos, festivais e ações, além da garantia e do fortalecimento da principal ferramenta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74224" aria-labelledby="figcaption_attachment_74224" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/gestores-secult-pe-fundarpe-foto-fernando-figueiroa.jpg"><img class="size-medium wp-image-74224" alt="Fernando Figueirôa/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/gestores-secult-pe-fundarpe-foto-fernando-figueiroa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apesar da adversidade econômica, novas parcerias, diálogo permanente entre a sociedade civil e o poder público e a manutenção dos planos, projetos e ações culturais garantiram um ano exitoso à cultura pernambucana</p></div>
<p>Diálogo permanente com os fazedores de cultura, com as organizações do terceiro setor, com instituições internacionais e com os representantes eleitos pelos Conselhos de Cultura. Compromisso com manutenção dos planos, projetos e ações de Cultura, mesmo em cenário nacional adverso. Consolidação de projetos, festivais e ações, além da garantia e do fortalecimento da principal ferramenta de fomento à cultura do Estado, o Funcultura. Essas foram a tônica da gestão pública da Cultura de Pernambuco em 2019. Confira abaixo alguns marcos da Cultura neste último ano de 2019 e <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/RETROSPECTIVA-2019.docx" target="_blank">aqui</a> </strong>uma retrospectiva completa:</p>
<p><strong>Ciclos festivos</strong><br />
Apesar de toda a dificuldade, gerada sobretudo pelo desmonte da política de cultura em nível nacional, houve em Pernambuco a manutenção de todas as ações: foram realizados os quatro ciclos: Carnaval, Semana Santa, São João e Natal. O FIG realizou uma das maiores edições de todos os tempos, com repercussão na mídia nacional; Tivemos ainda o Festival de Cinema de Triunfo, em agosto; o FestCine, em novembro. Dois importantes festivais que dinamizam o audiovisual de Pernambuco, que é uma referência nacional.</p>
<p><strong>Audiovisual pernambuco</strong><br />
É importante destacar o compromisso do Governo de Pernambuco que, frente ao impasse criado pela Ancine (que não liberou os R$ 15 milhões que desde 2014 incrementava o edital do Audiovisual) lançou em dezembro deste ano dois editais do Funcultura do Audiovisual. Em 2020 serão 18.560 milhões divididos igualmente em dois editais. Um que irá contemplar apenas projetos de Longa Metragem e Produtos para TV, e outro com os demais segmentos. Estes dois editais, somados aos editais de Música, Geral e do Microprojeto Cultural representarão um incentivo, por parte do Governo de Pernambuco, de R$ 41 milhões.</p>
<p><strong>Prêmios para as artes</strong><br />
Além dos Ciclos Festivos e do Funcultura, já citados, a Secult e a Fundarpe mantiveram os prêmios de incentivo à produção artística. Esses prêmios são de extrema importância para o circuito das artes no estado, não só reconhecendo as iniciativas e dinamizando as cadeias da cultura. Mas por promover o acesso a cultura, de forma descentralizada e também acessível. Confira os Prêmios que lançamos e anunciamos este ano:</p>
<p><strong>Prêmio Roberto de França (Pernalonga) de Teatro -</strong> R$ 90 mil em premiações (vencedores anunciados agora em dezembro)</p>
<p><strong>Prêmio Ariano Suassuna de Cultura Popular e Dramaturgia -</strong> R$ 130 mil em premiações</p>
<p><strong>Prêmio Pernambuco de Fotografia -</strong> R$ 90 mil</p>
<p><strong> Prêmio Palhaço Cascudo (Artes Circenses) -</strong> R$ 150 mil em Prêmios</p>
<p><strong>Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura -</strong> R$ 90 mil</p>
<p><strong>Prêmio Ayrton de Almeida Carvalho do Patrimônio Cultural -</strong> R$ 90 mil</p>
<p><strong>Patrimônios Vivos</strong><br />
A Fundarpe também abriu inscrições e elegeu este ano mais novos seis Patrimônios Vivos de Pernambuco. Se Pessoa Física, eles irão receber R$ 1.600 (um mil e seiscentos reais), e Pessoa Jurídica, R$ 3.200 (três mil e duzentos reais). São novos Patrimônios Vivos: Mestre Saúba (Jaboatão dos Guararapes), Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira (Nazaré da Mata), Mestre Aprígio (Ouricuri), Mestre Nado (Olinda), Assis Calixto (Arcoverde) e Tribo Indígena Carijós do Recife.</p>
<p><strong>Circuito Cultural de Pernambuco</strong><br />
Numa ação inédita, a Fundarpe também anunciou ação com a CEPE no Circuito Cultural de Pernambuco que, ao longo de 2020, irá interiorizar as ações da editora, integrando a literatura a outras manifestações culturais, como teatro, dança, música, artes plásticas, cinema e educação, incluindo a participação de artistas locais e da população dos municípios.</p>
<p><strong>Natal das Tradições</strong><br />
O Governo do Estado inovou em sua forma de fomentar o ciclo natalino em 2019. Por meio da Secult e Fundarpe criou o Natal das Tradições, um projeto que ocupou as quatro Macrorregiões do Estado, garantindo a presença de manifestações tradicionais ligadas ao ciclo natalino, tais como o cavalo-marinho, reisado, ciranda, pastoril, mamulengos, etc. Diversos Patrimônios Vivos de Pernambuco marcaram presença na grade de atrações.</p>
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		<title>FIG 2019 leva programação de gastronomia para a Comunidade Quilombola de Castainho</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 23:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_69974" aria-labelledby="figcaption_attachment_69974" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/gastromia-quilombola.jpg"><img class="size-medium wp-image-69974" alt="Costa Neto/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/gastromia-quilombola-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Várias oficinas e vivências gastronômicas serão oferecidas na Comunidade Quilombola de Castainho</p></div>
<p>A programação de gastronomia do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) deste ano terá um recorte social, com a inclusão do Quilombo Castainho como ponto de realização de atividades a partir da sexta-feira (19). A comunidade tradicional localizada na zona rural da cidade receberá vivências gastronômicas, mesas temáticas, oficinas e lançamento de livro. As ações também acontecem no Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, com rodas de conversas e apresentações de chefs de cozinha. O tema deste ano é Sustentabilidade.</p>
<p><em>“Havia uma demanda da comunidade para ações formativas em gastronomia. Em parceria com o IPA (Instituto de Pesquisas Agropecuárias), implementamos uma horta em Castainho e essa horta irá alimentar as ações do polo de Garanhuns. Foi importante porque Castainho já tem, historicamente, uma relação com o FIG por causa de outras ações”</em>, contou Ana Claudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>No Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns, onde está montado o polo de gastronomia na área urbana, a agenda começa no sábado (20) com o tema Sabedoria e Ancestralidade, das 15h às 18h. No dia seguinte, domingo (21), haverá o lançamento do livro &#8220;Vida quer Viver&#8221;, seguido de bate papo com a autora Sônia Hirsch, das 18h às 19h30. Outros temas tratados na programação são as PANCS (plantas alimentícias não convencionais) e PIAL (Plantas incríveis, alimento livre), além de soluções sustentáveis para merenda escolar, hospitalidade e restauração.</p>
<div id="attachment_69975" aria-labelledby="figcaption_attachment_69975" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/polo-gastronomico-fig.jpg"><img class="size-medium wp-image-69975" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/07/polo-gastronomico-fig-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns sedia o polo gastronômico do FIG</p></div>
<p>No dia 26 (sexta-feira), a chef Carmem Virgínia, do restaurante Altar &#8211; Cozinha Ancestral, apresenta criações inspiradas no homenageado do FIG, Jackson do Pandeiro. A partir das 14h, ela comanda uma aula-show com três pratos criados a partir das canções dele. <em>“Criei uma sobremesa batizada de Chiclete com Banana, que será um dos carros-chefes da degustação. Assim como Jackson, vou unir nossas raízes ao que tem de mais sofisticado na gastronomia nordestina, num menu que contemplará o sertão e o mar”</em>, adianta Carmem.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
Gastronomia no FIG<br />
Instituto Histórico, Geográfico e Cultural de Garanhuns: Rua Dantas Barreto, 44, bairro de São José (algumas atividades acontecem no Quilombo Castainhos, zona rural de Garanhuns)</p>
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