<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; atriz</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/atriz/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Natascha Falcão encerra no Recife turnê estadual Ave Mulher: Do Litoral ao Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/natascha-falcao-encerra-no-recife-turne-estadual-ave-mulher-do-litoral-ao-sertao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/natascha-falcao-encerra-no-recife-turne-estadual-ave-mulher-do-litoral-ao-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 16:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#compositora]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[Ave Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[multiartista]]></category>
		<category><![CDATA[natascha falcão]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[Sympla]]></category>
		<category><![CDATA[teatro do parque]]></category>
		<category><![CDATA[turnê]]></category>
		<category><![CDATA[Universo de Paixão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114858</guid>
		<description><![CDATA[A cantora, compositora e atriz pernambucana Natascha Falcão apresenta-se no Recife, nesta quinta-feira (5), com o show Ave Mulher: Do Litoral ao Sertão. A multiartista, indicada ao Grammy Latino de Revelação, em 2023, sobe ao palco do Teatro do Parque. Os portões abrem às 19h e a apresentação está marcada para as 20h. Os ingressos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114859" aria-labelledby="figcaption_attachment_114859" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Maika Mano/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/NATASHA_0339-Maika-Mano.jpg"><img class="size-medium wp-image-114859" alt="Maika Mano/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/NATASHA_0339-Maika-Mano-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora, compositora e atriz pernambucana Natascha Falcão</p></div>
<p>A cantora, compositora e atriz pernambucana Natascha Falcão apresenta-se no Recife, nesta quinta-feira (5), com o show <em>Ave Mulher: Do Litoral ao Sertão</em>. A multiartista, indicada ao Grammy Latino de Revelação, em 2023, sobe ao palco do Teatro do Parque. Os portões abrem às 19h e a apresentação está marcada para as 20h. Os ingressos estão à venda no site <a title="Teatro do Parque recebe o show Ave Mulher de Natascha Falcão" href="https://www.sympla.com.br/evento/teatro-do-parque-recebe-o-show-ave-mulher-de-natascha-falcao/2743249" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>.</p>
<p>O projeto foi contemplado pelo Programa de Fomento à Produção de Música de Pernambuco (Funcultura 2020/2021), com incentivo da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) do Governo do Estado de Pernambuco, e conta com o apoio do Cine-Teatro do Parque e do Novotel Recife Marina. A realização é da Mar Menina Produções, a produção de Clarissa Dutra e a produção artística de Carla Yared.</p>
<p>O show contempla o aclamado álbum homônimo e releituras de standards da música pernambucana, além de faixas do mais recente lançamento de Natascha, o EP <em>Universo de Paixão</em>. Marcado por sua personalidade, dramaturgia e uma sonoridade que mistura o clássico regional a um pop experimental contemporâneo, Ave Mulher é mais do que uma coletânea de músicas, mas uma narrativa que canta e conta uma lenda do Agreste pernambucano.</p>
<p>“<em>Ave Mulher</em> é um símbolo, um arquétipo, um animal de poder, que celebra a força e a riqueza cultural de onde eu venho”, conta Natascha, que ao lado de Elba Ramalho deu voz à música de abertura da novela das seis <em>No Rancho Fundo</em>, da Rede Globo, além de apresentar diversos standards da música nordestina ao longo da novela, no palco do Cabaré Voltagem, com a personagem Lola.</p>
<p>O show no Recife marca o encerramento da turnê estadual <em>Ave Mulher: Do Litoral ao Sertão</em>, que passou por quatro municípios: São José do Egito, na Festa de Louro, com participações de Bia Marinho e Anaíra Mahin; Recife, na Torre Malakoff, com participações de Nilton Junior, Isaar e Negadeza; Olinda, na Casa Estação da Luz, com participação de Martins; e no Festival O Canto da Sereia, na Ilha de Itamaracá, com participação de Lia de Itamaracá.</p>
<p><strong>UNIVERSO DA PAIXÃO –</strong> O mais recente lançamento da artista é o EP <em>Universo da Paixão</em>. O projeto navega pelo universo do forró destacando as raízes nordestinas da artista por meio de temas românticos com uma sonoridade moderna, elaborado por Natascha e Beto Lemos. A disposição das faixas conta uma narrativa sonora de uma história de amor, começando com <em>Timidez</em>, passando por <em>Me Usa</em>, <em>Anjo Querubim</em> e <em>Agora Estou Sofrendo</em>, culminando na inédita faixa-foco <em>Melhor Assim</em>.</p>
<p>“Esse projeto é a realização de um desejo: cantar forró. O ritmo que é a cara do Nordeste e representa nossa cultura em todo o mundo, desde o fenomenal Luiz Gonzaga. <em>Universo de Paixão</em> retrata os territórios da minha paixão, o que faz meu coração vibrar: falar de amor e cantar as músicas da minha terra”, declara Natascha. &#8220;Esse trabalho traz à tona as lembranças da minha infância e adolescência aprendendo forró na cozinha de casa com minha tia. O Brasil todo tem uma ligação com o Nordeste, com a música nordestina. Desde <em>Ave Mulher</em> (primeiro álbum completo, lançado em 2023), eu tinha a vontade de lançar um disco no mês de São João, fazendo homenagens às grandes bandas de forró dos anos 1990 e 2000.”</p>
<p><strong>MULTIARTISTA –</strong> Pernambucana radicada no Rio de Janeiro há 10 anos, Natascha Falcão é cantora, compositora e atriz. Ganhou destaque ao concorrer ao Grammy Latino 2023, na categoria Revelação, e dá voz à única agremiação de cultura nordestina do Rio de Janeiro, Bloco da Terreirada.</p>
<p>Natascha lançou o EP <em>Kitsch Completo</em> (2019) e o single <em>Banho de Flor</em> (2021). Em 2023 lançou seu primeiro álbum completo, pelo selo Biscoito Fino, <em>Ave Mulher</em>, que levou a artista a ser indicada ao Grammy Latino na categoria Melhor Artista Revelação no mesmo ano. Ainda em 2023 participou como atriz na novela <em>Vai na Fé</em> e como cantora em <em>Mar do Sertão</em>, ambas na TV Globo.</p>
<p>Em 2024 recebeu o convite para integrar o elenco da novela <em>No Rancho Fundo</em> como a personagem Lola. Além de contar com música na trilha da trama, dá voz à música de abertura da novela, ao lado de Elba Ramalho, composta por Ary Barroso e Lamartine Babo, eternizada na voz de Chitãozinho &amp; Xororó.</p>
<p>Participou também do Carnaval do Recife, no Polo da Praça do Arsenal, a convite da Prefeitura da Cidade do Recife; e da Virada Cultural, ao lado de Lia de Itamaracá, a convite da Prefeitura de São Paulo, entre outros palcos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Show <em>Ave Mulher: Do Litoral ao Sertão</em>, da cantora Natascha Falcão –</strong> <em>quinta-feira (5), às 20h, no Teatro do Parque (Rua do Hospício, nº 81, bairro da Boa Vista, Recife). Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada), à venda no <a title="Teatro do Parque recebe o show Ave Mulher de Natascha Falcão" href="https://www.sympla.com.br/evento/teatro-do-parque-recebe-o-show-ave-mulher-de-natascha-falcao/2743249" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a></em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/natascha-falcao-encerra-no-recife-turne-estadual-ave-mulher-do-litoral-ao-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PASÁRGADA.DOC &#8211; Odailta Alves</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-odailta-alves/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-odailta-alves/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 17:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[ativista]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[Clamor Negro]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[dramaturga]]></category>
		<category><![CDATA[educadora]]></category>
		<category><![CDATA[escritora]]></category>
		<category><![CDATA[Escritoras Negras de Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[lésbica]]></category>
		<category><![CDATA[linguística]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
		<category><![CDATA[Odalita Alves]]></category>
		<category><![CDATA[pasárgada.doc]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Política cultural]]></category>
		<category><![CDATA[roteirista]]></category>
		<category><![CDATA[santo amaro]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[UFPE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=113077</guid>
		<description><![CDATA[Odailta Alves é escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos. Mulher negra, lésbica, nascida na favela de Santo Amaro, é doutoranda em linguística na UFPE. É escritora e atriz do espetáculo Clamor Negro. É também roteirista da Websérie Escritoras Negras de Pernambuco. Atua ainda dando palestras antirracistas e promovendo saraus de poesia. Suas primeiras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/viNM_sHYrTU?si=7frjW0q7QQ-68zSr" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Odailta Alves é escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos. Mulher negra, lésbica, nascida na favela de Santo Amaro, é doutoranda em linguística na UFPE. É escritora e atriz do espetáculo Clamor Negro. É também roteirista da Websérie Escritoras Negras de Pernambuco. Atua ainda dando palestras antirracistas e promovendo saraus de poesia.</p>
<p>Suas primeiras escritas surgem na adolescência, quando começou a ler, pois tinha que escrever e ler as cartas na comunidade (meio de comunicação muito utilizado nas décadas de 80 e 90). Conta que tinha cadernos de poesia, nos quais copiava os textos que achava bonitos.</p>
<p>Aos poucos foi iniciando um processo de escrita que retratava as dores de amor, saudade, solidão, que perpassavam suas experiências e subjetividades e da vida de mulheres e homens negros. Na atuação como atriz, dramaturga, algumas de suas escritas ganharam os palcos do teatro de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.</p>
<p>À equipe do pasárgada.doc, Odaílta revelou os caminhos da sua escrita, o início da trajetória, seus processos criativos, suas influências os choques da sua carreira na literatura, a relação de sua obra com os territórios em que viveu e vive, com suas vivências e o que o motiva nessa carreira.</p>
<p>O Pasárgada.doc é um projeto especial de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco, através da coordenadoria de Literatura, da Gerência de Política Cultural, em parceria com o Espaço Pasárgada, equipamento gerido pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Com produção da gerência de Comunicação do Cultura.PE, esta temporada 2024 conta com 14 episódios com entrevistas exclusivas como talentos da literatura pernambucana e vai ao ar até o início do ano que vem.</p>
<p>Ficha Técnica: Governo de Pernambuco Governadora: Raquel Lyra Vice-governadora: Priscila Krause</p>
<p>Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco Secretária de Cultura: Cacau de Paula Secretária Executiva de Cultura: Yasmim Neves Secretária Executiva de Gestão: Ana Paula Jardim Direção: Juliana Salvador Produção: Juliana Albuquerque, José Jaime, Luciana Lima e Yuri Euzébio Reportagem: Yuri Euzébio Imagens: Felipe Bessa Edição: Simon Filmes Acessibilidade: Leonardo Samico</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/pasargada-doc-odailta-alves/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>India Morena &#8211; 81 anos da Dama do Circo Pernambucano</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/india-morena-81-anos-da-dama-do-circo-pernambucano/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/india-morena-81-anos-da-dama-do-circo-pernambucano/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 15:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tv Cultura.PE]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[acrobata]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[cantora]]></category>
		<category><![CDATA[circense]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>
		<category><![CDATA[contorcionista]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dama do Circo]]></category>
		<category><![CDATA[ginasta]]></category>
		<category><![CDATA[Índia Morena]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[trapezista]]></category>
		<category><![CDATA[voadora]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=110613</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/dTs_TDmwr80?si=nT6TqYsiyBdvugJq" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/india-morena-81-anos-da-dama-do-circo-pernambucano/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Daniela Câmara: depois do teatro e do cinema, é a vez da literatura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/daniela-camara-depois-do-teatro-e-do-cinema-e-a-vez-da-literatura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/daniela-camara-depois-do-teatro-e-do-cinema-e-a-vez-da-literatura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 16:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atriz]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[bruno souza]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[daniela câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo cultural]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=22533</guid>
		<description><![CDATA[Atriz, jornalista, poeta e produtora. Aos 44 anos, a multiartista recifense Daniela Câmara segue transitando entre as mais diversas expressões culturais e ainda encontra fôlego para explorar novas searas artísticas. Em meio à expectativa pelo lançamento de seu primeiro livro de poesias &#8211; marcado para maio -, e à realização de uma oficina de teatro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_22544" aria-labelledby="figcaption_attachment_22544" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/60850_1562292346639_4820954_n.jpg"><img class="size-full wp-image-22544" alt="TV, teatro e cinema. Todas essas linguagens fazem parte do repertório cênico da atriz Daniela Câmara" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/60850_1562292346639_4820954_n.jpg" width="600" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Em entrevista ao Cultura.PE, atriz reflete sobre momentos de sua trajetória profissional e antecipa novos projetos</p></div>
<p>Atriz, jornalista, poeta e produtora. Aos 44 anos, a multiartista recifense Daniela Câmara segue transitando entre as mais diversas expressões culturais e ainda encontra fôlego para explorar novas searas artísticas. Em meio à expectativa pelo lançamento de seu primeiro livro de poesias &#8211; marcado para maio -, e à realização de uma oficina de teatro, que acontecerá em Olinda, Dani conversou com o portal <strong>Cultura.PE</strong>.</p>
<p>Na entrevista, concedida ao repórter <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank"><strong>Bruno Souza</strong></a>, ela falou sobre essa confluência entre áreas culturais que delineou sua trajetória artística, narrou momentos que deixaram marcas importantes em sua formação profissional e, entre outras histórias, contou que aprendeu a não se deixar “esmagar” pelas engrenagens (por vezes difíceis) do mercado da arte e da cultura. Confira:</p>
<p><strong>1- Antes de começarmos a falar da sua carreira, conta um pouco sobre esse curso de teatro que você vai ministrar em Olinda. Como o<strong>s interessados podem se inscrever?</strong></strong><br />
Batizado de <em>O Repertório do Ator</em>, o curso terá três meses de duração e acontecerá nas segundas e quartas-feiras à noite, no Sítio Histórico olindense. O lugar ainda não está certo ainda, mas definirei por esses dias &#8211; ainda estou naquele processo de formação de turma. Mas, quem quiser participar, é só entrar em contato comigo através do meu e-mail (<strong>danicamara70@hotmail.com</strong>), que passo todas as informações (preço, horário e quantidade de vagas).</p>
<p><strong>2- Há quanto tempo você trabalha como atriz? Que memória você tem dos primeiros trabalhos nessa área?</strong><br />
Há vinte e seis anos. Comecei profissionalmente no teatro, com os espetáculos <em>Os Saltimbancos</em>, de Chico Buarque de Hollanda, e <em>Bailei na Curva</em>, de Júlio Conti. No cinema, fiz <em>Cassino Americano</em>, do falecido diretor pernambucano Marco Hannois. Ingressei na TV em comerciais dirigidos por João Falcão. Mas a minha primeira aparição pública foi numa leitura dramatizada de uma peça de Nelson Rodrigues, <em>A Falecida</em>, na <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/fundaj-promove-o-1o-seminario-arte-reforma-e-revolucao/" target="_blank"><strong>Fundaj</strong></a>, sob a direção de Lúcia Machado. Antes disso, porém, me lembro que, aos 14 anos, eu já declamava poesias na <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/academia-pernambucana-de-letras-divulga-resultado-de-premios-literarios/" target="_blank">Academia Pernambucana de Letras</a></strong> (APL), ao lado de Geninha Rosa Borges, que é amiga da minha mãe – a jornalista Ester Câmara.</p>
<p><strong>3- Além de atuar, você é jornalista, produtora, poeta e, de vez em quando, ainda canta nos shows dos seus amigos músicos. Você se considera uma multiartista?</strong><br />
É como meu amigo <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/walmir-chagas-recifense-de-amor-e-de-revolucao/" target="_blank"><strong>Walmir Chagas</strong></a>, que também é multi, falou em uma entrevista dia desses: “A única mulher que considero multiartista em Pernambuco é Daniela Câmara” <em>(risos)</em>. Isso tudo, porque também fui uma “cantriz” do famoso Pastoril do Véio Mangaba, na década de 90. Dançava e cantava no pastoril, quando engravidei da minha primeira filha, Camila. Eu quis aprender, ter essa relação de administrar tudo ao mesmo tempo. Acho interessante ter essa relação com as impermanências, estando sempre entre um alvo e outro. Eu adoro ser uma outra a cada trabalho que faço. Certamente não seria uma profissional estagnada em uma mesma função, porque sempre entendi a vida artística como uma atividade privilegiada e prazerosa. E a gente aprende a caminhar sobre a corda bamba, que é a vida do artista. Tive/tenho que ser multi para poder me manter e manter os meus filhos, para poder viver de arte em nosso Estado, já que apareceram oportunidades fora (daqui) e eu não fui. Escolhi ficar com meus filhos. E apesar de viver num lugar de mercado difícil, amo Pernambuco e, principalmente, o Recife.</p>
<p><strong>4- Sobre suas poesias, você pretende reunir esses textos em um livro? </strong><br />
Já tenho dois livros de poemas no prelo. Um já está se encaminhando para publicação – está naquela fase de revisão e ilustrações, sabe? Esse primeiro será batizado de <em>Primeiro Ato Poético</em>, e vai marcar minha estreia no mundo literário. Só decidi lançar essa obra após o aval/incentivo do poeta português <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/poesia-luso-brasileira-em-destaque-no-espaco-pasargada/" target="_blank">Luís Serguilha</a></strong>. Segundo ele, minha poesia é &#8220;enérgica e combativa”. Meu amigo poeta Valmir Jordão também leu meus versos e fez uma crítica construtiva a respeito. Depois disso, me senti capaz de botar a cara à tapa. O segundo ainda vou editar e ver o que merece ser publicado.</p>
<p><strong>5- Você acumula trabalhos expressivos tanto no teatro como no cinema. Como foi essa transição dos palcos para a tela grande?</strong><br />
Não houve transição. Tudo aconteceu ao mesmo tempo comigo. Tem sido assim até hoje. Falar todas as linguagens foi/é uma grande ferramenta na minha carreira, mas eu tive desprendimento para isso. Fui fazendo e gostando de tudo. Viram-me solando uma música em cena no teatro e me chamaram pra cantar na banda <em>Zaratempô</em>, na época em que explodia o Movimento Mangue. Passei a fazer <em>backing vocal </em>em outras bandas e me envolvi com música nessa época. João Falcão me adotou na linguagem televisiva por indicação de Carlos Carvalho, ainda nos anos 80. No cinema, comecei com Marco Hannois, depois Marcelo Gomes, Camilo Cavalcante, Kleber Mendonça Filho e Adelina Pontual.</p>
<div id="attachment_23406" aria-labelledby="figcaption_attachment_23406" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/trabalhos-daniela-camara-entrevista.jpg"><img class="size-medium wp-image-23406 " alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/trabalhos-daniela-camara-entrevista-592x486.jpg" width="592" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz atuando no espetáculo Bailei na Curva, de Julio Conti, e no filme O Presidente dos Estados Unidos, de Camilo Cavalcante.</p></div>
<p><strong>6- Que diretores de teatro/cinema marcaram a sua trajetória? E atores?</strong><br />
Em primeiro lugar, no cinema, Camilo Cavalcante, depois Marcelo Gomes e, agora, Kleber Mendonça Filho, depois de fazer o &#8220;Som ao Redor&#8221;. No teatro, Carlos Carvalho, que foi meu primeiro professor de teatro, Carlos Bartolomeu, Manoel Constantino e José Manoel. Já entre meus colegas atores, que passaram por minha vida e eu jamais vou esquecer, foram: Silvio Pinto, Walmir Chagas, Adriano Cabral e Bárbara Rominna, que foi assassinada e eu me emocionei demais ao entrar em cena e ver outra atriz com o mesmo figurino que ela usava, dividindo o palco comigo.</p>
<p><strong>7- Como você encarou esse triste episódio? O que essa experiência, em particular, acrescentou-lhe de mais significativo?</strong><br />
Isso marcou &#8211; e muito &#8211; minha vida de atriz, porque ficamos amigas em pouco tempo de trabalho e, infelizmente, tive que subir ao palco sem ela nesse dia. Aprendi a ser mais humana, me conhecer melhor e aceitar críticas. E mais do que isso: percebi que a arte pode nos salvar dos males do mundo. Considero-me uma pessoa crítica, e o teatro, além de todas essas experiências vivenciadas no palco, me fez entender que sou feliz por não seguir os padrões capitalistas do mercado e que, mesmo estando dentro dele, sei discernir sobre suas engrenagens e operações, e escolher meu <em>modus vivendi</em> sem me deixar esmagar pelas instabilidades que a carreira nos oferece.</p>
<p><strong>8- Em que momento a atriz decidiu ser jornalista?</strong><br />
Gosto dessa dualidade e jamais me ponho como artista quando sou a jornalista. Consigo distinguir bem os dois papéis. Sou apaixonada pelo jornalismo cultural, que é onde me sinto livre e inspirada pra escrever. Quando optei pelo jornalismo, há uns seis anos, achei que seria uma rica ferramenta para minha vida, para me deixar mais segura na escrita, já que escrevo poesia desde meus 12 anos. Antes, quando relia os meus escritos, achava tudo ridículo. Hoje, eu releio e gosto.</p>
<p><strong>9- Você enxerga uma confluência entre essas duas áreas?</strong><br />
Teatro, cinema, TV, locução: tudo isso é comunicação. Na faculdade, me sentia experiente, porque já havia vivenciado muitas coisas da área antes. As cadeiras que paguei durante o curso me deram um suporte, uma rede embaixo dessa corda bamba. São duas vias favoráveis que se entendem e se permitem comunicar. O jornalista é também um artista, quando discerne sobre o que vai comunicar. O único problema é a censura, os crivos, as permissões no que se publica. Mas temos que seguir e realizar, sem perder de vista o grande pilar de nossa profissão: noticiar com ética.</p>
<p><strong>10- Recentemente, você estava editando o jornal <em>O Mirante de Olinda</em>, que era voltado para a cena cultural da cidade. Como anda esse projeto?</strong><br />
O<em> Mirante</em> era um tabloide cultural, que circulou durante um ano em Olinda. Depois, criei a <em>Gazeta Cultural Pernambuco</em>, como uma ampliação dessa circulação. Passei a distribuir em Olinda, Recife, Igarassu, Aldeia, Gravatá, entre outras cidades. Tudo patrocinado por anunciantes da iniciativa privada. Tinha uma equipe reduzida e eu mesma fazia a distribuição. O jornal tinha formato impresso e online, mas não pagava meu trabalho. Foram três anos de luta, mas, em dezembro do ano passado, me dei essa carta de alforria.</p>
<p><strong>11- Algum plano de retornar aos palcos?</strong><br />
Estou desenvolvendo um projeto que vai mesclar poesia, música e teatro, já que o livro apresenta versos e reminiscências dos personagens que me visitam no universo de atriz, na minha vivência no teatro e no cinema. Essa montagem é um sonho antigo, que venho guardando há um tempo já. Se tudo der certo, será um espetáculo lítero-musical recheado de boas histórias e lindas canções. Aguardem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/daniela-camara-depois-do-teatro-e-do-cinema-e-a-vez-da-literatura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

