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	<title>Portal Cultura PE &#187; Fred Caju</title>
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		<title>Secult-PE leva oficina de Editoração Independente de Livros a Paulista</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2022 12:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59590" aria-labelledby="figcaption_attachment_59590" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/fred-caju_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59590" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/fred-caju_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Historiador por formação, Fred Caju é escritor, é editor e artesão do livro</p></div>
<p>A Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), por meio da sua Coordenadoria de Literatura, realiza uma nova rodada da oficina de Editoração Independente de Livros, ministrada por Fred Caju. Desta vez as aulas acontecem nos dias 28 e 29 deste mês, e no dia 2 de dezembro, no Clube Municipal de Paratibe, em Paulista. As atividades são gratuitas, mas, para participar, os interessados devem solicitar a inscrição por meio do e-mail <strong><a href="mailto:oficinas.pelllb@gmail.com">oficinas.pelllb@gmail.com</a></strong>. A iniciativa faz parte das ações previstas pelo Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLBs).</p>
<p>A oficina Editoração Independente de Livros tem como objetivo mostrar as etapas de editoração de um livro. Os participantes que procuram montar ou que já possuam alguma experiência na área terão contato com práticas do universo editorial, desde o recebimento do texto original de autoras e autores até a sua publicação.</p>
<p>Além de apresentar e discutir referências bibliográficas, durante as aulas também serão apresentadas ferramentas de edição em softwares e serviços livres, seja para preparar o texto, seja para os cuidados em desenho gráfico.</p>
<p>Historiador por formação, Fred Caju é escritor, é editor e artesão do livro. Em 2011, fundou o selo Castanha Mecânica, que trabalha com a produção artesanal de livros e com ebooks em uma plataforma gratuita na internet. Em 2016, passou a editar livros analógicos, onde o suporte e o projeto gráfico se entrelaçam com o projeto narrativo dos livros, transtornando fronteiras entre autor e editor na própria obra.</p>
<p>Suas experiências como editor e artesão do livro são transmitidas através de oficinas de editoração, autonomia editorial e artesania. É também vencedor da V edição do Prêmio Hermilo Borba de Literatura, na categoria poesia, com o livro &#8220;Nada consta”.</p>
<p><b>Serviço:<br />
</b>Oficina de Editoração Independente de Livros, com Fred Caju<br />
28/11, das 9h às 12h | 29/11 a 1º/12, das 8h às 12h e das 13h às 17h<br />
Local: Clube Municipal de Paratibe (Rua Dr. José Mariano, S/N, Paratibe, Paulista-PE)<br />
Inscrições gratuitas: <strong>oficinas.pelllb@gmail.com</strong></p>
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		<item>
		<title>Secult-PE promove duas oficinas gratuitas voltadas para o setor da literatura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-promove-duas-oficinas-gratuitas-voltadas-para-o-setor-da-literatura/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2022 11:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como parte das ações previstas pelo Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLBs), a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, na próxima semana, duas oficinas voltadas ao fomento da leitura. A primeira delas é a oficina de Editoração Independente de Livros, ministrada por Fred Caju, de 7 a 11 de novembro, em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66053" aria-labelledby="figcaption_attachment_66053" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/40418811141_ca3d549817_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66053" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/40418811141_ca3d549817_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Editor, artesão do livro e livreiro nômade da Castanha Mecânica, que atua no cenário literário desde 2011, Fred Caju mediará uma das oficinas</p></div>
<p>Como parte das ações previstas pelo Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (PELLLBs), a Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) realiza, na próxima semana, duas oficinas voltadas ao fomento da leitura. A primeira delas é a oficina de Editoração Independente de Livros, ministrada por Fred Caju, de 7 a 11 de novembro, em Vitória de Santo Antão. A segunda é a oficina de Mediação de Leitura e Formação de Leitoras/es, que acontece de 8 a 11 de novembro, em Garanhuns, e será ministrada por Erica Araújo Verçosa. As atividades são gratuitas, mas, para participar, os interessados devem solicitar a inscrição por meio do e-mail <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:oficinas.pelllb@gmail.com" target="_blank">oficinas.pelllb@gmail.com</a></span></strong>.</p>
<p>A oficina Editoração Independente de Livros tem como objetivo mostrar as etapas de editoração de um livro. Os participantes que procuram montar ou que já possuam alguma experiência na área terão contato com práticas do universo editorial, desde o recebimento do texto original de autoras e autores até a sua publicação.</p>
<p>Além de apresentar e discutir referências bibliográficas, durante as aulas também serão apresentadas ferramentas de edição em softwares e serviços livres, seja para preparar o texto, seja para os cuidados em desenho gráfico.<br />
<b></b></p>
<p>Já a oficina de Mediação de Leitura e Formação de Leitoras/es, com foco na produção de povos tradicionais, tem como objetivo contribuir com a qualificação de profissionais que atuam com a formação de leitores literários em bibliotecas públicas, comunitárias, escolares e em outros espaços não formais de educação que trabalham com o incentivo à leitura.</p>
<p>Os conteúdos estarão articulados e distribuídos em quatro módulos: Módulo 1: Pressupostos sobre ancestralidade; Módulo 2: Algumas concepções sobre tradição oral e literatura; Módulo 3: Mediação de Leitura; e Módulo 4: Diversidade nas práticas de mediação de leitura. Serão realizados quatro encontros nos horários da manhã e tarde, totalizando 30 horas de oficina.</p>
<p>Em cada encontro serão realizadas atividades corporais, de contação e leitura de histórias. Serão utilizadas dinâmicas de grupos, brincadeiras, rodas de partilha, e diversas técnicas para democratização da fala, estimulação do debate, e construção coletiva de processos reflexivos, bem como projetos de intervenção na realidade visando a qualificação do trabalho de mediação de leitura e a formação de leitores literário.</p>
<p>Érica Araújo Verçosa é pedagoga, especialista em Literatura Infantil e Juvenil, mediadora de leitura, contadora de histórias, formadora e ativista na luta pela garantia da democratização do livro, da leitura, da literatura a partir da existência de bibliotecas. Atua como consultora e assessora em Educação e desenvolvimento de grupos e redes, desde 2011, pelo Centro de Educação e Desenvolvimento Integral (CEDINHO).</p>
<p>Historiador por formação, Fred Caju é escritor, é editor e artesão do livro. Em 2011, fundou o selo Castanha Mecânica, que trabalha com a produção artesanal de livros e com ebooks em uma plataforma gratuita na internet. Em 2016, passou a editar livros analógicos, onde o suporte e o projeto gráfico se entrelaçam com o projeto narrativo dos livros, transtornando fronteiras entre autor e editor na própria obra. Suas experiências como editor e artesão do livro são transmitidas através de oficinas de editoração, autonomia editorial e artesania.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></b><br />
Oficina de Editoração Independente de Livros, com Fred Caju<br />
7/11, das 14h às 17h<br />
8 a 11/11, das 9h às 13h e das 14h às 17h<br />
Local: Casa da Cultura de Vitória (Av. Silva Jardim, 209, Matriz, Vitória de Santo Antão)</p>
<p>Oficina de Mediação de Leitura e Formação de Leitoras/es, com Érica Araújo Verçosa<br />
8 a 11/11, das 9h às 13h e das 14h às 17h<br />
Local: CPC Sesc Garanhuns (Rua Cônego Benigno Lira/ S/N, Centro)</p>
<p>Inscrições gratuitas: <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:oficinas.pelllb@gmail.com" target="_blank">oficinas.pelllb@gmail.com</a></span></strong><span style="text-decoration: underline;">.</span></p>
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		<title>Podcast &#8220;Pode Ouvir: literatura imersiva&#8221; estreia nas plataformas digitais</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2021 21:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já estão disponíveis nas plataformas digitais as edições especiais do &#8220;Podcast Pode Ouvir: literatura imersiva&#8221;, que conta com poesias dos escritores pernambucanos Fred Caju e Renata Santana e faixas de som produzidas pelo produtor musical Alexandehn e pelo músico Jonatas Onofre. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco. Nesse podcast, Fred [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="https://open.spotify.com/embed/show/5ltI4EApxmdaOIqYFScORQ" height="232" width="100%" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Já estão disponíveis nas plataformas digitais as edições especiais do &#8220;Podcast Pode Ouvir: literatura imersiva&#8221;, que conta com poesias dos escritores pernambucanos Fred Caju e Renata Santana e faixas de som produzidas pelo produtor musical Alexandehn e pelo músico Jonatas Onofre. A iniciativa conta com os recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco.</p>
<p>Nesse podcast, Fred Caju recita na íntegra seu livro “Canções para desencorajar medos” e Renata Santana recita um volume de poemas escritos durante o confinamento por conta da pandemia de COVID-19, o “A casa cambaleante”. A partir das récitas, Alexandehn e Jonatas Onofre criaram texturas utilizando acervos, <em>samplers</em>, <em>midis</em> e instrumentos para criar uma experiência de imersão sonora para os ouvintes.</p>
<p>O Podcast Pode ouvir – literatura imersiva já pode ser conferido e experienciado nas seguintes plataformas digitais: Spotify, Deezer e Soundclound.</p>
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		<item>
		<title>Conexões Literárias de maio discute a literatura nacional contemporânea</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/conexoes-literarias-de-maio-discute-a-literatura-nacional-contemporanea/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2021 20:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Realizado toda última terça-feira do mês, o webprograma &#8220;Conexões Literárias&#8221; de maio vai debater a identidade da literatura na atualidade. O encontro, que é uma parceria entre a Secult-PE e a Cepe Editora, será transmitido na próxima terça-feira (25), a partir das 19h, pelos canais do YouTube dos organizadores. O tema é “Instinto de que? [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-20-at-10.46.49.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84848" alt="WhatsApp Image 2021-05-20 at 10.46.49" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-20-at-10.46.49-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>Realizado toda última terça-feira do mês, o webprograma<strong> &#8220;Conexões Literárias&#8221;</strong> de maio vai debater a identidade da literatura na atualidade. O encontro, que é uma parceria entre a Secult-PE e a Cepe Editora, será transmitido na próxima terça-feira (25), a partir das 19h, pelos canais do YouTube dos organizadores. O tema é<strong> “Instinto de que? Uma conversa sobre a Literatura Brasileira hoje”</strong>, inspirado no artigo Instinto de Nacionalidade, assinado por Machado de Assis. O acesso será livre e gratuito.</p>
<p>Participam do encontro on-line: <strong>Fred Caju</strong>, escritor e editor, e <strong>Marcelo Batalha</strong>, mestre em Educação, Culturas e Identidades (UFRPE/Fundaj) e especialista em Linguística e Ensino do Português (UFPE). Quem media a conversa é <strong>Roberto Azoubel</strong>, coordenador de Literatura da Secult-PE. Na pauta, questões como os elementos que definiriam a literatura brasileira contemporânea e seu papel na chamada identidade nacional.</p>
<p><em>“A questão da identidade nacional sempre foi muito presente no debate da literatura feita no nosso país. Praticamente inaugurada pelo Romantismo, ela foi estendida, ainda que de forma mais ampla, pelo nosso Modernismo, que a manteve e aprofundou o desafio da criação própria, nacional, com elementos que poderiam identificar a literatura brasileira. Haveria hoje elementos que definiriam a Literatura feita no Brasil? Ainda é possível falar em identidade nacional? Caso sim, qual o lugar da nossa Literatura hoje nesse debate?”</em>, provoca Roberto Azoubel.</p>
<p>Aperte o <em>play</em> e confira:</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_R6qRq6lbHA" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><b>Serviço</b></span><br />
Conexões Literárias “Instinto de que? Uma conversa sobre a Literatura Brasileira hoje”<br />
Quando: 25 de maio de 2021 (terça-feira), 19h<br />
Transmissão pelos canais da Cepe (<a href="http://bit.ly/canalcepe" target="_blank"><strong>bit.ly/canalcepe</strong></a>) e da Secult-PE (<strong><a href="http://youtube.com/secultpe" target="_blank">youtube.com/SecultPE</a></strong>)</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fred Caju inicia pesquisa &#8220;Diagnósticos e prognósticos de coletivos editoriais em Pernambuco&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fred-caju-inicia-pesquisa-diagnosticos-e-prognosticos-de-coletivos-editoriais-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2021 12:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[À procura de informações e estatísticas sobre os últimos acontecimentos envolvendo editoras, selos e coletividades editorais independentes em Pernambuco entre 2015 e 2020, Fred Caju — editor da Castanha Mecânica — submeteu ao LAB de formação e pesquisa da Lei Aldir Blanc um mapeamento “Diagnósticos e prognósticos de coletivos editoriais em Pernambuco”. Os dados coletados [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66053" aria-labelledby="figcaption_attachment_66053" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/40418811141_ca3d549817_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66053" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/40418811141_ca3d549817_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Fred Caju é editor, artesão do livro e livreiro nômade da Castanha Mecânica, que atua no cenário literário desde 2011</p></div>
<p>À procura de informações e estatísticas sobre os últimos acontecimentos envolvendo editoras, selos e coletividades editorais independentes em Pernambuco entre 2015 e 2020, Fred Caju — editor da Castanha Mecânica — submeteu ao LAB de formação e pesquisa da Lei Aldir Blanc um mapeamento “Diagnósticos e prognósticos de coletivos editoriais em Pernambuco”.</p>
<p>Os dados coletados serão suporte para um texto que aponte individualidades e consonâncias entre publicadoras e publicadores independentes no estado. Algumas entrevistas com participantes serão realizadas de forma complementar à pesquisa e uma live no instagram (@caju.fred) revelarão os resultados do levantamento.</p>
<p><a href="https://forms.gle/SL1jjaz6PY9PETaWA" target="_blank"><strong>O formulário está disponível para preenchimento na internet</strong></a>. A pesquisa “Diagnósticos e prognósticos de coletivos editoriais em Pernambuco” tem incentivo da Lei Aldir Blanc, FUNDARPE, Secretaria de Cultura, Secretaria de Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação, Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, Governo de Pernambuco, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal e parceria de Alexandre Melo Produções.</p>
<p>Essa ação conta com recursos da Lei Aldir Blanc, através da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Antologia sobre democracia e dissonâncias reúne a nova cena literária pernambucana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/antologia-sobre-democracia-e-dissonancias-reune-a-nova-cena-literaria-pernambucana/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jan 2019 17:47:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias A eleição presidencial, realizada no Brasil em outubro do ano passado, serviu como inspiração &#8211; mesmo que dilacerante – para a produção da antologia No entanto: dissonâncias, da editora Castanha Mecânica. Organizado pelo escritor e editor Fred Caju, o livro reúne 23 autoras e autores pernambucanos que escreveram sobre a recente atmosfera [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66052" aria-labelledby="figcaption_attachment_66052" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/No-entanto-dissonâncias-mockup.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66052  " alt="Reprodução/Capa do livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/No-entanto-dissonâncias-mockup-607x321.jpeg" width="607" height="321" /></a><p class="wp-caption-text">&#8216;No entanto: dissonâncias&#8217; será lançado neste próximo sábado (12), no Sebo Casa Azul, em Olinda, a partir das 21h13. A entrada é gratuita</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p>A eleição presidencial, realizada no Brasil em outubro do ano passado, serviu como inspiração &#8211; mesmo que dilacerante – para a produção da antologia<strong> No entanto: dissonâncias</strong>, da editora <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/antologia-sobre-democracia-e-dissonancias-reune-a-nova-cena-literaria-pernambucana/" target="_blank">Castanha Mecânica</a></strong>. Organizado pelo escritor e editor Fred Caju, o livro reúne 23 autoras e autores pernambucanos que escreveram sobre a recente atmosfera pós-eleitoral e seus desdobramentos. A obra será lançada neste próximo sábado (12), no Sebo Casa Azul, em Olinda, a partir das 21h13. A entrada é gratuita.</p>
<p>Fred Caju revela que a ideia da antologia surgiu em pleno período eleitoral no ano passado. “Eu já ia fazer de todo jeito um livro sobre o tema, pequeno mesmo, porque a Castanha Mecânica tem essa pegada, e seria algo individual. De repente eu vi que alguns amigos também estavam escrevendo na mesma atmosfera, o Lucas Holanda e o Adilson Silva. Pensei primeiro em convidá-los pra gente fazer uma trilogia. Mas ai aconteceu uma noite no Sebo Casa Azul que foi justamente dentro desta temática da resistência”, explica o editor.</p>
<p>&#8220;Nesse dia eu vi que tinha muita gente nova e que também dialogava com essa temática, e resolvi fazer uma chamada. Disse que quem tivesse algum texto me mandasse pra gente ver o que acontecia. Isso foi ganhando corpo, e quando vi que estava interessante chamei outras pessoas que estão no meu raio e que sabia que estariam produzindo algo sobre o assunto”, detalha Fred.</p>
<div id="attachment_66053" aria-labelledby="figcaption_attachment_66053" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/40418811141_ca3d549817_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-66053" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/40418811141_ca3d549817_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Fred Caju é editor, artesão do livro e livreiro nômade da Castanha Mecânica, que atua no cenário literário desde 2011</p></div>
<p>Os autores e autoras convidados para a antologia são Adilson Silva Didil, Ane Montarroyos, Bell Puã, Caio Lima, Carlos Gomes, David Biriguy, Enoo Miranda, Ezter Liu, Flávia Gomes, Fred Caju, Guedes, João Gomes, Jonatas Onofre, Katarine Araújo, Lucas Holanda, Maria Samara, Odailta Alves, Pedro Tostes, Philippe Wollney, Renata Santana, Rodrigo Acioli, Samarone Lima e Thays Albuquerque.</p>
<p>Sobre o título, Fred Caju faz novamente uma conexão direta ao processo eleitoral realizado em outubro de 2018. “A gente perdeu o jogo democrático. E há um discurso aprovado que ameaça a vida de muitas pessoas, que historicamente são perseguidas, e a democracia é isso. Aceita essa circulação de poder. No entanto, existem pessoas que pensam diferentes e que não aceitam esse quadro. Há dissonâncias presentes”.</p>
<p>De acordo com o editor da Castanha Mecânica, o Sebo Casa Azul é um espaço de encontros e fazer essa chamada lá tinha o objetivo de centrar nas pessoas que ele queria que estivessem na antologia. “Não foi à toa que eu fiz isso. Alguns autores da Mata Norte e Agreste, que não estavam lá, convidei depois porque se estivessem com certeza teriam entrado também logo no início”.</p>
<div id="attachment_61016" aria-labelledby="figcaption_attachment_61016" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/37592602754_3f55267814_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61016" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/37592602754_3f55267814_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura, também faz parte da antologia</p></div>
<p>A escritora Ezter Liu, vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura, com o livro Das tripas coração, é uma das participantes da antologia. Ela conta que o seu texto surgiu a partir de umas publicações que fez na semana anterior ao segundo turno das eleições presidenciais. “Eram postagens diárias no Instagram, chamadas Manual para viver em outubro, e cada dia eu fiz um post. Juntos, eles formavam um poema grande, e eu resolvi ir publicando uma parte por dia”.</p>
<p>“Eu vou ao Sebo Casa Azul muito pontualmente, porque moro em Carpina, e me comunico com o Fred muito pela internet. Quando ele viu as postagens, veio falar comigo pra me convidar e eu aceitei na hora. A gente montou um grupo de Whatsapp pra ir organizando as coisas e convidar os outros participantes, e o resultado final ficou muito lindo”, comemora Ezter Liu.</p>
<div id="attachment_55758" aria-labelledby="figcaption_attachment_55758" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55758 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">De acordo com Fred Caju, pelo menos metade dos participantes estarão na Casa Azul no dia do lançamento do livro para conversar com o público sobre o processo criativo, o contexto político e leitura dos textos</p></div>
<p>Para ela, a atmosfera daquele episódio político foi fundamental pra que os textos surgissem. “A escrita é uma forma de resistência e a maioria das pessoas escreveu naquele momento de angustia, na iminência dessa tragédia anunciada. E foi uma forma que cada um teve pra expurgar o aperreio que estava sentido. Pelo menos foi assim comigo. Um jeito de responder ao que acontecia naquela época”, conclui a autora.</p>
<p>Segundo Fred Caju, o Pedro Tostes é outro exemplo de como o livro ganhou corpo após a chamada. &#8220;Ele tinha ido à Casa Azul na semana que eu fiz o convite. Já estava organizando o livro quando ele me mandou um texto que tinha tudo a ver, e acabou entrando no recorte”. Fred fez a edição em copidesque e o projeto gráfico, enquanto a revisão dos textos ficou a cargo de Carlos Gomes. A capa é assinada por Flávio Guimarães.</p>
<p>Ainda de acordo com o organizador da antologia, no mínimo metade dos participantes deve estar na Casa Azul no dia do lançamento do livro. “E vai ser um encontro com um bate-papo sobre o processo criativo, o contexto político e leitura dos textos”, pontua Fred, lembrando que há outro lançamento da Castanha Mecânica agendado para este mês. “No próximo dia 25 de janeiro faremos na Casa Azul o lançamento de <strong>À sombra do imbondeiro</strong>, da Suelany Ribeiro”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
<em>Lançamento da antologia &#8220;No entanto: dissonâncias&#8221; (Fred Caju – organizador | Castanha Mecânica, 192 páginas)</em><br />
Sábado (12/01) | 21h13<br />
Sebo Casa Azul (Rua Treze de Maio, 121. Carmo, Olinda/PE)<br />
Entrada gratuita | Preço do livro: R$ 50</p>
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		<title>5º Prêmio Pernambuco de Literatura lança livros vencedores</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 20:03:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma reunião de contos sobre viagens e descobertas; um romance-livro de memórias do protagonista; um poemário que joga luz sobre o fazer criativo do poeta; uma narrativa que mergulha nas pequenas tragédias cotidianas do homem; e ainda um conjunto de histórias que evidenciam as diversas facetas do feminino integram a mais recente coleção da Cepe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Uma reunião de contos sobre viagens e descobertas; um romance-livro de memórias do protagonista; um poemário que joga luz sobre o fazer criativo do poeta; uma narrativa que mergulha nas pequenas tragédias cotidianas do homem; e ainda um conjunto de histórias que evidenciam as diversas facetas do feminino integram a mais recente coleção da Cepe Editora. São as obras que venceram, em 2017, o <strong>5º Prêmio Pernambuco de Literatura</strong>, uma iniciativa do Governo do Estado (Secult-PE, Fundarpe e Companhia Editora de Pernambuco).</p>
<p>O lançamento coletivo das cinco publicações, que registram mais um imperdível momento da nossa literatura, está marcado para às 19h da quinta-feira, 26 de abril, no Museu do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_59596" aria-labelledby="figcaption_attachment_59596" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/convite2.jpg"><img class="size-medium wp-image-59596" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/convite2-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento será no Museu do Estado de Pernambuco, aberto ao público</p></div>
<p>Primeira mulher a receber o maior reconhecimento em uma edição do Prêmio, a escritora <strong>Ezter Liu</strong>, residente em Carpina, apresenta o livro de contos <em>das tripas coração</em>. Revelando ainda a produção literária da Zona da Mata, <em>O Velocista</em> é o primeiro romance de <strong>Walter Cavalcanti Costa</strong>; e <em>chã</em>, o novo poemário de <strong>Enoo Miranda</strong>. Representando o Agreste, o romancista <strong>Amâncio Siqueira</strong> lança seu <em>Nem tudo cabe na paisagem</em>.  O poeta <strong>Fred Caju</strong> completa a lista de agraciados lançando <em>nada consta</em>.</p>
<p>A Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, comemora a chegada dos novos livros. “Este é um momento muito importante para todos nós que lutamos por mais visibilidade para a literatura pernambucana e para ampliação do acesso ao livro e à leitura no Estado”. É que além da premiação no valor total de R$ 40 mil aos escritores e a tiragem de mil exemplares de cada obra, o Prêmio garante ainda a distribuição dos livros a escolas públicas do Estado e a participação dos escritores em rodas de diálogo de eventos como o Festival de Inverno de Garanhuns e de projetos como o ‘Outras Palavras’.</p>
<p>&#8220;A Cepe participa, com muita satisfação, desta iniciativa. Promover o livro e a leitura é uma das principais missões institucionais da empresa e fazemos isso, ainda com mais entusiasmo, quando editamos trabalhos com a qualidade dos que venceram o 5º Prêmio Pernambuco de Literatura&#8221;, destaca Ricardo Leitão, presidente da Cepe.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MAIS RECURSOS PARA A LITERATURA PERNAMBUCANA</strong></span></p>
<p>No dia 17 de dezembro de 2017, o Governador Paulo Câmara assinou decreto ampliando os recursos destinados à iniciativa – de 40 mil para 90 mil reais &#8211; e rebatizando-o de Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura. De acordo com Marcelino Granja, Secretário Estadual de Cultura, “além da deferência a um grande escritor, que marca a história da arte e da cultura pernambucanas, o novo formato do Prêmio amplia o número de vencedores, contemplando mais um autor da RMR e os segundos colocados de cada macrorregião”. A sexta edição do Prêmio recebeu 161 inscrições, de todas as regiões pernambucanas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>AS OBRAS</strong></span></p>
<p>Grande vencedor do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura, <strong>das tripas coração</strong>, de Ezter Liu, reúne dezoito contos que têm em comum a temática feminina, mas as narrativas apontam para panoramas diversos. A mulher que é deus, a mulher-monstro, a mulher que foge, a que faz perguntas, a que acende fogueiras. São as várias faces do feminino que protagonizam as histórias. A escolha estética de uma narrativa sem vírgulas aponta para a necessidade de contar sem pausas, com o fôlego possível, o que precisa ser contado, porque o texto tira da adversidade a sua força e atravessa os próprios limites para dizer o que precisa ser dito, muitas vezes usando a poesia nas entrelinhas das narrativas como alinhavo e marca de estilo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Tenho dezenove anos e coleciono isqueiros vazios. Coleciono isqueiros. E coleciono vazios. Tenho vinte anos e aprendi a odiar o formato dos meus seios. E aprendi a odiar a finura dos meus lábios. Meu coração Himalaia. Meu coração Vale do Catimbau. Meu coração dimensão estranha. China plástico neon coqueiral. Tenho setenta anos nos domingos depois do jantar. Lenta. Premeditada. Disfarço a imprecisão das mãos. Tenho trinta pontuais anos no expediente. Me sirvo de bandeja. Sem atrasos. Tenho quarenta e três anos e calos nos cotovelos. Me sirvo com gelo no balcão do bar. Tenho cinquenta anos. Preciso parar de beber. Tenho dezesseis anos. Preciso parar de fumar. Tenho sessenta e sete anos. Preciso acreditar nos santos. Em deus. Em mim.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>nada consta</strong> é o nono livro de poemas de Fred Caju. Um poemário sobre o próprio poemário, luzes sobre processos criativos do escritor. Pode ser ainda uma pinça a arrancar, uma a uma, as plumas dos poetas. Armadura, também pode ser.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>pediram a cabeça</em><br />
<em>do poeta incendiário</em><br />
<em>chega de badvibes</em><br />
<em>foi o que disseram</em><br />
<em>após a decapitação</em><br />
<em>o cheiro de pólvora</em><br />
<em>ficou com cheirinho</em><br />
<em>de morango e não</em><br />
<em>se ouviu nunca mais</em><br />
<em>nenhuma explosão</em><br />
<em>nasceram arco-íris</em><br />
<em>longe das chuvas</em><br />
<em>e nenhum poema</em><br />
<em>precisa mais existir</em></p>
<p>Em <strong>chã</strong>, Enoo Miranda evoca pequenas tragédias cotidianas que assolam o homem do nosso tempo, ora evocando cenários e hábitos do trabalho no meio rural, ora realçando conflitos internos ou típicos da vida nos grandes centros urbanos. Mormaço, suor de trabalho, calor de motim, desordem. A maioria das pessoas que vivem nesse livro também vivem em outros lugares. O fogo dos homens. O mesmo fogo que não garantiu a superioridade destes homens sobre os outros animais. O que usamos para matar uns aos outros. Ou como disse um poeta amigo em tom de pilhéria sobre textos de orelhas de livros de poesia: “Bota tipo ‘Sugiro que leia sentado em assento confortável. Se preferir, aperte o cinto. Esse livro é o brilho sobre as vossas carniças’”, e no fim parece ser isso – além do que é.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>o ruído que faz a tua sombra</em><br />
<em>rasgando um pedaço</em><br />
<em>de chão duro é o de</em><br />
<em>um corpo-</em><br />
<em>carcaça</em><br />
<em>arrastando as</em><br />
<em>mazelas de</em><br />
<em>3 gerações</em><br />
<em>em uma chã</em><br />
<em>qualquer.</em></p>
<p>Viagem e descoberta são os motes que dão unidade aos contos de <strong>Nem tudo cabe na paisagem</strong>, de Amâncio Siqueira. O poeta que decide rodar o mundo para viver seu poema épico; o homem que viaja a um passado ainda não cicatrizado durante uma confissão; o marido que volta para casa após despedir-se de um amigo; o índio que quer vingança contra o homem branco que matou seu pai; o pai que caminha no corredor do hospital para encontrar o filho internado; o filho que tenta acertar as contas com o pai durante uma longa viagem&#8230; O texto direto lança uma luz diferente sobre situações cotidianas, expondo seu teor dramático nos recortes apresentados, muitas vezes flertando com o cômico, incidindo como um raio X sobre a vida ao redor.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Não fez essa viagem hoje. Ontem Júnior teve várias convulsões. A médica teve que encontrar uma veia na cabeça para injetar morfina. Dormiram como não faziam há seis anos: Natália sobre seu colo e Júnior sobre o colo dela. Passaram uma hora assim, e foi todo o descanso que tiveram. Sua viagem foi longa pela manhã: atravessar a rua para tomar café. Quase dormiu sobre o balcão da padaria, mas o cansaço era tão grande que fechar os olhos não bastava para cessar o estado de alerta. Fechar os olhos faz a mente viajar ainda mais, embora ela passeie apenas em volta do leito do hospital.</em></p>
<p>No percurso de <strong>O Velocista</strong>, o autor Walter Cavalcanti Costa navega pela experimentação formal e procura mostrar suas influências em quatro epígrafes: o futurismo europeu, o modernismo brasileiro, o concretismo brasileiro e a teoria literária. Com linguagem telegráfica, a obra é também um livro de memórias do protagonista, o astronauta Jô Tadeu. O velocista, antes de ser uma odisseia espacial, é uma fragmentária, melancólica, irônica e nervosa viagem do protagonista a si mesmo e aos que o cercam, através de suas lembranças descontinuadas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Eu sou Jô Tadeu Tábua, sou astronauta. Sou filho da estilista Carolina Vásquez e do Professor de Ciências Contábeis João Tábua. Sou casado com Beyita Samana, a governadora do Estado de Pernambuco, no Nordeste, da República Federativa do Brasil e sou irmão do artista plástico Von O’ Val, que é casado com a bibliotecária Valbuena Sales, que fala sete línguas ocidentais. Sales trabalhou com meu pai, João Tábua, no local onde hoje é a biblioteca que recebe o nome dele.</em></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Tenho um filho chamado João Tadeu. Uma filha está para nascer. Nasceu.</em></p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 150px;"><em>Estou há 35 dias, 6 horas e 27 minutos terrestres no espaç</em>o.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>MAIS SOBRE OS ESCRITORES<br />
</strong></span></p>
<div id="attachment_59589" aria-labelledby="figcaption_attachment_59589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ezter-liu_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59589" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/ezter-liu_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ezter Liu</p></div>
<p><strong>Ezter Liu</strong> nasceu no Recife, mas mora em Carpina desde criança. Graduada em Letras, escritora de prosa e poesia, desde o ano de 2005 tem seus textos publicados em várias coletâneas na região e no estado. Em 2015, pela Porta Aberta Editora Independente, lança seu primeiro livro solo: Vermelho alcalino (poemas). Ezter Liu e o ritmo de sua literatura se misturam à efervescência literária de Pernambuco, sobretudo na Zona da Mata, e assim, como os recitais e banquinhas independentes, insiste e resiste.</p>
<div id="attachment_59590" aria-labelledby="figcaption_attachment_59590" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/fred-caju_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59590" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/fred-caju_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Fred Caju</p></div>
<p><strong>Fred Caju</strong> é autor de Arremessos de um dado viciado, As tripas de Francis Conceição por ela mesma, Paisagens sépias, Intervalo aberto, Estilhaços, Transpassar: poemas de atravessamento, O revide das pequenas maldades e Permanência. Também é editor, artesão do livro e livreiro nômade da Castanha Mecânica.</p>
<div id="attachment_59588" aria-labelledby="figcaption_attachment_59588" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/enoo-miranda_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59588" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/enoo-miranda_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Enoo Miranda</p></div>
<p><strong>Enoo Miranda</strong> é escritor, coordenador do Cineclube Tela da Mata, professor licenciado em Letras pela Universidade de Pernambuco, campus Mata Norte, situado em Nazaré da Mata, município onde reside e trabalha. Entre suas publicações encontram-se textos em antologias, como Inquebrável: Estelita para cima (Mariposa Cartonera, 2014), a coletânea 1 (Publique-se!, Livrinho de Papel Finíssimo, 2015), e o livro solo Papel de pegar mosca (Porta Aberta, 2016). Atualmente se dedica à criação do selo Vão! Edições e Publicações Independentes.</p>
<div id="attachment_59587" aria-labelledby="figcaption_attachment_59587" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Valeria Vieira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/amancio_valeria-vieira.png"><img class="size-medium wp-image-59587" alt="Valeria Vieira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/amancio_valeria-vieira-607x425.png" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">Amâncio Siqueira</p></div>
<p><strong>Amâncio Siqueira</strong> nasceu em Afogados da Ingazeira e mora em Garanhuns. Aficionado por livros, acalenta a ilusão de que existem aqueles que ainda não foram escritos e tenta escrevê-los. Entre tais tentativas, teve publicada a novela Quebra Cabeças, em 2014.</p>
<div id="attachment_59591" aria-labelledby="figcaption_attachment_59591" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/walter-costa_Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-59591" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/walter-costa_Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Walter Cavalcanti Costa</p></div>
<p><strong>Walter Cavalcanti Costa</strong> é doutorando em Teoria da Literatura (PPGL/UFPE). A maior parte de sua formação foi realizada na UPE/Mata Norte, com graduação em Licenciatura em Letras, especialização lato sensu em Literatura Brasileira e Mestrado Profissional em Educação (PPGE/UPE). Recifense, nascido em 1989, é professor do quadro da rede pública de ensino de Pernambuco. Na escrita, realizou publicações acadêmicas em diversas revistas científicas. Publicou Entressafra 89 (2011), livro de poemas e contos que também ganhou curta-metragem, e Marlinda: Em diálogo de amor às suas cidades (2017), livro infanto-juvenil incentivado pelo Funcultura, em parceria com Milca de Paula.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO<br />
</strong></span><strong>Lançamento dos livros vencedores do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura </strong><strong><br />
</strong>Quinta-feira, 26 de abril | 19h<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças &#8211; Recife)</p>
<p>Valor de cada livro: R$ 20,00</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Revista &#8220;A Geometria da Cidade&#8221; será lançada no Espaço Pasárgada</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/revista-a-geometria-da-cidade-sera-lancada-no-espaco-pasargada/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2018 16:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, sedia na próxima sexta-feira (23), às 19h30, o lançamento da revista A Geometria da Cidade. A publicação, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, reúne 65 fotografias de Linda Nogueira e 14 textos poéticos do escritor Fred Caju. Ao longo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58480" aria-labelledby="figcaption_attachment_58480" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Linda Nogueira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/geometria-da-cidade.png"><img class="size-medium wp-image-58480" alt="Linda Nogueira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/geometria-da-cidade-607x402.png" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">A publicação, que conta com incentivo do Funcultura, contém fotos e poesias sobre o Recife, assinadas por Linda Nogueira e Fred Caju</p></div>
<p>O Espaço Pasárgada, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, sedia na próxima sexta-feira (23), às 19h30, o lançamento da revista<em> A Geometria da Cidade</em>. A publicação, que conta com incentivo do <strong>Governo do Estado de Pernambuco</strong>, por meio do <strong>Funcultura</strong>, reúne 65 fotografias de <strong>Linda Nogueira</strong> e 14 textos poéticos do escritor <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/pasargada-doc-apresenta-fred-caju/" target="_blank">Fred Caju</a></strong>.</p>
<p>Ao longo das páginas da publicação, podemos ver imagens de vários espaços emblemáticos da capital pernambucana, como o Cais do Sertão, a Casa da Cultura, a Capela Dourada, o Parque Dona Lindu, o Edifício Holiday, o Estádio do Arruda, o Cais José Estelita, o Mercado de São José, o Metrô do Recife, o Teatro de Santa Isabel, a Rua da Ruda, os bairros de Boa Viagem, Casa Amarela e do Recife Antigo, o Museu do Trem, a Ponte de Ferro, a Passarela do Aeroporto e o TIP. O objetivo da revista é conduzir o olhar do leitor a monumentos, paisagens e pontos turísticos do Recife, retratados nas imagens do ensaio, sem esquecer de problematizar, através da linguagem poética, a interferência do ser humano no espaço urbano.</p>
<p>Já Linda Nogueira destaca que a ideia da publicação surgiu após uma temporada na Europa, na qual começou a fotografar uma série de imagens com foco nas edificações e monumentos que, de alguma forma, remetiam às formas geométricas. <em>&#8220;Quando voltei ao Recife, passei a observar nos monumentos daqui os mesmos aspectos geométricos e resolvi criar uma série de fotos obedecendo a esse ponto de vista. &#8216;A Geometria da Cidade&#8217; é fruto desse processo criativo e é, acima de tudo, um retrato de uma Recife transformada pelo caos e pelas mãos do homem, mas é também um espelho do que explode aqui dentro de que se reflete em tudo que vejo”</em>, conta a fotógrafa, que é vencedora dos prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Filme, com o curta <em>Vazio</em>, no Festival Internacional de Cinema Independente do Timor-Leste.</p>
<p>Um dos vencedores da última edição do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cinco-escritores-pernambucanos-vencem-o-v-premio-pe-de-literatura/" target="_blank"><strong>Prêmio Hermilo Borba Filho de Literatura</strong></a>, o poeta Fred Caju conta que seus textos, feitos sob encomenda e especialmente para publicação, revelam um olhar diferente sobre a arquitetura e os espaços da cidade que, apesar de &#8220;selvagem&#8221;, é repleta de beleza. <em>&#8220;Não entendo tanto sobre luzes e sombras ou os melhores ângulos das coisas. Mas sei que o Recife é uma cidade selvagem. Arrancar a beleza dela é necessário. Urgente&#8221;</em>, conta o autor.</p>
<p>A revista será vendida a R$ 10, durante o lançamento. Parte das revistas será distribuída a instituições públicas do Estado, como escolas, bibliotecas e espaços culturais.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento da Revista “A Geometria da Cidade”<br />
Quando: 23/3 (sexta-feira), às 19h30<br />
Onde: Espaço Pasárgada (R. da União, 263 – Boa Vista, Recife – PE)<br />
Preço da revista: R$ 10</p>
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		<title>Durante edição do Outras Palavras, estudantes conversam com o escritor Fred Cajú</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Dec 2017 03:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola Dom Vital]]></category>
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		<category><![CDATA[Recife]]></category>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura, o escritor Fred Cajú, com o livro Nada consta (ainda inédito), conversou na manhã da última sexta-feira (1º) com estudantes da Escola Dom Vital, em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, sobre sua produção literária e paixão pelo que faz. A atividade fez parte [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_55759" aria-labelledby="figcaption_attachment_55759" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37896010535_825e41a779_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55759 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37896010535_825e41a779_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na ocasião, mediada pela jornalista Jan Ribeiro, Fred Cajú conversou com os alunos sobre seu processo criativo e relação com a literatura</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/cinco-escritores-pernambucanos-vencem-o-v-premio-pe-de-literatura/" target="_blank">Um dos premiados no V Prêmio Pernambuco de Literatura</a>, o escritor Fred Cajú, com o livro <strong>Nada consta</strong> (ainda inédito), conversou na manhã da última sexta-feira (1º) com estudantes da Escola Dom Vital, em Casa Amarela, Zona Norte do Recife, sobre sua produção literária e paixão pelo que faz. A atividade fez parte de mais uma edição do <strong>Outras Palavras</strong> e teve a participação de dezenas de alunos do 3º ano do Ensino Médio, que puderam tirar suas dúvidas sobre o processo criativo do autor &#8211; que já tem sete livros lançados.</p>
<p>Para a assistente de direção da escola, a professora Lidiane Feitosa, este foi um momento gratificante para o Dom Vital. <em>“Espero que aproveitem porque eu já acompanhei uma edição aqui ao lado, no EREM Padre Machado, e sei que é riquíssimo. Agora é a vez de vocês. A gente abre as nossas portas para o <strong>Outras Palavras</strong> porque a gente acredita que vocês merecem essa oportunidade”,</em> disse ela.</p>
<div id="attachment_55757" aria-labelledby="figcaption_attachment_55757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917821427_f487e37e29_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55757 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917821427_f487e37e29_k-607x347.jpg" width="607" height="347" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras contou com a participação de dezenas de alunos do 3º ano do Ensino Médio, que puderam tirar suas dúvidas sobre o processo criativo do autor</p></div>
<p><em>“Escolhemos vocês alunos do terceiro ano porque vocês estão passando por novos desafios, e esperamos que o projeto volte ano que vem para a nossa casa, com as novas turmas”</em>, disse ela, para depois receber um kit do projeto voltado para a biblioteca da instituição, com livros de escritores premiados no Prêmio Pernambuco de Literatura e publicações com incentivo do Funcultura.</p>
<p>Antonieta Trindade, gestora do projeto e vice-presidente da Fundarpe, ressaltou o número mais importante que o<strong> Outras Palavras</strong> já atingiu: quase dez mil estudantes em todo o estado de Pernambuco. <em>“Nosso desafio é garantir que, num momento como esse que vivemos no país, com tanto ataque à escola pública, termos um projeto avançado de vida. A gente busca fazer com que a escola não seja um ambiente que ensine a obedecer, e sim que seja um local onde possamos exercitar nossa criatividade, ampliar a visão de mundo e formar opinião sobre os fatos”,</em> destacou Antonieta, para em seguida se colocar a disposição para volta ao Dom Vital no ano que vem.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38782092941_2e581ed05b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55762 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38782092941_2e581ed05b_k-607x445.jpg" width="607" height="445" /></a></p>
<p>Mediado pela jornalista e fotógrafa Jan Ribeiro, a conversa com o jovem escritor pernambucano tocou em pontos chaves da carreira artística de Fred Caju, como inspirações, movimento cartonero e como é sua relação com a literatura. Considerado um dos nomes mais importantes da nova geração de poetas em Pernambuco, Fred Cajú criou seu nome artístico a partir de um anagrama com as duas primeiras letras de cada nome do autor (Edinaldo Francisco do Carmo Júnior). Recifense, nasceu em 1988 e hoje mora em Paulista, na Região Metropolitana.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55758 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/37895960935_dbbf4125f5_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a></p>
<p>Historiador por formação, é editor do selo Castanha Mecânica, que trabalha com produção artesanal de livros. Seus poemas também estão disponíveis na internet, como na sua conta no <a href="https://www.instagram.com/Caju.Fred/" target="_blank">Instagram</a> e no site <a href="https://www.brasildefato.com.br" target="_blank">Brasil de Fato</a>. <em>“Eu tenho um olhar meio torto das coisas. Por exemplo, uma vez eu estava numa apresentação e tinha na minha frente um datashow daqueles mais modernos que você possa imaginar, mas eu estava obcecado em ficar olhando o papelzinho dobrado que fazia apoio para ele. Eu estou saturado de temas que não comportam a minha realidade, que me esmagam, isso é o que me motiva a escrever”,</em> revelo ele que já participou do pasárgada.doc, série de minidocumentários sobre autores pernambucanos produzida pela Coordenadoria de Literatura da Secretaria de Cultura do estado.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nCrTGDGTbaY" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Uma das perguntas que Jan Ribeiro fez ao Fred foi como é que funciona a lógica do autor na construção das capas dos seus livros. <em>“Por exemplo, esse aqui, chamado <strong>Estilhaço</strong>, é feito com casca de ovo. Que mensagem você quis passar e como chegou a esse processo final?”</em>, indagou a jornalista. “<em><strong>Estilhaço</strong> está o tempo inteiro dizendo que vai dar besteira, que as coisas acabam, terminam. ‘Administre isso, você não pode evitar o fim das coisas’. E teve um momento que eu pensei: ‘Já que é um livro que fala de términos, vou pegar casca de ovo, que é um material orgânico’. Ou seja, esse livro pode apodrecer, e isso tem completa relação com o conteúdo”,</em> explicou Fred Cajú.</p>
<div id="attachment_55760" aria-labelledby="figcaption_attachment_55760" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065240794_79d9fd644a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55760 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065240794_79d9fd644a_k-607x441.jpg" width="607" height="441" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes puderam tirar suas dúvidas sobre como é ser escritor frente a frente com Fred Cajú</p></div>
<p>A estudante Samia Stephany quer fazer Letras e quis saber do autor como ele sobrevive com a literatura, e como surgiu a ideia de fazer livros com materiais diferenciados. <em>“Eu vivo da literatura sim, mas não dos meus livros. Eu estava num encontro dia desses e um pessoal falou da dificuldade de sobrevivência nesse meio. Eu disse que eles estavam confundindo as coisas. O exemplar não deve ser visto como a conta final. Quando a gente fala de literatura, há outras demandas, como recitais, apresentações, debates e palestras. Se eu fosse viver só do texto, eu não sobreviveria, e ai a gente precisa se impor”.</em></p>
<div id="attachment_55761" aria-labelledby="figcaption_attachment_55761" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065250134_c36a85fffa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55761 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/38065250134_c36a85fffa_k-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Historiador por formação, Fred Cajú é editor do selo Castanha Mecânica, que trabalha com produção artesanal de livros.</p></div>
<p><em>“Sobre a questão dos materiais, tudo começou quando eu tive a ideia de fazer um livro com filtro de café. Eu gostava da ideia do cheiro, da textura. Mas eu sei de fato qual é a verdadeira sacada de ir por esse caminho. É na verdade uma saturação de mercado. Se eu colocar esse livro num formato tradicional numa estante, ele vai ser só mais um na estante. Minha ideia é pirar no sentido de pensar nas possibilidades que um livro pode ser apresentado”,</em> respondeu Fred.</p>
<div id="attachment_55756" aria-labelledby="figcaption_attachment_55756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917515527_74a100d672_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-55756 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/23917515527_74a100d672_k-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a><p class="wp-caption-text">Edição do Outras Palavras ainda teve forró pé de serra do grupo Forrozão Bate Sala e Alex para animar a garotada</p></div>
<p>Ao fim da conversa, os estudantes puderam conhecer o trabalho independente do grupo Forrozão Bate Sela e Alex, que atua há dez anos em Pernambuco disseminando o autêntico forró pé de serra. &#8220;<em>É um trabalho difícil, mas recompensador, porque levamos a nossa cultura do noss estado pelo Nordeste afora&#8221;,</em> disse o vocalista Biskuí, para em seguida puxar músicas do Rei do Baião, como<strong> Hora do Adeus</strong>, e de seu pupilo Dominguinhos, como <strong>Eu Só Quero Um Xodó</strong>.</p>
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		<title>Fruto de uma oficina literária, antologia poética reúne vários autores</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 17:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir da oficina literária A palavra confessa, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26928" aria-labelledby="figcaption_attachment_26928" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Fernandes/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR.jpg"><img class="size-medium wp-image-26928" alt="Marcus Fernandes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/IMG_20150626_153806810_HDR-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Equipamento cultural localizado no Bairro do Recife recebe o lançamento da antologia</p></div>
<p>A partir da <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/oficina-de-poesia-confessa-resgata-o-eu-poetico-dos-participantes/" target="_blank">oficina literária A palavra confessa</a>, promovida em julho deste ano pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, algumas pessoas puderam resgatar seu eu-poético. O que elas talvez não imaginassem é que seus trabalhos ganhariam forma física através de uma publicação. O livro <strong>A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos</strong>, impresso pela editora Castanha Mecânica e com obras dos autores participantes da oficina citada, será lançado neste domingo (13), às 15h, na Torre Malakoff – local que abrigou as aulas e deu título à obra. A entrada é gratuita e o evento será seguido de um debate e sarau com os escritores.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento.png"><img class="size-medium wp-image-52222 aligncenter" alt="A-TORRE-capa do evento" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/A-TORRE-capa-do-evento-607x227.png" width="607" height="227" /></a><br />
Organizadora da oficina, a coordenadora de Literatura da Secult-PE explica a importância dos encontros que possibilitaram o surgimento deste livro. <em>“A Torre foi erguida por diversas vozes, a partir da oficina de poesia confessional. Reverberando a partir dela, seu eco poderá ser ouvido &#8211; ou lido, para além das paredes da Malakoff. É muito gratificante ver que, de forma espontânea, essas pessoas se entrelaçaram para produzir uma publicação confessional, artesanal e coletiva, uma tríade que revigora a crença na liga que só as palavras têm”,</em> comenta ela. As aulas foram ministradas pelo escritor Stefanni Marion, de São Paulo.</p>
<p>Participaram da publicação Adélia Coelho Flô, Carlos Seixas, Crislaine Venceslau, Daniela Câmara, Diego de França, Fred Caju, Gabriel Góes, Guto Santana, Josemar Ferreira, Lúcio Pessôa, Luna Vitrolira, Maíra Borges, Maria Samara, Meca Moreno, Paulo Queiroz, Teresa Coelho e Wolder Wallace.</p>
<div id="attachment_52223" aria-labelledby="figcaption_attachment_52223" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg"><img class="size-full wp-image-52223 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/34311656554_d0922323c2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta&#8221;, explica Luna Vitrolira, uma das participantes da oficina e da publicação</p></div>
<p style="text-align: left;">De acordo com Luna Vitrolira, de 25 anos, a oficina foi um exercício de libertação das amarras. <em>“Um exercício de se abrir pras pessoas e de escrever e dizer a poesia. No meu caso eu estava particularmente muito fechada, muito travada, ignorando, na verdade, minha potencia de escrita, minhas vontades meus desejos. Por causa da vida, da rotina, eu acabei colocando a poesia em segundo plano. Essa oficina me deu de presente a poesia de volta. Foi especial estar com essas pessoas, e me abrir de novo para a vida e para a arte”,</em> ressalta.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
<em>Lançamento do livro ‘A Torre &#8211; antologia de poesia confessional, cartas e diários íntimos’</em><br />
Domingo (13) | 15h<br />
Torre Malakoff (Praça do Arsenal, S/N, Bairro do Recife)<br />
Entrada gratuita | Valor da antologia: R$ 20<br />
<a href="https://www.facebook.com/events/1709284016033405/" target="_blank">Evento no Facebook</a></p>
<p><strong>Ficha Técnica do livro:</strong><br />
Edição: Castanha Mecânica<br />
Idealização, organização e prefácio: Stefanni Marion<br />
Projeto gráfico e material publicitário: Felipe Cadena<br />
Revisão: Teresa Coelho<br />
Texto de capa: Sidney Rocha</p>
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