<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; Maria Paula Costa Rêgo</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/maria-paula-costa-rego/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2026 19:59:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Demanda do Graal Dançado]]></category>
		<category><![CDATA[apca]]></category>
		<category><![CDATA[Ariano Suassuna]]></category>
		<category><![CDATA[armorial]]></category>
		<category><![CDATA[bailarina]]></category>
		<category><![CDATA[Brincadeira de Mulato]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Newton Júnior]]></category>
		<category><![CDATA[Castanho sua Cor e Terra]]></category>
		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[cepe]]></category>
		<category><![CDATA[condado]]></category>
		<category><![CDATA[coreógrafa]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[Diálogos Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[editora]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Estrela de Ouro]]></category>
		<category><![CDATA[Grial]]></category>
		<category><![CDATA[Helena Katz]]></category>
		<category><![CDATA[Janeiro de Grandes Espetáculos]]></category>
		<category><![CDATA[Kleber Lourenço]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Mateus Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[MEPE]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Biu]]></category>
		<category><![CDATA[Museu do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[pedro salustiano]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Mulher Vestida de Sol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=106509</guid>
		<description><![CDATA[Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/grupo-grial-tem-sua-historia-armorial-registrada-em-livro-da-cepe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Live produzida pela Secult-PE/Fundarpe traça panorama da dança em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-produzida-pela-secult-pefundarpe-traca-panorama-da-danca-em-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/live-produzida-pela-secult-pefundarpe-traca-panorama-da-danca-em-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 13:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Adriana Gehres]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional da Dança - Pernambuco em movimento]]></category>
		<category><![CDATA[Galiana Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão pello youtube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=93080</guid>
		<description><![CDATA[Nas vésperas do Dia Internacional da Dança, celebrado em todo mundo em 29 de abril, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentará uma live cujo tema é “Dia Internacional da Dança &#8211; Pernambuco em movimento”. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93081" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/unnamed-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Nas vésperas do Dia Internacional da Dança, celebrado em todo mundo em 29 de abril, o programa Cultura em Rede, uma realização da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), apresentará uma live cujo tema é “Dia Internacional da Dança &#8211; Pernambuco em movimento”. O programa, que contará com a participação de<strong> Adriana Gehres</strong> (UPE), <strong>Galiana Brasil</strong> (Itaú Cultural) e mediação de <strong>Maria Paula Costa Rêgo</strong> (Secult-PE), será transmitido no canal da Secult-PE/Fundarpe no Youtube, com retransmissão no Facebook, na próxima terça-feira (26), às 19h.</p>
<p>A base do diálogo será a pesquisa “Mapeamento em rede das escolas de dança e grupos de dança em Pernambuco: Zona da Mata, Agreste, Sertão e São Francisco”. O trabalho foi realizado em parceria pela Escola Superior de Educação Física (ESEF) da Universidade de Pernambuco (UPE) com o Grupo de Estudos Etnográficos em Educação Física e Esportes (Ethnós) da ESEF-UPE, com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O grupo da ESEF é formado por duas professoras (Adriana Gehres e Lívia Tenório Brasileiro), uma aluna do programa de pós-graduação (Raphaela França Campelo), uma egressa da graduação (Anne Karoline Pessoa da Silva) e uma egressa da pós (Ana Carolina Marques da Silva). Foram realizadas entrevistas com 165 pessoas em 11 municípios das quatro mesorregiões do estado, identificando a existência de 27 escolas de dança, 36 grupos de dança e 165 fazedores de dança. </p>
<p>Com o nome oficial de “Configurações em dança em Pernambuco: um mapeamento em rede”, o objetivo da pesquisa é construir um mapa de fluxos dos fazedores de dança no estado, apontando a identificação de grupos, companhias, coletivos e escolas de dança.</p>
<p>A apresentação dos resultados mostrou que a dança popular e a dança contemporânea são predominantes em Pernambuco, sendo a primeira mais forte em lugares como Pesqueira, Serra Talhada e Arcoverde.</p>
<p><em>&#8220;Na live promovida pela Secult-PE/Fundape, vamos conversar com a coordenadora da pesquisa, a professora Adriana Gehres. “A intenção do mapeamento é a gente pensar uma metodologia capaz de entender melhor as relações entre as pessoas que fazem dança e como isso pode ser potencializado através de políticas públicas. O trabalho está sendo retomado agora depois da pandemia e, mais pra frente, queremos uma metodologia que possa dialogar com o que já existe na Secretaria de Cultura de Pernambuco, em termos de cadastro, como o que foi feito com o Mapa Cultural&#8221;</em>, coloca Adriana.</p>
<p>O bate-papo vai contar ainda com a experiência da gestora cultural Galiana Brasil, atual responsável pelo núcleo de Artes Cênicas do Itaú Cultural. Na condução de editais públicos na área das artes cênicas e da dança, Galiana contribuiu para o fortalecimento de cenas da dança em Pernambuco, principalmente a de Petrolina, que acompanha há quase duas décadas.</p>
<p><em> “É um cenário muito importante, realmente, dentro do estado. Ele se diferencia muito pela coisa dos festivais. Tem o trabalho do Sesc, que é muito atuante e que vem formando companhias e artistas independentes também. Eles têm uma coisa muito forte na formação e acho que têm também um ideal de dar condições de trabalho para que as pessoas não saiam. A gente tem uma migração, um êxodo histórico do Nordeste para ir pras capitais. Acho que Petrolina começou esse movimento de arar um terreno sólido para que os artistas consigam trabalhar e viver da sua arte dentro da cidade. Isso, ao longo do tempo, vem se mostrando eficiente”</em>, analisa Galiana.</p>
<p><em>“A pesquisa de Adriana e a atuação de Galiana como gestora cultural nesta área somam para quem está pensando e atuando no fomento, na pesquisa e na formação da dança, em Pernambuco e no Brasil, com um olhar amplo, generoso e diverso, que abarca toda diversidade da dança”</em>, coloca Maria Paula Costa Rêgo, coreógrafa e assessora de Dança da Secult-PE, que mediará o debate.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live “Dia Internacional da Dança &#8211; Pernambuco em movimento”, com Adriana Gehres, Galiana Brasil e Maria Paula Costa Rêgo (mediação)<br />
Quando: 26 de abril de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: <a href="http://www.youtube.com/SecultPE" target="_blank"><strong>www.youtube.com/SecultPE</strong></a> | <strong><a href="http://www.facebook.com/culturape" target="_blank">www.facebook.com/culturape</a></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/live-produzida-pela-secult-pefundarpe-traca-panorama-da-danca-em-pernambuco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Antônio Nóbrega e Valéria Vicente participam de live sobre a dança do frevo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/antonio-nobrega-e-valeria-vicente-participam-de-live-da-secult-pe-sobre-a-danca-do-frevo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/antonio-nobrega-e-valeria-vicente-participam-de-live-da-secult-pe-sobre-a-danca-do-frevo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Mar 2022 12:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Nóbrega]]></category>
		<category><![CDATA[Corpofrevo/CorpoFerve/CorpoCria]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[transmissão pelo youtube]]></category>
		<category><![CDATA[Valéria Vicente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=91756</guid>
		<description><![CDATA[O frevo dança está além das coreografias que ilustram o palco ou as ruas com tesouras, martelos, dobradiças, parafusos, etc., enquanto a orquestra toca um rasgado. Também ali é frevo, dança que extrapola espaços e períodos festivos. Desde suas origens, a dança do frevo reflete os gestos, os movimentos, as tensões e o gingado do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15865" aria-labelledby="figcaption_attachment_15865" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/antonio-nobrega-foto-marcelo-lyra-fundarpe-secultpe.jpg"><img class="size-full wp-image-15865" alt="Marcelo Lyra/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/antonio-nobrega-foto-marcelo-lyra-fundarpe-secultpe.jpg" width="600" height="380" /></a><p class="wp-caption-text">Antônio Nóbrega é um dos convidados do encontro virtual, que vai ao ar na próxima terça-feira (15), no YouTube</p></div>
<p>O frevo dança está além das coreografias que ilustram o palco ou as ruas com tesouras, martelos, dobradiças, parafusos, etc., enquanto a orquestra toca um rasgado. Também ali é frevo, dança que extrapola espaços e períodos festivos. Desde suas origens, a dança do frevo reflete os gestos, os movimentos, as tensões e o gingado do seu povo. Frevo é vivo, é mutante, ainda que seja uma das tradições que mais identifica o povo pernambucano. O frevo já rompeu os limites de seu território. Está na gênese de uma dança essencialmente brasileira.</p>
<p>É com o objetivo de entender mais os passos que o frevo vem tomando desde sua existência que o programa Cultura em Rede promove a live <em>&#8220;Corpofrevo, corpoferve, corpocria”</em>. A conversa reunirá dois bailarinos que também são produtores de conhecimento, estudam e ensinam essa arte: a dançarina, professora e pesquisadora Valéria Vicente; e compositor, músico, bailarino e ator Antônio Carlos Nóbrega. A transmissão acontece nesta terça-feira (15), às 19h, no canal do YouTube da Secretaria de Cultura e da Fundarpe.</p>
<p><em>“O corpofrevo é o corpo da tradição, de onde vem o frevo; corpoferve é o movimento de transcender a tradição, e finalmente o corpocria que é o movimento de cada criador, porque não existe receita, frevo não é único e cada coisa que surge é específica”</em>, diz a coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secretaria de Cultura, que irá mediar a conversa.</p>
<p><em>&#8220;O frevo é uma dança brasileira, tem características de dança popular mas assim como o frevo música, tem divisões tais como a dança dos foliões, a dança dos espetáculos de frevo e a dos espetáculos da dança moderna e contemporânea. Então é uma dança brasileira vinda da cultura popular que se transforma e se adapta a cada contexto&#8221;</em>, explica a dançarina e pesquisadora Valéria Vicente.</p>
<p>Valéria pesquisa o frevo como uma tecnologia corporal sempre em mutação. <em>&#8220;A dança é construída nessa inter-relação com a música, num corpo que não é só capoeira, mas é de proletários, trabalhadores, e que tem essa matriz africana, do povo preto, na ginga da capoeira, na estrutura corporal, na organização do corpo para o movimento, que vai sendo transformada pelas dinâmicas da música, pelas necessidades que vem dessa relação&#8221;</em>, diz Valéria, que em breve lança mais um livro sobre o tema. Intitulado &#8220;Errância Passista&#8221;, a publicação traz o frevo do ponto de vista do passista no carnaval, como uma tecnologia para transformação psicofísica.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONVIDADOS</strong></span></p>
<p><strong>NÓBREGA -</strong> Nascido no Recife, começou a estudar violino aos oito anos. Em 1971, Ariano Suassuna o convidou para integrar o Quinteto Armorial. A partir daí, passou a estudar o universo da cultura popular e a criar espetáculos de teatro, dança e música nela referenciados. Entre eles: Brincante, Segundas Histórias, O Marco do Meio Dia, Figural, Na Pancada do Ganzá, Madeira Que Cupim Não Rói, Pernambuco Falando para o Mundo, Lunário Perpétuo, Nove de Frevereiro, Naturalmente, Húmus, Recital para Ariano, Semba, Rima entre outros.</p>
<p>Com seus espetáculos, o artista tem viajado pelo Brasil e outros países. Recebeu duas vezes a Comenda do Mérito Cultural. Tem 12 CDs gravados e três DVDs. Em novembro de 1992, fundou com Rosane Almeida – atriz, bailarina e sua esposa – o Instituto Brincante, em São Paulo. Em 2014, o cineasta Walter Carvalho realizou o longa-metragem Brincante, dedicado à sua trajetória artística.</p>
<p><strong>VALÉRIA -</strong> Formada em Comunicação Social pela UFPE, mestre e doutora no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA, é professora de danças populares e preparação corporal do Departamento de Artes Cênicas (UFPB) e pesquisadora do Acervo Recordança (PE). Desenvolve pesquisas que discutem elementos das culturas populares na sociedade contemporânea, tendo publicado o DVD Trançados Musculares: saúde corporal e ensino do frevo (2011),e os livros Frevo para aprender e ensinar (2015);Entre a Ponta de é e o Calcanhar: Reflexões sobre como o frevo encena o povo, a nação e a dança no Recife (2009); Brincando Maracatu(2008) e Maracatu Rural: O espetáculo como Espaço Social(2005), entre outros artigos e textos divulgados em jornais, revistas e anais acadêmicos.</p>
<p>Na prática de dança se especializou sobre o frevo, realizando pesquisas práticas e teóricas que resultaram nos espetáculos de dança: Chega! (2020), CovidA (2020), Ebulição (2018), Re/inFlexão (2017), Reflexão (2016) Frevo de Casa (2014) Fervo (2006) e Pequena Subversão, criação para o programa Rumos Dança do Itaú Cultural (2007). Fundadora do Acervo Recordança, desenvolve e coordena pesquisas que articulam investigação histórica e a cena artística de Recife. Em 2016 organizou, juntamente a Roberta Ramos o livro “Traçados Historiográficos: A dança no Recife”.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Live &#8220;Corpofrevo/CorpoFerve/CorpoCria&#8221;, com Antônio Carlos Nóbrega, Valéria Vicente e Maria Paula Costa Rêgo (mediação)<br />
Quando: 15 de fevereiro de 2022 (terça-feira), às 19h<br />
Transmissão: Transmissão: <a href="https://www.youtube.com/user/SecultPE" target="_blank"><strong>youtube.com/SecultPE</strong></a> | <a href="https://www.facebook.com/culturape" target="_blank"><strong>facebook.com/culturape</strong></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/antonio-nobrega-e-valeria-vicente-participam-de-live-da-secult-pe-sobre-a-danca-do-frevo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Secult-PE divulga lista de candidatos selecionados para oficina de &#8220;Danças Urbanas&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-divulga-lista-de-candidatos-selecionados-para-oficina-de-dancas-urbanas/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-divulga-lista-de-candidatos-selecionados-para-oficina-de-dancas-urbanas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 18:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos selecionados]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Oficina]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Yann Beauvais]]></category>
		<category><![CDATA[“Danças Urbanas em Foco - Videodança”]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=87635</guid>
		<description><![CDATA[A Secult-PE/Fundarpe, em parceria com Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife, anuncia  a lista dos candidatos selecionados para a oficina “Danças Urbanas em Foco &#8211; Videodança”, que será comandada pelo cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais, entre os dias 8 a 26 de setembro. Ao todo, foram 12 selecionados que poderão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secult-PE/Fundarpe, em parceria com Consulado Geral da França para o Nordeste em Recife, anuncia  a lista dos candidatos selecionados para a oficina <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/oficina-de-videodanca-com-yann-beauvais-tem-inscricoes-prorrogadas/" target="_blank"><strong>“Danças Urbanas em Foco &#8211; Videodança”</strong></a>, que será comandada pelo cineasta e crítico de cinema francês Yann Beauvais, entre os dias 8 a 26 de setembro.</p>
<p>Ao todo, foram 12 selecionados que poderão assistir às primeiras aulas referentes aos conteúdos teóricos sobre videoarte/videodança, que têm início nesta quarta-feira (8), às 14h30, no Teatro do Parque. <em>&#8220;Serão duas aulas teóricas e depois serão encontros específicos durante todo o mês de setembro, entre Yann Beauvais e cada criador, para avançar no processo de criação dos seus próprios vídeos&#8221;</em>, conta a assessora de Dança da Secult-PE, Maria Paula Costa Rêgo. Confira abaixo os nomes dos participantes:</p>
<p>1- ALDINETE RIBEIRO<br />
2- ANTHONY M<br />
3- BEATRIZ NASCIMENTO<br />
4- BEL ARAUJO<br />
5- CLAUDIANE SANTANA DE LUNA<br />
6- EVERTON SOUSA LEÃO<br />
7- HULLIPOP<br />
8- LIUTERRY<br />
9- PEDRO DINIZ<br />
10- RAFAEL DE LIMA FREITAS<br />
11- UX AKA<br />
12- VICTOR VICENTE</p>
<p><strong>Sobre o facilitador</strong><br />
Além de crítico e cineasta, <strong>Yann Beauvais</strong> é organizador de eventos de cinema experimental na França e no exterior. Formado em Filosofia e Estudos de Cinema, influenciado pela arte contemporânea (formalismo russo e estruturalismo mínimo) e pela música acadêmica, ele é cofundador do Light Cone, a mais importante cooperativa europeia de difusão do cinema experimental. Ensinou estética e história do cinema experimental no Studio Le Fresnoy, na Universidade de Paris 3 – Sorbonne Nouvelle, e na Universidade da Flórida. Foi conservador de acervos históricos e programador na American Center, produtor no Centro Nacional de Arte e Cultura Georges Pompidou, no Museu de Arte Moderna de Paris e na Galeria Nacional do Jeu de Paume. Desde 2011, Yann Beauvais mora em Recife. Ele assina mais de 50 filmes, entre videoarte e curtas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-divulga-lista-de-candidatos-selecionados-para-oficina-de-dancas-urbanas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Live “Conexão Patrimônio: Dança”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/live-conexao-patrimonio-danca/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/live-conexao-patrimonio-danca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2020 23:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13ª semana do patrimônio cultural de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[conexão patrimônio dança]]></category>
		<category><![CDATA[live]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[renata echeverria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=78069</guid>
		<description><![CDATA[Como uma das atividades preparatórias da 13ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, a Secult-PE/Fundarpe promoveu, nesta quinta-feira (13), um bate-papo em seu perfil oficial do Instagram, o @culturape, sobre a relação tradição versus contemporaneidade na dança pernambucana. Com a participação de Maria Paula Costa Rêgo (assessora de Dança da Secult-PE) e mediação de Renata [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como uma das atividades preparatórias da <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/semana-do-patrimonio-cultural-traz-debate-sobre-preservacao-em-tempos-de-pandemia/" target="_blank">13ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco</a></strong>, a Secult-PE/Fundarpe promoveu, nesta quinta-feira (13), um bate-papo em seu perfil oficial do Instagram, o <a href="https://www.instagram.com/culturape/" target="_blank"><strong>@culturape</strong></a>, sobre a relação <strong>tradição</strong> <em>versus</em> <strong>contemporaneidade</strong> na dança pernambucana.</p>
<p>Com a participação de Maria Paula Costa Rêgo (assessora de Dança da Secult-PE) e mediação de Renata Echeverria Martins (Gerência de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe), a live &#8220;Conexão Patrimônio: Dança&#8221; teve como ponto de partida a experiência da convidada à frente da concepção/montagem de espetáculos para discutir a presença e o engajamento dos mestres da cultura popular na cena contemporânea de dança. Para quem perdeu ou quer rever, é só apertar o play abaixo e conferir o vídeo na íntegra:</p>
<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/CD1-wmUhI6Y/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/CD1-wmUhI6Y/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank">
<div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;">
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div>
</div>
</div>
<div style="padding: 19% 0;"></div>
<div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g>
<path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div>
<div style="padding-top: 8px;">
<div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;"> Ver essa foto no Instagram</div>
</div>
<div style="padding: 12.5% 0;"></div>
<div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;">
<div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div>
<div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div>
</div>
<div style="margin-left: 8px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; transform: translateX(16px) translateY(-4px) rotate(30deg)"></div>
</div>
<div style="margin-left: auto;">
<div style=" width: 0px; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-right: 8px solid transparent; transform: translateY(16px);"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; flex-grow: 0; height: 12px; width: 16px; transform: translateY(-4px);"></div>
<div style=" width: 0; height: 0; border-top: 8px solid #F4F4F4; border-left: 8px solid transparent; transform: translateY(-4px) translateX(8px);"></div>
</div>
</div>
<div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center; margin-bottom: 24px;">
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 224px;"></div>
<div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 144px;"></div>
</div>
<p></a>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/tv/CD1-wmUhI6Y/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Secretaria de Cultura &#8211; PE (@culturape)</a> em <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2020-08-13T20:48:06+00:00">13 de Ago, 2020 às 1:48 PDT</time></p>
</div>
</blockquote>
<p> <script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/live-conexao-patrimonio-danca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Gestoras das linguagens destacam conquistas femininas nos segmentos culturais</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/gestoras-das-linguagens-destacam-conquistas-femininas-nos-segmentos-culturais/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/gestoras-das-linguagens-destacam-conquistas-femininas-nos-segmentos-culturais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 15:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cláudia Frazão]]></category>
		<category><![CDATA[Andreza Portella]]></category>
		<category><![CDATA[assessoras]]></category>
		<category><![CDATA[coordenadoras]]></category>
		<category><![CDATA[Jacira França]]></category>
		<category><![CDATA[linguagens]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Mariane Bigio]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres da cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Neide Fernandes de Sousa]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Echeverria Martins]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Bomfim]]></category>
		<category><![CDATA[Tereza Amaral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=67601</guid>
		<description><![CDATA[*Colaboraram Bruno Souza e Marcus Iglesias Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha #MulheresdaCultura. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67765" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/mulheres-da-cultura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>*Colaboraram <a href="https://www.instagram.com/brunos.souza/" target="_blank">Bruno Souza</a> e Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Em homenagem ao Mês da Mulher e à intensa participação feminina na construção de políticas culturais no Estado, a Secretaria de Cultura e a Fundarpe lançaram neste mês de março a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>. A iniciativa, que visa dar visibilidade à atuação/produção cultural feminina em Pernambuco, selecionou, ao longo de quatro semanas, depoimentos de mulheres de diversos segmentos/instâncias que evidenciem o protagonismo e a contribuição feminina na cultura.</p>
<p>Para isso, foram ouvidas <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/mulheres-da-cultura-refletem-sobre-o-dia-8-de-marco/" target="_blank"><strong>dez representantes da sociedade civil que integram os três conselhos estaduais criados pela Secretaria de Cultura e Fundarpe</strong></a> (Política Cultural, Preservação do Patrimônio Cultural e Consultivo do Audiovisual); <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/mulheres-gestoras-lideram-equipamentos-culturais-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>dez gestoras da rede de equipamentos culturais gerenciados pelo Estado</strong></a>; e, para encerrar a campanha <strong>#MulheresdaCultura</strong>, vamos contar com a participação de nove assessoras e coordenadoras de linguagens da Secult-PE/Fundape para falarem da sua experiência à frente da formulação e implementação de políticas públicas para o segmento cultural no Estado. Confira os depoimentos:</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67766 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Ana-Cláudia-Frazão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;É inegável o protagonismo da mulher na formação de uma sociedade mais justa, sensível e humanizada. Está na natureza do ser feminino, e ainda que essa transformação seja tímida, a mulher já ocupa seu espaço de fala e visibilidade. No âmbito da cultura e construção das políticas culturais, o caminho não é diferente, experiências bem sucedidas estão por toda parte. Projetos bem sucedidos, através do Funcultura, são cada vez mais capitaneados por fazedoras de cultura, produtoras que abrilhantam o papel da mulher nesse universo. Recentemente a primeira candidatura à Patrimônio Vivo da Gastronomia é mulher, uma guerreira, D. Menininha do Alfenim de Agrestina. Um belo exemplo é o projeto &#8220;XepaCult&#8221;, que nos presenteia com um virtuoso mapeamento de mulheres mestras cozinheiras, oriundas de comunidades quilombolas e indígenas. A Assessoria de Gastronomia tem primado pela colocação da mulher no âmbito da cultura, através da gastronomia, uma das nossas ações estruturantes é o “Panela de Barro, Cultura no Prato”, que destaca o papel das loiceiras na produção de panelas e outros artefatos de cozinha, dando luz a esse ofício através da figura feminina e seus afetos&#8221;</em>, <strong>Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67767 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Andreza-Portella-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Estou na gestão pública da cultura há dez anos, e é notória a evolução e as conquistas da mulher nessa área ao longo desse tempo, seja no âmbito da discussão, como na efetiva participação nas ações da Secretaria e Fundarpe. Essa evolução está presente nas cotas para diretoras e roteiristas mulheres no Edital do Funcultura do Audiovisual, está nas ações formativas com o enfoque na mulher, na paridade na composição das comissões. Ainda há muito o que se conquistar, temos um grande desafio que é a implementação das ações afirmativas para o Edital do Funcultura da Música, mas é muito gratificante fazer parte e contribuir com esse momento de construção e mudança&#8221;</em>, <strong>Andreza Portella, coordenadora de Música da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67768 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Jacira-França-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;A cultura é um espaço privilegiado da vivência humana. Nossos modos de expressar, de viver, de sentir, de criar e de reinventar compõem a cultura e, neste sentido, os debates sobre gênero são fundamentais. Pernambuco tem buscado, ao longo dos anos, desenvolver políticas públicas objetivando a igualdade de gênero. No campo do patrimônio imaterial, área que atuo há 15 anos, vejo que há avanços nos debates e na participação das mulheres, tanto dentro das manifestações culturais quanto na gestão pública, ainda que haja um longo caminho a se percorrer na efetiva participação das mulheres, pois é fundamental destacar que não é só tratar da presença da mulher (quantitativamente), mas a qualidade desta presença (qualitativamente). Assim, entre avanços e desafios, entre lutas e resistências acredito que o poder do diálogo e de ações efetivas contribui significativamente para o empoderamento feminino na cultura e na sociedade&#8221;</em>, <strong>Jacira Franca, coordenadora de Patrimônio Imaterial da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67769 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Maria-Paula-Costa-Rêgo-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Em todos os campos profissionais, sociais e afetivos, ainda há invisibilidades, espaços sufocantes, desvios, buracos e escuridões em relação à participação da mulher na sociedade. Mas se nos deixarmos escutar, fluir e crescer o feminino que há em nós, ressaltará a vida, a força e as infinitas possibilidades poéticas concretas (ou não) de reexistir em qualquer lugar. Acho muito importante, enquanto mulher, estar à frente da Assessoria de Dança da Secult-PE, um espaço para construção de avanços políticos, e por isso de muita importância. Usar do que o hábito da nossa luta diária nos fez adquirir: ver de fato o outro; valorizar na sua totalidade; trazer para perto na sua inteireza, e avançar&#8221;</em>, <strong>Maria Paula Costa Rêgo, assessora de Dança da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67770 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Mariane-Bigio-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Eu sou escritora, cordelista, contadora de histórias, artista e estou coordenadora de literatura. Então, para mim, é uma dupla responsabilidade, pois, como mulher, eu sei das desigualdades e de todo o árduo percusso que a gente enfrenta para nos equiparar aos homens, aos escritores, aos artistas. A literatura ainda é um meio muito masculino. A gente sabe que existe ainda uma lacuna muito grande nos festivais, nos editais e nas premiações literárias. Então, é muito importante pautarmos a questão do gênero quando pensamos na formulação e implementação das políticas públicas, porque a política pública existe justamente para igualar todas essas oportunidades e o acesso das mulheres e dos homens aos editais, aos prêmios, às oficinas e a todos os mecanismos de fomento. É de suma importância que a gente ocupe espaços como esse, que é um espaço de decisão que nos permite pensar e modificar a realidade ao nosso redor&#8221;</em>, <strong>Mariane Bigio, coordenadora de Literatura da Secult-PE</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67772 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Neide-Fernandes-de-Sousa-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;A oportunidade de trabalhar com a Preservação do Patrimônio Cultural deu o rumo da minha carreira profissional, para a qual me aperfeiçoei, tendo sido admitida pela Fundarpe no início das suas atividades, em 1974. Dessa forma, me incluo na geração de funcionários que iniciou, na competência do Estado, a missão da preservação da sua memória cultural, antes exercida apenas em nível federal. A lei de tombamento em Pernambuco apenas foi disciplinada em 1979, e regulamentada em 1980. Na Gerência Geral de Preservação do Patrimônio Cultural, junto aos colegas de mesma função e exercendo cargos de gerência e coordenação, estive envolvida em atividades de inventários, diagnósticos, fiscalizações, projetos de restauração e planos de preservação, que também me permitiram conhecer o rico legado histórico e cultural que possuímos. Considero que minha trajetória na participação da política da cultura pernambucana foi auxiliada por uma habilidade de relacionamento desenvolvida, uma constante persistência, e certo grau de resiliência, capacidade de superação de adversidades, que são características atribuídas à natureza feminina&#8221;</em>, <strong>Neide Fernandes de Sousa, gestora de Patrimônio Histórico da Fundarpe</strong>.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67773 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Renata-Echeverria-Martins-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p><em>&#8220;Acredito que estamos vivendo um momento muito interessante em relação à participação das mulheres em todos os ambientes da cultura. Venho presenciando ao longo desses últimos quatro anos, por exemplo, na minha participação como parecerista dos produtos de TV do Funcultura Audiovisual e também como membro da Comissão Deliberativa do Funcultura, a ampliação do número de mulheres atuando como diretoras, roteiristas, produtoras. E isso é uma grande conquista, um excelente retorno desta nova política cultural. Penso cada vez mais num mundo feminino, criativo e tolerante. Como a cultura é dinâmica nós, mulheres com nossas múltiplas funções, estamos conseguindo, de forma bastante positiva, dar conta do recado&#8221;</em>, <strong>Renata Echeverria Martins, assessora do Núcleo de Comunicação e Memória da Fundarpe.</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67775 aligncenter" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/Rosa-Bomfim-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Trabalho na área cultural há mais de 40 anos sem nunca pensar em mudar de atividade. Entrei na Fundarpe em 1976, quando ela ainda estava recém-criada e com muitos projetos em andamento. As inúmeras manifestações culturais do estado foram depois de um tempo sendo abraçadas pela Fundação, e hoje isso aparenta ser seu objetivo maior. Apaixonei-me pelo que faço e nunca senti qualquer discriminação pelo fato de ser mulher. No meio que trabalho, prevalece o respeito, a igualdade de direitos e a vontade de multiplicar-se para que todos desfrutem do nosso bem maior: a cultura do Estado de Pernambuco&#8221;</em>,<strong> Rosa Bomfim, chefe da Unidade de Preservação da Fundarpe</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-67792" alt="Adeildo Leite/Arte" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/teresa-amaral-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Com uma história de muitos anos na área cultural, considero que a experiência e atuação das mulheres têm sido cada vez mais reconhecidas no processo de elaboração, implementação e fortalecimento de políticas culturais democráticas, transparentes e participativas. É gratificante estar na gestão pública, ter vivenciado fases de aprendizados, emoções, instigações, transformações, e ser corresponsável por decisões relevantes que garantiram o desenvolvimento da política cultural de Pernambuco. Avançamos sim, mas temos caminhos a percorrer, ideias e projetos para compartilhar, espaços por conquistar&#8221;</em>, <strong>Teresa Amaral, coordenadora de Cultura Popular da Secult-PE</strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/gestoras-das-linguagens-destacam-conquistas-femininas-nos-segmentos-culturais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Museu do Trem promove atividades sobre a atuação feminina na cultura</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-trem-promove-atividades-sobre-a-atuacao-feminina-na-cultura/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-trem-promove-atividades-sobre-a-atuacao-feminina-na-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 18:03:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cordel]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[dona prazeres]]></category>
		<category><![CDATA[Estação Central Capiba/Museu do Trem]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Mariane Bigio]]></category>
		<category><![CDATA[Marília Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[museu do trem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=67630</guid>
		<description><![CDATA[Para celebrar o mês das mulheres, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial durante esta semana para debater e incentivar a atuação das mulheres nas artes. A primeira atividade será a “Vivência em cordel – protagonismo e empoderamento feminino na cultura”, que acontece nesta terça-feira (26), das 14h às 16h, e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_67632" aria-labelledby="figcaption_attachment_67632" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tom Cabral</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/7568805678_2b825d1efb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67632" alt="Tom Cabral" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/7568805678_2b825d1efb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A coordenadora de literatura da Secult-PE, Mariane Bigio, ministrará a vivência em cordel.</p></div>
<p>Para celebrar o mês das mulheres, a Estação Central Capiba/Museu do Trem conta com uma programação especial durante esta semana para debater e incentivar a atuação das mulheres nas artes. A primeira atividade será a “Vivência em cordel – protagonismo e empoderamento feminino na cultura”, que acontece nesta terça-feira (26), das 14h às 16h, e será ministrada pela coordenadora de literatura da Secult-PE, Mariane Bigio.</p>
<p>A ação será realizada por meio da apresentação de um cordel criado por Mariane Biggio sobre o papel das heroínas que atuaram em momentos históricos do nosso legado de revoluções e emancipação e são pouco lembradas. A tarde ainda contará com a “sessão pipoca”, que exibirá vídeos selecionados, abordando questões relativas à construção de um cordel, como métrica, rima e gravuras. “Através dessa atividade, temos a intenção de aproximar o Museu do público infantil feminino e repassar esse legado que valoriza a importância da mulher e suas conquistas na sociedade”, explica a gestora do Museu do Trem, Márcia Chamixaes.</p>
<div id="attachment_67633" aria-labelledby="figcaption_attachment_67633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40640143491_d817bba607_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-67633" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/03/40640143491_d817bba607_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Parteira e Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dona Prazeres participará da roda de diálogos.</p></div>
<p>A segunda atividade será a roda de diálogos e troca de saberes sobre protagonismo e empoderamento feminino na cultura, que acontecerá nesta quinta-feira (28), das 14h às 16h. O encontro contará com as participações da parteira Dona Prazeres, que é Patrimônio Vivo de Pernambuco; Marília Mendes, que é gestora do Espaço Pasárgada; e Maria Paula Costa Rêgo, que é coordenadora de dança da Secult-PE.</p>
<p>“São experiências distintas do nosso gênero que vão tratar de aspectos diferentes sobre a mulher na cultura, mas, ao mesmo tempo, comuns. A gente viu há pouco tempo que as estatísticas mostram que a cada dois segundos uma mulher é vítima de violência e, diante de números tão dramáticos, é cada vez mais importante reunir mulheres para valorizar suas conquistas, inclusive na cultura”, observa Marília Mendes.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b><br />
Protagonismo e empoderamento feminino na cultura<br />
Onde: Museu do Trem (Rua Floriano Peixote, s/n, São José – Recife/PE)<br />
Entrada gratuita</p>
<p><b>Vivência em cordel</b>, com Mariane Bigio<br />
Quando: Nesta terça-feira (26), das 14h às 16h</p>
<p><b>Roda de diálogos e troca de saberes</b>, com Dona Prazeres, Marília Mendes e Maria Paula Costa Rêgo<br />
Quando: Nesta quinta-feira (28), das 14h às 16h</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-trem-promove-atividades-sobre-a-atuacao-feminina-na-cultura/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto Outras Palavras combina literatura e dança em Igarassu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-funde-literatura-e-danca-em-igarassu/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-funde-literatura-e-danca-em-igarassu/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 00:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Adoni Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Anne Costa]]></category>
		<category><![CDATA[ETE Jurandir Bezerra Lins]]></category>
		<category><![CDATA[Incenso]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[WALTER CAVALCANTI COSTA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=63937</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Coordenadora da biblioteca da ETE Jurandir Bezerra Lins, que fica em Igarassu, Sabrina Oliveira assistiu a uma vivência do Outras Palavras no Teatro Arraial, em junho deste ano, e se encantou com a projeto, que habitualmente acontece em escolas da rede pública do estado. Desde então, passou a articular com o gestor [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63938" aria-labelledby="figcaption_attachment_63938" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/31624196798_165a4514e0_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63938" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/31624196798_165a4514e0_h-607x292.jpg" width="607" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">O Outras Palavras no ETE Jurandir Bezerra Lins contou com o escritor Walter Cavalcanti Costa e o espetáculo &#8220;Ascenso em Movimento&#8221;</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p dir="ltr">Coordenadora da biblioteca da ETE Jurandir Bezerra Lins, que fica em Igarassu, Sabrina Oliveira assistiu a uma vivência do Outras Palavras no Teatro Arraial, em junho deste ano, e se encantou com a projeto, que habitualmente acontece em escolas da rede pública do estado. Desde então, passou a articular com o gestor da instituição, Claudivan Claudino da Silva, uma data para receber o projeto, que é realizado pela Secult-PE/Fundarpe com o intuito de atrelar a cultura à educação dos estudantes da rede pública através de bate-papos com escritores, músicos, bailarinos, dentre outros artistas.</p>
<p dir="ltr">Na última sexta-feira (19), o tão aguardado dia em que o Outras Palavras iria para a ETE Jurandir Bezerra Lins finalmente chegou e foi recebido com as comemorações dos professores e a curiosidade de um auditório cheio de alunos ansiosos. “<em>Para nós, é uma honra receber esse trabalho, que acrescenta de maneira muito qualificativa à educação dos alunos. A partir disso, eles podem fazer uma outra leitura do que é a obra de arte e transformá-la em algo melhor para sua própria construção enquanto cidadãos</em>”, avaliou, o auxiliar de gestão, Luciano Trajano, como representante da instituição na ocasião.</p>
<div id="attachment_63939" aria-labelledby="figcaption_attachment_63939" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/45445777362_6dafb50114_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63939" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/45445777362_6dafb50114_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Walter Cavalcanti Costa falou sobre o livro &#8220;O Velocista&#8221;, que venceu o 5º Prêmio Pernambuco de Literatura.</p></div>
<p dir="ltr">As expectativas foram correspondidas ao longo da tarde, que concretizou mais uma edição especial: além de trazer pela primeira vez o escritor Walter Cavalcanti Costa para o projeto, o dia também contou com o espetáculo de dança “Ascenso em Movimento”, dirigido por Maria Paula Costa Rêgo, contando com coreografias improvisadas de Anne Costa e Adoni Nascimento, tendo sido desenvolvido especialmente para a edição em questão do Outras Palavras.</p>
<p dir="ltr">Vencedor do 5º Prêmio Pernambuco de Literatura, Walter Cavalcanti Costa abriu a roda de conversa falando sobre o livro “O Velocista”, que o consagrou entre os campeões do concurso, que também é realizado pela Secult-PE/Fundarpe.<em> “A ideia era escrever sobre um astronauta que viajava pelo espaço. Guardei esse material e fui escrever outras coisas, mas, com o tempo, senti necessidade de retomar esse roteiro inicial e reestruturar os fragmentos”</em>, explicou ele, que, até agora, também já publicou outros dois livros, sendo eles “Entressafra 89” (2011) e o infantil “Marlinda” (2017), em co-autoria com Milca de Paula.</p>
<p dir="ltr">Questionado sobre o que achava do ensino da literatura nas escolas, o escritor defendeu que ainda era preciso mais leitura. Para reforçar essa importância, o autor também defendeu a leitura de determinados materiais como fonte de compreensão de sua obra:<em>“Todos os livros pertencem, de alguma forma, à alguma tradição. Já na sinopse de ‘O velocista’, por exemplo, eu digo que trabalho com Futurismo europeu, com o Modernismo brasileiro, com o Concretismo. Você identifica tudo isso lendo, mas a literatura que se estuda no Brasil se dedica mais a estudar as características das correntes e não se lê literatura”</em>, observou ele, que é doutorando em teoria da literatura e também é professor na área.</p>
<div id="attachment_63940" aria-labelledby="figcaption_attachment_63940" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/43680044070_d47c475a1a_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63940" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/43680044070_d47c475a1a_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os alunos tiraram dúvidas sobre o universo da literatura e da dança.</p></div>
<p dir="ltr">O autor também encorajou os alunos a enfrentar as críticas e seguir fazendo aquilo que eles acreditavam. <em>“Ser escritor no Brasil é complicado. Principalmente se você não escreve um tipo de leitura fácil. O tipo de livro que faço sofre alguma resistência até dentro da comunidade de escritores, mas isso é consequência da má formação dos leitores para a recepção da prosa no modernismo brasileiro. Recebi críticas tanto positivas quanto negativas, porque é um livro todo pautado em leituras. Esse momento da leitura é quando a obra ganha vida, porque os leitores ampliam o que eu escrevi, mas tem gente que só quer buscar defeito. É preciso saber escutar só quem precisa escutado”</em>, defendeu ele.</p>
<p dir="ltr">Em resposta a um aluno que quis saber qual era o tipo de texto mais fácil de escrever, Walter disse: <em>“acho que o primeiro ponto que a gente deve se perguntar não é o que é mais fácil, mas se a gente não está fazendo mais do mesmo. Ultimamente, tenho focado mais na prosa, por isso, tem sido mais fácil, mas já foi a poesia. Porém, acredito que o que é mais procurado é a prosa. Ela está bem em alta e é bem difícil de ser escrita de uma forma diferente do que já foi escrito”</em>, analisou ele.</p>
<div id="attachment_63941" aria-labelledby="figcaption_attachment_63941" class="wp-caption img-width-561 alignnone" style="width: 561px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/30556809207_04a4501a51_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63941" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/30556809207_04a4501a51_h-561x486.jpg" width="561" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo &#8220;Ascenso em Movimento&#8221; foi aplaudido pelos alunos.</p></div>
<p dir="ltr">Na sequência, o espetáculo “Ascenso em Movimento” foi encenado combinando cinema, dança, música e literatura. Durante a obra, os bailarinos Anne Costa e Adoni Nascimento improvisaram uma coreografia ao som da musicalidade da poesia de Ascenso Ferreira, usada para os diálogos do curta-metragem “Incenso” (2005. Marco Hanois), que foi exibido em sobreposição à performance dos artistas, que trouxeram na corporalidade vários movimentos da nossa cultura popular.</p>
<p dir="ltr"><em>“Ascenso tem um ritmo que nos fez dispensar uma trilha sonora, a própria poesia dele já é a música. Temos como base a improvisação e como técnica as brincadeiras populares. Pensei assim, porque gosto de peças que tem muita improvisação e dá autonomia para o bailarino”,</em> explicou a diretora Maria Paula Costa Rêgo, que também é Assessora de Dança na Fundarpe. <em>“Adoni veio das brincadeiras de Mestre Salustiano e quando eu o via sempre achava ele muito rico, por isso, o chamei pra dançar no grupo Grial, onde ele passou dez anos. Anne, que tem uma história também trabalhou comigo por lá. Pra mim, é muito fácil trabalhar com quem tem essa liberdade de corpo, por isso chamei os dois para esse trabalho de hoje”,</em> continuou ela.</p>
<div id="attachment_63942" aria-labelledby="figcaption_attachment_63942" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44583201775_537a69aa43_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63942" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44583201775_537a69aa43_h-607x377.jpg" width="607" height="377" /></a><p class="wp-caption-text">Coordenadora de Dança da Fundarpe, a bailarina Maria Paula Costa Rêgo dirigiu o espetáculo.</p></div>
<p dir="ltr">Com passos de maracatu, cavalo marinho, frevo, afoxé, dentre outros elementos da cultura popular misturados à dança contemporânea, os bailarinos arrancaram aplausos dos alunos, que quiseram saber mais sobre a dança do Estado. <em>“Pernambuco é muito original, tem toda essa misturas das brincadeiras populares e ainda é muito técnico. Só a gente tem isso. Todo mundo que dança e vai para os festivais acha que Pernambuco é único, porque os grupos daqui são muito específicos”</em>, comentou Maria Paula.</p>
<p dir="ltr">Interessados em saber quais passos seguir para entrar na área, os estudantes perguntaram como o trio começou a trabalhar com a linguagem. <em>“Comecei a dançar quando tinha quase 15 anos. Antes, dançava em casa Madonna, Spice Girls. Foi o que construiu o meu prazer com a dança. Não há artistas na minhas família e meus pais viviam dizendo que eu deveria estudar outras coisas, mas persisiti nisso e hoje vivo de dança. Desde 2001, nunca parei”</em>, disse Anne, que trabalha em quatro grupos de dança, encorajando os estudantes.<em> “Assumam o compromisso com o que vocês gostam e vão adiante. Se juntem com quem faz dança ou outras coisas que vocês gostem e as portas vão se abrindo. O mundo vai ter respondendo como seguir”</em>, completou Maria Paula.</p>
<div id="attachment_63943" aria-labelledby="figcaption_attachment_63943" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44771703794_35d324a00b_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-63943" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/44771703794_35d324a00b_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os bailarinos Adoni Nascimento e Anne Costa falaram sobre suas trajetórias na dança.</p></div>
<p dir="ltr">Adoni também foi questionado se ele sofria preconceito por trabalhar com dança, que costuma ser uma linguagem mais associada às mulheres. <em>“Eu queria ser baterista, mas meu pai, que é músico, queria eu me dedicasse à guitarra. Aí resolvi que não seria nenhum dos dois e fui pra dança. Meu pai teve preconceito no início, mas quando me assistiu no teatro veio falar comigo emocionado depois. Isso não tem nada a ver com orientação sexual. Temos que nos focar e se especializar no que nos dá prazer e eu sou muito feliz com a minha profissão, porque com ela acho que consigo dialogar com qualquer pessoa”</em>, respondeu o bailarino, que é pai de quatro filhos.</p>
<p dir="ltr">Ao responder sobre o que é dança, Maria Paula falou sobre o estudo artístico. <em>“É uma linguagem e tem suas bases. Dança, para mim, é a junção de tempo, espaço e corpo. Você tem que aprender isso, é um estudo de como você combina isso no seu corpo. Eu estou conversando com você sobre algo e crio um movimento a partir disso, isso é dança”</em>, concluiu ela.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-funde-literatura-e-danca-em-igarassu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Encontro Nacional da Dança segue até sexta no Recife</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-nacional-da-danca-segue-ate-sexta-no-recife/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-nacional-da-danca-segue-ate-sexta-no-recife/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Apr 2016 20:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[DDDança]]></category>
		<category><![CDATA[encontro nacional da dança]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelino Granja]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Moreira]]></category>
		<category><![CDATA[silvana meireles]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=35824</guid>
		<description><![CDATA[Diversos profissionais ligados ao segmento da dança reuniram-se nesta quarta (27), no Paço Alfândega, no Bairro do Recife, para prestigiar a abertura do Encontro Nacional da Dança. O evento marca o encerramento do DDDança, uma teia de ações que tem acontecido na capital pernambucana desde o início do mês, com espetáculos, aulas, debates e mostras especiais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos profissionais ligados ao segmento da dança reuniram-se nesta quarta (27), no Paço Alfândega, no Bairro do Recife, para prestigiar a abertura do <strong>Encontro Nacional da Dança</strong>. O evento marca o encerramento do <em>DDDança</em>, uma teia de ações que tem acontecido na capital pernambucana desde o início do mês, com espetáculos, aulas, debates e mostras especiais, mobilizando dançarinos, coreógrafos, produtores, professores, pesquisadores, agentes públicos e articuladores de todo o país.</p>
<div id="attachment_35833" aria-labelledby="figcaption_attachment_35833" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafaella Ribeiro/DDDança</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/11.jpg"><img class="size-medium wp-image-35833" alt="Rafaella Ribeiro/DDDança" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro acontece até sexta (29), no Paço Alfândega</p></div>
<p>O Encontro Nacional da Dança, que é uma co-realização entre Artistas da Dança, Governo de Pernambuco (Secult/Fundarpe) e Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), também conta com uma série de apresentações artísticas e uma intensa agenda de discussões sobre políticas públicas de Estado estruturadoras para o setor, que visam seu fortalecimento.</p>
<p>Na abertura do Encontro, o secretário de Cultura de Pernambuco Marcelino Granja ressaltou a importância política do evento, num momento em que o país necessita defender e firmar sua democracia, acabar com a intolerância e impedir o surgimento de futuras pautas que possam representar um retrocesso em relação a conquistas da sociedade civil. <em>“Estamos assistindo a uma irresignação de um grupo político de sempre, em relação às conquistas recentes da sociedade, e isso contamina o ambiente político e cultural”</em>, disse o secretário. Discutir melhorias e avanços no setor da dança é, para Marcelino, um gesto também de luta e resistência que propiciará um futuro mais próspero para uma expressão da arte que é querida do povo brasileiro, constituindo-se uma de suas matrizes identitárias.</p>
<div id="attachment_35835" aria-labelledby="figcaption_attachment_35835" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafaella Ribeiro / DDDança</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/21.jpg"><img class="size-medium wp-image-35835" alt="Rafaella Ribeiro / DDDança" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/21-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O secretário de Cultura Marcelino Granja participou da abertura</p></div>
<p><em>“O DDança, que finaliza suas atividades com o Encontro Nacional da Dança, foi um evento que, em primeiro lugar, demonstrou a importância da articulação e organização do segmento, num momento da política pública para cultura no país que exige dedicação, atenção e força de todos nós gestores e diversos atores do setor. Também foi um momento de extrema importância pelo debate em torno de questões de relevância nacional, com encaminhamentos que certamente refletirão positivamente para uma articulação e mobilização ainda maior em torno da dança no país”</em>, refletiu a secretária executiva de Cultura de Pernambuco, Silvana Meireles.</p>
<p>A abertura do evento contou ainda com a explanação do processo de trabalho da Articulação da Dança na Política Nacional das Artes, pelo articulador nacional da dança, Rui Moreira. Ele reforçou que o Encontro Nacional da Dança está ligado à Política Nacional das Artes (idealizada pela equipe do MinC e capitaneada por Juca Ferreira). Ele destacou a importância dos artistas da dança pernambucana como anfitriões de pessoas da dança de todo país, para discutir uma política pública nacional para a dança, e também apresentou a <strong>Agenda Política da Dança</strong> para 2016.</p>
<div id="attachment_35836" aria-labelledby="figcaption_attachment_35836" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rafaella Ribeiro / DDDança</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/31.jpg"><img class="size-medium wp-image-35836" alt="Rafaella Ribeiro / DDDança" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/04/31-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rui Moreira apresentou a Agenda Política da Dança 2016</p></div>
<p><em>“Como movimento de resistência e de incorporação dos artistas da dança, o DDDança foi vitorioso. Aconteceram ações pedagógicas, intelectuais, artísticas, cruzamentos entre linguagens e pessoas. Com certeza a dança sai fortalecida do DDDança. A expectativa deste Encontro Nacional é a de apontar caminhos reais e possíveis de serem realizados. Não aceitamos mais o lugar da invisibilidade”</em>, avaliou a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo.</p>
<p>Entre os temas que serão discutidos no encontro estão debates sobre o pacto federativo, que aponta para a definição das competências de cada um dos entes federados (Municípios, Estados e União) para implementação de programas que atendam a demandas do setor; e os marcos legais da dança, que se voltam para questões como a aposentadoria do bailarino e a regulamentação do profissional da dança. Também entram na pauta questões como a formação, ações afirmativas de gênero e étnico-raciais, além de reflexões sobre a criação de uma diretoria de dança na Funarte que tenha, em seu núcleo, a formulação de políticas estruturadoras para a área. A criação da diretoria de dança é um pleito recorrente nos encontros, fóruns, debates e conferências nos últimos anos.</p>
<p>Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/politica-publica-para-a-danca-motiva-encontro-nacional-no-recife" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> mais informações sobre esta etapa final do DDDança 2016 e abaixo, a programação para esta quinta e sexta-feira.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p><strong> 28/04/2016</strong><br />
<strong>10h</strong><br />
<strong> Reflexões sobre a estruturação da Diretoria de Dança</strong><br />
Alexandre Molina (Conselho de Políticas Culturais de Minas Gerais – CONSEC / MG)<br />
Marcos Moraes (Artista Independente) – SP<br />
Marila Velloso (Consultora da Política Nacional das Artes – PNA)<br />
Plenária</p>
<p>Grupos de Trabalho:<br />
Marcos Legais – educação, trabalhistas e previdenciários, tributários;<br />
Pacto Federativo: Fomento, Editais e Eventos Calendarizados, Manutenção de Grupos e Companhias;<br />
Formação;<br />
Ações Afirmativas Étnico-raciais;<br />
Ações Afirmativas de Gênero;<br />
Estruturação da Diretoria de Dança.</p>
<p>12h às 14h – Almoço<br />
14h<br />
Finalização dos Grupos de Trabalho<br />
Apresentação dos GTs e debate dos Resultados</p>
<p><strong>29/04/2016</strong></p>
<p>10h<br />
<strong>Apresentação da agenda PNA 2016</strong><br />
Leonardo Lessa (Fundação Nacional das Artes – FUNARTE)<br />
Pacto Federativo<br />
Carlos Paiva (Secretaria de Fomento e Incentivo Cultural – SEFIC)<br />
Economia das Artes<br />
Roberto Flit (Secretaria de Políticas Culturais – SPC)<br />
Microfone aberto (esclarecimentos)</p>
<p>Reunião da Dança<br />
12h às 14h – Almoço<br />
14h30<br />
Encaminhamentos com leitura e entrega oficial do documento da Dança ao Ministro da Cultura Sr. Juca Ferreira e debate, com a presença das autoridades (MinC, Funarte e Governo de Pernambuco, e outras).</p>
<p>Mediação: Rui Moreira<br />
Local: Sala de Eventos do Paço Alfândega, 3º Andar.<br />
R. Alfândega, nº 35, Recife/PE.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/encontro-nacional-da-danca-segue-ate-sexta-no-recife/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ExcentriCidades entra no clima da música nordestina</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/excentricidades-entra-no-clima-da-musica-nordestina/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/excentricidades-entra-no-clima-da-musica-nordestina/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2015 15:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo sexto andar]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Pós]]></category>
		<category><![CDATA[Edifício Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Excentricidades]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Paula Costa Rêgo]]></category>
		<category><![CDATA[Melodia de Budega]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Luiz Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Sagaranna]]></category>
		<category><![CDATA[Sexto Andar]]></category>
		<category><![CDATA[Toni Braga]]></category>
		<category><![CDATA[VJ Toni Braga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=25934</guid>
		<description><![CDATA[O projeto ExcentriCidades, promovido pelo Coletivo Sexto Andar, chega à sua 10ª edição (em 2015, a de número 4) e vai botar todo mundo pra dançar forró nesta quarta-feira (10), a partir das 19h, no Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife. O grupo Sagaranna e o Mestre Luiz Paixão se apresentam juntos para reverenciar a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25940" aria-labelledby="figcaption_attachment_25940" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/BeFunky-Collage.jpg"><img class="size-medium wp-image-25940" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/BeFunky-Collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Luiz Paixão e Sagaranna se unem para fazer o melhor da música nordestina no &#8220;arrasta-pé&#8221; do ExcentriCidades</p></div>
<p>O projeto <strong>ExcentriCidades</strong>, promovido pelo <strong>Coletivo Sexto Andar</strong>, chega à sua 10ª edição (em 2015, a de número 4) e vai botar todo mundo pra dançar forró nesta quarta-feira (10), a partir das 19h, no Edifício Pernambuco (Santo Antônio), no Recife. O grupo Sagaranna e o Mestre Luiz Paixão se apresentam juntos para reverenciar a música nordestina que embala os festejos típicos do período junino. Também participam do evento, o DJ Pós (Melodia de Budega), a atriz Maria Paula e o VJ Toni Braga, num fecundo diálogo de linguagens artísticas. A entrada custa R$10.</p>
<p>O gemido da rabeca vai ressoar no Edifício Pernambuco, com a luxuosa presença do Mestre Luiz Paixão. Nascido em Aliança, ele traz no sangue a Zona da Mata e todas as suas reminiscências, dada a sua vivência com manifestações tradicionais da região, em especial o cavalo marinho, que vai estar presente na sua apresentação. Da união com o grupo Sagaranna, também vai sair forró e coco, temperados com influências da MPB, Tropicália e da música africana, vertentes que também servem de inspiração para a banda, que se vale da sua intimidade com o universo musical de Luiz Paixão para continuar alimentando a cultura popular e tradicional, também dialogando com elementos contemporâneos.</p>
<p><strong>Interações</strong><br />
Diretamente da Melodia de Budega, o DJ Pós será o responsável pelo som que vai rodar no toca-discos do ExcentriCidades. Música brasileira de primeira qualidade, em vinil, vai fazer parte do repertório explorado pelo DJ.</p>
<p>Já a bailarina, coreógrafa e atriz Maria Paula Costa Rêgo, fundadora do Grupo Grial, fará uma performance em diálogo com as projeções do VJ Toni Braga.</p>
<p><strong>Lojinha</strong><br />
A lojinha do ExcentriCidades é um espaço exclusivo do evento, com artigos criados por artistas e designers de Recife. Cervejas artesanais também estarão disponíveis para venda e degustação do público. A convidada é a pernambucana Turvalina, produzida no bairro da Boa Vista. Também irão compor o casting desta edição: Nº 1 ou Alquimia Irresponsável (<em>Belgian Blonde Ale</em>); Nº 2 ou Dopamina/ml (<em>American Pale Ale</em>); 3 ou Pé da Preta (<em>Robust Porte</em>r) e Nº 4 ou Cabidela (<em>Red Ale</em>). Os lanches da noite são da TransVegan, que trabalha apenas com alimentação vegana.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>ExcentriCidades Temporada 2015 #4</em><br />
com Sagaranna, Mestre Luiz Paixão, DJ Pós, Maria Paula Costa Rêgo e VJ Toni Braga<br />
Quarta (10), às 19h<br />
Sexto Andar do Edf. Pernambuco | Av. Dantas Barreto, 324, Santo Antônio – Recife/PE<br />
Ingressos: R$ 10<br />
<em>* antecipados estão à venda nos dias 09 e 10 de junho, das 14h às 18h no Sexto Andar. Limite de duas senhas por pessoa.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/excentricidades-entra-no-clima-da-musica-nordestina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

