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	<title>Portal Cultura PE &#187; Raimundo Carrero</title>
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		<title>Fliporto 2024 celebra cultura e literatura em novembro com programação diversificada</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 17:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco promete novidades e reflexões. Após uma pausa, o evento retorna, de 14 a 17 de novembro, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda com força total e promete ser uma celebração cultural definitiva que conecta literatura, música e outras artes com proposta de um importante espaço de intercâmbio multicultural. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114288" aria-labelledby="figcaption_attachment_114288" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Prefeitura de Olinda/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/fliporto_20101_VejaRecife.jpg"><img class="size-medium wp-image-114288" alt="Prefeitura de Olinda/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/fliporto_20101_VejaRecife-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Festa Literária Internacional de Pernambuco acontece em Olinda</p></div>
<p>A 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco promete novidades e reflexões. Após uma pausa, o evento retorna, de 14 a 17 de novembro, no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda com força total e promete ser uma celebração cultural definitiva que conecta literatura, música e outras artes com proposta de um importante espaço de intercâmbio multicultural. Para isso, a Fliporto 2024 homenageia o renomado escritor Raimundo Carrero e o icônico músico Chico Science, em celebração aos 30 anos do disco <em>Da Lama ao Caos</em>, gravado com a Nação Zumbi.</p>
<p>Realizada com o incentivo da Lei Rouanet, a 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco tem a Livraria do Jardim como livraria oficial e conta com o apoio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), que lança uma edição especial da revista Continente. Além disso, a Cepe Editora promove a doação de livros para as bibliotecas das escolas de Olinda. O evento, apoiado pelo governo federal, Governo de Pernambuco e instituições culturais nacionais e internacionais, é gratuito e conta com uma estrutura de apoio, incluindo transporte para os visitantes que estacionarem no Shopping Tacaruna. O novo site, Fliporto em Movimento, é lançado trazendo atualizações sobre a programação e notícias relacionadas à literatura.</p>
<p>De acordo com curador geral da Fliporto, Antônio Campos, o evento retorna como um patrimônio cultural de Pernambuco reafirmando sua importância dentro das festas literárias na cena internacional: “A Fliporto volta ao calendário das festas literárias contribuindo para o diálogo entre a literatura e outras artes”, afirma. A programação inclui uma série de atividades, como palestras, exposições e saraus, que têm como objetivo promover a literatura, a música e a arte destacando a relevância das festas literárias na formação de novos autores e na difusão do conhecimento.</p>
<p>Em uma mesa especial, Raimundo Carrero, reconhecido por sua contribuição à literatura brasileira contemporânea, participa de uma mesa no dia 14 de novembro, às 17h, ao lado da cineasta Luci Alcantara, com mediação do jornalista Mário Hélio. A conversa gira em torno da importância das festas literárias na formação de novos autores. Já a homenagem a Chico Science, ícone do movimento mangue, inclui um sarau de abertura no dia 14, com releituras de suas músicas pela DJ Vibra, além de uma conferência especial no dia 16 sobre os 30 anos do álbum <em>Da Lama ao Caos</em>, com a presença da jornalista Lorena Calábria e de Goretti França, irmã do homenageado.</p>
<p>A escritora e acadêmica Rosiska Darcy de Oliveira abre o evento, com a palestra Os Tempos que Correm, abordando a aceleração do tempo na contemporaneidade. Durante a programação também é lançada a nova edição da revista da Academia Brasileira de Letras (ABL), coordenada por Rosiska. E, em uma edição que promete refletir sobre questões contemporâneas, a Fliporto traz discussões sobre a literatura e a inteligência artificial, além de celebrar os 500 anos de Camões e explorar temas como o cangaço e a relação com a geografia da fome, abordados na obra de Chico Science.</p>
<p>“A contemporaneidade da obra de Chico é grande. Vai do homem caranguejo e da Geografia da Fome de Josué de Castro, ainda muito presentes, em um mundo marcado pela desigualdade e solidão na era das redes sociais. É sobre este mundo caótico e de homens famintos, que ele falou e deixou um legado que nos inspira, em seu genial disco Da Lama ao Caos com a Nação Zumbi”, enfatiza Campos.</p>
<p>Outra novidade é o evento paralelo Olinda das Artes/Fliporto, que abre ateliês de artistas da cidade e promove saraus integrando a gastronomia e a cultura local. O pintor Di Farias é o homenageado dessa iniciativa, que ocorre mensalmente, integrando o calendário cultural de Olinda. Durante a festa a exposição de fotografias e textos Pernambuco, Jardim dos Baobás é apresentada sob a curadoria de Antônio Campos.</p>
<p>A Fliporto 2024 é acompanhada pelo Prêmio Caminhos, coordenado pelo renomado Henrique Rodrigues, ex-coordenador do Prêmio Sesc de Literatura, numa iniciativa que busca incentivar novos talentos e promover a produção literária no Estado.</p>
<p>A edição de 2024 também se prepara para um marco internacional, com a Fliporto Portugal, prevista para 2025, que permitirá uma troca cultural entre os dois países de língua portuguesa, ampliando ainda mais os horizontes da festa. “A Fliporto pretende fazer também uma edição Fliporto Portugal simultânea à Fliporto Brasil em 2025, com interação virtual entre programações, provocando uma internacionalização ainda maior de suas atividades”, antecipa Antonio Campos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Fliporto 2024: 13ª Festa Literária Internacional de Pernambuco -</strong> <em>de 14 a 17 de novembro, no Mercado Eufrásio Barbosa (Varadouro, Olinda). Acesso gratuito. Mais informações no <a title="Fliporto –  Festa Literária internacional de Pernambuco" href="https://fliporto.com.br/" target="_blank">site oficial</a> e no <a title="@fliporto" href="https://www.instagram.com/fliporto/" target="_blank">Instagram</a></em></p>
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		<title>Cepe reúne dez ensaístas para homenagear Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 10:10:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81192" aria-labelledby="figcaption_attachment_81192" class="wp-caption img-width-353 alignright" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81192 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é uma coletânea de ensaios sobre a obra da escritora Clarice Lispector</p></div>
<p>&#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; é o título do primeiro lançamento do ano da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). É também o primeiro evento presencial a ser realizado pela editora desde o início da pandemia. Organizado pelo poeta e cronista José Mário Rodrigues, o livro será lançado nesta próxima quinta-feira (14), às 16h, no auditório do Centro Cultural Cais do Sertão, localizado no Recife Antigo. Durante o encontro será transmitido um vídeo de Nadia Battella Gotlib, autora da fotobiografia da escritora, falando sobre a vida e obra de Clarice.</p>
<p>José Mário reuniu ensaios dos seguintes autores: Raimundo Carrero, Lourival Holanda, Cícero Belmar, Mário Helio, Luzilá Gonçalves Ferreira, Ângelo Monteiro, Fátima Quintas, Fernando de Mendonça, Marilene Felinto e texto do próprio organizador, que ciceroneou Clarice na sua última visita ao Recife, em maio de 1976.</p>
<p>Como disse a jornalista Lêda Rivas na apresentação, a escritora emerge entre sombras dramáticas, desafiando os que buscam decodificá-la nesses 100 anos de seu nascimento e 43 de seu encantamento. <em>“Cada autor pinçou uma nuance específica, mergulhou nas suas raízes, perseguiu seus passos, caçou seus segredos. Há depoimentos pessoais, análises críticas, instantâneos inusitados. Labirinto espelhado, caleidoscópico, tudo em Clarice é mistério. Bem que ela avisou: Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo”</em>.</p>
<p>Raimundo Carrero conta como foi designado para ir a um almoço com Clarice.<em> “Um encontro para nunca mais se livrar dele”</em>, diz. O almoço havia sido organizado por José Mário, que aproveitou a visita de Clarice para entrevistá-la e aproveitar sua companhia, sendo o cicerone dela e da assistente, Olga Borelli.</p>
<p>Em seu ensaio sobre a ocasião, o cronista conta, com devoção, como a salvou de uma crise de pânico e como a escritora chegou a fazer previsões sobre sua vida, tão mística que era, chegando a ser chamada de bruxa. <em>“Clarice possuía uma ‘compulsiva intuição’, como afirmou Otto Lara Resende (jornalista e escritor mineiro)”</em>, conta o organizador.</p>
<div id="attachment_81193" aria-labelledby="figcaption_attachment_81193" class="wp-caption img-width-587 aligncenter" style="width: 587px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo pessoal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976.jpg"><img class="size-medium wp-image-81193" alt="Acervo pessoal " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976-587x486.jpg" width="587" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta José Mario Rodrigues e Clarice Lispector, durante sua visita ao Recife, em 1976</p></div>
<p>Confira abaixo uma entrevista com José Mário Rodrigues sobre o livro de ensaios e sua relação com Clarice Lispector.</p>
<p><strong>1- Você teve um contato interessante com Clarice. Conseguiu perfurar a bolha de timidez em que ela vivia, dissipar o pânico e fazê-la enfrentar o público. Como uma mulher que intimidava o seu interlocutor com sua beleza, mistério e inteligência, poderia ser conduzida tal qual uma criança a falar para uma plateia?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tomava muitos remédios. Era natural que, diante de uma grande plateia, acontecesse uma crise de pânico. E foi o que aconteceu na entrada do auditório do Bandepe (Banco do Estado de Pernambuco, privatizado em 1998), no Recife antigo, onde ela fez uma palestra ou melhor, leu o texto que havia preparado. O auditório estava lotado. Na época em que ela esteve aqui, 1976, não era um nome tão popular, como ficou depois de sua morte, em 1977. Era conhecida nos meios intelectuais. Sempre aos domingos, à tardinha, ia ao Largo Boticário, no Rio de Janeiro, para uma visita ao pintor e poeta Augusto Rodrigues, o criador das Escolinhas de Arte no Brasil. Eu ainda não conhecia, pessoalmente, a autora de Água Viva. Perguntei a Augusto como era Clarice Lispector? Resposta: “Bonita, sedutoramente atraente, às vezes esquisita, misteriosa, muito inteligente e tem algo de bruxa”</em>.</p>
<p><strong>2- O título refere-se à permanência, à contemporaneidade da obra de Lispector?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­-<em> Retirei o título do livro de um texto de Água viva que diz: “Tudo acaba, mas o que escrevo continua. O melhor ainda não está escrito. O melhor está nas entrelinhas”. Toda obra da autora de Laços de família está alicerçada no mistério, na inquietação, no desconhecido. Ela mesma disse em entrevistas: “Escrever é procurar entender, é reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador”</em>.</p>
<p><strong>3- Por que o organizador não prefaciou o título?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­- <em>Não prefaciei o livro porque eu também queria escrever sobre os dias em que fui cicerone, juntamente com o escritor Augusto Ferraz, nos quatro dias em que ela estava revendo o Recife e também alguns familiares. Lembro-me que estivemos no apartamento de Samuel Lispector, primo de Clarice, na Avenida Boa Viagem. Sou o único participante do livro que não é ensaísta. Preferi que a conceituada jornalista Lêda Rivas fizesse a apresentação, que, aliás, está muito bem escrita</em>.</p>
<p><strong>4- Clarice era bem mística e, além de lhe prometer o contato da cartomante dela no Rio de Janeiro, ainda fez uma predição para você. Como foi esse momento?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tinha participado de um Congresso de Bruxaria na Colômbia, como convidada especial. A promessa de me levar para conhecer a cartomante dela e que morava na Zona Norte do Rio de Janeiro, aconteceu na Oficina de Brennand, numa visita que fizemos ao grande pintor. Fiquei surpreso, a princípio. Mas, em outros tempos, eu era chegado às cartas que não mentem jamais. Uma vez, conheci uma cartomante, em Garanhuns, onde vivi parte da minha vida, e que tinha o mesmo nome de minha mãe: Noemia. Tudo que ela disse sobre meu futuro, aconteceu</em>.</p>
<p><strong>5- Quando conheceu Clarice você já tinha lido que títulos dela? Era um de seus muitos admiradores?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Antes de conhecer Clarice eu tinha lido, apenas, o livro Água Viva. Fiquei encantado com a leitura. Depois que a conheci, li A Maçã no Escuro, A Paixão Segundo GH, Laços de Família, Hora da Estrela e Felicidade Clandestina. Durante alguns anos, sempre aos sábados, ela escrevia crônicas no Jornal do Brasil. Essas crônicas foram reunidas em um livro A Descoberta no Mundo</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> José Mário Rodrigues é poeta, jornalista e cronista. Pertence à Academia Pernambucana de Letras. Sua mais recente publicação foi a reunião de sua poesia, publicada pela Cepe e que tem como título: O voo da eterna brevidade, premiado pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; (Organizador: José Mário Rodrigues)<br />
Quando: 14 de janeiro de 2021, quinta-feira, às 16h<br />
Local: Auditório do Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n)<br />
Valor: livro impresso R$ 30, e-book R$ 12</p>
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		<title>Exposição celebra os 70 anos de Raimundo Carrero no Museu do Estado</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 14:35:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos mais renomados escritores do País, Raimundo Carrero, ganha exposição comemorativa pelos seus 70 anos de vida. A mostra, sediada no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), vai ocupar a galeria Lula Cardoso Ayres e será dividida em quatro espaços: Beleza, Loucura, Paixão e Fé na obra de Carrero. A abertura da exposição acontecerá [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_63589" aria-labelledby="figcaption_attachment_63589" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/ Secult PE/ Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Raimundo-Carrero_Jan-Ribeiro-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-63589" alt="Jan Ribeiro/ Secult PE/ Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/10/Raimundo-Carrero_Jan-Ribeiro-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Raimundo Carrero durante o lançamento do livro &#8220;Condenados à Vida&#8221; no FIG 2018. A Praça da Palavra, polo literário do festival, homenageou o escritor neste ano</p></div>
<p>Um dos mais renomados escritores do País, Raimundo Carrero, ganha exposição comemorativa pelos seus 70 anos de vida. A mostra, sediada no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), vai ocupar a galeria Lula Cardoso Ayres e será dividida em quatro espaços: Beleza, Loucura, Paixão e Fé na obra de Carrero. A abertura da exposição acontecerá nesta terça-feira (13), com o lançamento de <a href="http://editora.cepe.com.br/livro/condenados-a-vida-1" target="_blank"><strong><em>Condenados à Vida</em></strong></a>, coletânea editada pela Companhia Editora de Pernambuco – Cepe, que reúne quatro das principais obras do autor: <em>Maçã agreste</em> (1989), <em>Somos pedras que se consomem</em> (1995),<em> O amor não tem bons sentimentos</em> (2008) e <em>Tangolomango</em> (2013), cujo fio condutor é a nefasta família do patriarca Ernesto Cavalcante do Rego.</p>
<p>Além da Cepe, o projeto conta com apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco, a Fundarpe, o MEPE e a Sociedade dos Amigos do MEPE. Com produção-executiva de Andréa Motta e concepção do jornalista e escritor Marcelo Pereira, a exposição <em>Condenados à Vida – 70 Anos de Raimundo Carrero</em> traz fotos, vídeos e objetos pessoais do autor, além de promover oficinas, leituras e debates com acadêmicos e escritores.</p>
<p><em>“A exposição será uma experiência de leitor, de leitura. Podemos dizer que o visitante não verá uma exposição, vai ler um livro que se move; um livro vivo. conhecer o homem e a sua obra”</em>, diz o escritor Sidney Rocha, curador da exposição. Além dos eventos abertos, haverá uma extensa programação para escolas e universidades, públicas e privadas.</p>
<p><em>“É um livro em forma de exposição, ou seja, a obra do escritor Raimundo Carrero disposta em pilares que sintetizam os elementos que considero os mais interessantes, ou os mais frequentes no seu trabalho: a paixão e o sofrimento humano, que podem ser vistos como sinônimos, mas que não são exatamente a mesma coisa. A Fé, que está contida na paixão e no sofrimento, é central na vida-obra do autor. O quarto elemento ou o ‘cavaleiro do apocalipse particular’ dessa obra é a Beleza”</em>, resume Sidney Rocha.</p>
<p>A abertura da exposição terá apresentação de Marcelo Pereira e de Ricardo Leitão, presidente da Cepe. Durante todo o mês de novembro e parte de dezembro, sempre aos sábados e domingos, estão agendadas leituras e diálogos com convidados especiais como André Balaio, Cida Pedrosa, Evaldo Costa, José Castelo, José Parísio, Lourival Holanda, Lula Arraes, Luzilá Gonçalves Ferreira, Marcos Creder, Nivaldo Tenório, Roberto Beltrão, Ronaldo Correia de Brito, Samarone Lima e Wellington de Melo, entre outros escritores e acadêmicos que discutem sobre esses temas na obra de Carrero.</p>
<p>O aniversariante vai participar ativamente de todo o projeto. Autografa o livro Condenados à Vida, na abertura (13) e no encerramento (16 de dezembro). Durante a exposição, transfere sua oficina literária para o Mepe.</p>
<p>Para os textos nas paredes foram convidados escritores como Marcelino Freire, Ronaldo Correia de Brito, José Luís Passos e José Castello, que escreve longo ensaio na edição da Cepe. Os textos estarão também no catálogo da exposição. Ainda nas paredes, ensaio fotográfico do artista, feito por Heudes Regis, e projeção de cenas de filmes sobre ou inspirados na obra de Carrero.</p>
<p>Toda a programação é gratuita e aberta ao público. Destaque também para a programação pedagógica na qual os estudantes do ensino médio das escolas das redes públicas estadual e municipal fazem leituras de obras de Raimundo Carrero. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/PROGRAMAÇÂO-EXPOSICAO-RAIMUNDO-CARRERO.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda completa de atividades da exposição.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição Condenados à Vida – 70 Anos de Raimundo Carrero<br />
Quando: 13/11 (terça-feira), às 19h. Visitação de 14/11 a 16/12. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/PROGRAMAÇÂO-EXPOSICAO-RAIMUNDO-CARRERO.pdf" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a agenda das atividades.<br />
Onde: Museu do Estado de Pernambuco &#8211; Avenida Rui Barbosa, 960, Graças, Recife-PE.</p>
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		<item>
		<title>Outras Palavras leva às escolas públicas artistas como Lula Gonzaga e Raimundo Carrero</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-leva-as-escolas-publicas-artistas-como-lula-gonzaga-e-raimundo-carrero/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2018 19:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O pesquisador Sérgio Sociólogo, o poeta K beça e as poetizas Suzana Morais e Shirley, o patrimônio vivosLula Gonzaga, e os escritores Sidney Rocha e Raimundo Carrero são algumas das atrações que o Outras Palavras vai levar às escolas estaduais durante o mês de novembro. Ao todo, seis edições da iniciativa promovida pela Secult-PE e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61862" aria-labelledby="figcaption_attachment_61862" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61862" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Raimundo Carrero participará de duas edições do Outras Palavras no mês de novembro</p></div>
<p>O pesquisador Sérgio Sociólogo, o poeta K beça e as poetizas Suzana Morais e Shirley, o patrimônio vivosLula Gonzaga, e os escritores Sidney Rocha e Raimundo Carrero são algumas das atrações que o <strong>Outras Palavras</strong> vai levar às escolas estaduais durante o mês de novembro. Ao todo, seis edições da iniciativa promovida pela Secult-PE e Fundarpe percorrerão diversas regiões do estado com a missão de facilitar o acesso à produção cultural pernambucana por parte da juventude</p>
<p><em>“Nosso objetivo é estimular a integração entre a cultura e a educação, a produção artística no ambiente escolar, e criar condições para o fortalecimento do pensamento crítico”,</em> explica Guido Bianchi, gestor da iniciativa e vice-presidente da Fundarpe.</p>
<div id="attachment_47460" aria-labelledby="figcaption_attachment_47460" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-47460" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/Outras-Palavras-Antonieta-Trindade-EREM-Dr.-Jaime-Monteiro-Gameleira-Foto-Jan-Ribeiro-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Criado em 2015 pela atual secretária de Cultura de Pernambuco, o Outras Palavras atingiu quase 590 escolas, mais de 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou</p></div>
<p><em>“Além das edições nos espaços escolares, esta integração também promove a ida de estudantes para espetáculos, filmes e exposições nos vários equipamentos culturais de Pernambuco, como, neste caso, o Cinema São Luiz. E com ênfase na valorização do nosso patrimônio, teremos a participação de ilustres mestres, como Lula Gonzaga, detentor do título de Patrimônio Vivo, além de Raimundo Carrero, um dos escritores mais importantes do estado”,</em> reforça Antonieta Trindade, secretária de Cultura e idealizadora do <strong>Outras Palavras</strong>, em 2015.</p>
<div id="attachment_40667" aria-labelledby="figcaption_attachment_40667" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-40667" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/09/29823805895_8315ac0375_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O cineasta Lula Gonzaga, Patrimônio Vivo de Pernambuco, também participa da programação do Outras Palavras neste mês</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/outras-palavras-celebra-em-salgueiro-os-70-anos-de-raimundo-carrero/" target="_blank">Em março deste ano e como parte das comemorações dos seus 70 anos, Raimundo Carrero participou de uma edição do projeto em sua terra-natal, Salgueiro</a>,no Sertão do estado, no EREM Professor Urbano Gomes de Sá. Na época, emocionado com a repercussão, o escritor escreveu um artigo no qual narrava um pouco sobre a experiência que vivenciou ao conversar de perto com vários jovens estudantes sobre sua obra e sobre literatura em geral.</p>
<p><em>“A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro”,</em> escreveu na época, como se pudesse prever ali o potencial que a iniciativa poderia alcançar. Em três anos, além das diversas edições realizadas em museus, teatros e espaços culturais, o <strong>Outras Palavras</strong> atingiu quase 590 escolas, mais de 17 mil estudantes e entregou mais de 6100 livros às bibliotecas por onde passou.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação de novembro do Outras Palavras:</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>7 de novembro</strong></span><br />
14h &#8211; São José da Coroa Grande<br />
EREM Professor Carlos José da Silva<br />
Sérgio Sociólogo + K beça</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>9 de novembro</strong> </span><br />
13h &#8211; Gravatá<br />
ETE Professor José Luiz Mendonça<br />
Lula Gonzaga + Adiel Luna</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>13 de novembro</strong></span><br />
9h &#8211; Recife (Santo Amaro)<br />
Escola Sizenando Silveira<br />
Suzana Morais + Shirley (poetizas) + espetáculo &#8216;Entre Ruas&#8217; (Studio Viegas de Dança)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>14 de novembro</strong></span><br />
9h &#8211; Recife<br />
Cinema São Luiz<br />
Exibição do filme ‘Menina de Barro’, de Vinícius Machado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>21 de novembro</strong></span><br />
9h &#8211; Recife (Linha do Tiro)<br />
EREM Padre Nércio Rodrigues<br />
Sidney Rocha + Quinteto Violado</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>22 de novembro</strong></span><br />
14h &#8211; Recife (Graças)<br />
Museu do Estado<br />
Raimundo Carrero + SPOK (mediação de Sidney Rocha)</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>22 de novembro</strong></span><br />
14h – Jupi<br />
Mãe Coruja</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>30 de novembro</strong></span><br />
Arcoverde<br />
Participação na 2ª Feira Literária do Sertão</p>
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		</item>
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		<title>Escritoras e poetisas são destaques da programação do FIG 2018</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 19:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bell Puã]]></category>
		<category><![CDATA[cida pedrosa]]></category>
		<category><![CDATA[ezter liu]]></category>
		<category><![CDATA[FIG 21018]]></category>
		<category><![CDATA[Índia Morena]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Ao propor a liberdade como tema do 28º Festival de Inverno de Garanhuns, a curadoria do FIG joga luz sobre temas importantes, que precisam ser cada vez mais discutidos abertamente, como a igualdade de gênero. Reconhecer privilégios de um lado e buscar soluções para dar o protagonismo necessário e urgente a outros. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51518" aria-labelledby="figcaption_attachment_51518" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo.jpg"><img class="size-medium wp-image-51518" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Um-Clarão-Luz-sobre-a-poesia-de-Cida-Pedrosa-conversa-com-a-autora_Elimar-Caranguejo-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cida Pedrosa, secretária de Mulher do Recife, escritora e poetisa, abre um debate importante e intitulado &#8216;Protagonismo Feminino na Literatura&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Ao propor a liberdade como tema do 28º Festival de Inverno de Garanhuns, a curadoria do FIG joga luz sobre temas importantes, que precisam ser cada vez mais discutidos abertamente, como a igualdade de gênero. Reconhecer privilégios de um lado e buscar soluções para dar o protagonismo necessário e urgente a outros. Foi pensando nisso que a programação da <strong>Praça da Palavra Raimundo Carrero,</strong> o polo literário do FIG 2018, traz este ano uma programação que busca dar voz e vez a todxs que produzem literatura no Brasil.</p>
<p>Um dos destaques deste ano é a presença de <strong><a href="https://www.facebook.com/cidappedrosa/" target="_blank">Cida Pedrosa</a></strong>, secretária da Mulher do Recife, escritora e poetisa, autora de livros como <strong>As Filhas de Lilith</strong> (2009) e <strong>Claranã</strong> (2015), que abre um debate importante e intitulado Protagonismo Feminino na Literatura. Os encontros começam no dia 22 de julho e vão seguir ao longo de toda a programação da Praça da Palavra.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/35338829853_947fd143fd_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-61860 aligncenter" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/35338829853_947fd143fd_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Segundo Cida, apesar do título, não é a primeira vez que o FIG trata a literatura feminina com protagonismo. <em>“Eu, por exemplo, já lancei <strong>As Filhas de Lilith</strong>, num projeto com incentivo do Funcultura e que resultou também no lançamento de 26 curtas inspirados nas minhas poesias. Mas acredito que, com este título, sim, é a primeira vez que temos esse debate”,</em> opina ela. Outras autoras que participarão desses encontros são a baiana Daniela Galdino e as pernambucanas Fernanda Limão, Graça Nascimento e Ivonete Batista.</p>
<p>Sobre o que o público pode esperar das conversas entre as autoras, Cida fez algumas provocações. <em>“A presença feminina na literatura brasileira é muito recente. No Brasil, a mulher só começou a ir pra escola há 200 anos. Temos uma Academia Brasileira de Letras (ABL) com seis mulheres e uma Academia Pernambucana de Letras com nove. Isso num total de 40 vagas”,</em> explica.</p>
<div id="attachment_61861" aria-labelledby="figcaption_attachment_61861" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40802750732_b7e767e643_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61861 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40802750732_b7e767e643_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">O SLAM das Minas PE também atração da Praça da Palavra</p></div>
<p><em>“Existe uma pesquisa que eu adoro citar, feita por uma socióloga que analisou 200 romances. Desse total, 75% dos personagens protagonistas eram homens, apenas 15% mulheres e 3% negros ou homossexuais. Estamos lendo o que? Escrito por quem? Com o olhar de quem? São essas coisas que vamos provocar nesses encontros”</em>, revela a poetiza, que elogiou a companheira de debate no dia 22 de julho, a poetisa Daniela Galdino (BA). “<em>Eu só a conhecia pela internet, mas há dois meses tivemos um Sarau no Pasárgada com a presença dela e foi lindo. Ela tem uma poesia emponderada e voltada para a mulher muito interessante, e usa o corpo enquanto espaço de performance. A poesia está no livro, no gesto, na pele e no olhar. É incrível”.</em></p>
<p>Também na veia poética, no dia 23 de julho, uma atividade inédita aporta no FIG. Haverá uma edição do <strong><a href="https://www.facebook.com/slamdasminaspe/" target="_blank">SLAM das Minas</a></strong>, batalha de poesia voltada para mulheres. Segundo Bell Puã, uma das participantes do SLAM das Minas PE (e que inclusive representou o estado e o país na competição internacional realizada na França, em maio passado), a ideia é fazer um recital entre todas as meninas que já são do movimento.</p>
<div id="attachment_51038" aria-labelledby="figcaption_attachment_51038" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Índia_Morena.jpg"><img class="size-medium wp-image-51038" alt="Renata Pires/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Índia_Morena-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Índia Morena, Patrimônio Vivo do estado, vai lançar um livro sobre sua trajetória no circo durante a programação da Praça da Palavra</p></div>
<p><em>“Mas também teremos uma hora com o microfone aberto pras mulheres que quiserem recitar algo, só não vai ser em formato de batalha”,</em> detalha. Além da Bell Puã, participam do SLAM das Minas PE as poetisas Amanda Timóteo, Lilian Araújo, Olga Pinheiro e Patrícia Naia. <em>“Pra gente é uma felicidade muito grande participar de um festival do porte como FIG, que a gente já curtia como público, e agora vamos aproveitar como artistas”,</em> celebra Puã.</p>
<p>Outro destaque é no dia 25 de julho, o Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, quando haverá o lançamento do livro <strong>Dramas Circenses</strong>, de <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/patrimonio-cultural/imaterial/patrimonios-vivos/india-morena/" target="_blank">Índia Morena</a></strong>, Patrimônio Vivo de Pernambuco. Contorcionista, trapezista voadora, acrobata, cantora, ginasta, e atriz circense são alguns dos atributos da grande dama do circo pernambucano, Margarida Pereira de Alcântara &#8211; ou Índia Morena, nome artístico deliberadamente escolhido por serem índios o pai e a avó paterna. No mesmo dia, as Secretarias da Mulher e de Cultura de Pernambuco realizam uma mesa com o Comitê de Mulheres Negras.</p>
<div id="attachment_60540" aria-labelledby="figcaption_attachment_60540" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-60540 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/26534442289_79664c1f65_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Quem também confirmou presença no FIG foi Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro &#8216;Das tripas coração&#8217; (2017)</p></div>
<p>Quem também confirmou presença no FIG foi Ezter Liu, a grande vencedora do V Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro <strong>Das tripas coração</strong> (2017). <em>“Participo do Festival em duas ocasiões. Além da Praça da Palavra, no dia 26 de julho, na mesa ao lado dos outros vencedores do Prêmio, estarei também numa edição do Outras Palavras em Bom Conselho, na Escola Cel. José Abílio, no dia 24 do mesmo mês”,</em> comemora a escritora, que após o debate na Praça da Palavra vai assistir, pela primeira, a uma leitura dramatizada feita com alguns de seus contos.</p>
<p><em>“O tema da liberdade que o FIG traz esse ano gera muito pano na manga pra gente e vocês jornalistas escreverem sobre o assunto. Essa leitura dramatizada de <strong>Das tripas coração</strong>, por exemplo, está sendo organizada pelo Angu de Teatro, que teve a ideia de adaptar alguns contos para o palco. Vou ficar sabendo de mais detalhes em breve, mas, por enquanto, é uma surpresa”,</em> conta Ezter.</p>
<div id="attachment_61862" aria-labelledby="figcaption_attachment_61862" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61862 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Essa abertura nesse espaço, e nessa situação, é pra mim muito honrosa e me deixa bastante feliz”, comemora Raimundo Carrero</p></div>
<p><strong>Homenagem a Raimundo Carrero -</strong> Logo na abertura da Praça da Palavra, no dia 21 julho, às 21h, o escritor vai participar de uma conversa com o jornalista Marcelo Pereira sobre o lançamento de sua tetralogia organizada pela Cepe, intitulada<strong> Condenados à vida</strong>.  <em>“É importante destacar que a homenagem, nessas circunstancias, pra mim é muito importante. Nós da literatura sentimos como a mídia em geral se dirige muito fortemente aos artistas ligados a música durante o FIG. Essa abertura nesse espaço, e nessa situação, é pra mim muito honrosa e me deixa bastante feliz”,</em> destaca o escritor pernambucano.</p>
<p>Ele, que adora contar um causo, lembrou logo de uma situação que aconteceu quando era presidente da Fundarpe – gestão que encerrou em 1998. <em>“Promovi uma vez um seminário literário que reuniu nomes como José Castello, João Gilberto Noll, Luiz Vilela, pra que se debatesse a questão do livro no FIG. Fizemos isso junto aos cordelistas, e lembro que naquela época, enquanto os escritores se queixavam das vendas nas livrarias, os cordelistas diziam que vendiam todo dia e que nem precisavam ir à praça, pois o povo ia na porta de casa comprar”,</em> relembra.</p>
<div id="attachment_61863" aria-labelledby="figcaption_attachment_61863" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40125287474_94855ecf6e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-61863 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/40125287474_94855ecf6e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além de ser homenageado deste ano na Praça da Palavra, Raimundo vai lançar durante o FIG sua tetralogia organizada pela Cepe e intitulada &#8216;Condenados à vida&#8217;</p></div>
<p>Além de conversas sobre suas obras como <strong>Maçã Agreste</strong> (1989), <strong>O amor não tem bons sentimentos</strong> (2007), <strong>Somos pedras que se consomem</strong> (1995), e<strong> Tangolomango</strong> (2013), o público pode esperar um bate-papo mais amplo sobre a obra de Carrero. <em>“Pode parecer inacreditável, mas tenho um obra feita, e estou lançado o núcleo da minha obra reunidos sobre o título geral Condenados à vida. São aqueles seres que estão em desacordo com a sociedade e não sabem o que fazer, acabando se comportando à margem. E foi, como sempre, ressaltar a força da literatura pernambucana que merece o maior destaque sempre”,</em> adiantou Raimundo Carrero.</p>
<p><strong>Confira abaixo a programação completa de Literatura no FIG 2018:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 21/7</span></b></p>
<p><b>10h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Brinquedos Populares, </b>com Marcos Duarte e Andréa Carla<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias| Contar e Contagiar, </b>com Ryan Leivas (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação) </b></p>
<p>- Roda de conversa com a Escritora de Marte – Livro: Caberá Só A Mim Esquecer  (EREM Monsenhor João Marques)</p>
<p>- Poesia e Soneto Cantado – Releitura da obra de Augusto dos Anjos , um recorte do “Projeto Uma Tarde Para Augusto dos Anjos” (EREM Prof. Jerônimo Gueiros)</p>
<p>- Literatura e Música em Libras: Igual e Diferente (EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro)</p>
<p><b>16h –</b><b> Lançamento de Livro| Lampião, O Cangaço e Outros Fatos no Agreste Pernambuco, </b>com Junior Almeida</p>
<p><b>17h – Recital | Jefferson Moisés, O Contador de Histórias, </b>com Jefferson Declamador (PE)</p>
<p><b>18h – Leitura Dramática|Bernarda Soledade: A Tigre do Sertão, uma leitura, </b>com o Grupo Violetas da Aurora</p>
<p><b>19h – Lançamento de Livro| Tetralogia Condenados à Vida, </b>Marcelo Pereira conversa com Raimundo Carrero, homenageado da Praça da Palavra <b>(Cepe Editora)</b><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Domingo, 22/7 </span></b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Caixinhas de Histórias</b>, com Thays Meirely <b>(SESC – PE)</b> <b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro Musical e Literatura A Porta Aberta Para a Leitura (EREM Luiz Pereira)</p>
<p>- Vocabulário Nordestino (EREM Henrique Justino)</p>
<p><b>15h – </b><b>Oficina de Fantoche de Papel, </b>com Thays Meirely<b> (SESC – PE)</b><b></b></p>
<p><b>16h – Contação de Histórias | </b>com o Grupo Tapete Voador<b> (Cepe Editora)</b></p>
<p><b>17h – Lançamento de Livro | Diário das Coincidências, </b>com <a href="https://www.google.com.br/search?q=Jo%C3%A3o+Anzanello+Carrascoza&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAOPgE-LVT9c3NEw2rMgtzzE2V-IBcY0Kk9JTkkzKtWSyk630k_Lzs_XLizJLSlLz4svzi7KtEktLMvKLAGltBqc9AAAA&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjEhZGQpb_bAhVBH5AKHVpiAIEQmxMIqQEoATAR">João Anzanello Carrascoza</a> (SP)<b> </b></p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro </b><b>| A Cobrança, </b>Mário Rodrigues (PE) conversa com Nivaldo Tenório (PE) <b>(SESC – PE)</b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: Poesia como Espaço de Re-existência na Escrita de Mulheres, </b>Cida Pedrosa (PE) conversa com Daniela Galdino (BA)<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>20h – Recital | Palavra Suja de Sangue, </b>com David Biriguy (PE)</p>
<p><b>20h40 – Leitura Dramática | Ao Redor do Escorpião&#8230; Uma Tarântula? – Orquestração Para Dançar e Ouvir, </b>com o Grupo Violetas da Aurora</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira, 23/7</span></b></p>
<p><b>10h – </b><b>Contação de Histórias | Histórias para Gestantes e Bebês, </b>com a Cia. Fisa D’arte<b> </b>(PE)<b> </b></p>
<p><b>11h – Oficina de Brinquedos Afro, </b>com Thays Meirely<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Peça Teatral | Romantismo: Amor e Liberdade (EREM José do Patrocínio Mota)</p>
<p>- As Muitas Faces da Mulher Rural na Literatura (EREM João Fernandes)</p>
<p><b>16h </b><b>– Debate | O Golpe em Curso e Como a Literatura Está Revidando, </b>com Fred Caju, Patrícia Naia e João Gomes (PE)</p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro | Dramaturgia Publicada, </b>com Luiz Maranhão Filho (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: A Nudez da Poesia, </b>Fernanda Limão (PE) conversa com Graça Nascimento (PE) <b>(SESC &#8211; PE)</b></p>
<p><b>20h – Recital | SLAM das Minas PE, </b>com Patrícia Naia, Bell Puã e Olga Pinheiro.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Terça-feira, 24/7</span></b></p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Evaristo, A Cutia, </b>com Pochyua Andrade (PE) e Viviana Borchardt (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro Musica | “Onde o Nordeste Garoa” (EREM Augusto Lucio da Silva)</p>
<p>- Musical | Reconto da História de João e Maria (EREM Virgem do Socorro)</p>
<p><b>18h – Lançamento de Livro | Teresa Costa Rêgo: Uma Mulher em Três Tempos, </b>com Bruno Albertim (PE)</p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: O Olhar Feminino e a Prosa Mística de Luzinete Laporte, </b>Ivonete Batista (PE) conversa com Nivaldo Tenório (PE)<b> (SESC &#8211; PE)</b><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quarta-feira, 25/7</span></b></p>
<p><i>DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA LATINO AMERICANA E CARIBENHA</i></p>
<p><b>10h – Contação de Histórias | Luanda Ruanda, Histórias Africanas, </b>com<b> </b>Sthephany Metódio<b> </b>(PE) e Marta Alves (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Poesia e Música | Uma Homenagem a Raimundo Carrero (Escola Henrique Dias)</p>
<p>- A Releitura da Lenda do Boi Bumbá (EREM D. João da Mata Amaral)</p>
<p>- Teatro Cultura de Dentro Para Fora (EREM Narciso Correia)</p>
<p><b>15h – Lançamento de Livro | Dramas Circenses, </b>com Índia Morena</p>
<p><b>17h – Mesa com o Comitê de Mulheres Negras (SECMULHER – PE/SECULT – PE)</b></p>
<p><b>18h – Mulheres do Candomblé: Resgate Histórico Sobre as Yalorixás Brasileiras, </b>com José Kleberson Rodrigues e Claudeni Lima (PE)</p>
<p><b>19h – Projeto Arte da Palavra Circuito de Autores, </b>Cidinha da Silva (BA), André Sant’Anna (SP) mediação Helder Herik<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Quinta-feira, 26/7</span></b></p>
<p><b>10h – Contação de Histórias | Histórias de Uma Terra Mágica Chamada Índia, </b>com Cinthia Nayara (PE)</p>
<p><b>11h – Contação de Histórias | Histórias da Caixola, </b>com Stephany Metódio (PE)<b></b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Dança Teatral |Pernambuco Sim Senhor (Escola de Aplicação prof.ª  Ivonita Alves Guerra)</p>
<p><b>15h – Contação de Histórias | Violinha Rio Acima, </b>com Vinicius Viramundos (PE)<b></b></p>
<p><b>17h – Protagonismo Feminino na Literatura: “Um Inferno de Vida Crua” o Intimismo Clariciano como Sintoma de Mal-estar, </b>Klébia Sampaio (PE) conversa com Matheus Rocha (<b>PE) (SESC – PE)</b></p>
<p><b>18h – Recital | O Riso, A Rima e O Cordel, </b>com Altair Leal (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Leitura Dramática | Das Tripas Coração</b></p>
<p><b>19h30 – Nova Literatura Pernambucana: Manual de Instruções, mesa com os vencedores do V Prêmio Pernambuco de Literatura, </b>com Ezter Liu, Enoo Miranda, Amâncio Siqueira, Fred Caju e Walter Cavalcanti Costa (PE), mediação de Matheus Rocha (PE)<b></b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sexta-feira, 27/7</span></b></p>
<p><b>10h – Ação Educativa| Brincando e Cantando com Brinquedos Populares, </b>com Marcos Duarte e Andréa Carla<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Entre Encantos e Desencantos Pela Prosa e A Poesia, A Paixão e A Cantoria (ETE Governador Eduardo Campos)</p>
<p>- Orquestra “Páginas de Mi Canto” (EREM Garanhuns)</p>
<p><b>15h – Roda de Histórias para Crianças, </b>com Marcilene Pereira<b> (SESC – PE) </b></p>
<p><b>18h – Recital | Lá das Serras do Araripe, </b>com Júnior Baladeira (PE)<b></b></p>
<p><b>19h – Protagonismo Feminino na Literatura: “A Literatura de Cordel Escrita por Mulheres”, </b>Edilene Soares (PE) conversa com Wilson China (PE)<b> (SESC – PE)</b></p>
<p><b>20h – Mesa de Glosas | Mulheres de Repente, </b>com Dayanne Rocha, Elenilda Amaral, Erivoneide Amaral, Francisca Araújo e Luna Vitrolira (PE)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Sábado, 28/7</span></b></p>
<p><b>10h – </b><b>OUTRAS PALAVRINHAS</b></p>
<p><b>13h – Atividades SEDUC (Secretaria de Educação)</b></p>
<p><b>14h – Atividades da GRE (Gerência Regional de Educação)</b></p>
<p>- Teatro | Katirina e Matheus: Em Busca da Ess^sncia da Literatura do São João (EREM Ismênia Lemos Wanderley)</p>
<p><b>15h – Roda de Histórias para Crianças, </b>com Marcilene Pereira<b> (SESC – PE) </b></p>
<p><b>16h – Debate | Três Olhares Para Literatura Infantojuvenil, </b>com Cleyton Cabral, Cícero Belmar e Paulo André Viana (PE)</p>
<p><b>17h – Lançamento de Livro | Victor Moreira, </b>com Marcondes Lima e Carla Denise<b> (PE) (Cepe Editora)</b><b><br />
</b><b>18h – Recital Poético Musical | Lunário Encourado, </b>com Adiel Luna (PE)<b> </b></p>
<p><b>Ações Especiais</b></p>
<p><b>Transeuntes: Palavras da Mata ao Agreste</b></p>
<p><b>De 21 a 28/7 </b></p>
<p>Intervenção poética com Fernanda Limão (Garanhuns – PE) e Ezter Liu (Carpina – PE)</p>
<p>Locais: Praça da Palavra, Parque Euclides Dourado e Palco Cultura Popular</p>
<p><b>Livros Livres</b></p>
<p>Ação inspirada no conceito de book crossing, consiste em criar espaços para trocas de livros em lugares públicos. Durante todo o festival Livros serão “libertados” em pontos diversos da cidade, com selo identificador da ação. As pessoas devem ler os livros e deixá-los em outro lugar público para que mais pessoas o leiam. Os livros são uma doação da Cepe – Companhia Editora de Pernambuco e do Funcultura.</p>
<p>Durante todo o FIG, em qualquer lugar, a qualquer hora.&gt;</p>
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		<title>Clisertão proporciona debate rico com autoras e escritores premiados nacionalmente</title>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2018 15:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Clisertão 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Nepomuceno]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Valéria Rezende]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Na manhã desta última quarta-feira (9) a IV edição do festival literário Clisertão, que acontece em Petrolina até esta sexta-feira (11), proporcionou três debates com importantes autoras e escritores brasileiros premiados e reconhecidos internacionalmente: Maria Valéria Rezende, Eric Nepomuceno e Raimundo Carrero conversaram sobre suas obras literárias, o processo criativo de cada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_60429" aria-labelledby="figcaption_attachment_60429" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Iglesias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180509_112220095.jpg"><img class="size-medium wp-image-60429" alt="Marcus Iglesias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180509_112220095-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor pernambucano Raimundo Carrero conversou de perto com estudantes do Colégio Aplicação, na UPE</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p style="text-align: left;">Na manhã desta última quarta-feira (9) a <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/literatura/comeca-na-proxima-segunda-feira-7-em-petrolina-a-4a-edicao-do-clisertao/" target="_blank">IV edição do festival literário Clisertão</a></strong>, que acontece em Petrolina até esta sexta-feira (11), proporcionou três debates com importantes autoras e escritores brasileiros premiados e reconhecidos internacionalmente: Maria Valéria Rezende, Eric Nepomuceno e Raimundo Carrero conversaram sobre suas obras literárias, o processo criativo de cada um e puderam narrar frente a frente a diversos jovens o prazer pessoal da escrita.</p>
<p style="text-align: left;">Os encontros aconteceram simultaneamente em três locais diferentes. Na EREM Clementino Coelho, por exemplo, as alunas da escola puderam conhecer de perto Maria Valéria Rezende, vencedora do Grande Prêmio Jabuti de 2015. Socorro Lacerda, escritora e representante da Secretaria de Cultura de Pernambuco em Petrolina, contou como foi fazer a mediação deste momento.</p>
<div id="attachment_60426" aria-labelledby="figcaption_attachment_60426" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/x2015-877023876-maria_valeria_rezende__fotoadrianofranco_09.jpg_20151229.jpg.pagespeed.ic_.gvKYBeNR8Q.jpg"><img class="size-medium wp-image-60426" alt="Divulgaçao" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/x2015-877023876-maria_valeria_rezende__fotoadrianofranco_09.jpg_20151229.jpg.pagespeed.ic_.gvKYBeNR8Q-607x364.jpg" width="607" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Vencedora de vários Prêmios Jabutis, Maria Valéria Rezende conversou com alunas de uma escola público sobre a participação da mulher na literatura brasileira</p></div>
<p><i>“Ela foi uma freira que integrou a Juventude Estudantil Católica e abrigou militantes que lutavam contra a ditadura militar. Uma mulher de muita fibra. Na conversa, batizada de Encontro Mulherio das Letras, a gente falou sobre a participação da mulher na literatura brasileira, a luta pelo protagonismo. Ela contou, por exemplo, que quando ganhou o Prêmio Jabuti com o romance <strong>Quarenta dias</strong>, sua conquista foi dada pela imprensa, que não citou seu nome. Era descrita sempre como ‘estreante’, ou ‘freira’ nos títulos das matérias, algo que a lhe incomodou bastante”,</i> detalhou a gestora.</p>
<p>Além do de 2015, Maria Valéria Rezende também ganhou o Prêmio Jabuti de 2009, na categoria literatura infantil, com <i><strong>No risco do caracol</strong>, e e</i>m 2013, na categoria juvenil, com <i><strong>Ouro dentro da cabeça</strong>.</i></p>
<p>Escritor, jornalista e tradutor de <strong>Cem Anos de Solidão</strong>, de Gabriel García Marquez, Eric Nepomuceno teve dois momentos de bate-papo sobre seu trabalho durante a Clisertão 2018. Também na quarta-feira (9), ele esteve na UPE para conversar com estudantes de Pedagogia e Direito, passando por temas como cidadania, regulamentação dos meios de comunicação e a inspiração para escrever.</p>
<div id="attachment_60427" aria-labelledby="figcaption_attachment_60427" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcus Iglesias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180509_101633586.jpg"><img class="size-medium wp-image-60427" alt="Marcus Iglesias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180509_101633586-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Eric Nepomuceno debateu com estudantes de Pedagogia e Direito sobre temas como cidadania, regulamentação dos meios de comunicação e a inspiração para escrever</p></div>
<p>Quanto a este último assunto, depois de perguntado por um aluno como era para ele o raciocínio da escrita, Eric deu a seguinte resposta: <i>“Existe um escritor argentino chamado Juan Gelman que é de grande importância para a América Latina. Infelizmente o Brasil não absorve este tipo de literatura, vinda dos países vizinhos. Uma vez eu ouvi o Juan Gelman responder numa entrevista uma pergunta parecida com a sua e vou tomar a liberdade de copiá-la. Ele disse que um dia uma formiga viu uma centopeia e perguntou a ela como ela fazia para andar. Se levantava de par em par as patas, se era primeiro as da direita e depois as da esquerda, se era de 50 em 50. Como funcionava? Depois de questionada e quando parou pra pensar sobre, a centopeia nunca mais andou. O que quero dizer é que o processo criativo é algo pra mim espontâneo, natural. Não sei descrever a técnica exata, Cada autor e autora terá seu método”.</i><i> </i></p>
<div id="attachment_60428" aria-labelledby="figcaption_attachment_60428" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180509_111857094.jpg"><img class="size-medium wp-image-60428" alt="Marcus Iglesias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_20180509_111857094-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Já Raimundo Carrero sugeriu aos alunos do Colégio Aplicação que lessem clássicos esquecidos, como a obra &#8216;Assunção de Salviano&#8217;, de Antônio Calado</p></div>
<p>Já o encontro ‘Desvendando Raimundo Carrero. Roda de Conversa entre os alunos’, realizado na Escola de Aplicação da UPE Petrolina, colocou estudantes e o escritor Raimundo Carrero em diálogo sobre a obra e inspirações do autor. Uma das alunas que participou do encontro quis saber de Carrero qual obra dele ele julgava como a melhor? <i>“A que eu tenho como mais importante e bem realizada é também meu romance menos conhecido, que se chama <strong>Viagem no ventre da baleia</strong>, que conta a história de uma guerrilha ficcionária no sertão. Ele é o menos lido porque é o menos divulgado, e infelizmente o mundo depende de divulgação. Sem isso as pessoas não conhecem. Temos que ver e rever isso todos os dias. Recentemente eu estava lendo,<strong> Assunção de Salviano</strong>, de Antônio Calado, que é um dos livros mais importantes do Brasil, mas também um dos menos lidos. E que por sinal o cenário é Petrolina e Juazeiro. Foi uma das primeiras coisas que li na adolescência e a história conta uma possível revolução brasileira a partir de dois estados pernambucanos, Pernambuco e Bahia, e do Rio São Francisco. Vale muito a pena conhecer este clássico”, </i>sugeriu o escritor pernambucano, que segue em atividades pelo Brasil comemorando seus 70 anos de trajetória.</p>
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		<title>&#8216;Carrero 70 anos&#8217; é o episódio especial da websérie literária &#8216;pasárgada.doc&#8217;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/carrero-70-anos-e-o-episodio-especial-da-webserie-literaria-pasargada-doc/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 12:47:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[pasárgada.doc]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio às homenagens pelos 70 anos do escritor Raimundo Carrero, a websérie literária pasárgada.doc apresenta um episódio especial com o pernambucano. Figurando entre os nomes mais reconhecidos da literatura nacional, Carrero relembra sua trajetória, reflete sobre seu processo criativo e a predileção por retratar o &#8220;tormento humano&#8221;. Carrero descobriu a literatura passeando por obras [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio às homenagens pelos 70 anos do escritor Raimundo Carrero, a websérie literária <strong>pasárgada.doc</strong> apresenta um episódio especial com o pernambucano. Figurando entre os nomes mais reconhecidos da literatura nacional, Carrero relembra sua trajetória, reflete sobre seu processo criativo e a predileção por retratar o &#8220;tormento humano&#8221;.</p>
<p>Carrero descobriu a literatura passeando por obras de escritores como Graciliano Ramos, José Lins do Rêgo e Shakespeare que pertenciam a seu irmão mais velho e que ficavam guardadas embaixo dos balcões da loja de roupas e chapéus de seu pai. Os primeiros escritos surgiram ali mesmo, nos papeis da loja.</p>
<div id="attachment_59230" aria-labelledby="figcaption_attachment_59230" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/carrero.jpg"><img class="size-medium wp-image-59230" alt="Jan Ribeiro/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/carrero-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Raimundo Carrero recebeu a equipe do &#8216;pasárgada.doc&#8217; em sua residência, no Recife</p></div>
<p>Aclamado hoje como um dos maiores escritores de Pernambuco, com reconhecimento nacional e internacional, Raimundo Carrero acumula prêmios como o de Melhor Romancista do Ano, da Associação Paulista de Críticos de Arte e Prêmio Machado de Assis (melhor romance), da Biblioteca Nacional, ambos pelo livro Somos pedras que se consomem (1995); e o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, com As sombrias ruínas da alma (2000). Desde 2005, Carrero ocupa a cadeira nº 3 da Academia Pernambucana de Letras.</p>
<p><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-organiza-programa-de-homenagens-a-raimundo-carrero/" target="_blank">Saiba mais sobre o Programa de Homenagens do Governo de Pernambuco ao escritor.</a> </strong></p>
<p>&#8211;</p>
<p>O <strong>pasárgada.doc é</strong> um projeto especial da Coordenadoria de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, em parceria com o Espaço Pasárgada e a coordenação do Portal Cultura.PE. Esta segunda temporada conta com 12 episódios, disponíveis no canal de Literatura do portal, que são lançados sempre nas primeiras quartas-feiras de todo mês, até julho de 2018.</p>
<p>Confira <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/tv-canais/?canal=literatura" target="_blank">AQUI</a></strong> os episódios anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pernambuco-organiza-programa-de-homenagens-a-raimundo-carrero/" target="_blank"><br />
</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Outras Palavras celebra em Salgueiro os 70 anos de Raimundo Carrero</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/outras-palavras-celebra-em-salgueiro-os-70-anos-de-raimundo-carrero/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 15:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[70 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[EREM Professor Urbano Gomes de Sá]]></category>
		<category><![CDATA[outras palavras]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Quando a equipe do Outras Palavras confirmou que a segunda edição de 2018 seria realizada numa escola em Salgueiro, no Sertão Central do estado, não houve dúvidas sobre quem seria o escritor a ser convidado. Filho da terra, escritor e jornalista, Raimundo Carrero é um dos autores pernambucanos de maior destaque pelo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58721" aria-labelledby="figcaption_attachment_58721" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286024_fb7c553d3a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58721 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286024_fb7c553d3a_k-607x439.jpg" width="607" height="439" /></a><p class="wp-caption-text">Recebido com muitos aplausos, Raimundo Carrero conversou, brincou e se divertiu dentro do ambiente escolar ao falar sobre o que mais gosta de fazer: escrever</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Quando a equipe do <strong>Outras Palavras</strong> confirmou que a segunda edição de 2018 seria realizada numa escola em Salgueiro, no Sertão Central do estado, não houve dúvidas sobre quem seria o escritor a ser convidado. Filho da terra, escritor e jornalista, Raimundo Carrero é um dos autores pernambucanos de maior destaque pelo Brasil e mundo afora graças à autoria de diversas obras, muitas delas premiadas. A atividade teria também o propósito de seguir em frente com as celebrações dos recém comemorados 70 anos de vida deste mestre da nossa literatura.</p>
<p>O encontro foi realizado na última quinta-feira (15), com a presença de mais de cinquenta alunos, na EREM Professor Urbano Gomes de Sá, que abriu as portas para convidados como estudantes da EREM Carlos Pena Filho e representantes da GRE Sertão Central. Outra atração prevista para o dia foi o grupo de forró pé-de-serra As Severinas, natural de São José do Egito.</p>
<div id="attachment_58722" aria-labelledby="figcaption_attachment_58722" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286154_6fc1d2ce2d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58722 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286154_6fc1d2ce2d_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">“O projeto Outras Palavras, por exemplo, aprofunda o ele entre a educação e a cultura&#8221;, escreveu Raimundo Carrero em artigo publicado nesta segunda (19)</p></div>
<p style="text-align: left;">Recebido com muitos aplausos, Raimundo Carrero deu logo as cartas no início de sua fala, queria ter ali um debate tranquilo e dinâmico. <em>“Falem também porque eu detesto ficar falando só. Vocês têm todo direito de não gostar do que eu digo e falar. A democracia se realiza nesse plano. Eu sou aqui um escritor conversando com vocês. Se não concordam comigo, tudo bem, mas tenham pelo menos um argumento, que a gente então vai debater. O melhor dessa conversa é que haja um intercâmbio entre nosso papo”.</em></p>
<div id="attachment_58724" aria-labelledby="figcaption_attachment_58724" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125287474_94855ecf6e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58724 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125287474_94855ecf6e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Contador nato de contos e causos engraçados, fez em Salgueiro todo mundo cair na risada com explicações sobre alguns vícios de linguagem que o povo brasileiro adota</p></div>
<p>Contador nato de contos e causos engraçados, fez todo mundo cair na risada com explicações sobre alguns vícios de linguagem que o povo brasileiro adota. <em>“Por exemplo, nunca digam ‘eu me acordo’. A gente simplesmente acorda. Já imaginaram a gente se remexendo, pra se acordar? Isso não existe! Outra coisa que é dizer que ‘os presentes aplaudiram’. Basta dizer que aplaudiram, até porque não tem como os ausentes fazerem isso. E por último, um dos piores pra mim, é quando dizem que ‘a chuva caiu ontem’, ou algo do tipo. A chuva naturalmente cai, se ela subir, teremos então outro fenômeno”,</em> brincou, sob as gargalhadas dos jovens, que cantaram parabéns para o autor no final da conversa</p>
<div id="attachment_58723" aria-labelledby="figcaption_attachment_58723" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286514_3d95ca3de7_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58723 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286514_3d95ca3de7_k-607x420.jpg" width="607" height="420" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro&#8221;, opina Carrero</p></div>
<p style="text-align: left;">Em <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/fundarpe/artigo-de-raimundo-carrero-a-fragmentacao-do-humano-com-estudantes-de-salgueiro/" target="_blank"><strong>artigo publicado nesta segunda-feira (19) inicialmente no Diario de Pernambuco, e na íntegra no Cultura.PE</strong></a>, Raimundo Carrero contou como foi sua experiência de levar a literatura como um exercício saudável e prazeroso aos jovens que ali estavam na sua frente.<em> “Os estudantes demonstraram muito entusiasmo sob orientação das professoras e me provocaram o tempo todo com perguntas e afirmações que tornaram o debate ainda mais quente. Momento profundamente estimulante se realizou quando fui questionada por duas jovens estudantes mudas, perfeitamente integradas à escola e à sociedade, com dedicação especial das professoras sob a orientação de Antenor, o gestor da escola”.</em></p>
<div id="attachment_58726" aria-labelledby="figcaption_attachment_58726" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286794_337505478b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58726 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/40125286794_337505478b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Momento profundamente estimulante se realizou quando fui questionada por duas jovens estudantes mudas, perfeitamente integradas à escola e à sociedade, com dedicação especial das professoras sob a orientação de Antenor, o gestor da escola&#8221;, refletiu o autor em seu artigo</p></div>
<p style="text-align: left;">Uma das alunas citadas por Raimundo, chamada Lucineide, disse que era um prazer recebe-lo na escola e perguntou como ele fazia, quando criança e naquela época, para escrever. “<em>As coisas naquele tempo eram diferentes e mais complicadas. Como você conseguiu produzir tanta coisa daquele jeito?”,</em> quis saber a estudante. <em>“Primeiro fico muito envaidecido diante da sua pergunta. A gente nunca deve esperar a oportunidade. A gente deve fazer a oportunidade, construindo, elaborando. Hoje, não se conformem em terminar apenas a escola. Tentem de tudo, até o doutorado se for possível”,</em> respondeu o autor.</p>
<div id="attachment_58707" aria-labelledby="figcaption_attachment_58707" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962602897_85dff9e24e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58707 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962602897_85dff9e24e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os estudantes buscaram saber de Raimundo Carrero quais eram suas inspirações e os próximos projetos em que está envolvido, entre outras questões</p></div>
<p style="text-align: left;">No seu artigo, publicado nesta segunda-feira (19), ele opina com empolgação. <em>“Pareceu-me um educandário-modelo, a partir do Governo estadual, com orientação do governador Paulo Câmara e dos secretários de Educação e de Cultura”. E mais tarde complementa. “O projeto Outras Palavras, por exemplo, aprofunda o ele entre a educação e a cultura (&#8230;). A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro&#8221;<br />
</em></p>
<p style="text-align: left;">E prosseguiu. &#8220;<em>Se não bastasse, a revelação da banda As Severinas justifica o movimento cultural criado pelo Estado para enriquecimento das nossas raízes. É revolucionária a presença desta banda em sala de aula”.</em></p>
<div id="attachment_58710" aria-labelledby="figcaption_attachment_58710" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962614547_8311a8861c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58710 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962614547_8311a8861c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Se não bastasse, a revelação da banda As Severinas justifica o movimento cultural criado pelo Estado para enriquecimento das nossas raízes. É revolucionária a presença desta banda em sala de aula”, escreveu Carrero</p></div>
<p style="text-align: left;">Durante a apresentação do grupo, e poetiza e cantora Belinha aproveitou para falar de um assunto muito pertinente naquele dia. “<em>Quero tocar num assunto que o Brasil inteiro está falando na data de hoje e pedir um minuto de silêncio em nome da ativista política e vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco. Mais uma mulher, negra, assassinada por Deus sabe quem, e isso reflete a opressão que nós mulheres sofremos na sociedade. Neste momento, levamos todas juntas aqueles tiros, e devemos estar atentas e fortes pois a democracia vive um período muito frágil”,</em> disse ela.</p>
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		<title>Artigo de Raimundo Carrero: A fragmentação do humano com estudantes de Salgueiro</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 15:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962605787_b9b5863110_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-58708 aligncenter" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/25962605787_b9b5863110_k-607x477.jpg" width="607" height="477" /></a></p>
<p>A “Fragmentação do Humano” é o título de um livro escrito pelo jornalista Marcelo Pereira, com programação gráfica e diagramação de Gisele Abad, produção de Andrea Mota, sobre a minha obra literária, com fotos de Roberta Guimarães. Este livro foi distribuído com os estudantes da Escola de Referência Urbano Gomes de Sá, quarta-feira passada, durante debate que deu continuidade às comemorações dos meus 70 anos, em Salgueiro, cidade onde nasci, vivi a infância e a adolescência. Aprendi música, e onde conclui os meus primeiros estudos no Colégio Estadual, hoje Colégio Carlos Pena Filho.</p>
<p>Foi um debate estimulante e belo, promovido pela Fundarpe, sob a orientação da presidente Márcia Souto,  coordenação de Marcia Branco e equipe, com a participação da banda As Severinas, grupo dedicado ao forró de pé de serra, liderado por Isabella de São José do Belmonte, uma jovem professora com entusiasmo inegável pela literatura, pela música e pela juventude, a quem dedica sua melhor formação.</p>
<p>Os estudantes demonstraram muito entusiasmo sob orientação das professoras e me provocaram o tempo todo com perguntas e afirmações que tornaram o debate ainda mais quente. Momento profundamente estimulante se realizou quando fui questionada por duas jovens estudantes mudas, perfeitamente integradas à escola e à sociedade, com dedicação especial das professoras sob a orientação de Antenor, o gestor da escola. Pareceu-me um educandário-modelo, a partir do Governo estadual, com orientação do governador Paulo Câmara e dos secretários de Educação e de Cultura.</p>
<p>Os estudantes demonstraram, inclusive, preocupação com os destinos da literatura brasileira, perguntando sobre vários autores e seus livros. A questão agora é fazer com os livros cheguem com mais frequência às mãos desses e dessas jovens entusiasmadas, com maior intercâmbio entre outras artes, entre elas a música e o teatro. Vi, colado à parede, um cartaz, em que se anunciava a realização, para breve, de uma oficina de teatro com estímulo a atores e atrizes. E, naturalmente, para futuros dramaturgos, lembrando que a primeira coisa séria que escrevi foi uma peça de teatro sobre a história de Salgueiro, com a orientação da então professora Creuza Pereira, hoje deputada federal.</p>
<p>Sempre que vou a Salgueiro, independente de homenagens, fico entusiasmado, sobretudo na área educacional, onde percebo, com grande ênfase, a participação do Governo de Pernambuco, na gestão de Paulo Câmara. O projeto Outras Palavras, por exemplo, aprofunda o elo entre a educação e a cultura.</p>
<p>Se não bastasse, a revelação da banda As Severinas justifica o movimento cultural criado pelo Estado para enriquecimento das nossas raízes. É revolucionária a presença desta banda em sala de aula.</p>
<p><em>*Raimundo Carrero é escritor e jornalista, e participou na última quinta-feira (15) de uma edição do Outras Palavras na sua cidade natal</em></p>
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		<title>Pernambuco organiza programa de homenagens a Raimundo Carrero</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 19:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[70 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Raimundo Carrero]]></category>

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		<description><![CDATA[A trajetória luminosa de Raimundo Carrero será celebrada com homenagens, relançamento de obras, registro audiovisual e outras ações comemorativas que integram o Programa Carrero 70 anos, uma realização do Governo de Pernambuco (Secult e Fundarpe), Cepe Editora e Prefeitura do Recife. A programação teve início nesta quarta-feira (20), no Palácio do Campo das Princesas, com o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_56465" aria-labelledby="figcaption_attachment_56465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/homenagem-raimundo-carrero-palacio-das-princesas-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-4.jpg"><img class="size-medium wp-image-56465" alt="Rodrigo Ramos/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/homenagem-raimundo-carrero-palacio-das-princesas-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Autor foi homenageado com a entrega da Medalha da Ordem do Mérito Guararapes</p></div>
<p>A trajetória luminosa de Raimundo Carrero será celebrada com homenagens, relançamento de obras, registro audiovisual e outras ações comemorativas que integram o <b>Programa Carrero 70 anos</b>, uma realização do Governo de Pernambuco (Secult e Fundarpe), Cepe Editora e Prefeitura do Recife.</p>
<p>A programação teve início nesta quarta-feira (20), no Palácio do Campo das Princesas, com o recebimento da Medalha da Ordem do Mérito Guararapes, a mais alta comanda concedida pelo Governador de Pernambuco Paulo Câmara. Na ocasião, as atrizes Ana Nogueira, Fabiana Pirro e Sílvia Góes fizeram leitura dramatizada de trecho da obra <i>A história de Bernarda Soledade: a tigre do Sertão</i>. O livro, de forte inspiração armorial, foi o primeiro publicado pelo escritor, em 1975.</p>
<div id="attachment_56466" aria-labelledby="figcaption_attachment_56466" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/homenagem-raimundo-carrero-palacio-das-princesas-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-56466" alt="Rodrigo Ramos/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/homenagem-raimundo-carrero-palacio-das-princesas-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-2-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a><p class="wp-caption-text">As atrizes Ana Nogueira, Fabiana Pirro e Sílvia Góes fizeram leitura dramatizada de trecho da obra A história de Bernarda Soledade: a tigre do Sertão</p></div>
<p>Carrero descobriu a literatura passeando por obras de escritores como Graciliano Ramos, José Lins do Rêgo e Shakespeare que pertenciam a seu irmão mais velho e que ficavam guardadas embaixo dos balcões da loja de roupas e chapéus de seu pai. Os primeiros escritos surgiram ali mesmo, nos papeis da loja.</p>
<p><em>&#8220;É claro que esse é um momento extremamente significativo, porque é o reconhecimento de uma luta de uma literatura que desenvolvo há 40 anos. As pessoas acham que são 40 anos, eu acho que são 70 comigo, porque foi assim comigo: quando eu nasci, pedi leite, me deram livro. Eu sou filho de uma família que lê muito, eu devo muito a minha família, tudo lá em casa era livro. Tinha livro no banheiro, na cozinha, no corredor, de modo que eu tinha que ser escritor. E eu tenho procurado ser um bom escritor. Não estou dizendo que sou um bom escritor, mas tenho trabalhado honestamente&#8221;</em>, disse Carrero emocionado na cerimônia do Palácio do Campo das Princesas.</p>
<div id="attachment_56468" aria-labelledby="figcaption_attachment_56468" class="wp-caption img-width-563 alignnone" style="width: 563px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Cultura.PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/homenagem-raimundo-carrero-palacio-das-princesas-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-56468" alt="Rodrigo Ramos/Cultura.PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/12/homenagem-raimundo-carrero-palacio-das-princesas-foto-rodrigo-ramos-secult-pe-fundarpe-1-563x486.jpg" width="563" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O governador Paulo Câmara e o escritor Raimundo Carrero</p></div>
<p>Aclamado hoje como um dos maiores escritores de Pernambuco, com reconhecimento nacional e internacional, Raimundo Carrero acumula prêmios como o de Melhor Romancista do Ano, da Associação Paulista de Críticos de Arte e Prêmio Machado de Assis (melhor romance), da Biblioteca Nacional, ambos pelo livro <i>Somos pedras que se consomem</i> (1995); e o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, com <i>As sombrias ruínas da alma</i> (2000). Desde 2005, Carrero ocupa a cadeira nº 3 da Academia Pernambucana de Letras, instituição que também vai integrar à programação especial.</p>
<p><em>&#8220;Reverenciar Carrero pela passagem de seus 70 anos é um reconhecimento de todos os pernambucanos à inestimável contribuição que o escritor tem prestado à cultura brasileira. É também uma oportunidade de apresentá-lo às novas gerações, para que sua obra siga viva, envolvendo jovens leitores e motivando outros talentos do Estado&#8221;</em>, comenta Marcelino Granja, Secretário Estadual de Cultura.</p>
<p>Neste sentido, uma das homenagens confirmadas é o polo literário do Festival de Inverno de Garanhuns 2018, que trará o nome de &#8220;Praça da Palavra Raimundo Carrero&#8221;, além de debates sobre sua obra e momentos de conversa com o escritor. Uma edição especial do &#8220;Suplemento Pernambuco&#8221;, da Cepe Editora, também será lançado durante o FIG.</p>
<p><b>CARRERO NAS ESCOLAS &#8211; </b>A obra de Carrero vai chegar ao cotidiano escolar. Por meio do projeto Outras Palavras, realizado pela Secult-PE e Fundarpe, livros do escritor serão doados para as bibliotecas de centros educacionais do estado, promovendo debates sobre sua produção literária.</p>
<p>A Presidente da Fundarpe, Márcia Souto, adianta uma das ações especiais já confirmadas:<em> &#8220;No próximo mês de março, a obra do escritor será trabalhada na Escola Estadual Professor Urbano Gomes de Sá, em Salgueiro, terra natal de Carrero. Será a primeira de uma série de visitas que o escritor fará às escolas do estado, estimulando o interesse na literatura entre estudantes e professores, e apontando para a permanência do lugar de destaque que seus livros ocupam na formação cultural dos pernambucanos&#8221;</em>.<b> </b></p>
<p align="center"><b>PROGRAMA CARRERO 70 ANOS</b><br />
<i>Circuito de homenagens ao escritor Raimundo Carrero</i><b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">DEZEMBRO DE 2017</span></b></p>
<p><b>Medalha da Ordem do Mérito Guararapes</b>  -  Concedida em 20 de Dezembro, no Palácio do Campo das Princesas, pelo Governador Paulo Câmara.</p>
<p><b>Leitura Dramatizada</b> de “A história de Bernarda Soledade: a tigre do Sertão”, com as atrizes Ana Nogueira, Fabiana Pirro e Sílvia Góes.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">MARÇO DE 2018</span></b></p>
<p><b>Outras Palavras</b> <b>em Salgueiro</b></p>
<p>Escola Estadual Professor Urbano Gomes de Sá, em Salgueiro, recebe visita e bate-papo com escritor.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">ABRIL DE 2018</span></b></p>
<p><b>Pasárgada.doc</b></p>
<p>Gravação de episódio especial Carrero 70 anos para a segunda temporada da websérie pasárgada.doc, produzida pela Coordenadoria de Literatura da Secult-PE e portal Cultura.PE</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">MAIO DE 2018</span></b></p>
<p>Participação de Carrero no <b>Congresso Internacional do Livro, Leitura, Literatura no Sertão – Clisertão, em Petrolina</b>. Mesa: &#8220;Desvendando Carrero&#8221; &#8211; o escritor conversa com jovens do Colégio de Aplicação da UPE, que trabalharão sua obra em sala de aula durante o primeiro trimestre do ano letivo.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">JULHO DE 2018</span></b></p>
<p><b>FIG 2018</b><br />
Polo de literatura do Festival de Inverno de Garanhuns se chamará “Praça da Palavra Raimundo Carrero” e terá programação alusiva à obra do escritor. Edição especial do <i>Suplemento Pernambuco</i> será lançada na ocasião</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">AGOSTO E SETEMBRO DE 2018</span></b></p>
<p>A Cepe Editora vai <b>relançar obras de Carrero</b>, sob o título “Ritos de Sangue”</p>
<p>Abertura da <b>Exposição “Carrero 70 anos”</b>, no Museu do Estado, reunindo originais, fotografias, matérias e exibição de curtas sobre a obra de Carrero.</p>
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