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	<title>Portal Cultura PE &#187; Açúcar: Um Doce Meio Amargo</title>
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		<title>Equipamentos culturais contam com programação intensa no final de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Dec 2014 18:03:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[16º FestCine]]></category>
		<category><![CDATA[Açúcar: Um Doce Meio Amargo]]></category>
		<category><![CDATA[Casa da Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Museu do Estado de Pernambuco]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma boa pedida de lazer para quem quer fazer algo neste final de semana, de sexta (5) a domingo (7), é dar um passeio pelos equipamentos culturais do Estado de Pernambuco. No Museu do Estado, por exemplo, a exposição Açúcar: Um Doce Meio Amargo, diante do sucesso de visitação, foi prorrogada até o dia 28 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Museu-do-Estado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-14912" alt="Manuela Galindo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Museu-do-Estado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Uma boa pedida de lazer para quem quer fazer algo neste final de semana, de sexta (5) a domingo (7), é dar um passeio pelos equipamentos culturais do Estado de Pernambuco. No Museu do Estado, por exemplo, a exposição Açúcar: Um Doce Meio Amargo, diante do sucesso de visitação, foi prorrogada até o dia 28 de dezembro deste ano. Além disso, os Museus Regional de Olinda (MUREO), de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE), de Arte Contemporânea (MAC) e do Barro (MUBAC) seguem com suas exposições com acervos próprios. Tem também exposições na Torre Malakoff, atividades de cultura popular na Casa da Cultura, e o encerramento da 16ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine), no São Luis. Confira a programação:</p>
<p><strong>Exposições e música ao vivo no Museu do Estado</strong></p>
<p>Diante do sucesso de visitação, a mostra Açúcar: Um Doce Meio Amargo, desenvolvida pela fundação holandesa Noorderlicht e que retrata a produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/exposicao-acucar-um-doce-meio-amargo-fica-no-mepe-ate-o-proximo-domingo-7/">ficará em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) até o dia 28 de dezembro deste ano</a>. A exposição envolve o trabalho de seis renomados fotógrafos de vários países, sendo eles: Alejandro Chaskielberg, James Whitlow Delano, Ed Kashi, Carl de Keyzer, Tomasz Tomaszewski e Francesco Zizola.</p>
<div id="attachment_17878" aria-labelledby="figcaption_attachment_17878" class="wp-caption img-width-450 alignnone" style="width: 450px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/MDM-Duo-foto-divulgação.jpg"><img class="size-full wp-image-17878" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/MDM-Duo-foto-divulgação.jpg" width="450" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">MDM Duo é formada pelos irmãos Mario e Fernando Cappi</p></div>
<p>Além disso, neste próximo sábado (6), às 17h, o MEPE promove mais uma edição do projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/guitarras-eletricas-do-mdm-duo-afinam-o-tom-no-museu-do-estado/">desta vez com a participação do projeto MDM Duo</a>, formado pelos irmãos Mario e Fernando Cappim, do grupo paulistano Hurtmold e também da banda de apoio do músico carioca Marcelo Camelo (Los Hermanos).</p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
* Ouvindo e Fazendo Música no MEPE<br />
Sábado (6) | 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
(81) 3184 3170</p>
<p><strong>Arte Contemporânea em evidência</strong></p>
<p>Quem for ao Sítio Histórico de Olinda neste final de semana pode aproveitar e ir conhecer o Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco (MAC-PE), inaugurado no dia 23 de dezembro de 1966, com a doação de parte da Coleção do Embaixador Assis Chateaubriand ao Estado.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/4767509943_1ba1967d44_b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15797" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/4767509943_1ba1967d44_b-607x400.jpg" width="607" height="400" /></a></p>
<p>Hoje o museu conta com um acervo de mais de quatro mil obras das mais variadas técnicas, épocas e estilos, indo desde o academicismo francês até a contemporaneidade, e reúne peças de grandes nomes como Portinari, Cícero Dias, Eliseu Visconti, Djanira, Telles Junior, Wellington Virgolino, Di Cavalcanti, João Câmara, Guinard, Adolph Gottielib, Burle Max e Francisco Brennand, entre outros.</p>
<p>Museu de Arte Contemporânea (MAC)<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3153</p>
<p><strong>Exposições sobre a arte sacra de Pernambuco</strong></p>
<p>O acervo fixo do Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE), que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Em sua fachada, é possível ver o antigo brasão episcopal e uma placa da Unesco, de 14 de dezembro de 1982, que declara Olinda Monumento Cultural da Humanidade.</p>
<div id="attachment_14181" aria-labelledby="figcaption_attachment_14181" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Maspe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-14181" alt="Maspe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Maspe-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">MASPE</p></div>
<p>Museu de Arte Sacra (MASPE)<br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Exposição de longa duração sobre arte sacra e popular<br />
Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3184 3154</p>
<p><strong>História do Estado no MUREO</strong></p>
<div id="attachment_13993" aria-labelledby="figcaption_attachment_13993" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252785389_6131cda91a_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13993" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252785389_6131cda91a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">MUREO</p></div>
<p>O prédio do Museu Regional de Olinda abriga uma casa museu, um solar em estilo colonial construído entre 1745 e 1749. Originalmente abrigou a residência episcopal. Foi criado em virtude da comemoração do 4° centenário da chegada de Duarte Coelho à Capitania de Pernambuco, sendo inaugurado em 1935. O MUREO propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado. Seu acervo é composto por mobiliários, pinturas, louças, pratarias e peças de grande valor histórico para a vida social, religiosa e política da cidade. Ainda, possui um conjunto raro de peças de arte sacra do século XVII e XVIII em terra-cota e madeira.</p>
<p>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Exposição de longa duração com objetos e mobílias do século passado<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3159</p>
<p><strong>Cerâmica popular de Pernambuco à mostra no MUBAC</strong></p>
<div id="attachment_13994" aria-labelledby="figcaption_attachment_13994" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13994" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8745816969_7bfa71acf9_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">MUBAC</p></div>
<p>Um dos museus mais visitados de Pernambuco, o Museu do Barro de Caruaru está instalado num prédio moderno, localizado ao lado do Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, onde todos os anos concentram-se as comemorações do São João do município.</p>
<p>O Museu do Barro destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. Além disso, o MUBAC destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos.</p>
<p>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)<br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3701 1533</p>
<p><strong>Cultura popular no Bairro de São José</strong></p>
<div id="attachment_13992" aria-labelledby="figcaption_attachment_13992" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8969227323_593f54615c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-13992" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/8969227323_593f54615c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cultura Popular terá programação especial na Casa da Cultura</p></div>
<p>Como de costume, a Casa da Cultura, no centro do Recife, recebe neste sábado (6) um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco. Além disso, nesta sexta-feira (5), às 18h, tem roda de capoeira com o Mestre do Vale, assim como em todas as terças, quintas e sextas-feiras. As duas atividades são abertas ao público.</p>
<p>Casa da Cultura<br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Roda de capoeira com Mestre do Vale<br />
Terças, quintas e sextas-feiras | 18h<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe<br />
Sábado (6) | 15h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3151</p>
<p><strong>Artes visuais dominam a Torre Malakoff</strong></p>
<div id="attachment_3931" aria-labelledby="figcaption_attachment_3931" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Priscilla Buhr</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/4768582058_51871bdaef_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-3931" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/4768582058_51871bdaef_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Torre Malakoff</p></div>
<p>Pra quem gosta de artes visuais, como exposições, vale a pena fazer uma visita ao equipamento cultural no Bairro do Recife, que segue com três mostras gratuitas em cartaz: Barco de Fogo, Gráfica Lenta e Sobre Papel.</p>
<p>A primeira é do fotógrafo sergipano Márcio Garcez, que registrou durante três anos os processos de feitura e apresentação do Barco de Fogo, brincadeira popular sergipana que mistura fogos de artifício e artesanato. Já a mostra Gráfica Lenta, um trabalho do artista Maurício Castro, preza por uma criação sem tanta pressa e que tem o lema ‘A prensa é inimiga da perfeição’. A exposição foi feita com gravuras em linóleo de forma independente, é fruto de uma produção na galeria Maumau, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Por fim, Sobre Papel é um trabalho montado com um acervo doado pelo Banco Itaú à Secretaria de Cultura do Estado. A coletânea pretende levar ao público algumas técnicas de impressão em papel que estão sendo deixadas de lado no mundo contemporâneo.</p>
<p>Torre Malakoff<br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife – PE<br />
Exposições Barco de Fogo e Gráfica Lenta<br />
Terça a sexta | 10h às 18h; Sábados e domingos | 15h às 18h;<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3185</p>
<p><strong>Encerramento do FestCine no São Luiz</strong></p>
<div id="attachment_15542" aria-labelledby="figcaption_attachment_15542" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/5437115862_c8b92ee8c7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-15542" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/5437115862_c8b92ee8c7_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">São Luiz</p></div>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/ultima-noite-do-festcine-vai-homenagear-pioneiros-do-cinema-pernambucano/">O 16º Festival de Curtas de Pernambuco, que desde o dia 1º tem ocupado o Cinema São Luiz, termina nesta sexta-feira, 5 de dezembro</a>. Além da premiação aos vencedores das categorias Mostra Competitiva Geral (animação, documentário, experimental, ficção e videoclipe) e Mostra Competitiva de Formação (documentário e ficção), a noite também será marcada por homenagens a dois pioneiros do cinema pernambucano: Lula Gonzaga e Adriana Falangola.</p>
<p>Cinema São Luiz<br />
Encerramento do 16º FestCine<br />
Rua da Aurora, 175, Boa Vista<br />
Sexta (5) | 20h<br />
Gratuito</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição Açúcar: Um Doce Meio Amargo prorrogada até 28 de dezembro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-acucar-um-doce-meio-amargo-fica-no-mepe-ate-o-proximo-domingo-7/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 14:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[secretaria de cultura de pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Tomasz Tomaszewski]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante do sucesso de visitação, a mostra Açúcar: Um Doce Meio Amargo, desenvolvida pela fundação holandesa Noorderlicht e que retrata a produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname, ficará em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) até o dia 28 de dezembro deste ano. A exposição envolve o trabalho de seis [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Francesco-Zizola-Brazi.jpg"><img alt="Franceso Zizola" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Francesco-Zizola-Brazi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Diante do sucesso de visitação, a mostra <em>Açúcar: Um Doce Meio Amargo</em>, desenvolvida pela fundação holandesa Noorderlicht e que retrata a produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname, ficará em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) até o dia 28 de dezembro deste ano. A exposição envolve o trabalho de seis renomados fotógrafos de vários países, sendo eles: Alejandro Chaskielberg, James Whitlow Delano, Ed Kashi, Carl de Keyzer, Tomasz Tomaszewski e Francesco Zizola.</p>
<p><em>Açúcar: Um Doce Meio Amargo</em> já passou pelos outros três países já citados, colonizador e colônias, ligados pela produção do açúcar. A primeira edição brasileira da mostra aconteceu entre outubro e novembro de 2013, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) e foi um dos destaques do Festival de Fotografia de Campinas Hercule Florence. Em cada lugar por onde passou, a mostra incorporou aspectos regionais. Não será diferente em Pernambuco, onde teremos outras imagens relativas ao tema central da exposição, que estarão impressas em sacas de açúcar, compondo o cenário da mostra.</p>
<p>Estas fotografias são fruto de um workshop que foi ministrado pelo fotógrafo e artista multimídia Iezo Kaeru. A oficina fotográfica envolveu seis jovens fotógrafos e fotógrafas do projeto Oi Kabum! Escola de Arte de Tecnologia do Recife. Eles realizaram diversas saídas, com visitas aos engenhos Monjope (Igarassu), Engenho Moreno, Engenho Una e Usina Auxiliadora (todos em Moreno), além dos centros das cidades de Goiana e Recife. Os alunos registraram em torno de 3 mil fotografias, das quais 44 foram selecionadas para serem impressas nas sacas de açúcar.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Ed-Kashi-Brazil-06x-Cópia-2.jpg"><img alt="Ed Kashi/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Ed-Kashi-Brazil-06x-Cópia-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A exposição <em>Açúcar: Um Doce Meio Amargo</em> propõe uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro deste produto tão importante na história da humanidade e seu papel na globalização do mundo de hoje. A edição pernambucana da mostra está sendo realizada graças a uma parceria do Governo de Pernambuco, através da Secult e Fundarpe, com a Embaixada do Reino dos Países Baixos, cuja sede fica em Brasília, e Instituto Plataforma Brasil (IPB). O projeto recebe ainda co-patrocínio da Empetur e apoio da Akzo Nobel.</p>
<p>A vinda da mostra para Pernambuco é resultado do reconhecimento do Governo sobre a importância da economia da cana-de-açúcar para o estado. “Além da relevância estética, considerando a excelente produção fotográfica que reuniu trabalhos de fotógrafos de vários países, existe a necessidade de contribuir com o aspecto itinerante da exposição, que passou pelos territórios onde o cultivo desta matéria-prima foi decisivo para sua economia e cultura. Pernambuco não poderia deixar de apoiar esta iniciativa e agora esperamos que possa ser bastante visitada, por toda população do estado”, avalia o secretário de Cultura Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>HISTÓRIA -</strong> O cultivo do açúcar está nas raízes do Brasil, trazido pelos colonizadores no século 16. História bem definida pelo historiador Evaldo Cabral de Mello, no livro Um imenso Portugal (2002): “O açúcar inventou uma paisagem originalíssima, marcada pelos canaviais e pelo decantado ‘triângulo rural’, a casa-grande e a senzala, a capela e a fábrica, mas também depredou o meio físico, empobreceu o solo, poluiu as águas dos rios e devastou a Mata Atlântica. Ele desenvolveu um estilo de vida que marcou a existência de todas as camadas da população que integrou, reservando, contudo, seus privilégios a uns poucos”.</p>
<div id="attachment_17839" aria-labelledby="figcaption_attachment_17839" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Alejandro Chaskielberg</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Alejandro-Chaskielberg-Surinam-08e-Cópia-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-17839" alt="Alejandro Chaskielberg" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Alejandro-Chaskielberg-Surinam-08e-Cópia-2-607x486.jpg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Usina abandonada em Suriname</p></div>
<p>O doce calórico ajudou as sociedades urbanas europeias a crescerem a um nível nunca visto antes das conquistas das colônias nos trópicos, terra fértil para a produção da cana-de-açúcar, que tornou-se o produto mais valioso comercializado mundialmente. Assim, Holanda, Brasil, Suriname e Indonésia são países historicamente interligados peloaçúcar. A Holanda, depois de ser expulsa do Brasil em 1654 pelos portugueses, passou a cultivar a cana no Suriname e na Indonésia. Finalmente, o país passou a produzir seu próprio açúcar a partir da beterraba, cultivada em suas terras argilosas.</p>
<p>O açúcar da beterraba cresceu fortemente no século 20, mas declinou com a diminuição dos subsídios agrícolas na União Europeia. Muitos agricultores pararam de produzir e as fábricas fecharam. No Suriname, restaram somente as sombras da produção, feita pelas mãos de escravos e imigrantes que depois chegaram. Na Indonésia &#8211; atualmente o segundo maior importador de açúcar &#8211; as fábricas do século 19 milagrosamente ainda estão em atividade. No Brasil, ao contrário, o açúcar e seus deriva¬dos como o etanol, estão em pleno desenvolvimento. O país tornou-se o maior exportador do mundo. Portanto, deve encontrar um caminho sustentável para este doce meio amargo.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição Açúcar – Um doce meio amargo</em><br />
Encerramento: Domingo (7)<br />
Museu do Estado de Pernambuco (Av. Rui Barbosa, 960, Graças)<br />
Visitação: De 11 de dezembro a 10 de janeiro de 2015<br />
Terça a sexta, das 9h às 17h | Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
Mais informações: (81) 3184 3170</p>
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		<title>Final de semana repleto de opções nos equipamentos culturais</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/final-de-semana-repleto-de-opcoes-nos-equipamentos-culturais/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2014 16:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Além da programação contínua durante os dias úteis, neste final de semana, de sexta (7) a domingo (9), os equipamentos culturais da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oferecem uma programação cultural e de lazer cheia de opções. Do Museu do Barro de Caruaru [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/8746940238_3b823650fe_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16577" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/8746940238_3b823650fe_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Além da programação contínua durante os dias úteis, neste final de semana, de sexta (7) a domingo (9), os equipamentos culturais da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) oferecem uma programação cultural e de lazer cheia de opções.</p>
<p>Do Museu do Barro de Caruaru (MUBAC), no Agreste do Estado, à Torre Malakoff, no Bairro do Recife, o público poderá aproveitar uma série de atividades, boa parte delas gratuitas ou com entradas a preço popular, que seguem a política cultural da valorização da cultura pernambucana. Destaques, por exemplo, para a Semana da Consciência Negra no MUBAC, para as exposições e ações nos museus do Estado e na Torre Malakoff, além de filmes e peças no Cinema São Luiz e Teatro Arraial. Confira:</p>
<p><strong>MUBAC participa do Mês da Consciência Negra</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/mubac-com-programacao-especial-durante-mes-da-consciencia-negra/">O Museu do Barro de Caruaru vai participar  da III Semana da Consciência Negra</a>, com destaque para a exposição <em>Ágadá</em>, na qual será representado um terreiro de candomblé com materiais e objetos doados por terreiros de Caruaru. Na língua dos povos Iorubas, Ágadá significa ‘barracão’, onde normalmente se armam os terreiros. A mostra será inaugurada neste sábado (8), às 19h, com a presença de vários pais e mães de santo, e ficará aberta ao público até o dia 23 de novembro. A iniciativa é fruto de uma parceria com a Secretaria da Mulher e dos Direitos Humanos de Caruaru.</p>
<p>Além disso, o MUBAC destaca em suas coleções os principais polos de cerâmica popular da região, enfatizando sua preservação e promoção. O acervo do museu é composto por cerca de 2.300 peças, entre cerâmica utilitária, decorativa, figurativa e ex-votos.</p>
<p>Museu do Barro de Caruaru (MUBAC)<br />
Praça Cel. José de Vasconcelos, 100, Centro – Caruaru – PE<br />
Terça a sábado | 8h às 17h; Domingo | 9h às 13h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3701 1533</p>
<p><strong>Malakoff com várias opções de lazer</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/4768582058_51871bdaef_z1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-6128" alt="Priscilla Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/4768582058_51871bdaef_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/design-e-arte-sustentavel-tem-encontro-marcado-na-torre-malakoff/">Neste próximo final de semana, a Torre Malakoff vai receber duas atividades culturais</a>. No sábado (8), das 9h às 18h, o equipamento recebe o projeto <em>R Recife 2014</em>, cuja proposta é reunir os estudantes de design de toda a região Norte Nordeste para discutir e praticar o design nas diversas formas. Já no domingo (9), às 15h, a Torre sediará a oficina<em> Trajetável &#8211; trajetória sustentável</em>, do artista plástico André Soares Monteiro, com a perspectiva de trabalhar a sensibilização da população quanto à necessidade da preservação do meio ambiente através da arte.</p>
<p>Além disso, o equipamento cultural segue com duas exposições gratuitas: <em>Barco de Fogo</em> e <em>Gráfica Lenta</em>. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/barco-de-fogo-estreia-na-torre-malakoff/">A primeira é do fotógrafo sergipano Márcio Garcez</a>, que registrou durante três anos os processos de feitura e apresentação do Barco de Fogo, brincadeira popular sergipana que mistura fogos de artifício e artesanato. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/exposicao-montada-em-grafica-lenta-chega-na-torre-malakoff/">Já a mostra <em>Gráfica Lenta</em>, um trabalho do artista Maurício Castro</a>, preza por uma criação sem tanta pressa e que tem o lema ‘A prensa é inimiga da perfeição’. A exposição foi feita com gravuras em linóleo de forma independente, é fruto de uma produção na galeria Maumau, Zona Norte do Recife.</p>
<p>Torre Malakoff<br />
Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife – PE<br />
Terça a sexta | 10h às 18h; Sábados e domingos | 15h às 18h;<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3185</p>
<p><strong>História do açúcar e música no MEPE</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Francesco-Zizola-Brazi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16006" alt="Franceso Zizola" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Francesco-Zizola-Brazi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname está retratada<a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artesvisuais/museu-do-estado-mepe-recebe-a-exposicao-acucar-um-doce-meio-amargo/"> na exposição<em> Açúcar: Um Doce Meio Amargo</em></a>, desenvolvida pela fundação holandesa Noorderlicht e em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), de 29 de outubro até 07 de dezembro. A mostra envolve o trabalho de seis renomados fotógrafos de vários países, sendo eles: Alejandro Chaskielberg, James Whitlow Delano, Ed Kashi, Carl de Keyzer, Tomasz Tomaszewski e Francesco Zizola.</p>
<p>Além disso, neste próximo sábado (8), às 17h, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), na Zona Norte do Recife, promove mais uma edição do projeto <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/musica/projeto-musical-do-museu-do-estado-recebe-choro-brasileiro/">Ouvindo e Fazendo Música no MEPE</a>, desta vez com a participação da iniciativa Oficina Choro e Samba do Santander Cultural.</p>
<p>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)<br />
Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
* Ouvindo e Fazendo Música no MEPE<br />
Sábado (8) | 17h<br />
R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)<br />
(81) 3184 3170</p>
<p><strong>Arte Contemporânea em evidência</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/elisa-tudo.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16578" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/elisa-tudo-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a></p>
<p>Na Cidade Alta de Olinda, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/espacosculturais/linhas-e-bordados-tecem-exposicao-no-mac/">o Museu de Arte Contemporânea sedia a exposição <em>Janelas Contemporânea</em></a>. A mostra, desenvolvida ao longo de quatro anos de pesquisa por parte de Elisa, é formada por tecidos e linhas usadas para realizar releituras de famosas obras, tais como as pinturas O Beijo, de Gustav Klimt, Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, e Abaporu, de Tarsila do Amaral. A abertura está marcada para as 19h, e contará com a presença do Maestro Israel França, que irá executar música ao vivo inspirada na obra de Elisa. A entrada é gratuita.</p>
<p>Museu de Arte Contemporânea (MAC)<br />
Exposição ficará no MAC até o dia 23 de novembro<br />
Rua 13 de maio, 149, Varadouro – Olinda – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábado e domingo | 14h às 17h<br />
<em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">Gratuito<br />
</em></em></em></em></em><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel"><em id="__mceDel">(81) 3184 3153</em></em></em></em></em></em></em></p>
<p><strong>Programação no São Luiz</strong></p>
<div id="attachment_16258" aria-labelledby="figcaption_attachment_16258" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Victor Jucá</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/sao-luiz.jpg"><img class="size-medium wp-image-16258" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/sao-luiz-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ingressos para o São Luiz custam R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia)</p></div>
<p>Após quase duas semanas voltado exclusivamente para o Janela Internacional de Cinema do Recife, que encerrou no domingo (2) passado com recorde de público, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/audiovisual/cinema-sao-luiz-retoma-programacao-propria-de-filmes/">o Cinema São Luiz, na Rua da Aurora, volta a oferecer a partir desta quinta-feira (6) uma programação composta por quatro obras</a>, entre longas estrangeiros e nacionais. As sessões se repetem durante todos os dias até a próxima quarta-feira (12).</p>
<p>Cinema São Luiz<br />
Rua da Aurora, 175, Boa Vista – Recife – PE<br />
<em>LunchBox</em><br />
Quinta (6) a domingo (9); 15h30 | Terça (11) e quarta-feira (12); às 15h<br />
<em>O Que Os Homens Falam</em><br />
Quinta (6) a domingo (9); 17h30 | Terça (11) e quarta-feira (12); às 17h<br />
<em>Antes do Inverno</em><br />
Quinta (6) a domingo (9); 19h30<br />
<em>Tatuagem</em><br />
Sábado (8); 19h30<br />
R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia)<br />
(81) 3184 3157</p>
<p><strong>Teatro para crianças no Arraial</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/14829100323_ab5137e796_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16579" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/14829100323_ab5137e796_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Na Rua da Aurora, o Teatro Arraial recebe no domingo (9), às 16h, sessão da peça infantil <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/artescenicas/ilusionismo-e-magica-entram-em-cena-no-teatro-arraial/"><em>Haru – A Primavera do Aprendiz</em>, com produção de Christianne Galdino e direção de Marcondes Lima</a>. O espetáculo faz parte da seleção da Convocatória de Ocupação de Pautas do Teatro Arraial 2014.2, promovida pela Coordenadoria de Artes Cênicas da Secretaria de Cultura de Pernambuco. O objetivo é abrir espaço para a produção independente e estimular a formação de plateia no Estado. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).</p>
<p>Teatro Arraial<br />
Rua da Aurora, 457, Boa Vista – Recife -PE<br />
Haru – A Primavera do Aprendiz<br />
Domingo (9) | 16h<br />
R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)<br />
(81) 3184 3057</p>
<p><strong>Arte Sacra de Pernambuco</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Maspe-1.jpg"><img alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Maspe-1-534x486.jpg" width="534" height="486" /></a></p>
<p>O acervo fixo do <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-de-arte-sacra-maspe/">Museu de Arte Sacra de Pernambuco</a> (MASPE), que começou a ser construído a partir de mais uma centena de peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, reúne objetos de culto como santos populares e de procissão, relicários, custódias e pinturas religiosas. Além disso, até o dia 20 de novembro o público poderá conferir a exposição individual de Milton Cosmus intitulada O Canto Santo Anjo do Senhor, com peças de arte sacra nanquim sobre canson.</p>
<p>Museu de Arte Sacra (MASPE)<br />
Rua Bispo Coutinho, 726, Alto da Sé – Olinda – PE<br />
Terça a sexta | 10h às 16h; Sábados e domingos | 10h às 14h<br />
R$ 2 (inteira) e R$ 1 (meia)<br />
(81) 3184 3154</p>
<p><strong>História do Estado no MUREO</strong><em id="__mceDel"></em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252785389_6131cda91a_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13993" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252785389_6131cda91a_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/museu-regional-de-olinda-mureo/">O Museu Regional de Olinda</a>, na Cidade Alta de Olinda, oferece diariamente ao público uma mostra permanente que propicia ao observador uma visão de uma casa pernambucana do século passado, além de contar, até o dia 30 de outubro, com a mostra temporária <em>Os Mamulengos visitam o MUREO</em>, aberta ao público das 16h às 17h. A exposição é fruto de uma parceria com o Museu do Mamulengo e com curadoria de Luciano Borges e Marjones Pinheiro.</p>
<p>Museu Regional de Olinda (MUREO)<br />
Rua do Amparo, 128, Amparo, Olinda – PE<br />
Terça a sexta | 9h às 17h; Sábados e domingos | 14h às 17h<br />
Exposição Os Mamulengos visitam o MUREO<br />
Terça a sexta | 16h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3159</p>
<p><strong>Incentivo à leitura no Pasárgada</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13430" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/14252781538_aac399da61_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Foi num dos sobrados da Rua da União, <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/espaco-pasargada/">hoje Espaço Pasárgada</a>, onde o poeta Manuel Bandeira viveu parte da sua infância, dos seis aos dez anos. O casarão em estilo neoclássico, de propriedade do avô de Bandeira, inspirou vários de seus poemas. Em um deles, “Evocação do Recife”, Bandeira retrata a cidade a partir da ótica de uma criança que começa a descobrir o mundo.</p>
<p>Para incentivar a leitura nas pessoas, o Espaço Pasárgada promove o projeto Escambo de Livros, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. A ideia é que os interessados levem um livro (que não pode ser didático nem religioso) ao local para em seguida trocar por um dos que estão no equipamento cultural. A participação neste projeto, que se repete continuamente de segunda a sexta, é gratuita.</p>
<p>Espaço Pasárgada<br />
Rua da União, 263, Boa Vista – Recife – PE<br />
Escambo de Livros<br />
Segunda a sexta | 9h às 17h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3166</p>
<p><strong>Cultura popular no Bairro de São José</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Casa-da-Cultura-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16581" alt="Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Casa-da-Cultura-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/casa-da-cultura/">A Casa da Cultura</a>, no centro do Recife, recebe novamente neste sábado (1º) um ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe, às 15h, no Palco Nelson Ferreira (hall central). No mesmo dia, o Mestre Pirulito ministrará uma oficina sobre a história e características do maracatu, uma das manifestações populares mais conhecidas em Pernambuco. Além disso, na sexta-feira (31), às 18h, tem roda de capoeira com o Mestre do Vale, assim como em todas as terças, quintas e sextas-feiras. As duas atividades são abertas ao público.</p>
<p>Casa da Cultura<br />
Cais da Detenção, s/n, Santo Antônio, Recife – PE<br />
Roda de capoeira com Mestre do Vale<br />
Terças, quintas e sextas-feiras | 18h<br />
Ensaio do Maracatu Várzea do Capibaribe<br />
Sábado (8) | 15h<br />
Gratuito<br />
(81) 3184 3151</p>
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		<item>
		<title>Museu do Estado recebe a exposição Açúcar: Um Doce Meio Amargo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/museu-do-estado-mepe-recebe-a-exposicao-acucar-um-doce-meio-amargo/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2014 21:16:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Açúcar: Um Doce Meio Amargo]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[A produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname será retratada numa importante e necessária exposição fotográfica. A mostra, desenvolvida pela fundação holandesa Noorder­licht e originalmente batizada de The Sweet and Sour Story of Sugar, no Brasil foi traduzida para Açúcar: Um Doce Meio Amargo. Estará em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Alejandro-Chaskielberg_Suriname.jpg"><img class="size-full wp-image-16004 aligncenter" alt="Alejandro Chaskielberg" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Alejandro-Chaskielberg_Suriname.jpg" width="600" height="480" /></a></p>
<p>A produção do açúcar no Brasil, Holanda, Indonésia e Suriname será retratada numa importante e necessária exposição fotográfica. A mostra, desenvolvida pela fundação holandesa Noorder­licht e originalmente batizada de <em>The Sweet and Sour Story of Sugar</em>, no Brasil foi traduzida para <strong>Açúcar: Um Doce Meio Amargo</strong>. Estará em cartaz no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) de 29 de outubro até 07 de dezembro, e envolverá o trabalho de seis renomados fotó­grafos de vários países, sendo eles: Alejandro Chaskielberg, James Whitlow Delano, Ed Kashi, Carl de Keyzer, Tomasz Tomaszewski e Francesco Zizola.</p>
<p>A exposição já passou pelos outros três países já citados, colonizador e colônias, ligados pela produção do açúcar. A primeira edição brasileira da mostra aconteceu entre outubro e novembro de 2013, no Museu de Arte Contemporânea de Campinas (MACC) e foi um dos destaques do Festival de Fotografia de Campinas Hercule Florence. Em cada lugar por onde passou, a mostra incorporou aspectos regionais. Não será diferente em Pernambuco, onde teremos outras imagens relativas ao tema central da exposição, que estarão impressas em sacas de açúcar, compondo o cenário da mostra.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Ed-Kashi-Brazil.jpg"><img class="size-medium wp-image-16005 aligncenter" alt="Ed Kashi" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Ed-Kashi-Brazil-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Estas fotografias são fruto de um workshop que foi ministrado pelo fotógrafo e artista multimídia Iezu Kaeru. A oficina fotográfica envolveu seis jovens fotógrafos e fotógrafas do projeto <em>Oi Kabum! Escola de Arte de Tecnologia do Recife</em>. Eles realizaram diversas saídas, com visitas aos engenhos Monjope (Igarassu), Engenho Moreno, Engenho Una e Usina Auxiliadora (todos em Moreno), além dos centros das cidades de Goiana e Recife. Os alunos registraram em torno de 3 mil fotografias, das quais 44 foram selecionadas para serem impressas nas sacas de açúcar.</p>
<p>A exposição <em>Açúcar: Um Doce Meio Amargo</em> propõe uma reflexão so­bre o passado, o presente e o futuro deste produto tão importante na história da humanidade e seu papel na globalização do mundo de hoje. A edição pernambucana da mostra está sendo realizada graças a uma parceria do Governo de Pernambuco, através da Secult e Fundarpe, com a Embaixada do Reino dos Países Baixos, cuja sede fica em Brasília, e Instituto Plataforma Brasil (IPB). O projeto recebe ainda co-patrocínio da Empetur e apoio da Akzo Nobel.</p>
<div id="attachment_16006" aria-labelledby="figcaption_attachment_16006" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Franceso Zizola</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Francesco-Zizola-Brazi.jpg"><img class="size-medium wp-image-16006" alt="Franceso Zizola" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Francesco-Zizola-Brazi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">José Antonio Silva é cortador de cana em Palmares-PE</p></div>
<p>A vinda da exposição para Pernambuco é resultado do reconhecimento do Governo sobre a importância da economia da cana-de-açúcar para o estado. “Além da relevância estética, considerando a excelente produção fotográfica que reuniu trabalhos de fotógrafos de vários países, existe a necessidade de contribuir com o aspecto itinerante da exposição, que passou pelos territórios onde o cultivo desta matéria-prima foi decisivo para sua economia e cultura. Pernambuco não poderia deixar de apoiar esta iniciativa e agora esperamos que possa ser bastante visitada, por toda população do estado”, avalia o secretário de Cultura Marcelo Canuto.</p>
<p><strong>HISTÓRIA</strong> &#8211; O cultivo do açúcar está nas raízes do Brasil, trazido pelos colonizadores no século 16. História bem definida pelo historiador Evaldo Cabral de Mello, no livro Um imenso Portugal (2002): “O açúcar inventou uma paisagem originalíssima, marcada pelos canaviais e pelo decantado ‘triângulo rural’, a casa-grande e a senzala, a capela e a fábrica, mas também depredou o meio físico, empobreceu o solo, poluiu as águas dos rios e devastou a Mata Atlântica. Ele desenvolveu um estilo de vida que marcou a existência de todas as camadas da população que integrou, reservando, contudo, seus privilégios a uns poucos”.</p>
<p>O doce calórico ajudou as sociedades urbanas europeias a crescerem a um nível nunca visto antes das conquistas das colônias nos trópicos, terra fértil para a produção da cana-de-açúcar, que tornou-se o produto mais valioso comercializado mundialmente. Assim, Holanda, Brasil, Suriname e Indonésia são países historicamente interligados pelo açúcar. A Holanda, depois de ser expulsa do Brasil em 1654 pelos portugueses, passou a cultivar a cana no Suriname e na Indonésia. Finalmente, o país passou a produzir seu próprio açúcar a partir da beterraba, cultivada em suas terras argilosas.</p>
<p>O açúcar da beterraba cresceu fortemente no século 20, mas declinou com a diminuição dos subsídios agrícolas na União Europeia. Muitos agricultores pararam de produzir e as fábricas fecharam. No Suriname, restaram somente as sombras da produção, feita pelas mãos de escravos e imigrantes que depois chegaram. Na Indonésia &#8211; atualmente o segundo maior importador de açúcar &#8211; as fábricas do século 19 milagrosamente ainda estão em atividade. No Brasil, ao contrário, o açúcar e seus deriva­dos como o etanol, estão em pleno desenvolvimento. O país tornou-se o maior exportador do mundo. Portanto, deve encontrar um caminho sustentável para este doce meio amargo.</p>
<p><strong>Exposição Açúcar – Um doce meio amargo</strong></p>
<p>Abertura: 29 de outubro (Até 07 de dezembro)</p>
<p>Local: Museu do Estado de Pernambuco (MEPE)</p>
<p>Av. Rui Barbosa, 960, Graças, Recife-PE.</p>
<p>E-mail: museu.mepe@gmail.com</p>
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